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Desde tempo imemoriais, há enorme dificuldade do homem comum em entender a dimensão dos que vieram para mudar o mundo
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Sem fio condutor da boa política econômica, o resultado é o afloramento dos ressentimentos e do ódio; por Luis Nassif
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Usam uma política deliberada para faturar em cima da TIL, a Taxa de Ignorância Líquida do consumidor; por Luis Nassif
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Clipping do dia

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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O grande Facundo Ramirez

Facundo Ramirez é filho de Arile Ramirez, um dos maiores músicos da história da Argentina, autor do portentoso Missa Criolla e de Alfonsina e o Mar, amigo dos maiores músicos do jazz e da MPB.

Pianista excepcional, dono de uma voz linda, ator shakespeariano, Facundo costuma passar temporadas no Brasil, visitando amigos.

Na próxima vinda, prometo arrastá-lo para um dos nossos saraus,

Janot livra Aécio de inquérito na Lava Jato e Aécio se sente "homenageado"

Atualizado às 20h37 de 04/04

Jornal GGN – O Procurador-geral da República entendeu que não existem elementos que justifiquem investigar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, citado em delação do doleiro Alberto Youssef.

A lista de Janot, enviada no começo da noite de ontem, terça-feira, ao Supremo Tribunal Federal (STF) pede o arquivamento de investigação envolvendo o senador por Minas Gerais e candidato derrotado à presidência da República nas últimas eleições.

O nome do tucano veio à baila no depoimento do doleiro Alberto Youssef, mas a Procuradoria entendeu que as informações ali contidas não são suficientes para que ele seja investigado, por isso sugeriu ao ministro Teori Zavascki o arquivamento da denúncia. No entanto, ainda não se sabe o teor da citação envolvendo o tucano ou mesmo se ele recebeu propina.

A solicitação de Janot corre sob sigilo de Justiça e será analisada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF.

O caso

Alberto Youssef, o doleiro delator, citou o envolvimento de irmã de Aécio em esquema de propina de Furnas e disse também que o PSDB tinha uma diretoria na estatal, mas não detalhou o equema, e por isso Janot pediu arquivamento.

O Estadão teve acesso ao de

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Noblat, Lula e a sina dos homens comuns

Recentemente, o colunista e blogueiro Ricardo Noblat escreveu um artigo sobre Lula. Trata-se de um dos mais significativos artigos dos últimos anos. Não para entender o fenômeno Lula, mas como material de estudo sobre como o senso comum da mídia o via.

Deixe-se de lado a bobagem de apresentar Lula como ameaça à democracia por convocar o exército de Stédile. É tão inverossímil quanto os 200 mil soldados das FARCs que invadiriam o Brasil em 2002, em caso de vitória de Lula.

Fixemos nas outras características de Lula, apud Noblat: rude, grosseiro, desleal, por não ter defendido José Dirceu e Luiz Gushiken. Também despeitado já que, segundo Noblat, ele queria ser candidato em 2014 e Dilma não permitiu (não é verdade, mas não importa). Ou a ficção de que luta para enfraquecer Dilma - mesmo Noblat sabendo que o fracasso de Dilma seria o fim do lulismo. No ano passado cometeu o feito de chamar Lula de “moleque de rua”. Leia mais »

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O desrespeito continuado aos consumidores

Um pequeno exemplo de como o atendimento ao consumidor continua em fase pré-histórica no Brasil.

Por diversas razões, desisti dos serviços NET. Na segunda-feira, liguei para a central NET para providenciar o cancelamento. Fiquei 45 minutos na linha. O cancelamento só poder ser feito pelo titular da linha – uma forma de desestimular os consumidores.

Nos primeiros 5 minutos, a atendente queria saber os motivos da desistência, ofereceu promoções, que recusei, perguntou se havia alguma  reforma na residência – não havia, mas a pergunta nada tinha a ver com minha decisão. Saiu da linha informando que estava analisando o contrato e não mais retornou. Foram 45 minutos inúteis.

***

No dia seguinte, nova tentativa. Desta vez, decidi monitorar (http://migre.me/oRpNS).

Liguei às 13:32. Em cinco minutos, as perguntas protelatórias de praxe. Depois, o telefone mudo durante 40 minutos. Ao final desse prazo, caio de novo na central telefônica e me encaminham para nova atendente, com novo número de protocolo e as mesmas perguntas protelatórias de antes.

A atendente desaparece de novo. Com 55 minutos de ligação, peço para a secretaria denunciar a omissão à Anatel. E aproveito para pesquisar sobre o presidente da empresa, José Félix.

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"Novos tradicionalistas" são mão de obra da revista "Veja", por Wilson Ferreira

Um repórter da revista “Veja Brasília” invade um condomínio em São Paulo disposto a fabricar provas para uma pauta inventada. Pego com a boca na botija, é levado pela polícia e a família vítima da “reportagem investigativa” faz um BO na delegacia. Além do episódio ser mais uma contribuição à pesada atmosfera política atual (a pauta era sobre uma suposta festa infantil de 200 mil reais pagos em dinheiro vivo pelo ex-presidente Lula), há algo mais: curiosamente o repórter é um dublê de jornalista e DJ de festas privadas no Lago Sul de Brasília e clubes que fervem na noite daquela cidade. Está para ser feita uma pesquisa etnográfica dos novos tipos-ideais do atual neoconservadorismo. Alguns já podem ser detectados: “coxinhas”, “coxinhas 2.0” e “simples descolados”. E o intrépido repórter da “Veja” pertence a um novo tipo-ideal: os “novos tradicionalistas”. Leia mais »

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Juíza de primeira instância atropela jurisdição e quer deportar Battisti

A situação é inédita, porque o STF, última instância da Justiça brasileira, julgou o caso e a última palavra do presidente já foi proferida
 
 
Jornal GGN - Uma juíza da primeira instância, da Justiça Federal, decidiu pela deportação do italiano Cesare Battisti, entendendo que, por ser um estrangeiro em situação irregular no Brasil, "criminoso condenado em seu país de origem por crime doloso, não tem o direito de aqui permanecer, e portanto, não faz jus à obtenção nem de visto nem de permanência".
 
Battisti recebeu sua sentença de prisão perpétua pela Itália em 1970, por ser membro do grupo de Proletários Armados para o Comunismo, acusado de ter cometido quatro assassinatos. Fugiu da Itália, morou alguns anos na França, passou pelo México e chegou ao Brasil em 2004. 
 
No período, a Itália solicitou a extradição de Cesare Battisti. O Supremo Tribunal Federal autorizou, em 2009, a sua volta ao país para cumprir a pena. Entretanto, a última palavra para casos de extradição é do presidente da República. Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente, negou, e Battisti permaneceu no Brasil.
 
Agora, o assunto foi retomado porque o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública contra a União, pedindo a nulidade do ato de concessão do visto de permanência do réu no Brasil, e solicitando a deportação. 
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A tentativa da imprensa de vitimizar Renan e Eduardo Cunha

Enquanto veículos culpam a presidente pela inclusão de Renan e Cunha na lista de envolvidos, professora de História da USP ensina análise política
 
 
Jornal GGN - Sustentado em boatos e ilações, o que se pode acompanhar da cobertura da grande imprensa sobre a lista de Janot, enviada ao Supremo Tribunal Federal na noite desta terça-feira (03), é a tentativa da imprensa de endossar que os nomes dos peemedebistas, possivelmente incluídos nas investigações, são culpa do governo. 
 
Ainda que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tenha demonstrado nítida mudança de comportamento, com a informação de que seu nome estaria incluído, há um esforço superior da imprensa para fragilizar a tese de que políticos de outros partidos, além do PT, podem estar envolvidos no esquema de corrupção - até então com holofotes midiáticos apenas sobre a sigla da presidente Dilma Rousseff.
 
A situação é verificada na coluna de Merval Pereira, desta quarta (04), apontando que não somente o nome do presidente do Senado na lista de um representante do Judiciário é culpa de Dilma, como de toda sua gestão, envolvendo, para isso, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. A especulação ultrapassa os boatos, e o colunista utiliza como ponte de ligação da atuação do Executivo no Judiciário a Polícia Federal:
 
"Renan, e também Eduardo Cunha, o presidente da Câmara, estão convencidos de que houve o dedo do governo, com a atuação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, através da Polícia Federal, para incriminá-los com o objetivo de fragilizar o Congresso e dividir as atenções neste momento de crise que o país atravessa", publicou Merval Pereira.
 
O fato é acompanhado por outros veículos, que transformam o indicativo em afirmação: "o peemedebista [Renan Calheiros] tinha, então, boa relação com o governo Lula, diferentemente de agora, quando acumula insatisfações que vão da participação nas indicações ao fato de, segundo informações, figurar na lista de indiciados por suposta participação nos desvios apontados pela Operação Lava Jato", divulgou o Painel da Folha de S. Paulo.
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George Stinney Jr é declarado inocente 70 anos após sua execução

George Stinney Jr - A absolvição 70 anos depois da eletrocussão nos EUA

Por Loulla-A-Eleftheriou Smith

Do The Independent

Traduzido por JNS

O garoto negro foi considerado inocente, 70 anos após a execução, aos 14 anos de idade, na cadeira elétrica na Carolina do Sul

Stinney Jr tornou-se a pessoa mais jovem a ser executada no século 20, nos EUA, quando foi enviado para a cadeira elétrica em 1944, após ser condenado por uma sentença que foi anulada, mais de 70 anos depois da sua morte.

A juíza Carmen Tevis Mullen disse que a velocidade com a qual o Estado condenou o menino foi chocante e extremamente injusta e que o seu caso foi uma "grande injustiça", decidindo pela inocência de Stinney Jr.

O garoto negro de 14 anos de idade foi condenado à morte pelo assassinato de duas meninas brancas em uma cidade segregada na Carolina do Sul, em um julgamento que durou menos de três horas e, segundo informações, sem nenhuma evidência e quaisquer depoimentos de testemunhas.

Amie Ruffner recebeu apoio da família e amigos após prestar depoimento na audiência para reabrir o caso do irmão

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Fotógrafo dá resposta a namorado ciumento sobre nu artístico

Jornal GGN - Um fotógrafo começou um projeto de fotografar nus artísticos. Já tinha fotografado 30 modelos e contava ainda com uma longa fila de espera quando uma das meninas cancelou o ensaio. O namorado dela havia proibido. E até mandou um email malcriado para o fotógrafo dizendo que ele deveria pedir permissão aos parceiros das meninas. A resposta veio em formato de carta, do fotógrafo para sua filha. Destacando um pequeno trecho: "O corpo é a capa da alma e nos protege dos mais violentos ventos. Se um dia você quiser posar nua, filha, tem o meu apoio. E se não quiser, tem o meu apoio também. Agora, se um dia você namorar um babaca, filha, vou infernizar a sua vida."

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Antonio Delfim Netto: O fim do capitalismo...

do Valor

O fim do capitalismo...

Por Antonio Delfim Netto

O ilustre professor Wolfgang Streeck, atualmente no Instituto Max Plank, foi entrevistado (por e-mail) pela competente jornalista Vanessa Jurgenfeld, do Valor. O resultado foi publicado numa brilhante página deste jornal no dia 26 de dezembro.

Streeck é um sociólogo, historiador e economista (melhor apetrechado, na mesma ordem, nas três disciplinas) que sofreu grande influência do pensamento de Karl Polanyi. Trata-se do gigante historiador-economista húngaro, que publicou, em 1944, o hoje clássico "A Grande Transformação" - ele e Simmel - "A Filosofia da Moeda" - foram a sensação dos seminários do professor Heraldo Barbuy na FEA-USP, em 1949).

Nele se descreve a expansão da economia de livre mercado (no período 1830-1930), que ao mesmo tempo em que tornava a produção mais eficiente, gestava a "mercadização" da terra, do trabalho e da moeda, criando tensões sociais que acabaram impondo a volta do Estado, em 1930, para resolver a crise produzida pelo "laissez-faire".

Sociedade civilizada depende do jogo entre urna e mercado

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Eduardo Cunha convoca ex-PGR para sua defesa na Lava Jato

Jornal GGN – O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB do Rio, contratará o ex-procurador-Geral da República Antonio Fernando Souza para defendê-lo no processo da operação Lava Jato.

A nota saiu na Folha de hoje, que também afirma que o ex-PGR já aceitou defender Eduardo Cunha, mas que ainda “falta acertar detalhes do contrato”.

Na ficha de Antonio Fernando estão 141 inquéritos instaurados na sua gestão, triplo da média dos antecessores. No mensalão ele tornou réus 40 acusados.

O PGR enviou 28 pedidos de inquérito ao STF nos desdobramentos da operação Lava Jato, e Cunha e o presidente do Senado, Renan Calheiros, ambos do PMDB, estão entre eles.

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Sarau no Rio de Janeiro

Vamos fazer um novo Sarau no Rio de Janeiro no dia 14, sábado.

Aceitam-se sugestões de hora e local.

Os últimos saraus foram em um belo boteco na rua Humaitá e em outro na Santa Tereza.

 

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