Manchas de petróleo: mapeando o crime

    No dia 11 de outubro, uma mancha de óleo de 25 quilômetros quadrados foi mapeada a 100 quilômetros da costa brasileira. Sob estimativa conservadora, a mancha monstro, verdadeira ilha de petróleo, possuía material equivalente ao conteúdo de óleo de um petroleiro, o que sugere um vazamento original, ocorrido um mês e meio antes, do equivalente a uns 1000 navios petroleiros! Deve ser dessa ordem o tamanho da tragédia ambiental que o governo brasileiro está tentando esconder da população.

    A cumplicidade do governo brasileiro com o crime foi explicitada claramente quando o presidente decretou sigilo sobre os dados da Petrobrás que esclarecem a origem do petróleo. Insinuações subsequentes sobre a origem venezuelana do petróleo reforçaram a tentativa de encobrimento do crime.

    Um crime de tal magnitude deveria estar causando comoção mundial tal que justificaria a imposição de multas de dezenas de bilhões de dólares aos criminosos, a serem aplicadas na reversão dos danos e prevenção de ocorrências futuras. Não deve ter sido necessária parcela muito grande de quantia tão exorbitante para comprar cúmplices tão poderosos quanto os que têm se empenhado em ocultar o crime.

    A mancha monstro pode ser mapeada retrospectivamente desde sua origem através da recuperação de dados de sensoreamento remoto oferecidos pelos satélites europeus Sentinel 1 e 2.

    A localização do acidente realizada através de procedimentos padrão, como o descrito acima, deixará clara a transformação dos órgão de fiscalização ambiental do país em entidades de ocultação de crimes. Trata-se do estilo miliciano de governo.

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    Crime ambiental em andamento no Atlântico Sul, por Gustavo Gollo


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