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Técnica reduziu o papel da educação a um mero modelo de gestão menor do dia-a-dia, sem entender a função do professor
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GGN revela, com exclusividade, dados da família Marinho e de offshores da Globo em Bahamas, envolvendo a Copa de 2002
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Não há registro na história moderna de um País sair da recessão apenas com investimentos privados, por André Araújo
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A visão da gestão de padaria de Maria Helena, do MEC

No início dos anos 90 tiveram início os programas de qualidade no país. Naquele aprendizado inicial, os consultores limitavam-se a identificar os principais processos em cada organização e a redesenhá-los, visando aumentar sua eficiência.

Era uma espécie de bê-a-bá da gestão, na qual era mais importante conquistar um ISO 9000 do que melhorar o desempenho da empresa.

À medida em que as empresas foram evoluindo, devidamente assimilados, os programas de qualidade passaram a ocupar um lugar secundário. E a gestão passou a recorrer a instrumentos mais sofisticados visando o objetivo-fim, como o planejamento estratégico, a discussão de novos métodos para a área de recursos humanos, a descoberta de novas qualidades exigidas dos gestores e funcionários. Leia mais »

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Os cantores populares em defesa da educação e contra a reforma

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As elites agem politicamente para manter os juros altos?

Enviado por Photios Andreas Assimakopoulos

Por Carlos Drummond

Na CartaCapital

A confirmação, pelo Banco Central, na quarta-feira 31, dos juros mantidos há mais de um ano em 14,25% cristaliza o País como caso raro de estabilidade no topo em um mundo com predominância de taxas zero, insignificantes ou cadentes. À ineficiência econômica e ao exotismo da situação no contexto internacional, acrescenta-se outro recorde incômodo, o da maior taxa real média nos últimos 19 anos. A situação foi identificada em uma amostra de 11 países estudada por Thereza Balliester Reis e apresentada em dissertação de mestrado em junho, na Universidade de Paris.

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“O que aconteceu?”, espanta-se o jovem Inquisidor. Quem será?, por Marcelo Auler

Por Marcelo Auler

Pela segunda vez nessa semana reproduzo neste espaço um texto do meu amigo Marcio Tavares D’Amaral. No domingo (18/09), reproduzi uma verdadeira aula, distribuída por ele ao grupo de amigos do qual faço parte. Como bom mestre que é, na postagem – Didaticamente, em sete itens, a explicação sobre o golpe do impeachment – demonstrou porque o impeachment de Dilma Roussef é considerado um golpe, apesar dos “coxinhas” e dos usurpadores do poder não quererem admiti-lo como tal.

Professor emérito de História da Filosofia na UFRJ, D’Amaral, na coluna deste sábado (24/09) em O Globo, onde escreve semanalmente, foi buscar nos filósofos da era AC a tentativa de explicar o grande dilema entre prova e convicção, criado recentemente.

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Os muitos golpes do golpe, por Paulo Teixeira e Raimundo Bonfim

Paulo Teixeira e Raimundo Bonfim

O golpe chegou às escolas. Em vez de promover amplo debate sobre o que deve mudar na Educação, Michel Temer assinou uma medida provisória que institui retrocessos evidentes, como a tendência à supressão do curso noturno e a não obrigatoriedade do ensino de artes e educação física no Ensino Médio. De forma arbitrária, Temer torna a educação pública menos inclusiva (o período noturno responde hoje por um terça das matrículas e é fundamental para quem trabalha durante o dia, impossibilitado de migrar para o ensino diurno, integral ou não) e estabelece um modelo de escola voltado mais para o mercado do que para a formação integral do estudante (o que acontece quando se retiram disciplinas e se obrigam jovens de 14 anos a escolher um campo de estudos).

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Sentença de Moro com 160 páginas saiu dois minutos após defesa final de Bumlai

Jornal GGN - O jurista Lênio Streck publicou em sua página no Facebook, neste sábado (24), um pequeno texto que demonstra, em sua visão, que a defesa de José Carlos Bumlai na Lava Jato não foi respeitada pelo juiz federal Sergio Moro.

Segundo Streck, o acompanhamento processual da ação envolvendo Bumlai mostra que a sentença pela condenação proferida por Moro, com 160 páginas, saiu dois minutos após a defesa juntar as alegações finais.

Para o jurista, o "Estado Democrático de Direito está em risco. Exceção em cima de exceção. Tudo em nome de argumentos finalisticos. A moral predou o direito. E com apoio de grande parte da comunidade jurídica. Os juristas estão canibalizando o direito! Isso não vai terminar bem!"

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Big Data: O império do Grupo Globo em paraísos fiscais

O GGN revela, com exclusividade, os dados da família Marinho e de offshores da Rede Globo em Bahamas, peças-chave da negociata pelos direitos de transmissão da Copa de 2002
 
 
Jornal GGN - Novas revelações de paraísos fiscais foram divulgadas em mais uma série do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ). O jornal alemão Süddeutsche Zeitung teve acesso a 1,3 milhão de documentos sobre mais de 175 mil offshores entre 1990 a 2016. Apesar de receberem destaques casos relacionados a políticos de diversos países, o GGN revela, agora, que no Brasil os dados do Grupo Globo também integram os mais de 38 gigabytes de empresas.
 
A publicação alemã dá sequência às investigações com base em Big Data mundo afora, e compartilhou o material recebido com o consórcio internacional, incluindo diários da Europa, América do Sul, Ásia e África. 
 
Até o momento foram reveladas holdings e empresas envolvendo o presidente da Argentina, Maurício Macri, o secretário do interior do Reino Unido, Amber Rudd, o filho do ex-ditador Augusto Pinochet, Marco Antonio Pinochet, o filho do presidente da Nigéria, Sani Abacha, a ex-comissária da União Europeia Neelie Kroes, o ex-ministro do Exterior do Qatar, Sheikh Hamad, entre outros.
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Dilma critica vazamento do TCU ao Estadão e diz que PGR a inocentou no caso Pasadena

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Jornal GGN - A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) rebateu reportagem do Estadão deste sábado (24) sobre uma nova auditoria do Tribunal de Contas do União apontando responsabilidade do Conselho de Administração da Petrobras sobre os prejuízos causados pela compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA). À época, Dilma era presidente do Conselho, mas alegou que o colegiado não teve acesso a todos os documentos que demonstrariam os problemas da transação.

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Velha mídia esconde que Lava Jato não quis delação de Eike contra PSDB

Jornal GGN - Os desdobramentos do caso Eike Batista e Guido Mantega mostram que não é apenas para a Lava Jato que eventuais doações via caixa 2 ao PSDB e outros partidos de oposição ao PT são desinteressantes. Para a imprensa hegemônica, há pouco ou nenhum espaço para registrar o que tem ficado à margem das investações.

Essa semana, o GGN revelou que Eike Batista tentou entregar aos procuradores da Lava Jato uma lista de partidos e políticos que receberam doações de suas empresas em caráter "oficial", mas também "privado" - sugerindo uso de caixa dois. A reação da Lava Jato foi esnobar a iniciativa de Eike, devolvendo a lista para um de seus advogados. Os procuradores direcionaram o empresário a levantar indícios contra o ex-ministro Guido Mantega. (Leia mais aqui)

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Auditor do TCU confronta Procuradoria da República e tenta bloquear bens de Dilma

Jornal GGN - Um auditor do Tribunal de Contas da União decidiu confrontar decisão da Procuradoria Geral da República e outro estudo feito pelo próprio TCU ao apontar Dilma Rousseff como responsável "solidária" pelos prejuízos causados à Petrobras no caso Pasadena. A intenção do auditor com essa conclusão é bloquear os bens de Dilma e dos demais membros do Conselho de Administração da estatal.

Ocorre que, no ano passado, a Procuradoria Gerald a República já havia mandado arquivar esse assunto alegando que o Conselho não tinha informações suficientes para compreender que a compra e posterior venda de Pasadena traria prejuízos à Petrobras. Por isso, à época, apenas os diretores com função executiva tiveram seus bens bloqueados - caso do ex-presidente José Sergio Gabrielli.

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Nota pública em defesa da ordem constitucional, em desagravo a Mantega

Na CartaCapital

A ordem pública brasileira vem sendo ameaçada sistematicamente por aqueles que deveriam protegê-la.

O direito ao protesto coletivo vem sendo coibido por intervenções provocativas, abusivas e desproporcionais por parte da Polícia Militar, como se a velha polícia política das ditaduras estivesse de novo à solta.

Ano a ano, cidadãos brasileiros invisíveis são conduzidos coercitivamente a depoimentos – ou algo pior – sem serem intimados pela Justiça.

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Moro ultrapassou o limite do aceitável até para conservadores, por André Singer

Jornal GGN - O juiz federal Sergio Moro "ultrapassou o limite do aceitável, mesmo para corações liberais e conservadores", quando mandou prender e soltar, por pressão da opinião pública, o ex-ministro Guido Mantega. Na visão do cientista político André Singer, esse episódio deveria representar um "corte" nos abusos da Lava Jato. "A opinião pública viu a face do arbítrio. Se ficar conivente com ele, prestará contas à história. Quando um processo autoritário se explicita, todo mundo sabe como começa, mas ninguém sabe como termina."

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