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Dependendo do desenrolar da crise, estarão feridos de morte os dois partidos que dividiram a hegemonia; por Luis Nassif
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Ainda não indicou os presidentes de bancos públicos nem prioridades, a não ser slogan para educação; por Luis Nassif
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Ministra do Turismo mostrou gana, visão estratégica, montando planos estruturantes. Depois, murchou; por Luis Nassif
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Crise hídrica: especialistas divergem sobre falta de planejamento

Matéria atualizada do programa Brasilianas.org sobre a crise da água em São Paulo, realizado em 12.05.2014
 
 
Jornal GGN - A crise hídrica, que atinge a região metropolitana do Estado de São Paulo, decorre do agravo de quatro anos em que o volume de chuvas que abastecem os reservatórios do sistema Cantareira não acompanha a crescente demanda de uso (e desperdício). A análise é de especialistas convidados para o programa de debates Brasilianas.org, realizado na TV Brasil, em 12 de maio do ano passado. A situação também é curiosa, pois o Brasil é hoje o país que mais importa soluções na área de recursos hídricos, segundo o ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) e presidente do Fórum Mundial da Água (WWC), Benedito Braga. Em dezembro, ele aceitou o convite do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin para assumir a Secretaria de Recursos Hídricos do estado.
 
Durante a entrevista ao Brasilianas, em maio passado, Braga apontou três fatores que convergiram para o desequilíbrio do sistema Cantareira. O primeiro é a anomalia climática, intensamente ressaltada pelo governo de São Paulo. O índice pluviométrico, ou seja, de precipitação de chuvas sobre o complexo, nunca foi tão baixo desde que esse tipo de registro é feito na região, em 1931. 
 
O segundo fator é a falta de infraestrutura, não necessariamente de planejamento. Braga destacou que em 2009 o estado concluiu um plano para ampliar os reservatórios e adutoras não só na região metropolitana, mas na “macrometropole” paulista, que vai do litoral do Atlântico até Campinas. E por que não foi posto em prática? 
 
“Quem tem que responder isso é o governo”, rebateu. Apesar da evidente crítica ao poder administrativo, Braga também apontou os velhos problemas institucionais e burocráticos brasileiros como impeditivos à implantação das obras que estão atrasadas. 
 
“O Brasil tem uma legislação ambiental altamente complexa e sofisticada. Ele tem também um conjunto de instituições que não se conversam, que são ligadas a esse processo ambiental”, em outras palavras, continuou, para uma obra ser iniciada é preciso a aprovação de diversos órgãos, desde IPHAN, (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) ao Ibama, por exemplo, dificultando a execução. 
 
O último fator apontado foi a cultura de abundância do brasileiro. “O consumidor não tem aquela ideia de que a água é preciosa”. 
 
Paulo Canedo, coordenador do Laboratório de Hidrologia da Coppe/UFRJ divergiu de Benedito Braga quanto ao tópico ‘planejamento’. Para ele já existiam dados suficientes para prever o perigo de racionamento de hoje, logo o estado de São Paulo poderia ter tomado medidas simples de controle já no início do ano de 2014, atenuando o problema. 
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Carnaval de Olinda não terá casas-camarote no sítio histórico

Jornal GGN - O carnaval 2015 de Olinda, em Pernambuco, pode não ter mais a privatização da folia. O prefeito da cidade, Renildo Calheiros, sancionou nesta segunda-feira (26) uma lei que proíbe as denominadas casas-camarote. Com a iniciativa, os camarotes particulares serão proibidos no Sítio Histórico, nas ruas de passarela natural de agremiações.
 
Em locais não inseridos no Sítio Histórico, as ações não oficiais de animação do carnaval de Olinda serão permitidas. Inicialmente, o prefeito queria delimitar 18 ruas que deveriam ser as passarelas natuais das agremiações, protegidas contra as casas-camarote, ao invés de todo o Sítio Histórico.
 
Entretanto, o projeto de lei foi votado pela Câmara de Vereadores em dezembro, chegando ao gabinete do prefeito no último dia 7 de fevereiro. Renildo Calheiros teria até o dia 28 para se pronunciar, pelo veto ou aprovação.
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Chame a Parteira, por Maria Eduarda

Por Maria Eduarda

De seu blog Da Ilha

A mulher arrasta os pés pelo corredor longo de portas fechadas. A luz fria engana; é dia ou noite? O cheiro de desinfetante e drogas arranha o nariz. O som de gritos, choros e gemidos atravessa as portas e fura os ouvidos. O coração bate acelerado. Dois passos adiante, andando eficientemente, segue outra mulher, imune à luz, ao odor e ao barulho. Nestas horas a ironia é irresistível.‘Vocês dão beliscão nelas?’ Pergunta a mulher que se arrasta. A outra dá uma piscadela antes de abrir a porta de um quarto vazio. As duas entram. Pouco depois é a vez de a mulher gritar, gemer e chorar. Falam por aí que a dor do parto é uma das mais doídas.  

 
Não sei de você, mas sou daquelas que se emociona com cena de bebê nascendo em livros, filmes e novelas. Pode ser o filme mais podre, com os atores mais canastrões do planeta. Não importa. Fico comovida do mesmo jeito. Deve ter mais gente como eu. Digo isso porque desde janeiro de 2012 o ‘Call the Midwife’ (exibido no Brasil pelo canal BBC HD com o nome de Chame a Parteira) é um dos maiores sucessos da tevê britânica. No ano passado, alcançou uma audiência consolidada no Reino Unido de quase onze milhões de telespectadores, batendo o famoso Downton Abbey da concorrência. A série, já na quarta temporada, mostra o drama de parteiras no pós-guerra, num dos bairros mais pobres de Londres.
 
Call the Midwife
 
A palavra ‘midwife’ vem do inglês antigo, quando ‘mid’ era ‘com’. Então ‘midwife’ significa com a esposa, com a parturiente. Em português, parteira. A palavra parteira ainda me remete à ideia de uma mulher mais experiente, embora sem treinamento formal, numa comunidade rural e sem recursos, que ajuda outras mulheres a terem os filhos em casa. A parteira daqui é muito diferente dessa imagem romantizada.
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Lalá, com o Bando da Lua

Desde que as caçulas (e a neta) eram bem pequenas, íamos viajar e parte da viagem era preenchida cantando Lalá a plenos pulmões.

Agora encontro a gravação original com o Bando da Lua. Uma graça.

Áudio

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Hútuz Rap Festival retorna ao cenário musical

Por Ana Paula Alcântara

Evento será organizado semanalmente pela CUFA, primeira atração será Edi Rock, do Racionais MC's no próximo dia 30. 

Considerado durante anos o principal evento de Rap da América Latina, o Hútuz Rap Festival voltará a agitar as pistas cariocas em 2015. A partir do próximo dia 30, a Central Única das Favelas (CUFA) retomará o projeto com uma megaprodução no Espaço CUFA, localizado sob o Viaduto de Madureira, que terá o rapper e compositor Edi Rock, do Racionais MC's, como atração principal. O evento será dividido em seis ambientes (Palco Principal, Palco Alternativo, Espaço Underground, Feira Hip-Hop, Arena de Basquete de Rua e Espaço Graffiti, que mesclarão cultura, esporte e hip-hop. 

No Palco Principal, a festa será comandada por Edi Rock e DJs tocando muito rap internacional. Já no Alternativo, o repertório será apenas brasileiro e contará com apresentações de grupos que estão iniciando neste cenário musical. O Espaço Underground abrigará estilos alternativos de todas as partes do mundo, além de batalhas de B.boys, B.girls e de rimas. Na Feira Hip-Hop serão comercializados produtos variados, enquanto na Arena de Rua e no Espaço Graffiti, acontecerão apresentações de basquete de rua e de grafiteiros, respectivamente. Leia mais »

Vídeos

Edi Rock feat. Seu Jorge - That's My Way
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O brilho de Danilo Brito, bandolinista maior

Faço saraus em casa com alguma periodicidade. Alguns são excepcionais.

Foi o caso do último Sarau, no sábado passado.

Apareceram figuras referenciais da música brasileira, como Alaíde Costa, Celso Domingos e Eduardo Gudim; instrumentistas excepcionais, como Chico Saraiva e Roberto Sion; pianistas-cantores de primeira, como Breno Ruiz e  Andrea Guimarães; intérpretes notáveis, como Renato Braz e Socorro Lira e uma rapaziada nova, que será devidamente apresentada no blog, todas as interpretações registradas em vídeo.

Um dos pontos altos foi o bandolinista Danilo Brito, hoje em dia – na minha opinião – o mais completo bandolinista brasileira, ao lado de Hamilton de Holanda. Repare bem: falei ao lado, no mesmo nível.

Nos anos 50 e 60 havia uma disputa entre o virtuosismo de Luperce Miranda e a técnica inigualável de Jacob. Parece que os dois baixaram no Danilo, que se tornou sua síntese perfeita.

Aqui o seu último CD. Leia mais »

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Historiadores espanhóis buscam os restos mortais de Cervantes

Jornal GGN – Historiadores espanhóis estão em busca dos restos mortais de Miguel de Cervantes. Recentemente, eles encontraram sob um convento fragmentos de um caixão com as iniciais do escritor gravadas na parte superior. Cervantes teria pedido para ser sepultado naquele local. Desde abril, os pesquisadores estão usando radares para explorar o subterrâneo do convento. Agora, eles parecem ter encontrado algo. Mas o antropólogo forense, Francisco Etxeberria pede cautela. “Não podemos de nenhuma maneira confirmar que tenhamos encontrado Cervantes, também não podemos garantir que esse era o caixão de Cervantes, mas a verdade é que encontramos um caixão bastante avariado e que estava caindo aos pedaços, assim como alguns ossos danificados no canto da cripta”, disse.

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Krugman: Rompendo Com a Austeridade

Por Antonio Ateu
 
 
 “Se a troika tivesse sido verdadeiramente realista, teria reconhecido que estava a exigir o impossível”.
 
Plano económico do Syriza é mais realista que o da troika, diz Krugman: Economista Prémio Nobel de 2008 afirma que se há algum defeito no plano do Syriza, é o de não ser suficientemente radical. E defende que “o resto da Europa devia dar-lhe a oportunidade de pôr fim ao pesadelo no seu país”.
 
SYRIZA leader Alexis Tsipras's message to Europe
 
Alexis Tsipras, líder da coligação de esquerda Syriza, está prestes a tornar-se primeiro-ministro da Grécia. Ele será o primeiro líder europeu eleito em uma promessa explícita de desafiar as políticas de austeridade que têm prevalecido desde 2010. E há, é claro, haver muitas pessoas alertando-o a abandonar essa promessa, a comportar-se "com responsabilidade".
 
Então, como tem essa coisa responsabilidade funcionou até agora?
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O financiamento do seguro-desemprego, por Rosane Maia

seguro-desemprego

Artigo do Brasil Debate

Por Rosane Maia

O programa do seguro-desemprego é peça-chave da seguridade brasileira. Embora sua criação, no início da década de 1990, tenha sido tardia, frente às principais economias desenvolvidas, jamais deixou de suscitar indagações como: há necessidade de se instituir um seguro social para prover renda por um curto período de tempo após a demissão do trabalhador? Como financiá-lo e adequá-lo às contingências do próprio funcionamento do mercado de trabalho?

No Brasil, esse instituto já se defrontou com acirrados debates em pelo menos três ocasiões diferentes, quando se disputaram tanto questões de princípios, concernentes ao alargamento da proteção e bem-estar da classe trabalhadora, como pragmáticos detalhes acerca do desenho do programa.

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Jeito de Mato – Paula Fernandes

Enviado por Nickname

Jeito de Mato – Paula Fernandes

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Arquivos sobre ovnis liberados pela USAF

Enviado por Edson Marcon

Thinkstock

Da BBC

Documentos revelam duas décadas de buscas por óvnis nos EUA

O historiador amador John Greenewald passou quase duas décadas solicitando informações consideradas não confidenciais do governo dos Estados Unidos sobre objetos voadores não identificados (óvnis).

O resultado foi a postagem na internet de mais de 100 mil páginas de documentos sobre os inquéritos internos de óvnis da Força Aérea americana.

Veja abaixo cinco entre os principais pontos dos arquivos abertos pelo chamado Projeto Livro Azul. As revelações podem ser lidas no site http://projectbluebook.theblackvault.com.

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Terra da Luz, capital da minha vida!

Procurando fotos antigas para não perder o costume, acabei achando essa interessante matéria sobre nossa Fortaleza e a divido com vocês.

Canções como “Fortaleza Querida” registraram costumes e o vocabulário dos velhos Carnavais de rua

Dos raros registros sobre a cidade que se tem até meados do século XX, as marchinhas de carnaval estão bem representadas. “Fortaleza Querida”, marcha gravada em 1960, com interpretação de Wanda Santos, a “terra da luz” era enaltecida como campeã de Carnavais. “Vem, vem meu amor/ Vamos brincar lá na Praça do Ferreira/ No corso ou onde for/ há sempre animação/ Vamos beber e cair na brincadeira”. Durante a década de 20 e parte dos anos 30, o carnaval de rua da cidade se resumia basicamente ao desfile (corso) citado, que passava pela Praça e ruas próximas.

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♫ ♪ ♫ Tomara que chova...3 dias sem parar ♫ ♪ ♫

Por: Eliana Rezende 

        

E São Paulo se junta ao coro do Nordeste e do Rio de Janeiro quando canta com Emilinha Borba para pedir chuva. 

Vamos ao coro? 

 

♫ ♪ ♫

 

Tomara que chova

 

Tomara que chova

Três dias sem parar

Tomara que chova

Três dias sem parar

 

A minha grande mágoa

É lá em casa

Não ter água

Eu preciso me lavar

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A poética de Fellini vista através da animação



Fellini começou a desenhar com quinze anos de idade anos e nunca mais parou, tinha uma mania quase compulsiva. Nos seus esboços e ilustrações vimos temas como o erotismo, o onírico e, sobretudo, a poesia contida desde sua infância. Os mesmos temas que mais tarde ele trataria em vários de seus filmes.

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Os arrufos de Marta para retornar aos salões

Aceitam-se críticas ao governo não propriamente por falta de transparência, mas pela dificuldade em comunicar seus programas. Aceitam-se críticas à condução da política econômica por parte de Guido Mantega.

Mas não as críticas de Marta Suplicy. Marta é uma pessoa criada nas altas rodas de São Paulo, mas que se fez na política através do PT. Sua crítica é oportunística, um passaporte para retornar ao seu habitat natural.

Seu universo de relacionamento sempre foi a elite paulistana; sua parceria central, os jornais, com quem sempre cultivou boas relações. Na entrevista ao Estadão, em que procurou detonar Dilma, gabou-se do jantar que promoveu com grandes empresários e Lula.

Nada contra.

Tornou-se sexóloga por conta própria e da Globo, locomotiva social por conta da junção dos sobrenomes Smith de Vasconcellos e Suplicy  e política por conta do peso de Suplicy. Foi uma boa prefeita para a periferia, conforme atestam ainda hoje seus índices de popularidade.

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