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Luis Nassif Online

Esse novo modelo de economia pode envolver dos artesãos nordestinos aos músicos cariocas e aplicativos; por Luis Nassif
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O desafio será Dilma mostrar que a folha em branco poderá acabar com o avanço do estado de bem estar; por Luis Nassif
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É interessante recuperar a outra crise hídrica grave ocorrida no Alto Tietê, sucedida em 1994; por Sergio G. Reis
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Um comboio com ajuda chega a Gaza procedente do Egito

Jornal GGN – Um comboio com 18 caminhões do Programa Mundial de Alimentos (PMA) chegou nesta quarta-feira a Gaza, procedente do Egito, com suprimentos essenciais para atender às necessidades de mais de 150 mil pessoas.

Pablo Recalde, Diretor de Operações e Representantes da PMA para a Palestina, declarou à Rádio ONU que a abertura da passagem de Rafah irá expandir o volume, qualidade e custo eficácia da ajuda para mais de meio milhão de pessoas refugidas pela violência recente em Gaza.

Por outro lado, Recalde afirmou que o PMA precisa de mais recursos financeiros para continuar sua assistência vital para as pessoas que perderam suas casas.

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Manchetes de jornais enviesam percepção do brasileiro, eis o saldo da pesquisa Ibope

Enviado por João de Deus

Da Rede Brasil Atual

Povo vai bem, mas noticiário o induz a achar que o país vai mal

Segundo Ibope, avaliação do governo Dilma sobe e maioria (76%) se diz satisfeita com a vida. E se 30% pensam que a economia vai mal, como pode 68% acharem que sua vida estará melhor em 2015?

por Helena Sthephanowitiz
 
REPRODUÇÃO
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Como pode o povo estar otimista com o futuro e ao mesmo tempo acreditar que a economia vai mal?

Na pesquisa Ibope divulgada na terça-feira (26), Dilma Rousseff (PT) subiu dois pontos na espontânea, chegando a 27%. Marina Silva (PSB) teve 18%, e Aécio Neves (PSDB), 12%. A pesquisa espontânea é aquela que reflete melhor a firmeza do voto, porque apenas pergunta em quem o eleitor votará, sem mostrar nenhuma lista de nomes. Responde quem já tende a ter definido o candidato de sua preferência.

Na sondagem estimulada, feita em seguida, mostra-se um disco com as opções de candidatos, e o pesquisado escolhe um dos nomes. Quem só responde diante do disco de opções tem queda por aquele candidato naquele momento da sondagem, mas é mais incerto se a intenção declarada se converterá em voto na urna.

Na simulação de primeiro turno estimulada, segundo o Ibope, Dilma cresce pouco em cima da espontânea. Sobe de 27% para 34% no primeiro turno e para 36% no segundo turno. Nota-se que 34% corresponde a quem avalia o governo da presidenta com bom e ótimo, o que pode representar seu piso de votos, abaixo do qual ela dificilmente cai. Há outros 36% que avaliam seu governo como regular, e pelo menos uma parte destes votará em Dilma, coisa que a pesquisa não captou, mas significa que a campanha da presidenta tem todo este segmento do eleitorado para explorar e crescer. Se apenas um terço de quem avalia o governo como regular, com viés positivo, votar em Dilma, a probabilidade de vitória da presidenta continua alta.

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IGP-M cai pelo quarto mês seguido

Jornal GGN - O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) encerrou o mês de agosto com deflação de -0,27%, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Apesar do resultado, o indicador avançou em relação a julho, quando o índice variou -0,61%. Em agosto de 2013, a variação foi de 0,15%. A variação acumulada ao longo de 2014 é de 1,56%, ao passo que o total em 12 meses variou 4,89%.

O destaque do período ficou com o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que reduziu sua taxa de deflação para -0,45%. No mês anterior, a taxa foi de -1,11%. O índice relativo aos Bens Finais variou -0,13%, ante -0,71% em julho, por conta do desempenho do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de -7,71% para -3,73%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,27%. Em julho, a taxa foi de 0,06%.

Já o índice referente ao grupo Bens Intermediários variou -0,04%. Em julho, a taxa foi de -0,26%. A movimentação foi influenciada pelo subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa de variação passou de -0,54% para -0,36%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou -0,06%, ante -0,26%, em julho.

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Marina Silva fala sobre jato e questiona superficialidade do Jornal Nacional

Jornal GGN - Em mais uma entrevista com os presidenciáveis, William Bonner e Patrícia Poeta insistiram na imagem do Jornal Nacional como veículo independente, privilegiaram perguntas longas e repetitivas, tornando as propostas dos candidatos inconclusas e sem explorar variedade de assuntos que 15 minutos de televisão pode oferecer. Por outro lado, Marina Silva (PSB) teve que se pronunciar, pela primeira vez, sobre a investigação do jato que causou o acidente com Eduardo Campos.

Apesar de dedicar quase metade do tempo do programa para o assunto, o argumento utilizado por Marina foi o mesmo apresentado, até agora, por seu partido. “Nós tínhamos uma informação de que era um empréstimo, que seria feito um ressarcimento, num prazo legal, que pode ser feito, segundo a própria Justiça Eleitoral, até o encerramento da campanha. E que esse ressarcimento seria feito pelo comitê financeiro do candidato”, respondeu.

Mesmo afirmando que não tinha nenhuma informação quanto à ilegalidade das transações, feita, segundo as investigações, por meio de laranjas, a candidata à presidência pelo PSB confirmou que tinha conhecimento sobre a “forma legal de adquirir o provimento desse serviço”. Mais uma vez insistindo no assunto, Marina se atrapalhou ao afirmar que o discurso de que as irregularidades serão investigadas é “o discurso que eu tenho utilizado para todas as situações”.

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Os 35 anos da Lei de Anistia e a punição dos torturadores

Por Antonio Carlos Fon

Oi Nassif,

o CPMVJ - Comitê Paulista pela Memória, Verdade e Justiça, junto com os comitês da Paraiba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, produziu três vídeos para marcar os 35 anos da votação da Lei da Anistia, nesta quinta-feira, dia 28. O objetivo é aproveitar a campanha eleitoral e levar o Brasil a discutir os crimes da ditadura, defendendo a revisão da Lei de Anistia de forma a chegar à apuração e punição desses crimes. Para isso decidimos interpelar os três poderes da República – Executivo, Legislativo e Judiciário – sobre a impunidade dos agentes do Estado no período da ditadura militar. Os três vídeos já estão no youtube e podem ser vistos nos links abaixo:

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O mito do eleitor racional, um artigo de Bryan Caplan

Enviado por JNS

do Cato Unbound

A Irracionalidade e os Limites da Democracia

O mito do eleitor racional

Por Bryan Caplan

November 5, 2006

Se o eleitor comum é irracional, nós teremos que enfrentar as consequências.

Há uma eleição à vista. Será que os eleitores sabem o que estão fazendo? De acordo com o economista mais comum – e vários cientistas políticos – a resposta é “Não, mas isso não importa.” Como isso poderia não importar? O principal argumento é que os erros do público se anulam mutuamente. Por exemplo, algumas pessoas subestimam os benefícios da imigração, e outras superestimam os benefícios. Porém, enquanto a crença do eleitor médio for a verdadeira, os políticos ganham ao promover políticas imigratórias baseadas em fatos.

Essa história é boa de se ouvir, mas será que ela é correta? Será que as crenças do eleitor médio são verdadeiras? Em meu livro The Myth of the Rational Voter [O Mito do Eleitor Racional], lançado pela Princeton University Press, analiso um corpus significativo e concluo que, definitivamente, a resposta é "não". Como mariposas em torno de uma lâmpada, os eleitores gravitam em torno de alguns enganos. E seus erros não se anulam: eles se combinam.

Em meu livro, e nesse ensaio, concentro-me nos enganos do público em relação à economia. Em parte, faço isso por ser economista, porém, principalmente, faço-o porque a economia é um exemplo bem claro de um assunto que é politicamente importante (“é a economia, seu burro”), mas que é ainda pouco compreendido. Desconfio que os erros dos eleitores estendem-se para muito além da economia. Já existem provas convincentes de que a maior parte do público possui crenças pouco fundamentadas a respeito de toxicologia e câncer. Em política externa, igualmente, temos o efeito “reunião em torno da bandeira”, a tendência do público de apoiar guerras assim que são declaradas. Mas mesmo que o eleitor médio compreendesse cada assunto nãoeconômico, os enganos sobre a economia, por si, já seriam um problema sério para a democracia.

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O ocaso do PSDB, por Tagutti

A tragicomédia do nosso pós-redemocratização começou quando o PSDB deixou a social-democracia na saudade. Com FHC, o partido passou a ser social-democrata no papel, social-liberal no discurso e conservador na prática.

Engraçado foi essa tentativa dos tucanos de emular Reagan e Thatcher. Lá no Hemisfério Norte, existia ou um Welfare State ou um sistema de proteção social vindo dos tempos do New Deal, um ambiente de presença constante do Estado na vida do cidadão, onde os neo-liberais exploraram alguns excessos para atacar todo o modelo.

O mantra, correto ou não, era oferecer maior liberdade econômica para uma população que já tinha padrão de vida altíssimo, colorindo-o com alguns toques de xenofobia/racismo ("vamos desmantelar o Welfare e acabar com a leniência dos imigrantes/negros/latinos").

Era óbvio o suicídio programático dos tucanos, ao importar estas teses para um país em que milhões figuravam abaixo da linha da pobreza, e cuja maior necessidade era a implementação do Estado Social da Constituição de 88, e não o seu desmantelamento.

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A ideia do novo na política brasileira, por Wagner Iglecias

Um dos argumentos mais usados pelos mais diversos políticos na História brasileira é chamar para si e para seu grupo a perspectiva do novo. Parte-se do pressuposto de que a estrutura política existente está carcomida e é preciso inaugurar uma nova era. Sob a vanguarda do grupo político que se auto-intitula portador da novidade, obviamente. O mais recente exemplo é aquilo que parece ser o principal slogan de campanha da candidata Marina Silva (PSB), que diz querer ser presidente da república para inaugurar a “nova política”.

Mas o fenônemo não é exatamente inédito e nem recente. E nem é só brasileiro. Regimes socialistas mundo afora pretenderam criar o “novo homem”. No que não foram bem sucedidos, como se viu depois. Nos anos 1930 o então presidente dos USA, Franklin Delano Roosevelt, lançou o “New Deal”, amplo programa econômico de inspiração keynesiana destinado a tirar aquele país da depressão econômica. Aqui, na mesma época, tivemos a inauguração do Estado Novo, período mais duro da ditadura de Getúlio Vargas, no qual de fato foram lançadas as bases do Brasil moderno, industrial e urbano, que a partir de 1937 finalmente adentrava ao século XX e deixava para trás o seu perfil de velha fazenda agro-exportadora. Perfil talvez recuperado mais recentemente, conforme atestam os dados da nossa Balança Comercial.

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Prefeito Haddad vai criar ouvidoria para denúncias de abuso policial

Jornal GGN – A questão da violência da polícia poderá ter um novo enfrentamento. Desta vez Fernando Haddad, prefeito da cidade de São Paulo, dá o passo necessário. O prefeito afirmou que quer criar uma ouvidoria que receberia denúncias de abusos praticados por policiais militares e civis. A cidade ganha com isso, pois que recebe um canal para denúncia e um mediador não envolvido, o que facilitaria o contato do cidadão para municiar poder público contra desmandos praticados e desvios de comportamento das corporações.

A Folha publicou hoje uma reportagem sobre isso, mas evidenciou também que a iniciativa aparece durante campanha eleitoral. Atrela o fato ao ato político atual na chamada mas, ao ler o texto, tem-se a certeza de que já estava previsto no plano de metas de Haddad como forma de enfrentamento do problema.

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos está finalizando o projeto e o enviará à Câmara Municipal. E o cidadão se valerá do canal para denunciar abusos de funcionários públicos, guardas municipais e outros atores da gestão municipal.

Leia a reportagem.

Da Folha

Gestão Haddad quer criar grupo que receberá denúncia contra policiais

Para a Prefeitura de SP, população tem medo de procurar as corregedorias de polícia estaduais

Iniciativa vem à tona durante campanha eleitoral; Secretaria da Segurança diz que tem seus canais de denúncia

LEANDRO MACHADO

A gestão Fernando Haddad (PT) quer criar uma ouvidoria que, entre outras atribuições, receberá denúncias de abusos praticados por policiais militares e civis. O projeto está sendo finalizado e será enviado à Câmara Municipal neste semestre.

Para a Secretaria de Direitos Humanos, que desenvolveu a proposta, a população tem medo de denunciar abusos policiais por causa da "proximidade" entre os órgãos que recebem as denúncia e as próprias corporações.

"Existe um medo das pessoas em acionar a corregedoria da polícia, de ter seu nome revelado, há receio por ser da polícia", diz Giordano Magri, autor do projeto e chefe de gabinete da Secretaria Municipal dos Direitos Humanos.

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Perda de água também contribuiu para caos atual de abastecimento

Jornal GGN - Nem só a seca preocupa quando o assunto é água. A perda de água é outro ponto a ser enfrentado pelas distribuidoras. Os motivos são variados, do clássico vazamento às ligações clandestinas, entornando fora do sistema de distribuição cerca de 40% da água captada e tratada. Os números foram divulgados pela Agência Brasil, com dados divulgados ontem pelo Instituto Trata Brasil e compilados do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento de 2012.

da Agência Brasil

Perda de água chega a quase 40% nas maiores cidades do Brasil

Luana Lourenço

A cada 10 litros de água tratada nas 100 maiores cidades do país, 3,9 litros (39,4%) se perdem em vazamentos, ligações clandestinas e outras irregularidades. O índice de perda chega a 70,4% em Porto Velho e 73,91% em Macapá. Os números são do Ranking do Saneamento, divulgado hoje (27) pelo Instituto Trata Brasil, com base em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento de 2012.

Encontro Nacional pela Mata Atlântica, conhecido como Viva a Mata, ocorre às vésperas do Dia Nacional da Mata Atlântica, em 27 de maio. A situação das bacias e rios do bioma deve entrar nas discussões. A partir d

A cada 10 litros de água tratada nas 100 maiores cidades do país, 3,9 litros se perdem em vazamentos, ligações clandestinas e outras irregularidadesMarcelo Camargo

O estudo considerou a perda no faturamento, ou seja, a diferença entre a água produzida  e a efetivamente cobrada dos clientes. De acordo com o instituto, o indicador de referência para a perda de água por faturamento é 15%. Dos 100 municípios da lista, quatro têm nível de perda menor ou igual ao patamar. Em 11 deles, as perdas superam 60% da água produzida.

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"A Serra do Rola-Moça", por Mário de Andrade

do blog de Gilberto Cruvinel

A Serra do Rola-Moça

Não tinha esse nome não...
Eles eram do outro lado,
Vieram na vila casar.
E atravessaram a serra,
O noivo com a noiva dele
Cada qual no seu cavalo.

 

Antes que chegasse a noite
Se lembraram de voltar.
Disseram adeus pra todos
E se puserem de novo
Pelos atalhos da serra
Cada qual no seu cavalo.

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os mestres, os vandálicos, os loucos... um poema de romério rômulo

os mestres, os vandálicos, os loucos

1.
os mestres, os vandálicos, os loucos
não são os todos, e nem são muito poucos.
seus edredons são peles de camelos
suas carnes se respaldam em novelos
seus ovos são férteis nutrientes
a desmanchar e recozer os dentes.
quantas manhãs os vi a trovejar
os seus bafejos chegados d' além mar.
2.
seus atos dominados por bobinas
se atropelam em todas as esquinas.

romério rômulo

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Sistema Alto Tietê chega ao pior nível de sua história. Até quando ele vai durar?

Sistema Alto Tietê chega ao pior nível de sua história

Hoje, 27 de Agosto, é um dia negativamente histórico. Pela primeira vez, desde que passou a funcionar a partir da integração de suas 5 represas – Paraitinga, Ponte Nova, Biritiba-Mirim, Jundiaí e Taiaçupeba – o Sistema Alto Tietê baixou do patamar de 16,4%, marca que tinha atingido em 16 de Dezembro de 2003, naquela era havia sido, até então, a pior crise hídrica da história de São Paulo. Naquele momento, por sinal, Paraitinga e Biritiba-Mirim eram obras em processo de finalização, e constituíam reservatórios em processo de enchimento. No contexto daquela crise, eram percebidas como uma solução importante para evitar com que uma parcela relevante da população paulista – quase 5 milhões de habitantes – corresse novamente o risco de pleno desabastecimento. À época, o mesmo governador, Geraldo Alckmin, também apostou nas chuvas, que vieram muito acima da média nos primeiros meses de 2004 e aliviaram os problemas desse sistema e do Cantareira. No final desse ano, contudo, o Alto Tietê voltou a cair para cerca de 25% de sua capacidade, o que acendeu novas luzes amarelas na gestão tucana. Novamente “São Pedro” foi generoso e proporcionou mais uma estação chuvosa considerada excepcional.

Desta vez, no entanto, a crise hídrica parece ser muito mais grave – e não é a circunstância de não termos um veículo sequer da mídia que tenha dado a manchete acima (!) que a tornará menos difícil de ser superada. Isso, é claro, porque estamos ainda em fins de Agosto. Os recordes negativos citados acima ocorreram ambos nos meses de Dezembro – o que significa que houve, naquele momento, um atraso no começo das chuvas, o que agravou a dramaticidade dos problemas. Em nosso caso atual, a possibilidade de que esse fenômeno venha a se repetir é considerável, dadas as estimativas de climatologistas, já replicadas em artigos anteriores.

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Brasil 2015: a vez da economia criativa


No debate dos presidenciáveis, pela Rede Bandeirantes, a palavra cultura foi pronunciada apenas uma vez. Não se trata apenas de insensibilidade em relação a um tema central para o próprio conceito de país, mas também em relação à tendência dominante da economia mundial, a economia do conhecimento.

As chamadas indústrias criativas - dentre as quais se inclui a cultura, a educação, até os games de celular - tornaram-se tendência dominante na economia mundial. As leis de propriedade intelectual protegem inclusive os conhecimentos seculares da população de um país.

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Ontem, no Seminário Indústrias Criativas do Projeto Brasilianas, ficou claro a relevância desse novo modelo de economia, que pode envolver dos artesãos nordestinos aos músicos cariocas, das produtoras de cinema à indústria do livro, do cinema aos nerds de aplicativos de celular.

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O primeiro desafio é a construção de indicadores de produção cultural. O IBGE andou ensaiando algumas pesquisas, ainda muito incipientes e da perspectiva da economia formal.

Constatou que a economia da cultura cresce ininterruptamente a taxas de 4% ao ano.

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Um dos pontos centrais de discussão é sobre o direcionamento dos fundos públicos.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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