21 de maio de 2026

Câmara arquiva, por falta de provas, processo político contra Sayid Tenório

Sayid Tenório demonstrou que sua atuação pública se insere no exercício legítimo da liberdade de expressão e da defesa dos direitos humanos
Sayid Marcos Tenório

Câmara dos Deputados arquiva processo contra Sayid Tenório por ausência de provas em acusação de postagens racistas.
Acusação visava silenciar ativismo de Tenório em defesa do povo palestino e denúncia do genocídio israelense.
Defesa comprovou legítima liberdade de expressão e negou racismo em postagem contra soldado israelense Naama Levy.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A Câmara dos Deputados determinou o arquivamento, por ausência de provas, do processo administrativo movido contra o servidor público Sayid Marcos Tenório, numa ação de claro caráter persecutório e político, articulada pelos deputados Altineu Côrtes (Líder do PL), Marco Feliciano (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG).

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A acusação de supostas postagens “preconceituosas e racistas” revelou-se infundada e foi utilizada como instrumento para tentar silenciar o ativismo de Sayid Tenório em defesa do povo palestino e sua denúncia do genocídio cometido pelo Estado de Israel, amplamente apoiado pela extrema-direita brasileira.

Em sua defesa, Sayid Tenório demonstrou que sua atuação pública se insere no exercício legítimo da liberdade de expressão e da defesa dos direitos humanos, não configurando qualquer incompatibilidade com o cargo que ocupa. Denunciou ainda que o processo tinha como objetivo criminalizar a solidariedade internacional à Palestina.

No caso da postagem feita na plataforma X em 7 de janeiro de 2023, ficou comprovado que não houve racismo ou preconceito contra a soldado sionista Naama Levy. A publicação limitou-se a uma constatação fática, sem conotação discriminatória.

Sayid Tenório também ressaltou que nenhuma das soldados israelenses que estiveram em cativeiro relatou estupro ou abuso sexual, tendo declarado à Cruz Vermelha Internacional que foram tratadas com dignidade, recebendo alimentação, água e vestimentas.

O arquivamento do processo expõe mais uma tentativa frustrada de perseguição política, reafirma a legitimidade da solidariedade ao povo palestino e desmonta a estratégia de criminalização das vozes que denunciam o genocídio em curso.

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