Covid-19 – Um balanço da situação mundial, por Felipe Costa

As estatísticas mundiais atualizadas de Covid-19: 537 milhões de casos, 6,31 milhões de mortes e 517 milhões de altas

Covid-19 – Balanço de momento: 537 milhões de casos, 6,31 milhões de mortes e 517 milhões de altas.

Por Felipe A. P. L. Costa [*].

RESUMO. – Este artigo atualiza as estatísticas mundiais a respeito da pandemia da Covid-19 divulgadas em artigo anterior (aqui).

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UM BALANÇO DA SITUAÇÃO MUNDIAL.

Levando em conta as estatísticas obtidas na manhã de hoje (15/6) [1], eis um balanço da situação mundial.

(A) – Em números absolutos, os 20 países [2] mais afetados estão a concentrar 73% dos casos (de um total de 536.737.325) e 66% das mortes (de um total de 6.312.623) [3].

(B) – Entre esses 20 países, a taxa de letalidade (para uma definição, ver Apêndice de artigo anterior) está em 1,1%. A taxa brasileira está em 2,1%. (Dois países vizinhos que também estão no topo da lista mostram os seguintes valores: Argentina, 1,4%; e Colômbia, 2,3%.)

(C) – Nesses 20 países, 371 milhões de indivíduos receberam alta, o que corresponde a 94% dos casos. Em escala global, 517 milhões de indivíduos já receberam alta [4].

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NOTAS.

[*] Há uma campanha de comercialização em curso envolvendo os livros do autor – ver o artigo Ciência e poesia em quatro volumes. Para mais informações ou para adquirir (por via postal) os quatro volumes (ou algum volume específico), faça contato pelo endereço [email protected]. Para conhecer outros artigos e livros, ver aqui.

[1] Vale notar que certos países atualizam suas estatísticas uma única vez ao longo do dia; outros atualizam duas vezes ou mais; e há uns poucos que estão a fazê-lo de modo mais ou menos errático. Acompanho as estatísticas mundiais em dois painéis, Mapping 2019-nCov (Johns Hopkins University, EUA) e Worldometer: Coronavirus (Dadax, EUA).

[2] Os 20 primeiros países da lista podem ser arranjados em 10 grupos: (a) Entre 85 e 90 milhões de casos – Estados Unidos; (b) Entre 40 e 45 milhões – Índia; (c) Entre 30 e 35 milhões – Brasil e França; (d) Entre 25 e 30 milhões – Alemanha; (e) Entre 20 e 25 milhões – Reino Unido; (f) Entre 15 e 20 milhões – Coreia do Sul, Rússia, Itália e Turquia; (g) Entre 12 e 15 milhões – Espanha; (h) Entre 10 e 12 milhões – Vietnã; (i) Entre 8 e 10 milhões – Argentina, Japão e Países Baixos; e (j) Entre 6 e 8 milhões – Austrália, Irã, Colômbia, Indonésia e Polônia.

Olhando apenas para as estatísticas (casos e mortes) das últimas quatro semanas, eis um breve resumo da situação atual: (i) em números absolutos, a lista segue a ser encabeçada pelos Estados Unidos, com 2,997 milhões de novos casos; (ii) a lista dos cinco primeiros tem ainda os seguintes países: Taiwan (2,11 milhões), Alemanha (1,12), Austrália (931 mil) e Brasil (840 mil); e (iii) a lista dos países com mais mortes segue sendo encabeçada pelos EUA (9,43 mil); em seguida aparecem Taiwan (3,27 mil), Brasil (3,14), Rússia (2,2) e Alemanha (2,14).

[3] Para detalhes e discussões a respeito do comportamento da pandemia desde março de 2020, tanto em escala mundial como nacional, ver os volumes da coletânea A pandemia e a lenta agonia de um país desgovernado, vols. 1-5 (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

[4] Como comentei em ocasiões anteriores, fui levado a promover a seguinte mudança metodológica: as estatísticas de casos e mortes continuam a seguir o painel Mapping 2019-nCov, enquanto as de altas estão agora a seguir o painel Worldometer: Coronavirus.

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