Jornal GGN – Todos os consumidores do país vão arcar com uma parte das despesas para retomar o fornecimento de energia no Amapá, por conta da contratação emergencial de usinas térmicas com o aval do Ministério de Minas e Energia.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, os custos serão embutidos na conta de luz por meio do Encargo de Serviços do Sistema (ESS), e será rateada entre os consumidores atendidos pelas distribuidoras, como os residenciais, e pelos que operam no chamado mercado livre, como indústrias.
O valor final do encargo vai depender da quantidade de energia, do tempo em que o acionamento será necessário e do custo de combustível que será usado pelas usinas.
A medida consta de portaria publicada pelo Ministério de Minas e Energia no último dia 06 de novembro. Por conta da situação de calamidade pública no Amapá, o governo federal deu aval para a Eletronorte, subsidiária da Eletrobrás, atuar no restabelecimento do serviço, e o ministério autorizou a empresa a contratar “de forma célere, excepcional e temporária” até 150 MW por até seis meses ou quando houver reconhecimento de condição satisfatória de atendimento ao Estado.
Ed.
13 de novembro de 2020 11:34 pmInacreditável!
Nesta grande incompetência privada (usem como queiram), quem paga os prejuízos é o cliente e o
contribuinte brasileiro.
Pátria Otária, braZil…
Bruno Cabral
14 de novembro de 2020 4:53 amComo sempre, privatiza o lucro e socializa o prejuízo. Por que a conta não vai pros acionistas da Isolux???
Luis Armidoro
14 de novembro de 2020 6:29 amO neoliberalismo tupiniquim de paulo jegues é prodigioso: privatiza os lucros e socializa os prejuízos. Se houvesse um pingo de decência e capacidade no desgoverno bozo, o auxílio emergencial dobrado e a conta dos gastos do apagão seriam pagos pela concessionária, que depois tomaria um pé na bunda. Aguardamos a próxima manifestação cascateira de elena landau (empregada dejp lehmann, o sinsitro) sobre as maravilhas da privatização de empresas estratégicas
Vladimir
14 de novembro de 2020 7:43 amMas o problema não era na distribuição? Agora virou um problema na geração de energia? 6 meses?
Tá cheirando mais uma maracutaia dos competentes milicos milicianos.
andre
14 de novembro de 2020 8:04 amvamo pagar os prejuizos da ex estatal….os lucros ficam a empresa espanhola…toma na cabeca povo sem nocao q votou no necropopulista
Ugo
14 de novembro de 2020 9:57 amPrejuízo pequeno para os contribuintes considerando a pequena e privatizada distribuidora do Amapá.
Quando da privatização da Eletrobras, suas nefasta previsíveis consequências, nos os consumidores teremos que emprestar dinheiro da banca para pagar os prejuízos da falta de dividendos dos acionistas.
A regra está definida.
Bruno Cabral
14 de novembro de 2020 10:19 pmNegocio é investir em energia solar off grid e sair do sistema. e se converter um carro eletrico se livra dos aumentos da gasolina tambem