
Por Marlon Alberto Weichert, via facebook
Queremos convidá-los para participação no evento “Diálogos Públicos Ministério Público e Sociedade – Polícia Democrática e Direito à Segurança”, nos dias 16 e 17 de março de 2016, em São Paulo/SP.
A iniciativa reunirá membros de carreiras públicas e sociedade civil num debate plural para refletir e debater estratégias que permitam compatibilizar um modelo de polícia democrática, a promoção do direito à segurança pública e o respeito aos direitos dos profissionais da área.
O marco são as recomendações formuladas pela Comissão Nacional da Verdade e a Comissão da Verdade da Assembleia Legislativa de São Paulo em relação às reformas institucionais na segurança pública.
As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 9 de março no site do evento, que segue.
Participe!
Dias: 16 e 17 de março de 2016
Local: Auditório da Procuradoria Regional da República 3ª Região em São Paulo
Mais informações: (11) 2192-8869 / [email protected].
Nelson Tadeu Daniel
26 de fevereiro de 2016 8:25 pmSegurança Pública no Brasil.
Estamos , aqui em um pequeno distrito Fatima, municipio de Flores – PE. Somos praticamente 6.000 habitantes.
Sofremos muito sem segurança pública aqui no distrito. Uma verdadeira guerra para o Estado de Pernambuco manter efeitivamente uma guarnição de três soldado aqui.
Há um consumo grande de droga, em plena praça pública de Fatima. Isso tem gerado brigas, tentativas de homicidio, estupro dentre outras ilicitude corriqueiras no distrito.
A Policia Militar, trabalha em uma politica de sanfona , Quando a população reclama,vai para as radios, faz protesto ela (Policia Militar) volta . Passado alguns meses desaparecem novamente passando meses sem dar as cara .
Quando estão aqui muitas vezes ficam dentro da casa alugada só saindo poucas vezes para fazer ronda na única praça existente aqui. Não andam a pé , para conversar com a comunidade. Sá andam de viatura e muitas vezes de vidros levantado e ar condicionado. Tem que mudar a forma de policiamento em nosso ponto de vista . Os meliante aqui são praticamente sempre os mesmo, mas o sistema existente hoje possibilita estarem sempre solto. Varios tem diversas passagens pela policia, mas as informações não são centralizada. Não há um serviço minimo de inteligencia disponivel para consulta rapida pela policia .
Também há uma falta de sincronia com a policia civil de Pernambuco. Informações que a policia militar poderia ter não estão disponivel 24 horas.
O Estado de Pernambuco, omisso e contumaz em não prestar segurança pública de qualidade, deveria estimular a formação de Conselho de Segurança Pública nas comunidades. Quem sabe dos problemas são os cidadão da localidade que vive e convive 24 horas na teia social . Acreditamos que a participação da sociedade no debate e ação de governo é extremamente importante .
Alan Souza
26 de fevereiro de 2016 9:06 pmPrimeiro e mais importante passo
O relato do Nelson Tadeu, abaixo, fala da falta de sincronia entre as polícias Civil e Militar.
Esse é apenas um dos problemas que se tem quando duas corporações (PM e Polícia Civil), fazem trabalhos diferentes, mas volta e meia invadem a competência e a área de atuação uma da outra.
Basta ver, por exemplo, que as PM’s atuam investigando, através de seus serviços “P2”, por exemplo – de acordo com a Constituição, à PM caberia a atividade de policiamento ostensivo e a manutenção da ordem pública.
E as Policias Civis, que deveriam – pela Constituição – exercer a tarefa de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, tem em sua maioria os seus grupos de atuação ostensiva, que não raro se envolvem em confrontos públicos, inclusive devidamente uniformizados.
A única solução possível pra isso é uma só: extinção das PM’s e Polícias Civis e criação de uma só entidade policial, estruturada com uma carreira única e com ciclo completo – que englobe as competências de policiamento ostensivo e preventivo e de investigação policial.
De outra forma não será possível superar as guerras de vaidades e as divergências políticas que marcam a atuação das polícias no Brasil.
-Charlie-
26 de fevereiro de 2016 9:33 pmDescobriram a panacéia para
Descobriram a panacéia para solucionar os problemas da segurança pública: “carreira única” e “ciclo completo”.
Ótimo.
Só não dizem que, por esse modelo, os MPs é quem irão presidir as investigações (hoje são presididas por Delegados da Federal e da Civil).
Mais poder para os super-homens infalíveis do MP, isso é tudo o que precisamos!!
Alan Souza
26 de fevereiro de 2016 9:39 pmNão senhor!
O modelo não é rígido. Não funciona só dessa forma. O conceito básico de polícia de ciclo completo é que ela atua investigando e no policiamento ostensivo e preventivo. Qualquer outro adendo – inclusive essa sua estória de investigação presidida por MP – é ilação ao gosto do freguês…
-Charlie-
26 de fevereiro de 2016 10:31 pmClaro, e o MPF está
Claro, e o MPF está patrocinando por todo o Brasil esse tipo de seminário a troco de nada, né…
Alan Souza
28 de fevereiro de 2016 11:18 pmProblema do MPF
MPF não me pauta, azar deles se defendem esse modelo…