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Luis Nassif Online

Diretor da Sabesp indica a dimensão do racionamento necessário e joga a medida nas mãos das agências reguladoras
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Dependendo do desenrolar da crise, estarão feridos de morte os dois partidos que dividiram a hegemonia; por Luis Nassif
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Ministra do Turismo mostrou gana, visão estratégica, montando planos estruturantes. Depois, murchou; por Luis Nassif
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O cavaquinho genial de Warley Henrique

Instrumentista de Belo Horizonte, Warley Henrique é daquelas pessoas que enfrentou a vida na porrada.

Os que o conhecem de perto, atestam sua extrema solidariedade com os amivos. Os que o conhecem de fora, se surpreendem com um temperamento difícil, que dificulta o reconhecimento de sua arte.

Mas tem potencial para se transformar em um dos grandes instrumentistas contemporâneos. Formou-se nas rodas de choro de Belo Horizonte e desenvolveu um estilo de interpretação vibrante, com improvisos sempre recorrendo ao sotaque do choro.

Aqui um exemplo de arte de Warley.

 

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O fantasma da adolescência no filme "Divergente", por Wilson Ferreira

O fantasma da adolescência assombra o Capitalismo: como estender o período da vida que conhecemos como “juventude”, com toda a sua ansiedade e revolta, com a finalidade de adiar cada vez mais a entrada do jovem no mercado de trabalho? Filmes como "Divergente" (Divergent, 2014) é um exemplo da solução desse problema e, ao mesmo tempo, a descoberta de uma inesgotável fonte de lucros. Em cada década a indústria do entretenimento explorou essa “adolescência estendida”: rebeldes sem causa, punks, darks, góticos, emos. E agora, rebeldes “teens distópicos” de filmes como “Jogos Vorazes” ou “Ender’s Games”. Baseado em mais um indefectível romance infanto-juvenil, o filme “Divergente” traz a ambígua mensagem desses novos tradicionalistas de início de século: revoltem-se, sejam audaciosos, mas se abstenham de drogas e sexo e na segunda-feira voltem para a escola. Leia mais »

Vídeos

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"Divergente" (2014) - Neil Burger
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Soneto do Epitaphio

 

Manuel Maria Barbosa du Bocage 

La quando em mim perder a humanidade

Mais um daquelles, que não fazem falta,

Verbi-gratia — o theologo, o peralta,

Algum duque, ou marquez, ou conde, ou frade:

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Demis Roussos, uma voz inconfundível.

O grande Demis Roussos, músico grego/egípcio, 68 anos, faleceu neste final de semana, em Atenas.

Seu nome: Artemios "Demis" Ventouris Roussos nasceu a 15 de julho de 1946 em Alexandria, Egito.

Suas músicas mais conhecidas: Forever and ever, Rain and tears, Goodbye my love, goodbye, We Shall Dance, My Reason, entre outras.

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Quem é Alexis Tsipras?

Enviado por Jota A. Botelho
Do DN



Vencedor das eleições gregas chega ao poder como líder contra a austeridade

O líder do partido da esquerda radical Syriza, Alexis Tsipras, conquistou ontem o direito de formar um novo Governo na Grécia e tornou-se, aos 40 anos, no rosto da contestação à política de austeridade na União Europeia.

Nascido em Atenas em 28 de julho de 1974, alguns dias após o fim da ditadura dos coronéis, Alexis Tsipras, de aspeto jovial, cultiva um estilo descontraído: raramente usa gravata e tinha por hábito deslocar-se para o parlamento de moto.

Casou-se com a namorada dos tempos do liceu, tem dois filhos, vive numa casa alugada num bairro de Atenas e é adepto do Panatinaikos, clube de futebol da capital grega.

Alexis Tsipras iniciou a atividade política nas mobilizações do ensino secundário em 1990-1991, quando militava na Juventude Comunista Grega, com ligações ao Partido Comunista Grego (KKE).

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Para Tarso Genro, imprensa mundial deforma significado da vitória do Syriza na Grécia

Tarso Genro: “O Syriza não quer que a Grécia saia da União Europeia e da zona do euro. O que está propondo é a reestruturação do pagamento da dívida para dar uma folga ao tesouro grego e possibilitar a retomada dos investimentos em infraestrutura no país. Não está propondo o calote da dívida, mas sim uma renegociação”. Foto: Bernardo Jardim Ribeiro/Sul21

do Sul 21

Marco Weissheimer

“A vitória do Syriza na Grécia não representa a vitória de uma extrema-esquerda que defende a ruptura com a União Europeia, como vem repetindo um setor dominante da mídia, na Europa e no Brasil, mas sim a vitória de uma força política de esquerda que retoma propostas que podem ser inscritas na agenda original da social democracia europeia. Como essa social democracia foi toda para o centro, o Syriza é apresentado como radical”. A avaliação é do ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, que está em Sevilha (Espanha), onde participou como painelista de um seminário sobre a recuperação da memória nas ditaduras.

Tarso Genro aponta uma série de simplificações e deformações que vêm sendo reproduzidas na imprensa a propósito do significado do resultado das eleições na Grécia. “O Syriza não quer que a Grécia saia da União Europeia e da zona do euro. O que está propondo é a reestruturação do pagamento da dívida para dar uma folga ao tesouro grego e possibilitar a retomada dos investimentos em infraestrutura no país. Não está propondo o calote da dívida, mas sim uma renegociação”. A proposta defendida pelo novo primeiro ministro grego, Alexis Tsipras, acrescenta Tarso, não representa tampouco uma ruptura com o estado democrático de direito, mas sim um projeto de reconstrução do Estado, de reincorporação de servidores públicos demitidos e de recuperação de serviços desmantelados.

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Imagens

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O Homem Que Amava os Cachorros, livro de Leonardo Padura

Esta premiadíssima e audaciosa obra do cubano Leonardo Padura, traduzida para vários países (como Espanha, Cuba, Argentina, Portugal, França, Inglaterra e Alemanha), é e não é uma ficção. A história é narrada, no ano de 2004, pelo personagem Iván, um aspirante a escritor que atua como veterinário em Havana e, a partir de um encontro enigmático com um homem que passeava com seus cães, retoma os últimos anos da vida do revolucionário russo Leon Trotski, seu assassinato e a história de seu algoz, o catalão Ramón Mercader, voluntário das Brigadas Internacionais da Guerra Civil Espanhola e encarregado de executá-lo.

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Diretor da Sabesp joga a toalha e sugere intervenção federal

Paulo Massato, o que mentiu; Jerson Kellmann, Macena e Benedito Braga

Em 17 de abril de 2014, o Secretário Municipal de governo da prefeitura de São Paulo, Chico Macena, criticou a falta de transparência da Sabesp em relação à crise da água. Mencionava racionamento noturno de água através da diminuição da pressão da água em período noturno.

O Secretário Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Mauro Arce, taxou a afirmação de “mentira”. O diretor metropolitano da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) Paulo Massato classificou-a de “irresponsável”. Disse mais: “˜É no mínimo lamentável que gestores públicos usem uma reunião de natureza técnica para deturpar declarações com objetivos político-eleitorais” (http://migre.me/omsZ2).

Naquele momento, o galo cantou pela primeira vez.

O Secretário Arce reafirmou as críticas: “Nunca foi dito por mim nem por nenhum funcionário da Sabesp que a companhia pratica qualquer tipo de rodízio ou racionamento. Por uyma única razão: não há rodízio nem racionamento”. Leia mais »

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Diretor da Sabesp diz que o racionamento necessário é de 5 dias por semana

Enquanto isso, Geraldo Alckmin diz que trabalha há mais de um ano contra a estiagem

Jornal GGN - O governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que políticos estão tentando "tirar casquinha" da crise hídrica e que o governado paulista tem trabalhado ininterruptamente há mais de um ano para mitigar os efeitos da estiagem.

"Não há ninguém que tenha falado mais sobre esse tema do que eu. Tem muita gente tentando tirar casquinha política, tentando levar uma vantagenzinha", disse o governador, durante o anúncio da ampliação da Adutora Guaratuba para o Sistema Alto Tietê, em Suzano, nesta manhã.

Alckmin ainda criticou prefeitos e governadores que não adotaram políticas semelhantes a sua, de oferecer bônus à quem economiza água e disse que São Paulo tem hoje o menor consumo per capita de água graças à medida. "Não tem nenhum governo do Brasil que tenha feito bônus, engraçado, né? Ninguém critica ninguém. Ninguém fez", afirmou.

Rodízio de água Leia mais »

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Biblioteca Interativa traz novo significado e função aos tradicionais espaços

Por Juliana Sada, do Centro de Referências em Educação Integral

De um lado, várias mesas dispostas ordenadamente. Do outro, fileiras e mais fileiras de prateleiras cheias de livro.O silêncio domina o espaço. As pessoas que circulam por ali andam cuidadosamente, sem fazer ruído nem conversar. Outras que estão nas mesas, ficam de cabeça baixa de olho nos livros ou nas anotações. Apesar da proximidade, ninguém conversa – no máximo, uma discreta troca de olhares.

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Sem recursos, Dulce Maia se esforça para manter escola

Jornal GGN - A ativista política Dulce Maia de Souza, que já foi tratada pelo colunista Elio Gaspari como um simples codinome da “terrorista” Dilma Rousseff,  é, na verdade, uma pessoa de carne e osso. Participou da luta armada, foi presa, torturada e exilada, e se esforça, nos últimos anos, para manter funcionando uma escola profissionalizante na cidade de Cunha, no interior de São Paulo.

Batizada com o nome do seu irmão – o famoso publicitário Carlito Maia, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores e autor de slogans marcantes como “Lula-lá”, “oPTei” e “Sem medo de ser feliz” – a escola não recebe nenhuma ajuda do governo e se mantém graças às boas relações da dona Dulce, que tem amigos no meio artístico dispostos a ajudar com shows beneficentes e doações (de dinheiro e alguns itens que ela coloca em leilão).

Recentemente, ela conquistou o apoio do Senac, que ministrou, no ano passado, cursos para Jardineiro, Auxiliar Administrativo e Gestor Ambiental e que este ano deve oferecer também aulas de Gastronomia e Hotelaria. Leia mais »

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Crise hídrica: o alerta dos especialistas um ano atrás

Matéria atualizada do programa Brasilianas.org sobre a crise da água em São Paulo, realizado em 12.05.2014
 
 
Jornal GGN - A crise hídrica, que atinge a região metropolitana do Estado de São Paulo, decorre do agravo de quatro anos em que o volume de chuvas que abastecem os reservatórios do sistema Cantareira não acompanha a crescente demanda de uso (e desperdício). A análise é de especialistas convidados para o programa de debates Brasilianas.org, realizado na TV Brasil, em 12 de maio do ano passado. A situação também é curiosa, pois o Brasil é hoje o país que mais exporta soluções na área de recursos hídricos, segundo o ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) e presidente do Fórum Mundial da Água (WWC), Benedito Braga. Em dezembro, ele aceitou o convite do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin para assumir a Secretaria de Recursos Hídricos do estado.
 
Durante a entrevista ao Brasilianas, em maio passado, Braga apontou três fatores que convergiram para o desequilíbrio do sistema Cantareira. O primeiro é a anomalia climática, intensamente ressaltada pelo governo de São Paulo. O índice pluviométrico, ou seja, de precipitação de chuvas sobre o complexo, nunca foi tão baixo desde que esse tipo de registro é feito na região, em 1931. 
 
O segundo fator é a falta de infraestrutura, não necessariamente de planejamento. Braga destacou que em 2009 o estado concluiu um plano para ampliar os reservatórios e adutoras não só na região metropolitana, mas na “macrometropole” paulista, que vai do litoral do Atlântico até Campinas. E por que não foi posto em prática? 
 
“Quem tem que responder isso é o governo”, rebateu. Apesar da evidente crítica ao poder administrativo, Braga também apontou os velhos problemas institucionais e burocráticos brasileiros como impeditivos à implantação das obras que estão atrasadas. 
 
“O Brasil tem uma legislação ambiental altamente complexa e sofisticada. Ele tem também um conjunto de instituições que não se conversam, que são ligadas a esse processo ambiental”, em outras palavras, continuou, para uma obra ser iniciada é preciso a aprovação de diversos órgãos, desde IPHAN, (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) ao Ibama, por exemplo, dificultando a execução. 
 
O último fator apontado foi a cultura de abundância do brasileiro. “O consumidor não tem aquela ideia de que a água é preciosa”. 
 
Paulo Canedo, coordenador do Laboratório de Hidrologia da Coppe/UFRJ divergiu de Benedito Braga quanto ao tópico ‘planejamento’. Para ele já existiam dados suficientes para prever o perigo de racionamento de hoje, logo o estado de São Paulo poderia ter tomado medidas simples de controle já no início do ano de 2014, atenuando o problema. 
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Carnaval de Olinda não terá casas-camarote no sítio histórico

Jornal GGN - O carnaval 2015 de Olinda, em Pernambuco, pode não ter mais a privatização da folia. O prefeito da cidade, Renildo Calheiros, sancionou nesta segunda-feira (26) uma lei que proíbe as denominadas casas-camarote. Com a iniciativa, os camarotes particulares serão proibidos no Sítio Histórico, nas ruas de passarela natural de agremiações.
 
Em locais não inseridos no Sítio Histórico, as ações não oficiais de animação do carnaval de Olinda serão permitidas. Inicialmente, o prefeito queria delimitar 18 ruas que deveriam ser as passarelas natuais das agremiações, protegidas contra as casas-camarote, ao invés de todo o Sítio Histórico.
 
Entretanto, o projeto de lei foi votado pela Câmara de Vereadores em dezembro, chegando ao gabinete do prefeito no último dia 7 de fevereiro. Renildo Calheiros teria até o dia 28 para se pronunciar, pelo veto ou aprovação.
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Chame a Parteira, por Maria Eduarda

Por Maria Eduarda

De seu blog Da Ilha

A mulher arrasta os pés pelo corredor longo de portas fechadas. A luz fria engana; é dia ou noite? O cheiro de desinfetante e drogas arranha o nariz. O som de gritos, choros e gemidos atravessa as portas e fura os ouvidos. O coração bate acelerado. Dois passos adiante, andando eficientemente, segue outra mulher, imune à luz, ao odor e ao barulho. Nestas horas a ironia é irresistível.‘Vocês dão beliscão nelas?’ Pergunta a mulher que se arrasta. A outra dá uma piscadela antes de abrir a porta de um quarto vazio. As duas entram. Pouco depois é a vez de a mulher gritar, gemer e chorar. Falam por aí que a dor do parto é uma das mais doídas.  

 
Não sei de você, mas sou daquelas que se emociona com cena de bebê nascendo em livros, filmes e novelas. Pode ser o filme mais podre, com os atores mais canastrões do planeta. Não importa. Fico comovida do mesmo jeito. Deve ter mais gente como eu. Digo isso porque desde janeiro de 2012 o ‘Call the Midwife’ (exibido no Brasil pelo canal BBC HD com o nome de Chame a Parteira) é um dos maiores sucessos da tevê britânica. No ano passado, alcançou uma audiência consolidada no Reino Unido de quase onze milhões de telespectadores, batendo o famoso Downton Abbey da concorrência. A série, já na quarta temporada, mostra o drama de parteiras no pós-guerra, num dos bairros mais pobres de Londres.
 
Call the Midwife
 
A palavra ‘midwife’ vem do inglês antigo, quando ‘mid’ era ‘com’. Então ‘midwife’ significa com a esposa, com a parturiente. Em português, parteira. A palavra parteira ainda me remete à ideia de uma mulher mais experiente, embora sem treinamento formal, numa comunidade rural e sem recursos, que ajuda outras mulheres a terem os filhos em casa. A parteira daqui é muito diferente dessa imagem romantizada.
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Lalá, com o Bando da Lua

Desde que as caçulas (e a neta) eram bem pequenas, íamos viajar e parte da viagem era preenchida cantando Lalá a plenos pulmões.

Agora encontro a gravação original com o Bando da Lua. Uma graça.

Áudio

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