10 de junho de 2026

Padilha critica ataque à Venezuela e alerta para impactos da guerra na saúde pública

“Guerra mata civis, destrói serviços de saúde e impede o cuidado às pessoas. Quando acontece em um país vizinho, o impacto é múltiplo para o nosso povo e para o sistema de saúde”, escreveu o ministro nas redes sociais
Alexandre Padilha por José Cruz - Agência Brasil

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, criticou ataque militar dos EUA à Venezuela, destacando impacto humanitário e regional.
Padilha alertou que guerra afeta civis e sistemas de saúde, agravando situação em Roraima, estado fronteiriço do Brasil.
Brasil ampliou investimentos no SUS e mobilizou equipes para atender população afetada pela crise e conflito na Venezuela.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, criticou neste sábado (3) o ataque militar realizado pelos Estados Unidos à Venezuela, país que faz fronteira com o estado brasileiro de Roraima. Em manifestação publicada em sua conta na rede social X (antigo Twitter), Padilha afirmou que “nada justifica conflitos terminarem em bombardeio” e alertou para as consequências humanitárias da guerra.

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Segundo o ministro, confrontos armados têm efeitos diretos sobre a população civil e sobre os sistemas de saúde. “Guerra mata civis, destrói serviços de saúde e impede o cuidado às pessoas. Quando acontece em um país vizinho, o impacto é múltiplo para o nosso povo e para o sistema de saúde”, escreveu.

Padilha ressaltou que o Ministério da Saúde e o Sistema Único de Saúde (SUS) em Roraima já vinham absorvendo os efeitos da crise venezuelana mesmo antes do ataque recente. De acordo com ele, a pressão sobre os serviços públicos se intensificou após a suspensão, pelos Estados Unidos, de financiamentos que davam apoio à Operação Acolhida, iniciativa voltada ao atendimento de migrantes e refugiados.

“O Brasil ampliou seus investimentos após a interrupção desses recursos”, afirmou o ministro, destacando o reforço no envio de verbas e profissionais de saúde para áreas urbanas e territórios indígenas, por meio da Agência do SUS.

O titular da pasta também informou que, desde o início das operações militares no entorno da Venezuela, equipes da Agência do SUS, da Força Nacional do SUS e da Saúde Indígena foram mobilizadas para minimizar os impactos do conflito no atendimento à população brasileira. “Que venha a paz. Enquanto isso, cuidaremos de quem precisar ser cuidado, em solo brasileiro”, concluiu.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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5 Comentários
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  1. SERGIO CUMPIAN

    3 de janeiro de 2026 12:41 pm

    Padilha ja foi transferido de ministerio, porque nao sabe nem o que fala. Mas ficar num bom ar condicionado e mamando no Governo é muito bom.

  2. Paulo Dantas

    3 de janeiro de 2026 3:23 pm

    Falou antes do chefe e forçou uma barra com a questão da saúde.

    Deveria ser demitido.

    1. AMBAR

      3 de janeiro de 2026 11:15 pm

      Há pessoas que respeitam os juramentos que fazem: os bons médicos são algumas delas. Não importa a circunstância, o dever de cuidar da vida e da saúde dos outros vem primeiro.

      1. Paulo Dantas

        4 de janeiro de 2026 12:17 pm

        Sim , mas está em um Governo e tem hierarquia, o chefe fala antes.

        Não entrei no mérito da fala (correta) mas do momento.

  3. AMBAR

    3 de janeiro de 2026 11:16 pm

    Há pessoas que respeitam os juramentos que fazem: os bons médicos são algumas delas. Não importa a circunstância, o dever de cuidar da vida e da saúde dos outros vem primeiro.

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