17 de junho de 2026

#TôComMST: 10 motivos para apoiar o MST

Saiba mais sobre o Movimento popular que fará 40 anos na luta pela democratização do acesso à terra no Brasil!
4º Feira Nacional Da Reforma Agrária, realizada pelo MST em maio, em São Paulo. Foto: Filipe Augusto Peres

da Página do MST

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

#TôComMST: 10 motivos para apoiar o MST

1. O Brasil é um dos países mais desiguais com relação a concentração de terras no mundo, onde cerca de 1% da população são donos de quase 50% das propriedades;

2. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) existe há 39 anos e luta por Reforma Agrária no Brasil;

3. O Movimento é formado por 400 mil famílias assentadas e cerca de 70 mil famílias acampadas organizadas em 24 estados do país;

4. O MST não invade terras, o Movimento ocupa terras improdutivas para exigir que a terra cumpra sua função social, como está determinado como um direito na Constituição Federal de 1988.

5. As famílias camponesas Sem Terra organizam sua produção de alimentos saudáveis, que é gestionada por mais de 1.900 associações, 185 cooperativas e 120 agroindústrias;

6. Há 10 anos o MST é o maior produtor de arroz orgânico da América Latina, com grande produção concentrada em assentamentos de Reforma Agrária no Rio Grande do Sul;

7. Desde a pandemia, o Movimento doou mais de 9 mil toneladas de alimentos e 2,5 milhões de marmitas solidárias a populações rurais e urbanos, em situação de fome e insegurança alimentar;

8. Por meio do Plano Nacional Plantar Árvores, Produzir Alimentos Saudáveis, as famílias Sem Terra já plantaram mais de 10 milhões de mudas na preservação e regeneração de seus territórios;

9. Com base no método de alfabetização cubano “Sim, eu Posso” e o do brasileiro Paulo Freire, o MST já alfabetizou mais de 100 mil adultos;

10. Há cerca de 2 mil escolas públicas construídas em acampamentos e assentamentos da Reforma Agrária, que garantem o direito à educação pública para mais de 200 mil pessoas.

O texto não representa necessariamente a opinião do Jornal GGN. Concorda ou tem ponto de vista diferente? Mande seu artigo para [email protected]. O artigo será publicado se atender aos critérios do Jornal GGN.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    28 de junho de 2023 2:25 pm

    Por volta de 1987, quando estava na Faculdade de Direito e estagiava na FNT, trabalhei em diversas ações possessórias e de desapropriação defendendo os “sem terras”. Os processos corriam em Varas Civeis nas cidades do interior de São Paulo (e na Justiça Federal também). Na época o MST estava apenas engatinhando. Nas últimas duas décadas o MST se tornou um colosso político e econômico.

Recomendados para você

Recomendados