
Jornal GGN – De acordo com a Folha de S. Paulo, o vice-presidente Michel Temer, presidente do PMDB, vai centralizar na Executiva Nacional do partido a escolha do nome para suceder Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados.
O objetivo é dar à cúpula do partido o controle do processo e impedir Cunha de colocar um aliado como sucessor. Além disso, o PMDB também se protegeria de tentativa do Planalto de colocar na presidência da Câmara um peemedebista governista para ficar à frente do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Da Folha de S. Paulo
Michel Temer quer definir sucessor de Cunha na Câmara
Por Gustavo Uribe e Ranier Bragon
Com receio de novas interferências do Palácio do Planalto e do PMDB do Senado, o vice-presidente Michel Temer pretende centralizar na Executiva Nacional do partido a escolha do nome para suceder Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Câmara dos Deputados.
O objetivo é blindar a bancada de deputados da sigla, dar à cúpula do partido o controle do processo e impedir o presidente da Câmara de emplacar um aliado como sucessor. A iniciativa também ajudaria a desmobilizar movimento do Planalto para colocar no posto um peemedebista governista que ficasse à frente da tramitação do processo impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O argumento de aliados e correligionários do vice-presidente é de que a bancada do partido está rachada e de que, assim como na disputa da liderança da legenda na Câmara, uma interferência da Executiva Nacional do PMDB evitaria que a crise interna se aprofundasse ainda mais.
Como retaliação a Temer, a presidente Dilma e a bancada de senadores do PMDB restituíram na quinta-feira (17) o deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ) à liderança da legenda na Câmara. Eles reverteram o apoio de sete deputados que garantiram na semana retrasada a entrada de Leonardo Quintão (PMDB-MG), aliado do vice-presidente, no comando da bancada.
O movimento causou irritação na cúpula do partido e ocorre no momento em que o PMDB no Senado se articula para retirar Temer da presidência da legenda na convenção nacional da sigla, marcada para março. Em uma contraofensiva, os aliados e auxiliares do vice-presidente trabalham para fortalecer o apoio à sua manutenção no cargo na bancada federal.
A mobilização em torno da sucessão na Câmara teve início com o pedido na quarta-feira (16) do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que o STF (Supremo Tribunal Federal) afaste Cunha sob o argumento de que utiliza o cargo em interesse próprio para evitar investigação contra ele.
O ministro Teori Zavascki, da Suprema Corte, decidiu, contudo, deixar para fevereiro a análise da solicitação, após o fim do recesso.
INDEPENDÊNCIA
O perfil defendido pela cúpula do PMDB para a sucessão na Câmara é de um deputado que seja independente, sem ser ligado diretamente nem ao governo nem à oposição e que tenha atuação ponderada, sem ser radical.
Os nomes mais lembrados são os dos deputados federais Osmar Serraglio (PMDB-PR), que está em seu quinto mandato consecutivo, e José Fogaça (PMDB-RS), ex-prefeito de Porto Alegre.
Na base aliada, o Palácio do Planalto deu cartão verde para que Leonardo Picciani articule sua candidatura ao comando da Câmara. O próprio governo federal, no entanto, reconhece que, enfraquecido na bancada do partido e com o rótulo de governista, dificilmente ele conseguirá se viabilizar.
Com esse diagnóstico, o núcleo duro da presidente estuda alternativas dentro e fora do PMDB que possam viabilizar um consenso e que não provoquem resistência nos partidos de oposição.
Nesse esforço, o Planalto tem manifestado simpatia pelos deputados Sérgio Souza (PMDB-PR) e Paulo Magalhães (PSD-BA), ambos com perfil moderado.
Correm por fora na disputa Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Miro Teixeira (Rede-RJ) e Silvio Costa (PT do B-PE).
andre sousa R S
21 de dezembro de 2015 9:53 amEsse golpista não deixa o
Esse golpista não deixa o país andar
carlos afonso quintela da silva
21 de dezembro de 2015 10:05 amO artigo dos jornalista da
O artigo dos jornalista da Folha é uma clara visão míope ou apenas um desejo de enfraquecer o governo. O Deputados Serraglio e Fogaça são tradicionais adversários do PT no Rio Grande do Sul. Estiveram vinculados subalternamente aos governos FHC e cumpriram um roteiro que levou o PT à vitória de Olivio Dutra, graças à inabilidade política daqueles dois e de seus líderes dentro do PMDB, o que culminou om a saída de Brito e seu gruo do partido, mercê da derrota acachapante para o governo do Estado. Quando ao fato de Leonardo Picciani estar enfraquecido, ora, igualmente se vê com clareza a tentativa de manipular fatos. Picciani, após uma manobra sorrateira da dupla Cunha/Temer para afastá-lo da lideraça, voltou e assumiu sua posição de destaque no Partido. Como é que um cara enfraquecido derrota dois “líderes” fortalecidos? Pergunta que a Folha nem fez, nem respondeu. Fazer oposiçõ na mídia é fácil. O problema é que essa atitude nem sempre dá resultados práticos e por vêzes, se constitui em tiro pela culatra.
edsontadeu
21 de dezembro de 2015 10:25 amOra vejam essa ele nao
Ora vejam essa ele nao quer um P´MDBISTA GOVERNISTA, mais quer um que seja indicado por ele. Ele e Cunha tem muita coisa em comum, ambos receberam propinas, ambos armaram para cima do governo, qualquer indicaçao por ele é suspeita. Quem deveria assumir a presidencia da camara era o candidato que foi derrotado por cunha. porque quem pode me garantir que as eleiçoes para a presidencia na camara nao foi comprada. Foi sim os milhoes que as edmpreiteiras passaram para eles certamente uma parte dessa grana foi para comprar deputados que hoje dao apoio a Cunha. Portanto Temmer ou Cunha indicando é suspeito. ele nao tem condiçoes rtambem de indicar quem quer que seja. e se a indicaçao for de fgente ligada ao bloco deles dois é suspeita.
naldo
21 de dezembro de 2015 10:59 amNão desiste, e parece que
Não desiste, e parece que tambem não aprende.
Under_Siege
21 de dezembro de 2015 11:10 amCunha = Temer
Temer = Cunha.
Nada de novo no front.
🙁
Ninguém
21 de dezembro de 2015 1:07 pmÉ incrível!
Ia escrever exatamente a mesma coisa, só trocando a ordem:
Temer = Cunha, Cunha = Temer
Maria Luisa
21 de dezembro de 2015 11:11 amTetetemer
O objetivo de Mimimichel é ter a mão posta sobre a Câmara, em especial em tempos de tentativa de impedimento da presidente. Temer, como ja desmascarou total Jânio de Freitas, repassou a copia da carta que enviou à presidência para o Moreno e tem feito todo o jogo do golpismo, para derrubar a presidente e enfim, sentar na cadeira presidencial.
alexis
21 de dezembro de 2015 11:11 amInsignificância
O Temer devia se recolher na sua insignificancia.
Não tem moral nenhuma para ficar praticando atos que tenham relação com o Governo. Já a Dilma, não pode nem sair do Brasil para nenhuma agenda internacional, enquanto o Temer e Cunha, os “substitutos”, não sejam apeados de Brasíilia.
Vladimir
21 de dezembro de 2015 11:47 amSerá?
Vamos supor que o escriba do planalto tenha esse poder todo. Por analogia estaria confirmada a tese do ex_ministro Ciro Gomes de que o escriba e o ocupante da cadeira da presidência da câmara estavam macomunados,desde o início, para aplicar um golpe na democracia brasileira.
paulo vi
21 de dezembro de 2015 12:09 pmNa hora oportuna, a cúpula do
Na hora oportuna, a cúpula do PMDB receberá missiva, detalhada e explicativa a respeito de quem deva ser o novo timoneiro da Camara, naturalmente com introdução latina.
Gilson AS
21 de dezembro de 2015 12:58 pmVê se pode, um sem moral
Vê se pode, um sem moral safado, querendo colocar moral na casa.
O governo tem que virar o jogo e colocar um governista no comando da casa. Chega de passar sufoco.
Chegou a hora do Jaques Wagner entrar e campo e mostrar ao que veio.
O Dirceu era craque nesse negócio de bastidores
maria rodrigues
21 de dezembro de 2015 1:01 pmEm matéria de surpresas, a
Em matéria de surpresas, a gente teve duas bombásticas nos últimos dias: o envolvimento de Delcídio com a Lava Jato, e a cara limpa e desmascarada daquele que subiu a rampa com Dilma para governar o Brasil. Michel Temer não é o cara como pensou ser. Hoje ninguém tem dúvida de que ele vale uma nota de três reais, principalmente por ter se mostrado um infantil traidor.
Não sei se penerando muito a gente encontre no PT alguém em condições de substituir Eduardo Cunha, mas vale a pena o esforço. Continuar com o PMDB dando as ordens pode ser o mesmo que trocar seis por meia-dúzia.
lenita
21 de dezembro de 2015 1:35 pmPMDB, PMDB
Quem ama o Brasil e tem vergonha na cara, jamais deveria votar em deputados desse partideco, que só tráz retrocessos ao país. Este ano eles abriram as comportas e tal e qual em Mariana, só escorreu lama podre.
altamiro souza
21 de dezembro de 2015 1:55 pmesse´continua a ser o roteiro
esse´continua a ser o roteiro do impeachment, capianeado pelo temer.
quem acredta nesse roteiro?
a ver de que lado se posicionarão os nobres deputados….