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Luis Nassif Online

Dos quatro candidatos a Procurador Geral, apenas um teve a coragem de apontar distorções da Lava Jato; por Luís Nassif
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Bomba continha inúmeros parafusos que, se tivessem atingido alguma pessoa, poderia ter provocado sua morte
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A frente anti-Dilma é composta de diversas cabeças, com poucas afinidades entre si; por Luis Nassif
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Prisão de Othon pela Lava Jato compromete produção de energia nuclear, diz Pinguelli

"As preocupações com corrupção levam ao atraso de Angra 3 e causam ainda mais custos", disse Luiz Pinguelli Rosa

Por Jeb Blount

A prisão de líder Brasil nuclear pode frustrar suas ambições atômicas

Da Reuters (tradução do GGN)

A prisão do antigo chefe de serviço público de energia nuclear do Brasil por acusações de corrupção poderia interromper um plano para reviver as ambições nucleares brasileiras cujas raízes remontam a seu programa atômico da década de 1980.

Othon Luiz Pinheiro da Silva, um almirante aposentado, foi preso na terça-feira [passada, no âmbito da Operação Lava Jato] por supostamente receber 4,5 milhões de reais (1,35 milhões dólares) em subornos de empresas de engenharia que trabalham na usina de Angra 3.

Enquanto a Constituição brasileira compromete o uso pacífico da energia atômica, Pinheiro, de 76 anos, foi durante três décadas um jogador central em planos para concluir Angra 3, construir oito reatores adicionais e até mesmo uma frota de submarinos nucleares.

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Temer se apresenta como figura de "equilíbrio" dentro do PMDB

O vice-presidente fez uma crítica indireta ao radicalismo de Eduardo Cunha, presidente da Câmara, sem afastar um diálogo com a oposição
 
Jornal GGN - "Não vamos pensar que divisões internas poderão fazer crescer o PMDB. O que nos faz crescer é a unidade", disse o vice-presidente Michel Temer, nesta sexta-feira (31), em discurso a dirigentes do partido em São Paulo. Temer criticou o "radicalismo" e alertou que o partido precisa ter "equilíbrio".
 
No recado indireto ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vem se posicionando com radicalidade frente à fragilidade política do governo, Temer utilizou a oportunidade para se apresentar como uma representatividade de segurança dentro do PMDB e definir uma aproximação com a oposição, ainda que com cautela. 
 
 
De acordo com ele, a atual crise do governo Dilma e o momento de "descrença na classe política" pede "equilíbrio" do partido que, segundo ele, desde 1988 é "o centro da governabilidade no país". "Nós estamos passando por uma fase delicada no Brasil e, essa fase, demanda muito equilíbrio. Não podemos radicalizar em nenhum momento", disse.
 
Ao mesmo tempo, Temer deu bandeira verde para um possível diálogo com os partidos de oposição, afirmando que não havia "nenhuma preocupação" pela possibilidade de essa bancada liderar as comissões de inquérito de pautas desfavoráveis ao Palácio do Planalto. 
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Dilma é honrada e não está envolvida em corrupção, diz FHC

Da CartaCapital

Em entrevista à revista alemã de economia Capital, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu a presidente Dilma Rousseff, afirmando que ela não está envolvida no escândalo de corrupção na Petrobras.

"Não, não diretamente. Mas o partido dela, sim, claro. O tesoureiro está na cadeia", afirma FHC em entrevista publicada – em alemão – na edição deste sábado 1 da revista. "Eu a considero uma pessoa honrada, e eu não tenho nenhuma consideração por ódio na política, também não pelo ódio dentro do meu partido, [ódio] que se volta agora contra o PT."

FHC atribui ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a responsabilidade política pelo escândalo de corrupção na Petrobras. "Os escândalos começaram no governo dele", argumenta. "Tudo começou bem antes, em 2004, com o Lula, com o escândalo do mensalão."

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Alckmin terá de pagar dias parados durante greve, decide Justiça

Do Justificando

O desembargador Francisco Casconi, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou ontem (30) recurso do governo estadual contra a intimação para o pagamento dos dias parados durante a greve realizada entre 16 de março e 12 de junho.

Em seu despacho, Casconi afirmou que “a mesma presteza, eficiência, pontualidade e agilidade adotadas pelas autoridades impetradas quando do desconto dos dias parados, deveriam ser observadas no cumprimento da liminar em questão”.

De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp), o despacho deixa claro que o governo deve cumprir imediatamente a ordem judicial, com a mesma rapidez adotada para descontar os dias da greve. Ou seja, assim que o despacho for publicado no Diário Oficial do Estado, deve ser providenciado o pagamento.

“O estado pode recorrer, mas tal medida não suspende o efeito da decisão judicial. E o governo vem sofrendo derrotas consecutivas no Órgão Especial do TJSP, sem apresentar nenhum novo argumento que possa alterar a decisão do Tribunal”, diz a presidenta da Apeoesp, Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel.

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Para entender o jogo do impeachment e o caso Catta Preta

O factoide protagonizado pela advogada Beatriz Catta Preta é significativo para se entender a próxima etapa do jogo do impeachment.

Beatriz trabalhava no escritório do ex-procurador, ex-desembargador Pedro Rotta, já falecido. Uma breve pesquisa na Justiça Federal indicará que Rotta provavelmente foi o recordista na concessão de habeas corpus para grandes traficantes. Uma breve investigação sobre os bens que ficaram em nome da viúva mostrará parte da sua carreira jurídica.

Como procurador, Rotta foi transferido para São Paulo por Golbery do Couto e Silva para resolver os problemas do Banco Cidade com a justiça. Posteriormente, tornou-se desembargador do TRF3. Foi através do escritório de Rotta que Beatriz conheceu seu futuro marido, processado por falsificação de dólares.

Ela é peça central para entender o jogo da Lava Jato. Por que razão uma advogada criminal pouca conhecida, que transitava apenas pelo baixo submundo do crime, se tornou advogada de todas as delações? Quais seus contatos anteriores, para se tornar o canal entre os detidos e a força tarefa e o juiz Sérgio Moro? Quem bancava seus honorários, se não eram os detidos? E porque os detidos se valeram apenas dela para aceitar o acordo de delação?

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Atraso nas obras da linha 4 do metrô deve trazer duplo prejuízo à gestão Alckmin

 
Jornal GGN - A quebra do contrato das obras da linha 4-amarela do metrô de São Paulo, anunciada pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB), além de atrasar por mais, pelo menos, um ano a entrega, deve duplicar o prejuízo financeiro, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.
 
Depois que o contrato da obra das novas estações foi rescindido, justificando-se pelo fato de que o consórcio Isolux Corsán-Corviam não respeitou prazos, normas de qualidade e segurança e deixaram de pagar subcontratadas e fornecedores, uma nova licitação será aberta. Segundo o secretário dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, a expectativa é que entre final de agosto e início de setembro, a licitação seja publicada, para retomar as obras no início de 2016. 
 
O prazo, no entanto, é ousado, uma vez que a licitação para obras desse porte geram uma demanda maior de tempo. A última previsão para a conclusão da linha era para 2018. Com a mudança, pelo menos mais um ano deve ser necessário para a entrega das obras.
 
Outro ponto ainda não esclarecido é o valor do certame de concorrência, que não foi calculado. O secretário estima quantia "elevada". Dos R$ 559 milhões previstos, o consórcio anterior Isolux recebeu R$ 201 milhões. Para a nova liciação, o orçamento deverá ser recalculado. 
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Não existe cidadão acima da lei ou de decisões judiciais, diz Janot

Da Agência Brasil

Por Nielmar de Oliveira Silva

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou hoje (31), a propósito das investigações e prisões decorrentes da Operação Lava Jato, que não existe mais no país cidadão acima da lei ou livre de se submeter às decisões judiciais.

Falando por ocasião da solenidade de devolução à Petrobras de R$ 69 milhões, repatriados a partir das investigações conduzidas pelo Ministério Público Federal (MPF), o procurador-geral avaliou que depois da Operação Lava Jato, a Justiça brasileira amadureceu.

“Que fique, portanto, a mensagem de que o Ministério Público Federal está trabalhando para recuperar o orgulho do brasileiro e de que não existe cidadão acima da Lei. Hoje a Justiça brasileira dá sinais de que estamos vivendo um período de maturidade em que ninguém se exime do cumprimento da lei ou de se submeter às decisão judiciais”, disse Janot.

Para Janot, a devolução de recursos desviados de forma ilícita da Petrobrás revela a atuação efetiva e incisiva do Ministério Público, além de resgatar o orgulho do Brasil. “Se acompanharmos a trajetória e as dificuldades dessa empresa para chegar até onde chegou, veremos que o que esses criminosos fizeram foi, além de saquear barbaramente os recursos dessa empresa, retirar da sociedade brasileira o seu orgulho e o orgulho na sua maior empresa (...). Pretendemos reverter este quadro e permitir a recuperação do nosso orgulho perdido. Essa empresa foi vítima da atuação cruel de criminosos que acharcaram o seu patrimônio”.

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Museus: faces e fases de uma metrópole

Por Eliana Rezende

Como poderíamos, por meio de determinados ícones de arquitetura e cultura, entender uma metrópole?

Experimente fazer isso com alguns deles.

Comecemos por dois. Com acervos e localização à parte, os prédios da Pinacoteca do Estado de São Paulo e o MASP (Museu de Arte de São Paulo) podem nos trazer pistas interessantes sobre a metrópole e suas faces. Contam-nos boas histórias de um outro tempo e da criatividade e determinação de seus arquitetos e idealizadores.

Um é representante de uma arquitetura tradicional de princípios do século XX, com projeto do escritório de Ramos de Azevedo (1896-1900) e que no decurso do tempo sofreu diversas reformas e intervenções. A última delas ocorrida na década de 1990, durante a gestão de Emanoel Araújo como diretor da instituição. E de um projeto de recuperação do prédio assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha.

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O prenúncio de um neofascismo aterrador, por Maria Fernanda Arruda

Do Correio do Brasil

Ignorância + fanatismo farizaico = neofascismo

Por Maria Fernanda Arruda – do Rio de Janeiro
 
As manifestações de intolerância que vão se fazendo corriqueiras, especialmente em São Paulo, fazem o prenúncio de um neofascismo aterrador. Onde estão as causas disso? Obviamente há uma grande causa: o horror que a imagem de Lula provoca em determinados segmentos da população. Demais genérica, e mesmo que verdadeira, a explicação não satisfaz. Vamos em busca de uma apreensão mais ampla do fenômeno?
 

Primeira situação favorável à radicalização: temos no Brasil um quadro dividido entre dois partidos (e que, no correr do tempo, se corromperam): o PT, nascido um partido “obreiro”, interessado em defender salários melhores para os operários e condições dignas de vida, e que se tornou um grêmio populista ao defender a integração social dos pobres e miseráveis; e o PSDB, que surgiu como protesto à corrupção do velho PMDB, chegando ao poder e tornando-se a representação do neoliberalismo que trazia a ‘globalização modernizadora’ para o Brasil. A proposta do PT adequa-se à prática democrática de eleições livres, enquanto a do PSDB é um convite à rejeição nas urnas. Comprovada essa rejeição, o partido das elites encontrou, como filão a ser explorado eleitoralmente, as acusações de corrupção desenfreada dos adversários.

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Livro analisa a canção popular brasileiro no século XX

Do Portal Educacional

Cantando a história do Brasil

 
Autor: Luciana Salles Worms e Wellington Borges Costa
Editora: Nova Didática 
Nº de páginas: 200
ISBN: 8574721948
 
Da República Velha e a política do café com leite à Nova República com a geração Coca-Cola, que saiu às ruas para depor o presidente Fernando Collor. Luciana Worms e Wellington Costa nos convidam a conhecer a história do Brasil do século XX por meio de 176 canções populares. 

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Após receber recursos desviados, Petrobras anuncia medidas anticorrupção

Jornal GGN - A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (31), durante ato de devolução de recursos resgatados pelo Ministério Público - órgão que participa da Operação Lava Jato -, medidas que tornam mais rigoroso o processo de gestão de fornecedores. Segundo informações do Valor Econômico, o MPF devolveu à companhia cerca de R$ 69 milhões - boa parte desse valor diz respeito à propina paga entre 1999 e 2012, em função de contratos com a SBM Offshore. 

Segundo a estatal, agora as empresas deverão prestar informações detalhadas sobre estrutura, finanças e mecanismos de compliance (conformidade) e combate à fraude e à corrupção, entre outros itens, sendo avaliadas pelo processo conhecido como Due Diligence de Integridade.

"O objetivo é aumentar a segurança nas contratações de bens e serviços e mitigar riscos em relação às práticas de fraude e corrupção. Estamos implementando ações para que apenas os fornecedores que comprovarem adotar medidas de conformidade e integridade sejam mantidos em nosso cadastro e possam participar de processos licitatórios", divulgou a assessoria da estatal.

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Ana Cristina, uma cantora diferençada, por Aquiles Rique Reis

Hoje olharemos Sobre o Tempo (independente), oitavo CD da compositora, cantora e atriz mineira Ana Cristina. Quinze canções cujos versos permitem uma abrangente visão do tempo sobre a vida. Para tanto, Ana interpreta não apenas o que está visível nos versos de cada uma das letras, ela torna-se cúmplice das suas entrelinhas.

Lá estão: “O Amanhã” (João Sérgio), “Oração ao Tempo” (Caetano Veloso),

“E o Mundo Não Se Acabou” (Assis Valente), “O Último Dia” (Moska e Billy Brandão), “O Tempo Não Para” (Arnaldo Brandão e Cazuza), “Sentimental” (Chico Buarque), “Tempo Perdido” (Renato Russo), “Paciência” (Lenine e Dudu Falcão), “Sobre o Tempo” (John Ulhôa), “Tempo Rei” (Gilberto Gil), “Time’s Not Money” (Leri Faria e M. Avelar), “2001” (Rita Lee e Tom Zé), “Confidência Maneira” (Sérgio Moreira), “Eu no Futuro” (Lula Queiroga) e “Tempos Modernos” (Lulu Santos).

Os arranjos de Caio Gracco (ele que também assina a direção musical e toca baixo e teclado, além de criar programações eletrônicas) carregaram na sonoridade pop, instigada por percussões (Léo Pires) e por guitarras e violões (Cláudio Moraleida).

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A ameaça de corte do rating do Brasil pela Standard & Poor's

Por Felipe Rezende

S&P threatens to downgrade Brazil to junk

S&P has issued a negative outlook regarding Brazilian sovereign debt. TheS&P’s announcement stated that

Over the coming year, failure to advance with (on- and off-budget) fiscal and other policy adjustments could result in a greater-than-expected erosion of Brazil’s financial profile and further erosion of confidence and growth prospects, which could lead to a downgrade. The ratings could stabilize if Brazil’s political certainties and conditions for consistent policy execution–across branches of government to staunch fiscal deterioration–improved. It is our view that these improvements would support a quicker turnaround and could help Brazil exit from the current recession, facilitating improved fiscal out-turn and provide more room to maneuver in the face of economic shocks consistent with a low-investment-grade rating.

This warning has been echoed by other credit rating agencies threatening to downgrade Brazilian sovereign debt to junk. But, should anyone trust credit rating agencies? Once more, credit rating agencies are clueless in their assessments. They have specialized in making the wrong assessments regarding sovereign governments’ capacity to pay local-currency debts. They have downgraded sovereign governments like the US, UK, Japan, and now Brazil. Paradoxically, credit rating agencies, which have a track record ranging from arbitrary and imprecise to clueless (herehereherehere), can still dictate the outcomes of the fiscal policies of sovereign governments.

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ONG ligada a presidente do TCU é suspeita de irregularidades

 
Jornal GGN - A ONG Instituto de Desenvolvimento da Região do Sisal, ligada ao presidente do TCU, Aroldo Cedraz, recebeu R$ 3,5 milhões do governo federal através de convênios entre os anos de 2005 e 2011. Suspeitas de irregularidades fizeram com que um desses convênios fosse suspenso.
 
O foco da ONG, sediada na cidade de Valente, na Bahia, é fomentar cadeias produtivas do artesanato e a caprinocultura.
 
Em 2011, ela firmou contrato com o Ministério do Trabalho para treinar trabalhadores do setor do petróleo em cidades do Ceará, no valor de R$ 2,9 milhões. Apenas a primeira etapa do convênio, no valor de R$ 884,7 milhões, foi paga, já que o contrato foi suspenso por inconsistências no desenvolvimento do projeto.
 
Aroldo Cedraz será o responsável por conduzir a análise das contas da presidente Dilma, que correm risco de rejeição.
 
Da Folha
 
 
JOÃO PEDRO PITOMBO
 
Ligada ao presidente do TCU, Aroldo Cedraz, a ONG Instituto de Desenvolvimento da Região do Sisal recebeu R$ 3,5 milhões do governo federal por meio de convênios entre 2005 e 2011. Um desses convênios foi suspenso por suspeitas de irregularidades.

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Investigações sobre corrupção no Paraná ganham juiz exclusivo

Jornal GGN - As operações Publicano (que investiga esquema de fraude fiscal e pagamento de propina a agentes da Receita do Paraná) e Voldemort (que apura o envolvimento de homens fortes do governo do tucano Beto Richa em esquemas de corrupção que implicam a campanha eleitoral e 2014) ganharam um juiz exclusivo.

Por determinação da presidência do Tribunal de Justiça do Paraná, o juiz Juliano Nanuncio, da 3ª Vara Criminal de Londrina, será encarregado de despachar exclusivamente sobre as duas investigações em andamento. Nanuncio será para a Publicano e Voldemort o que Sergio Moro, da 12ª Vara de Curitiba, é para a Operação Lava Jato, que começou desbaratando formação de cartel e pagamento de propina na Petrobras.

Segundo informações do blog do Esmael Morais, a medida não agradou os advogados, pois a figura de um juiz exclusivo tende a acelerar a tramitação dos inquéritos e dificulta o papel da defesa.

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