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sexta-feira, dezembro 4, 2020
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    Coluna Econômica

    As eleições não mudam o jogo político e econômico imediatos, por Luis Nassif

    No curto prazo, não haverá impacto algum no jogo político e econômico atual. Bolsonaro continuará com suas trombadas, Paulo Guedes com suas indecisões.

    A encruzilhada econômica chamada Paulo Guedes, por Luis Nassif

    Guedes é boquirroto, blefador e se vale dos mesmos estratagemas de Jair Bolsonaro, de falsificar a realidade.

    Objetivos do Milênio: a busca da produtividade perdida

    Entre os temas sobre o mundo pós-pandemia, o Brookings Institution - com apoio da Fundação Rockefeller - destacou a questão da produtividade global. Segundo o...

    Objetivos do Milênio: as cidades como centro das políticas públicas, por Luis Nassif

    Globalmente, fortaleceram-se novos arranjos internacionais, a cooperação cidade-a-cidade e as redes de cidade, ajudando a desenvolver lideranças colaborativas e ações de apoio mútuo e troca de conhecimento.

    Como a Lava Jato e o Itamarati destruíram as pretensões brasileiras na África, por...

    Alguns dos projetos foram mantidos pelo setor privado, mas o estímulo governamental cessou. E a Lava Jato destroçou as empreiteiras brasileiras, abrindo amplo espaço para o avanço das empreiteiras chinesas. E o grande diferencial brasileiro - a figura pública de Lula - criminalizado pela Lava Jato.

    Objetivos do Milênio: as cadeias globais de produção e a volta da Organização Mundial...

    Embora positivos, há o risco desses acordos dividirem o mundo em clubes diferentes, com regras diferentes. E aí volta a proposta de revigoramento da Organização Mundial do Comércio, que lide com as novas questões de fluxos de dados, serviços, proteção de DPI e empresas estatais transfronteiriços.

    Silvio Almeida, o intelectual da era pós-Bolsonaro

    Agora, a bandeira do desenvolvimento social ganhou sua melhor expressão nos estudos e análises de Silvio, que completam os diagnósticos que estão sendo produzidos por uma nova geração de economistas espalhados por vários institutos de economia do país.

    A privatização tornou-se a cloroquina do setor elétrico, por Luis Nassif

    Antigo modelo integrado, com geração, transmissão e distribuição concentrados em grandes empresas de energia, pulverizou-se. Houve mudanças tecnológicas que geraram novas perspectivas e novas incertezas para o setor

    Objetivos do Milênio: o multilateralismo e o novo protagonismo do Estado-Nação, por Luis Nassif

    O desafio, então, seria compatibilizar a proposta dos bens públicos globais e das liberdades positivas, incorporadas nos ODS, com os valores democráticos liberais. Mas como implementar essa abordagem, se arranjos entre nações se tornaram inviáveis?

    Os Objetivos do Milênio: o sistema financeiro internacional, por Luis Nassif

    O ponto central é a necessidade das econômicas avançadas de recorrer a medidas de política monetária - convencionais e não convencionais - para enfrentar a crise econômica. Muitos EMDES dependem de financiamento em dólar e acabam afetados pelos movimentos do FED.

    Cada vez mais as metas ambientais no centro das políticas públicas, por Luis Nassif

    A eleição de Joe Biden fortalecerá as instituições multilaterais e provavelmente ajudará a colocar os ODSs como peças centrais no balizamento dos financiamentos internacionais. E aumentará ainda mais a vulnerabilidade brasileira, com as políticas ambientais de Bolsonaro colocando o país na berlinda.

    Nuvens pesadas nos céus da economia, por Luis Nassif

    Anunciar reformas é um método tosco de tentar manter as expectativas positivas, ignorando os desacertos da política econômica. Mesmo se uma ou outra for aprovada, não terá o menor impacto sobre a demanda agregada, as contas públicas.

    Guedes e a segunda onda da Covid ameaçam a recuperação, por Luis Nassif

    Guedes antecipou que a saída será conter a demanda e tornar-se mais rigoroso ainda na Lei do Teto. Ao mesmo tempo, continua espalhando terrorismo com a tal dominância fiscal - situação em que o Tesouro nao conseguiria resgatar os títulos públicos vencidos. Em suma, as próximas semanas serão repletas de surpresas. E não necessariamente em relação à Covid.

    Guedes arma o gatilho para explodir a economia, por Luis Nassif

    Forma-se uma onda especulativa de alta dos preços, na qual o gatilho para a venda rápida - e fuga para o dólar - será uma frustração com o Congresso, um problema para fechar o orçamento, a dívida chegando a 100% do PIB e outros eventos negativos, mas que não seriam dramáticos, não tivessem sido colocado como gatilho para o mercado pelo próprio Ministro da Economia..

    A indústria começa a sair dos impactos do coronavirus, por Luis Nassif

    Em relação ao índice geral da indústria, em relação a setembro do ano passado, a indústria cresceu em 7 estados e caiu em 8.

    Raio X da balança comercial mostra aumento das relações com a China

    Em relação a abril passado, houve um aumento de US $13 bilhões no saldo comercial. . Desse total, US $6 bilhões foram de responsabilidade da China.

    Os pontos a se analisar na vitória de Biden, por Luis Nassif

    Ou Biden prepara as pontes para uma renovação total da política, com a inclusão de negros, índios, latinos e minorias em geral, ou se verá o afundamento da potência que dominou o mundo por cem anos.

    A pesada herança econômica de Trump, por Luis Nassif

    Segundo Roubini, não se espera de Biden grandes movimentos radicais. Mas um conjunto consistente de políticas fiscais direcionado às famílias, trabalhadores e pequenas empresas, gastos com infraestrutura, geradoras de empregos, e investimentos na economia verde.

    A produção industrial continua em marcha lenta, por Luis Nassif

    O ponto positivo continua sendo a compra de commodities pela China, mas impactando os preços internos, devido à desvalorização do real. Este será o próximo ponto de preocupação: a disseminação da alta de preços pela economia.

    Os EUA também têm problemas com sua Suprema Corte, por Luis Nassif

    O fortalecimento da ala conservadora da Suprema Corte poderá fortalecer os republicanos - responsáveis pela atual formação da corte, sendo responsáveis por 6 dos últimos 10 juízes - criando uma círculo vicioso que ameaça a democracia.

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