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O PGR tem poder e liderança para dar fim no massacre perpetrado por procuradores e delegados contra Lula; de Luis Nassif
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Isso é muito claro e vem de parte do Ministério Público, da Polícia Federal e setores da mídia; por Aldo Fornazieri
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Em Hard choices, Hillary Rodham Clinton expõe sua gestão à frente dos negócios exteriores dos EUA; de Daniel A. da Silva
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O xadrez da Lava Jato e a incógnita Janot

Atualizado às 12:30

Vamos por partes, para fechar o raciocínio. Começando por questões já de conhecimento geral.

Peça 1 - a campanha contra Lula tem caráter eminentemente político.

No início os vazamentos da Lava jato se valiam do álibi de que era necessário criar a comoção popular para superar os obstáculos nas instâncias superiores. Hoje em dia, com a operação sendo amplamente avalizada nos tribunais superiores, a continuidade do vazamento há muito deixou de ser uma estratégia jurídica para se tornar uma arma política. Especialmente analisando-se o nível dos vazamentos, buscando muito mais expor a vida privada de Lula do que levantar aspectos jurídicos.

Peça 2 - a política de vazamentos é avalizada por toda a força tarefa da Lava Jato.

Desde o início, a Lava Jato tem pautado sua atuação por total disciplina e concordância de todas as partes em torno das estratégias traçadas. Portanto, as decisões - inclusive quanto aos vazamentos - são coletivas, tendo o endosso das partes.

Peça 3 - os vazamentos estão claramente articulados com a estratégia pro-impeachment da oposição.

O xadrez é nítido:

1.    A campanha do impeachment esfria no final do ano e com o desgaste dos opositores, devido ao fato, entre outros, da enxurrada de denúncia do ano passado ter virado notícia velha. Sem carne fresca não haverá como estimular a besta.

2.    Dilma tenta retomar o protagonismo, com o reinício do Conselhão, a mudança no Ministro da Fazenda, a articulação política com novo fôlego, com Jacques Wagner e Ricardo Berzoini.

3.    No dia 13 de março haverá o próximo desafio das manifestações de rua pró-impeachment. Se esvaziadas enterram de vez a tese do impeachment.

Nesse intervalo, procuradores e delegados articulados com a mídia garantem munição para um bombardeio incessante e diuturno.

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Moro: divulgação de abertura de inquérito sobre sítio em Atibaia foi "equívoco"

O despacho do juiz Sérgio Moro que autorizou a Polícia Federal (PF) a instaurar um inquérito para apurar se empresas investigadas na Operação Lava Jato pagaram por obras de melhorias em um sítio em Atibaia (SP) frequentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi publicado ontem (9) "inadvertidamente" no site do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, por um equívoco do Poder Judiciário.

divulgação do despacho inicial que, segundo o próprio Moro, deveria ser sigiloso, permitiu que a imprensa noticiasse a intenção da PF de apurar a eventual relação entre empresas investigadas na Lava Jato, como as construtoras OAS e Odebrecht, e o sítio frequentado por Lula.

Em um novo despacho divulgado na manhã de hoje (10), Moro afirma que a decisão anterior foi “lançada automática e inadvertidamente” no sistema que permite ao público consultar os processos que tramitam na Justiça Federal sem os devidos cuidados para manter o segredo sobre a investigação.

Em seu primeiro despacho, datado do último dia 4 e divulgado no site do TRF4 às 18h22 dessa terça-feira (9), o juiz determinava que, a partir daquele momento, toda a investigação corresse em segredo de justiça, incluindo sua própria decisão.

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Para rápida condenação, Moro ignora irregularidade de provas da Suiça

 
Jornal GGN - O juiz federal Sergio Moro decidiu, nesta quarta-feira (10), seguir com o uso de documentos bancários da Suíça, considerados irregulares pelo Ministério Público do país. O material será usado como prova para incriminar executivos da Odebrecht no esquema de corrupção da Petrobras. 
 
Na última semana, a justiça suíça considerou irregular o envio dos arquivos ao Brasil. Com base nisso, em petição, a defesa do ex-diretor da empreiteira, Márcio Faria - que foi preso em junho do ano passado, juntamente com Marcelo Odebrecht - solicitou que os documentos fossem excluídos do processo, uma vez que seriam "provas ilícitas".
 
"Uma vez reconhecida pela decisão do Tribunal Suíço que a via da cooperação foi ilegal, desapareceu a origem lícita da prova, que por isso mesmo não pode ser usada. (...) O nexo indissociável entre os documentos e o meio ilícito de sua obtenção é o que basta para serem eles considerados prova ilícita. É manifestamente impossível autorizar o uso de prova ilícita sem rasgar a nossa Constituição!", publicaram os advogados de Márcio Faria, em artigo resposta.
 
Moro, contudo, rechaçou o pedido, afirmou que o envio das provas pelas autoridades suíças foi um "erro procedimental" que "deve ser corrigido na Suíça, sem qualquer relação com os procedimentos no Brasil", e determinou que o processo contra a maior empreiteira do país siga para a fase de alegações finais.
 
O juiz da Lava Jato considerou que a defesa só quis "ganhar mais tempo" com o pedido e tomou a decisão seguindo essa interpretação, ignorando o que determina a Constituição nestes casos. De acordo com o artigo 5º, inciso LVI, “são inadmissíveis, no processo, as provas obtidas por meios ilícitos”.
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Briga interna na Policia Federal expõe problemas de gestão

Jornal GGN - Faltam recursos à Polícia Federal ou falta gestão? Segundo esta Carta à População, publicada aqui na íntegra, já se denunciava a má gestão há muito tempo. O documento, que nasceu entre os Agentes Federais (categoria profissional da PF em conflito com os delegados) aponta que, antes que a Lava Jato se tornasse a vedete da mídia, o Sindicato dos Policiais Federais já denunciava a situação em que se encontrava o órgão. Segundo a Carta, com a Lava Jato chamando a atenção do país, os gestores resolveram manipular a opinião pública, conseguindo que o Juiz Sérgio Moro enviasse dinheiro para que a Superintendência Regional do Paraná pudesse pagar suas despesas.

Segundo a Carta, não é bem assim. Como o documento alerta, a SR do Paraná devolveu ao Orçamento da União cerca de R$ 3 milhões por não utilização. Ou seja, o governo federal disponibiliza os valores, e, segundo o documento, a má gestão faz com que esses valores não sejam devidamente aproveitados. E não é só isso: o sucateamento da PF se daria por má conservação ou, o que é pior, análise errônea do equipamento certo para as necessidades do órgão.

De acordo com o documento, o chororô mascara a pressão pela aprovação da PEC 412, considerada um atentado pelo Ministério Público Federal e, tal qual a PEC da Impunidade (a PEC 37) nada acrescenta ao modelo de segurança pública brasileiro, satisfazendo somente "a casta que dela se locupleta" aliada à fome de aumento de salários, já no teto do funcionalismo público brasileiro.

O documento não poupa a corporação. Diz que a intimidação já deu certo uma vez e se as investigações podem ser usadas como meio para a chantagem, porque não usar também a opinião pública como massa de manobra para seus interesses? O resultado aí está, joga-se a sociedade contra o governo usando todas as armas a que tiverem acesso, da tragédia de Mariana-MG ao aceno de que o período eleitoral se avizinha e pode ser colocado a perder. 

A lista não é pequena e o documento não deixa a desejar. O embaralhamento do público com o privado atinge a corporação em seu nascedouro, quando a seleção é feita por entidade definida sem licitação. É um universo complicado, ainda mais com as taxas de solução tão pequenas e com tão grande sede de novos benefícios. Leia com atenção o documento, na íntegra, abaixo.

 

C A R T A  À  S O C I E D A D E

A associação de classe de delegados, entidade que representa menos de 10% do efetivo da Polícia Federal, vem propalando através da imprensa a falaciosa ideia que o governo federal irá cortar verbas destinadas ao órgão e com isso prejudicará a operação lava jato[1].

Nada mais mentiroso. O problema da Polícia Federal sempre foi um problema de gestão e não de falta de recursos. Imagine você ser o proprietário de uma empresa de cerca de 12.000 funcionários. Essa empresa gerencia um patrimônio de mais de 150 imóveis, 4.000 carros, aviões, helicópteros, lanchas. Precisa de uma rede de informática que interligue a filial do Oiapoque à filial do Chuí. Precisa de combustível, de insumos de informática, de papel e para gerir tudo isso você tivesse um único requisito de entrada para as funções de gestor da sua empresa: ser bacharel em direito. Não, você não precisa ter experiência alguma anterior, basta preencher este singelo requisito. Logo, como veremos a seguir, a má gestão da PF perdura há anos. Vejamos. Leia mais »

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Polícia Federal e terrorismo contra a Presidenta, por Armando R. Coelho Neto

Polícia Federal e terrorismo contra a Presidenta

por Armando R. Coelho Neto

“A Presidente Dilma assinou o decreto lei que deixa a Polícia Federal submissa... A partir de hoje não tem mais autonomia para investigar. Essa é a candidata que quer acabar com a corrupção”.

A mensagem aterrorizante acima circula na internet. Para dar mais credibilidade, o texto vem acompanhado de um link, que se acessado traz uma verdade parcial, o que é muito bom quando se pretende impor uma mentira.

Na versão whatsapp, a mesma mensagem pode vir acompanhada de um áudio, no qual, um interlocutor preocupado, para não dizer em pânico, anuncia uma iminente greve na instituição, uma paralização de caminhoneiros que fecharão as estradas X e Y nos dias tais e tais. Sem cerimônia, o alarmista anuncia que uma guerra civil está prestes a estourar e que há soldados em treinamento nos locais tais e tais.

A notícia mentirosa tinha e tem por base a Medida Provisória (MP) de 657/2014, conhecida dentro da Polícia Federal como Medida Provisória da Autonomia da Polícia Federal, já convertida na Lei nº 13.047/14. Ao ser sancionada, a lei foi festejada por delegados da Polícia Federal, por ser antigo anseio da categoria.

A comemoração teve dois motivos. Primeiro, porque a presidenta “pôs ordem na casa”, já que, desde que a PF começou a exigir diploma de grau superior para todos os cargos, outros policiais federais passaram a defender a ideia de “carreira única”, e que, por todos terem diploma de grau superior, qualquer um poderia assumir o comando geral da PF. Já para os delegados federais, serem comandados, por exemplo, por um agente federal, seria quebra de hierarquia, por violar a Lei nº 4.878, de 3 de dezembro de 1965, artigo 4º, que estabelece ser a PF regida por hierarquia e disciplina. Mas, entrar no mérito dessa questão bizantina significa correr o risco de alimentar a infindável briga existente dentro da instituição.

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Reportagem incita fonte a denunciar filho de Lula

"Após plágio, empresa de filho de Lula pode ser processada" é a manchete que noticia possível desejo de processo por publicitário, que não tinha conhecimento da suposta prática de plágio até que o repórter o procurou
 
 
Jornal GGN - Reportagem desta terça-feira (09), de O Globo, tenta levantar a hipótese de uma nova denúncia contra o filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema em questão não tem associações à Lava Jato ou à Operação Zelotes, das quais as tentativas da imprensa, sequencialmente respaldadas por equipes do MPF e da PF, sempre miraram. Mas busca atingir por um terceiro viés a empresa LFT, de Luis Cláudio Lula da Silva.
 
"Após plágio, empresa de filho de Lula pode ser processada" é a manchete do texto, que reporta um desejo do dono do blog "Mundo das Marcas" de processar Luis Cláudio e sua empresa por suposta prática de plágio. A notícia, contudo, não fala em supostos ou hipóteses: o publicitário Kadu Dias, dono do portal, é qualificado pela reportagem como "um dos alvos da cópia" e disse ao jornal, por e-mail, que "pretende tomar providências jurídicas".
 
A fala não contextualizada de Kadu Dias, uma vez transcrita na íntegra, traz outro teor. "O MDM (Mundo das Marcas) é referência neste assunto na web e demorei muito para conquistar credibilidade, com meus textos sendo utilizados por professores, alunos, profissionais de comunicação e grandes veículos de mídia especializada. O blog é aberto ao público e toda informação pode ser utilizada por terceiros, desde que cite a fonte. Esse é meu lema: levar informação de qualidade gratuitamente a quem precise. Se você tiver mais informações sobre este caso, peço a gentileza que me envie para que eu possa tomar providências jurídicas contra este senhor e sua empresa".
 
O publicitário não tinha conhecimento da suposta prática de plágio pela LFT até que o repórter de O Globo o procurou. A solicitação do dono de "Mundo das Marcas" ainda revela como o jornalista o teria abordado: "Se você tiver mais informações sobre este caso, peço a gentileza que me envie para que eu possa tomar providências jurídicas contra este senhor e sua empresa", pede Kadu Dias.
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Perseguição a Lula é o boi de piranha do entreguismo, por J. Carlos de Assis

Aliança pelo Brasil

Perseguição a Lula é o boi de piranha do entreguismo

por J. Carlos de Assis

O Brasil descarrilhou em fins de 2014 por conta de uma investigação de corrupção que se apoiou na independência do Judiciário para destruir todas as instituições brasileiras. Até o momento não reencontrou um novo rumo. Ao contrário, na obsessão de destruir Lula, o próprio Judiciário se destrói quando desencadeia uma operação gigantesca, envolvendo Promotoria Pública, Polícia Federal e imprensa para rastrear um barco de lata de R$ 4 mil e um apartamento de cuja compra o ex-Presidente desistiu depois de dar uma modesta entrada.

Se estivéssemos nos saudosos tempos de Stanislaw Ponte Preta essa investigação estapafúrdia, puro desbaratamento de dinheiro público por parte de um promotor vaidoso e desequilibrado, se  diria que estávamos entrando no “perigoso terreno da galhofa”. Claro, não é isso. O medo da volta de Lula ao PT ronda as cabeças das elites dirigentes, não tanto das classes dominantes. Estas se deram bem com Lula. Já as elites dirigentes não. Elas não querem correr o risco de ficar por mais um mandato, ou dois, fora das bocas do poder estatal.

A expectativa das elites sobre um novo mandato de Lula é equívoca. Seja por razões de saúde, seja por razões políticas, ele dificilmente voltará ao poder. O PT está desgastado – como todos os demais partidos. Vai-se desgastar mais ainda se a política econômica não mudar. Enfrentaremos, em futuro próximo, hordas de desempregados, e teremos uma contração da economia calculada pelo FMI em 3,5% este ano, depois de quase 5% no a no ano passado. Querendo ou não, a candidatura Lula representará fracasso na economia.   

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Jornal Nacional perdeu 28% de público em quatro anos

Jornal GGN - O Jornal Nacional, principal telejornal da TV Globo, perdeu 28% de seus telespectadores entre 2012 e 2015. De acordo com Ricardo Feltrin, do Uol, a participação do programa no universo dos televisores ligados caiu de 53,7% em 2012 para 38,9% no ano passado, nas 15 principais regiões metropolitanas do Brasil.

No Painel Nacional de Televisão, o Jornal Nacional tinha uma média de 31,8 pontos em 2012 e, em 2015, 24,8 pontos, sendo que cada ponto é equivalente a 240 mil domicílios. Já os telejornais de outros emissoras mostraram crescimento, como o Jornal da Record, assim como a participação da TV Paga, que saiu de 13,3% para 20,5% em 2015 no horário do JN.

Enviado por Fagundes

Do Uol

Em quatro anos, "Jornal Nacional" perde 28% de seu público

Ricardo Feltrin

Apenas entre 2012 e 2015, o "Jornal Nacional", perdeu 28 em cada 100 telespectadores que antes acompanhavam ao telejornal da Globo todas as noites em todo o Brasil.

A queda de audiência, apontada por dados consolidados obtidos por esta coluna, mostram que a participação do "JN" no universo de TVs ligadas, nas 15 principais regiões metropolitanas do país, caiu de 53,7% em 2012 para 38,9% no ano passado.
 
Em pontos, no Painel Nacional de Televisão, o "JN" caiu de uma média de 31,8 pontos em 2012 para 24,8 pontos no ano passado. Cada ponto no PNT equivale a cerca de 240 mil domicílios.

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Exposição do 'japonês da Federal' irrita delegados da PF, por Marcelo Auler

Do site de Marcelo Auler

Delegados da PF sobre o japonês: “vexatório, tragédia, patético”

Marcelo Auler

Alheio à folia momesca, me valho do noticiário de alguns jornais e da internet para concluir que o Japonês da Federal não fez muito sucesso na folia de rua. Pelo menos no Rio de Janeiro. Por aqui, máscaras reproduzindo seu rosto parecem não ter agradado. Poucas foram vistas. Menos mal. Leia mais »

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A sátira de Johnny Depp a Donald e Ivana Trump

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O protesto contra assassinatos de reputação planejados pela parceria Lava Jato-mídia

Jornal GGN - Um dos expedientes adotados pela parceria Lava Jato-mídia consiste em se valer de publicações pouco escrupulosas para cometer assassinatos de reputação contra advogados que defendem atingidos pela Operação. Basta um advogado vocalizar uma crítica mais ácida contra a operação, para ser alvo de ataques pesados.

Uma das parcerias mais ostensivas têm sido com a revista Época. As fontes habituais da revista produziram um conjunto de acusações falsas contra advogados de Lula, procurando intimidá-los.

Os ataques foram fortemente repelidos através de uma Nota de Desagravo assinada por diversos juristas e advogados.

Nota de desagravo aos advogados Nilo Batista e Roberto Teixeira

Em matéria intitulada "Criminalista Contratado por Lula faturou R$ 8,8 milhões com a Petrobras", divulgada a partir das 6:02h de 5 de fevereiro de 2016,  na coluna Expresso, mantida no site da Revista Época na internet, seu autor expôs informações incompletas ou fora de contexto, de modo a sugerir a seus leitores algum tipo de vinculação entre o fato de Nilo Batista & Advogados Associados ter sido remunerado pela Petrobras e de ter se agregado recentemente ao esforço de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Convenientemente, ignorou o extenso lapso temporal a que se refere a remuneração citada e ainda que as relações contratuais entre Nilo Batista & Advogados Associados e Petrobras terem se iniciado ainda em 2000, quando o país era governado pelo PSDB.

Uma vez mais a imprensa tendenciosa, comprometida com interesses escusos, descompromissada com a verdade e em mais uma tentativa de criminalização de partidos políticos e, em especial, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, resolve atacar, também, os advogados de defesa do ex-presidente. Desta vez o alvo foi o renomado, tradicional e respeitável escritório Nilo Batista & Advogados Associados.

Tal como Nilo Batista, o respeitável advogado Roberto Teixeira também tem sido atacado levianamente.

Os ataques ao advogado Roberto Teixeira e ao escritório de Nilo Batista, ferem não só os advogados que compõem suas equipes, como a todos os advogados do país que se dedicam com ética e denodo à defesa de direitos e garantias fundamentais.

É imperioso ressaltar que a advocacia tem assento constitucional e é indispensável à justiça.

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Uma joia do rádio, No Tempo de Noel Rosa, por Almirante

Aqui vai uma preciosidade para vocês: a série “Nos Tempos de Noel Rosa” prpoduzida em 1951 por Almirante para a radio Tupi.

É um documento preciosíssimo.

Ao longo da minha vida, conheci grandes radialistas. Acompanhei nos anos 70 o Vicente Leporace. Depois, tive a honra de compartilhar do mesmo programa com seus sucessores, José Paulo de Andrade e Salomão Esper. Até o finado Ferreira Neto foi um belíssimo radialista, assim como os âncoras dos velhos programas da Jovem Pan, nos anos 70.

Mas nenhum superou Almirante.

Os senhores poderão conferir o nível dos textos, o ritmo que imprimia aos seus programas. E, nesta série, algo que só aconteceria muitos anos mais tarde, em plena era da Internet: a construção coletiva do conteúdo, apelando para os ouvintes que tivessem informações sobre o tema.

Nas diversas gravações, além de um acurado perfil psicológico de Noel, há uma enorme riqueza de informações sobre sua vida. Há as parcerias dele com Ary Barroso, Lamartine, Nássara, Ismael Silva, Heitor dos Prazeres e, lógico, com o maior parceiro, Vadico. Leia mais »

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