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Luis Nassif Online

É possível que as batalhas verbais entre Gilmar e Janot não tenham passado de jogo-de-cena visando enquadrar a Lava Jato
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Impeachment que se reduz à vontade política dos congressistas é golpe; impeachment sem crime de responsabilidade é golpe
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O indiciamento não tem qualquer função relevante no processo penal. Tal ato policial é uma excrescência.
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Multimídia do dia

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Fora de Pauta

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"Vai trepar muito no quartinho": Paes e a desumanização da mulher negra

Por Djamila Ribeiro

Na Carta Capital

Na última sexta feira 26, circulou pela internet um vídeo com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB-RJ), fazendo uma entrega de imóveis. Sem data e local não identificados, Paes faz piadas de cunho sexual, ofendendo uma mulher negra visivelmente incomodada com a situação. Ao ser chamada para receber as chaves do imóvel, o prefeito carioca e a mulher entram na casa.

Ao chegarem no quarto, Paes diz: “Vai trepar muito aqui nesse quartinho”. Não satisfeito, pergunta se a moça é casada e emenda: “Vai trazer muito namorado pra cá. Rita faz muito sexo aqui”. Como se a humilhação não fosse suficiente, Paes, do lado de fora, grita para os vizinhos da moça que acompanhavam a entrega. “Ela disse que vai fazer muito canguru perneta aqui. Tá liberado, hein. A senha primeiro”. Visivelmente envergonhada, a moça se afasta e diz que vai trancar a porta de casa.

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Glenn Greenwald: Se não é golpe, é no mínimo um retrocesso

Jornal GGN - Em entrevista ao programa Democracy Now, nesta segunda (29), o jornalista Glenn Greenwald, do portal The Intercept, disse que mesmo que o impeachment de Dilma Rousseff (PT) não pudesse ser classificado como um golpe, o certo é que o produto imediato desse processo é um "retrocesso democrático", uma vez que a soberania popular foi desrespeitada e uma agenda que foi rejeitada nas urnas em quatro eleições consecutivas foi imposta de cima para baixo.

"Há um bando de criminosos removendo essa mulher que foi duas vezes eleita presidente do País", disse o jornalista. Em outra passagem, Greenwald avaliou que "esse grupo de Brasilia está literalmente brincando com as bases da democracia debaixo de nossos narizes".

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No Senado, Dilma responde sobre economia e segue denunciando o golpe

Atualizada às 18h40

Jornal GGN - A presidente Dilma Rousseff (PT) chegou ao Congresso por volta das 9h desta segunda-feira (29), para apresentar pessoalmente sua defesa contra o processo de impeachment. Dilma será julgada por crime de responsabilidade fiscal em função de pedaladas fiscais e decretos suplementares editados entre 2014 e 2015. A defesa nega que houve dolo ou irregularidade nos atos da presidente.

Sorridente, a presidente foi recepcionada no Senado com flores por simpatizantes que gritavam "Dilma, guerreira, do povo brasileiro!" e por senadores do PT. Ela aguardou numa sala reservada, usada por Renan Calheiros (PMDB) para receber visitas, até dirigir-se ao plenário para começar a defesa pessoal. Ela cumprimentou manifestantes contrários ao "golpe parlamentar" mas não falou à imprensa. Depois, ao lado da deputada Jandira Feghali (PCdoB), disse que vai lutar e ganhar, porque a "democracia é o lado certo da história."

Dilma teve usou cerca de 45 minutos dos 60 que dispunha para sustentar que o impeachment é um processo sem base jurídica e, portanto, não deve ser aprovado. O discurso foi seguido de uma sabatina que registrou a participação de pouco mais de 20 senadores. Outros 24 estão inscritos para interpelar Dilma a partir das 19h. O presidente da sessão, ministro Ricardo Lewandowski, estima que essa fase do julgamento será encerrada por volta das 23h. Na terça (30), os trabalhos são retomados com explanação da defesa e acusação por mais 1h30 cada para as últimas considerações. A votação pode se encerrar na quarta (30), a depender do ritmo dos senadores.

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Para juristas, impeachment é nulo porque senadores esvaziaram sessões

Jornal GGN - Juristas ouvidos pelo portal Justificando afirmam que o impeachment de Dilma Rousseff pode ser anulado se a defesa alegar que os juízes do processo simplesmente decidiram esvaziar o plenário do Senado durante a colheta de provas - quando testemunhas de defesa rejeitaram a tese de que a presidente cometeu crime de responsabilidade fiscal.

Nesta segunda (29), Dilma também denunciou seu "estarrecimento" com senadores que declararam votos na imprensa favoráveis ao afastamente antes que ela pudesse fazer a defesa pessoal. Quando da fase da sabatina com os senadores, ela também criticou oposicionistas do PT que a condenaram previamente, afirmando que seu discurso não mudaria o resultado final.

Outro ponto levantado pela defesa no processo no Senado foi a confirmação de que o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União foi considerado "suspeito" e rebaixado de testemunha a informante por Ricardo Lewandoski. Julio Camargo militou nas redes sociais contra Dilma e o PT. Ele também admitiu que foi assessorado pelo auditor do TCU Antonio Carlos D´Ávila, que ajudou a redigir o esqueleto do impeachment e depois o aprecisou na corte de contas.

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Dilma não muda placar, mas faz Senado passar vergonha, por Helena Chagas

Jornal GGN - Dilma Rousseff fez o melhor discurso de sua vida, mas não é o suficiente para reverter o placar do impeachment, avalia a colunista Helena Chadas em Os Divergentes, nesta segunda (29). Segundo a jornalista, a presidente afastada conseguiu, ao menos, fazer o que o Senado e aliados de Michel Temer temiam: denunciar o golpe que eles negam veementemente, porque não querem voltar para casa com esse carimbo na testa, sujeitos a serem julgados pela história.

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"Não tive a satisfação de ouvir", diz Temer sobre discurso de Dilma

Por Pedro Peduzzi

Da Agência Brasil

O presidente interino Michel Temer disse hoje (29) que não teve "tempo" e "satisfação" de acompanhar o depoimento da presidenta afastada Dilma Rousseff no julgamento final do processo de impeachment no Senado, ao ser questionado por jornalistas no Palácio do Planalto.

Temer deu a declaração durante evento no Palácio do Planalto, quando se encontrou com cerca de 60 atletas olímpicos. No encontro, Temer garantiu mais recursos para desenvolver o esporte brasileiro.

Enquanto Dilma voltava, após o intervalo de almoço, a responder questionamentos dos senadores, o presidente interino recebeu, no Palácio do Planalto, uma delegação de atletas olímpicos.

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O golpe de hoje é pior do que foi em 1964, diz Wanderley Guilherme dos Santos

Jornal GGN - Em entrevista a Marco Weissheimer (Sul21), Wanderley Guilherme dos Santos, o cientista político que antecipou a conjuntura que levaria o Brasil à ditadura militar, disse que o impeachment de Dilma Rousseff é um golpe muito pior do aquele de 1964. Isso porque, naquela época, a sociedade estava intimidada e os militares tinham uma agenda minimamente nacionalista. Hoje, o País parece anestesiado a ponto de aceitar o processo em curso no Senado, mesmo com evidências claras de que a ideia é impor um projeto reacionário e antinacionalista.

Segundo Santos, hoje, "(...) os assalariados, de modo geral, com a ameaça de desemprego, estão muito pouco dispostos a participar de manifestações com pautas universais, generalizantes", como o combate ao impeachment por ser uma afronta à Constituição e à democracia. "Só farão isso por questões específicas. Essa postura obedece a razões materiais compreensíveis", disse.

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Tem Alemão no Choro!

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Dilma no Senado: balanço da 1ª parte, por Romulus

 

Dilma no Senado: balanço da 1ª parte

Por Romulus

Início. Primeira parte da fala inicial de Dilma assusta. Parece que ela vai tão somente ler o script elaborado pelos conspiradores do golpe. Só fala de decreto de suplementação e pedalada. Sinto frio na barriga e confesso no twitter, em momento de fraqueza:

>> Se Dilma não falar "é golpe" e que "o governo interino só tem corrupto" e da conspiração política dos corruptos (grampo do Machado) desisto. Sério.

Na verdade Dilma fez suspense retórico. Quis fazer um discurso num crescendo e terminar “em apoteose”.

Chega a segunda parte da sua fala e, dentro do protocolo, dá nome aos bois. Faz referência velada ao grampo de Sérgio Machado (“estancar a sangria política”) e aponta para uma conspiração de políticos corruptos tentando escapar da Lava a jato. Amarra o raciocínio lembrando a total liberdade de PF e MPF no seu governo e no de Lula.

Empolgo-me no twitter:

>> Aeeee! "ESTANCAR SANGRIA DA CLASSE POLÍTICA" (grampo do Machado). "Corruptos com medo de irem pra cadeia". VIVA @dilmabr !

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Cristovam Buarque reafirma voto no impeachment porque é bom para a esquerda

 
Jornal GGN - Após ouvir a presidente Dilma Rousseff atacando os senadores indecisos e traidores de ocasião, Cristovam Buarque (PPS) disse à reportagem da Agência Senado que não irá mudar seu voto a favor do afastamento defitinivo da presidente.
 
Ele deu quatro motivos para isso. O único que apresentou como "pessoal" dá conta de que o impeachment será "bom" para a esquerda brasileira, que precisa de uma "reciclagem". "Precisamos de uma esquerda que volte às reformulações e utopias que o PT e as esquerdas perderam", disparou.
 
 
Segundo o senador, o voto no impeachment é com "muita tristeza", mas ainda leva em conta que o governo Dilma foi um "fracasso" recheado de "narrativa falsas, manipulação de informações e dinheiro irresponsavelmente gasto".
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Procon aponta redução do preço da cesta básica em São Paulo

Jornal GGN - A cesta básica na cidade de São Paulo teve uma queda de preço de 0,87% entre os dias 19 e 25 de agosto, segundo levantamento da Fundação Procon-SP. A média de preços, que estava em R$ 705,92 no dia 18 de agosto, foi para R$ 699,77 no dia 25 do mesmo mês.

A maior queda foi verificada nos produtos de limpeza, com redução de 1,51% no período, seguido por alimentação, com -0,96%. Os produtos de higiene pessoal tiveram alta de 0,62%. A variação no mês de agosto ficou em -0,39%.

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Instituto do PSDB critica apoio de Chico Buarque e diz que Dilma se faz de vítima

 

Jornal GGN - O Instituo Teotônio Vilela, ligado ao PSDB, emitiu uma nota nesta segunda-feira (29) afirmando que Dilma Rousseff se fez de "vítima" em sua defesa pessoal no processo do impeachment, e criticou o apoio do cantor Chico Buarque à presidentem afirmando que ele, a exemplo de outros "sectários seguidores", não vê que Dilma deixou o País em "ruínas".

Chico Buarque esteve no Senado para ouvir o discurso da presidente afastada, ao lado de Lula e ex-ministros do governo Dilma. Durante a fala, a petista não poupou os agentes que articularam o seu afastamento: a elite econômica, a classe política derrotada nas urnas e perseguida pela Lava Jato e setores da grande mídia que silenciaram diante da fragilidade e desfaçatez do processo.

Dilma não chegou a citar nominalmente o senador Aécio Neves, mas disse que a crise de seu governo começou no segundo em que o "candidato derrotado" na eleição de 2014 não engoliu a derrota na disputa presidencial. O senador Aloysio Nunes (PSDB) tentou obter direito de resposta, sem sucesso. 

Na nota, o ITV sustenta que Dilma quebrou o País e, diferentemente do que ela alega, o que está em jogo não é o seu mandato ou o fim da democracia, mas as chances de retomada da economia com o governo interino de Michel Temer (PMDB).

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