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Luis Nassif Online

Jornal Nacional dará entre 5 a 10 minutos de reportagem a informação falsa veiculada pela revista Veja, por Luis Nassif
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Ao GGN, advogada especialista denuncia a omissão do ministro Toffoli, o "Inserator" e o uso da internet pelo sistema
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Pedro Rezende: "Todos passos previstos em lei com medidas preventivas foram seguidos sem nenhuma consequência até agora"
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Hashtag #GolpeNoJN fica em 1o lugar no Twitter mundial

Por Marcelo S

Golpe da Globo no primeiro lugar no Twitter Mundial isso é Fantástico

Assuntos do Momento: Mundial· Alterar Leia mais »

Sem votos

Ibope dá 53% para Dilma e 47% para Aécio

Jornal GGN – A pesquisa Ibope acabou de ser divulgada apontando um percentual de 53% dos votos válidos para Dilma Rousseff e de 47% para Aécio Neves. O levantamento foi feito nos dias 24 e 25 de outubro e foram entrevistados 3.010 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que mostra a diferença entre eles fora desta margem.

Em votos totais Dilma continua com 49% das intenções e Aécio obteve ligeiro aumento, de 41% para 43%. Segundo o Estadão, esta oscilação do tucano é fruto da migração de votos brancos e nulos para ele. Indecisos ainda permanecem em 3% e, segundo o jornal, se decidirão somente no momento de votação.

Depois do tiroteio promovido pela Veja e um debate na declarada televisão anti-petista, a pesquisa não aponta se a interrupção da tendência de alta de Dilma se dá por estes motivos ou se é somente uma oscilação estatística. Mas, segundo ela, pode ser que exista uma migração de votos de eleitores descontentes para Aécio, uma espécie de declaração de voto útil.

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Mesmo com "denúncia" de Veja, empate técnico com Dilma à frente no Datafolha

 
Jornal GGN - Dilma Rousseff (PT) aparece numericamente a frente de Aécio Neves (PSDB), com 52% das intenções de votos válidos, contra 48% do candidato tucano, segundo o Datafolha, divulgado hoje (25).
 
Entretanto, a margem de erro calculada pelo instituto de pesquisa coloca como empate técnico Dilma e Aécio, uma vez que o limite é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
 
Entretanto, a própria Folha de S. Paulo, que encomendou a pesquisa, analisou: "a probabilidade maior é que Dilma esteja à frente. Isso porque a situação de empate efetivo só ocorre numa combinação que considera os máximos da margem de erro para cada um em sentidos opostos (Dilma para baixo, Aécio para cima)".
 
O resultado é similar à última pesquisa realizada, que apontava a candidata à reeleição com 53% dos votos válidos e Aécio Neves com 47%. Leia mais »
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Pedro Rezende: As urnas e o sistema fraudável sem riscos para o fraudador

Por Pedro Rezende

Um dos maiores especialistas em urnas eletrônicas, PHD em Matemática Aplicada, professor do Departamento de Ciência da Computação da UNB. Integra o CMind (Comitê Multidisciplinar Independente), que investiga o voto eletrônico.

Especial para o Jornal GGN

Sobre o sistema de votação do TSE, o que posso dizer, atuando academicamente na área de segurança computacional na UnB há 17 anos, de onde publico há mais de 14, baseia-se no meu envolvimento com o tema, que tem sido pela perspectiva da sua concepção, desde o início da informatização até hoje. Meu envolvimento começou em um debate num congresso de segurança na Informática realizado em 2001, no ITA, onde eu fui palestrar como convidado. Ali constatei que as únicas defesas apresentadas em favor dessa concepção não eram técnicas, como se esperaria em um evento como aquele, mas apenas argumentos de autoridade e ataques ad-hominem a quem a criticasse. 

Logo em 2002 tentei participar da equipe que analisaria o código dos programas do sistema do TSE para um dos Partidos, os quais junto com a OAB e o Ministério Público são as únicas entidades externas com direito a tal análise -- ainda que só na forma regulamentada pelo TSE --, mas tive que desistir por discordar da exigência de que antes assinasse um termo de sigilo sobre o que viesse a conhecer do sistema. Desde então venho constatando que o padrão de justificativas, sejam técnicas ou jurídicas, para a concepção desse sistema continua a mesma. E nunca mais aceitei votar nesse sistema, justificando em viagens   meu não-voto diante obrigação cívica de votar

A filosofia de segurança subjacente a sua concepção, posta em prática no projeto e implementação desse sistema do TSE, baseia-se em obscurecimento. Isso resulta, proporcionalmente à complexidade do projeto, em um sistema excessivamente vulnerável a falhas ou erros -- involuntários ou não -- de programação. Contudo, essa filosofia é a que melhor permite conceber e desenvolver um sistema fraudável sem riscos para o fraudador. As possíveis provas materiais podem ser blindadas pelo dono do sistema, contando com a virtualização completa do registro individual de votos, e se os meios possíveis para a fraude forem descobertos, eles podem ser rearranjados como se fossem meros erros ingênuos de programação.

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Dilma mantém 9 pontos de diferença no tracking do PT

Acabou de fechar o último tracking do PT registrando Dilma com 49 pontos contra 40 de Aécio.

Considerando-se os votos válidos, a contagem é de 55% a 45% para Dilma.

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Dilma indica que "bandidos" fizeram "acordos políticos" para impactar eleição

 
 
Jornal GGN - "Eu vou informar a Nação. Não dessa forma seletiva, que permite que bandidos que tentam salvar sua própria pele façam acordos políticos e digam coisas sem fundamento. (...) Porque isso nunca apareceu antes? Que história é essa? A minha indignação é proporcional à injustiça que estão cometendo", disse Dilma Rousseff, hoje (25), em caminhada em Porto Alegre.
 
"Não se pode tratar assim uma presidente da República a três dias da eleição", completou.
 
Do Estadão
 
 
Por LISANDRA PARAGUASSU, ENVIADA ESPECIAL
 
Presidente diz que não 'compactua' com corrupção e ataca reportagem da 'Veja' por ligar seu nome a desvios na Petrobrás 
 
PORTO ALEGRE - Em caminhada pelas ruas de Porto Alegre neste sábado, 25, a presidente Dilma Rousseff classificou de ato "golpista" a divulgação de seu suposto conhecimento sobre o esquema de corrupção envolvendo a Petrobrás divulgado pela revista Veja nessa quinta-feira, 23. Demonstrando indignação, Dilma afirmou que vai investigar a fundo todas as denúncias e que "não sobrará pedra sobre pedra".
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Liberdade de imprensa x Criminalidade jornalística, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Passei alguns anos da minha vida observando a imprensa brasileira e reportando seus exageros, distorções, omissões e distopias no Observatório da Imprensa:

http://observatoriodaimprensa.com.br/authors/all_author/435/news

Mas ainda não tinha visto algo parecido com o que ocorreu nos últimos dias. Na reta final da campanha, por desespero de causa, a imprensa brasileira massacrou o PT e sua candidata. Sobre as acusações que pesam contra o PSDB e Aécio Neves nenhuma palavra, nenhuma indignação. A imprensa age como se quisesse comandar o Brasil ou, pior, como se fosse comandada pela oposição.

A imprensa no Brasil é livre. Mas não age com liberdade. Ela escolhe quem vai defender e quem pretende destruir. Os motivos que a levam a tomar partido, porém, ficam soterrados e raramente são discutidos. Nos últimos 12 anos o PT não casou nenhum dano econômico às empresas de comunicação. Nenhuma grande empresa do setor faliu, deixou de receber verbas federais de propaganda, de ter acesso aos créditos do BNDS, de imprimir livros do MEC, nem foi impedida de colocar em circulação o que bem entendiam. Mesmo assim, Dilma Rousseff foi tratada como se fosse uma criminosa qualquer. Qual foi o crime que ela cometeu? 

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Presidente da CPMI da Petrobras marca relato de Youssef para depois das eleições

 
Jornal GGN - O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) disse que o depoimento do doleiro Youssef deve ser realizado na próxima quarta-feira, depois do segundo turno das eleições presidenciais. Para o parlamentar, não faz diferença para as investigações se o depoimento seria realizado nesta ou na próxima semana.
 
Do Estadão
 
 
Ricardo Brito
 
Presidente da CPI mista, senador Vital do Regô (PMDB-PB), chegou a admitir a possibilidade de escutar o doleiro na próxima quarta-feira São Paulo - O presidente da CPI mista da Petrobrás, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), afirmou nesta segunda-feira, 20, ao Broadcast Político que o depoimento do doleiro Alberto Youssef deverá ser realizado na quarta-feira da próxima semana (29), após o segundo turno das eleições.
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Como prevenir um crime eleitoral que será cometido logo mais no Jornal Nacional

 
Hoje à noite, exatamente às 20 horas, será cometido um crime de imprensa e um atentado à democracia. O Jornal Nacional dará entre 5 a 10 minutos de reportagem sobre uma informação falsa veiculada pela revista Veja. 
 
O que fazer?
 
O primeiro passo é entender que a Constituição (e a democracia) não admitem censura prévia. Mas não havendo a censura prévia tem que se prever consequências, como forma de inibir o crime.
 
No Brasil, não existe a censura prévia nem as consequências. É isso que explica o estupro permanente da verdade.
 
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permite o direito de resposta. Ocorre que um direito de resposta convencional só poderia ser exercido na segunda-feira, quando as eleições já ocorreram.
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Coligação de Dilma pede direito de resposta na Veja

Jornal GGN - A coligação Com a Força do Povo, da candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pedindo direito de resposta à reportagem publicada pela revista Veja, que acusou Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de saberem sobre o suposto esquema de corrupção da Petrobras.

O pedido da coligação inclui a publicação de um texto no site da Veja na internet, disse o advogado Gustavo Severo. A defesa acredita que a decisão do TSE deve sair ainda hoje (25), a qualquer momento.
 
Com informações do Valor Econômico.
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O castigo vem a cavalo, por Oscar Sales da Cruz

Enviado por Webster Franklin

Do amigo Oscar Sales

O CASTIGO VEM A CAVALO

Oscar Sales da Cruz

A estratégia de ofender os outros e se fazer de vítima, como vêm fazendo os opositores da Dilma nas eleições deste ano, 2014, não é uma coisa de momento como pode parecer.

Entendam-se como opositores, neste caso, os partidos políticos e os partidos midiáticos.

Uma volta no tempo lembra uma criança que era apenas mal-educada e sonsa; depois passa a ser a figuração daquele garoto que, por baixo da mesa, ficava chutando a canela do outro até que este para dar um basta naquela situação dava-lhe um safanão no pé do ouvido. Aí, então, ele saía aos berros: - “Ele me bateu, ele me bateu!”.

Pois é, aquela criança cresceu e “fez escola”; dessa escola viraram políticos uns; outros se abrigaram na Mídia. Juntando a fome com a vontade de comer formaram um grande partido e se deram o nome de GRANDE PARTIDO DA OPOSIÇÃO. Uma simbiose perfeita juntando imunidade parlamentar e “liberdade de expressão” para que impunemente pudessem atacar seus adversários usando de todos os recursos que lhes viessem às mãos, ou às bocas, os mais infames que fossem.

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Folha varre o lixo da Veja e serve as sobras ao público, por Ricardo Amaral

Folha varre o lixo da Veja e serve as sobras ao público

Ricardo Amaral

Jornal retoma o triste papel que lhe coube em 2010: secundar notícias da revista contra o PT

A Folha passou a tarde de sexta azucrinando assessorias de imprensa do governo e do PT. Anunciava ter a confirmação da capa da Veja e novos detalhes sobre a suposta denúncia do doleiro Yousseff divulgada pela revista. Era blefe. Mais um.

A manchete de hoje limita-se a reproduzir o enunciado da revista: Lula e Dilma sabiam, disse o doleiro. Sem apuração própria, a Folha repete o erro jornalístico fundamental de Veja: não informa quem teria ouvido a suposta denúncia de Yousseff.

Qual é o nome do delegado que teria tomado o depoimento do doleiro na terça-feira?

Qual é o nome do representante do Ministério Público?

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PF leva dois anos para iniciar bloqueio de bens da TelexFree

Jornal GGN - Telexfree foi tema recorrente no Blog e no Jornal GGN. O golpe da pirâmide estava indo a todo vapor sem que o Ministério da Justiça tomasse alguma providência. A primeira ação veio do Acre, depois disso Vitória, no Espírito Santo. A Política Federal junto com o Ministério Público Federal realizaram operação de combate a fraudes feitas por esta esta empresa no Espírito Santo. O saldo é extremamente positivo para o consumidor. Leia a matéria.

de O Globo

Telexfree vai ter sequestro de bens e quebra de sigilo

PF faz operação de combate à fraude e à prática de pirâmide financeira no Espírito Santo

BRUNO DALVI*

VITÓRIA - Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal realizaram uma operação de combate a fraudes envolvendo a prática de pirâmide financeira pela empresa Telexfree no Espírito Santo. Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em endereços de Vitória e Vila Velha que são ligados a empresa. A 1ª Vara Federal Criminal de Vitória, que expediu os mandados, também determinou o sequestro de valores e de bens imóveis dos investigados, o bloqueio de contas e a quebra do sigilo bancário e fiscal da empresa e de outras seis pessoas, todas ligadas à Telexfree no Espírito Santo.

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A derrota das técnicas nazistas como sinal de novos tempos, por J. Carlos de Assis

As eleições atuais tendem a consagrar a vitória de uma candidata, mas não apenas dela. Assinala o possível fracasso no Brasil, pelo menos neste momento, de uma técnica de propaganda nazista usada extensivamente por Hitler e Goebels contra os judeus em sua saga de conquistar o inconsciente do povo alemão pelo poder da propaganda e da linguagem. O que foi, na Alemanha nazista, a Gestapo, aparece aqui como uma coligação de mídias sob liderança indiscutível da revista “Veja” com estreita cumplicidade com o sistema “Globo”.

Em “LTI – A linguagem do Terceiro Reich”, o filólogo Victor Klemperer observa que “o nazismo se embrenhou na carne e no sague das massas por meio de palavras, expressões e frases que foram impostas pela repetição, milhares de vezes, e foram aceitas inconsciente e mecanicamente” por grande parte do povo alemão. É o que se tentou fazer no Brasil manipulando vazamentos parciais de informações sobre a Petrobras, e uma narrativa distorcida do que foi o chamado “mensalão”, mediante o recurso da repetição indefinida.

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A baixa credibilidade de Youssef e a delação premiada, por Miguel do Rosario

Sugerido por Webster Franklin
 
 
De O Cafezinho
 
 

Privataria Tucana. A gente nao ve por aqui


Mais um título que parece blague, de tão forte.

Não é, infelizmente. É sério.

Alberto Youssef operou para as campanhas de FHC e Serra, segundo matéria de Amaury Ribeiro, publicada na Istoé, em fevereiro de 2003. A mesma fonte afirma, com base em documentos, que ele era também doleiro de Fernandinho Beira Mar.

Esse é o cara que Veja e Globo querem levar à sério e usar para fraudar o debate político nas eleições deste ano.

Mas antes vamos conferir trecho de matéria publicada na Folha, de 10 de agosto deste ano, quando se avaliava a possibilidade da Justiça aceitar a delação premiada de Alberto Youssef, e se discutia a credibilidade do doleiro:

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