CPMI dos atos antidemocráticos redobra cuidados com segurança

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Documentação terá segurança semelhante à da CPI da Covid, mas acesso será restrito a poucos deputados e senadores

Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que irá apurar os atos antidemocráticos que levaram à invasão de Brasília em 08 de janeiro redobrou os cuidados com a documentação dos investigados.

Os inquéritos policiais e dados de quebras de sigilo fiscal e telemático dos investigados que devem ser enviados em meio digital serão armazenados no sistema Jubarte, desenvolvido pelo Parlamento, segundo o jornal O Globo.

Tal sistema é composto por uma rede antivazamento e de armazenamento de documentos digitalizados, e cada parlamentar que acessar o material deixará uma espécie de marca d’água.

A chamada sala-cofre usada durante as CPIs das Fake News e da Covid-19 também deve ser usada para armazenar documentação, que só será acessada mediante monitoramento constante pelos integrantes da comissão e poucos parlamentares.

Além disso, a relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD), e o do colegiado, deputado Arthur Maia (União Brasil), devem solicitar agentes da Polícia Federal, Ministério Público Federal, da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Controladoria-Geral da União (CGU) para dar suporte às investigações.

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Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

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