O que se sabe sobre o uso da Ivermectina contra o coronavírus

Vídeo resume todos os estudos científicos publicados até agora para tentar responder se o remédio funciona contra o novo coronavírus

Jornal GGN – O canal “Olá, Ciência” divulgou no Youtube um vídeo a respeito da ivermectina. A produção resume todos os estudos científicos publicados até agora para tentar responder se o remédio funciona contra o novo coronavírus.

A iniciativa ocorre após o jornalista Alexandre Garcia promover um debate com médicos, dentre eles, Nise Yamaguchi e Anthony Wong, que apoiam a ivermectina no tratamento contra a COVID-19. Segundo eles, a droga tem funcionado em pacientes como método de profilaxia (preventivo).

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5 comentários

  1. Cai na real, minha ignorância sobre a ignorância de “sumidades” médicas não conhece limites.
    Nunca pensei que as pessoas fossem tão cretinas em relação à doenças ainda sem cura.
    No caso do corona, não há o que fazer a não ser mandar o suspeito para casa (em quarentena) e torcer
    para que o organismo do mesmo reaja o suficiente pra encarar a infecção. Tomar remédio de forma preventiva é das mais obscuras linhas do “me engana que eu gosto”; dizer que alguém deixou de ser infectado (até que seja) porque tomou vermífugo, então, é de empanturrar as lombrigas; dizer que alguém melhorou porque tomou o vermífugo, o zinco e a cloroquina é se colocar acima dos deuses. A enganação corre solta neste país de analfabetos humanizados só um pouquinho. Melhor seria fazer uma pajelança no palácio (ah, estas repúblicas) planaltino com o aras (de todos nós) do golpessonário e sua caserna-apijamada.
    Nunca mentiram para tantos, tantas vezes, sem que as autoridades, como um todo, tomasse as devidas, necessárias e desesperadoras (já) providências.
    Dizer que médicos apoiam esses embustes é a falência da ciência em prol do charlatanismo adquirido em bancos acadêmicos ou o caso está acontecendo onde médicos são donos de farmácias e laboratórios? Sim, por “laranjinhas” e “laranjais”. Difícil acreditar que as faculdades de medicina brasileiras se empesteiam na formação dessa cambada desajustada, desequilibrada e negociante.

    • Os apóstolos do teste duplo cego randomizado com placebo ainda não entenderam que estamos numa guerra contra uma doença e não em discussões academicas onde egos se degladiam numa batalha onde dezenas, senão centenas de milhares de vidas são perdidas.

      Temos de trocar o pneu do carro em movimento com a população da terra dentro.

      Falam que não existem evidencias de que a cloroquina é uma opção de curam mas já há evidencias, a favor e contra.

      A batalha é ingrata porque um dos players, a Gillead, está lutando para emplacar seu medicamento que vai render a eles dezenas de bilhões de dólares. Os EUA compraram apenas 500 mil tratamentos e já gastaram mais de 1 bilhão de dólares.

      A falência da ciencia está em achar que o mundo pode esperar por meses ou anos, quando se morre 10 mil pessoas ao dia.

      Vá até um hospital, prescreva água para os pacientes porque não há sequer 1 medicamento com teste padrão ouro de nenhum medicamento.

      Torcida não ganha campeonato. Os 7 a 1 na copa deveria ter ensinado a lição.

      • Água é uma boa. Eficácia mais que comprovada. 100% daqueles que se curaram tomaram. 100% dos que morreram também. Mas, e daí? Estamos numa guerra! É preciso sacrifícios.

  2. Cloroquina, azitromicina, ivermectina… Quantas inas mais serão necessárias até entendermos que ciência vai muito além dos laboratórios e que seu conhecimento não se reduz a produzir remédios, vacinas e novidades tecnológicas? No dia que isso acontecer, quem sabe, entenderemos que “baseado em evidências” pode ser tão simples quanto manter o isolamento e distanciamento social, até que se tenha um tratamento efetivamente eficaz. Quem sabe, nesse dia, aprendamos que prevenção é tão ou mais importante que o tratamento no campo da saúde. Taí Cuba que não me deixa mentir.

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