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O STF e o dinheiro da Visanet

Ao ignorar os laudos técnicos no caso das verbas publicitárias da Visanet, e concluir que a verba publicitária total de 2003 e 2004 (R$ 73,8 milhões) foi desviada, a Procuradoria Geral da República e o Supremo Tribunal Federal criaram um imbróglio considerável.

Ora, havia laudos técnicos atestando que a verba foi aplicada nos veículos.

Levantamento realizado pelo escritório Simonaggio Perícias, do advogado contratado pelos antigos proprietários da DNA – Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, que já cumprem penas –, concluiu o destino de 85% dos gastos, destinados em campanhas de propaganda e eventos para promover o cartão Ourocard.

O restante, segundo o levantamento, não se pode comprovar por falta de acesso à documentação nos arquivos da Visanet no Banco do Brasil e no Instituto de Criminalística da Polícia Federal.

Dessa forma, para recuperar o que foi supostamente desviado, o Banco do Brasil terá que se certificar do valor exato desviado e, por isso, remexer nos arquivos e em possíveis investigações da Ação Penal do mensalão.

E aí se colocará em xeque um dos pontos centrais da AP 470.

Nesta segunda-feira (25), O STF encaminhou para o Banco do Brasil cópia integral do processo do mensalão. A cópia foi enviada em três DVDs, depois que o Banco solicitou ao presidente do STF, Joaquim Barbosa, o processo da Ação Penal 470, a fim de avaliar se cabem medidas para recuperar os recursos desviados.

O BB iniciou o mapeamento. Ao final das investigações, as conclusões muito provavelmente serão as seguintes:

1.       A verba da Visanet foi integralmente aplicada nas campanhas publicitárias planejadas.

2.       Henrique Pizzolato cometeu crime, sim, mas de outra natureza e gradação. Trabalhou para antecipar o pagamento à DNA, antes de executados os trabalhos. Aplicando no mercado financeiro, a DNA teve um lucro estimado de R$ 2 milhões. Em troca, Pizzolato recebeu os R$ 326 mil de Marcos Valério, que provavelmente não se destinavam ao caixa do PT, conforme alegado por ele.

Por se tratar de uma situação delicada, a Diretoria Jurídica do Banco do Brasil terá que, após decidir como recuperará esse valor imaginário, emitir uma justificativa com informações possivelmente além daquelas trazidas pelas investigações da Ação Penal. E aí colocará em xeque uma das peças centrais da AP 470, levantada pelo ex-Procurador Geral Antonio Fernando de Souza, avalizada pelo sucessor Roberto Gurgel, pelo relator Joaquim Barbosa e pelo pleno do STF.

Qual a razão para o ex-PGR Antonio Fernando de Souza ter insistido em uma versão falsa? A hipótese mais provável é que Antônio Fernando livrou vários financiadores da DNA – como o Banco Opportunity, de Daniel Dantas. Ao livrá-los, o montante de recursos irregulares caiu substancialmente. Havia a necessidade de encontrar outros valores. E, aí, decidiu-se avançar contra todas as provas e incluir como desvio todas as verbas publicitárias da Visanet (http://tinyurl.com/lhfpqmm).

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6 de julho de 2005 – Um país

6 de julho de 2005 – Um país detestável

Michel Houellebecq, em Partículas Elementares, definiu o Brasil como uma porcaria de país, “povoado de brutos fanáticos por futebol e por corridas de automóvel. A violência, a corrupção e a miséria estavam no apogeu. Se havia um país detestável, era justamente, e especificamente, o Brasil”. Partículas Elementares é de 1998. Ou seja, foi publicado antes das comemorações do “Ano do Brasil na França”. Imagino que agora, tendo tido a oportunidade de conhecer melhor nossos músicos, cineastas, escritores, artistas plásticos e políticos, todos os franceses compartilhem a opinião de Houellebecq a respeito do país. Se eu fosse o ministro das Relações Exteriores, ou o ministro da Cultura, ou o diretor da Cacex, evitaria exibir o Brasil lá fora. Nossa única chance é que o resto do mundo continue a nos ignorar. Quanto menos contato os estrangeiros tiverem conosco, melhor. Uma iniciativa como o “Ano do Brasil na França” produz danos irreparáveis à nossa imagem. Os franceses levarão meio século para esquecer o que viram.

A comunidade muçulmana na França processou Houellebecq porque ele declarou numa entrevista que o islamismo era “uma religião estúpida”. Os brasileiros não podem fazer o mesmo. Houellebecq tem razão sobre o Brasil. A gente é uma porcaria. A gente é fanático por esporte. A gente é corrupto. Um fato não exclui o outro. Pelo contrário: há uma relação direta entre fanatismo esportivo e corrupção. A investigação sobre a roubalheira petista já revelou que a propaganda estatal era usada para a lavagem de dinheiro. Agora falta descobrir se o patrocínio de eventos esportivos tinha a mesma finalidade. Eu persigo o diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. Sou seu professor Moriarty. Cheguei a recomendar sua convocação à CPI. Tenho certeza de que ele pode explicar direitinho como funciona o esquema de distribuição de verbas promocionais das empresas públicas. Pizzolato está por dentro de tudo. Além de arrecadar fundos para as campanhas eleitorais de Lula, ele comanda o investimento em publicidade do Banco do Brasil e decide o patrocínio da estatal a eventos esportivos. É o nosso homem.

Um dos eventos esportivos patrocinados por Pizzolato foi um torneio hípico realizado pelo publicitário Marcos Valério. O maior quinhão do Banco do Brasil, porém, é destinado ao vôlei e ao tênis. O Banco do Brasil, quase sempre em sociedade com a Koch Tavares, financia praticamente sozinho todo o tênis nacional. Patrocina Gustavo Kuerten, o Brasil Open, o Ourocard Challenger, o circuito juvenil, o Masters e o Aberto de São Paulo, através de sua subsidiária Cobra Tecnologia. Nos dois primeiros anos do governo Lula, a Cobra foi comandada por Graciano Santos Neto. Ele é uma das figuras mais comentadas do petismo. Era diretor da Gtech na época em que Waldomiro Diniz negociava em favor da empresa. Na Cobra, foi acusado de beneficiar empresas privadas com o repasse de contratos sem licitação. Graciano é tenista amador. Em 2004, jogou uma partida preliminar da final do Aberto de São Paulo, torneio patrocinado pela própria Cobra. Ao término da partida, concedeu-se inclusive um troféu. Como diria Houellebecq, é detestável que Graciano tenha se aproveitado do dinheiro público para se exibir num torneio de tênis. E é ainda mais detestável, “especificamente detestável”, que ninguém tenha pensado em expulsá-lo da quadra a raquetadas.

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Essa coluna é do Diogo Mainardi. Vai dizer o quê em relação a isso? É uma vergonha, desmoralizante. É motivo de escracho, como fez corretamente o Mainardi à época. O cara lá da COBRA, o tal Graciano, tenista amador, se deu um troféu num evento financiado com dinheiro do BB. Patético. Os caras já sabiam. Nem todo mundo é otário no Brasil não. Os caras são bem informados, tem experiência de vida, sacam as malandragens brasileiras, como funcionam os esquemas.

Diogo Mainardi, independentemente de qualquer outra coisa, estava certo quanto a isso, quanto aos esquemas de Pizzolato no Banco do Brasil. Os fatos mostraram isso.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

  O mundo inteiro quer morar morar no Brasil

 

O mundo inteiro quer morar no Brasil, diz pesquisa. Menos a elite brasileira

 

11 de janeiro de 2014 | 18:54 Autor: Fernando Brito

bandeira-manifestante

Reproduzo duas matérias do Estadão.

A primeira, dizendo que o Brasil é “ o único (país)da América Latina, o único Bric e a única nação ocidental em desenvolvimento” que aparece entre os 12 lugares onde moradores de 65 nações – ouvidos pelosprincipais institutos de pesquisa do mundo –  desejariam viver.

Nosso país é citado, simplesmente, como um dos destino dos mais desejados em dois terços dos países do mundo.

Uma segunda matéria, porém,  com a mesma pesquisa, mostra um grupo detesta o Brasil: os brasileiros de renda mais alta.

Dos que têm renda maior, 63% admite a ideia de deixar o país. Entre os pobres, um percentual semelhante, 61% não aceitam sair daqui de jeito nenhum, mesmo com todas as dificuldades que vive.

É chocante, até para quem conhece a natureza da elite brasileira.

Morar no Brasil é ‘sonho’ internacionalLucas de Abreu Maia e Rodrigo Burgarelli, com colaboração de Laura Maia de Castro 

O Brasil é um dos 12 países mais cobiçados para se morar, segundo uma série de pesquisas feitas em 65 nações pelo WIN – coletivo dos principais institutos de pesquisa do mundo – e tabulada pelo Estadão Dados. O crescimento econômico na última década, aliado à boa imagem cultural do País no exterior, fizeram com que o Brasil fosse citado como destino dos sonhos por moradores de dois em cada três países onde foi feito o estudo.

Na lista dos destinos mais cobiçados por quem não está feliz na terra natal, o Brasil é o único da América Latina, o único Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, China e Índia) e a única nação ocidental em desenvolvimento. As pesquisas foram feitas no fim do ano passado e ouviram mais de 66 mil pessoas ao redor do globo. Elas foram questionadas se gostariam de morar no exterior se, hipoteticamente, não tivessem problemas como mudanças ou vistos e qual local elas escolheriam. Por isso, os resultados dizem mais sobre a imagem dos destinos mencionados do que com imigrantes em potencial.

Se esse desejo virasse realidade, o Brasil receberia em torno de 78 milhões de imigrantes nesse cenário hipotético. Mas, em um mundo sem fronteiras, a população do País diminuiria – 94 milhões de brasileiros se mudariam para outras nações, se pudessem. Ainda assim, 53% dos brasileiros não desejam emigrar, porcentual acima da media mundial.

Quem mais tem vontade de vir para o Brasil são os argentinos: 6% se mudariam para cá se tivessem a chance. O Brasil também está entre os cinco mais cobiçados por peruanos e mexicanos. Mas não são apenas latinos que gostariam de viver aqui. Os portugueses acham o Brasil mais atrativo do que a Alemanha, os italianos o preferem à França, os australianos o consideram o segundo país mais desejável, os libaneses o colocam em posição tão alta quanto a Suíça e até no longínquo Azerbaijão o Brasil aparece entre os quatro destinos mais sonhados, na frente até dos Estados Unidos.

Liderança. Os EUA são, previsivelmente, o destino mais desejado por quem quer imigrar no mundo. O ranking segue com outros países ricos, como Canadá, Austrália e nações da Europa ocidental. Quebram a hegemonia das grandes potências apenas Brasil, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos – os dois últimos, não por acaso, países de renda alta por causa do petróleo e destino desejado principalmente por muçulmanos. De todos esses países, o único que não tem histórico recente de imigração considerável é justamente o Brasil.

Para Alberto Pfeifer, professor de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (USP), os entrevistados possivelmente deram respostas utópicas. “Em um mundo em que não houver barreiras, lógico que muita gente gostaria de morar na zona sul do Rio.” Ainda assim, ele defende que o crescimento econômico dos anos 2000 foi crucial para “colocar o País no mapa da imigração”.

A diplomata Liliam Chagas de Moura estuda o chamado “soft power” brasileiro – a capacidade de um país de exercer influência por meio de sua cultura e hábitos políticos. “Temos uma cultura diversa e riquíssima, somos uma democracia e somos reconhecidos em nossa política externa por ser um país pacífico”, diz, acrescentando que essas características definem a “marca Brasil” no exterior. “Já morei em diversos países e, ao nos apresentarmos como brasileiros, recebemos uma empatia imediata.”

Foi essa empatia que atraiu a portuguesa Sara Mendonça, de 26 anos. Ela é gerente de marcas e se identificou com o País ao fazer intercâmbio no Rio. Há seis meses, ela se mudou definitivamente para Campinas.

“No momento, aqui tem muito mais oportunidades do que a Europa. Ganha-se melhor”, diz Sara, que antes morava na Espanha. Ela conta que perdeu um pouco da qualidade de vida, mas pensa em ficar alguns anos mais. “Não penso em ficar para sempre. Quero ficar até a situação na Europa melhorar ou a do Brasil piorar.” 

Ricos brasileiros são os que mais querem morar fora

O Brasil é um dos países onde há menos pessoas dispostas a morar no exterior. Dos 65 locais pesquisados, o País é o 15º entre os que têm a maior população que não se mudaria. Mas há uma peculiaridade: ao contrário do que acontece na maioria dos países de renda média ou baixa como México ou China, os brasileiros que gostariam de morar fora são justamente os mais ricos. Os dados da pesquisa mostram que, entre quem ganha mais de dez salários mínimos por mês, apenas 37% não sairiam do Brasil de jeito nenhum. Já entre quem ganha menos de um salário, esse porcentual pula para 61%.

 O bancário Tiago Peliciari, de 30 anos, faz parte do primeiro grupo. Desde a primeira vez que saiu do País, em 2009, ele decidiu que quer, em algum momento, morar fora por acreditar que, em países como os Estados Unidos, a vida é melhor. “Não apenas a qualidade de vida, mas também a noção de coletivo que as pessoas têm me faz querer morar lá.” O bancário paulista, que há seis meses mora em Brasília, já fez e refez planos e escolheu a cidade alvo: San Diego, na Califórnia. Entretanto, o medo de arriscar tem atrasado o objetivo. “O maior medo hoje seria trocar um emprego certo por um incerto.”

É também nos EUA que o financista Henrique Sígolo, de 24 anos, quer viver. Formado em Relações Internacionais, Sígolo já morou em quatro países e tem muita vontade de morar fora “de vez”. “A questão da segurança conta bastante. Acho que para ter uma família é melhor lá fora.”

O financista trabalha em uma multinacional e vê a oportunidade de viver no exterior pela empresa que trabalha. “Em agosto vou passar seis meses fora do Brasil, mas ainda não sei o meu destino.” / L.M.C., L.A.M. e R.B.

http://tijolaco.com.br/blog/?p=12483

 

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Os caras meteram a mão. Foi

Os caras meteram a mão. Foi isso o que aconteceu.

Diogo Mainardi, que não é otário, já indicava isso desde 2004 em suas colunas. Tirava a maior onda com o Pizzolato e suas estripulias, a exemplo da contratação de torcida para o time de voleibol do Brasil. Dizia que aceitava patrocínio do BB para o time de voleibol. Mas contratar torcida, era realmente uma piada. Farra com dinheiro de sociedade de economia mista, que o STF, a propósito, em sua jurisprudência, considera público. Motivo para meter a mão. Ele estava certo. Há limites para a farra imoral que se instalou no BB, o mais antigo banco do país.

Mainardi dizia que Pizzolato era "o nosso homem". Isso muito antes do mensalão estourar.

Mainardi estava certo. Os fatos provaram isso.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

imagem de André de Sousa Bastos
André de Sousa Bastos

Cuidado com sua régua

Vc tá falando dos seus amigos tucanos né

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Estou gostando de ver sua

Estou gostando de ver sua nova postura depois do último pito que te passei, Xandy. Há uma semana você não insulta pessoas ou espalha palavrões pelo blog. A burrice continua a mesma de sempre, claro, mas isso não tem cura e no fundo você não tem culpa de ter nascido com QI baixo. Continue assim, sendo um bom menino, e o Titio Juca não vai mais precisar aparecer para te dar palmadas.

Continuo de olho, atuando na fiscalização do seu comportamento. Não se esqueça: toda santa vez que eu me deparar com sua carranca grotesca atrelada a xingamentos dirigidos a qualquer comentarista do blog, vou chegar pesado, para te DESTRUIR mais uma vez.

Fica esperto, 171.

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Ainda isso? Putz....O

Ainda isso? Putz....

O dinheiro da visanet só podia ser usado pelo BB, sem contrapartida contábil que gerasse débito em nome do BB. Era um direito do BB, um patrimônio dele, com a única especificidade de ser usado para pagar os credores do BB acerca de publicidade.

Como não era do BB? É claro que era do BB. O fato de ser oriundo do fundo Visanet não quer dizer nada. O que importa é a natureza jurídica do uso e seus efeitos contábeis em termos de gerar débitos. Se não usasse o dinheiro Visanet, o BB teria que usar dinheiro de seus cofres para custear a publicidade dos cartões Visa. Ou seja, houve dano material reflexo.

E a DNA não poderia, por contrato, ter acesso ao dinheiro da visanet. Por que ignoram isso?

Dizem que o dinheiro foi usado nos contratos de publicidade. Bem, isso é tão obscuro e questionável, que quando rastrearam o dinheiro, flagraram o branqueador de capitais fazendo jogatina financeira com os créditos. Transferia para contas de livre movimentação financeira de sua titularidade, fazia TEDs, e depois tomava supostos empréstimos nos valores ou próximos dos valores dos repasses liberados por Pizzolato mediante propina. Mas no processo existem provas de que os repasses não foram usados para custear a publicidade. Os documentos supostamente comprobatórios dos gastos com publicidade foram julgados espúrios, inidôneos. Provas, perícias, dizendo isso. Pizzolato nem sequer fiscalizava o contrato. Não cobrava a prestação de contas da DNA. Tudo isso provado.

Por que insistir com essa farsa ridícula, vergonhosa?

Houve trambique, desfalque, tirineta, peculato, corrupção. Escolha aí o termo. Tem para todos os gostos. O cara fugiu. Deixa disso. Trambiqueiro de marca maior, eu hein.

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"É relativamente fácil suportar a injustiça. O mais difícil é suportar a justiça." Henry Louis Mencken.

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Elizeu

Mensalão

Tenho visto por aí que as provas de desvio é que são obscuras, que existem fartas provas de que o dinheiro da Visanet foi aplicado devidamente na publicidade a que se destinava, inclusive um relatório de auditoria interna do BB é bastante claro neste sentido, faz parte dos autos. Esta é a questão chave de toda história.  Até agora não vi contestações sérias das provas do uso correto do dinheiro da Visanet divulgados pela Retrato do Brasil e vários outros veículos, apenas o argumento de que os juízes não poderiam ser tão burros para serem enganados desta forma.  As ditas provas do desvio usadas para a condenação foram amplamente refutadas por juristas e jornalistas em várias oportunidades, os diversos eventos patrocinados com esta verba são de amplo conhecimento público, o próprio BB não reclamou de desvio nenhum, nem do bônus de volume. 

 

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Vidas, Fatos, Versões & Clamores.

Qualquer análise adequada deste julgamento, passa necessariamente pelo esclarecimento de conceitos jurídicos elementares. - Corrupção é a aceitação ou oferecimento de vantagem indevida em troca da prestação de serviço, atitude ou omissão. Existem duas modalidades de corrupção: Ativa é aquele que oferece. Passiva é o que recebe a vantagem indevida. No Brasil apenas a corrupção na esfera pública é tipificada como crime (Art.317 e 333 do C.P.) apenadas com reclusão de 2 a 12 anos e multa. - Caixa 2 são recursos financeiros não  contabilizados e/ou não declarados aos órgãos de fiscalização. A partir daí,  restam ser analisados dois aspectos cruciais que modificam absolutamente o resultado do processo:  Houve ou não dinheiro público na origem destes pagamentos? Os serviços de publicidade foram ou não prestados?  Se não havia dinheiro público e os serviços foram prestados, não houve o crime de corrupção e sim caixa 2, que aplicadas ao caso em análise, a maioria dos juristas sequer entendem como crime, mas uma irregularidade eleitoral. E é aí que entram as provas que sequer foram levadas em consideração ao longo de todo o julgamento. É importante despertamos para o fato de que este julgamento foi realizado sob todas as características de um julgamento de exceção a partir de uma multiplicidade de elementos facilmente perceptíveis e verificáveis: - Condenação prévia dos réus pela grande mídia tradicional.  A denominação do processo sob a alcunha de "MENSALÃO" alardeada e bombardeada pelos meios de comunicação diuturnamente ao longo de sete anos, induziu a população a aceitação passiva desta versão como fato incontestável. Simultaneamente ao induzir e avalizar apenas a tese da culpa dos acusados com tal ênfase, praticamente desprezando qualquer outra possibilidade, tornou irrelevante o julgamento. Independentemente do resultado, os réus já haviam sido previamente condenados, sendo a condenação no tribunal, apenas um adereço "pró-forma" para dar materialidade ao "clamor de justiçamento" que havia sido forjado anteriormente; - Coação ilegal e pressão permanente da mídia aos magistrados pela condenação; - Fatiamento do julgamento para forjar uma estória e facilitar a tese da acusação;    - Impossibilidade dos réus comuns recorrerem a uma segunda instância; - Ocultação e manipulação das provas para induzir a condenação; - Seletividade na escolha dos réus em relação aos mesmos fatos imputados (deixaram de fora todos os réus ligados ao PSDB e ao governo anterior); - Inversão do ônus da prova (os réus tinham que provar sua inocência e não o acusador provar a culpa); - Negação do princípio da ampla defesa dos acusados; - No decurso do processo o relator não se comportou com equilíbrio e isenção necessárias, visivelmente atuando como acusador e não como juiz, induzindo ao erro os demais juízes na formação de sua convicção; - Suspeição de diversos juízes que atuaram no julgamento; - Aplicação de uma teoria extemporânea (Domínio do Fato) desautorizada pelo próprio autor, para tentar legitimar a condenação sem provas. - Transformação do julgamento em um grande espetáculo para criminalizar pessoas e determinado partido, televisionado diuturnamente na forma de novela e repercutida pelas rádios, jornais e revistas ao longo de meses penalizando duplamente e sem previsão legal os réus que não tiveram sua presunção de inocência levada em consideração. - Fatiamento do Trânsito em Julgado(quando não cabe mais recursos) para possibilitar a execução das penas de prisão a réus específicos, infringindo o princípio da unidade processual e do Art. 5° da C.F., "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". - Uso político do julgamento com finalidade manifestamente eleitoral (coincidência das datas em relação as eleições e posteriormente na execução das penas). - Execução das penas antes da publicação do acordão do STF e flagrante ilegalidade na manutenção de presos em regime fechado que foram apenados no regime semi-aberto. Bastaria uma destas ocorrências para que o julgamento incorresse em nulidade absoluta. É sensato nos calarmos e nada fazermos diante de todos estes fatos? Ontem foram eles, porém é evidente que amanhã pode ser qualquer um de nós.  É importante enfatizar que os acórdãos do STF, ditam as orientações que servem como referência para o próprio tribunal e também para os tribunais e instâncias inferiores sobre diversos assuntos e temas que foram tratados no julgamento. Diante do abandono de uma infinidade de princípios da justiça universalmente consagrados e de tantos abusos e incongruências que foram larga e intensamente praticadas, será foi inaugurada nessa nova fase de nossa história, a disseminação das trevas como referência para outros julgamentos?   É lamentável constatar que estamos vivendo sob diversos aspectos uma ditadura da mídia e do judiciário e aquele poder que acreditávamos que deveria nos proteger diante das arbitrariedades e violências, hoje,  é o que mais as pratica seletivamente em nome da justiça.

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que escritório é esse?

 

Só vejo um problema: que escritório Simonaggio é esse? Tem tradiçao, histórico de idoneidade?  A oposiçao e o Barbosa vao se apegar nestes detalhes, tem que se desmontar essa possível argumentaçao deles, o escritório foi contratado pelos condenados. 

 

"Levantamento realizado pelo escritório Simonaggio Perícias, do advogado contratado pelos antigos proprietários da DNA – Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, que já cumprem penas –, concluiu o destino de 85% dos gastos, destinados em campanhas de propaganda e eventos para promover o cartão Ourocard." 

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Paulo C. P. Z.

inocência - parte 3

Titia da oferenda, fique bem, vai dar tudo certo.

Você ainda não percebeu que não estou defendendo partido algum? assim é mesmo difícil.

Também notei que o julgamento do mensalão foi um pouco diferente do que costumamos a ver, é verdade. Mas o que acostumamos a ver, infelizmente: impunidade, morosidade, excesso de direitos aos criminosos e pouco às vítimas. O Brasil precisa ser mais justo, ou seja, não permitir que defesas protelatórias vençam a causa em detrimento do povo e da coisa pública. O Direito Penal precisa ser mais severo, punir com mais rigor.

A prisão dos mensaleiros, em alguma medida, será interessante para eles mesmos, que ainda pagarão de vítimas e poderão explorar isso politicamente logo logo. Claro que não como candidatos, pois o direito político está suspenso.

Lembre-se que todos os mensaleiros tiveram suporte técnico dos melhores advogados do país. Se isso não é suficiente, então o que será?

Lembre-se que foram dados prazos em dobro, garantias foram estendidas, além da normalidade, essa atipicidade não lhes chamou a atenção, por óbvio. Se vc for processada não terá os mesmos direitos que eles tiveram. Igualdade?

O processo tem mais de 10 mil páginas, mas nenhuma prova. Você, o Nassif e outros é que estão elucidando tudo aqui no blog. Realismo ou fantasia?

Claro, para o interesse político e jurídico, o processo deveria ter tramitado inteiramente nos juízos de primeira instância, submeter-se a todos os recursos, subir para as demais instâncias e aí então teríamos justiça: a prescrição e consequentemente liberdade de todos. Isso seria muito justo ou legal, mas não na minha opinião, pois estou cansado de ver essa m...(como vc se referiu ao Brasil), ser o país da impunidade.

Só o fato de Zé Dirceu e outros terem se envolvido com Roberto Jefferson é motivo para cassação do mandato, mas é claro que isso não importa, pois na política praticada ultimamente os fins justificam os meios. Pior, a ideologia da esquerda purista perdeu para o pragmatismo. Muito conveniente.

Pior que o mensalão, é a Copa do Mundo. Já ouvi muita crítica ao fato de a Globo passar futebol, como se fosse o circo. Mas não li as mesmas pessoas criticarem o Lula por intervir diretamente na construção do estádio em São Paulo (do seu time do coração).

Estas mesmas pessoas que defendem a injustiça do julgamento do mensalão, de uma teoria conspiratória, não criticam o Governo Federal por construir 12 sedes para a Copa do Mundo.

Numa coisa eu creio, em cada estádio construído há muito dinheiro desviado, muita ajuda às futuras campanhas políticas. Como toda crença, é criticável, mas é um costume arraigado no Brasil. Obra é sinônimo de práticas espúrias. Isso independe de partido, cara titia da oferenda.

Agora, é óbvio que o dinheiro desviado, a obra superfaturada não deixará recibos, digitais, gravações, pois a expertise brasileira nesta área é padrão FIFA.

Enquanto você gasta seu tempo me ofendendo e tentando defender políticos e práticas que você deve não conhecer inteiramente, eu estou lutando para que o Brasil seja, de fato, mais justo. De fato mais justo, quer dizer sem interpretações políticas.

Ah, outra incoerência de discurso é a famosa crítica às privatizações e a recente privatização de uma Rodovia no Mato Grosso. Só pra dar um exemplo.

Deram seta para a esquerda, mas viraram à direita.

 Você acha legal ver o Maluf (que apoiou Haddad a pedido de Lula), e tantos outros políticos corruptos na televisão e no Congresso ou prefeituras por aí a fora?

Prezo tanto as ideias da esquerda que não admito enganadores se valerem de discursos idiotizantes para desmerecer esta posição intelectual e social.

obs: só para registro: não sou leitor da Veja. 

Saudações.

 

 

 

 

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Marise Morais

O STF e o dinheiro da Visanet

Agora o ministro Dias Tóffole vem dizer que o dinheiro do "mensalão" era privado, mas seus gestores públicos. Não foi essa argumentação usada no julgamento, o tempo todo eles falavam que era desvio de dinheiro público. Vão arranjar uma nova teoria para justificar toda essa palhaçada.

 

 

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+almeida

O mentirão ficou conhecido

O mentirão ficou conhecido AP470. O helicóptero do Perrella (amigo do Aécio) ficará conhecido AP450 kg 

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Outra aeronave

Só uma correção, a carga foi pesada.

Inventaram uma nova aeronavave. O heliPÓptero.

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"Penso, logo existo"

imagem de +almeida
+almeida

Nova ordem

Sabendo que poderá correr o risco de ser envolvido com mais consistência nesse samba do crioulo doido que está se tornando o caso Visanet, o poderoso principe regente poderá ordenar ao STF que desfaça toda a colcha de retalhos do mentirão e que corrija o julgamento retirando o superfaturamento das penas inventadas para agradar a elite bandida, a mídia sem pudor e a micro oposição.

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A elite bandida que vc se

A elite bandida que vc se refere é a dona do Helicóptero.....? 

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A falta de limites para o ódio de Barbosa

 Marcos Coimbra: Barbosa passou dos limites em seu desejo de vingança

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Quem lida com pesquisa de opinião vê o aumento de eleitores que dizem odiar algo ou tudo na política

por Marcos Coimbra, em CartaCapital, encaminhada via e-mail por Julio Cesar Macedo Amorim

A figura de Joaquim Barbosa faz mal à cultura política brasileira. Muito já se falou a respeito de como o atual presidente do Supremo conduziu o julgamento da Ação Penal 470, a que trata do “mensalão”. Salvo os antipetistas radicais, que ficaram encantados com seu comportamento e o endeusaram, a maioria dos comentaristas o criticou.

Ao longo do processo, Barbosa nunca foi julgador, mas acusador. Desde a fase inicial, parecia considerar-se imbuído da missão de condenar e castigar os envolvidos a penas “exemplares”, como se estivesse no cumprimento de um desígnio de Deus. Nunca mostrou ter a dúvida necessária à aplicação equilibrada da lei. Ao contrário, revelou-se um homem de certezas inabaláveis, o pior tipo de magistrado.

Passou dos limites em seu desejo de vingança. Legitimou evidências tênues e admitiu provas amplamente questionáveis contra os acusados, inovou em matéria jurídica para prejudicá-los, foi criativo no estabelecimento de uma processualística que inibisse a defesa, usou as prerrogativas de relator do processo para constranger seus pares, aproveitou-se dos vínculos com grande parte da mídia para acuar quem o confrontasse.

Agora, depois da prisão dos condenados, foi ao extremo de destituir o juiz responsável pela execução das penas: parece achá-lo leniente. Queria dureza.

Barbosa é exemplo de algo inaceitável na democracia: o juiz que acha suficientes suas convicções. Que justifica sua ação por pretensa superioridade moral em relação aos outros. E que, ao se comportar dessa forma, autoriza qualquer um pegar o porrete (desde que se acredite “certo”).

Sua figura é negativa, também, por um segundo motivo.

Pense em ser candidato a Presidente da República ou não, Barbosa é um autêntico expoente de algo que cresceu nos últimos anos e que pode se tornar um grave problema em nossa sociedade: o sentimento de ódio na política.

Quem lida com pesquisas de opinião, particularmente as qualitativas, vê avolumar-se o contigente de eleitores que mostram odiar alguma coisa ou tudo na política. Não a simples desaprovação ou rejeição, o desgostar de alguém ou de um partido. Mas o ódio.

É fácil constatar a difusão do fenômeno na internet, particularmente nas redes sociais. Nas postagens a respeito do cotidiano da política, por exemplo sobre a prisão dos condenados no “mensalão”, a linguagem de muitos expressa intenso rancor: vontade de matar, destruir, exterminar. E o mais extraordinário é que esses indivíduos não estranham suas emoções, acham normal a violência.

Não se espantam, pois veem sentimentos iguais na televisão, leem editorialistas e comentaristas que se orgulham da boçalidade. Os odientos na sociedade reproduzem o ódio que consomem.

Isso não fazia parte relevante de nossa cultura política até outro dia. Certamente houve, mas não foi típico o ódio contra os militares na ditadura. Havia rejeição a José Sarney, mas ninguém queria matá-lo. Fernando Collor subiu e caiu sem ser odiado (talvez, apenas no confisco da poupança). Fernando Henrique Cardoso terminou seu governo reprovado por nove entre 10 brasileiros, enfrentou oposição, mas não a cólera de hoje.

O ódio que um pedaço da oposição sente atualmente nasce de onde? Da aversão (irracional) às mudanças que nossa sociedade experimentou de Lula para cá? Do temor (racional) que Dilma Rousseff vença a eleição de 2014? Da estupidez de acreditar que nasceram agora os problemas (como a corrupção) que inexistiam (ou eram “pequenos”)? Da necessidade de macaquear os porta-vozes do conservadorismo (como acontece com qualquer modismo)?

Barbosa é um dos principais responsáveis por essa onda que só faz crescer. Consolidou-se nesse posto nada honroso ao oferecer ao País o espetáculo do avião com os condenados do “mensalão” rumo a Brasília no dia 15 de novembro. Exibiu-o apenas para alimentar o ódio de alguns.

A terceira razão é que inventou para si uma imagem nociva à democracia. O papel que encena, de justiceiro implacável e ferrabrás dos corruptos, é profundamente antipedagógico.

Em um país tão marcado pelo personalismo, Barbosa apresenta-se como “encarnação do bem”, mais um santarrão que vem de fora da política para limpá-la. Serve apenas para confirmar equívocos autoritários e deseducar a respeito da vida democrática.

 

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Euler Conrado

As consequências da apuração

Não sei se vai acontecer este levantamento técnico por parte do BB,  que o nobre jornalista Nassif está prevendo, mas, se acontecer de:

a) ficar provado que os R$ 73 milhões eram recursos privados, e

b) se comprovar que estes recursos foram corretamente aplicados, ou seja, não foram desviados.

Qual seria a consequência?

1) a grande mídia vai tratar o assunto como está tratando o caso do trensalão, ou seja, a culpa é do ministro que mandou apurar. No caso em tela, data vênia, do diretor do BB, a mando do PT, que teria apurado os rastros dos recursos para tentar desmoralizar o honestíssimo julgamento do maior escândalo que a humanidade conheceu, desde que surgiram os primeiros seres pensantes;

2) a diretoria do BB vai mandar a lista dos beneficiários destes R$ 74 milhões (a Globo, e mais 100 veículos de comunicação em todo o Brasil) para o STF e vai pedir para que o presidente daquela Corte honre a sua toga (ou capa?) e cobre estes recursos de volta, centavo por centavo, em valores atualizados. Já que ele e seus pares afirmam que o dinheiro foi desviado, e uma vez apresentado documentalemnte quem está com o dinheiro, nada mais justo que eles exijam o dinheiro de volta ;

3) o presidente do PT vai exigir um tempo em rede nacional de TV e rádio em horário nobre para explicar que houve um erro fatal no julgamento da AP 470 e que os condenados podem ter sido culpados além da conta, e que outros, muitos outros e maiores crimes e atos de desvios, corrupção e falcatruas, cometidos por outros seres de outros partidos ao longo de muitas décadas, continuam impunes. Só os dirigentes do PT, por uma bagatela menor que qualquer caixa dois de qualquer cidade do Brasil, estão pagando o pato.

 

 

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Visanet não é dinheiro público

Só a título de acrescentar, aqui detalhes quanto a legalidade da operação visanet, com videos, documentos..,,

http://www.viomundo.com.br/denuncias/recuperar-desvios-do-mensalao-pode-provocar-reviravolta.html

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"E aí colocará em xeque uma

"E aí colocará em xeque uma das peças centrais da AP 470, levantada pelo ex-Procurador Geral Antonio Fernando de Souza(1), avalizada pelo sucessor Roberto Gurgel (2), pelo relator Joaquim Barbosa (3)e pelo pleno do STF." (grifos meus)

Diante dos precedentes desses três, será de bom alvitre que o BB faça a checagem dos documentos digitalizados com os constantes dos autos no que refere à Visanet, sempre pode haver alguma surpresa.

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A parte e o todo   Que tal se

A parte e o todo

 

Que tal se desgarrar do método Barbosa de julgar e analisar o todo e não a parte isoladamente?

 José Dirceu foi tido como chefe de uma quadrilha. Foi condenado pelo domínio do fato.

Além de formação de quadrilha, foi condenado por corrupção ATIVA.

Henrique Pizzolato foi condenado por peculato e corrupção PASSIVA.

Isto significa que aquele ser tão poderoso, José Dirceu, não teve o poder de colocar alguém lá na diretoria de marketing do Banco do Brasil que fizesse o que acusam Pizzolato de ter feito sem que precisasse  ser corrompido.

Simplesmente ridículo. Mas este tipo de situação ficou "escondida" pelo fatiamento do julgamento

O mesmo raciocínio vale para João Paulo Cunha. Político em ascensão dentro do PT, precisou, no fatiamento de Joaquim Brabosa, ser corrompido para propiciar um contrato de publicidade da Câmara com a agência de Marcos Valério.

Que catso de organização criminosa é essa que uns precisam corromper os outros. E ainda querem denominar isto como quadrilha???

A imputação de crimes a uns e outros foi cuidadosamente feita e só possui alguma lógica se analisada isoladamente. Quando se analisa o todo, o castelo de cartas construído pelo PGR e assimilado pelo STF não se sustenta.

É profundamente triste a gente ter tido um julgamento no STF do qual ficaram mais dúvidas do que certezas.

Tal qual o ano de 1968, esse julgamento, em verdade, não terminará nunca.

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Comentário

"1. Reforçando: o endereço apontado pelos autores - clique lá ou aqui - oferece post cujo título é, digamos, sintomático: "Procurador Geral que livrou Dantas do Mensalão ganhou contrato da Brasil Telecom". O texto deveria ter sido integralmente reproduzido no novo post acima, tamanha a riqueza de detalhes sobre importantes tópicos tratados na ação penal 470.

2.Faltou mencionar a controvérsia sobre a natureza dos recursos Visanet: eram privados ou públicos? Se privados, caberia a ação penal 470, ou seja, o MP poderia propô-la? Relatório da auditoria do próprio BB - peça contida no processo, porém, ao que parece, ignorada - dá conta de que os recursos do fundo Visanet são privados - aqui."

 

http://domacedo.blogspot.com.br/2013/11/acao-penal-470-cobranca-dos-recursos.html

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Gregório Macedo

Merece ser lido

Procurador Geral que livrou Dantas do mensalão ganhou contrato da Brasil Telecom

Do Jornal GGN - Em sua sabatina no Senado, o jurista Luiz Roberto Barroso  considerou o julgamento do chamado mensalão “ponto fora da curva”.  Barroso é considerado o maior constitucionalista brasileira, unanimidade, saudado tanto pela direita quanto pela esquerda. Sua opinião foi corroborada pelo Ministro Marco Aurélio de Mello, um dos julgadores mais implacáveis.

Externou o que todo o meio jurídico comenta à boca pequena desde aquela época: foi um julgamento de exceção. E não apenas pelo rigor inédito (para crimes de colarinho branco) das condenações, mas pela excepcional seletividade na escolha das provas, sonegando informações essenciais para a apuração completa do episódio.

Houve o pagamento de despesas de campanha dos novos aliados do PT. Utilizaram-se recursos de caixa dois para tal. Havia o intermediário das transações – o publicitário Marcos Valério e a agência DNA. Na outra ponta, os beneficiários. E, no comço do  circuito, os financiadores.

Se poderia ter se obtido a condenação fazendo o certo, qual a razão para tantas irregularidades processuais anotadas? Não se tratou apenas dos atropelos à presunção da inocência e outros princípios clássicos do ordenamento jurídico brasileiro. Há também a suspeita de ocultação deliberada de provas.

1. Ignorou-se laudo comprovando a aplicação dos recursos da Visanet.

2. Esconderam-se evidências de que o contrato da DNA com a Visanet era anterior a 2003.

3. Desmembrou-se o processo para que outros diretores do Banco do Brasil - que compartilharam decisões com o diretor de marketing Antonio Pizolato e assumiram responsabilidades maiores - não entrassem na AP 470.

4. Ignoraram-se evidências nítidas de que a parte mais substancial dos fundos do DNA foi garantida pelas empresas de telefonia de Daniel Dantas.

O contrato de Antonio Fernando

Aparentemente, desde o começo, a prioridade dos Procuradores Gerais da República Antônio Fernando (que iniciou as investigações), de Roberto Gurgel (que deu prosseguimento) e do Ministro do STF Joaquim Barbosa (que relatou a ação) parece ter sido a de apagar os rastros do principal financiador do mensalão: o banqueiro Daniel Dantas. Inexplicavelmente, ele foi excluído do processo e seu caso remetido para um tribunal de primeira instância.

Excluindo Dantas, não haveria como justificar o fluxo de pagamentos aos mensaleiros. Todos os absurdos posteriores decorrem dessa falha inicial, de tapar o buraco do financiamento, depois que Dantas foi excluído do inquérito.

Responsável pelas investigações, o procurador geral Antônio Fernando de Souza tomou duas decisões que beneficiaram diretamente  Dantas. A primeira, a de ignorar um enorme conjunto de evidências e  excluir Dantas do inquérito - posição mantida por seu sucessor, Roberto Gurgel e pelo relator Ministro Joaquim Barbosa. A segunda, a de incluir no inquérito o principal adversário de Dantas no governo: Luiz Gushiken. Aliás, com o concurso de Antonio Pizolatto - que acabou tornando-se vítima, depois de diversas decisões atrabiliárias dos PGRs.

Foi tal a falta de provas para incriminar Gushiken, que o PGR seguinte, Roberto Gurgel, acabou excluindo-o do inquérito.

Pouco depois de se aposentar, Antônio Fernando tornou-se sócio de um escritório de advocacia de Brasília - Antônio Fernando de Souza e Garcia de Souza Advogados -, que tem como principal contrato a administração da carteira de processos da Brasil Telecom, hoje Oi, um dos braços de Dantas no financiamento do mensalão. O contrato é o sonho de todo escritório de advocacia: recebimento de soma mensal vultosa para acompanhar os milhares de processos de acionistas e consumidores contra a companhia, que correm nos tribunais estaduais e federais.

Os sinais de Dantas

Qualquer jornalista que acompanhou os episódios, na época, sabia que a grande fonte de financiamento do chamado “valerioduto” eram as empresas de telefonia controladas por Dantas, a Brasil Telecom e a Telemig Celular. Reportagens da época comprovavam – com riqueza de detalhes – que a ida de Marcos Valério a Portugal, para negociar a Telemig com a Portugal Telecom, foi a mando de Dantas.

Dantas possuía parcela ínfima do capital das empresas Telemig, Amazônia Celular e Brasil Telecom. O valor de suas ações residia em um acordo “guarda-chuva”, firmado com fundos de pensão no governo FHC, que lhe assegurava o controle das companhias. Tentou manter o acordo fechando aliança com setores do PT – que foram cooptados, sim. Quando o acordo começou a ser derrubado na Justiça, ele se apressou em tentar vender o controle da Telemig, antes que sua participação virasse pó.

No livro “A Outra Historia do Mensalão”, Paulo Moreira Leite conta que a Polícia Federal apurou um conjunto de operações entre a Brasil Telecom e a DNA. A executiva Carla Cicco, presidente da BT, encomendou à DNA uma pesquisa de opinião no valor de R$ 3,7 milhões. Houve outro contrato, de R$ 50 milhões, a ser pago em três vezes. Era dinheiro direto no caixa da DNA - e nao apenas uma comissão de agenciamento convencional, como foi no caso da Visanet.. Pagaram-se as duas primeiras. A terceira não foi paga devido às denúncias de Roberto Jefferson que deflagraram o mensalão.

Apesar de constar em inquérito da Polícia Federal – fato confirmado por policiais a Paulo Moreira Leite – jamais esse contrato de R$ 50 milhões fez parte da peça de acusação. Foi ignorado por Antônio Fernando, por seu sucessor Roberto Gurgel e pelo relator Ministro Joaquim Barbosa. Ignorando-o, livrou Dantas do inquérito. Livrando-o, permitiu-lhe negociar sua saída da Brasil Telecom, ao preço de alguns bilhões de reais.

AS GAMBIARRAS NO INQUÉRITO

Sem Dantas, como justificar os recursos que financiaram o mensalão? Apelou-se para essa nonsense de considerar que a totalidade da verba publicitária da Visanet (R$ 75 milhões) foi desviada. Havia comprovação de pagamento de mídia, especialmente a grandes veículos de comunicação, de eventos, mas tudo foi deixado de lado pelos PGRs e pelo relator Barbosa.

Em todos os sentidos, Gurgel foi um continuador da obra de Antonio Fernando. Pertencem ao mesmo grupo político - os "tuiuius" - que passou a controla o Ministério Público Federal. Ambos mantiveram sob estrito controle todos os inquéritos envolvendo autoridades com foro privilegiado. Nas duas gestões, compartilhavam as decisões com uma única subprocuradora  - Cláudia Sampaio Marques, esposa de Gurgel. Dentre as acusações de engavetamento de inquéritos, há pelos menos dois episódios controvertidos, que jamais mereceram a atenção nem do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) nem da Associação Nacional dos Procuradores da República  (ANPR) - esta, também, dominada pelos "tuiuius": os casos do ex-senador Demóstenes Torres e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda.

Tanto na parte conduzida por Antonio Fernando, quanto na de Gurgel, todas as decisões pareceram ter como objetivo esconder o banqueiro.

É o caso da  “delação premiada” oferecida a Marcos Valério. O ponto central – proposto na negociação – seria imputar a Lula a iniciativa das negociações com a Portugal Telecom. Sendo bem sucedido, livraria Dantas das suspeitas de ter sido o verdadeiro articulador das negociações. A "delação premiada" não  foi adiante porque, mesmo com toda sua discricionariedade, Gurgel não tinha condições de oferecer o que Valério queria: redução das penas em todas as condenações.

Quando iniciaram-se as investigações que culminaram na ação, Antônio Fernando foi criticado por colegas por não ter proposto a delação premiada a Marcos Valério. Acusaram-no de pretender blindar Lula. A explicação dada na época é que não se iria avançar a ponto de derrubar o presidente da República, pelas inevitáveis manifestações populares que a decisão acarretaria. Pode ser. Mas, na verdade, na época, sua decisão  blindou Daniel Dantas, a quem Valério servia. Agora, na proposta de "delação" aceita por Gurgel não entrava Dantas - a salvo dos processos - mas apenas Lula.

O inquérito dá margem a muitas inteerpretaçòes, decisões, linhas de investigação. Mas como explicar que TODAS as decisões, todas as análises de provas tenham sido a favor do banqueiro?

OS MOTIVOS AINDA NÃO EXPLICADOS

Com o tempo aparecerão os motivos efetivos que levaram o Procurador Geral Roberto Gurgel e o relator Joaquim Barbosa a endossar a posição de Antonio Fernando e se tornarem também avalistas  desse jogo. 

Pode ter sido motivação política. Quando explodiu a Operação Satiagraha – que acusou Daniel Dantas de corrupção -, Fernando Henrique Cardoso comentou que tratava-se de uma “disputa pelo controle do Estado”.

De fato, Dantas não é apenas o banqueiro ambicioso, mas representa uma longa teia de interesses que passava pelo PT, sim, mas cujas ligações mais fortes são com o PSDB de Fernando Henrique e principalmente de José Serra. 

Uma disputa pelo poder não poderia expor Dantas, porque aí se revelaria a extensão de seus métodos e deixaria claro que práticas como as do mensalão fazem parte dos (péssimos) usos e costumes da política brasileira. E, se comprometesse também o principal partido da oposição, como vencer a guerra pelo controle do Estado? Ou como justificar um julgamento de exceção.

Vem daí a impressionante blindagem proposta pela mídia e pela Justiça. É, também, o que pode explicar a postura de alguns Ministros do STF, endossando amplamente a mudança de conduta do órgão no julgamento. Outros se deixaram conduzir pelo espírito de manada. Nenhum deles engrandece o Supremo.

Poderia haver outros motivos? Talvez. Climas de guerra santa, como o que cercaram o episódio, abrem espaço para toda sorte de aventureirismo, porque geram a solidariedade na guerra, garantindo a blindagem dos principais personagens. No caso de temas complexos - como os jurídicos - o formalismo e a complexidade dos temas facilitam o uso da discricionariedade. Qualquer suspeita a respeito do comportamento dos agentes pode ser debitada a uma suposta campanha difamatória dos “inimigos”. E com a mídia majoritariamente a favor, reduz a possibilidade de denúncias ou escândalos sobre as posições pró-Dantas.

É o que explica os contratos de Antonio Fernando com a Brasil Telecom jamais terem recebido a devida cobertura da mídia. Não foi denunciado pelo PT, para não expor ainda mais suas ligações com o banqueiro. Foi poupado pela mídia - que se alinhou pesadamente a Dantas. E foi blindado amplamente pela ala Serra dentro do PSDB.

Com a anulação completa dos freios e contrapesos, Antonio Fernando viu-se à vontade para negociar com a Brasil Telecom.

De seu lado, todas as últimas atitudes de Gurgel de alguma forma  vão ao encontro dos interesses do banqueiro. Foi assim na tentativa de convencer Valério a envolver Lula nos negócios com a Portugal Telecom. E também na decisão recente de solicitar a quebra de sigilo do delegado Protógenes Queiroz – que conduziu a Satiagraha – e do empresário Luiz Roberto Demarco – bancado pela Telecom Itália para combater Dantas, mudando completamente em relação à sua posição anterior.

A quebra do sigilo será relevante para colocar os pingos nos iis, comprovar se houve de fato a compra de jornalistas e de policiais e, caso tenha ocorrido, revelar os nomes ou interromper de vez esse jogo de ameaças. Mas é evidente que o o resultado  maior foi  fortalecer as teses de Dantas junto ao STF, de que a Satiagraha não passou de um instrumento dos adversários comerciais. Foi um advogado de Dantas - o ex-Procurador Geral Aristisdes Junqueira - quem convenceu Gurgel a mudar de posição.

Com seu gesto, Gurgel coloca sob suspeitas os próprios procuradores que atuaram não apenas na Satiagraha como na Operação Chacal, que apurava envolvimento de Dantas com grampos ilegais. 

Em seu parecer pela quebra do sigilo, Gurgel mencionou insistentemente um inquérito italiano que teria apurado irregularidades da Telecom Itália no Brasil. Na época da Satiagraha, dois procuradores da República – Anamara Osório (que tocava a ação da Operação Chacal  na qual Dantas era acusado de espionagem) e Rodrigo De Grandis – diziam claramente que a tentativa de inserir o relatório italiano nos processos visava sua anulação.. Referiam-se expressamente à tentativa do colunista de Veja, Diogo Mainardi, de levar o inquérito ao juiz do processo. Anamara acusou a defesa de Dantas de tentar ilegalmente incluir o CD do relatório no processo.

Dizia a nota do MPF de São Paulo:

"Para as procuradoras brasileiras, a denúncia na Itália é normal e só confirma o que já havia sido dito nos autos inúmeras vezes pelo MPF que, a despeito dos crimes cometidos no Brasil por Dantas e seus aliados e pela TIM, na Itália, "a investigação privada parecia ser comum entre todos, acusados e seus adversários comerciais". Além disso, o MPF não pode se manifestar sobre uma investigação em outro país, por não poder investigar no exterior, e vice-versa. Para o MPF, as alusões da defesa de que a prova estaria "contaminada" não passam de "meras insinuações", pois a prova dos autos brasileiros foi colhida com autorização judicial para interceptações telefônicas e telemáticas, bem como, busca e apreensão. Tanto é assim que outro CD entregue à PF, em julho de 2004, por Angelo Jannone, ex-diretor da TIM, também foi excluído dos autos como prova após manifestação do MPF, atendendo pedido da defesa de Dantas". Agora, é o próprio PGR quem tenta colocar o inquérito no  processo que corre no Supremo e, automaticamente, colocando sob suspeição seus  próprios procuradores.. E não se vê um movimento em defesa de seus membros por parte da ANPR. Quando a Satiagraha foi anulada no STJ (Superior Tribunal de Justiça), o Ministério Público Federal recorreu, tanto em Brasília quanto em São Paulo.  Na cúpula, porém, Dantas conseguiu o feito inédito de sensibilizar quatro dos mais expressivos nomes do MInistério Público Federal pós-constituinte: os ex-procuradores gerais Antonio Fernando e Aristides Junqueira (que ele contratou para atuar junto a Roberto Gurgel), o atual PGR e o ex-procurador e atual presidente do STF Joaquim Barbosa. Levará algum tempo para que a poeira baixe, a penumbra ceda e se conheçam, em toda sua extensão, as razões objetivas que levaram a esse alinhamento inédito em favor de Dantas.

 

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Follow the money, follow the power.

O olhar.

Observando a foto do procurador geral Antônio Fernando tive a impressão de que, naquela oportunidade, ele estava "pensando na morte da bezerra" ... mas, também, é um olhar dúbio: apiedado, por estar se sentindo "imolado".

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"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes" (Khalil Gibran – 1883-1931).

Alguns comentários no post interessantes

Caro Nassif, só falta incluir

Caro Nassif, só falta incluir uma informação em sua brilhante matéria, o atual biógrafo de Joaquim Barbosa estava na Brasil Telecom até antes de ser contratado para atuar como assessor no STF junto ao gabinete de JB.

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As colocações - para não

As colocações - para não falar que sejam acusações - de LN são sérias pois supostamente possuem conteúdo suficiente para por sob suspeita os procuradores e o juiz citados.Na grande mídia ainda causaria relativo impacto junto a opinião pública o teor deste post?  Independentemente de qualquer apreciação da qualidade jornalística da materia, Nassif merece aplausos pela coragem.

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Essa história é

Essa história é inacreditável, mas coloca muitas pedras em seu lugar correto no quebra cabeça em que se tornou a república a partir da ascenção deste personagem Daniel Dantas.

O PT foi cooptado, com certeza, e me espanta que José Dirceu até hoje se recuse a falar tudo que verdadeiramente aconteceu na história do mensalão. E ele com certeza não ignorava nenhuma das ações mencionadas na matéria. 

Para mim, fundadora do partido, dói saber que contribuímos de alguma forma com tudo isso e acho revoltante que integrantes do partido, na época dos fatos, que deles tiveram conhecimento, até hoje se calem para proteger personagens da cúpula, mesmo ao custo de enterrar para sempre a credibilidade ética do partido dos trabalhadores.

Daniel Dantas é um câncer que precisa ser extirpado da política brasileira, com todos os seus tentáculos, sejam de que partido e de que  órgão sejam. Procuradores da República, juízes, políticos, servidores, até a presidência da república se for o caso, todos devem ser desmascarados e explicada e tornada pública essa história nojenta.

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Follow the money, follow the power.

Zelite em êxtase por causa do "sucesso" do "Mentirão"

Atualizado - 23:27h   E festeja, juntamente com um séquito de inocentes úteis da classe mérdia, o suposto sucesso da operação mentirão, de fato tiveram sucesso sim, conseguiram o que queriam conseguir a partir de uma mentira e só conseguiram pq instalaram um julgamento de exceção em plena democracia. O  mote que caiu do céu, o do "mensaleiro',,,na ditadura era o tal "terrorista"...não vejo saida por causa disso,,,como na ditadura, parte da população manipulada pela grande mídia está enebriada e,  totalmente por fora,  jura de pés juntos que o "mensalão" existiu, que os tais "mensaleiros" são corruptos e por isso estão presos....parece um pesadelo, quando será que virá alguma luz,,,ou seja,,,quando será que o povão entenderá o outro lado da moeda ou, se não entender,,,que pelo menos veja que esses construtores do Brasil que presos foram vitimas de uma cilada armada por esta elite prá lá de podre e perversa..,,muitos não sabem que na verdade eles lutaram  lutaram por toda a vida pelo Brasil, pela parte mais pobre da população e exatamente por isso estão sendo punidos e vejam só amigos e amigas que, , mesmo que o mensalão tivesse existido(sabemos que não existia e há provas de que não existiu) já estaríamos no lucro pois os tais "terroristas" (sic, "mensaleiros") não ficaram ricos, pelo contrário, se entregaram ao seu pais, deram o sangue para estarmos no patamar em que estamos,,,e não podemos dizer o mesmo quando falamos de mensaleiros tucanos, DEM,,etc. 

Esse julgamento foi politico, continuará sendo político, por isso o nosso debate tem que ser politico, caso contrário não chegaremos a lugar nenhum, não podemos nos deixar sermos pautados pelo imprensalão. Um assunto que temos o dever de discutir a par e estarmos preparados e devidamente articulados caso o golpe contra a democracia, que já é uma realidade, continue se aprofundando. Interessante se notar que  Barbosa adotou Genoino como seu principal alvo quando pensávamos fosse Dirceu. Tanto é Genoino o alvo principal que Barbosa o marcou, numa escala de importãncia, com o numero 1, o Dirceu com o numero 2 e o Delubio numero 3....essa coisa de marcar os outros com numeros me lembra Hitler mas, voltando assunto, pq Barbosa marcou Genonino com o numero 1 senão pq ele(apesar de saibdamente inocente) é o que mais representa o PT, uma vez que era presidente do partido quando avalizou, de boa fé, os empréstimos que, por sinal, foram devidamente pagos mas, mesmo assim,deram um jeito de transformar isso em crime hediondo com pena de quase uma década de cadeia.

Alguma dúvida de que Barbosa não é um extremista de direita dos mais tenebrosos? O Itamarati detectou isso num psicotécnico... Os brasileiros que se unam e se mobilizem desde já em defesa de nosso pais e de nossa democracia que, como vemos, encontra-se nas mãos de um extremista dos mais ensandecidos, daqueles que dá pit, se revira e dá piruetas enquanto fala: Só tem o famoso bigodinho mas que parece parece.

 

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Severino Januário

Perdão, mas quando um

Perdão, mas quando um jornalista é parabenizado "por sua coragem" em escrever a verdade sobre os fatos, é porque já entramos em período pré-ditadorial.

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Gente, o Helicóptero do PÓ

Gente, o Helicóptero do PÓ aterrisou no Jornal Nacional hoje às 21:02..

A pergutnta é:

Se o piloto é do Perrela,

Se o hilcóptero é do Perrela

Se a aeronave passou pela sede da empresa dos Perrela

Essa droga só pode ser...

 

Do Lula kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

 

 

 

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Ques as forças maiores me livrem de linchar o devido processo legal

Eu não quero nem saber desse

Eu não quero nem saber desse negócio aí de tráfico de drogas pq a gente já sabe que nesse esquema só tem "santo". Todo mundo conhece o fim de quem se mete com essa gente... Agora, só tem uma coisa; meu Estado e minha Cidade foram enxovalhados pela Globo, durante anos... RJ era o símbolo global do que não prestava por conta do tráfico de armas e drogas NOS MORROS da cidade. Brizola, foi linchado pela Globo no país inteiro pq disse que NÂO subiria os morros atrás de traficantes pq sabia, assim como o Rio de Janeiro inteiro, sabia, que ali só estavam os soldadinhos do tráfico e que os barões estavam no asfalto, de cara para a praia, no metro quadrado mais caro do Brasil... Ainda tem muito cbeção, acreditando que Nem, Marcola, Fernandinho Beira-Mar, etc... são grandes expoentes do tráfico de armas e drogas no Brasil. Quando começaram as tais jornadas de junho que tinham como objetivo a derrubada de Cabral, a gente avisou que o objetivo era o fim das UPP's que tinham dado um tiro no coração do tráfico de armas e drogas na Cidade... Nada adiantou e o pessoal queria saber onde estava o Amarildo, como se toda a população do RJ fosse idiota que nem os mauricinhos de classe média alta e não soubesse que nessas situações policiais e bandidos se misturam, trabalhando para um mesmo barão e, nesse esquema, vacilou é cerol... Não quero me meter nesse esquema pq isso aí é pesado mas a Globo, como sempre, faz zueira com o tráfico de drogas mas acoberta e silencia qdo os barões aparecem. Reza a lenda aqui no RJ, que desde a Transenge, lá atrás, os containers da Globo não são abertos em lugar nenhum. Passam em aeroportos como material de produção ou sei lá o que é... Eu quero é ver, agora, que um helicóptero com meia tonelada de pasta, É DE PASTA BASE, não é pó, não! Isso dá é farinha! Só de pasta, chegamos aí a uns 50 milhões, imaginem isso, transformado em pó! É tráfico de drogas pesado e os envolvidos NÃO são do RJ... A culpa é do piloto? Então tá... Aí o sujeito estava dando uma volta na cidade e um cara diz prá ele, aê, tenho uma partida de MEIA TONELADA de pasta base, tá afim? Beleza, vou roubar um helicóptero para carregar e já volto... Pô, demorou, hein... É... tive que abastecer e pegar a nota para prestar contas no Senado e na ALMG pq dinheiro público é sagrado, né? Ahh tá beleza... Ah fala sério! tráfico de drogas pesado e a gente aqui reclamando na rede???? Isso é prisão em flagrante, não tem papo, não tem nada que assuntar... Foi muito bom que isso acontecesse para o pessoal deixar de ser otário e ficar acreditando que os mané do morro, importam armas de Israel e exportam drogas para o mundo inteiro, com aqueles caderninhos safados e sebentos que a Globo insiste em rifar como " contabilidade do tráfico"... Tráfico de armas e drogas não é feito por Zé caveira, Tonhão Meleca, Suvaco, etc... " Vulgo" não trafica; espero que esse episódio do heliPÓptero, tenha deixado isso bem claro. E mais uma coisa, os grandes traficantes, qdo pegos, são julgados em tribunais específicos. Aqui no RJ, uma turma da alta que foi pega traficando em bucho de boi, foi carregada para Mato Grosso; não sei no que deu mas os estabelecimentos que montaram como fachada para o tráfico, continuam de vento em popa e só recebem o pessoal do andar de cima, inclusive com recomendações em todas as revistinhas encartadas nos grandes jornalões. Eu queria o Brizola, aqui, agora. Nossa elite não trabalha, não faz porra nenhuma, é incapaz de dar conta de pegar um copo d'água sozinha. É nossa imbecilidade que os mantém onde estão.

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Se não estou enganado, uma

Se não estou enganado, uma parte dessa meia tonelada de pasta poderia (?) ser transformada em crack.

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Cristiana, mandou bem. De

Cristiana, mandou bem. De fato, o que relata é a mais pura verdade (um trocadilho meio infame). Os graudos estão em outro patamar. O Governador BRIZOLA subia o morro em muitas ocasiões para dialogar e buscar evitar o confronto. Sempre foi aberto ao dialogo e a buscar soluções. Agora pelo menos, esperamos não ver mais na TV aquelas noticias sobre "a" ou "b" do morro tal. É no asfalto e nos gabinetes que estão localizados os poderosos chefões. O que eu quero saber é quem são os TRAFICANTES?

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Sherlock

 

Elementar meu caro, elementar...

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Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

imagem de silvinho
silvinho

  Esse dinheiro foi parar nos

 

Esse dinheiro foi parar nos cofres da grande mídia, sobretudo, na contabilidade da Globo. 

Agora, deixar o Opportunit de fora é que está o segredo! Mas por que os sabios não abrem a boca?

Como pode o PT apanhar e ser imolado sem esboçar qualquer esforço?

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Paulo C. P. Z.

inocência - parte 2

 

Titia Morgana, não sou torcedor. JAMAIS defenderei um político só porque voto nele ou no partido dele. Não sou eu quem generaliza, é o senso comum. Verdade que o senso comum não serve de base para muita coisa, inclusive quando aprova governos sem muito critério, ou melhor, sem uma correta compreensão do que se passa no país.

Eu não estou em defesa de um partido ou no ataque ao PT.

Leio coisas absurdas e não concordo, então tento argumentar, mostrar a falha do raciocínio que critico e por aí vai.

Claro que fica difícil entrar numa discussão aqui e abordar tudo o que queria, mas tento.

O texto do blog é sobre o mensalão e não sobre o suposto vício do Aécio. Pior ainda é ligar a tal apreensão a ele, de forma tão tola e ainda achar que está abafando ao falar isso.

Suspeita por suspeita, penso que o Lula também tinha conhecimento do mensalão, seria o chefe da turma, mas isso não vem ao caso, pois é apenas uma suspeita e não é assunto deste post. Mas vê como é difícil, você e a turma querendo defender o Zé Dirceu e muitos achando que a coisa é pior do que parece.

Concordo com vc quando fala que o jogo político está ruim, mas não acho que esta eterna muleta de culpar o "outro lado", a direita, o PSDB, ou seja o que for, justifica a forma como se argumenta politicamente.

Toda hora que alguma acusação é feita a alguém do PT ou ao próprio partido, a primeira coisa que falam é que o PSDB também fez isso antes. Esse argumento, se não é tolo, é o que?

Então vc vê seu vizinho fazendo algo errado, comete o meesmo erro e quando é pego alega que o vizinho fazia isso antes? Você(s) tem noção sobre responsabilidade? Se uma criança acusar o irmãozinho, até dá pra entender, mas uma pessoa politizada agir assim é uma ofensa aos próprios simpatizantes e não ao vizinho. É disso que eu tenho medo, de argumentos falaciosos, falhos, ridículos, só pra se defender. Atacar, desse jeito, não é a melhor defesa. Pode até parecer um argumento válido para os torcedores, que acreditam e vibram com qualquer coisa do seu "time do coração", mas alguém que sabe ler, escrever e interpretar texto, isso soa mal, fede um pouquinho.

Não concordo como os petistas se posicionam contra uma coisa chamada "grande mídia" e tento demonstrar, contestando as colocações generalistas, que há muita incoerência nisso.

A grande mídia manipula a massa. Mas e a Carta Maior e outros veículos que vivem inventando coisas sem fundamento, criando factóides, manipulando o simpatizante mais simples? Isso não é manipulação?

Outra coisa, se houvesse coerência com o pensamento de esquerda, etc, etc, ninguém do PT ou simpatizante aceitaria o emprego do Zé Dirceu num hotel, cujo proprietário é líder de um partido de aluguel que presta serviços políticos ao Governo Federal (do PT), que também possui tantas concessões públicas de rádio e tv. Isso é uma ofensa à cartilha do PT, pelo menos à cartilha publicada.

Falando nisso, porque vocês não falam dos outros deputados condenados e presos? Eles são culpados ou podem ser sacrificados sem problemas? Por que não defendem o Marcos Valério e os outros que não são políticos?

Enfim, não sei qual o seu envolvimento com o PT, se vc é apenas simpatizante ou tem interesse pessoal na defesa dos mensaleiros, mas, de qualquer forma, siga com suas crenças e defenda seus amados líderes políticos, apenas tome cuidado para não se decepcionar. Não deixe a paixão se transformar em decepção. Se vc gosta e aceita as práticas do Zé Dirceu e destas lideranças, se vc acredtia neles, boa sorte.

Como cidadão, peço apenas respeito ao povo e não só aos petistas.

O dia que outro político cometer um crime e for CONDENADO, farei minhas observações e críticas. Não posso e não devo fazer política partidária com fatos criminosos.

obs: não consegui abordar todos os aspectos de seu texto e dos outros que me citaram, mas por enquanto é isso.

 

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morgana profana

Dislexia?

Meu filho, titia não vai tripudiar do seu problema...procure ajuda médica...

Eu não falei, nem personalizei qualquer parte do meu texto, ao contrário, reivindiquei julgamento justo para todos, inclusive os adversários, quando disse que duas injustiças somadas não fazem justiça alguma...

Sua percepção elitista das opções populares é de doer...cacoete grave que revela sua origem de classe, o que não quer dizer que seja rico, mas pensa como eles...

Ora bolas, toda ação política media interesses, e não há hierarquia que determine que o interesse do gari e a consagração de seu voto, e dos seus iguais de classe seja pior ou carregue menos discernimento do que os da elite...

Aliás este país sempre foi a merda que foi porque o povo votava pelo cabresto das elites, que mandaram e desmandaram (e ainda mandam, infelizmente)...

Titia gostaria que você citasse um, apenas um factóide ou escândalo que tenha alcançado as dimensões do PIG em sites como a Carta Maior, ainda que consideremos que ninguém está livre do erro...

Por fim destaco o trecho mais cretino que li em tudo que você escreveu, com grifo meu:

(...)Enfim, não sei qual o seu envolvimento com o PT, se vc é apenas simpatizante ou tem interesse pessoal na defesa dos mensaleiros, mas, de qualquer forma, siga com suas crenças e defenda seus amados líderes políticos, apenas tome cuidado para não se decepcionar. Não deixe a paixão se transformar em decepção. Se vc gosta e aceita as práticas do Zé Dirceu e destas lideranças, se vc acredtia neles, boa sorte.(...)

Se isto não é desonestidade intelectual, titia é a Angelina Jolie...

Seu entendimento da política é pobre, sua defesa do tucanato é pueril...não vale nem como diversão...

Seu comentário é o exemplo acabado que um texto escrito de forma bem ajambrada pode conter besteiars colossais...

Um tucano entranhado até os ossos em escândalos gigantescos querendo cagar regra moral a outros...rsrsrs

Só tenho uma coisa a lhe dizer: volta pr'o mar, oferenda...

 

 

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Sai dessa.

Chamar os outros de inocente é curioso. Por que nos chama de inocentes? Pq contraargmentamos as decisões do STF , é isso? Reflita sobre o que vc escreveu : "A grande mídia manipula a massa. Mas e a Carta Maior e outros veículos que vivem inventando coisas sem fundamento, criando factóides, manipulando o simpatizante mais simples? Isso não é manipulação?" Inventando coisas sem fundamento? Pergunta para as autoriades Suiças se eles são petistas de carteirinha", ou "esquerdopatas". A inocência parece ser sua de querer enxergar o mundo apenas pelas janelas das grandes irmães. Se hoje a internet consegue fazer, mesmo que ainda pequeno, um contraponto aos seus formadores de opinião, oxalá. Houve sim um tempo em que "factóides" sem fundamentos eram só criados do seu lado de enxergar o mundo, mas essa premissa foi e está sendo quebrada. Se Web hoje incomoda os seus orientadores politicos, mais uma vez eu digo: OXALÁ!

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Ques as forças maiores me livrem de linchar o devido processo legal

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Severino Januário

nunca vi tanta complexidade

nunca vi tanta complexidade em universo de idéias tão miúdas. Sem dúvida trata-se de um filósofo quântico.

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Gão

Quanto lero pra fugir do conteúdo do post

O STF e o dinheiro da Visanet

 Não há mesmo argumentos contra esses fatos, se houvesse vocês trariam aqui. Mais uma prova da farsa, e ganhamos a discussão por W.O.

 

"O dia que outro político cometer um crime e for CONDENADO,"

ahahahahahahahashashahahaahaha

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Amigo, me desculpe novamente,

Amigo, me desculpe novamente, mas vc continua tangenciando o que a maioria respondeu ao seu comentário. Não estou defendendo ninguém e nem tenho procuração para isso. Continua mencionando "mensaleiros", continua detonando a "Carta Capital/Carta Maior", demonstrando que continua sendo assiduo leitor da revista VEJA e de outras. Eu pelo menos lia todas e faz tempo que não perco o meu tempo em lê-las atualmente. Clama, que como cidadão "apenas respeito ao povo e não só aos petistas", pelo visto vc não acompanha o que o povo faz ou diz fazer ou pelo menos vota. Aplica e adota a pratica da IDOLATRIA de "amados" lideres, esqueceu ou apenas não quer mencionar os nomes de Hugo Chaves, Fidel Castro, Evo Morales e muitos outros, e eu, ainda acrescento OBAMA, SAPATERO e muitos outros. Me desculpe, não vou "catequizar"  a sua cabeça e muito menos faze-la. O tal do "mensalão" que vc menciona para mim não passa de um "MENTIRÃO" onde muitos aqui no blog buscam documentos para provar isso e já comprometeu bastante a credibilidade de quem decretou ter feito JUSTIÇA. Para mim "são águas" passadas e seguimos em frente em novas frentes. Talvez, se preocupe em saber quem será o patrão do JD, ou a cor da cueca que ele hoje usa, ou os livros que lê ou leu, para isso, basta acompanhar o noticiario do cotidiano da TV GLOBO e outras afiliadas. De qualquer forma também exigimos RESPEITO, pois é um DIREITO DE QUALQUER CIDADÃO. 

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Conspiração

Só colocando um elemento do tipo Teoria da Conspiração. Vamos lá:

O Banco do Brasil, hoje, tem administração do PT.

Imaginemos que o BB, agora petista, resolva concluir que nada foi desviado e portanto não há nada a ser recuperado.

Deve causar um pequeno terremoto.

Veremos....

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Começando a montar o quebra-cabeça

Por enquanto temos:

16 Bilhões em disputa numa firma de telecomunicações;

Um ministro honesto na secretaria de comunicações do governo;

O Daniel Dantas;

O Lula;

O STF;

Um processo confuso e sem explicações.

Dá Samba KKKKKKKK!!!!!!!!

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Follow the money, follow the power.

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Jose Saguy Tenorio

Justiça

Este link cabe aqui, né? espero que sim, viu seu Nassif:
http://www.blogdacidadania.com.br/2013/11/simao-pedro-pt-sp-promete-proc...

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Nassif, o que está sabendo que ninguém sabe?

"Antônio Pizzolato cometeu crime, sim, mas de outra natureza e gradação. Trabalhou para antecipar o pagamento à DNA, antes de executados os trabalhos. Aplicando no mercado financeiro, a DNA teve um lucro estimado de R$ 2 milhões. Em troca, Pizzolato recebeu os R$ 326 mil de Marcos Valério, que provavelmente não se destinavam ao caixa do PT, conforme alegado por ele."

Não queria ficar defendendo uma pessoa nas redes sociais igual um idiota. Por tudo que já tinha lido, Pizzolato, além de não ter cometido os crimes pelos quais foi condenado (isto está claro para mim) também não existe provas que ele se locupletou com valores vindos de Marcos Valério. 

Nassif, precisamos de evidências. Nós que estamos aqui no front tomando porrada, não podemos ficar sem estas informações valiosas que parece você as tem. 

Quebra nosso galho aí :-)

 

 

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O Banco do Brasil liberou o

O Banco do Brasil liberou o dinheiro para o Fundo Visanet. Depositou em conta corrente. Foi realizada a campanha. O Fundo Visanet prestou contas ao BB. Tudo correto. E agora, vão cobrar de quem? Do Fundo Visanet? Da DNA propoganda? Do H Pizzolato? Então vai caber uma rescisória de sentença, aí a ... Aguardemos!

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emanoel guimaraes

Esclarecendo! O Banco do

Esclarecendo!

O Banco do Brasil não liberou recursos para o Fundo Visanet.

Os recursos do fundo vinham da receitas da Cia. Brasileira de Meios de Pagamento - Visanet, responsável pela intermediação entre os consumidores(portadores de cartão de crédito) e os lojistas(establecimentos comerciais conveniados com visanet -hoje CIELO).

a CBMP na época tinha a Visa internacional com 5%, Bradesco 35%, BB 30%, Hsbc/Real-Santander uns 6% e mais 22 bancos como sócios.

Empresa privada, destinava uma parte do lucro para investimento em ações - publicidade/promoções/eventos - para promover os cartões VISA, que gerava mais vendas e consequentemente mais lucro para CIA.

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Aí vem o Tofolli dando uma de

Aí vem o Tofolli dando uma de Ayres Britto ( a parte do dinheiro que EU reputo público )... 

 “Era privado, mas estava sob a gestão de um agente público, o estar sob a gestão de um agente público, incidem as normais penais tal qual aquele fundo fosse público”.

Isso é que é adaptar uma situação para conseguir uma condenação a qq preço. Tomara que a grana dos correntistas e poupadores de BB e CEF estejam fora desse raciocínio.

 

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Jota Marcelo

Não vamos discutir, basta ler!

Não vamos ficar debatendo e rodando feito doidos, tudo que existe sobre Visanet foi amplamente esclarecido pela Revista Retrato do Brasil e pode ser verificado neste link http://www.oretratodobrasil.com.br/revista/RB_64/pdf/RB64_parcial.pdf

 

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Estranhas histórias sobre Daniel Dantas e Pizzolato(1)

segue um trecho escrito pelo redator-chefe da revista Carta Capital. Ainda bem que o Luiz Gushiken morreu só depois de absolvido por unanimidade.
"Pizzolato recebeu 326 mil reais de Marcos Valério. Ele garante ter repassado os recursos ao PT. Nunca explicou, porém, o motivo de ter lançado à lama o nome de Luiz Gushiken. Vamos relembrar: pressionado, Pizzolato, em vez de dizer que os contratos das agências de Valério com a Visanet foram assinados no governo Fernando Henrique Cardoso e que ele apenas seguiu o padrão ao autorizar os repasses, preferiu jogar a responsabilidade da liberação do dinheiro sobre as costas do então secretário de Comunicação do governo Lula. (...)  https://www.facebook.com/walter.fanganiellomaierovitch/posts/10201261365157471

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Pizzolato e o mal entendido sobre Dantas e Gushiken

Caro Assis, o Miguel do Rosário do OCafezinho desmontou esta interpretação de Paulo Henrique Amorim, seria bom todos lerem para compreender o que realmente ocorreu neste episódio.

http://www.ocafezinho.com/2013/11/22/pizzolato-e-o-mal-entendido-sobre-dantas-e-gushiken/

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Proc. 06.134920-1 - 27ª Vara Cível Central

LUIZ GUSHIKEN moveu ação indenizatória, sob o rito ordinário, contra HENRIQUE PIZZOLATO, LEONARDO ATTUCH e TRÊS EDITORIAL LTDA. Na inicial (fls. 02/15), alegou, em síntese, que enquanto exerceu o cargo de Ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, entre os anos de 2003 a 2005, foi vítima de acusações públicas manifestadas pelo réu Henrique Pizzolato em entrevista jornalística promovida e levada à público pelos corréus Leonardo Attuch e Três Editorial Ltda., em matéria publicada na edição n.° 427 da Revista Isto é Dinheiro.  Integra da sentença

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RESULTADO FINAL DO PROCESSO

Creio que discutir esse assunto renderia muitos argumentos que na realidade tem a utilidade de esclarecimento, para que não se torne uma ferramenta para condenar Pizzolato num processo nitidamente de exceção. Abaixo os comentários de Miguel do Rosário:

 

A informação de que Pizzolato “incriminou” Gushiken também é falsa. Na CPI dos Correios, sob o bombardeio torturante de deputados e senadores da oposição, arrancou-se de Pizzolato um comentário óbvio: ele prestava contas a Luiz Gushiken, então presidente da Secom. Era uma verdade. A Secom tinha comando sobre toda e qualquer publicidade dos órgãos federais.  Acontece que assim que Pizzolato afirmou isso, os parlamentares nem o deixaram complementar, passaram a bombardear ilações sobre a participação de Gushiken no suposto desvio dos recursos da Visanet, porque interessava a oposição pegar um peixe mais graúdo do que Pizzolato. Queriam chegar na Secom, e daí em Lula. Pizzolato foi encurralado num interrogatório de inquisição de CPI.

A entrevista de Pizzolato para Istoé não existiu: Pizzolato não a concedeu. A revista usou depoimentos de Pizzolato na CPI, descontextualizados, e jamais apresentou os áudios. Não podemos esquecer que era um momento de total loucura midiática, repleto de entrevistas que não eram dadas, acusações infundadas, traições e suspeitas de traições.

No dia seguinte, jornais e revistas (e o blog de Noblat) vinham com manchetes escandalosas, e mais ilações, sobre Gushiken. Mas Pizzolato não tinha, efetivamente, falado nada de desabonador sobre Gushiken. Gushiken, naquele momento de tensão máxima, em que o PT se fragmentava, perplexo, apavorado e confuso, entrou com um processo contra Pizzolato, para se blindar, e baseado numa entrevista que Pizzolato nunca deu.  Pizzolato consegue provar ao juiz que não deu a entrevista. A íntegra do processo pode ser vista aqui.

Outra frase sem sentido da reportagem de Sérgio Lírio:

“PS: Quando o governo costurou a patranha da BrOi, a fusão da BrT com a OI, operação que rendeu mais de 1 bilhão de reais a Dantas, Pizzolato mudou seu depoimento e retirou as acusações contra Gushiken.”

Relacionar as duas coisas é uma ilação absurda. O processo judicial entre Gushiken e Pizzolato termina com um acordo entre as partes em outubro de 2010. Pizzolato já era então um homem destruído pela mídia. Não havia nenhuma “acusação” ou “acusações” de Pizzolato contra Gushiken a serem “retiradas”, e sim um processo movido por Gushiken contra Pizzolato, que foi vencido por Pizzolato, e terminou em acordo.

*

Pizzolato e Gushiken sempre foram irmãos. Tinham uma relação fraternal, tanto que Gushiken morou dois anos no apartamento de Pizzolato em Brasília. Pizzolato jamais “incriminaria” Gushiken.

- See more at: http://www.ocafezinho.com/2013/11/22/pizzolato-e-o-mal-entendido-sobre-dantas-e-gushiken/#sthash.v88HWj5k.dpuf

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