10 de junho de 2026

Reações pelo mundo contra ataque dos EUA à Venezuela

Alguns países afirmaram que não participam da ação militar mas estão monitorando a situação de seus cidadãos
Reprodução

EUA realizaram ataque militar na Venezuela; Maduro e esposa foram capturados e removidos do país.
Venezuela, Colômbia, Cuba, Irã, Rússia e Espanha condenam ataque e pedem respeito à soberania e diálogo.
Países monitoram situação de seus cidadãos e defendem resolução pacífica conforme direito internacional.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os EUA realizaram um “ataque em grande escala” contra a Venezuela e seu líder, Nicolás Maduro, afirmando que o presidente venezuelano e sua esposa foram “capturados e levados para fora do país” após a operação militar.

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Reações Oficiais de Países

Venezuela — O governo venezuelano rejeitou o que chamou de “agressão militar extremamente grave”, condenando fortemente os ataques como uma violação da soberania nacional.

Colômbia — O presidente Gustavo Petro afirmou que os ataques representam uma violação da soberania venezuelana e destacou a necessidade de paz, respeito ao direito internacional e proteção da vida humana.

Cuba — O presidente Miguel Díaz-Canel denunciou o ataque como um “crime” e “terrorismo de Estado”, pedindo uma reação urgente da comunidade internacional.

Irã — A chancelaria iraniana declarou que condena fortemente o ataque militar americano, considerando-o uma violação flagrante da soberania e integridade territorial da Venezuela.

Rússia — O Ministério das Relações Exteriores russo qualificou as ações dos EUA como “ato de agressão armada contra a Venezuela”, expressando profunda preocupação e pedindo que a situação seja resolvida por meio do diálogo.

Espanha — O governo espanhol pediu desescalada, moderação e respeito ao direito internacional, oferecendo-se para mediar uma solução pacífica.

Alguns países afirmaram que não participam da ação militar mas estão monitorando a situação de seus cidadãos, ressaltando a importância de resolver o conflito de forma pacífica e dentro das normas do direito internacional.

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