Jornal GGN – O establishment não quer as privatizações para não acabar com o “toma lá dá cá” e o “rio de corrupção”, afirma o empresário Salim Mattar, que deixou o Ministério da Economia após um ano e meio à frente do programa de vendas das estatais.
“Por mim, eu venderia todas as empresas, sem exceções. O governo tem que cuidar da qualidade de vida do cidadão, da saúde, educação, segurança. Temos 470 mil funcionários nas estatais. Isso tira energia, enquanto deveria estar cuidando do social. Essas estatais acabam servindo para toma lá, dá cá e corrupção. Existe uma resistência do establishment em vender as empresas”, disse Mattar, em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo.
Na visão do empresário, os “liberais puro-sangue” cabem num “micro-ônibus”, e o que ele mais viu na Esplanada “é que o Estado deseja se proteger contra o cidadão. Não há interesse do Estado em servir ao cidadão. Raramente vemos coisas que são a favor do cidadão. Isso me deixou muito preocupado”.
Mattar também deixou claro seu descontentamento com as resistências apresentadas no avanço das privatizações, principalmente da Casa da Moeda e dos Correios – que ele admite que pode levar 28 meses, ou mesmo não ocorrer.
Anônimo
12 de agosto de 2020 3:47 pmE ele é quem está preocupado com o cidadão? Que tipo de cidadão? Os da turma dele?
André-Kees Schouten
12 de agosto de 2020 5:46 pmSe o tipo de cidadão for o tipo dele, e se ele ficou preocupado, então talvez possamos guardar alguma esperança no estado, acho eu.
João Bosco
12 de agosto de 2020 3:47 pmE ele é quem está preocupado com o cidadão? Que tipo de cidadão? Os da turma dele?
Ugo
12 de agosto de 2020 4:17 pmA escolha da equipe deste governo teve bozo como parâmetro máximo, ninguém poderia ter um neurônio a mais do mandante.
Até agora as expectativas estão confirmadas.
Evandro Condé
12 de agosto de 2020 6:14 pmQuais foram os repórteres que não perguntaram como ele adjetivaria a grana na conta das esposas.
Carlos Elisio
12 de agosto de 2020 6:26 pmLegal é o BB vender uma carteira de 2.9bi na bacia das almas ao Pactual, organização muito proxima a um chegado seu?
Legal é vender/entregar os processos de midstream e downstream, com potencial comprometimento da logistica do glp (defict de 30% em nossa produção), ou do suprimento a rincões do país ou ainda sem regras que impeçam os monopólios regionais?
Legal e seguir exemplo do BB e se desfazer, possivelmente também ba bacia das almas, de carteiras da CEF, construida com nosso (dos brasileiros) dinheiro?
Legal é queimar florestas e dizimar etnias?
Salim, tu és brasileiro? Se não for dispensamos teus pitacos, pois ja tem estrangeiro demais ciscando por aqui.
Aprenda Sr Salim, não são as instituições que são corruptas. Corrupto é o ser humano e corrupção não existe apenas no estado, tambem existe, e muita, nas empresas privadas.
Edson J
12 de agosto de 2020 8:22 pmA maior corrupção possível e imaginável é a pilhagem do patrimônio público que esse sujeito defende. Fora! Nem se devia lhe dar tribuna para expelir suas ideias mal cheirosas.
jcordeiro
12 de agosto de 2020 8:42 pmNassif: conte a novidade. Porque essa de “manter a corrupção” até o Delcídio já anunciava.
Fabio
12 de agosto de 2020 9:49 pmEsses liberais radicais querem impor seu pensamento de qualquer jeito.
Agora, vê se ele fala do subsídio que a empresa dele tem na compra de carros como frotista para depois de pouco tempo vender como seminovos, tornando-se a maior receita de sua empresa.
Jossimar
13 de agosto de 2020 10:02 amQuantos bilhões o governo bostanaro recebeu das estatais a título de dividendos em 2019?
Foram cerca R$ 20,8 bilhões só do BNDES, BB, Caixa, Petrobrás e Eletrobrás ? É isto mesmo?
Ele quer dar isto e muito mais(porque só a CAIXA lucrou R$ 21,1 bilhões em 2019) para os cidadãos “parças” dele?
De quanto seria a comi$$$$$$$$$$ão deles? Será que igual ou maior que aquelas do BANESTADO?