10 de junho de 2026

SUS terá teleatendimento em saúde mental para mulheres vítimas de violência

Teleatendimento psicológico deve chegar a todo o país até junho, com previsão de até 4,7 milhões de atendimentos por ano
Foto de Marcel Strauß na Unsplash

SUS oferecerá teleatendimento psicológico para mulheres em situação de violência, integrando rede de proteção nacional.
Serviço começará em Recife e Rio, com expansão para cidades maiores em maio e cobertura nacional até junho de 2026.
Atendimento será via plataforma digital do SUS, com avaliação preliminar e encaminhamento para suporte especializado.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer teleatendimento psicológico para mulheres em situação de violência, como parte de uma estratégia nacional para ampliar o acesso a cuidados de saúde mental e fortalecer a rede de proteção às vítimas.

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A iniciativa integra o Pacto Brasil entre os Três Poderes para o Enfrentamento do Feminicídio e foi anunciada durante as ações do Mês das Mulheres. A expectativa é que o serviço realize até 4,7 milhões de atendimentos por ano em todo o país.

O novo serviço começará a funcionar inicialmente em Recife e no Rio de Janeiro, com ampliação gradual para outras cidades ao longo de 2026. A previsão é que, em maio, o atendimento chegue a municípios com mais de 150 mil habitantes e, até junho, esteja disponível em todo o país.

A proposta é facilitar o acesso das mulheres que enfrentam violência doméstica, sexual ou psicológica a atendimento especializado, especialmente em situações em que o deslocamento até unidades de saúde pode ser difícil ou inseguro.

Segundo o Ministério da Saúde, o teleatendimento funcionará de forma integrada à rede pública, articulando acompanhamento psicológico remoto, atendimento presencial e encaminhamento para serviços de proteção e assistência social.

O acesso ao serviço deverá ocorrer por meio da plataforma digital do SUS. Após um cadastro inicial, será feita uma avaliação preliminar da situação de violência e da condição psicológica da usuária.

A partir dessas informações, o sistema informará data e horário do atendimento remoto com profissionais de saúde mental, que poderão orientar, acolher e encaminhar a paciente para serviços especializados quando necessário.

A primeira consulta também permitirá identificar riscos, rede de apoio e necessidades de proteção, conectando a mulher à rede de atendimento disponível na região.

Além do suporte psicológico remoto, o pacote de ações anunciado pelo governo inclui outras medidas de atenção às mulheres vítimas de violência. Entre elas estão serviços como reconstrução dentária para vítimas de agressão e atendimento humanizado na rede pública de saúde.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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