A decisão de Moraes, relator dos inquéritos relacionados ao 8/1, para incoentar um dos envolvidos no caso é inédita, mas ainda deve ser analisada pelos demais ministros da Corte, até a próxima sexta (15), em julgamento virtual.
O acusado é Geraldo Filipe da Silva. Segundo sua defesa, ele estava em situação de rua e teria se aproximado dos atos “por pura curiosidade”, onde foi confundido com um “infiltrado petista”, e se os policiais não o tivessem prendido, seria espancado pelos golpistas.
Silva foi preso em flagrante na ocasião e ficou detido por cerca 11 meses. Em novembro, ele foi solto de forma provisória, após uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que disse não haver provas contra ele.
Moraes seguiu o entendimento da PGR e afirmou que há “dúvida razoável” se o acusado sabia e colaborou voluntariamente com a prática dos crimes.
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