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Luis Nassif Online

Última tentativa de sobrevida visava criar fundação para assumir a Abril e o Estado. Desistiram; por Luis Nassif
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Cláusula de barreira é inquestionável como resposta à proliferação de partidos e alta fragmentação do Congresso
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O GGN mostra o orquestramento da força-tarefa da Lava Jato, desde fins de fevereiro, para ter o controle do caso Lula
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MPF denuncia presidente do Bradesco e mais nove na Operação Zelotes

Jornal GGN - O Ministério Público Federal denunciou o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e outros nove, no âmbito da Operação Zelotes, que apurava o pagamento de propina a agentes do Estado para abater dívidas com a Receita Federal. Entre as empresas investigadas na Zelotes estão ainda a RBS, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul, que teria tido ajuda do ministro do Tribunal de Contas da União Augusto Nardes; o banco Santander; as montadoras Ford e Mitsubishi; e as companhias Cimento Penha, Boston Negócios, J.G. Rodrigues, Café Irmãos Julio e Mundial-Eberle, entre outras.

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Governo tem maior déficit primário da história no primeiro semestre

Da Agência Brasil

Por Wellton Máximo

A queda das receitas em meio ao crescimento de gastos obrigatórios fez o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrar o maior déficit primário da história no primeiro semestre. De janeiro a junho, o resultado ficou negativo em R$ 32,521 bilhões. O rombo é bem maior que o registrado no mesmo período de 2015 (R$ 1,76 bilhões).

O déficit primário é o resultado negativo das contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida pública. Apenas em junho, o Governo Central teve déficit de R$ 8,802 bilhões, negativo para o mês pelo terceiro ano seguido e também o maior déficit da história. Em junho do ano passado, a conta estava negativa em R$ 8,249 bilhões.

O resultado negativo em junho só não foi pior por causa da entrada, em junho, de R$ 5,2 bilhões referentes à renovação de concessões de usinas hidrelétricas. Realizado em novembro do ano passado, o leilão rendeu R$ 16 bilhões ao governo, dos quais R$ 11 bilhões haviam sido pagos em janeiro ao Tesouro Nacional.

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Juízo Final, com Noa Peled e João Borba

Enviado por Mcn

Juízo Final, de Nelson Cavaquinho e Élcio Soares

Noa é israelense, mora em Tel Aviv. É apaixonada pelas canções brasileiras que falam do amor e da paz. E canta maravilhosamente bem. Fala português fluente. É dela a versão em hebraico de Juízo Final. Chique.

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Após Lula recorrer à ONU, Lava Jato contra-ataca com provas da reforma do sítio

O arquiteto Paulo Gordilho, da OAS, e Lula

Jornal GGN - No mesmo dia em que a defesa de Lula anunciou que levou os abusos da Lava Jato à ONU (Organização das Nações Unidas) por violação dos direitos humanos - com vazamentos ilegais e prisões preventivas para obter delações -, a força-tarefa divulgou à imprensa um laudo da Polícia Federal sobre o sítio de Atibaia, indicando que Lula e sua esposa, Marisa Letícia, não só sabiam das reformas feitas pela OAS, como "orientaram" parte delas. 

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O atraso da Vila Olímpica, por Hildegard Angel

Austrália anunciou que não ficará por enquanto na Vila Olímpica devido às más condições encontradas no local.

Sugerido por Luiz Eduardo Brandão

Por Hildegard Angel

Não entendo por que os envolvidos não revelam o motivo da vila olímpica estar nas péssimas condições em que os atletas a encontram.

Mas, já que ninguém fala, eu digo o que escutei, na quinta-feira passada, em um coquetel, de uma fonte com trânsito nos bastidores olímpicos: um grupo de operários, revoltado com o atraso de seus pagamentos, danificara apartamentos, quebrando vidraças, entupindo canos e emporcalhando inúmeras unidades.  A fim de deixar as unidades em condição de hospedagem, o Comitê Olímpico precisara bloquear um terço dos apartamentos para realizar reparos de emergência.

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Lewandowski contraria STF sobre cumprir pena em 2ª instância

 
Jornal GGN - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, tomou uma decisão contrária ao entendimento recente da Corte, de permitir o cumprimento da pena a partir da segunda instância. 
 
Lewandowski soltou José Vieira da Silva, prefeito de Marizópolis (PB), que foi julgado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região por fraude em licitações e desvio de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da Fundação Nacional da Saúde (Funasa).
 
O ministro do Supremo concedeu Habeas Corpus ao réu para "suspender, integral e cautelarmente, a execução provisória das penas impostas". Entendeu que o cumprimento da pena submeteria o condenado a "um flagrante constrangimento ilegal".
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Carlinhos Cachoeira é novamente preso, por decisão do TRF2

 
Jornal GGN - A Polícia Federal prendeu Carlinhos Cachoeira, novamente, na manhã desta quinta-feira (28), no Rio de Janeiro. A decisão foi da segunda instância, do Tribunal Regional Federal da 2a Região, que decidiu por manter detidos Cachoeira, o empresário Fernando Cavendish e mais três acusados na Operação Saqueador.
 
De acordo com a Procuradoria Regional da República, Monica de Ré, a permanência em liberdade dos acusados apresenta risco de voltarem a praticar crimes. 
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Barros diz que demissão de 73 da Saúde é para "desaparelhar"

 
Jornal GGN - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que a demissão dos 73 funcionários do gabinete ocorreu com o objetivo de "desaparelhar" o governo de Dilma Rousseff. Ainda, atacou as gestões anteriores do PT, acusando a criação de cargos na estrutura do Estado desnecessários, em sua visão, "só para poder acomodar a militância".
 
As demissões foram publicadas no Diário Oficial da União nesta quinta (28). Foram, ao todo, 73 cargos comissionados exonerados, entre assessores-técnicos e coordenadores do Ministério da Saúde.
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Equipe de Dilma ainda não decidiu o que propor na Carta aos Brasileiros

Jornal GGN - Dilma Rousseff, afastada pelo processo de impeachment no Senado, ainda não divulgou a prometida Carta aos Brasileiros porque seus apoiadores divergem sobre o que deve ser proposto.

De um lado, a avaliação é que Dilma deve acenar que manteria a equipe econômica de Michel Temer caso seja salva pela votação de agosto. De outro, a presidente já perdeu as condições de vitória e deve propor novas eleições para conseguir o apoio necessário para retornar ao poder.

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Lula denuncia abusos de Sergio Moro à ONU

Jornal GGN - Os advogados do ex-presidente Lula anunciaram nesta quinta (28) que entraram com um recurso no Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) contra os "abusos de poder” de Sérgio Moro e dos procuradores da Operação Lava Jato. Lula é investigados em várias frentes pela força-tarefa criada para apurar corrupção na Petrobras e foi denunciado pelo Ministério Público Federal por tentativa de obstrução de Justiça.

À ONU, Lula alega violação dos direitos humanos pela Lava Jato. De acordo com informações do jornal The Telegraph, o ex-presidente contratou o advogado Geoffrey Robertson, que ficou conhecido por defender Julian Assange, fundador do Wikileaks, o ex-boxeador Mike Tyson e o autor indiano Salman Rushdie. 

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Como Temer pode ser derrubado e o Congresso eleger um novo presidente

Se atiçar as críticas do mercado e, consequentemente, dos membros do quarto poder que ajudaram a criar o clima para o impeachment, Temer invocará para si o mesmo veneno usado contra Dilma

Jornal GGN - A ação que o PSDB apresentou à Justiça Eleitoral para cassar a chapa eleita em 2014 pode virar um grande trunfo contra o presidente em exercício Michel Temer (PMDB).

Hoje, a ação corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sem a menor chance de que ser julgada antes da resolução do impeachment de Dilma Rousseff (PT) no Senado. Há quem avalie que se Dilma sair vitoriosa dessa votação, programada para a segunda semana de agosto, ela correria o risco de ser cassada por abuso de poder econômico na campanha, junto com Temer, mais adiante. Mas sem Dilma na frente, a ação é um risco apenas para o interino e, com ajuda do calendário, viabilizaria uma nova eleição presidencial. Mas com o Congresso, e não o povo, como protagonista.

O roteiro para isso vem ganhando forma com os avisos que as forças que ajudaram a derrubar Dilma têm enviado a Temer.

Ontem, por exemplo, o jornal Valor Econômico publicou um artigo de Nelson Teixeira, economista-chefe do Credit Suisse no Brasil, chamado "Confiança pode expirar em novembro", dando claramente um chacoalhão em Temer. A paciência do deus mercado esgotará tão logo terminem o impeachment, as Olimpíadas e as eleições municipais. Depois disso, ou Temer entrega o que é esperado - um duro ajuste fiscal acompanhado de reformas "impopulares", mas "necessárias" para que o Brasil retorne à via do "desenvolvimento sustentável" - ou a confiança na capacidade do interino tirar o País da crise começará a cair.

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Desmonte social do plano Temer-Meireles contra o povo, por Daniel Arias Vazquez

Por Daniel Arias Vazquez
*Doutor em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp e Professor da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp

Do Plataforma Política Social

A PEC 241 demonstra claramente o que está na agenda política do governo Temer e na agenda econômica do ministro Henrique Meireles. Tal proposta impõe um limite para o aumento do gasto público federal definido pela inflação do ano anterior, por um período de 20 anos. Ou seja, esta proposta congela o gasto público em termos reais, retirando a decisão de gasto da esfera da política ao estabelecer um indexador econômico fixo, que não possui qualquer relação com capacidade de arrecadação (receita) ou com as demandas por bens e serviços públicos (despesa), que são as variáveis centrais da função alocativa de qualquer governo. Trata-se de uma invenção, sem experiência internacional ou respaldo teórico algum, cujo objetivo único é criar um “ambiente ideal para negócios financeiros”.

Ao congelar o gasto federal, a PEC 241 desestrutura o financiamento da política social brasileira ao eliminar a vinculação de receitas destinadas à educação e ao orçamento da seguridade social, que compreende as políticas de saúde, previdência e assistência social. Tais vinculações expressam conquistas sociais que foram garantidas na Constituição de 1988, visando estabelecer prioridade e preservar o gasto público nestas áreas sociais, independentemente do governo que estivesse no poder.

A definição de um percentual mínimo do orçamento federal para a educação foi estabelecida pela Constituição de 1946. Vinte anos depois, o golpe de estado - no caso, o de 1964 - eliminou esta vinculação das receitas, sob o argumento de este mecanismo era incompatível com a sistemática orçamentária introduzida pela nova Constituição de 1966 (HORTA, 2001). O processo de redemocratização do país e a mobilização social fizeram com que essa vinculação fosse reestabelecida pela “Emenda Calmon” de 1983, que obrigava a aplicação de, no mínimo, 13% das receitas da União. Após a Constituição de 1988, este percentual aumentou para 18%.

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O dia do agricultor é hoje, por Rui Daher

por Rui Daher

“Qualquer maneira de amor vale a pena, qualquer maneira de amor vale amar”, escreveram Milton Nascimento e Caetano Veloso, em “Paula e Bebeto”, de 1975. Lindo, não? Tudo. Letra, música, história inspiradora (pesquisem), enfim, uma qualquer nota das melhores.

Há quaisquer notas, porém, muito ruins, nem tanto pelo desafino, pois em peitos desafinados também batem corações, mas sim pelo que se fala ou escreve sem saber da realidade, apenas papagaiando chavões ideológicos, assertivas falsas. Fosse apenas para ganhar público similar, sem problema, merecer-se-iam. Mas não, desinformam, confundem e, pior, prejudicam aos que pensam defender. No meu caso, trazem amofinação e perda de tempo.

Neste GGN são frequentes suas aparições. Recentemente, alguém citou nossa vocação agrária ser uma velharia catalisada, agora, por uma campanha da Rede Globo. “Agro é tech, agro é pop, agro é tudo”. Bastariam os 36 anos do programa Globo Rural, com matérias sobre assentamentos bem-sucedidos, agricultura familiar, novas tecnologias e, por que não, agronegócio para desqualificar a ilação. E olha que os que me leem conhecem o quanto sou crítico com as "Organizações".

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Campo de concentração em Campo Grande, por Gustavo Gollo

por Gustavo Gollo

Uma semana atrás, 12 pessoas foram consideradas suspeitas de planejar atos terroristas, sequestradas e levadas para um presídio em Campo Grande (MS), onde não lhes permitem acesso a advogados. Não se encontram legalmente detidas, foram colocadas fora da proteção legal, estão sujeitas ao terrorismo do estado. Terão sido suspensos os direitos constitucionais?

Em condições de isolamento, aterrorizadas por ameaças, talvez sejam coagidas a confessar participação em grupos terroristas; em tais circunstâncias, também confessarão que 2+2=5, e tudo o mais a que forem obrigadas. A situação é gravíssima, essas pessoas estão sendo vitimadas pelo estado, necessitam do amparo da lei.

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O abalo da democracia brasileira e a noção de tolerar, por Mario Sergio Cortella

 
Jornal GGN - O Diário do Centro do Mundo e a TVT entrevistaram o filósofo Mario Sergio Cortella, para falar sobre a intolerância, a falta de diálogo na sociedade, a democracia brasileira, a Operação Lava Jato e perspectivas para o futuro do país.
 
"A palavra intolerância, do latim, significa suportar, por isso tolerar é segurar. Há muitas formas de intolerância, por exemplo, na religião, posso chamar aquele que não tem a mesma religião de infiel. Há intolerância no campo do futebol, da política partidária, da convivência em relação à orientação sexual, isto é, a intolerância é a recusa a outros modos de ser", introduziu Cortella.
 
Para ele, as manifestações decorrem da urbanização acelerada e formação de grandes centros urbanos no Brasil no último meio século, que estimulou a produção do anonimato e da "não hegemonia de um único grupo". 
 
A consequência disso é que a "sociedade que se tornou muito mais aberta admitiu que viessem à tona coisas que, antes, não tinham o seu lugar". Mas, "só é possível a relação de intolerância se houver a diversidade", completou.
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