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Ministros do STF julgam prisão de Aécio Neves


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga, na tarde desta terça-feira (20), o o pedido de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e um recurso do parlamentar.
 
Os cinco ministros que compõem a Primeira Turma, o relator Marco Aurélio Mello, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux julgam o novo pedido de prisão feito por Rodrigo Janot contra Aécio, que entende que houve crime inafiançável em flagrante. 
 
Paralelo a esse pedido, os ministros analisam o recurso de Aécio contra a decisão tomada pelo antigo relator, ministro Edson Fachin, que determinou o afastamento do senador de suas funções parlamentares.
 
Apesar de ser formada pelo ministro que foi aliado do governo de Michel Temer e participou ativamente de governos tucanos, Alexandre de Moraes, a primeira Turma é vista como a mais dura em temas de matéria penal. Além disso, a simples maioria de três contra dois ministros não serão suficientes, por si só, para determinar a prisão de Aécio.
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Aécio quer que 11 ministros analisem a sua liberdade


Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado
 
Jornal GGN - Identificando chances de uma possível maioria a seu favor, Aécio Neves (PSDB-MG) pediu que todos os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) analisem o pedido de prisão feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), ao invés de apenas os cinco ministro da Primeira Turma.
 
Isso porque na próxima terça-feira (20), dois recursos apresentados pela defesa do senador tucano serão julgados pela Primeira Turma do STF. Um deles do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedindo a prisão preventiva de Aécio, e o outro do próprio parlamentar, pedindo que se assegure a sua liberdade.
 
Os ministros da Suprema Corte deverão se posicionar com base no artigo 53 da Constituição, que estabelece que parlamentares não podem "ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável". Foi o ministro relator dos processos da Lava Jato no STF, Edson Fachin, que defendeu que Aécio está protegido pela garantia, mas que o tema deve ser discutido em plenário.
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Aécio chora quando fala de irmã presa e está "desolado" com decisão do Supremo

Foto: George Gianni/PSDB

Jornal GGN - É destaque no Painel da Folha que o PSDB está preocupado com a possibilidade de Aécio Neves (PSDB) sofrer uma derrota no Supremo Tribunal Federal e ser encarcerado na próxima semana, quando a 1ª Turma da Corte deve analisar pedido da Procuradoria Geral da República de medida preventiva contra o tucano. O alerta geral foi acionado quando o mesmo colegiado decidiu manter, nesta terça (13), a prisão de Andrea Neves.

"A decisão da primeira turma do Supremo de manter na prisão a irmã de Aécio Neves (MG) despertou forte temor em integrantes do PSDB sobre o desfecho do pedido de prisão do próprio tucano, que será apreciado pelo mesmo grupo de ministros na próxima semana. A avaliação é que o veredito sobre Andrea Neves é, no mínimo, um mau presságio para Aécio. Ao longo desta terça (13), membros da sigla no Congresso conjecturaram sobre como agir na hipótese de o STF encarcerar o senador."

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Pedido de liberdade de Andrea Neves será julgado na próxima terça

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O pedido de revogação da prisão preventiva de Andrea Neves será julgado pela primeira turma do Supremo Tribunal Federal na próxima terça (13). O ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso, já encaminhou a demanda para o colegiado. A irmã de Aécio Neves está presa desde de 18 de maio, e quer que a prisão seja convertida em penas alternativas.
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Em meio a julgamento do TSE, Loures ficará em silêncio na PF para ajudar Temer

Foto: Reprodução/GloboNews

Jornal GGN - O Tribunal Superior Eleitoral retomou na manhã desta quarta (7) o julgamento da ação de cassação de mandato que pode derrubar Michel Temer e, diante deste evento, a defesa de Rodrigo Rocha Loures orientou o ex-assessor especial do Planalto a ficar em silêncio em depoimento à Polícia Federal, marcado para este mesmo dia.

Segundo nota do Estadão, "o criminalista Cezar Bitencourt vai alegar que não teve acesso à íntegra das interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça ou às gravações realizadas pelo delator Joesley Batista". O mesmo argumento foi utilizado pela defesa da irmã de Aécio Neves, Andrea Neves, presa na Lava Jato desde o dia 18 de maio.

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Entenda a prisão de Henrique Eduardo Alves e acusações que miram todos os Poderes

Grampos do celular de Léo Pinheiro indicam influência de Alves e de Cunha junto a representantes de todos os Poderes: além da Câmara, Senado e Presidência, também junto à PGR, STJ e TRF-5
 

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), foi preso na manhã desta terça-feira (06), em um desdobramento da Operação Lava Jato, com as delações da Odebrecht, no âmbito da Justiça Federal do Rio Grande do Norte.
 
Também foram alvos da Polícia Federal o secretário de Turismo de Natal, Fred Queiroz, preso preventivamente, e o cunhado do ex-deputado, o publicitário Arturo Arruda, levado a prestar depoimento coercitivamente. Fred Queiroz é um dos homens de confiança de Henrique Alves, atuante nas campanhas do ex-ministro, e seu cunhado Arruda é publicitário da Art & C, agência que supostamente operava em quase todos os governos do Rio Grande do Norte.
 
Batizada de Manus, a Operação com mira no ex-ministro de Michel Temer apura as práticas dos crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Com base nos depoimentos da Odebrecht, a acusação é de que Henrique Eduardo Alves e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) receberam propinas de contratos das obras da Arena das Dunas, estádio em Natal construído para a Copa do Mundo.
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Prisão de Loures aumenta pressão do empresariado pela saída de Temer

Fotos Públicas

Jornal GGN - Ainda é cedo para falar de uma delação premiada de Rodrigo Rocha Loures, mas a prisão do ex-assessor especial de Michel Temer complica ainda mais a luta por sobrevivência no poder por parte do governo. Segundo análise de Kennedy Alencar, o novo e negativo fato político criado pela prisão de Loures - flagrado recebendo uma mala de propina da JBS em nome de Temer - faz com que o empresariado aumente a expectativa em torno da queda do presidente. Isso a três dias do julgamento da ação de cassação de mandato no Tribunal Superior Eleitoral. 

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Temer receia que prisão de Rocha Loures detone a base aliada

Foto: Romério Cunha/Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - O governo Michel Temer receia que o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, atenda ao novo pedido de prisão do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, filmado recebendo uma mala de dinheiro da JBS. A Procuradoria Geral da República voltou a solicitar a medida preventiva agora que Loures não tem mais cadeira na Câmara. Mesmo sem mandato, o "homem de confiança" de Temer segue com foro no STF, porque seu inquérito está amarrado ao de Temer.
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STF pode voltar a discutir prisão em segunda instância

 
Jornal GGN - A polêmica decisão de que um investigado pode ser preso antes que se esgotem todas as suas chances de recursos na Justiça Brasileira pode voltar à cena das discussões. O Supremo Tribunal Federal (STF) fixou esse entendimento no ano passado, mas ainda não é consenso a todos os ministros.
 
Um habeas corpus analisado nesta terça-feira (23) trouxe o tema à toma novamente. A Segunda Turma do Supremo, a mesma que analisa os processos da Operação Lava Jato, uma outra interpretação foi aberta no Tribunal.
 
Ao se manifestar sobre o tema, o ministro Gilmar Mendes disse que o entendimento feito pelo Tribunal no ano passado era de "permitir" a prisão a partir da segunda instância, mas não a tornar obrigatória.
 
A controversa entre "possibilidade" e "obrigação" pode trazer o tema em nova discussão. O próprio ministro Gilmar Mendes admitiu: "Aproveito, senhores ministros, inclusive para registrar a posição que o ministro Dias Toffoli inclusive já enfatizou e nós também enfatizamos no plenário quando falamos da desnecessidade do trânsito em julgado. Nós admitimos que se permitiria a prisão a partir da decisão de segundo grau. Mas não dissemos que ela fosse obrigatória".
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Andrea diz que só tentou vender imóvel da família e responsabiliza Aécio

Foto: Paulo Fonseca/EFE

Jornal GGN - Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves, presa na semana passada pela Operação Patmos, da Lava Jato, disse ao Supremo Tribunal Federal que ela não conhecia Joesley Batista, da JBS. Que buscou o empresário para tentar vender um imóvel da família e, com o dinheiro, pagaria as custas da defesa de Aécio. O empresário teria rejeitado a proposta e, segundo Andrea, quem continuou conversando com ele foi Aécio.

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Aécio garantiu blindagem da imprensa por 30 anos, por Lucas Figueiredo

Foto: Charles Silva Duarte/O Tempo/Futura Press

Por Lucas Figueiredo

Vendido como mocinho pela irmã, Aécio garantiu blindagem da imprensa por 30 anos

No The Intercept
 
ESQUEÇA POR UM MOMENTO o espetáculo grotesco: um senador da República, presidente de um dos maiores e mais importantes partidos do país, já formalmente investigado pela maior operação anticorrupção do Brasil, se encontra em um hotel de luxo com um megaempresário e combina com ele o pagamento de uma propina de R$ 2 milhões. Na ação, o senador age em família, ajudado pela irmã e por um primo. Antes de encerrar as tratativas com uma frase lapidar – “isso vai me dar uma ajuda do caralho” –, o senador diz ao empresário, entre risadas, que mandaria matar o primo, encarregado de recolher a propina, caso este um dia resolvesse fazer delação premiada. O dinheiro, embalado em maços, é enfim entregue em malas ao tal primo, e o destino final da bolada são os cofres da empresa da família de outro senador, um político de péssima fama (quatro anos antes, o helicóptero de sua família, registrado em nome de uma pessoa jurídica, havia sido apreendido com 445 quilos de pasta de cocaína).
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Aécio ofereceu contrapartida aos R$ 2 milhões, mostra delator

Foto: Marcello Casal JR/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - Quando se encontrou com Joesley Batista, o dono do frigorífico JBS que revelou em grampos e delação premiada as acusações que geraram a maior crise do governo, o senador tucano Aécio Neves chegou a oferecer ao empresário a nomeação de um diretor da Vale.
 
Nesta conversa, Aécio pediu R$ 2 milhões para supostamente pagar honorários advocatícios de Alberto Toron para sua defesa na Operação Lava Jato, mas o dinheiro acabou entrando na conta de empresa da família do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), aliado do tucano.
 
O encontro ocorreu no dia 24 de março, segundo a gravação de Joesley, no Hotel Unique, em São Paulo. Em um dos quatro pacotes de cédulas que juntas somavam os R$ 2 milhões, os investigadores colocaram chips, que emitem sinais e permitem o monitoramento do caminho efetivo do dinheiro. Na conversa com Joesley, Aécio indicou seu primo, Frederico Pacheco de Medeiros, chamado no diálogo de Fred, que já foi diretor da Cemig e um dos coordenadores da campanha presidencial de Aécio em 2014.
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Ao prender procurador, Janot reconhece que corrupção chegou ao MPF

Foto: Lula Marques
 
Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot emitiu uma nota, nesta quinta (18), lamentando que a corrupção investigada pela Operação Lava Jato tenha chegado a membros do Ministério Público Federal. Isso porque o empresário Joesley Batista, sócio da JBS, entregou provas de que o procurador Ângelo Goulart Villela vazava informações ao grupo. 
 
Villela, que atuava diretamente na operação Greenfield, teve prisão autorizada pelo Supremo Tribunal Federal. A operação investiga corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em fundos de pensão de funcionários de estatais.
 
O procurador também estava alojado na Procuradoria-Geral Eleitoral, alvo de busca e apreensão nesta quinta. Também há diligências no gabinete do procurador. 
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Tereza Cruvinel: Lava Jato e Temer têm em comum o plano contra a esquerda

Foto: Beto Barata/PR
 
 
Jornal GGN - A jornalista Tereza Cruvinel escreveu no Brasil 247 que a Lava Jato e o governo Temer têm um propósito em comum, desmontar as forças populares, tirar Lula da eleição de 2018 e aniquilar os nomes que restaram à esquerda. "Não nos iludamos, as coisas devem piorar, com o Estado de Exceção se instalando com mais desenvoltura  no país."
 
Para Cruvinel, a imprensa está alinhada com o Judiciário - incluindo o Supremo Tirbunal Federal - para terminar o golpe de 2016, dado com o impeachment de Dilma Rousseff. "Enquanto isso, Temer celebra seu primeiro ano no governo, apesar dos retrocessos e da impopularidade superior a 90%."
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E-mail foi registrado quando Mônica estava presa, e não é abordado em vídeo de delação

 
 
Jornal GGN - O e-mail fictício que Mônica Moura disse à Lava Jato que usava para se comunicar com a ex-presidente Dilma Rousseff foi registrado em cartório para valer como prova de sua delação no dia 13 de julho de 2016, quando a empresária, esposa do marqueteiro João Santana, estava presa em Curitiba por ordem de Sergio Moro. O juiz soltou a dupla cerca de duas semanas depois do registro, no dia 1º de agosto de 2016.
 
A conta do Gmail é usada por jornais da Globo para incitar a prisão de Dilma Rousseff, diz nota assinada pela ex-presidente, neste sábado (13). O grupo destacou Merval Pereira para escrever que o e-mail seria prova suficiente para Moro encarcerar Dilma. Em outra reportagem publicada no site, O Globo afirmou que o e-mail é "válido" e pode ser "rastreado" para atestar a veracidade da delação de Mônica Moura.
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