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Maria da Conceição Tavares acredita que dificilmente será repetido um momento de crescimento acelerado; por Luis Nassif
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Presidente não comenta decisão do STF sobre Ação Penal 470, mas afirma não ver tratamento igual para mensalão mineiro
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Inspirado numa afronta ao governo Barack Obama, relatório excede análise econômica e discute atitudes do PT
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Evento debate a atualidade da obra de Celso Furtado

Do Centro Celso Furtado

A atualidade da obra e do pensamento do economista Celso Furtado, dez anos após sua morte, será um dos temas do 2º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado. Haverá uma homenagem ao grande teórico do subdesenvolvimento, com resgate da sua contribuição para a formação do Brasil atual e revelações de fatos curiosos e desconhecidos da sua trajetória, durante mesa redonda mediada por Rosa Freire d'Aguiar, viúva de Furtado e presidente do Conselho Deliberativo do Centro. O encontro acontecerá na tarde do dia 20 de agosto com participação de estudiosos e profissionais que acompanharam a carreira do economia e ex-ministro da Cultura.

A mesa 2004-2014: a atualidade de Celso Furtado dez anos após sua morte será formada por Afrânio Garcia (Maison de Sciences de l'Homme), Aldo Ferrer (Universidade de Buenos Aires), Almino Affonso (ex-ministro do Trabalho do governo João Goulart), Angelo Oswaldo de Araújo Santos (presidente do Instituto Brasileiro de Museus), Carlos Brandão (economista do IPPUR/UFRJ) e Luiz Felipe de Alencastro (Universidade de Paris e FGV-SP).

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Como Israel ‘noticia’ os próprios crimes de guerra

Enviado por Adriano S. Ribeiro

Do Counterpunch

por Patrick Cockburn

Os porta-vozes israelenses já têm muito trabalho tentando explicar como os israelenses assassinaram mais de 1.000 palestinos em Gaza, a maioria dos quais civis, em comparação com apenas 3 civis mortos em Israel por foguetes e fogo de morteiro do Hamás. Mas pela televisão e pelo rádio e pelos jornais, porta-vozes do governo israelense hoje, como Mark Regev, parecem menos enroladores e menos agressivos que predecessores, que eram muito mais visivelmente indiferentes ao número de palestinos mortos.

Há pelo menos uma boa razão para esse ‘aprimoramento’ das capacidades de Relações Públicas dos porta-vozes de Israel. A julgar pelo que se os veem dizer, já estão trabalhando conforme um estudo feito por profissionais, bem pesquisado e confidencial, sobre como influenciar a mídia e a opinião pública nos EUA e na Europa. 

Redigido pelo especialista em pesquisas e estrategista político dos Republicanos, Dr. Frank Luntz, aquele estudo foi encomendado há cinco anos por um grupo chamado “The Israel Project” [Projeto Israel], que mantém escritórios nos EUA e em Israel, para ser usado “por todos que estão na linha de frente da guerra midiática a favor de Israel”. Leia mais »

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Seis perguntas sobre a crise hídrica de São Paulo

Enviado por Adamastor

Do Planeta Sustentável

 
Vanessa Barbosa

Assim como futebol e política, “água” virou assunto corrente nas conversas de quem vive em São Paulo. No supermercado, na fila do ônibus, na hora do almoço, as perguntas estão sempre lá: Vai ter racionamento? A água do volume morto é boa? Como São Paulo mergulhou nessa crise? E se não chover, vai faltar? Veja a seguir algumas respostas para as dúvidas mais comuns sobre a crise. 

1 – COMO SÃO PAULO MERGULHOU NESTA CRISE?
São Pedro tem participação, mas pequena. O último período chuvoso, que vai de outubro à março, foi o mais seco em 45 anos, segundo dados do Instituto de Astronomia e Geofísica da Universidade de São Paulo (IAG-USP). Não à toa, o verão de 2014 fez São Paulo bater vários recordes de calor.

Mas, veja bem, a responsabilidade do santo guardião da chuva termina aí. Uma parcela bem maior cabe ao poder público, o zelador oficial da água, incumbido de gerenciar esse recurso natural com parcimônia. Leia mais »

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Especialista defende isenção de impostos para impulsionar inovação no Brasil

Jornal GGN – O Brasil tem capital humano e tecnológico para o desenvolvimento de sistemas inovadores, mas ainda esbarra nas dificuldades aduaneiras na hora de trocar conhecimento com empresas de fora, de acordo com António Ramos Costa, diretor da Associação Nacional de Empresas de Tecnologia da Informação e Eletrônica de Portugal (ANETIE).

Para o especialista, não faz sentido criar uma política nacional de incentivo à inovação ou investir em pólos regionais no país se não houver isenção total de impostos para startups e empreendedores, como acontece na Europa e Estados Unidos.

Em entrevista exclusiva ao Jornal GGN durante o Pavilhão Amanhã, evento internacional de “tecnologias do futuro” promovido pela ANETIE com apoio do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, órgão da União Europeia, António Costa afirma que o que falta no Brasil não são ideias com potencial de crescimento, mas justamente esse mecanismo. “É importante ter iniciativas como as startups, mas outra vertente são as parcerias internacionais. Trocar conhecimento com empresas e statups de outros países”, diz.

Para ele, falta uma mão dupla na troca de informações, experiências e recursos entre as empresas brasileiras e as de fora. “É preciso compartilhar nos dois sentidos. Diria que falta mais isso no Brasil. O Brasil é um pais fechado, protecionista. Nesse momento, é a maior dificuldade que o Brasil enfrenta. Isso já foi feito, por exemplo, com as indústrias. Mas a inovação não era feita aqui, mas trazida de fora. A inovação precisa de um sistema aberto”.

Segundo ele, é isso que faz com que pessoas capacitadas acabem trocando o país pelo Vale do Silício, nos Estados Unidos, ou a Europa, em busca de facilitar essa troca. “Não é que as pessoas não tenham essa capacidade aqui. Elas têm, mas é preciso abrir mais, sobretudo o sistema aduaneiro. Há impostos para compra e venda. Se cada vez que tiver que trocar conhecimento, trazer e levar inovação e recursos, também tiver que pagar imposto, não adianta”, afirma.

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Juro ao consumidor no crédito é o maior registrado pelo BC

 
 
Jornal GGN - O estoque total das operações de crédito do sistema financeiro, incluindo recursos livres e direcionados, atingiu R$2.830 bilhões em junho, de acordo com o relatório "Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro", divulgado nesta terça-feira (29) pelo Banco Central do Brasil.
 
O saldo dos empréstimos a pessoas físicas totalizou R$1.324 bilhões, avançando 1% e 14,3%, e o referente a pessoas jurídicas, R$1.506 bilhões, após incrementos de 0,9% e 9,7%, nas mesmas bases comparativas. A relação crédito/PIB alcançou 56,3%, ante 56,2% no mês anterior e 55% em junho de 2013.
 
O comportamento do mercado de crédito no primeiro semestre do ano evidenciou a desaceleração das carteiras com recursos livres e direcionados, em cenário de elevação de taxas de juros e estabilidade da inadimplência, de acordo com o documento. Nesse período, as contratações pelas famílias apresentaram mais dinamismo que no segmento corporativo, destacando-se em especiail os empréstimos consignados, rurais e imobiliários, de menor risco e prazos mais elevados.

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A lista das crianças assassinadas pelas tropas israelenses em Gaza

Enviado por alfeu

Do B’Tselem

Israeli media is not listing the names of children killed in Gaza.

These are their names:

 

Nasmah Iyad al-Qasas , 10 |

Amir Hamudah Hussein a-Najar , 2 |

Saji Hasan Akram al-Halaq , 4 |

Amneh Jihad Matar , 10 |

Suha 'Abd Rabu Musleh , 2 |

Asil al-Masri , 15 |

Suliman Ahmad Abu Jame' , 14 |

Ahmad 'Abd Rabu Musleh , 14 |

Walaa Muhammad al-Kayed , 15 |

Siraj Yaser Ahmad Abu Jame' , 4 |

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O Trio Los Machucambos

Por Jota A. Botelho


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Lista de Livros: O Guardião de Memórias, de Kim Edwards

Enviado por Doney

Lista de Livros: O Guardião de Memórias - Kim Edwards

Editora: Sextante

ISBN: 9788599296141

Opinião: muito bom

Páginas: 368

“Parecia não haver fim para as mentiras que uma pessoa era capaz de dizer, depois de começar.”

“David tinha tentado proteger o filho das coisas que sofrera quando criança: pobreza, preocupações, tristezas. Mas seus próprios esforços haviam criado perdas que ele nunca tinha previsto. A mentira crescera entre eles como uma rocha, obrigando-os a também crescerem de forma estranha, como árvores retorcidas em volta de um pedregulho.”

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PROTESTE detecta fraude e incompetência em assistências técnicas

Enviado por PROTESTE Associação de Consumidores

Em teste com dez assistências técnicas da cidade de São Paulo, a PROTESTE Associação de Consumidores encontrou problemas graves, como quatro estabelecimentos que declararam ter realizado serviços não executados, a substituição por peças não certificadas e a não entrega de nota fiscal. O estudo reflete o que muitos consumidores têm de enfrentar quando um aparelho necessita de conserto.

Três empresas, as não autorizadas Alv Aguilar e Servilar, e a autorizada Eletrônica Assaí, não identificaram corretamente a avaria no produto e substituiram peças desnecessárias ao reparo. E quatro delas, a autorizada Assaí e as não autorizadas Leader Net Srvice, Alv Aguiar e Servilar, afirmaram ter feito um serviço que não foi executado. E a substituição do fusível queimado por um sem certificação, que pode vir a causar danos ao aparelho foi feita por: Eletrotécnica Makoto, Leader Net Service, Servilar e Eletrônica Campo Belo.

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General da ditadura acha absurdo investigar abusos "30 anos depois"

Jornal GGN - O general reformado Nilton de Albuquerque Cerqueira , 84, conhecido por ter comandado militares em casos como o Riocentro e a Operação Pajussara, disse na manhã desta terça (29), durante depoimento monossilábico à Comissão Nacional da Verdade, que acha um absurdo que esses episódios sejam investigados "30 anos depois" de ocorridos.

Sem permitir que a imprensa acompanhasse o depoimento, Cerqueira foi questionado por cerca de 15 minutos. Dez perguntas foram feitas com o objetivo de saber de sua participação durante a ditadura militar. Algumas, com base em ordens assinadas pelo próprio general. Diante das exposições, ele disse que não tinha "nada a declarar".

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Januário de Oliveira, a voz de veludo

Por Laura Macedo

Apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, Januário de Oliveira (24/3/1902 - 22/2/1963) consolidou sua carreira em São Paulo. Foi o compositor e mutiinstrumentista José Barbosa da Silva - o Sinhô -, conhecido, também, como o Rei do Samba (um ano antes de sair de cena) quem levou Januário para São Paulo, em 1929. Lá em Sampa ambos apresentaram-se em um show, no Teatro Municipal em apoio à candidatura de Julio Prestes à Presidência da República, promovido pelo movimento da Antropofagia.

Januário de Oliveira e Sinhô Leia mais »

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A difícil vida da Oi em 2014

Jornal GGN - Os dias não têm sido fáceis para a Oi. Mesmo com o anúncio de um futuro promissor em seu plano de expansão, no ano passado, frustrou investidores ao mergulhar em uma nova crise. A geração de caixa da companhia em 2014 está comprometida apenas com gastos anteriormente agendados, como investimentos, pagamento de juros de dívida e outros desembolsos, segundo reportagem do jornal Valor Econômico.

A conta pode não fechar, de acordo com a matéria, o que exigirá que empresa levante mais recursos no mercado para equilibrar as contas, seja com novos empréstimos ou venda de ativos.
 
O fluxo de caixa deve ficar negativo mesmo sem incluir na conta os recursos necessários para investimentos em licença de quarta geração de celular (4G), cujo leilão da frequência de 700 megahertz está previsto para setembro. Deve haver também aumento no custo da dívida por conta do rebaixamento da nota de crédito por parte de agências de ratings internacionais. Tudo isso misturado a uma oferta de compra da TIM, cujo valor de mercado já bateu na casa dos R$ 30,05 bilhões.

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Economia à francesa: Toulouse abandona pacote Office

Jornal GGN - Desde que assumiu a prefeitura de Toulouse, o profisional de sistemas Pierre Cohen começou um plano de implementação de softwares livres e de código aberto na administração pública municipal. Seu projeto principal era trocar o pacote Office, da Microsoft, pelo LibreOffice, software aberto e gratuito lançado em 2011. A estimativa é que a 1 milhão de euros tenham sido economizados nesta troca.

Enviado por Edsonmarcon

Por aqui, funcionários EXIGEM o pacote Office da MS.

Do Estadão

Cidade francesa abandona Microsoft Office e economiza €1 milhão

SÃO PAULO – A cidade de Toulouse, no sul da França, se tornou um exemplo de política pública digital na Europa. Desde que Pierre Cohen, um profissional de sistemas assumiu a prefeitura em 2011, foi dado início a um plano de implementação de softwares livre e de código aberto em toda a administração pública municipal, que emprega cerca de 10 mil servidores.

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A revolução silenciosa da agricultura familiar

Enviado por Demarchi

Da Carta Maior

 
Najar Tubino
 
Porto Alegre (RS) – Esta é uma história que tenta retratar algumas mudanças ocorridas na zona rural brasileira nos últimos anos e que, certamente, não estão nas estatísticas. Uma das fontes consultadas é o trabalho divulgado em dezembro de 2013 pela Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo Federal, realizado pelo IPEA, IBGE e analisado pelos pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O trabalho é sobre Agroindústria Rural no Brasil. O IBGE registra, com base no censo de 2006, que 16,7% dos estabelecimentos rurais do país praticaram algum tipo de transformação da matéria-prima produzida. A agricultura familiar no país envolve 4,3 milhões de estabelecimentos rurais, com mais de 12 milhões de pessoas trabalhando, representa 38% do Valor Bruto de Produção – R$54,5 bilhões -, embora ocupe menos de 25% da área agriculturável.

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A dívida dos manifestantes com os repórteres, por Janio de Freitas

Jornal GGN - Em sua coluna na ‘Folha’, Janio de Freitas critica a ameaça dos ativistas a fotógrafos, cinegrafistas e repórteres feitas na sede do Sindicato de Jornalistas do Rio de Janeiro na semana passada. Para o colunista, elas são um “denunciador de inequívoca obtusidade política”. Janio ainda diz que os ativistas devem sua integridade física aos jornalistas que cobriram as manifestações, já que, sem esta cobertura, não haveria pressão para que a repressão da segurança pública fosse contida pelos responsáveis pela atividade policial. Ele afirma que há um esforço das Secretarias de Segurança para uma nova conduta policial, para “educar o agente de segurança para o confronto sem exorbitâncias”.

Da Folha

 
Os adeptos da violência inútil ainda não percebe-ram que devem a jornalistas a sua integridade física
 
As ameaças dos "ativistas" aos fotógrafos, cinegrafistas e repórteres --"Lutar não é crime / Vocês vão nos pagar"--, berradas em coro dentro do próprio Sindicato dos Jornalistas do Rio, são um equívoco duplo e denunciador de inequívoca obtusidade política. Mas não só.
 
Lutar pode ser crime, sim, a depender da luta. Lançar um rojão contra um cinegrafista de costas, levando-o à morte, não é lutar. É covardia mortal. Como também é só covardia criminosa, embora, por sorte, não letal, derrubar e ferir um cinegrafista que apenas procurava captar a liberação dos presos por violências apelidadas de "manifestações".

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