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Vaccarezza é alvo de prisão preventiva na Lava Jato

Foto: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-deputado federal Cândido Vaccarezza (PT) foi preso nesta sexta-feira (18), em São Paulo, alvo da Polícia Federal na Operação Abate, desdobramento da Lava Jato. As investigações foram deflagradas também no Rio de Janeiro, com alvo no empresário Henry Hoyer de Carvalho, apontado como operador do PP, e em Santos.
 
As 43ª e 44ª fases da Operação apuram o favorecimento de empresas estrangeiras em contratos com a Petrobras, com fraudes de uma empresa norte-americana, entre os anos de 2010 e 2013, para o forncimento de asfalto à Petrobras. No caso, o Partido dos Trabalhadores e Cândido Vaccarezza são acusados de receber propinas que somariam US$ 500 mil neste esquema.
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"Casamento não durou", diz Gilmar, padrinho da filha do empresário solto


Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ministro Gilmar Mendes determinou a soltura de seu amigo, o empresário Jacob Barata Filho, nesta quinta-feira (17). Jacob foi preso em julho deste ano pela Operação Ponto Final, desdobramento da Lava Jato. Conforme mostrou o GGN, Gilmar foi padrinho de casamento da filha de Barata. Pela relação, o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro encaminhou um pedido de suspeição do ministro.
 
Gilmar havia determinado a soltura do empresário que, além de ter relação de amizade com o ministro, tem como um dos advogados a figura de defesa também do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). "Desnecessário lembrar que a relação mantida entre advogado e cliente pressupõe vínculo de confiança e fidelidade", disse o MPF do Rio.
 
O caso ainda será analisado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Mas Gilmar Mendes assim se justificou: o casamento, da qual o ministro e sua esposa, Guimar Mendes, foram padrinhos, "não durou nem seis meses". 
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O dia em que a presidente do Supremo prestou contas a Sergio Moro

Foto: Paulo Whitaker/Reuters
 
 
Jornal GGN - A presidente do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia se encontrou com o juiz Sergio Moro nesta terça (15), num evento promovido pela Jovem Pan, em São Paulo, e de acordo com relatos do Estadão, a ministra fez questão de dizer ao juiz estrela da Lava Jato que não vai mudar seu voto sobre a prisão em segunda instância.
 
Na semana passada, a grande mídia apontou que o ministro Ricardo Lewandowski queria que o assunto voltasse à pauta o quanto antes, sinalizando que outros colegas de Corte estão interessados em derrubar a possibilidade de um réu poder ser preso para cumprir pena antes mesmo de ter apelado a todas as instâncias possível.
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João Santana e Monica Moura dizem passar "dificuldades financeiras"


Foto: Cassiano Rosário/Futura Press
 
Jornal GGN - Os marqueteiros João Santana e Monica Moura tiveram que pedir a liberação da parte do dinheiro bloqueado pelo juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, por "dificuldades financeiras".
 
Os advogados Beno Brandão, Alessi Brandão e Juliano Campelo Prestes entraram com o pedido de desbloqueio na última segunda-feira (07), alegando que, alvos dos processos, João Santana e Monica Moura não podem trabalhar e, assim, não poderiam auferir renda para gastos pessoais e de suas famílias.
 
Presos em fevereiro de 2016, ambos foram soltos em agosto do último ano desde que firmaram os acordos de delação premiada. Em maio, eles tiveram o bloqueio de um total de R$ 28.755.087 de suas contas, transferindo imediatamente R$ 6 milhões para contas judiciais. Mas o restante, pouco mais de R$ 20 milhões, ainda ficaram retidos, por determinação de Moro.
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Supremo pode revogar prisão após decisão em 2ª instância

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal vai priorizar o debate sobre a prisão de condenados a partir de sentença proferida em segunda instância. Segundo informações da coluna de Lauro Jardim, deste sábado (12), o ministro Ricardo Lewandowski quer priorizar a pauta na Segunda Câmara do STF. No momento, o processo está com Edson Fachin, que pediu vista.

"Gilmar Mendes e Dias Toffoli, integrantes da Segunda Turma, já se manifestaram contrários à obrigatoriedade da prisão em segunda instância. Ano passado, Celso de Mello, o outro integrante, chegou a suspender a execução de mandado de prisão de um condenado em Minas porque ainda não haviam se esgotado os recursos."

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Hoje meu coração sangrou de novo lembrando como a vida é injusta, diz filha de Genoíno

Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Por Miruna Kayano

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Há quase 4 anos essa foto foi tirada. 15 de novembro de 2013, meu pai na Polícia Federal. De lá para cá, morando em São Paulo, obviamente vi a sede da PF várias vezes, mas nunca tinha ido para lá de novo... hoje tive que ir. Eu estava mentalizando isso há tempos, desde que não consegui outro lugar para agendar o passaporte, mas mesmo assim, foi muito, muito duro. Eu cheguei lá, com a Paulinha na mão, e na hora que olhei para aquela escada eu só pensava no meu pai, nessa imagem, nele do lado de lá da grade e eu do lado de fora, na calçada. Eu fiquei muito angustiada achando que não ia conseguir nem andar, parecia que eu não podia nem respirar. Mas e a minha filha?

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Gilmar se irrita com 3º pedido de prisão de Aécio e dispara contra Janot

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O terceiro pedido do procurador-geral da República Rodrigo Janot para prender o senador Aécio Neves por recebimento de propina e lavagem de dinheiro da JBS motivou uma reação espinhosa do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. 
 
O magistrado chegou a dizer que Janot tirou a decência e sobriedade do Ministério Público e admitiu que o Supremo também errou em não colocar freios ao uso desenfreado das delações premiadas.
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Moro força elo com Dilma na ordem de prisão contra Bendine

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro usou um trecho da delação de Marcelo Odebrecht que faz menções indiretas à presidente deposta Dilma Rousseff para prender o ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendine. À Lava Jato, Marcelo insinuou que Bendine foi "indicado" por Dilma para o comando da estatal, em meio à Lava Jato, para fazer a "interlocução" entre o governo e as empresas investigadas.
 
As insinuações aparecem em dois trechos do depoimento de Marcelo. Um deles relata suposto encontro entre Marcelo, Bendine, André Gustavo Vieira da Silva (acusado de operar o pagamento de propina) e Fernando Ayres da Cunha, ex-executivo da Odebrecht.
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Aldemir Bendine, ex-presidente do BB e Petrobras, é preso na Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil Aldemir Bendine foi preso temporariamente na manhã desta quinta (27), em São Paulo, em uma nova fase da Lava Jato, batizada de Operação Cobra. Ele será levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba e permanecerão à disposição do juiz Sergio Moro.

Essa investida teve como base a delação da Odebrecht, que afirma que Bendine recebeu até R$ 3 milhões em propina para não prejudicar a empresa em contratos com a Petrobras. "Aparentemente estes pagamentos somente foram interrompidos com a prisão do então presidente do Grupo Odebrecht", diz a Polícia Federal.

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Janot diz que Cunha tem que ficar preso para não "influenciar asseclas"

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - Mesmo negociando um acordo de delação com Eduardo Cunha, o procurador-geral da República Rodrigo Janot usou um arsenal de críticas ao passado do ex-deputado federal para sustentar que ele seja mantido preso em Curitiba, contrariando um pedido de habeas corpus da defesa. Um dos principais benefícios de quem faz delação premiada na Lava Jato é obter a liberdade ou a troca do regime fechado para o domiciliar.
 
Janot disse na manifestação feita ao Supremo Tribunal Federal que, uma vez solto, Cunha pode influenciar "asseclas", pois seu "potencial delitivo" está relacionado ao poder que detinha sobre parlamentares no Congresso.
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Funaro permanece na PF e retorno à Papuda é adiado

Foto-Montagem: Brasil247

Por Marcelo Brandão

Da Agência Brasil

Preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde a semana passada, o doleiro Lúcio Funaro voltaria hoje (14) para o presídio da Papuda, também no Distrito Federal, mas um pedido da força-tarefa da Operação Greenfield à 10ª Vara da Justiça Federal adiou a transferência. Com isso, a volta do doleiro à Papuda está suspensa até o dia 19 deste mês.

Segundo a Procuradoria da República no DF, a força-tarefa da Greenfield quer que Funaro preste mais esclarecimentos. A operação investiga fraudes e irregularidades na administração em quatro dos maiores fundos de pensão do país: Funcep, Petros, Previ e Postalis.

Funaro está preso desde 1º de julho de 2016, pela Operação Sépsis, um desdobramento da Lava Jato. O doleiro foi preso com base na delação de Fábio Cleto, ex-vice presidente de Fundos e Loterias da Caixa. O doleiro é apontado como operador financeiro do ex-deputado Eduardo Cunha.

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Geddel chora ao ser mantido na prisão, após admitir ligação a mulher de Funaro

Jornal GGN - O ex-ministro Geddel Vieira Lima admitiu, em audiência de custódia com o juiz federal Vallisney Oliveira, nesta quinta (6), que conversou por telefone com a esposa de Lúcio Funaro por mais de 10 vezes no último ano, mas negou que a conversa tenha envolvido "chantagem" ou "pressão". Geddel foi preso sob a acusação de obstrução de Justiça. 

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Para entender como Moro mantém Vaccari preso em Curitiba

 
Jornal GGN - A sentença proferida pelo desembargador João Gebran Neto contra a liberdade imediata de João Vaccari Neto, nesta quarta (5), resume a bola de neve criada pela Lava Jato para manter o ex-tesoureiro em Curitiba.
 
Em suma, para impedir que Vaccari recorra de suas condenações em liberdade, Moro usa o passado criminoso de outros delatores e os múltiplos processos contra o petista que seguem em andamento.
 
O imbróglio para que a absolvição de Vaccari no TRF-4 tenha força para derrubar a prisão preventiva passa pelas decisões tomadas por Moro entre a primeira sentença, dada em setembro de 2015, e a sentença de outro processo, este envolvendo o marqueteiro e delator João Santana, de fevereiro de 2017.
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Geddel foi para a Papuda


Foto: Evaristo Sá/AFP

Geddel Vieira Lima é transferido para presídio da Papuda, no Distrito Federal

Da Agência Brasil

Preso na tarde de ontem (3) na Bahia e levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília no início da madrugada de hoje (4), o ex-ministro Geddel Vieira Lima foi transferido no começo da tarde para o Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.

Segundo a assessoria da Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal, Geddel dividirá a cela com outros nove presos na ala do Centro de Detenção Provisória destinada a detentos com nível superior. Terá direito a duas horas de banho de sol por dia e a receber quatro visitantes às sextas-feiras. Alvo das mesmas investigações que levaram Geddel à prisão, o doleiro Lúcio Bolonha Funaro também está preso na Papuda, mas em outro bloco.

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Porque a prisão de Geddel apavora o governo Temer, por Bernardo Mello Franco

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Aliados de Michel Temer podem tentar negar o impacto da prisão de Geddel Vieira Lima sobre a denúncia contra o presidente, que já está na Câmara. Mas a verdade é que Geddel está tão envolvido na delação da JBS quanto Rodrigo Rocha Loures.
 
É por isso que a alegria com a liberdade de Loures durou muito pouco para Temer, diz Bernardo Mello Franco em sua coluna na Folha, nesta terça (4). Conhecido como "pavio curto", Geddel na cadeia é como um jacaré recolhido à jaula, afiando os dentes, apontou Franco.
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