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Dilma foi sabotada por seu próprio partido, por Bernardo Mello Franco

Jornal GGN - Artigo de Bernardo Mello Franco, nesta quinta (25), na Folha, reforça que o PT abandonou Dilma Rousseff às vésperas do julgamento final do impeachment, quando a maioria da executiva nacional do partido rejeitou, por 14 votos a 2, a proposta de plebiscito por novas eleições.

A ideia tem, segundo o Datafolha, apoio de mais de 60% da população. Mas o PT considerou de difícil execução e decidiu não endossar a proposta que Dilma fez na carta aos senadores e povo brasileiro. 

Dessa maneira, disse Bernardo, o PT deu margem para que senadores perguntem à Dilma como ela deseja ser apoiada por eles se nem seu próprio partido lhe deu apoio.

Bernardo também sinalizou que a atitude do PT está relacionada com a disputa eleitoral. Antecipar o pleito seria "um tiro no pé" do PT em meio à Lava Jato. O partido acha que tem mais chances em 2018, com Lula e o eventual desastre do governo Michel Temer (PMDB). 

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Para atrair investidores, governo vai mudar modelos de concessões de rodovias

Jornal GGN - Para atrair mais investidores, o governo interino pretende mudar o modelo de concessões de rodovias para a iniciativa privada, com alterações que vão encerrar a concentração de investimentos nos primeiros anos do contrato. Nos leilões anteriores, feitos em 2013, o governo colocava a exigência de que a maioria das obras realizadas nas rodovias privatizadas fossem feitas durante os primeiros cinco anos da vigência da concessão.

Agora, a ideia é que as obras e o aumento da oferta de serviços aconteçam junto com a evolução do tráfego das estradas. Maurício Quintella, ministro dos Transportes, disse que o modelo foi alterado por que o investimento nos primeiros anos de concessão era “um fator que tirava atratividade”. Outra mudança está relacionada com a cobrança do pedágio. Antes, as concessionárias tinham que realizar 10% da duplicação para poder cobrar dos usuários, e, agora, os pedágios poderão ser colocados após a execução de serviços mínimos.

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Começa julgamento final do impeachment de Dilma no Senado

Jornal GGN - Por volta das 9h30 desta quinta (25), o presidente do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski abriu a sessão final do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff. Contra a presidente afastada, o interino Michel Temer (PMDB) precisa de ao menos 54 votos. Ontem, pela primeira vez, Temer disse ter o número necessário para derrubar Dilma. Nos bastidores, o placar pró-impeachment está entre 59 e 63 votos.

Dilma será julgada por editar créditos suplementares sem autorização do Congresso e pelas chamadas pedaladas fiscais - uso de recursos de bancos federais para programas bancados do Tesouro. O pedido de impeachment com base em crime de responsabilidade fiscal foi feito por juristas pagos pelo PSDB. 

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Armandinho e o novo ministério

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Empresários pedem para Temer segurar o dólar em R$ 3,20

Jornal GGN – Um grupo de empresários da região Sul do país se reuniu com o presidente interino Michel Temer por iniciativa do deputado Mauro Pereira. Eles pediram para que o governo não deixe a cotação do dólar cair abaixo de R$ 3,20 para não atrapalhar as margens de exportação.

Temer disse que não vai permitir um “derretimento” do dólar, mas não se comprometeu em manter nenhum patamar. Assessores presidenciais teriam dito à Folha de S. Paulo que o ideal seria que o dólar ficasse na faixa de R$ 3,10 a R$ 3,20. Mas eles acreditam que caso o impeachment se confirme, a cotação pode cair para um valor entre R$ 2,85 e R$ 2,90.

"O ideal, para as exportações brasileiras, seria um dólar na casa de R$ 3,80, mas hoje isso não é possível", disse Mauro Pereira. "Então, os empresários pediram ao presidente que o governo não deixe a moeda americana cair abaixo de R$ 3,20".

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caminhar com fernando pessoa, 2, por romério rômulo

caminhar com fernando pessoa, 2

por romério rômulo

 

um poema sobre um poema

é um massacre vivo

a tombar sobre a garganta das pedras.

escrever sobre a pedra

é um massacre tão sórdido

quanto dizer a palavra morte.

viver a morte

é o último apelo dos que não cabem nos ossos

estas matérias que me entrevam e ardem.

 

quanto de mim vai desvairar no espanto?

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Semelhanças e diferenças entre o golpe de hoje no Brasil e o golpe nazista em 1933

Hitler deu um golpe inteiramente "legal", através de uma votação no Parlamento, com o apoio da classe média alta. Se olharmos os métodos, como se parecem!

Enviado por Jota A. Botelho

Flávio Aguiar, em Carta Maior

Semelhanças e diferenças entre o golpe de hoje no Brasil e o golpe nazista em 1933

"Nem sempre o que é, parece. Mas o que parece, seguramente é". Ditado brasileiro.

Muito se tem escrito, contra e a favor, sobre semelhanças e diferenças entre o golpe nazista de 1933 e o que hoje está em curso no Brasil.
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Planeta perde 33 mil hectares de terra fértil por dia

Sugestão de Almeida

da Revista Online do IHU - Instituto Humanitas Unisinos

Planeta perde 33 mil hectares de terra fértil por dia

O mundo perde 12 milhões de hectares de terra fértil por ano, equivalente a 33 mil hectares diários, de 30 a 35 vezes mais do que a proporção histórica. Estudos científicos calculam que a superfície terrestre em condições de seca passou de 10% para 15% no começo dos anos 1970, para mais de 30% no início de 2000, e que esses números continuarão aumentando.

A reportagem é de Baher Kamal, publicada por Envolverde/IPS, 19-08-2016. 

Embora as secas ocorram em todas as partes, a África parece ser o continente mais prejudicado. Segundo a Convenção das Nações Unidas para a Luta Contra a Desertificação (UNCCD), dois terços das terras africanas são desertas ou áridas.O desafio é enorme para o segundo maior continente do planeta, com 1,2 bilhão de habitantes distribuídos em 54 países, que foi a região mais afetada em 2015-2016 pelo fenômeno climatológico El Niño. Leia mais »

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Empresas inovadoras se encontram com investidores e clientes

Jornal GGN – Nos dias 27 a 29 de agosto, 125 startups participam da etapa final do programa InovAtiva Brasil, que tem o objetivo de acelerar o desenvolvimento de empresas inovadoras. Na ocasião, os empreendedores receberão mentoria, treinamento e poderão apresentar suas ideias para investidores e clientes.

“Vai ser um momento final de troca entre mentores e empreendedores, com orientações para a estratégia de negócios, o pitch da startup. Toda essa preparação visa à conexão com o mercado. No Demoday, teremos dezenas de investidores e executivos convidados interessados em realizar negócios com as startups aceleradas no programa”, explicou o secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Marcos Vinícius de Souza.

Segundo Leandro Carioni, diretor executivo do Centro de Empreendedorismo Inovador da Fundação Certi, o programa é fundamental para o mercado brasileiro de inovação. “A conexão obtida em um momento como este consolida projetos incríveis’’.

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Soberania e investimento, por Clemente Ganz Lúcio

Quando o Brasil vende a base produtiva, infraestrutura ou riqueza natural para empresas estrangeiras, abre mão da soberania de investir e decidir sobre o presente e futuro

do Brasil Debate

Soberania e investimento

por Clemente Ganz Lúcio

Faz parte da utopia do movimento social e dos trabalhadores, do sonho que querem transformar em realidade, que a economia brasileira seja capaz de produzir bem-estar e qualidade de vida para todos. O desafio é saber produzir os bens e serviços, distribuindo-os com equidade, para atender às necessidades materiais e culturais de todos.

A economia capitalista se estruturou por meio do Estado moderno, de nação soberana que domina um território e faz, nesse espaço físico e político, uma produção econômica, gerando avanços no bem-estar e na qualidade de vida das pessoas.

A riqueza natural do território brasileiro é um ativo essencial. O conhecimento materializado no nível de educação geral da sociedade e na sua capacidade de transformá-lo em tecnologia, produtos e serviços, é a base para o desenvolvimento industrial ou produtivo. A capacidade de alocar parte da renda e riqueza, gerada para o Estado prover serviços públicos e investimentos na infraestrutura, garante a qualidade e quantidade da expansão produtiva e da proteção social.

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Castelo Branco e Michel Temer, vidas paralelas, por Fábio de Oliveira Ribeiro

por Fábio de Oliveira Ribeiro

Castelo Branco era, em 1964, o militar mais respeitado no Brasil. Apesar de participar discretamente da conspiração para encerrar o ciclo democrático iniciado em 1946, ele não se comprometeu publicamente com o golpe de estado. De fato, após a a presidência do Brasil ser declarada vaga, Castelo Branco surgiu em trajes civis como uma liderança de consenso para comandar o novo regime.

Todavia, desde 1962 Castelo Branco vinha sendo cortejado pelo adido militar da Embaixada dos EUA. Os documentos e gravações oficiais do governo Lyndon Johnson liberados revelam que o marechal era considerado o substituto de João Goulart desejado pela Casa Branca se o golpe articulado por Abraham Lincoln Gordon  vingasse. O golpe vingou e Castelo Branco foi o grande beneficiário da quartelada comandada pelo General Mourão.

Segundo Luiz Alberto Moniz Bandeira (Presença dos Estados Unidos no Brasil), o governo Castelo Branco se caracterizou por uma aproximação exagerada entre o Brasil e os EUA. No princípio da ditadura militar agentes governamentais norte-americanos circulavam livremente pelos Ministérios e influenciavam as políticas públicas que seriam adotadas pelo nosso país. Castelo Branco também é censurado porque adquiriu o costume desagradável de discutir questões sensíveis e até sigilosas com seus amigos da embaixada dos EUA. A morte dele colocou um fim neste ciclo de submissão incondicional ao império norte-americano.

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Farsa no Senado não pode continuar com Lava Jato como está, por Jeferson Miola

A farsa no Senado não pode continuar enquanto a Lava Jato não for investigada

Jeferson Miola

Ilude-se quem pensa que é séria a gritaria do Gilmar Mendes contra os "delírios totalitários" da força-tarefa da Lava Jato. Não há nenhuma conversão ética ou moral deste juiz tucano do STF. Ele continua no mesmo lugar de sempre: fazendo o jogo da sua famiglia tucana.

Se tivesse o mínimo de seriedade, e considerando a gravidade das acusações que fez, Gilmar não deveria se restringir à crítica política espalhafatosa através da mídia, mas teria o dever funcional e constitucional de determinar a abertura imediata de investigação da Lava Jato.

Gilmar, o tucano falastrão do Supremo e dono de capangas no Mato Grosso – predicado revelado ao mundo pelo ex-colega Joaquim Barbosa – fala grosso, usa frases de efeito, carrega nos adjetivos, mas não faz o essencial que um juiz do STF deveria fazer ante um crime, que é exigir a investigação do que caracteriza como abuso de autoridade de "falsos heróis" que "combatem o crime cometendo crime" e que avizinham o Brasil do "terreno perigoso de delírios totalitários".

Ilude-se também quem imagina haver alguma ameaça à Operação devido aos desacertos políticos pontuais entre o Gilmar e o Rodrigo Janot. Eles até podem divergir conjunturalmente, mas preservam a unidade monolítica quanto ao objetivo estratégico de operar o golpe com o impeachment fraudulento da Presidente Dilma e destruir Lula e o PT.

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Xadrez da delação que ficou pairando no ar

Os últimos capítulos da Lava Jato - com a emocionante refrega entre o Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e o Procurador Geral da República Rodrigo Janot - trazem uma montanha de informações para quem aprendeu a ler além do meramente factual.

Vamos a algumas conclusões e algumas explicações sobre a capa da Veja sobre Dias Toffoli e sobre a suspensão da delação da OAS pelo PGR.

Como se recorda, era uma denúncia tão anódina que a própria reportagem tratava de desqualificar. Mesmo assim, serviu de álibi para que o PGR suspendesse a delação de Léo Pinheiro, da OAS.

O Xadrez de Toffoli e o fruto da árvore envenenada (http://migre.me/uKQMH)

O Xadrez do empate vitorioso de Gilmar e Janot (http://migre.me/uKQNQ)

Sobre disputas e concordâncias

Alguns leitores tendem a ver tudo como uma jogada ensaiada, com roteiro e ações combinadas. Não é bem assim. Há as grandes linhas e posições prévias, pontos em comum, pontos discordantes entre os personagens envolvidos na trama. Em torno deles, movimentos que acontecem ao sabor das circunstâncias.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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