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Luis Nassif Online

Programa de Desenvolvimento Produtivo é a mais promissora política industrial moderna lançada no país; por Luis Nassif
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No caso do helicóptero dos Perrellas, uma dúvida: aeroportos irregulares serviram de parada para abastecimento?
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Políticas públicas devem necessariamente ser sistêmicas, isto é envolver o maior números de setores
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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Israel e a construção da intolerância a partir dos bancos escolares

Jornal GGN – Nurit Peled-Elhanan é uma militante pacifista israelense. É professora de Literatura Comparada da Universidade de Jerusalém e uma das fundadoras da associação Bereaved Families for Peace. É filha de um general do Exército de Israel que, após atuar na Guerra dos Seis dias, tornou-se acadêmico, chefe do Departamento de Língua e Literatura Árabe da Universidade de Tel Aviv. Seu pai, Mattityahu Peled, foi um duro crítico da colonização israelense dos territórios palestino, pacifista e um dos grandes defensores do diálogo entre Israel e a OLP, bem como da devolução dos territórios ocupados.

Em 1997, a filha de Nurit foi morta em um atentado suicida palestino. A criança tinha 13 anos. A partir daí Nurit posicionou-se e começou a criticar publicamente a ocupação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza por Israel. Segundo ela, o país adota “uma política míope que recusa o reconhecimento dos direitos do outro e fomenta o ódio e os conflitos”.

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A dificuldade de ser negro no Brasil, por Sebastião Nunes

Enviado por Romério Rômulo

do jornal O Tempo

A dificuldade de ser negro no Brasil, por Sebastião Nunes

O poeta Adão Ventura morreu em junho de 2004, e de lá para cá sua poesia vem sumindo. Que autores sejam apagados do mapa da história literária não é incomum, ao contrário. A imensa maioria despenca no abismo sem fundo do ostracismo apenas alguns anos depois da morte. É engano imaginar que o “gênio” louvado hoje pelo imediatismo da mídia mereça o rótulo de ótimo ou de bom depois de amanhã. Mesmo ser chamado de ruim é ainda “menos pior” do que inexistente. E a grande maioria não resiste sequer a uma década de desprezo. Vira sombra de sombra de sombra.

NEGRO? PIOR AINDA
 
Sempre me espantou a segurança com que Maria Mazzarello Rodrigues, a Mazza, trilhou sua caminhada de militante e editora. Negra ela mesma, acreditou que a cor da pele não inferiorizava ninguém e foi em frente, desde a década de 1960, pelo menos, quando as pessoas tinham vergonha da própria cor.

Alguma coisa mudou deste então, principalmente a visão de cada um como ser humano, mas não mudou muito, principalmente em cidades marcadamente racistas, tipo São Paulo e Belo Horizonte. Na época a que me referi, antes da revolução cultural pop, ser negro era quase como ser leproso. Vivia-se em guetos e os pretos conheciam seu lugar na pirâmide, ou seja, no degrau mais baixo, condenados à inferioridade social do nascimento à morte.

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Manifestações pelo mundo contra situação da Faixa de Gaza

Jornal GGN - São Paulo abraçou Gaza neste domingo. Manifestações aconteceram em mais de um local da cidade, em apoio ao povo palestino e contra o genocídio promovido por Israel. Pela paz. Algumas imagens das manifestações em São Paulo foram enviadas ao Jornal GGN por Nacho Lemus (fotos da montagem). 

Várias cidades pelo mundo fazem manifestações pró-Palestina e contra o genocídio. Algumas imagens para ilustrar esta ação global pela paz.

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Imagens

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A trégua revela o alcance destrutivo da ofensiva israelense em Gaza

De Alba Notícias

Foram assassinados 1.050 palestinos, mais de 6.000 feridos. A comunidade internacional apela às partes para que estendam o cessar-fogo humanitário

Juan Gómez, Gaza, 26 de Julho

Duas mulheres choram em escombros de sua casa em Beit Hanoun, no norte da Faixa de Gaza. Lefteris Pitarakis (AP)

Milhares de moradores tomaram as ruas de Gaza, ontem, dentro de 12 horas após o cessar-fogo entre Israel e as milícias palestinas. Os desalojados das áreas que Israel escolheu para invadir Gaza tiveram uma pausa para procurar os mortos ou para resgatar algum valor nas faixas de escombros deixados de uma semana de bombas israelenses. De Shiyaiya, um bairro a leste de Gaza e Beit Hanoun, uma cidade ao norte, apenas ruínas: as ruas estão intransitáveis​​, as oficinas foram queimadas, suas casas e animais apodreceram ao sol. O edifício de três andares da família Yandiye, um dos maiores da Shiyaiya, deu lugar a uma enorme cratera que se parece com a família atordoada, tentando salvar alguma coisa útil: roupas, sapatos, algum fio de vista. Não havia mais nada.

Um menino de uma família, que não quis dar seu nome, disse que, pelo menos, não lhes haviam impedido de buscar mortos.

Os El Helu tiveram menos sorte. Em algumas ruas, em um canto atrás das ruínas da via Al Nazaz Shuyaiya, uma dúzia de homens ao meio-dia vasculhavam os escombros em busca de dez parentes enterrados por dois pisos de concreto. A poeira cinzenta manchava as roupas, a barba e os cabelos de Issam el Helu, que apontava, ontem, para uma placa de cimento afundado: "Debaixo, está o meu irmão Yihad". No último domingo, morreram ali suas três irmãs junto com Yihad, sua esposa Siham, dois de seus filhos, uma nora e três netos: Mara, de dois anos, e Karam e Karim, gêmeos de cinco meses. Refugiaram-se na sala de estar de um vizinho. Issam apontou para o leste, onde se escondia os tanques de Israel. Conta que Yihad foi salvo na casa de seus amigos e vizinhos, a 100 metros a oeste e, aparentemente, protegido contra projéteis. Issam sorri ao contar que "morreram na casa mais segura". Um sobrinho chamado Ibrahim também sorriu: "Não importa, porque dois dias depois, estouraram a sua também”.

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Onde o rato sumiu? Músicas com letras que me marcaram

Enviado por Jota A. Botelho

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A dupla Agusta e Agostini

 

Ela, na verdade, se chama MV Agusta, famosa marca italiana de motos, criada por Domenico Agusta. Dominou o cenário de competições desde o final de decada de 50 até o início dos 70, nas categorias de 350cc e 500cc; nesta última venceu quase todos os campeonatos e na primeira foram 10 títulos no mesmo espaço de tempo.

 

 

Êle se chamava Giacomo Agostini, também conhecido como "Ago", foi uma lenda no motociclismo e alcançou junto com a MV Agusta 6 títulos na categoria 350cc e 7 na de 500cc, todos em anos seguidos. Além disso, no importante torneio na Ilha de Man, na Inglaterra o "Isle of Man Tourist Trophy" chegou em primeiro lugar por 5 vêzes em ambas as categorias.

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Por que "E.T. O Extraterrestre" tornou-se um clássico AstroGnóstico?

Quase três gerações depois o filme “E.T. O Extraterrestre” (1982) continua emocionando, tornando-se um clássico como “O Mágico de Oz”. Como uma produção cinematográfica alcança esse estágio atemporal? O filme oferece mais do que uma história de amizade e amor entre um menino e um ser extraterrestre: de um lado refletiu a incipiente cultura adolescente dos subúrbios norte-americanos da época, mas também o arquétipo contemporâneo do Estrangeiro, a condição humana de alienação e estranhamento através de uma fantasia AstroGnóstica: o paralelo da condição humana com a de um ser extraterrestre querendo retornar para casa. Leia mais »

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Eric Clapton homenageia J.J. Cale!

Eric Clapton se junta a Mark Knopfler, Willie Nelson, Tom Petty, Derek Trucks, John Mayer, Don White e Christine Lakeland para um disco homenagem ao grande J.J. Cale, falecido em Julho de 2013!

'Eric Clapton & Friends - The Breeze' é uma excelente sucessão de covers das intimistas musicas do musico de Oklahoma!


 

Eric Clapton & Friends - Call Me The Breeze (Official Music Video)

Mini documentário sobre o trabalho:

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Federação Israelita posta vídeo para justificar o massacre

A Federação Israelita de São Paulo postou no Youtube um vídeo repulsivo (vocês podem assisti-lo e/ou repassá-lo utilizando este link), no qual compara o estado judeu a um menino mais forte que um espertinho mais fraco provoca sem parar.

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Telexfree realizava mais de 60% de pagamentos ilegais

Jornal GGN - Com a Operação Orion deflagrada, as denúncias mostram que de 9 tipos de bonificações pagos pela Telexfree aos associados, pelo menos 6 eram ilegais. As informações constam no relatório da Polícia Federal e do Ministério Público Federal entregues à Justiça Federal do Espírito Santo.

Da Gazeta Online
 
 
Denúncias preliminares apresentadas à Justiça Federal do Espírito Santo contra os donos da Telexfree afirmam que de nove tipos de bonificações, pagos pela empresa aos associados, pelo menos seis eram ilegais.
 
As informações foram usadas para respaldar a Operação Orion, deflagrada na última quinta-feira (24), e uma série de outras medidas cautelares, como bloqueio de bens, quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa e dos donos da companhia, Carlos Costa, Carlos Wanzeler, e de outras sete pessoas, como familiares dos empresários.
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Os condenados pela mídia, por Carlos Brickmann

 
 
Os condenados pela mídia, mesmo inocentes, têm a reputação para sempre prejudicada. Algum repórter já foi verificar isso?
 
Um ótimo filme, de 1951, é um retrato do jornalismo da época. Mas vale até hoje. Com Kirk Douglas, dirigido por Billy Wilder, "A Montanha dos Sete Abutres" mostra como as coisas realmente funcionam.
 
Kirk Douglas é Charles Tatum, repórter decadente em busca de emprego. Um dia, soube que um escavador tinha ficado preso num desabamento, na montanha dos Sete Abutres, numa pequena cidade dos EUA. Tatum decide apostar no caso: a vítima, embora imobilizada por terra e por pedras, tem condições de dar entrevistas. E transforma o salvamento, que poderia ser rápido, em algo demorado. Precisava do tempo para transformar o caso numa grande notícia.
 
Enquanto rodam as lentas engrenagens do salvamento, Tatum engrandece o drama. Muita gente vai à montanha assistir ao espetáculo. Aparecem os vendedores de cachorro-quente e pipoca, os serviços paralelos, uma roda-gigante. Ganham todos, e a todos interessa a farsa: o povo se diverte, os vendedores faturam, as autoridades estão felizes com o turismo, os jornais vendem, o repórter decadente vira estrela.
 
Ganham todos? Nem todos: a saúde da vítima se deteriora. Um dia, morre de pneumonia. O parque em volta da montanha é desmontado, os turistas vão embora. O repórter, arrependido, decide contar a história real. Transforma-se então na segunda vítima: é demitido. Como sempre, e até hoje, todos acreditaram em suas mentiras. Ninguém acredita quando conta a verdade.
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Um troll na chancelaria de Israel

Jornal GGN - Durante a entrevista do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, Yigal Palmor, além afirmar que desproporcional é perder um jogo de futebol de 7 a 1, ele afirmou que também seria "deixar centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel".

Do Terra
 
Enviado por Rodolfo Machado
 
 
Ministério das Relações Exteriores condenou as críticas feitas pelo governo brasileiro à ofensiva israelense
 
O orta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, Yigal Palmor, condenou as críticas feitas pelo governo brasileiro ao "uso deproporcional da força israelense" em entrevista ao Jornal Nacional e ironizou o termo empregado pelo Brasil ao lembrar da derrota sofrida pela seleção brasileira para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo. 
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