newsletter

Assinar

Luis Nassif Online

No final do ano os bons departamentos econômicos já trabalhavam com queda da inflação para 2º trimestre; de Luis Nassif
4
Os elementos constantes na pedido de abertura de inquérito sintetizam fielmente as principais acusações contra Aécio
58
Especialistas alertam que documento fere regras do Marco Civil da Internet

Pequenos sinais positivos no horizonte e o fator Meirelles

Nos jornais, a informação de que a futura área econômica de Michel Temer acredita que, com a apresentação da sua estratégia fiscal, haverá queda nas taxas de juros de mercado.

Desde o final do ano os bons departamentos econômicos já trabalhavam com a queda da inflação para o segundo trimestre, assim que fossem expurgadas da inflação anual os choques tarifários do ano passado. E a queda de juros seria consequência.

Aliás, esta é a explicação para o fato da conspiração ter se acelerado no começo do ano, com a série de operações da Lava Jato.

No fim do ano, tinha-se o seguinte:

1.     Refluxo das manifestações de rua.

2.     A presidente voltando a se abrir para o setor privado, através do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social).

3.     Perspectivas claras de queda da inflação a partir do segundo trimestre.

4.     Alguns sinais iniciais de que o fundo do poço estaria próximo. E a área econômica acreditando que, com a queda da inflação, haveria o início da queda dos juros ajudando na reativação da economia.

Leia mais »

Média: 2.9 (11 votos)

Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

Média: 5 (1 voto)

Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

Sem votos

Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

Sem votos

Sem objeto em 2015 o processo de impeachment é nulo de pleno direito

Por Íon de Andrade

As discussões no Senado vão consolidando a posição de que o processo em curso não se sustenta e é nulo de pleno direito.

Testemunha CONTRA Dilma Rousseff, o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo de Oliveira admitiu na manhã desta segunda-feira (2), durante sessão da comissão especial do impeachment no Senado, que não houve crime de responsabilidade em 2015 por parte da presidente Dilma Rousseff.

Já anteontem a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) apresentou duas questões de ordem à Comissão Especial do Impeachment no Senado. Na primeira delas, a senadora pede a suspensão do processo na comissão até que as contas presidenciais de 2015 sejam julgadas pelo Congresso Nacional.

De fato, quando o pedido de impeachment foi acatado, o ano fiscal sequer tinha sido encerrado – a petição faz considerações a manobras contábeis praticadas pelo governo naquele ano. A senadora diz que o governo tem prazo constitucional de 60 dias após o início da sessão legislativa para apresentar a prestação de contas referente ao ano anterior, ou seja, o governo teve até o início de abril de 2016 para prestar as contas de 2015. O prazo é também posterior ao acatamento do pedido de impeachment pelo presidente da Câmara dos Deputados.

Leia mais »

Média: 4.4 (37 votos)

As chances de renúncia e o cenário para eleições antecipadas

Atualizado 
 
 
Jornal GGN - Em semana decisiva no Senado para o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, jornais noticiaram que a chefe do Executivo teria voltado atrás nas declarações enfáticas de que não vai renunciar do cargo. O que teria ocorrido para uma suposta mudança de planos? Seria vantajosa a renúncia à presidente? Qual o cenário hoje e o que seria necessário para uma decisão arriscada atingir o efeito esperado?
 
Existem duas possibilidades para que a renúncia de Dilma provoque a convocação de eleições presidenciais antecipadas: caso o vice Michel Temer também renuncie ou caso o Congresso aprove uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) ou um plebiscito para eleições. A ideia seria "uma cartada final" do governo motivada por senadores que apoiam a medida.
 
Por outro lado, se não foi concluída pela presidente, é estudada, considerando a sequência de medidas tomadas por Dilma nessas últimas semanas, preparando o terreno para uma possibilidade real de afastamento do governo já na próxima semana.
 
Cenário atual
 
O relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) será apresentado nesta quarta-feira (04) e votado dois dias depois. Admitindo que tem apoio de apenas 5 dos 21 senadores da Comissão Especial do Impeachment, o governo já não tem expectativa de reverter estes números que indicam seu afastamento da cadeira, por até 180 dias, ou seis meses. Nesse tempo, independentemente do resultado da votação final, quem assume temporariamente é o vice Michel Temer.
Média: 2.6 (10 votos)

O inquérito da PGR contra Aécio Neves é para valer

Houve quem supusesse jogo de cena do Procurador Geral da República (PGR) o pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) para abertura de inquérito contra o senador Aécio Neves.

Não é o que aparece no pedido (http://migre.me/tFEsv). Nele, estão detalhados os principais pontos de suspeita que pairam sobre Aécio.

1.     As delações de Alberto Yousseff, baseado em conversas com o falecido deputado José Janene (PP) sobre uma mensalidade proveniente de Furnas e encaminhada à irmã de Aécio através da Bauruense, prestadora de serviços da companhia.

2.     A até agora intocada figura central de Furnas, Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia que se vangloriava de ter duas centenas de deputados na gaveta.

3.     A conta em Liechtenstein aberta em nome da Fundação Bogart and Taylor, em nome de Inês Maria Neves Faria, mãe de Aécio. Esses dados foram obtidos na Operação Norbert, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, e que desde 2010 estava na gaveta da PGR.

 

Média: 4.9 (16 votos)

Com analogia esportiva, Juca Kfouri narra riscos para trabalhadores

Jornal GGN – O jornalista Juca Kfouri narra um vídeo cheio de analogias esportivas para falar sobre os riscos que um eventual governo Temer impõe aos direitos dos trabalhadores. De acordo com ele, Dilma é uma goleira que conseguiu defender a bola da terceirização, mas corre o risco de ser substituída por Temer, o goleiro reserva, que já abriu negociação com o time adversário.

O jornalista falou sobre diversos projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado que ameaçam as conquistas dos trabalhadores brasileiros. Entre eles, a PEC 18, que diminui a idade mínima de trabalho de 16 para 14 anos, o PL 4193, que faz o acordo entre trabalhador e empregado valer mais do que a própria lei, o PL 3842, que flexibiliza o conceito de trabalho escravo, o PL 948, que proíbe o funcionário demitido de reclamar na Justiça do Trabalho, entre outros.

“Todos esses projetos estão pingando na área neste exato momento, na Câmara e no Senado Federal. Se algum deles passar pela defesa, só uma pessoa pode impedir o gol. Você confia nesse goleiro reserva?”, questionou Juca Kfouri.

Abaixo, o vídeo produzido pelo grupo Um À Esquerda:

Leia mais »

Média: 4.1 (20 votos)

As palavras e os sentidos na comunicação em uma sociedade confusa, por Rizzato Nunes

Do Empório do Direito

 
Por Rizzatto Nunes

Em tempos de ofensas verbais (e também físicas, com tapas e cusparadas), é preciso muito cuidado com o uso das palavras e das comunicações.

Em termos de sociedade capitalista, sabe-se que há muito tempo os profissionais de marketing descobriram que, para vender produtos e serviços, a comunicação com seu público-alvo poderia ser feita de modo indireto, com subterfúgios, com imagens ao invés de palavras, com frases que não necessariamente falassem do produto nem do serviço a ser vendido etc..

Do ponto de vista da mudança na forma de comunicação, poderíamos dizer, a grosso modo, que antigamente a oferta apontava para a coisa em si e, com o passar do tempo, foi buscando metáforas ou símbolos que pudessem agradar e atrair o consumidor para as compras. Por exemplo, antigamente um anúncio de tevê diria o seguinte a respeito de uma geladeira: “Nossa geladeira é linda, espaçosa, dura muito e mantém os produtos fresquinhos”. Mais para a frente, o anúncio diria: “Se você tiver nossa geladeira em sua cozinha, irá brilhar e ser especial. Todo mundo admira quem tem uma geladeira como essa”

Leia mais »
Média: 5 (2 votos)

Testemunha contra Dilma admite que não houve pedaladas em 2015

 
Jornal GGN - Uma das testemunhas no processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo de Oliveira, admitiu que não houve as chamadas "pedaladas fiscais" em 2015, contrariando os argumentos da denúncia.
 
Júlio Marcelo de Oliveira é um dos técnicos que integraram a equipe que analisou e recomendou ao TCU a rejeição das contas de Dilma referentes ao ano de 2014. Ao explicar qeu Dilma usou os bancos como um "cheque especial" e que, por meio das pedaladas fiscais, o contingenciamento foi "fraudado" em 2014, Oliveira disse que em 2015 o governo já não praticou mais o ato, não devendo mais à Caixa.
 
"Houve realmente a utilização da Caixa como cheque especial e que isso não era prática de governos anteriores. Isso acontece realmente em 2013 e 2014", disse o procurador, relatando sobre a prática que, na sua visão, configurou-se como empréstimo a bancos públicos pelo Tesouro, o que é ilegal.
 
Mas ao ser questionado por governistas se a prática se manteve, Oliveira admitiu que não, que o governo efetuou o repasse no final de 2014 e em 2015 já não devia mais ao banco público.
Média: 4.1 (33 votos)

Falta de informações sobre terra é intencional, diz pesquisador

Jornal GGN – O Instituto Humanitas Unisinos entrevistou o pesquisador do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Projetos da Reforma Agrária (NERA), Bernardo Mançano Fernandes. Ele disse que apesar dos dados verificáveis de expansão no número de hectares de propriedades rurais (que passaram de 415 para 740 milhões de hectares desde 1998), é muito difícil analisar as mudanças na estrutura fundiária brasileira.

Para ele, a “manutenção desta precariedade é intencional, porque gerar a indefinição é uma forma de impedir o conhecimento mais aprofundado da estrutura fundiária e a criação de políticas de desconcentração da terra”.

Leia mais »

Média: 4.3 (8 votos)

Vou lutar e resistir até o fim, diz Dilma em evento do 1º de Maio

Jornal GGN - Em discurso durante evento no 1º de Maio promovido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Paulo, a presidente Dilma Rousseff afirmou que irá "resistir e lutar até o fim", afirmando que o impeachment é um golpe contra a democracia, conquistas sociais e "investimentos estratégicos do país", citando o pré-sal. "O mais grave de tudo que eles fizeram é impedir que o Brasil tivesse combatido a crise econômica e impedido o crescimento do desemprego", disse a presidente. Veja o vídeo abaixo:

Leia mais »

Média: 4.5 (15 votos)

Em ato de apoio, Bolsonaro elogia Ustra e Médici

Jornal GGN – No último domingo (1º), manifestantes realizaram um ato de apoio ao deputado Jair Messias Bolsonaro, em frente ao condomínio onde ele mora, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

O deputado discursou para a multidão. Enquanto os apoiadores gritavam o nome do torturador da ditadura, coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, Bolsonaro reiterava os elogios ao militar e também ao presidente Emílio Garrastazu Médici.

Leia mais »

Média: 1.5 (15 votos)

Os pontos polêmicos da CPI dos Crimes Cibernéticos em debate

Para especialistas propostas ferem os princípios de neutralidade da rede e liberdade de expressão dos usuários
Para especialistas propostas da CPI dos Crimes Cibernéticos ferem os princípios de neutralidade da rede e liberdade de expressão dos usuários
 
Jornal GGN - Parlamentares da Câmara dos Deputados estão próximos de estabelecer novas regras contra crimes praticados pela internet. A votação do relatório final, construído pela Comissão Parlamentar de Inquérito dos Crimes Cibernéticos daquela casa está prevista para ocorrer nessa terça-feira (03).
 
A CPI entrega a terceira versão do parecer do relator deputado Esperidião Amin (PP-SC), após dez meses de trabalho. A comissão foi instaurada em julho passado com o intuito de reforçar leis contra crimes financeiros, a partir da repercussão da operação IB2K, da Polícia Federal, que desarticulou uma quadrilha suspeita de desviar mais de R$ 2 milhões de correntistas de vários bancos e usar o dinheiro para a compra de armas e drogas. 
 
Os parlamentares da comissão propõem algumas medidas que vão além do combate aos crimes financeiros no ambiente web e que, para alguns especialistas, ferem regras já estabelecidas pelo Marco Civil da Internet: 
 
1. Alterar a Lei Carolina Dieckmann ampliando as ações que são consideradas criminosas, incluindo a invasão de smartphones, redes sociais e violação de mecanismos de segurança de sistemas, com pena de até dois anos de prisão. E, se o crime for praticado contra alguma autoridade do país, a pena de reclusão poderá dobrar;
 
2. Coloca sob a competência da Polícia Federal os crimes cibernéticos nos casos em que a infração tiver repercussão interestadual ou internacional, e se tiver indícios da atuação de associação criminosa em mais de um estado do país ou no exterior; 

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

E os secundaristas na Paula Souza...

Foto de Lucas Martins - Jornalistas Livres

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)