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Luis Nassif Online

Ministérios são acertos políticos. Sem minimizar a competência técnica, é onde se montam as alianças; por Luis Nassif
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Quem é de fora de São Paulo arrume a trouxa, quem for de Sampa reserve a agenda. O sarau deste ano é no Magnólia
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Ao estender para 2014 a quebra de sigilo das empresas de Yousseff, juiz quer encontrar sinais da Lava Jato na campanha
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Dez anos sem Celso Furtado

celso furtado

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Nem golpe, nem chantagem: a redenção dos derrotados

obama e dilma ebc

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Gênero e mercado de trabalho nos anos 2000: avanços e contradições

mulher no mercado

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Os dicionários de meu pai, por Francisco Buarque de Holanda

As notícias do último romance de Chico Buarque, "O meio-irmão alemão de Chico Buarque" e "Conheça Sergio Günther, o irmão alemão de Chico Buarque" me fizeram lembrar de um texto dele quando foi relançado o Dicionário Analógico da Língua Portuguesa,  onde o cantor e romancista conta de sua relação com o Dicionário herdado do pai e sua busca por outros exemplares do mesmo dicionário em sebos. O texto foi incluído na abertura do Dicionário de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, um clássico. Leia mais »

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Mais amor e menos ódio, para começar a mudar o País

manifestação anti-dilma

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Multimídia do dia

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Fora de Pauta

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Sarau de fim de ano do Blog



Quem é de fora de São Paulo arrume a trouxa, quem for de Sampa reserve a agenda
Vamos fazer o sarau do fim de ano do Blog.

Será no dia 6 de dezembro, sábado, no Magnólia, palco de alguns dos melhores saraus do Blog
Rua Marco Aurélio 884 - Lapa

A partir das 13 horas.

Vai ter uma bela seleção de músicos dando canja. E estamos com a ideia de homenagear algumas figuras públicas, que ajudaram na consolidação da democracia.

Podem adiantar suas sugestões.

Mapa:

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O apoio de Rui Barbosa à regulação da mídia

Enviado por Edivaldo Dias Oliveira

A saburra de Pasquino

Por Rui Barbosa

Do A Imprensa (17 de outubro de 1900)

A difamação pela publicidade irresponsável dos a-pedidos, no jornalismo brasileiro, figura o alcoice agregado a casa de família. O contraste entre as virtudes indefectíveis da redação e a insensibilidade moral da empresa nas folhas mais graves faz da honestidade, da imprensa, entre nós, um capítulo singular das extravagâncias humanas. Nas colunas à ação do jornalista , inalterável seriedade; venda franca da consciência, nas colunas de aluguel. Figura-nos um estabelecimento, em cujo sobrado se pratique o culto ao lar, enquanto no pavimento inferior se negocia a crápula em benefício dos donos da casa, cônjuges exemplares, excelentes pais, cidadãos austeros. É a Vênus dada entretanto à hipocrisia da castidade da matrona: a marafona sustentado a vestal.

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1973 - o ano que reinventou a MPB, por Nicolau de Souza

"Nas vitrolas rolava todo tipo de som. Do experimentalismo de Caetano Veloso e Walter Franco a música popular e romântica de Odair José e Antônio Marcos. Da força percussiva de Naná Vasconcelos aos rebolados dos Secos & Molhados. O ano de 1973 foi assim. O 1973 é assim.  Assim é o ano que reinventou a MPB. Quando os críticos mais vorazes da música popular brasileira afirmavam que ela estava morrendo, notadamente com o final da era dos festivais. Mas, ao contrário ela simplesmente se reinventa."

Assim, o jornalista e produtor Célio Albuquerque abre a introdução do seu projeto do livro "1973 - o ano que reinventou a MPB", lançado pela Editora Sonora. Ele mesmo assinala que "trinta e um dos cerca de 50 autores marcaram presença. Mas, como identificar tantos autores? Foram criados crachás. Sem filas, cada leitor procurava seu autor conhecido e dele coletava assinatura. E os próprios autores coletavam assinaturas de seus pares. Alguns artistas como obras retratadas no livro como João Donato, Moraes Moreira (Novos Baianos), Fagner, Ednardo (Pessoal do Ceará) e Roberto Menescal (produtor atuante em 1973 e em todos anos 70, em especial) marcaram presença no lançamento. E também deram seus autógrafos."

Célio narra que "em 1973, algo enigmático faz com que a música brasileira produza uma quantidade incomum de discos que teimariam em resistir ao tempo, não só por sua alta dose de inovação, mas também pela quantidade generosa de estreantes que os assinam. Sem nenhuma pretensão de destronar seu maior rival, 1968 (“o ano que não terminou”), este livro aponta para a eternidade particular de 1973, ao reunir olhares individuais de cinquenta escritores para 50 álbuns no ano em que 1973 completa 40 anos."

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Imagens

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Vereadores do Rio têm alta abstenção

Jornal GGN – O jornal Extra fez uma matéria sobre a assiduidade dos vereadores fluminenses. Dezesseis horas e cinqüenta e sete minutos, foi o tempo que os mais aplicados passaram no plenário nos três últimos meses. Das 42 sessões realizadas no período, 41 acabaram antes do fim da pauta devido à falta de quórum. Em 24 sessões, nenhum projeto foi aprovado devido à ausência dos vereadores.

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A Foreign Affairs e o mapa da conspiração no Brasil, por Sérgio Léo

A Foreing Affairs e o mapa da conspiração no Brasil

Por SLeo

Revista não tem como costume editorial assumir artigos de escritores não nominados

Ref. ao post O mapa da conspiração no Brasil segundo o padrão da CIA, por J. Carlos de Assis

Diferentemente da Economist, a Foreign Affairs não tem artigos assumidos pela revista, de articulistas não nominados. Por isso, falar que a "Foreign Affairs" faz um retrato realista de qualquer coisa é nos deixar, leitores, mal informados sobre quem faz o tal retrato. O último artigo que li na Foreign Affairs sobre Chile foi, em meados deste ano, o polêmico artigo do ex-agente da CIA Jack Devine que diz o contrário do que relata esse artigo do Assis, pondo nos chilenos toda a responsabilidade do golpe, que teria pego Washington de surpresa. Essa versão é difícil de crer, cito só para ilustrar como atribuir uma posição à Foreign Affairs é equivocado.

Imagino que Assis fale do excelente artigo, na edição de setembro/outubro, de John Mearsheimer, um realista da Universidade de Chicago, que tem trabalhos interessantíssimos sobre o lobby de Israel na política externa dos EUA e sobre como os governos mentem menos para outros governos que para seus próprios cidadãos, quando se trata de fazer política externa. Vale para ele o que diz Assis sobre a Foreign Affairs: é insuspeito de anti-americanismo; é apenas sério, e não limpa a barra do próprio governo. 

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Maravilhosa é Karina

Enviado por Ivan de Union

Ref. ao post As mulheres abortam, por Karina Buhr

"Devo ser um desses homens maravilhosos, rs, mas não uso esse argumento traumático para justificar a descriminalização":

Nem eu.  Pra mim, só à base do "quereu, fazeu" mesmo ta ótima.

Oh, e maravilhosa é Karina!

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