22 de junho de 2026

Balanço de momento: Estatísticas mundiais e a dinâmica da pandemia em terras brasileiras, por Felipe Costa

Na semana encerrada ontem (24-30/10), foram registrados 41.080 casos e 518 mortes. Ambos subiram em relação aos números da semana anterior

Covid-19 – Balanço de momento: Estatísticas mundiais e a dinâmica da pandemia em terras brasileiras.

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Por Felipe A. P. L. Costa [*].

RESUMO. – Este artigo atualiza as estatísticas mundiais a respeito da pandemia divulgadas em artigo anterior (aqui). No caso específico do Brasil, o artigo também atualiza os valores das taxas de crescimento. Entre 24 e 30/10, as taxas ficaram em 0,0169% (casos) e 0,0108% (mortes). Ambas subiram pela segunda semana consecutiva. O sinal amarelo, portanto, deve continuar ligado. Máscaras e vacinas devem continuar na ordem do dia, sobretudo no interior de recintos fechados.

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1. ESTATÍSTICAS MUNDIAIS: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES.

Levando em conta as estatísticas mundiais obtidas na manhã de hoje (31/10) [1], eis um resumo da situação.

(A) – Em números absolutos, os 20 países mais afetados [2] estão a concentrar 74% dos casos (de um total de 630.286.210) e 69% das mortes (de um total de 6.589.508) [3].

(B) – Nesses 20 países, 453 milhões de indivíduos receberam alta, o que corresponde a 97% dos casos. Em escala global, 615 milhões de indivíduos já receberam alta.

(C) – Olhando apenas para as estatísticas das últimas quatro semanas, eis um resumo da situação: (i) em números absolutos, a lista está a ser liderada pela Alemanha, com 2,18 milhões de novos casos; (ii) entre os cinco primeiros da lista, estão ainda a França (1,38 milhão), Taiwan (1,14), Estados Unidos (1,06) e Itália (1,0). O Brasil (143 mil) está agora na 14ª colocação; e (iii) a lista dos países com mais mortes segue a ser liderada pelos Estados Unidos (10,44 mil); em seguida aparecem Alemanha (3,48 mil), Rússia (2,60), Itália (1,95) e Brasil (1,93).

2. ESTATÍSTICAS BRASILEIRAS: SEMANA 24-30/10.

Ontem (30/10), de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, foram registrados em todo o país mais 797 casos e 1 morte. Teríamos chegado assim a um total de 34.824.866 casos e 688.092 mortes.

Na semana encerrada ontem (24-30/10), foram registrados 41.080 casos e 518 mortes. Ambos subiram em relação aos números da semana anterior (17-23/10: 34.728 casos e 419 mortes).

3. O RITMO DA PANDEMIA EM TERRAS BRASILEIRAS.

Para monitorar de perto o ritmo e o rumo da pandemia, sigo a usar como guias as taxas de crescimento no número de casos e de mortes. Vejamos os resultados mais recentes.

A taxa de crescimento no número de casos subiu de 0,0143% (17-23/10) para 0,0169% (24-30/10) (ver a figura que acompanha este artigo) [4].

A taxa de crescimento no número de mortes, por sua vez, subiu de 0,0087% (17-23/10) para 0,0108% (24-30/10)

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FIGURA. A figura que acompanha este artigo ilustra o comportamento das médias semanais das taxas de crescimento no número de casos (pontos em azul escuro) e no número de óbitos (pontos em vermelho escuro) em todo o país (valores expressos em porcentagem), entre 27/2 e 23/10/2022. (Para resultados anteriores, ver aqui.)

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4. CODA.

As taxas de casos e mortes subiram pela segunda semana consecutiva. O sinal amarelo deve continuar ligado.

Máscaras e vacinas, por exemplo, devem continuar na ordem do dia, sobretudo no interior de recintos fechados. (Lembrando que a vacina combate a doença, mas não impede o contágio. O que pode impedir o contágio é o uso correto de máscara facial.)

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NOTAS.

[*] Há uma campanha de comercialização envolvendo os livros do autor – ver o artigo Ciência e poesia em quatro volumes. Para mais informações ou para adquirir (por via postal) os quatro volumes (ou algum volume específico), faça contato pelo endereço [email protected]. Para conhecer outros artigos e livros, ver aqui.

[1] Como comentei em ocasiões anteriores, as estatísticas de casos e de mortes estão a seguir o painel Mapping 2019-nCov (Johns Hopkins University, EUA), enquanto as de altas estão a seguir o painel Worldometer: Coronavirus (Dadax, EUA).

[2] Os 20 primeiros países da lista podem ser arranjados em 11 grupos: (a) Entre 95 e 100 milhões de casos – Estados Unidos; (b) Entre 40 e 45 milhões – Índia; (c) Entre 35 e 40 milhões – França e Alemanha; (d) Entre 30 e 35 milhões – Brasil; (e) Entre 25 e 30 milhões – Coreia do Sul; (f) Entre 20 e 25 milhões – Reino Unido, Itália, Japão e Rússia; (g) Entre 15 e 20 milhões – Turquia; (h) Entre 12 e 15 milhões – Espanha; (i) Entre 10 e 12 milhões – Vietnã e Austrália; (j) Entre 8 e 10 milhões – Argentina e Países Baixos; e (k) Entre 6 e 8 milhões – Taiwan, Irã, México e Indonésia.

[3] Para detalhes e discussões a respeito do comportamento da pandemia desde março de 2020, tanto em escala mundial como nacional, ver os volumes da coletânea A pandemia e a lenta agonia de um país desgovernado, vols. 1-5 (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui). Sobre o cálculo das taxas de crescimento, ver qualquer um dos três primeiros volumes.

[4] Para conferir os valores numéricos, ver aqui (entre 27/12/2021 e 26/6/2022) e aqui (semanas anteriores).

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Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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  1. Aifos

    1 de novembro de 2022 11:52 am

    Difícil é convencer o povo da necessidade das vacinas e das máscaras. Ser humano só acredita ña ilusao do q quer acreditar e é mais confortável.

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