5 de junho de 2026

Depois de tentar delatar tucanos, sem sucesso, Eike Batista mira em bancos

Eike quer revelar como instituições financeiras lhe ajudaram a jogar no colo de seus sócios prejuízos que caberiam a ele

Jornal GGN – Depois de tentar delatar caixa 2 a candidatos do PSDB e acabar sem acordo de cooperação com investigadores, o empresário Eike Batista voltou à baila, agora prometendo entregar bancos que supostamente o ajudaram a se livrar de dívidas em prejuízo de seus sócios.

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A informação consta na coluna de Gabriel Mascarenhas, no jornal O Globo deste domingo (26). Diz que Eike “voltou à mesa de negociações da PGR [Procuradoria-Geral da República] com novidades: um anexo que não apresentara da primeira vez que tentou delatar.”

“Seu trunfo, agora, são operações do sistema financeiro. Eike detalha como, segundo ele, à época da ruína do império X, instituições financeiras lhe ajudaram a jogar no colo de seus sócios prejuízos que caberiam a ele.”

Segundo o jornalista, dois bancos de investimentos, um brasileiro e outro estrangeiro, são as estrelas da delação.

Em 2016, o GGN mostrou que Eike tentou entregar aos procuradores da Lava Jato uma lista com políticos de vários partidos, inclusive do PSDB, que teriam recebido doações não oficiais. A reação dos procuradores foi a de rejeitar a lista.

O ex-ministro Antonio Palocci também tentou delatar bancos em suas primeiras negociações com os procuradores de Curitiba. Mas por orientação de Sergio Moro, as conversas foram suspensas e o ex-petista teve de negociar com a Polícia Federal.

Leia mais: Eike quis entregar repasses ao PSDB e a reação da Lava Jato foi devolver a lista

 

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3 Comentários
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  1. maria

    26 de janeiro de 2020 10:40 am

    “Eike quer revelar como instituições financeiras lhe ajudaram…..”
    Eike quer revelar como instituições financeiras O ajudaram….

  2. Henrique Santos

    26 de janeiro de 2020 12:51 pm

    A Lei de delação premiada parece deixar ao bel prazer dos promotores definir o que é ou não interessante aceitar de delação do acusado. Isso ajuda, aos interessados, na montagem de palcos políticos para depois serem lançados, os mesmos interessados, como candidatos à cargos públicos ou a nomeação como Ministros.

  3. Eduardo

    28 de janeiro de 2020 12:07 am

    Acho que a delação para premiada deveria ser e conter apenas aquilo praticado pelo delator e deveria ser espontânea e não sob tortura psicológica nos moldes Nazifascistas como aquelas da lavajato. Nenhuma foi espontânea! Todas de credibilidade questionável! Fachin e todo o corpo judiciário sabe disso! Da Polícia Federal ao STF todos se chafurdaram na merda e nào sabem como se limpar.É verdade que alguns exemplares como Moro e Dallagnol jamais conseguirão se limpar! Depois de tudo, como acreditar na PF, MPF, Moro, Dallagnol , TRF e delatores em geral? Em quem o cidadão deve crer? Nos bandidos reais, nos bandidos plantados, nos delatores sem espontaneidade ou nos moralistas justiceiros? Se o STF não nos salvar, salve-se quem puder!

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