
Jornal GGN – Em sua coluna de hoje na Folha de S. Paulo, o jornalista Janio de Freitas afirma que a indicação de Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal estava “dentro do esperável” do governo Temer, mas que a manutenção da indicação após as revelações de plágio é quase uma “agressão moral ao STF, se não ao Judiciário”.
O colunista afirma que os princípios da Suprema Corte, atualmente, são desrespeitados a partir de dentro, e que a indicação de Moraes intoxica ainda mais o Supremo, “com uma dose forte de impostura intelectual e jurídica”.
Leia mais abaixo:
Da Folha
Janio de Freitas
Os céticos não de todo desinformados jamais esperaríamos de Michel Temer –fraco, titubeante, posudo como os necessitados de aparências enganosas– que surpreendesse, com uma Presidência razoável na eficácia e na dignidade. Agora, é forçoso reconhecer que Michel Temer surpreende. Pelo excesso do que dele se podia esperar.
Indicar Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal esteve dentro do esperável. Manter a indicação depois do que dele revelaram, na Folha, os repórteres Fabio Victor e Thais Bilenky, com o complemento de Diogo Bercito na Espanha, chega ao nível de agressão moral ao STF, se não ao Judiciário.
Nomear para o Supremo o plagiário de um texto judicial espanhol já é, por si só, desmoralizante. Mas só o começo. Com que nível de respeito serão recebidas decisões do mais alto tribunal se incluírem voto de quem se fez e faz passar como seus, em livro, textos alheios?
Na história do Supremo (não a escrita por seu atual decano, Celso de Mello) não faltam integrantes que só o honraram porque protegidos pelo temeroso silêncio de políticos e jornalistas. E ainda pelo corporativismo, sustentado também por verdadeiros honrosos. Na atualidade, princípios do tribunal são desrespeitados a partir de dentro. Não deixam de comprometê-lo e, para grande parte da opinião pública ativa, de desacreditá-lo como instituição.
Apesar disso, e na melhor hipótese, intoxicá-lo mais, com uma dose forte de impostura intelectual e jurídica, é submetê-lo ao risco de um conceito futuro semelhante ao do governo de Michel Temer, Moreira Franco, o próprio Alexandre de Moraes e tantos outros.
Além do mais, um plagiário para substituir Teori Zavascki é um insulto à memória do ministro que elevou o Supremo.
OS PODEROSOS
Engenheiros, advogados e economistas de empreiteiras são profissionais liberais, não funcionários públicos; empreiteiras são empresas privadas, não componentes do aparelho de Estado.
Ainda assim, procuradores e juiz da Lava Jato têm imposto a vários delatores premiados a proibição de voltar, quando liberados, a seus cargos nas empreiteiras ou ocupar determinados outros. Há até rebaixamentos compulsórios. Empresas privadas podem empregar quem queiram e profissionais liberais aceitam o que quiserem.
Ou há mais um novo poder que os integrantes da Lava Jato se concederam, ou é mais um forma de abuso de poder.
ÓDIO ANALFA
Os analfabetos funcionais, que leem e não entendem, são mais numerosos do que dizem as estimativas e as nossas vãs suposições. O Painel do Leitor da segunda (13) publicou carta em que Denis Tavares, da cidade de São Paulo, me ataca por “não querer encarar” erros como “as pedaladas que foram fraude”, “recurso antidemocrático”, e que “Dilma corrompeu a democracia”. O artigo do dia anterior esteve distante de todos esses e outros temas que lhe foram atribuídos.
Não é incomum, em relação a mim e a alguns autores –Mello Franco, Conti, Duvivier–, esse tipo de manifestação. Vem de leitores que nem por sua classe social deixam de ser analfabetos funcionais. Ou estão entre os portadores de ódio patológico. Caso não estejam nas duas situações.
Podem e devem continuar. Em qualquer das suas três possíveis situações, não façam cerimônia. Nós também não faremos.

Atreio
16 de fevereiro de 2017 4:45 pmcada vez mais ridículo pra
cada vez mais ridículo pra todos canalhas golpistas e seus tolos amestrados….
a vergonha e o ridículo se avolumam e se aproximam de suas familias muito intensamente, na escola das crianças, no cabelereiro da esposa…..
eles sentem….eles temem.
q todos aprendam. sairemos um brasil maior disso tudo.
sem crime, sem impeachment.
VOLTA DILMA
BRASIL, reDILMAse!
anarquista sério
16 de fevereiro de 2017 6:13 pm”’Volta Dilma”?
Assim, sem
”’Volta Dilma”?
Assim, sem jantar e tudo que antecede o prazer ?
Só se for pra isso.E mesmo pra isso, vc precisa se aprimorar mais.
Mesmo assim, dentre ps milhares de casos que conheço, a volta só serve pra uma noite.
Vale a pena implorar ?
Estou pensando que Dilma foi sua namorada.
É isso mesmo, né ?
anarquista sério
16 de fevereiro de 2017 4:54 pmNunca li uma crÔnica de Janio
Nunca li uma crÔnica de Janio exaltando ou até mesmo aplaudindo Teori.
O arquivo da Folha é disponível tbm pra NÃO assinantes.
Confira.
Que homenagem retardada,meu.
ÓDIO ANALFA:
O cara mais criticado na Folha é Reinaldo Azevedo.Em segundo ligar é João Pereira Coutinho.( dados da própia Folha)
Janio é igual todo fanático :
Só enxerga sua ferida no dedinho no pé e pouco está se importando com a amputação do pé inteiro e da mão tbm de pessoas conhecidas.
E existe alguém mais fanático que esquerdista , evangélico e corinthiano ?
LFC
16 de fevereiro de 2017 6:25 pmTem: direitista, católico e
Tem: direitista, católico e anti!
Ramalho12
16 de fevereiro de 2017 6:51 pmSe existem mais fanáticos do
Se existem mais fanáticos do que os pertencentes às categorias que você menciona? (isto supondo-se que sua hipótese seja correta, o que não é). Claro que existem, e você é a prova: lança bordões generalistas que não sustenta (coisa de radical incapaz escapar da superficialidade ignorante) e, como diria Jânio, expõe em toda pornográfica nudez seu analfabetismo funcional. Onde está dito no texto de Jânio que os colunistas mencionados são os mais criticados pelos leitores da Folha? Onde é dito que Reinaldo é mais, ou menos, criticado? Mostre que você não está delirando. Esta sua “interpretação” do texto é prova de seu analfabetismo funcional (ou talvez de esquizofrenia): introjeta o que não foi dito. Ora, você, sim, é fanático grosseiro, além de fraquíssimo em retória e, lamentavelmente, analfabeto funcional. (se não for esquizofrênico). Jâno tem razão.
anarquista sério
16 de fevereiro de 2017 7:05 pmO texto de Janio é claro e
O texto de Janio é claro e cristalino.
Ele não disse os mais citados. Mas se refiriu a tribo dele.
O que é uma injustiça com os demais.
Eu disse os mais citados e comprovo com a Folha sim e tbm com leitura.–mas isso é o de menos.
”Analfabetismo funcional” ?
De fato.
Depois de 4 diplomas e não comprende-lo, sou analfabeto funcional.
Mas prometo estudar para :
Comprender um alfabetista funcional.
E qual é a diferença ?
Ramalho12
16 de fevereiro de 2017 7:37 pmANALFABETO FUNCIONAL
Você é ANALFABETO FUNCIONAL OU ESQUIZOFRÊNICO. Ademais, é fraco intelectualmente, suas intervenções depõem contra o espaço. FALE MENOS E LEIA MAIS PARA NÃO FAZER VEXAME. Quanto a seus alegados diplomas, mané, frente às jumentices de suas críticas, “who cares”?
anarquista sério
16 de fevereiro de 2017 7:54 pmDitado mineiro: Mais ou menos
Ditado mineiro: Mais ou menos assim:
Deixe ele esbravejar, Até ele acalmar.
Quando acalmar, vc enraba ele.
Mande foto ”de costa” pra ver se vale a pena.
Ramalho12
16 de fevereiro de 2017 11:39 pmVocê, além de ANALFABETO
Você, além de ANALFABETO FUNCIONAL, é pederasta. Respeito a sua pederastia, mas estou noutra, gosto de mulher..
hugo1
17 de fevereiro de 2017 8:07 amTá explicado o porquê ele
Tá explicado o porquê ele gosta do Alexandre de Moraes. O nível intelectual é o mesmo.
Boeotorum Brasiliensis
16 de fevereiro de 2017 9:01 pmColaboração expontânea
Meu caro colega de comentário.
Eu notei que há algumas lacunas em sua gramática e ortografia que, ao que tudo indica, não foram erros casuais e, talvez, ocorram por não plenamente supridas ao longo de tão extensa experiência acadêmica.
Permita-me, por favor, ajudá-lo. Humildemente, uma vez que, também, trago comigo algumas dessas lacunas. Todavia, quatro diplomas na parede é um feito, o que torna vital defendê-lo pela escrita. Assim,atendo-me ao mais evidente, vejamos:
– mas, da forma empregada é conjunção adversativa e, portanto, recomenda-se que seja procedida de vírgula;
– referiu ( não, refiriu), pretérito perfeito do verbo referir;
– a, quando antecede a uma palavra feminina e é uma contração entre o artigo e a preposição (a+a) e, como no caso, o a é craseado (à);
– compreendê-lo (não, comprende-lo), infinitivo do verdo compreender, pede ênclase e, por terminar em r (s ou z); essa consoante final altera-se para lo (la,las, los); por fim, as formas verbais oxítonas, quando a sílaba tônica é a última, terminadas em a, e ou o, seguidas de lo, la, los, las são acentuadas;
– alfabetizado (não, alfabetista), no sentido empregado na frase o adjetivo é alfabetizado; alfabetista é o que faz alfabetos para modelos caligráficos, o que alfabeta;
– regrinhas práticas de estilo, não está errado, porém, evite o uso maiúsculas após dois pontos, assim como se evitam os recursos de destaque de texto desnecessários como, por exemplo, itálico, negrito, sublinhado, aspas, etc.; quando redigir na web, em espaços mais estruturados como artigos, comentários a artigos e e-mails procure observar os espaços de formatação do texto e evite o uso, quando dispensável, de abreviaturas.
Espero ter ajudado.
Abraços.
anarquista sério
17 de fevereiro de 2017 11:13 ameinstein escrevia mal.
Ruy
einstein escrevia mal.
Ruy Castro foi reprovado em História de depois se tornou autor de biografias.
E há outros trocentos exemplos.
Leia,por favor :
Casinha com chaminé
– Em 1966, tendo ido ao pau em história no vestibular de jornalismo da Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi), lamentei o ano perdido, mas, como o diploma não era obrigatório e eu já decidira que seria jornalista do mesmo jeito, não me importei. Passaria no vestibular para outro curso no ano seguinte e isso me seria útil no exercício da profissão. Mas qual curso? Pensei na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), a primeira do Brasil, recém-fundada pelo governador Carlos Lacerda.
Uma amiga me mostrou o currículo da Esdi. Tinha tudo a ver comigo: artes gráficas (paginação de jornais e revistas, criação de cartazes e de capas de discos e livros), programação visual (marcas, símbolos, logotipos), cinema (Nouvelle Vague, Cinema Novo), fotografia, teoria da informação, concretismo e outros ismos.
Eu me imaginava ouvindo dos professores altas elucubrações sobre o corte dentro do corte em “Acossado”, de Godard, a reforma do “Jornal do Brasil” promovida por Janio de Freitas, o visual da revista “Senhor”, a diferença entre a semiologia do francês Saussure e a semiótica do americano Pierce, e até a intrigante curva da passarela do MAM no Aterro do Flamengo por Affonso Eduardo Reidy. Era o que havia de moderno, funcional, revolucionário.
Mas minha fantasia se dissolveu em um segundo ao saber que, para levar alguma chance no vestibular da Esdi –700 candidatos para 30 vagas–, eu teria de ser bamba em geometria e desenho. Má notícia para quem nunca vira um triângulo escaleno e não sabia desenhar nem casinha com chaminé. Desisti. Em 1967, prestei para ciências sociais na mesma FNFi. Passei bem, fiz o curso, colei grau e não fui sociólogo nem por um minuto na vida.
Leio agora em Nelson Motta no “Globo” que a querida Esdi vai fechar. É mais uma na conta dos governos que quebraram o Estado do Rio.
JB Costa
16 de fevereiro de 2017 9:50 pmEu lá sabia, anarca, que
Eu lá sabia, anarca, que tinhas um currículo tão vasto? Não é para qualquer um possuir esses quatros “deplomas” abaixo:
1} Alfabetização(Mobral);
2) Datilografia;
3) Mecanografia;
4) Admissão(à distância).
Quero ver se aparece algúem para denunciar que algum deles é fake. Quero ver.
anarquista sério
17 de fevereiro de 2017 11:07 amDesculpe por não responder
Desculpe por não responder antes.Só li agora.
Vc acertou 3 dos meus diplomas. Talvez 4.
O que significa Mecanografia;?
Não ,não vou procurar no google.
Abração !
Ivan de Union
16 de fevereiro de 2017 4:56 pmNao tinha OUTRO juiz na
Nao tinha OUTRO juiz na historia do Brasil pra ser “insultado” nao?
Tinha que ser o Teori?
Maria Luisa
16 de fevereiro de 2017 5:12 pmInsulto ao povo
Eh um insulto à instituição STF, ao Judiciario e aos cidadãos brasileiros. Mas em Brasilia parece que quase ninguém vê nada demais nessa indicação, a começar pelos proprios Ministros do Supremo que se manifestaram a favor da indicação de AM e o que isso implica no caso Lava Jato.
anarquista sério
16 de fevereiro de 2017 5:29 pmDepois de Dias Tofolli,vale
Depois de Dias Tofolli,vale tudo.
E nem se sentiu impedido de julgar o mensalão.
Que colosso !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ramalho12
16 de fevereiro de 2017 7:09 pmAnalfabeto Funcional
A crítica a Alexandre Moraes não se assenta no fato dele ter sido advogado de A ou B, leia o comentário que você critica para não passar recibo de analfabetismo funcional. Por outro lado, Gilmar Mendes foi AGU no governo do PSDB, comprometeu-se com FHC e, por via de consequência, com o PSDB, e sua parcialidade em favor dos agitadores psdbistas e dos golpistas confirma o comprometimento. De Toffoli, nada se diz de parcialidade: julgou o mensalão com isenção. A crítica assenta-se no fato de Alexandre de Moraes ser um mentiroso sem vergonha, um cara capaz de furtar produtos intelectuais e de ser incapaz de “apagar” as provas do furto, isto é, além de ladrão, é burro. Não fica bem ter-se no Supremo como ministro um sujeito que é ladrão burro. Esta é a questão, analfabeto funcional.
Rui Ribeiro
17 de fevereiro de 2017 10:50 amA diferença entre Toffoli e Moraes equivale à diferença entre…
A diferença entre o Toffoli e o Moraes, o homem que falava javanês, é igual à diferença entre a decisão do Gilmar Dantas que impediu o Lula de se tornar Ministro e a decisão do Celso de Merda que permitiu o Angorá ser Ministro.
Anarquista sério, qual a utilidade dessa sua cabeça de burro além da de separar suas orelhas de rato?
Nadraas
16 de fevereiro de 2017 5:19 pmErro Grosseiro do autor
“Indicar Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal… chega ao nível de agressão moral ao STF, se não ao Judiciário….Nomear para o Supremo o plagiário de um texto judicial espanhol já é, por si só, desmoralizante.” Erro grosseiro do autor. A exemplo de tantos outros jornalistas, intelectuais, etc., Janio de Freitas continua com a idéia preconcebida de que no Brasil instituições estão acima dos individuos que a compõe. O STF não pode ser desmoralizado ! Ele é indigno até disso pois faz muito tempo que honra passa longe de lá. Pessoalmente considero quase ofensivo a sugestão que o STF ainda possa ser desmoralizado.
Orlando Soares Varêda
16 de fevereiro de 2017 7:11 pmSubstituir o anterior que
Substituir o anterior que aprentou defeito no “ultrapassou” com “ç”.
Nadraas, me desculpe, mas, não consigo divisar nenhum absurdo na indicação de um mero troglodita, de talentosa proficiência em marketagem pessoal. Tá certo que esse advogadozinho tucano é um medíocre marketeiro, apenas o suficiente pra engabelar um governo de toscos homens, voltados apenas aos negocíos. O skinhead em apreço embora careca, digo, plagiário, não vejo em que, este merda seja pior,mais sujo e nefasto que o beiçola. Mestre em enlamear, sempre deixando um rastro por onde trafega com sua inquieta e vociferante beiçola.
Aquilo ali, não tem mais para onde afundar. O stf Já ultrapassou a camada do pré-sal, faz tempo.
Orlando
Nadraas
16 de fevereiro de 2017 8:43 pmApenas mais um
Concordamos em tudo prezado Orlando.. Eu apenas quis dizer que o stf não vai ser desmoralizado com um plagiador e ou enganador ou mesmo um ladrão nos seus quadros.
anarquista sério
16 de fevereiro de 2017 9:12 pmVc é cinzento.
Descarrega
Vc é cinzento.
Descarrega sua vida sofrida pra quem não tem a ver com isso.
Parei em vc por acaso.–tocou o telefone.
Juro por Zeus que nunca mais saberei que vc existe.–faço isso há muitos e muitos anos que estamos juntos no mesmo ”canal”
Se é que existe.
Sobre o pré sal que vc se refere :
Quem viu ? Existe mesmo ? Será produtivo em quantos milênios ?
Não sabe ?
Eike Batista ”sabe”.
Ramalho12
16 de fevereiro de 2017 7:52 pmNo popular, plagiar é furtar.
No popular, plagiar é furtar. Alexandre Moraes, portanto, é ladrão. E é ladrão burro, pois deixou às claras as provas do roubo. Não sei se o STF com Moraes será desmoralizado, mas sei que não pega bem ladrão burro na Corte, embora concorde que seja talvez apenas mais um a fazer parte do “Excelso Pretório”, hehehehe..
Fábio de Oliveira Ribeiro
16 de fevereiro de 2017 5:47 pmDiscordo.
O plagiador
Discordo.
O plagiador Alexandre de Moraes será apenas mais um Cagnazzo ou Graffiacane na infernal Divina Comédia que segue sendo, por maioria de votos, julgada procedente nas catacumbas do STF.
https://jornalggn.com.br/blog/fabio-de-oliveira-ribeiro/sobre-os-cagnazzos-e-graffiacanes-que-vomitam-injusticas-no-stf
anarquista sério
16 de fevereiro de 2017 6:02 pmGolpe?
Pedaladas fiscais
Golpe?
Pedaladas fiscais todos fazem.
Foi um subterfúgio pra afastar FIONA do poder.
E louvado seja !
Somebody
16 de fevereiro de 2017 6:34 pmWell… Em um supremo
Well… Em um supremo tribunal que só serve para manter aparências (e que é realmente incompetente até mesmo em manter aparências) é normal nomear mais um criminoso para um grupo de criminosos. O povo brasileiro é que está enganado em imaginar que o STF serviria como garantidor da lei e da constituição brasileira
A função verdadeira do supremo tribunal brasileiro é garantir que os descendentes dos senhores de escravos fiquem para sempre com o comando de fato do país e impedir qualquer tentativa da população de reverter essa situação “pelos meios legais” como os progressistas insistem teimosamente em tentar.
lenita
16 de fevereiro de 2017 7:05 pmA Suprema Ministra
Dra. Carmen Lúcia, odeia políticos ! Não vai dizer nada, não? Mais politiqueiro do que seu futuro colega, não existe. Além disso étão rasteiro quanto um outro que foi bem “cotado” para ser presidente.
Pobre Brasilzinho nosso , tá como o diabo gosta !.
Boeotorum Brasiliensis
16 de fevereiro de 2017 7:15 pmAlexandre de Morais – Ministro do STF por merecimento
O Prof. Dr. Alexandre de Moraes, preenche os requisitos formais do cargo, foi escolhido pelo Excelentíssimo Presidente da República Federativa do Brasil e será sabatinado pela câmara alta da legislatura, o Senado Federal, através de sua Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, composta por 54 Senadores, entre tittulares e suplentes, todos da mais alta competência para o mister e de reputação ilibada, presididos pelo mais nobre do seus pares, o inatacável, irreprensível Senador Edson Lobão, o Probo, exemplo de virtude, despreendimento, altruísmo, senso de justiça e um baluarte da Democracia, um Mahatma Gandhi da Caatinga.
Irá compor os quadros da mais alta e ilustre corte, ao lado de luminares do Direito e da Justiça, notórios pela defesa instransigente e incansável da Lei Maior, seu princípios, preceitos e valores democráticos e de cidanania emanados da Assembleia Constituinte de 1988.
Além do mais, o Prof. Dr, Alexandre de Moraes, tem o apoio suprapartidário do mais ilustres parlamentares do Brasil, de Norte a Sul e de Oeste a Leste, da nascente do Rio Ailã, no Monte Caburaí, em Roraima ao Arroio Chuí, no Rio Grande do Sul e da nascente do Rio Moa, na Serra Contamana, no Acre à Ponta do Seixas, no orla do Oceano Atlântico, na Paraiba. Tal apoio, tanto na sua dimensão, quanto na proemiência dos apoiadores, evidenciou-se e foi pontificado recentemente, em cimeira que se realizou às margens do Lago Paranoá. A isto, somem o apupo de todos aqueles defensores da Moral, do Civismo e da Família Brasileira que, indômita e bravamente, no melhor espírito dos combatentes da Batalha de Itararé, tomaram as ruas, o púlpito das igrejas, o ecrã das televisões, as ondas do rádio e o prelo da imprensa livre para lutar pela construção de um Brasil Novo, orientado e embalado pela Ordem e Progresso. Destarte, ao enfrentar a corrupção e os malfeitos que assolavam a Nação, de peito aberto e com coragem cívica, possibilitaram ao Congresso Nacional reparar o dano e abrir um horizonte onde destacam-se a esperança e se delineia o despertar do Gigante por Natureza. Tudo isso sob a batuta de Eduardo Cunha e Renan Calheiros, a quem faltam os adjetivos de louvor, não olvidando a visão inspiradora do estrategista Aécio Neves.
Logo, o Ministro Alexandre de todos estes é merecedor, assim como, a ele, todos os citados o merecem.
Resta saber se nós, o zé-povinho, o merecemos e os merecemos. Acho que que não.
Carioca
16 de fevereiro de 2017 7:20 pmSó mais um insulto ao país.
Só mais um insulto ao país. Só isso.
adroaldo lima linhares
16 de fevereiro de 2017 9:55 pmA folha de sao paulo é jornal
A folha de sao paulo é jornal só de fachada. Pertence à família frias, sanguinários ditadores que mataram muitos cidadãos brasileiros, mataram muitos Vlads. Seus jornalistas são contratados desde que sejam golpistas da mesma mafia que vira e mexe tomam o poder no Brasil mediante golpes de estado e implantação de ditaduras, ou seja, o mesmo critério que o stf utiliza para escolher novos membros. Quando observamos um falando mal do outro, não devemos esquecer que depois do expediente encontram-se para tomarem umas e definirem quais os próximos passos para o andamento da ditadura.
JB Costa
16 de fevereiro de 2017 9:58 pmSe concretizada, será a
Se concretizada, será a nomeação mais indigna de toda a história do Supremo, essa do Kojak. Ademais, há ainda a suspeita forte de que se trata de uma retribuição de cunho pessoal, se não mesmo até de declínio a uma chantagem.
fabricio coyote
17 de fevereiro de 2017 12:15 amsanta ironia
Jânio é elegante demais para apontar a boçalidade que sempre acompanhou a suprema cosa nostra. Nem todos alcançam essa técnica do articulista.
Clever Mendes de Oliveira
17 de fevereiro de 2017 2:39 amFalar mal de Alexandre de Moraes, é bom ou ruim para o golpe?
Jornal GGN,
Concordo com a alegação de que a indicação de alguém que plagiou é uma forma de tripudiar sobre o STF. Agora, nem por isso perde pertinência a história que inventei e que publiquei no meu comentário enviado quarta-feira, 15/02/2017 às 13:51, para Miguel do Rosário lá no post “A lição de Nietzsche e o moralismo golpista nosso de cada dia, por Miguel do Rosário” de quarta-feira, 15/02/2017 às 11:21, e que apareceu aqui no blog de Luis Nassif reproduzindo o texto de Miguel do Rosário publicado no blog dele “O Cafezionho” com o título “A lição de Nietzsche e o moralismo golpista nosso de cada dia”.
Aliás, não só a história não perde pertinência como ela mais reflete a realidade. O endereço do post “A lição de Nietzsche e o moralismo golpista nosso de cada dia, por Miguel do Rosário” é:
https://jornalggn.com.br/noticia/a-licao-de-nietzsche-e-o-moralismo-golpista-nosso-de-cada-dia-por-miguel-do-rosario
E a história que eu apresentei lá é a seguinte:
“E o que eu avalio como horrível é argumentar contra a ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff pelo republicanismo dela e criticar o presidente antes provisório agora definitivo por causa do golpe Michel Temer pelo fato de ele não fazer questão de ser republicano. Eu defendia a ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff porque considero que o republicanismo é uma meta possível de ser alcançada e que assim devem se portar os chefes de executivos. Agora, não indo contra a lei, não se pode atacar um chefe de executivo se ele tem uma postura que só tem como limite o que a lei impõe.
O último exemplo que eu menciono como uma reação sem sentido da esquerda é criticar a indicação de Alexandre Morais para o STF. Tão sem sentido que eu passei a inventar a seguinte história. Conta-se que existiu ou ia existir uma gravação de um presidente antes provisório agora definitivo por causa do golpe em que ele conversava com um baronato de terras paulistas para que o baronato financiasse uma campanha contra o indicado por ele para a Corte Superior. E que alguém que escutou, ou iria escutar, a gravação foi pedir, ou iria pedir, explicação ao presidente antes provisório agora definitivo por causa do golpe, a razão dele ter feito um pedido tão esdrúxulo. Bem, ele teria respondido, ou iria responder, para garantir o golpe eu prometi fazer o que os parlamentares pedissem, mas eles também teriam que fazer o que eu pedisse. Quanto pior falarem do meu indicado mais eu tenho o que apresentar como trabalho feito por mim aos parlamentares e, portanto, mais deles poderei cobrar.”
É claro que toda teoria conspiratória tem exceções. Aliás, aqui ao estabelecer uma exceção para o jornalista Jânio de Freitas na crítica que ele faz ao Alexandre de Moraes, eu estou tornando essa exceção semelhante a que existe na crítica que se faz à grande mídia dos Marinhos. Costumo dizer que se as pessoas não fizessem naturalmente e gratuitamente a crítica à grande mídia dos Marinhos, os Marinhos pagariam a peso de ouro a crítica que afirma que a grande mídia dos Marinhos molda a opinião pública. Enfim, a minha história sobre a gravação que supostamente teria existido ou que supostamente iria existir deve ser feita na condicional porque não vai ser necessário de financiamento para que as nossas elites intelectuais façam críticas a nomeação de Alexandre de Moraes.
E que se diga que talvez a crítica a Alexandre de Moraes e outros asseclas do governo do presidente antes provisório agora definitivo por causa do golpe seja mais apropriada do que a crítica de que a grande mídia dos Marinhos faz a cabeça da população. Em minha opinião a crença existente na maioria da esquerda de que a rede Globo forma a cabeça da população é fruto de uma falta de compreensão do funcionamento do sistema capitalista. É impossível uma mídia capitalista crescer ou mesmo sobreviver sem expressar opinião já enraizada em uma cultura. Se a mídia tentar impor sua própria opinião, ela perde leitores, telespectadores ou ouvintes e desaparece. Exponho com mais delonga essa opinião com exemplos ao longo do tempo em dois comentários que enviei para João de Paiva Andrade, um sábado, 26/11/2016 às 03:39, e outro junto ao primeiro terça-feira, 29/11/2016 às 01:13, lá no post “2010 é o ano da ruptura de qualquer pudor ou verniz, por João de Paiva” de quinta-feira, 24/11/2016 às 15:56, aqui no blog de Luis Nassif contendo um extenso texto de João de Paiva e que pode ser visto no seguinte endereço:
https://jornalggn.com.br/noticia/2010-e-o-ano-da-ruptura-de-qualquer-pudor-ou-verniz-por-joao-de-paiva
E lembro aqui os versos de Carlos Drummond de Andrade do poema “O Lutador”:
“Lutar com palavras,
É a luta mais vã.
Entanto lutamos
Mal rompe a manhã.
. . .”
Só que ao lutarmos com palavras ainda que não ganhemos e sempre termos a sensação de estarmos executando uma tarefa de Sísifo, e por isso lutar com palavras nos pareça uma luta vã, nós recebemos o benefício do aprendizado. Ao contrário, quando criticamos os Alexandre de Moraes da vida, nós perdemos além de nos enfraquecermos; pois com a crítica nós desaprendemos.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 16/02/2017