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Luis Nassif Online

Fator FIFA acaba com monopólio da Globo no futebol e abre espaço para entrada de grupos internacionais, por Luis Nassif
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Estamos diante de uma dupla violência contra os direitos das mulheres e das pessoas com deficiência
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Lula é que será o parâmetro para julgar quem foi e quem não foi canalha na atual quadra da história desse pobre país
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Berzoini: “Impeachment se combate com bom governo”

Do Congresso em Foco

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, é o responsável pela relação política com deputados e senadores. Uma das suas funções é monitorar todas as discussões de projetos de interesse do governo e como se manifesta cada parlamentar nas votações. Também está entre suas atribuições receber os congressistas no Planalto ou visitá-los no Congresso para tratar do conteúdo do que está sendo decidido no Legislativo. Um dos temas que não saem da agenda diária do ministro é a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Ex-presidente do PT, deputado federal por quatro mandatos e ministro do Trabalho e Previdência na gestão do ex-presidente Lula, e das Comunicações, no primeiro mandato de Dilma, Berzoini prefere executar os programas de investimento do governo e previstos no Orçamento a ficar cabalando votos contra o impeachment no Congresso. “O impeachment é um tema a ser tratado incidentalmente”, argumenta o ministro. “O melhor combate ao impeachment é governar bem”, disse Berzoini ao Congresso em Foco.

Governar bem para o ministro é conseguir executar a terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, garantir os investimentos em logística sem atrasos e melhorar a qualidade do crédito nos bancos públicos, entre outras ações. Ele reconhece que o pedido de impedimento de Dilma termina se misturando a outros temas mais burocráticos e menos políticos. Mas alerta que o governo não pode parar suas ações apesar do barulho feito pela oposição na defesa do impeachment.

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Gilberto Gil: ‘Ninguém pode negar a dimensão de Lula’

Do Brasil 247

“Que ele possa ter saídas, que não comprometam definitivamente sua estatura, sua presença, sua história, sua dimensão de homem público, defensor dos setores menos protegidos da sociedade brasileira”, disse o cantor sobre as investigações em torno do ex-presidente. Em entrevista, ele afirmou ainda que o processo de impeachment contra Dilma Rousseff morreu e que a política precisa se reeducar

O camarote mais disputado por quem quer ver e ser visto no carnaval de Salvador é o Expresso 2222. Claro, o principal anfitrião é o cantor, compositor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil. Por isso, políticos, artistas e celebridades buscam um lugarzinho ao sol naquele espaço. Mas no carnaval também há espaço para que opiniões sobre política sejam dadas. Foi exatamente o que conseguiu a jornalista Patrícia França, do jornal A Tarde, na entrevista concedida por Gilberto Gil.

Gilberto Gil elogiou a estratégia da presidente Dilma Rousseff de criar uma aproximação maior com a situação e os partidos da base aliada ao retomar o ‘Conselhão’, formado por 90 notáveis de vários segmentos da sociedade. “Um dos aspectos mais insistentes nas críticas que se fazem à presidente é o fato de que ela não dialoga, não investe na aproximação com os vários setores da vida política, não trabalha no sentido mais ecumênico da política. Então, tenho impressão de que os gestos todos dela são nesta direção, de tornar uma gestão mais ativa, mais partilhada”.

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Um cômico pugilato, de Erico Verissimo para Lygia Fagundes Telles

Enviado por Gilberto Cruvinel

Do Correios IMS

Vibrando com o talento da amiga Lygia Fagundes Telles, Erico Verissimo, nesta carta, não esconde seu encantamento com a coletânea de contos O jardim selvagem, publicada em 1965. A autora enviara o exemplar para os Estados Unidos, onde o romancista gaúcho visitava a filha, o genro e os netos, que moravam em Alexandria, no Estado americano da Virginia.

Alexandria, 6 de fevereiro de 1966

Lygia, querida amiga,

“Não há nada melhor que uma carta de Lygia… nem igual” – disse eu à Mafalda, quando recebi sua carta. Mas, dias mais tarde, ao receber seu livro, fiz um acréscimo: “… só um livro da Lygia.” Aconteceu uma coisa engraçadíssima. O carteiro bateu na porta, a Mafalda desceu, recebeu o pacote com o seu O jardim selvagem, abriu-o ali mesmo na porta, anunciou-me o acontecimento, e ficou algum tempo parada, depois subiu a escada devagar e quando chegou ao lugar onde eu estava, a escrever, já tinha lido o primeiro conto e estava encantada com ele. À noite, tivemos um cômico pugilato, para ver quem é que ia ler o livro. Finalmente a Mafalda ganhou a partida, como era de esperar, mas no dia seguinte eu peguei o livro e só larguei depois de terminá-lo. É uma beleza!

Você está uma narradora de primeira ordem. Que riqueza de inventiva, de tipos, de linguagem, de histórias! Tornei a pensar o que sempre penso quando termino de ler um livro seu. Quem conhece a Lygia de perto, isto é, quem convive com ela não imagina que esse monstrinho escreva essas coisas… góticas – como se diz por aqui. Porque você é dos melhores papos que conheço, das presenças mais agradáveis e fáceis. Estar com você é muito bom e a gente não se sente com necessidade de usar nenhuma máscara, de escolher palavras ou ficar na defensiva. E como é que uma menina esportiva, extrovertida produz esse tipo de literatura dramática e densa? Não estou censurando, ao contrário, estou me admirando.

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Pelo menos 12 grupos pesquisam vacina contra o Zika, diz OMS

Da Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou hoje (8) que pelo menos 12 grupos pesquisam atualmente vacinas contra o vírus Zika – todas em estágio inicial de desenvolvimento. A disponibilização das doses devidamente registradas, de acordo com a entidade, pode levar ainda alguns anos.

Segundo a OMS, estudos estão sendo realizados com base em terapias preventivas que funcionariam da mesma forma que a profilaxia para malária. “O uso de fumacê seguido da liberação controlada de mosquitos geneticamente modificados pode ser considerado oportuno para travar a propagação do Zika”, informa a entidade.

A organização destacou ainda que trabalha para estabelecer redes de apoio regulamentares com o objetivo de acelerar a realização de testes clínicos em diversos países. Outra estratégia adotada pela OMS consiste no compartilhamento de amostras consideradas oportunas e de informações entre grupos de pesquisa sobre o Zika.

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Nelson Ferreira, gênio do carnaval, por Urariano Mota

*Trecho do livro "Dicionário Amoroso do Recife" (Casarão do Verbo, 2014)

Se a nossa vida se compusesse de carnaval a carnaval com ligação de massas de serpentinas e água entre os anos, haveria sempre um carnaval em que ouvimos pela primeira vez os frevos de Nelson Ferreira. É como se antes dele não houvesse carnaval. É como se nesses dias de álcool, de sexo, de sonho de sexo, de música de estrondar nas ruas, de fantasias, de mulheres seminuas, de homens vestidos de mulheres, do ridículo enfim que todos perdoam, é como se esses dias loucos não existissem antes de Nelson Ferreira.  Não sei se consigo dizer o que penso. Porque sonho dizer, e me acompanhem, por favor, nesta marcha.

Há uma impossibilidade de se falar de carnaval sem falar da sua gente. Há uma impossibilidade de se falar dessa gente sem o mais íntimo da gente. Há todas as possibilidades de falar da gente a partir de quando não possuíamos sequer um nome próprio. Como aqui neste passo de Nelson, no Carnaval da Vitória:

“O nosso bloco é ideal

nasceu neste carnaval....

O nosso bloco é ideal

nasceu neste carnaval..

Por isso nós estamos a cantar

cheios de glória

Vitória! Vitória! Vitória!

Vamos correr

as ruas da cidade

com o ardor

da nossa mocidade.

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Há dez anos, quadros foram roubados do Museu Chácara do Céu

Por Antonio Francisco

LIVRO A ARTE DO DESCASO

O jornal O Tempo, MG, conta como a jornalista Cristina Tardáguila pesquisou a respeito do roubo de obras de arte avaliadas na época  em mais  de US$ 10 milhões, no Museu da Chácara do Céu, sediado no Rio de Janeiro.

A reportagem de Carlos Andrei Siquara pode ser lida aqui e aqui.

O caso deste roubo permanece em aberto, pois as peças não foram recuperadas nem os criminosos identificados.

De O Tempo

 
Em “A Arte do Descaso”, Cristina Tardáguila revisita a história do maior roubo de arte no Brasil, realizado há dez anos
 
Por CARLOS ANDREI SIQUARA

Era uma sexta-feira de Carnaval, como hoje, quando quatro homens entraram, há dez anos, no Museu da Chácara do Céu, sediado no Rio de Janeiro. De lá, eles saíram com cinco obras de arte roubadas. Eram elas uma pintura de Claude Monet, um quadro de Salvador Dalí, um óleo de Henri Matisse e dois trabalhos de Pablo Picasso.

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Io Che, por Chiara Civello

Enviado por JM Ribeiro

De Chiara Civello

Io Che,

Amo Sollo Te, com Chico Buarque:

Non Vivo Senza Te, com Gilberto Gil:

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A dificuldade demográfica para os Republicanos elegerem presidente

Por Gunter Zibell - pró-Rede
 
 
É improvável que Republicanos vençam nos EUA para Presidente. Para Congresso é outra estória, dado o voto distrital que a sobrerrepresentatividade dos estados do Meio-Oeste, como aqui ocorre com Norte e Centro-Oeste.
 
O mínimo de votos delegados é 269 e, desde 1992, há 22 estados, com 252 votos, que quase só votam em presidente democrata (bastava New Hampshire, em 2000, ter dado maioria a Gore que Bush Jr não teria se eleito).
 
Ainda não saíram pesquisas por estados, mas mesmo considerando que alguns estados oscilantes, como Florida, Virgínia e Colorado, sejam Republicanos, desta vez (e não há a rigor razão para esperar isso), os Democratas ganham.
 
Não têm muita utilidade as pesquisas quando dizem Fulano 52 x Siclano 48. Isto porque o voto Republicano é mais concentrado. Não adianta ter 70% dos votos em 30 estados se os Democratas conseguirem 51% nos outros 21, em geral mais populosos (o único estado muito populoso + republicano é o Texas).
 
E o peso das minorias quase 'explodiu' nas últimas 3 décadas. De 1960 a 1990, o voto branco ficou em torno de 85%. Agora, espera-se entre 70 e 75%.
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Lava Jato completa dois anos sob questionamentos

 
Jornal GGN - Passaram-se dois anos desde que a Operação Lava Jato iniciou as investigações que levantaram o esquema de corrupção em contratos da Petrobras, entre dirigentes da estatal e empreiteiras. Sob o comando do juiz da Vara Federal de Curitiba, Sergio Moro, o percurso do levantamento de provas foi, em repetitivos momentos, questionado.
 
Além do instrumento da delação premiada, usada pelos investigadores como forma de coerção para se conseguir informações, também estão sob questionamentos a suposta manipulação de transcrição de depoimentos; o recebimento de provas pela Suíça, considerada no país irregular, e a quebra de sigilo obtida pela Polícia Federal.
 
"O problema não é a delação, mas o modo como tem sido obtida. Para sair da preventiva, que ainda não foi julgada, é preciso dizer algo. Mais: é preciso uma confissão que agrade a hipótese do investigador. É uma falha que gera nulidade absoluta do processo", afirmou o professor de direito constitucional da PUC­-SP, Pedro Estevam Serrano. 
 
"A Lava Jato já é um enunciado performativo. Virou uma marca. Ou uma série de TV. Está se criando um clima com o objetivo de constranger qualquer tribunal superior que venha a reconhecer alguma irregularidade ou nulidade nos processos em favor dos acusados", disse o membro da Academia Brasileira de Direito Constitucional, Lenio Streck.
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Carnaroção

Enviado por Jns

Soltando os passarinhos e as frangas libidinosas

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Qual o mistério de Libertango?

Enviado por GalileoGalilei

Por que será que Libertango, esta eletrizante composição de Astor Piazzola, tem atraído tão belas e surpreendentes interpretações por não menos belas e surpreendentes intérpretes?

Naoko Terai

Ikuko Kawa

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Homens têm visão machista sobre mulher no carnaval de rua

Da Agência Brasil

Pesquisa feita pelo Instituto Data Popular, como contribuição à campanha Carnaval Sem Assédio, do site Catraca Livre, mostra que a maior parte da visão masculina ainda é machista em relação à participação de mulheres nos festejos de rua.

A pesquisa foi feita entre os dias 4 e 12 de janeiro, com 3,5 mil brasileiros com idade igual ou superior a 16 anos, em 146 municípios.

“O que existe por parte dos homens é uma naturalização do machismo”, disse hoje (6) à Agência Brasil o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. De acordo com a sondagem, 61% dos homens abordados afirmaram que uma mulher solteira que vai pular carnaval não pode reclamar de ser cantada; 49% disseram que bloco de carnaval não é lugar para mulher “direita”; e 56% consideram que mulheres que usam aplicativos de relacionamento não querem nada sério.

Segundo Meirelles, o homem ainda tem uma visão de que a mulher é propriedade dele e que ela é feliz dessa forma, “como se a mulher tivesse que ser grata pela grosseria dele”. A pesquisa confirma a percepção distorcida do sexo masculino que a mulher, ao participar de bloco de rua, quer ser assediada. “Isso tem a ver com o processo histórico-cultural no Brasil”, disse.

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Partidos questionam regras para candidatos em eleições municipais

 
Jornal GGN - Um dos pontos questionados na Justiça Eleitoral leva, ainda nesta semana, dirigentes de pelo menos 33 partidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) questionar a resolução que proíbe as agremiações lançarem candidatos a prefeito e participarem de alianças em cidades que não tem diretórios municipais registrados. 
 
Na prática, a consequência da regra atual impactaria Celso Russomanno, do PRB, em São Paulo, que lidera as pesquisas para as eleições a prefeito deste ano. Ele está cadastrado na Justiça Eleitoral com uma comissão provisória, o que inviabilizaria a sua candidatura.
 
Também seria afetado o senador Marcelo Crivella, do PRB no Rio de Janeiro, que busca levar o nome do parlamentar à sucessão do peemedebista Eduardo Paes. No Rio, PMDB e PSB teriam as mesmas dificuldades. 
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Para rever velhos amigos

Enviado por Jns

Voltei pra por, minha bota empoeirada

Ouvir um galo anunciando a madrugada 

Quero abraçar o meu cachorro campeiro

Ouvir ao longe o berro do pantaneiro

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Lista de Livros: Santo Anselmo de Cantuária

Enviado por Doney

Lista de Livros: Santo Anselmo de Cantuária – Monológio / Proslógio / A verdade / O gramático (Os Pensadores)

Editora: Nova Cultural

Consultoria: Carlos Lopes de Mattos

Tradução e notas: Ângelo Ricci

Opinião: Monológio (bom) / Proslógio (bom) / A verdade (ruim) / O gramático (ruim)

Páginas: 170

Monológio

     “Para qualquer um que queira prestar atenção, é certo e evidente que todas as coisas, entre as quais haja uma relação de mais ou de menos ou de igualdade, são assim em virtude de “algo” que não é diferente, mas o mesmo, em todas elas, não interessando se aquilo que se encontra nas coisas esteja em proporção igual ou desigual. Com efeito, todas as coisas que são ditas justas entre si ou, mais ou menos justas, em relação a outras, não podem ser entendidas dessa forma a não ser em relação à justiça, que não é algo diferente nas diferentes coisas. Sendo, portanto, certo que todas as coisas, quando comparadas entre si, apresentam-se boas no mesmo grau ou em grau diferente, é necessário que elas sejam boas por um “algo” que é o mesmo em todas, embora às vezes pareçam sê-lo umas por um motivo e, outras, por outro. Um cavalo, por exemplo, parece ser bom por dois motivos: por ser forte e por ser veloz. Mas, embora o cavalo seja bom pela força e pela velocidade, não parece, com isso, que a força e a velocidade possam ser o mesmo. Ainda: se o cavalo é bom enquanto é forte e veloz, então por que um ladrão, forte e veloz, é mau? Evidentemente deve-se dizer que o ladrão é mau porque danoso e o cavalo bom, porque útil. Na verdade, nada sói julgar-se bom senão por alguma utilidade, como acontece com a saúde e aquilo que lhe diz respeito; ou por sua honestidade, como é o caso da beleza e daquilo que a fomenta. Mas, como esta demonstração não pode ser destruída por nenhum meio, é necessário deduzir, também, que tudo o que é útil e honesto, se realmente é bom, é bom por aquilo pelo qual é bom tudo o que é bom.”

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