Um parecer técnico do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo recomendou, nesta quinta-feira (8), a reprovação da prestação de contas da campanha eleitoral da deputada federal eleita Rosangela Moro (União).
O mesmo aconteceu com a prestação de contas do marido de Rosângela, o senador eleito Sergio Moro (União-PR).
No caso de Rosangela, o TRE paulista apontou gastos irregulares de R$ 854 mil com o fundo partidário, além de gastos irregulares de R$ 1,08 milhão pagos com o fundo eleitoral. Também houve recursos de origem não identificada no valor de R$6,8 mil e sobras de campanha no valor de R$ 17 mil.
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O parecer do TRE ainda informou que já havia sido solicitado à campanha de Rosângela a apresentação “de esclarecimentos e provas complementares”, mas os argumentos apresentados foram rejeitados.
“Trata-se de inconsistência grave, geradora de potencial desaprovação, que denota a ausência de consistência e confiabilidade nas contas prestadas, uma vez que, submetidas a outros elementos de controle, hábeis a validar/confirmar as informações prestadas, resulta na impossibilidade de atestar sua fidedignidade e a real origem dos recursos declarados, revelando indícios de omissão de receitas”, afirmou o TRE.
Caso seja condenada, o TRE determinou que a deputada devolva aos cofres públicos R$1,8 milhões dos recursos de origem não identificada.
Vale ressaltar, que a irregularidade na prestação de contas, no entanto, não impede que Rosangela assuma o mandato na Câmara Federal.
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AMBAR
10 de dezembro de 2022 3:04 amA conja deslumbrada e o conje herói vão ter que aprender muita matemática para aprenderem a prestar contas, já que devem muito. Tanto que vão mesmo é ter que prestar contas no inferno.