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Luis Nassif Online

Ela entendeu melhor a complexidade do país e, mais que isso, o papel da Presidência como articuladora; por Luis Nassif
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Toda política modernizante enfrenta um forte tiroteio inicial e o governante precisa correr o risco; por Luis Nassif
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Ailton Benedito de Souza intimou o Itamaraty a intervir na Venezuela, quis proibir propaganda da Copa
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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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FHC e a legitimidade das eleições

A palavra "legítimo" tem sua raiz no latim "legge", a Lei, sendo seu significado, portanto, "aquilo que está de acordo com a lei". Quando FHC diz que o governo de Dilma sofre de um sentimento de ilegitimidade, nos provoca uma reflexão sobre a natureza do poder e da legitimidade.

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Max Weber alerta que a legitimidade é a crença social num determinado regime, a fonte do respeito e da obediência consentida e, mais ainda, que são três as formas puras de poder:

1- O poder legal, em virtude de estatuto;

2- O poder tradicional, em virtude da fé na santidade dos ordenamentos e dos poderes senhoriais desde sempre presentes e Leia mais »

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O procurador exibicionista que expôs o MPF ao ridículo

Não há nada que comprometa o esforço geral de uma corporação, do que o exibicionismo de um de seus membros – especialmente quando dispõe de prerrogativas de poder de Estado.

É o caso do Procurador da República em Goiás Ailton Benedito de Souza.

Ontem expôs o MPF ao ridículo, ao agir contra decisão do governo venezuelano de convocar 26 jovens do Brasil para compor uma tal Brigadas Populares de Comunicação.

Imediatamente o procurador Ailton intimou o Itamaraty, em um prazo de dez dias, a levantar a identidade dos jovens sequestrados e investigar uma possível rede de tráfico humano.

Era uma mera notícia de Internet, mencionando a comunidade Brasil, um bairro popular da cidade venezuelana de Cumaná que, com exceção do nome, não tem a menor relação com o país Brasil.

A barriga repercutiu no mundo todo, sendo ironizada em vários idiomas.

Uma barriga desse tamanho basta. Mas a atitude do Procurador em se basear em qualquer factoide para propor ações já virou compulsão. Leia mais »

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Mais um boimate

Provável erro de interpretação leva procurador goiano a pedir apuração sobre recrutamento de jovens brasileiros para brigadas bolivarianas

SAMY ADGHIRNI DE CARACAS na Folha/UOL

Um inquérito do Ministério Público Federal de Goiás para apurar suposto recrutamento ideológico de menores brasileiros pela Venezuela foi provavelmente aberto por um erro de interpretação sobre o significado da palavra "Brasil". Leia mais »

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História: A Rivalidade entre Sunitas e Xiitas

As raízes profundas da rivalidade entre sunitas e xiitas

A insurgência do Estado Islâmico é uma violenta revanche sunita contra os xiitas do Iraque e, em última instância, contra o Irão, pelo seu apoio ao deslocamento dos sunitas no Iraque e pela influência que agora exerce no país vizinho. Por Farhang Jahanpour

Quando o grupo extremista Estado Islâmico (EI) irrompeu inesperadamente no Iraque, a sua declaração de guerra colocou entre os seus primeiros objetivos os xiitas e os chamados safávidas. A dinastia safávida (1501-1736) criou um poderoso reino no Irão após a sua conversão ao islamismo.

No seu esplendor, os safávidas governaram um território que duplicava a extensão do Irão moderno e incluía partes de Iraque, Kuwait, Bahrein, Turquia, Síria, Balochistão, Turcomenistão, Uzbequistão, Afeganistão e Cáucaso.

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O Código do Consumidor como defesa contra a mídia corporativa, por Cesar Monatti

Já faz tempo os ideólogos do mercado se lançaram à batalha de reduzir o cidadão à categoria limitada aos objetivos do ente econômico que representam.

Parte de uma guerra semiótica mais ampla, em que até mesmo a história foi declarada como acabada, a propaganda mercadológica empurrou metódica e intensamente a palavra "consumidor" goela abaixo da cidadania indefesa a esse tipo de ataque.

Nesse sentido, para dar um único exemplo, no arcabouço de uma visão privatista do ambiente econômico seria de somenos relevância a opinião de um cidadão de valores nacionalistas, do que o índice de satisfação do consumidor de serviços essenciais, independendo se o fornecedor seja do país ou estrangeiro e para onde migram e são reinvestidos parte dos lucros dessa atividade.

Isto é, o exercício do consumo, nessa ideia de mundo, é mais importante do que o da democracia.

Considerando-se que esses argumentos detenham boa correlação com a realidade vivida no Brasil há cerca de duas décadas - para ser mais preciso, desde os anos 90 do século passado - para fins de argumentação, imaginemos, então, um modelo de cidadão, transformado consumidor de informação veiculada pelas vários ramos que compõem a mídia corporativa. Leia mais »

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BBC: O Talibã no Divã

'Eles choravam, eu os confortava'; veja relato do psiquiatra que tratava talebãs

Tahir QadiryDa BBC News em Mazar-e-Sharif, Afeganistão

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Arquivo/Getty

No final da década de 1990, o Talebã controlava o Afeganistão. Mas os anos de guerra que levaram o grupo militante islâmico ao poder deixaram vários de seus combatentes sofrendo de graves problemas psicológicos. Leia mais »

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O discurso da grande mídia para inviabilizar blogs e a diversidade de opinião

Desqualificar votos de nordestinos, chamar cidadãos de bovinos, acusar eleitores de Dilma Rousseff de serem cúmplices da corrupção, tornar indignos os seguidores de Simón Bolívar, disseminar uma suposta ameaça à liberdade de impressa, lutar contra privilégios da população negra, extinguir cotas sociais, classificar blogs como sendo sujos e “acusá-los” de serem financiados pelo governo.

Que relação há entre todos esses acontecimentos com a estratégia adotada pela grande mídia para impedir o crescimento de blogs e sítios não alinhados com os interesses da meia-dúzia de famílias que controla os meios de comunicação no Brasil?

Para entender a ligação entre fatos aparentemente distintos é proveitoso recorrer a alguns pensadores que analisaram as sociedades de suas épocas, pois eles desnudam a ideologia e a forma de atuar das classes dominantes.

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Brasil tem boa saúde fiscal, por Diogo Costa

Por Diogo Costa

EM TEMPOS PRÓ OU ANTICÍCLICOS, UMA BOA SAÚDE FISCAL - Há uma paranoia injustificável em relação ao tema do superávit primário.

Em primeiro lugar, nos últimos 20 anos, entre 1994 e 2013, em apenas duas oportunidades o Brasil apresentou déficit primário. Foi nos anos de 1996 e 1997, no primeiro governo de FHC-PSDB.

Nos outros 18 anos o Brasil sempre teve superávit primário (somos um dos países mais saudáveis da face da Terra).

Com exceção do primeiro governo do PSDB - 1995 a 1998 - quando o superávit ficou em patamares irrisórios (e a dívida pública explodiu), nota-se que este percentual sempre foi bastante elevado.

Os maiores superávits primários dos últimos 20 anos aconteceram no último ano do governo de Itamar Franco, em 1994, e no primeiro mandato de Lula(2003 a 2006, com um recorde de 4,84% do PIB em 2005).

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AGU suspende auxílio moradia a defensores públicos federais

Sugerido por IV AVATAR

Do site da AGU

A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou ação na 17ª Vara Federal de Brasília com pedido de suspensão imediata da Resolução nº 100/2014 do Conselho Superior da Defensoria Pública da União (DPU), que concedeu auxílio moradia de R$ 4.377 para todos os defensores públicos federais.

Para a concessão do benefício, a DPU sustenta que considerou a simetria constitucional entre as categorias de magistrados e dos defensores federais. A resolução segue decisão liminar do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estendeu o benefício a todos os juízes federais, em setembro deste ano.

Na ação, a Procuradoria-Regional da União da 1ª Região (PRU1) defende que o pagamento deve ser suspenso devido ao risco de os cofres públicos serem obrigados a arcar com altos valores com um benefício que tem como fundamento um ato infralegal e que contraria o disposto na Lei Orgânica da DPU (Lei Complementar nº 80/94) e no Estatuto do Servidor Público Federal (Lei nº 8.112/90).

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Óleos de gordura vegetal: o uso do genérico e saúde ameaçada

Sugerido por Adir Tavares

De Informação Incorrecta

O óleo de palma

Costumamos engoli-lo e nem damos por isso.
A razão é simples: nos rótulos aparece de forma 
genérica como "óleos e gorduras vegetais".

Falamos do óleo de palma, conhecido no Brasil também com o azeite-de-dendê ou azeite-de-dendém.

É uma matéria-prima barata com características semelhantes às da manteiga. Útil para a preparação de doces e margarinas (mas não só), também é utilizada no mercado da cosmética para sabões e detergentes. No Brasil é utilizado para pratos típicos como caruru, vatapá, acarajé, bobó-de-camarão ou abará, enquanto na Angola participa na preparação da moamba de galinha.

Problema: faz mal (bastante até) e é uma desgraça do ponto de vista ambiental.
É claro que aqui a questão não é se comer o não uma moamba de galinha: a questão são as grandes quantidades de óleo engolidas sem o nosso conhecimento. Tendo também em conta que os maiores consumidores são as crianças (doces, snack, etc.). Leia mais »

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A contradição da exportação de água

Por Fábio de Oliveira Ribeiro

A exportação de água e as futuras guerras entre milícias paramilitares e jihadistas nazicangaceiros

Há uma imensa contradição sendo gestada dentro do Brasil. 

O propósito de fazer o país crescer economicamente sempre mais tem impelido os governos petistas a fortalecer o agronegócio voltado para a exportação em detrimento da industrialização do país e da democratização da propriedade da terra. O agronegócio só existe no Brasil baseado no latifúndio explorado intensivamente e as uniões de ruralistas, com bancadas parlamentares e senatoriais maiores a cada legislatura, combatem ferozmente a Reforma Agrária nos latifúndios improdutivos. Em consequencia dos compromissos assumidos com os exportadores de alimentos, Dilma e Lula se afastaram do MST, congelaram a Reforma Agrária e abandonaram uma bandeira histórica do PT. 

A nomeação de Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura representa um imenso retrocesso. Não foram somente os sem-terra que perderam com isto. Os economistas desenvolvimentistas que pretendem uma retomada industrial brasileira e que lamentam o fato de estarmos ficando para traz enquanto China, Japão, EUA e Alemanha desenvolvem novos processos e produtos tecnológicos voltados para a tecnologia da informação. Estou entre os descontentes, pois ficou bem claro para mim que Dilma Rousseff continuará privilegiando o agronegócio.

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Quando Lampião veio para a festa

Enviado por JNS

Quando Lampião veio para a festa

Do Tok de História

 
 

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A FIGURA DO TEMIDO CANGACEIRO EM UMA PEÇA DO TEATRO

DE REVISTA DO RIO DE JANEIRO

 Autor – Rostand Medeiros

Era uma época onde o rádio se popularizava, mas os cariocas ainda sabiam dos acontecimentos do seu país e do mundo pelas várias edições diárias dos inúmeros periódicos que circulavam pela então Capital Federal. Já a distração era ocupada em grande parte pelo crescente futebol pré-Maracanã, pelos cinemas e os inúmeros teatros, onde os espetáculos do chamado teatro de revista eram muito populares[1].

No início do século XX este tipo de apresentação teatral apresentava entre outras coisas aquilo que era considerado picante ou obsceno. Tinha a intenção de agradar o público de maneira abrangente, a que preço fosse. Nessa época o teatro popular era a maior diversão e o teatro de revista era o principal polo da cultura popular.

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