A campanha à reeleição do presidente Lula (PT) decidiu acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) sob a alegação de que a Meta, controladora do Instagram e do Facebook, tem interferido no pleito presidencial para beneficiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A ofensiva jurídica ocorre a cerca de duas semanas do segundo turno da disputa.
Coordenadores da candidatura do presidente apontam uma sequência de restrições operacionais e instabilidades nas contas oficiais do pestista desde o fim do ano passado. Entre as ocorrências citadas estão o descadastramento do perfil de Lula das buscas do Instagram em dezembro, a queda da conta de anúncios durante o primeiro turno e a interrupção na contagem de visualizações de vídeos postados em 8 de outubro.
A restrição mais recente teria ocorrido entre sexta-feira (9) e este sábado (10), impedindo o impulsionamento de publicações no feed. A biblioteca de anúncios da Meta registrava 11 campanhas pagas ativas no perfil de Lula no final da manhã deste sábado (10).
Em coletiva realizada na sede da campanha, em Brasília, o ex-ministro e senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores do comitê de reeleição, afirmou que os episódios criam assimetria na disputa. “Isso causa um desequilíbrio em uma eleição tão apertada“, declarou.
A equipe do presidente sustenta que as recorrentes falhas comprometem a estratégia digital da campanha, reformulada após o primeiro turno, no qual Lula obteve 45% dos votos válidos contra 47% de Flávio Bolsonaro. O plano petista foca no engajamento em plataformas digitais para tentar reduzir a vantagem do adversário.
Em nota oficial, o comitê de Lula cobrou explicações formais da empresa de tecnologia e levantou suspeitas sobre a conduta das plataformas no país.
“A sucessão de problemas técnicos não explicados pela empresa levanta forte suspeita de que a ação da Meta se configure como uma tentativa de interferência no processo eleitoral brasileiro, em benefício à candidatura de Flávio Bolsonaro. A completa ausência de transparência nos sistemas da empresa faz com que essas explicações sejam escassas e opacas. A empresa precisa se explicar”, diz o texto divulgado pela campanha.
Camilo Santana afirmou que as medidas jurídicas e administrativas foram adotadas devido à ausência de justificativas técnicas detalhadas por parte da multinacional americana. “Reconhece o erro, mas não justifica, e continua cometendo novos erros enquanto estamos a 15 dias das eleições“, declarou o petista.
Big tech nega favorecimento e cita diretrizes eleitorais
Em resposta às acusações, a Meta rejeitou as alegações de parcialidade e afirmou que as oscilações reportadas pela equipe do presidente não se restringiram ao cenário brasileiro nem a contas específicas.
“Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas nas nossas plataformas. Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia do uso das nossas plataformas por todos“, afirmou a empresa em nota.
Veritas
10 de outubro de 2026 7:13 pmO petróleo é nosso e as terras raras também.Um fundo soberano, como a Noruega construiu, para financiar, educacão, saúde, seguridade social, moradia decente , rodovias e ferrovias decentes, ciência e tecnologia para termos soberania, dignidade e qualidade de vida permanentemente asseguradas para todos os brasileiros e brasileiras, como prevê a Constituicão de 88 é ainda possível. Os constituintes previram que nossos recursos naturais e humanos poderiam fazer frente às despesas com direitos sociais previstos na Constituição Cidadã..Em 88 já era do conhecimento de economistas e sociólogos e políticos antenados a possibilidade de fundos soberanos para o Brasil. A Noruega já estudava o assunto e efetivou o projeto, sob controle do Banco Central deles, em 1990. No Brasil, a Petrobrás já havia descoberto o pré sal e estava desenvolvendo as brocas para perfurar a camada de sal duríssima. A Coope, Universidade Federal do Rio de Janeiro, já desenvolvia as brocas com avanços promissores.Infelizmente, com um falso discurso de ajuste fiscal, FHC, Temer, Bolsonaro foram vendendo nossas galinhas de ovos de ouro, Vale do Rio Doce, BR distribuidora, Gás Petro, Eletrobras e Pré Sal, Agora,querem vender as nossas últimas possibilidades de desenvolvimento social e econômico próprio, buscam vender a Margem Equatorial, reservas petrolíferas vizinhas às maiores reservas de petróleo do mundo, as venezuelanas, roubadas por Trump recentemente, e ainda querem entregar as terras raras, produtoras de imãs captadores de energia escalar, nova matriz energética do século XXI e seguintes.Por isso,bolsonaristas querem acabar com a Constituicão de 88, para facilitar a entrega e destruir com o projeto de desenvolvimento humano, social e econômico, viável do ponto de vista fiscal e tecnológico, contidos na Constituicão que grandes brasileiros ajudaram a construir e aprovar. Vamos executar a Constituicão de 88, não destruí-la. Lula já!!!