Falta governo e falta oposição no país

O que garante a governabilidade não são apenas as prerrogativas institucionais da presidência, mas a existência de um conjunto coerente de ideias

Tem-se uma quadra complicada na vida do país.

O governo Dilma acabou. Pode ser que renasça mais à frente. Mas, no momento atual, não há comprovação de que os sinais vitais estejam preservados.

Com o esfacelamento do centro de poder, o país tornou-se um salve-se quem puder. Ritos, procedimentos, processos deixam de ser observados, a própria racionalidade é colocada de lado, provocando a ascensão de pequenos tiranetes invadindo todos os poros da vida nacional.

As relações sociais são atropeladas por bandos de trogloditas saindo do baú da inquisição e invadindo as ruas e as instituições.

***

Na Câmara Federal, o presidente Eduardo Cunha passou a atropelar os ritos e a impor sua vontade pessoal e a do baixíssimo clero da casa.

No STF (Supremo Tribunal Federal), o Ministro Gilmar Mendes se vale desde o uso da gaveta até procedimentos, que em outras quadras da história, seriam considerados escandalosos: como obter,  para eventos do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), de sua propriedade, patrocínios de empresas com extensas demandas no Supremo.

Um procurador lotado no TCU (Tribunal de Contas da União), militante de passeatas pró-impeachment, se vê no direito de opinar sobre a viabilidade de empresas-chave na política industrial do pré-sal.

A imprensa ajuda a demolir os financiamentos de serviços do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) duramente construídos nos governos FHC e Lula.

Leia também:  Tacla Duran ressurge em meio à vingança de Bolsonaro contra Moro

Em Curitiba, um juiz de primeira instância, procuradores e delegados, distribuem prisões preventivas sem a menor preocupação de legitimá-las.

No Banco Central, um grupo de burocratas define a seu talante o nível das taxas de juros da economia, cria um cenário claramente insustentável para a dívida pública, sem que ninguém se interponha no seu caminho.

***

O que garante a governabilidade não são apenas as prerrogativas institucionais da presidência da República, mas a existência de um conjunto coerente de ideias, não só econômicas, mas legitimadoras, capazes de juntar setores dos mais diversos em torno da ideia de nação.

A presidência já não consegue mais estruturar nenhum discurso.

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A segunda âncora deveriam ser os partidos políticos. Mas também não existem programaticamente.

O vácuo de poder e de propostas seria a oportunidade da oposição apresentar-se como verdadeira alternativa de poder. Mas consegue ser ainda pior e menos séria do que a situação que combate.

Hoje em dia, o jogo político consiste na fabricação diuturna de factoides para aparecer na mídia.

O jogo de cena armado por Aécio Neves e troupe na visita à Venezuela seria um episódio vergonhoso em qualquer circunstância, uma mera molecagem de praia, não tivesse sido protagonizado por um candidato à presidência da República e por senadores da República.

Transformam um problema de trânsito – registrado inclusive por jornais de oposição na Venezuela – e meras manifestações de rua em incidente diplomático. E ainda conseguem a solidariedade do líder do PT na Câmara. O outro candidato oposicionista, José Serra, aproveita o vácuo de poder para parcerias de negócio com o presidente do Senado Renan Calheiros.

Leia também:  Boletim do Jornal Nacional de 28 de maio, por Eliara Santana

É uma quadra vergonhosa da história, uma comprovação trágica de que falta governo e falta oposição ao país tornando absolutamente incerta a saída política da crise.

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143 comentários

  1. O que me impressiona é

    O que me impressiona é perceber que advertências fundamentadas como as do Nassif e de outros blogueiros “sujos” (que já não são de hoje) simplesmente parecem não ser lidos por gente graúda do governo.Passam em brancas nuvens, é a impressão.
    Se a imprensa progressista quer fazer um bem real ao país, esqueçam Dilma (este governo já era, mesmo) e comecem a dar voz diuturnamente, na falta de nomes melhores, a pessoas como Tarso Genro ou mesmo Requião, mas, principalmente a Ciro Gomes (por que será que ele não tem voz na imprensa tradicional?). Talvez assim se comece a construir a figura de uma liderança que possa fazer frente aos “heróis” que tentarão chegar ao poder, no vácuo político que se instalou.

  2. Há tempos venho comentando

    Há tempos venho comentando aqui no blog que o Pentágono quer (e conseguirá) transformar o nosso Brasil numa atual Ucrânia .

    Prevejo conflitos violentos entre lulistas e fascistas de direita .

     

  3. Falta também cair a ficha

    Some-se a tudo isso uma recessão (e não será pequena)…

    Esse ano o país será inadimplência, desemprego e o congresso impondo sua agenda conservadora…

    Não conheço ninguém mais republicana, honesta e bem intencionada do que a Presidenta Dilma, mas seu governo não acabou não, ele na verdade não começou…

    Agora, aqui talvez eu não apanhe (muito), mas falta cair a ficha para o PT, para o governo e para a militância, estamos indo pro buraco.

     

  4. De chorar!

    Esse texto é de chorar Nassif, mas a realidade neste momento, infelizmente, é esta!

    Vi ontem o Vice Presidente da Republica tentando dar uma resposta do governo e gaguegando lugares comuns, talvez por vergonha de fazer parte de um governo pueril e fraco ou por realmente não ter o que falar!

  5. Lula é o próximo
    Quando surgiu essa série de prisões preventivas cujas argumentações eram absolutamente questionáveis alguns blogs sugeriram um golpe em curso, com o objetivo de prender Lula sobre o mesmo rito, derrubar a Dilma na sequência e jogar o PT na clandestinidade.
    Esse cenário antes fantasioso parece o mais provável hj.
    Bom já colocar as barbas de molho.

  6. O país virou um circo

    … e o que não falta é palhaço.

    A direita simplesmente resolveu destruir o país. Como aquele amante rejeitado que se vinga assassinando o objeto de sua cobiça: “se não vai ser minha, não vai ser de mais ninguém”.

    A rataiada saiu das tocas. Vendo que ninguém lhes coloca limites, Cunhas, Moros, Malafaias, Mendes, Neves, Bolsonaros, já não se detêm diante de nada. Vão metendo os dentes cada vez mais longe. Estão retalhando o país.

    A grande mídia parece um leão ferido de morte, mas ainda com fôlego e fúria suficientes para fazer um estrago descomunal. “Morro mas levo um país junto comigo”.

    Estou com medo.

  7. Falta governo

    Falta governo, falta oposição e sobra Constituição.  Por que existem os tiranetes? Porque o texto de 88 garante o Moro, o Gilmar, o Renam, o Cunha, o procurador geral, o bando da PF, os promotores, os brincalhões do TCU e algumas figuras mais, em trezentos e tantos artigos. A Alemanha, copiando o modelo da Magna Carta – que tem oitocentos anos! – fez uma constituição de meia centena de artigos, todos eles – todos – definidores dos direitos dos cidadãos, não dos direitos dos ocupantes do poder. Em seguida, vinham as leis constitucionais do Estado, estabelecendo as formas de governo etc. Nos Estados Unidos, a Constituição tem esse nome porque tratou da constituição de um novo país, através da união das antigas colônias – e o elenco dos direitos dos cidadãos vem nas chamadas emendas.  Aquí, o texto de 88 (votado inclusive por parlamentares que não tinham sido eleitos constituintes) foi negociado naquela base do “eu só voto isso com voces se voces votarem aquilo comigo”.  E deu no que deu.  Quem vai aprovar uma reforma política verdadeira? Os beneficiários do atual estado de coisas?  É preciso fazer uma nova constituição que trate exclusivamente dos direitos dos cidadãos, deixando a estrutura do Estado para leis que não sejam tão rígidas. Seria o fim dos tiranetes, para o bem de todos e felicidade geral da Nação.

  8. O desmonte se inicia …

    Após mais este capítulo da interminável inquisição, pode-se antecipar algo: não haverá mais apoio aberto à operação e a classe política sente-se acuada. Perceba-se, portanto, que animais acuados reagem e seus golpes podem ser letais. Por outro lado, se não o fazem, são destruídos. Diante disto, temos alguns cenários possíveis, uns mais que os outros:

    1. Dilma não deve reconduzir Janot. Se não o faz, passa o recado muito claro ao MP sobre a própria autoridade, ou seja: “prerrogativas politicas minhas eu exerço”, a ningúem eu concedo que  é meu. Se assim não reage, não dará nenhuma idéia de republicanismo pelo qual é obcecada mas do qual sabe muito pouco. Ao que parece, os traumas da ditadura retornam e, em uma síndrome do pânico, a presidente se paraliza. 

    2.A legislação sobre o MP deverá mudar a partir do Congresso: a retaliação será feroz e os congressistas farão o possível e o impossível para reduzir as prerrogativas do MP. Nada de eleições internas, nada de obediência a lista tríplice, muitas mudanças no exercer do cargo, ou seja, serão os cargos de comando demissíveis ad nuttuum, maior vigilância sobre o órgao. Sob o mesmo raciocínio, farao os congressistas tudo para reduzirem o orçamento do MP para o mínimo operacional. 

    3.Quanto a Sérgio Moro e seus asseclas, nada de promoções futuras. Uma vez que se vão os holofotes, ficarão em seus cargos, com menores possibilidades de atuação e maior vigilância dos escritórios de advocacia. Moro e os procuradores serão fatalmente alvo de inúmeras representações, das quais terão que se defender pelos próximos anos. Algo que poderá acontecer, também, a depender do desenrolar dos fatos, é que, em alguns anos serão mortos. Não acredito que Marcelo Odebrecht e estes grandes empreiteiros deixarão a como está. A vingança virá, de maneira mais cruel que se imagina. 

    • Pergunta ao Nassif

      Qualquer pessoa sensata compreende que o momento é gravíssimo. Nassif matou a charada em poucas palavras.

      Eu apenas perguntaria ao Nassif se, constitucionalmente, seria válido a Dilma nomear cinco Generais para setores estratégicos, como Justiça, Comunicação, Fazenda, Petrobrás e Itamaraty. 

      Grato pela atenção.

  9. Nada a ver, Dilma pode ser o

    Nada a ver, Dilma pode ser o que é mas colocar todas as responsabilidades no seu colo é demais, ao menos para mim. Depois de uma ofensiva criminosa da oposição com impeachment e recontagem de votos ela não caiu. As medidas tomadas por ela e sua equipe não destruiram o pais como os sábios auguravam. Ao contrário, o governo aguentou o tranco e o pais começa a andar. Colocar o desespero da oposição, da mídia infame, dos juizes malandros como referências da anarquia como  insinua o texto acima é forçar a barra.

    • Claro que não

      Ela é culpada pela omissão política. Deixar um Eduardo Cardoso como ministro da justiça banana e uma PF para lá de PSDBista deitar e rolar no Brasil é culpa dela sim. Mas temo um STF também, medroso da rede globo e que não reage a ilegalidade de prisões arbritárias sem provas que duram meses. Ações medievais como “só solto se denuciar o PT” virou chacota. E finalmente um partido político, PT, que hoje só abre a boca para falar besteira.

  10. Diria que falta povo, também.

    Diria que falta povo, também. Já há algum tempo que o mafioso esquema de poder paralelo no Brasil – a mídia, parte do judiciário, da PF e do MP – vem tramando a derrubada do governo do PT, de Lula e de Dilma. As circunstâncias atuais, de crise econômica e enfraquecimento do governo federal, especialmente junto ao congresso nacional, favorecem esta ação golpista. Todo dia, um novo ataque vindo de diferentes frentes. É a Lava Jato feita sob encomenda para cercar, prender e denunciar lideranças petistas, além de desestabilizar setores estratégicos da economia brasileira. É o STF de Gilmar Dantas, que igualmente não para de criar novos ataques ao governo federal. É o TCU, parte dele ligado à oposição golpista. Além das duas casas no congresso nacional, hoje dominadas por uma aliança entre a direita fundamentalista, o agronegócio e os fisiológicos do PMDB, cujas lideranças querem ver o circo pegar fogo para escaparem das denúncias que os envolvem. Tudo isso contando com a cobertura total da mídia, cujo monopólio garante a formação de uma horda de lobotomizados Brasil afora.

    O contrapeso a esta onda de direita, golpista na essência, seria o movimento popular organizado. Entretanto, este movimento está ferido com os tais ajustes neoliberais implantados por Levy, que atingiram aos de baixo, quando estes poderiam ser poupados facilmente. Dilma é uma presidenta honesta, com conhecimento técnico das questões, mas não sabe fazer política. E se cercou de amadores, que sequer conseguem colocar a máquina pública em favor do governo e da população de baixa renda. Nem mesmo o controle sobre os atos da PF, que é atribuição constitucional do governo federal, acontece. A PF virou praticamente uma autarquia da oposição golpista a atacar diariamente somente o PT. As negociações com o congresso nacional foram um fiasco, ainda mais com a ascensão desse canalha que se tornou presidente da câmara. Um achacador e projeto de ditador, sempre servil aos interesses dos de cima. O governo federal, Lula e Dilma, tinham que fazer política nesse momento crucial da vida brasileira. Convocar os movimentos sociais para um diálogo aberto, procurando atender as suas demandas e convidando-os para defender o governo contra os ataques da direita golpista. Mas, como fazer isso se o governo prefere ficar preso às escolhas técnicas de duvidosas consequências, ao invés de bancar políticas públicas em favor daqueles que sempre estiveram ao lado do governo federal nos piores e melhores momentos? Sem apoio do movimento social, vivendo uma grave crise institucional e política, o governo pode não ter força e aliados para se sustentar. O que é muito ruim para o Brasil e para as conquistas alcançadas nos últimos anos. Só a ação política, inteligente, pode salvar este governo, o PT, Lula e Dilma da trama que o esquemão mafioso de poder paralelo armou para derrubá-los. Mas, sem opoio popular, não há salvação.

  11. Quando mandam a presidenta

    Quando mandam a presidenta tomar, transmitido ao vivo para o  mundo inteiro e não deixam-na falar na TV, o que mais falta?

    Onde está a coragem para confrontar o fascismo?  Onde?

    Se ela não aparecer, urgentemente, o que vai ser das pessoas de bem?

  12. 3 poderes +1
    Não estão agindo em sincronia.
    so houve alguma paz quando o conluio era praticado no Congresso. Estamos em guerra política. O principal inimigo da democracia é o Poder Judiciário.
    Quem manda nesse poder está lá por indicação. Se tivesse um poder maior que o poder Judiciário, ja estariam presos o Gilmar Mendes; Moro, e esse do tcu.
    Só lembrando que a comandante das Forças Armadas ainda é a Presidenta Dilma.
    Os militares estão vendo a zona que a oposição e o pig estao fazendo…

  13. Politica

    O pt tinha tudo nas mãos ,mas entrou por um caminho que o levou a isso. “Pinto que acompanha pato morre afogado.´´Seu lula se mostrou um fraco,ouviu o canto da sereia. Perdeu o rumo. Entregou o leme a uma grumete….o naufrágio é uma  questão de tempo.

  14. O foco da mira é mais em baixo

    O que o PT ainda não percebeu é que o foco da mira da oposição e da mídia está agora no Haddad e nas eleições paa a prefeitura de SP ano que vêm. Sem dúvida nenhuma que eles miram no longo prazo nas eleições presidienciais e no Lula, mas agora no momento desgastar o PT ao máximo é uma forma de desgastar o Haddad.

    Com a inauguração da ciclovia da avenida Paulista esta semana, a mídia está procurando tão fortemente bater no PT que até passou a ignorar o atentado de Charleston no EUA. Para efeito de comparação, este atentado que matou três vezes mais do que o que ocorreu na maratona de Boston, está recebendo muito menos atenção. O intuito é não dividir o noticiário e desgastar o quanto antes a imagem do PT.

    É provável que dentro em pouco venha uma terceira onda de manifestações contra o governo e a melhor forma de combatê-la é sufocando-a em parte evitando dar combate às publicações negativistas nas redes sociais. Ao se tentar rebater uma publicação negativista, a pessoa está replicando na sua timeline a postagem, fazendo-a alcançar uma audiência maior e aumentando a sensação de raiva e frustração. O truque é reverter a artimanha e chamar as pessoas para comentar, mesmo que negativamente, publicações positivas e com boas notícias.

  15. Parabéns…….país no vácuo rumo à Anomia!

    Bom Dia Nassif! Saudades dos tempos da Farah Invest, lembra-se ?! hahahahhaha negociar com o Sr. Farah hoje seria uma brincadeira de criança. 

    Enfim, parabéns pelo seu artigo. Como o conheço há muitos anos sempre o defendi! O seu artigo lúcido comprova que no seu âmago sempre viveu e vive um ser humano atento e responsável. 

    Teremos duros anos pela frente! e ninguém se importa! 

    Viraremos em breve UM NARCOESTADO como a Venezuela e o México ! 

    Salve – quem puder ! 

    Abaixo a transcrição que postei em meu facebook! 

    Abraço 

    Celso Chini 

    ==========================================================================================

    LUIS NASSIF – Conheço o Luis Nassif desde a década de 1980 quando o programa dele era patrocinado na época pela Farah Invest, sediada em pleno coração da elite no Jardim Paulistano, São Paulo – SP. Depois seguimos nossas vidas………. e alegam também que o Nassif é chapa branca…….talvez sim……talvez não……mas qual jornalista não tem acesso a certo patrocínio, por exemplo o Fernando Rodrigues, Noblat, entre outros.

    Vale a pena a leitura! O Nassif tem a grande qualidade de se expressar diretamente ao ponto, abordando pontos estratégicos não pensados pelos colegas concorrentes.

    Em meus posts passados eu havia afirmado reiteradas vezes…… A Dilma havia renunciado ao seu mandato…….e o PODER não aceita VÁCUO !

    Os tempos são perigosos pois não temos uma Mandante e também não temos Oposição, que aliás apenas se comporta de maneira Oportunista!

    Por isso eu coloco sempre……. saudades de minha QUERIDA Margaret Thatcher !

    http://jornalggn.com.br/noticia/falta-governo-e-falta-oposicao-no-pais#comment-form

     

  16. CARO NASSIF,
    O TEXTO É UM

    CARO NASSIF,

    O TEXTO É UM PRIMOR E DE UMA PREICISÃO CIRÚRGICA!!! FICA CLARO,  A SENSAÇÃO DE QUE DILMA E SEUS ASSECLAS PALACIANOS TRABALHAM DIA E NOITE PARA INVIABILIZAR TOTALMENTE A CANDIDATURA DE LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA….O TEMPO IRÁ COMPROVAR TUDO ISSO…

     

    TIO SAM, VOCÊS VENCERAM!!!!

  17. De tudo que se passou

    De tudo que se passou chegamos ao “cume”.. ou seja a prisão

    do Lula. Enfim o Brasil será dividido, sem cassandrismos  mas

    viveremos dias interessantes.Tranquilamente quem perde é a 

    população que ainda não acordou, a mesma que exterminará

    os golpistas.Questão de tempo .

  18. É desanimador…

    …por coincidência, manchete de jornal local: “Namorado é suspeito de matar e esquartejar jovem por ciúmes”.

    Estão matando e esquartejando meu país, o futuro dos meus filhos e meus netos.

    Uns por vingança contra o povo ingrato que insiste em não votar na direita.

    Outros por vaidade e avidez por holofotes.

    Outros ainda por canalhice pura e simples.

    O país entrou no modo “salve-se quem puder”.

     

     

  19. Como ?

    Em Curitiba, um juiz de primeira instância, procuradores e delegados, distribuem prisões preventivas sem a menor preocupação de legitimá-las.

    Você leu as decisões do Juiz ?

    • E você leu as alegações do

      E você leu as alegações do MP, nas quais afirma que não conseguiu provas porque o esquema é muito bem montado? Quem não consegue provas enfia o rabo entre as pernas e tenta aprender o ofício para o qual é pago pelo povo brasileiro. Concurso público não forma investigadores. Deve ser por essa incompetência que precisou o FBI investigar a CBF não é? Porque PF e MP brasileiros nunca viram nada demais acontecendo por ali.

      Se a função do direito penal é punir os crimes e os criminosos, e os operadores do direito penal não conseguem comprovar o crime, ignorar a lei não é a solução, além de ser um jogo arriscadíssimo. Criticar a impunidade jamais pode estar dissociado do cumprimento da lei. Quem flexibilizar a lei para pegar supostos criminosos vai acabar flexibilizando-a para os criminosos comprovados. Essa foi a porteira de ilegalidade aberta por Joaquim Barbosa e seguida por seus colegas de corte. 

      Nós temos dois órgãos de investigação e ainda assim a Lava Jato vive de delação premiada? Se isso não é incompetência, é preguiça. Sem falar que um dos dois principais delatores é criminoso reincidente. Prender primeiro e depois assistir o vídeo é abuso de poder de Estado em qualquer democracia no mundo. Não sei como pode haver tanto criminoso numa operação só e tão poucas provas. Só falta agora declararem que os criminosos brasileiros são os mais inteligentes  do mundo. Num país em que apenas 10% dos homicídios são investigados e menos do que isso é solucionado, dá pra desconfiar muito da competência do sistema. Mas isto não é novidade, pois o próprio CNJ constatou que prender preventivamente e indefinidamente é prática comum no sistema penal brasileiro. Só que isso ocorria apenas com os pobres; agora, em sua campanha política, parte do judiciário quer mostrar que faz com os ricos também. E tem quem caia nessa jogada que, reconheço, tem uma certa maestria.

  20. Então… Se uma República é

    Então… Se uma República é constituida por 3 poderes,  cadê a responsabilidade do Judiciário? Cadê o CNJ, presidido por Lewandovski, que não dá um basta a esses juizes e procuradores justiceiros e por vezes,corruptos, que atuam com total desenvoltura sem respeitar a Instituição Justiça.

    Hoje, a coluna do Noblat informa que Moro se refere ao ex-presidente Lula, patriota e digno brasileiro, como Nine, em referência aos 9 dedos. Alguém tem dúvida, que assim como o PSB e o Psdb, que receberam milhões de empreiteiras de forma ilegal e não tiveram os seus tesoureiros sequer chamados a depor enquanto o tesoureiro do PT, com doações legais esta preso, o grande ex-presidente Lula será preso por doações ao seu institututo enquanto FHC e Sarney jamais serão importunados?

    Nem tudo o que ocorre no país é culpa somente da Presidente e do Legislativo. O Judiciário é o pior poder de todos. Seria o poder que dá equilibrio, mas hoje (e acho que desde sempre no país porque sempre foi ocupado pelas classes dominantes) atua como um braço político da mídia e tem preocupações muito mais com privilégios próprios (quando não no comércio de sentenças mesmo) do que trabalhar para estabelecer a ordem e a justiça no país.

     

     

    • O judiciario é o pior dos

      O judiciario é o pior dos poderes, enquanto o executivo e o legislativo são exaustamente fiscalizados pela midia e pelo povo, o judiciario é o mais fechado dos poderes, e pior, os membros do legislativo e executivo tem mandatos transitorios, ou seja, se não agradarem podemos dar um basta, e o judiciario? Não á toa alguns de seus membros se acham deuses, quando no fundo são funcionarios publicos como outro qualquer e que recebem um salario para exercer as suas funções.

      • Brandes, quando você comentar

        Brandes, quando você comentar os meus posts pór favor atenha-se aos meus argumentos. Eu decido a quem devo dar ou não credibilidade e você não tem nada a ver com isso.

    • Não duvido que o juiz cretino deu este apelido

      O AMORAL MORO faz parte da mesma quadrilha da PF e judiciário que fez tiro ao alvo com a Dilma, fez campanha escrachada para o Aécio, ataca com investigação todos políticos do PT (agora é o Pimentel em MG, ignorando todas as falcatruas do Aécio, incluindo aeroporto, 4 bilhões sumidos da saúde, 450 kg de cocaína no helipóptero e prisão ilegal de jornalista) e todos seus movimentos são de forma acabar com a candidatura Lula em 2018 e destruir o PT.

  21. Nassif foi didático! Uma
    Nassif foi didático! Uma explicação política irrepreensível! Não temos governo, nem oposição! Estamos a mercer das pequenas potestades que de seus postos comandam a vida política e institucional do Brasil.
    Mas o poder não admite vacância! Cedo ou tarde será aclamado o “salvador”, que pacificara a vida nacional a partir de projeto de poder conservador, antidemocrático e neocolonialista.

  22. Impossível Discordar.

    Desta vez – exceto no caso da Venezuela, uma clara armadilha na qual o PT caiu com facilidade – Nassif esta coberto de razão. Isso tudo acontece quando um partido resolve tomar para si um país em vez de governá-lo.

  23. Temos que ir mais para o

    Temos que ir mais para o fundo do poço.

     

    Nada qe não se soubesse antes a vitória de Dilma

    vamos esperar baterem na porta do Lula. Caso

    seja preso enfim veremos o “fim” dessa oposição(?)

    uma coisa é  uma coisa outra coisa é outra coisa.

    Lula 2018! Não achava necessário..mas já 

    comecei a campanha.

     

     

  24. Concordo com você Nassif, falta governo, parlamento e judiciário

    Se apenas a existências de uns Napoleões tipo E. Cunha e Gilmar Mendes fosse nosso problema, seria mais fácil resolvê-lo. Mas o parlamento inteiro está podre, ninguém freia os absurdos semanais que acontecem lá, virou um escracho completo e todos os partidos são coniventes seja por covardia ou por interesse. O mesmo vale para o judiciário, ninguém se atreve a contrariar o Gilmar Mendes ou o Moro, os dois pintam e bordam enquanto vemos dona Rosa Weber ser chantageada pelo E. Cunha ao som do silêncio total do resto do judiciário. O executivo nem merece mais comentários, parece um sarcófago com um cadáver fresco que, vez ou outra, emite um espasmo. Estamos assistindo ao esfacelamento das instituições democráticas do país enquanto pessoas que deveriam agir como líderes mantêm um silêncio cúmplice disfarçado de republicanismo. A covardia e omissão dos nossos representantes já corre o risco real em acabar atuando como chave para a queda do governo, o que abriria caminho para um período de bastante incertezas e prejuízos para o país. Talvez após isso acontecer, a população entenda a importância de se votar com consciência e participar, de maneira ativa, na fiscalização e cobrança diárias dos nossos políticos. O circo que assistimos diariamente, no qual a omissão tem papel central, só chegou a esse nível por que grande parte da população não se sente representada e tem uma postura apática em relação a politica o que acaba a levando a ignorar a dimensão dos riscos que estamos correndo e a sua parcela de responsabilidade na fiscalização constante de nossos representantes.

  25. Essa palavrinha irritante –

    Essa palavrinha irritante – governabilidade – é a causa de boa parte desses problemas, Nassif. Governabilidade é parte da ideologia neoliberal que atropela as verdadeiras e importantes discussões para o país. Portanto, não dá para apelar para a governabilidade agora porque foi em nome dela que o PT se meteu nessa enrascada política. Tem uns incautos que pensam que a enrascada do PT é jurídico-penal, mas não é. 

    O PT, como nenhum partido de esquerda, pode dominar a arte da governabilidade porque ela é a expressão estatal do neoliberalismo. Quem domina essa porcaria muito bem é o PSDB e políticos da natureza de Sarney (reparem que ele permanece no poder desde tempos imemoriais). O PSDB, que é neoliberal até o talo, preparou um Estado para ele governar, só que não combinou com os russos. O PSDB domina a estrutura estatal que importa para o modelo neoliberal: o campo jurídico. Pessoas como Aluysio Nunes, Gilmar Mendes, Nelson Jobim estiveram presentes na composição de diversas decisões constitucionais importantes para o sistema judicial. 

    O que estamos vivendo agora demonstra que não falta apenas governo e oposição. Está claro que também não temos instituições respeitáveis, dignas de uma sociedade democrática autêntica. Todas as nossas insituições carregam a maldição patrimonialista, oligárquica e personalista que define esse país. O MP é uma vergonha porque permite estrelismos, narcisismos, salvacionismos a pessoas que não representam o povo. O MP não fala e não age em nome de povo, mas em nome de interesses pessoais, políticos, financeiros. O mesmo raciocínio aplica-se ao judiciário, à PF e todas as demais instituições. As prerrogativas constitucionais dessas insituições são por elas utilizadas para agirem contra o país, nos colocando dentro de um surrealismo institucional inadmissível. Em momentos assim, as honrosas exceções chegam a significar quase nada. O que faz o ministro Lewandowski diante da representação contra o juiz Moro? Vai sentar em cima, como Gilmar Mendes senta no financiamento de camapanha? Eu respondo: vai. O judiciário não vai contra o judiciário.

    A famosa crise de representação, que não passou de uma campanha muito bem orquestrada por interesses neoliberais, chegou ao ápice. Destróem a política e depois reclamam da eleição de gente como Eduardo Cunha? Ora, se a política não presta, só pode estar nela quem não presta. Me assusta que, cada vez mais, pessoas que antes acreditavam na política, repitam esse mantra sem perder um minuto sequer para pensar no que falam. Aí transferem as esperança para o MP e o Judiciário. Triste e funesta ilusão.

    Esse não é um problema de Dilma e do PT; é um problema do país. O PSDB está achando que tirando o PT do caminho ele volta ao poder. Mais uma vez, precisará combinar com os russos. E se a eleita for Marina? O Brasil descobriu que não é apenas São Paulo. Em São Paulo o PSDB tem curral garantido, mas não tem no resto do país. Se Marina for eleita, o cenário permanecerá sombrio, talvez até mais porque as hostes evangélicas estarão mais fortalecidas. Estão tentando transformar o país em ingovernável para qualquer outra força que não seja o PSDB. Marina foi e ainda é útil para atacar o PT, mas é só. 

    Mas ninguém é dono da história. Quem semeia vento, pode colher tempestades. O problema é que só tem gente semeando vento, inclusive o PT. A covardia governamental já não é mais nem vento, é um verdadeiro tornado. E a tempestade que o PT semeou com sua covardia, já começou a desabar sobre sua cabeça. E o vento petista não é feito só de covardias, mas também de deslealdade. Muitos petistas ficaram felizes com a prisão de Dirceu e Genoíno e aproveitaram para tomar o poder no partido. Esses semearam outros ventos, mas tempestade cairá sobre eles também.

    Outras tempestades virão para os outros semeadores. O que não podemos saber é o que vai ser do país após todas elas. O brasileiro tem que aprender a tomar seu país nas mãos se não quiser viver ao sabor dos ventos e das tempestades. Quem viveu esse período de estabilidade econômica e desenvolvimento social do país tem que tomar consciência que ainda é preciso muita luta para manter isso. Trinta anos de democracia é quase nada para a história. E democracia não é judiciário forte, como querem alguns. É a Política que segura a democracia. É a Política que reduz desigualdade social e econômica. 

  26. Eu ficaria satisfeito se tão

    Eu ficaria satisfeito se tão somente o espírito de luta do velho Brizola ‘baixasse’ na Dilma. Solamente.

  27. A esquerda (?) perdeu a

    A esquerda (?) perdeu a capacidade de se expressar.

    Tem que voltar ao “boteco” beber cachaça,mandar

    tomar no C.sem medo de processos e coisas tais

    já que de uma forma de outra acaba se ferrando

    na mão dos “vendilhões”.Só voto não garante

    governabilidade e esta mais que provado.O Boechat

    deu  a “linha” quanto ao Malafaia:Dedo na ferida em

    alto claro e bom som. Nome aos bois” e suas carroças

    quem samba somos nós , somos os “crioulos doidos

    tambem! As bases não estão  inertes!

  28. Querer viver numa sociedade

    Querer viver numa sociedade -como a nossa- sem confrontos ou embates é de um infantilismo imperdoável.Quando tinha excelentes indíces de aprovação ( Lula-Dilma), faltou clareza e visão estrategica por parte do PT e do Governo para por e impor uma pauta  progressista com reformas politicas, econômicas e sociais.O que faltou ao Governo tá sobrando na oposição e nos “aliados”:oportunismo demagógico.Os monstros sairam do armário….pra voltarem… 

  29. Das Artes e das artes… da Política política…

    1995 – De volta para o futuro do pretérito

     

    ‘(…) Na quinta-feira, 25 de maio, para emitir um sinal firme de minha disposição de baixar os juros, anunciei que, nos empréstimos agrícolas com recursos do governo, iria fixá-los em 16% ao ano, sem correção monetária. Isso não agradou à equipe econômica – preocupada com o custo da medida para o Tesouro. Não consultei a equipe evidentemente: presentes ao anúncio, eles souberam ali mesmo e “engoliram” a decisão. Ao mesmo tempo, começávamos a ganhar no Congresso as votações para alterar a Constituição, modernizando-a no aspecto econômico.

     

    Parecia que o horizonte se desanuviaria. (…)’

     

    ‘ Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada a 2/7/1995 pela Folha de S. Paulo indicava que 40% dos pesquisados consideravam o governo “ótimo/bom”, e 69% apoiavam o Plano Real.’

  30. Das Artes e das artes… Da Política política…

    1995 – De volta para o futuro do pretérito

     

    ‘(…) Na quinta-feira, 25 de maio, para emitir um sinal firme de minha disposição de baixar os juros, anunciei que, nos empréstimos agrícolas com recursos do governo, iria fixá-los em 16% ao ano, sem correção monetária. Isso não agradou à equipe econômica – preocupada com o custo da medida para o Tesouro. Não consultei a equipe evidentemente: presentes ao anúncio, eles souberam ali mesmo e “engoliram” a decisão. Ao mesmo tempo, começávamos a ganhar no Congresso as votações para alterar a Constituição, modernizando-a no aspecto econômico.

     

    Parecia que o horizonte se desanuviaria. (…)’

     

    ‘ Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada a 2/7/1995 pela Folha de S. Paulo indicava que 40% dos pesquisados consideravam o governo “ótimo/bom”, e 69% apoiavam o Plano Real.’

  31. “E ainda conseguem a

    “E ainda conseguem a solidariedade do líder do PT na Câmara.”

    Para mim essa frase diz tudo. O PT não passa de uma bando de bundão.

    Como pode a oposição fazer uma viagem vabadunda para produzir factoide contra o governo num pais vizinho e ainda ganhar a solidariedade do lidar do PT na Camara.

    Desisto. Já pulei desse barco faz tempo…

    Se querem se suicidar, que o façam sozinhos, bando de petistas bunda-moles e medrosos…

    • Nas universidades já está

      Nas universidades já está faltando. Mas lá petistas e pesedebistas estão de braços dados contra a greve! Quem atua na ‘micropolitica cotidiana’ não cai nessa farsa de ‘governistas’ X ‘oposicionistas'(do PSDB e seus satélites).

  32. A direita é muito organizada

    A direita é muito organizada e sabe o que quer e está conseguindo,graças a uma esquerda que não se junta,que está aparentemente morta,precisa urgentemente acordar desse sono profundo.

  33. 2015.75 está chegando

    Não vai ser um Patriotic Act que a Dilma lançará, mas pode ser uma reforma ministerial das minhas, com 14 ministérios e Astrologia, Tarot e Geometria.

    Dilma, acorda!

     

    Ps. sem comoção mundial não dá para implantar nada hoje, agora é esperar a hora.

  34. Muito bom

    Nassif foi curto e claro, como tem sido as ultimas participações do André Araújo. 

    Aponto como solução a isso a volta para as ruas e os movimentos sociais. Se as ruas apoiam, então aí sim Dilma e o PT (mais o PCdoB, PSol e outros comprometidos com Brasil nação) poderão começar a falar grosso. Devemos ir para uma ruptura, mas no bom sentido, o sentido de voltar pelas urnas sem titubeios nem concessões ao colonialismo.

    Vai ser duro, mas, o povo unido não será vencido.

  35. Falta mesmo!

     

    Também falta: espírito público para nosso congresso, honestidade para nossa imprensa, civilidade para nossa elite, justiça para nosso judiciário, vergonha para empresários, solidariedade do povo com mais carentes, conhecimento de interesses nacionais e de soberania em geral. Temos muito que melhorar.

     

     

  36. CRISE ECONÔMICA AQUI E ALHURES: BUSCANDO SAÍDAS

     

    A CRISE…

    Na medida em que a grande crise econômica que se iniciou no final da primeira década deste Milênio avança e atinge países que, em um primeiro momento, conseguiram manter a cabeça fora d´água, a procura por uma saída da estagnação passa a envolver intelectuais, governantes, políticos, gestores e empreendedores. Lançam-se mão a diversas contribuições e linhas de pensamento do grande acervo cientifico acumulado em séculos de pesquisa econômica, mas buscam-se também culpados e responsáveis pelo desastre que se aprofunda.

    Por outro lado, evidencia-se em muitos portais especializados que a crise econômica se reflete em uma crise de modelos, do próprio pensamento econômico. Já vencido o modelo do socialismo real, também o modelo keynesiano, aplicado tardiamente nos últimos anos no Brasil e em parte da América Latina, não consegue, a despeito dos progressos sociais e da construção incipiente de um mercado de massas, fornecer mais fogo ao crescimento necessário à economia capitalista, que vive da acumulação de capital e, em escala social, desse crescimento.

    Do lado monetarista/neoliberal, as “lições de casa” que dominaram nas últimas décadas também não logram desatolar a economia nos países “obedientes”, além de promover a concentração cada vez maior das riquezas e alastrar a insegurança existencial das massas das sociedades de diversos continentes. O caso mexicano é exemplar.

    Entretanto, uma vez que a oposição ideológica e política a essa orientação reconhece sua própria impotência para fornecer contrapropostas, o sistema financista dominante continua a se impor no plano político, restringindo cada vez mais liberdades políticas e econômicas nas nações mergulhadas na crise, e ousando novas aventuras de livre-comércio; essas só conseguirão aprofundá-la, a despeito de possíveis miragens de retomada de crescimento, vendidas no mais alto tom pelos meios de comunicação que fazem parte do sistema.

    Dado o domínio político e ideológico mundial insolente que o sistema financeiro edificou nas últimas décadas e dada sua responsabilidade direta na deflagração da crise e no aprofundamento da miséria social subsequente, muitos autores têm dedicado a buscar soluções a partir da crítica a esse domínio, propondo uma regulação mais forte do capital financeiro e medidas decididas de distribuição de renda. Assim sendo, o âmbito financeiro do processo econômico tem sido o foco preferido na maior parte das contribuições que encontraram algum eco na opinião pública mundial.

    Em contrapartida, a busca de saídas pelo lado da economia real, mediante propostas de políticas setoriais e industriais é ainda pouco trabalhada na discussão de políticas de reforma do sistema econômico. Vira-e-mexe, os investimentos em infraestrutura são mencionados como um caminho mais provável de retomada da conjuntura de investimentos e de animação do setor produtivo, tanto aqui quanto na Europa e nos Estados Unidos.

    Insistindo-se no mantra do esgotamento dos recursos fiscais, busca-se então nas concessões e nas parcerias públicas-privadas a chave de abertura da porta da salvação. Evidentemente, os efeitos multiplicadores imediatamente subsequentes a esse tipo de investimento são limitados. Além disso, as possibilidades de o setor privado alavancar, sozinho, tal tipo de investimento, inseguro e de retorno longo, são extremamente limitadas, como demonstram os insucessos de certas licitações, especialmente em projetos nas fronteiras agrícolas. E a permanência do aporte financeiro público nessas parcerias, seja por meio de garantias, contraprestações, seja pelos investimentos públicos prévios ou concomitantes, reascende o fogo do endividamento público.

    Neste texto objetiva-se pincelar algumas pistas alternativas hipotéticas para fins de debate, alternativas essas que podem ser validadas na prática ou em renovado esforço de pesquisa com base em uma nova agenda; ou, corrigidas com aportes adicionais e inovadores, a partir da discussão que se siga.

    SETOR PRODUTIVO: FRAGMENTAÇÕES LOCAIS E ENCADEAMENTOS GLOBAIS

    Toda estratégica de retomada do crescimento pelo lado da política industrial tem de passar pelo reconhecimento das mudanças nelas produzidas no decorrer da fase neoliberal, que hoje se encontra em crise. O Estado do Bem-Estar tinha criado estruturas produtivas, onde o investimento e a provisão públicos e a forte regulação do Estado tinham garantido uma sinergia e um dinamismo que tinha assegurado uma longa onda de crescimento na metade do século passado, mas que se esgotara a partir da década 70, levando à uma situação de estagnação e inflação.

    O desatamento regulatório tanto no setor produtivo quanto no setor financeiro, a derrubada das proteções trabalhistas, os ganhos de produtividade e a expansão compensatória dos mercados globais produziram, então, um novo dinamismo que perdurou novas décadas, até à crise do início deste milênio. Novas tecnologias, inovações na organização da produção e o acirramento do espírito competitivo (tanto entre pessoas, corporações, quanto entre cidades e estados) levaram a enormes transformações não só na produção e no espaço, mas também na própria vida das pessoas. Nessa fase, o setor financeiro passou a comandar fortemente a lógica da organização produtiva, quebrando complexos produtivos e se apropriando de setores antes operados por empresas estatais.

    Uma das características desse processo de liberação é que as sinergias asseguradas pelo planejamento estatal, não apenas econômico, mas também espacial, pela regulação e pela provisão de uma ampla gama de serviços públicos foram rompidas pela apropriação, pelo capital financeiro, do comando de políticas, e até dos investimentos e das finanças públicos.

    Conglomerados industriais assim como sistemas produtivos construídos nos planos nacional, regional e local foram quebrados, dando origem à fragmentação, tanto no processo produtivo, quanto na própria paisagem urbana e regional e até nas relações sociais. Em compensação, os concatenamentos produtivos foram reproduzidos em nível global, sob o comando de fundos internacionais e cadeias globais de valor, abarcando torrões antes esquecidos pelo capital. 

    No plano internacional, aprofundou-se o fosso entre países “avançados” e “atrasados”, a despeito de alguns poucos países antes subdesenvolvidos terem galgados um lugar no sol no novo sistema econômico. Também, aos poucos, o bem-estar nos países industrializados foi se restringindo a camadas cada vez mais estreitas da população, que, em compensação, passaram a saborear um nível de consumo historicamente inédito e sofisticado, logo difundido também nas elites dos países “periféricos”.

    A globalização dos mercados dos bens de produção e de consumo assegurou, por um certo tempo, a necessidade de realização da comercialização. Políticas pontuais de distribuição de renda em alguns países latino-americanos conseguiram uma substancial, mas temporária ampliação do mercado; temporária porque, em uma reedição das políticas de Estado de Bem-Estar, logo se depararam com os limites fiscais e do sistema produtivo interno.

    E eis que chegamos ao final da primeira década do milênio, quando os efeitos dinamizadores se esgotaram, mas o sistema financeiro, preso à própria lógica e aos mecanismos inovadores mas especulativos, continuou a acumulação cada vez mais separada da economia real. Os limites do poder de compra das massas exploradas sem proteção, as desproporções intersetoriais provocadas pela anarquia do mercado liberado, e as clássicas contradições do capitalismo, vividas e reconhecidas ao longo da sua história, produziram novamente seus efeitos.

    O novo dessa crise é que ela é vivida sem que “receitas” e novos “paradigmas” se encontrem nas prateleiras para que um novo ciclo de expansão possa se instalar. Partindo do princípio, independentemente de que se goste ou não, que os sinos ainda não dobraram para o capitalismo (até porque não surgiu uma alternativa viável de “pós-capitalismo”), e que a crise começa a produzir catástrofes sociais, políticas e ambientais cada vez mais perigosas para o futuro da humanidade, é imperativo que as cabeças responsáveis busquem novas energias econômicas que possam nos afastar do buraco que se alarga rapidamente.

    REUNINDO OS GRAVETOS

    A inovação, a competição, a fragmentação e o encadeamento global são, portanto, fenômenos centrais que moldaram a geografia produtiva ao longo das décadas de domínio neoliberal. De um lado, as empresas sobreviventes foram obrigadas a aumentar sua produtividade interna, mas no plano social, esse ganho de eficiência trouxe consigo um aumento considerável (mas ainda não tematizado, compreendido e muito menos contabilizado) dos custos transacionais, especialmente no plano das nações, das regiões e das cidades. Em parte, esses custos transacionais vêm à superfície sob forma de riscos jurídicos e políticos (portanto, riscos transacionais) e sobretudo de risco de mercado.

    Um campo interessante para estudar esse fenômeno são as infraestruturas, que progressivamente vem sendo assumidas pelo setor privado: na verdade, um número muito pequeno de segmentos apresenta um amadurecimento de mercado suficiente para ser explorado sem subsídios, garantias ou investimentos prévios do governo; e qualquer problema ligado à sua rentabilidade é colocado sobre as costas do governo, isso é, do contribuinte (ver o episódio das autoestradas portuguesas).

    A privatização fragmentada produz, ainda por cima, descontinuidades na rede de infraestruturas, como pode ser visto nas nossas ferrovias. Consideradas como negócio a ser protegido e não como facilidades básicas para um sistema produtivo regional, seu planejamento se desassocia do planejamento territorial e industrial (ver o PIL, recentemente reeditado).

    Tal dissociação dificulta, entretanto, a viabilização das parcerias exatamente onde os investimentos infraestruturais são mais necessitados (no nosso caso, nas fronteiras agrícolas no Centro-Oeste e no MATOPIBA). A subsequente concentração das parcerias e concessões em áreas já densas amplia mais ainda a disparidade regional nos investimentos infraestruturais.

    A SAÍDA PELA REORGANIZAÇÃO DO CAPITAL

    Expostos os problemas, há de se buscarem soluções concretas para uma saída mais imediata da crise, que se torna progressivamente perigosa. Parte-se aqui do princípio que o caminho menos doloroso seria uma reforma que leve em consideração as restrições da realidade política existente. Urge sobretudo unir todas as forças que estão efetivamente compromissadas com a retomada do crescimento.

    Partimos também da hipótese de que a fragmentação produtiva precisa ser revertida, para que novos ganhos de sinergia possam produzir o aumento da produtividade, não mais limitado às empresas, mas sim estendido a sistemas produtivos locais e regionais. Isso implica que negócios correlacionados busquem de alguma forma estreitar sua cooperação, por meio de contratos ou inseridos em complexos produtivos territorializados.

    Tais complexos, que batizamos aqui de empreendimentos de desenvolvimento territorial (EDT), devem procurar agregar negócios relacionados com as cadeias produtivas presentes no respectivo território de atuação. Além disso, devem contribuir pela colocação desses negócios do território nas cadeias globais de valor, da forma mais vantajosa que conseguirem em cada caso.

    Essa restruturação produtiva requererá, evidentemente, uma nova forma de se considerar o Estado, não mais como substituto ou mandachuva do mercado (Estado do Bem-Estar), nem como regulador omisso e efetivamente capturado (estado neoliberal). O estado haverá de ser um ator facilitador e orquestrador dessa recomposição do capital, visando sua criação e viabilização não apenas mediante instrumentos de comando regulatório (leis e decretos), mas também e sobretudo mediante programas territoriais e contratos de novo tipo.

    Os programas territoriais seriam uma ferramenta inovadora no planejamento público, juntando investimentos e políticas públicas, assim como investimentos privados em um pacote conjunto de investimentos que construa, em um território delimitado, uma “máquina de crescimento”, capaz de gerar atrativos de investimento, geração de emprego, mobilização da economia local e suficiente arrecadação fiscal para financiar os empenhos públicos.

    Esse pacote conformar-se-ia às diretrizes de um planejamento territorial, acertado junto à sociedade, mas agregaria as iniciativas públicas e privadas de forma a viabilizar especialmente os grandes investimentos públicos, garantindo a sustentabilidade fiscal. No plano fiscal, o compromisso do equilíbrio fiscal interno do programa e o controle efetivo de tal resultado pelas autoridades fiscais permitiriam um regime especial na gestão fiscal, protegendo os programas territoriais que comprovem permanentemente critérios de sustentabilidade fiscal de eventuais reajustes e cortes orçamentários. Esse regime criaria, portanto, um espaço fiscal novo, impulsionando o crescimento sem provocar desequilíbrios fiscais.

    Já o contrato de novo tipo seria uma concessão por desempenho econômico, onde o Estado, partindo do programa territorial específico e das competências reunidas na empresa de desenvolvimento territorial enquanto consórcio de negócios relacionados, determinaria não diretamente os objetos de investimento e sim os resultados econômicos finalísticos (número de empregos e contratos de fornecimento gerados no território ao longo das cadeias mobilizadas, entre outros objetivos políticos). Parte-se do princípio e da experiência que o setor privado possuiria maior discernimento para a definição concreta dos negócios, investimentos e a tecnologia a serem aplicados em cada caso, e que especificações tecnocráticas detalhadas dos objetos produziriam o risco de falhas regulatórias.

    Isso não implica uma passividade do Estado quanto aos rumos e o caráter do desenvolvimento territorial: legislações ambientais e trabalhistas, assim como o planejamento territorial e o programa territorial (esse especificado no edital de convocação) estabeleceriam os objetivos gerais da operação e as condições e restrições correspondentes aos interesses da sociedade, que deveriam ser atendidas no contrato. Evidentemente também, a elaboração dos programas e dos editais e contratos contariam com a participação da sociedade, mediante as contribuições na rede e audiências públicas.

    Além disso, através do estabelecimento das condições de habilitação do consórcio, onde o Estado definiria o perfil de empresas e, portanto, dos empreendimentos que gostaria de ver implantados no programa territorial, ele poderia dirigir indiretamente a natureza do negócio, sem especificá-lo diretamente e sobretudo sem assumir a responsabilidade por seu resultado econômico e financeiro. Agindo dessa forma, o Estado não estaria comprando a implantação de investimentos determinados, e sim competência de mercado para mobilizar a economia regional.

    Eventualmente, insuficientes condições de rentabilidade do negócio concedido poderão implicar (via de regra, implicarão efetivamente) em necessidade de participação do erário público, sob forma de investimentos prévios e complementares (vias, infraestruturas urbanas, educação, saúde, segurança, habitação etc.), de subsídios fiscais e financeiros, de garantias ou de outros tipos de empenhos financeiros.

    Para evitar o endividamento público descontrolado e a insustentabilidade fiscal, o estado deverá, em contrapartida, exigir do concessionário que se contabilize a arrecadação fiscal resultante ao longo de toda cadeia de fornecimento e distribuição mobilizada pela empresa de desenvolvimento territorial, e que o resultado cubra, em prazo a ser definido, todos os empenhos financeiros resultantes da participação pública. Uma matriz de responsabilidade entre entes públicos e privados delimitaria as responsabilidades e os direitos das partes.

    Surgiria assim, um novo tipo de parceria público-privada, de segunda geração, que ampliaria enormemente os espaços de investimento do setor privado, hoje restritos aos modelos convencionais de concessão e parceria, onde a fragmentação e os riscos inerentes inviabilizam um grande número de oportunidades. Ao mesmo tempo, a parceria de segunda geração, ao impor a condição de sustentabilidade fiscal dos empenhos públicos envolvidos, criaria novos espaços fiscais e aumentaria a eficiência e eficácia do setor público, dos seus investimentos e de suas políticas, objetivamente vinculadas a resultados econômicos e programas territoriais concretos. O ganho de produtividade também alcançaria o setor privado, recuperando em nível territorial as sinergias perdidas em função da fragmentação neoliberal; e reduzindo os custos de transação e logísticos.

    Na medida em que novos espaços de investimento na economia real se abram, o sistema financeiro passa a usufruir de campos de atuação mais firmemente vinculados ao processo produtivo, diminuindo sua dependência da especulação vazia de conteúdo econômico, de acelerações em ponto morto. Esses campos podem ser ampliados com a criação de novos ativos financeiros vinculados a resultados financeiros decorrentes do desenvolvimento territorial, ao crescimento econômico subsequente e aos ganhos de espaço fiscal.

    PARCERIAS NO PLANO GLOBAL

    Essa estratégia de reforma complementa-se por um componente de internacionalização. Assumindo a estruturação de cadeias globais como um fato firmemente implantado na geografia econômica, há de se encarar os desafios por ela colocados para o desenvolvimento regional. A inserção vantajosa de uma economia regional dependerá da análise concreta das possibilidades, de um plano estratégico de cada região a partir dos respectivos potenciais locais, e do conhecimento e da seleção competente dos agentes internacionais que poderão servir de parceiros.

    Evidentemente, essa inserção não é livre de riscos, mas não é construindo espantalhos e evitando o contato com essa realidade que as cadeias deixarão de intervir na economia nacional: elas já o estão, e quanto menos discutirmos as oportunidades estratégicas a explorar, mais subordinados estaremos ao ditado dos atuais agentes dominantes.

    Na medida em que a retomada do crescimento não é de interesse de apenas uma região e de um país, e sim de toda a economia internacional, essa comunidade de interesse tem de produzir novas formas de cooperação entre os mercados nacionais e o mercado global. Parcerias de crescimento entre regiões de diferentes países com potencialidades complementares e necessidade premente de retomada de crescimento, mediadas por esforços de diplomacia subnacional e que resultem em programas territoriais que atravessem fronteiras e até mesmo oceanos, poderão acelerar a retomada no plano internacional.

    Há de se salientar, que historicamente o Norte sempre necessitou do Sul para inaugurar uma nova fase de expansão e sair da estagnação. Se no passado foram as Cruzadas, os Descobrimentos, o Imperialismo novecentista e, no século passado, o comércio desigual, uma nova relação terá de se estabelecer entre os continentes de diferentes níveis de desenvolvimento para findar a crise que se abateu nos países do tradicional centro econômico mundial. Apesar dos mecanismos de domínios que prevaleceram nessas relações e que podem novamente aflorar das parcerias, mister se faz lembrar que, dessa vez, a eliminação da miséria, a reversão dos grandes riscos ambientais e sobretudo a contenção das aventuras bélicas surgem como condições necessárias para que o novo ciclo seja duradouro.

    Deve se ter em mente que as recentes políticas sociais na América do Sul trouxeram consigo um alívio para as exportações do Norte, e que a ampliação dessa breve experiência em escala global, experiência essa fácil de se implantar, poderá ter um papel importante na aceleração da retomada no Norte, além de aliviar os países industrializados dos fluxos de migração de refugiados da miséria e da guerra.

    COMENTÁRIOS FINAIS

    Evidentemente, a implantação das propostas aqui esboçadas não prometem consensos paradisíacos: conflitos de interesse sempre estarão na pauta das relações sociais e internacionais. Assim sendo, um posicionamento firme e assertivo em prol dos interesses regionais e nacionais, lastreado em uma inteligência avançada com relação aos atores e processos de informação, é imprescindível para que países e regiões periféricas consigam se impor, alcançar espaços mais vantajosos nas cadeias e reduzir sua dependência e submissão frente a grupos e países dominantes. Por outro lado, os perigos, a desorientação e o desespero social estão impondo com cada vez mais intensidade a busca de soluções, abrindo oportunidades para se alcançar resultados mutuamente vantajosos.

    Gostaríamos de complementar, ainda, que o desenvolvimento dessas propostas não está restrito ao esboço geral das ideias. Diversos componentes dessa estratégia estão sendo detalhados, tais como: a) a noção, a construção e a gestão de programas territoriais; b) modelagens para a avaliação da sustentabilidade fiscal dos programas; c) projetos de lei para a instituição de regimes fiscais privilegiados para programas territoriais fiscalmente sustentáveis; d) modelos de negócios para empresas de desenvolvimento territorial; e) modelos regulatórios para concessões por desempenho econômico; assim como f) o desenho de novos ativos financeiros. 

    • Um dos melhores textos que li no blog

      acho que LN deveria usa-lo para iniciar discussões envolvendo quem pensa e tem experiênca, como AA, seria uma abertura para sair das trocas de textos que parecem saídos dos blogs de abril/globo/fsp/oesp e aparecem aqui a cada vez que abre-se alguma discussão “política” (no sentido mais amplo), incluindo o uso de nicks ridículos.

  37. se fosse eu presidente rsrs

    Demitia na hora Cardozo colocava outro ministro e ele trocava na mesma hora todos os delegados da PF do Parana

  38. A verdade é dura!!!

    Nunca li nada tão bem desenhado no que esta se transformando o País.Não existem mais limites pra factóides, manipulações e chantagens!!!Falou tudo Nassif, endosso!!!!

  39. Na Justiça, a salvação da pátria ou a sua destruição?

    Quando aqiela mesma família midiática que já havia eliminado Getúlio, deposto Jango e instalado a ditadura em nosso país conseguiu transformar José Dirceu e José Genuíno em reles bandidos, execrados na tela da TV, e uma juíza proferiu que, embora não tendo provas para condená-los, assim o taria porque uma pseudo literatura jurídica permitia, logo percebi que a destruição das forças progressistas em nosso país seria apenas uma questão de tempo. O golpe fatal viria com a prisão do Lula e a consequente instalação do caos, que levariam o nosso país a uma convulsão social sem precedentes na história, e, no vácuo, a implantação da neo-ditadura clamada pelos idiotas funcionais.

     

  40. É duro admitir…

    Mas o Nassif está integralmente certo. Falta situação, oposição, BC e Judiciário responsáveis. Afundam o país sem pudor, em nome de uma disputa fratricidade pelo poder. E o PT, que tem o poder, não o usa, é condescendente.

    A nota do Itamaraty sobre o caso da Venezuela é uma vergonha. Vai ver também devem achar que possuem autonomia. Exigir esclarecimentos por um congestionamento e um protesto…

    O contexto atual é de esgarçamento do tecido social. Conservadorismo e reacionarismos baratos a todo vapor. Linchamento de ladrões, religiosos e gays. Redução da maioridade penal, acirramento de preconceitos rasos e torpes contra homossexuais e a política mais do que nunca dominada pelo grande capital.

    O que nos traz a indagação: se essa oposição que está aí vence em 2018, o que será da gente e do que resta do Brasil? Porque eles não se acanham de usar o poder. Basta ver como Richa e Alckmin tratam grevistas, manifestantes e servidores públicos. Como Aécio tratou também. Sem falar na mediocridade da gestão desses senhores, escondida vergonhosamente pela mídia parceira. Caos nas finanças públicas e descontrole nos serviços públicos, além do aparelhamento fortíssimo da máquina pública – ainda mais do que alegam quanto ao PT.

    O futuro é sombrio…

     

     

  41. Quem poderá nós salvar? Tá

    Quem poderá nós salvar? Tá tudo muito estranho, mas como diz o ditado Deus  é brasileiro. Uma covarida feita contra um, é feita contra todos. 

  42. Faltam homens de grandeza pública!

    Parece estranho o enunciado, se temos no Brasil um ex-presidente da estatura de Lula, nítidamente um dos maiores líderes que esse país já viu e com o seu nome indelevelmente marcado na História.

    Mas paradoxalmente, Lula hoje não conta em relação às transformações e lutas que a sociedade necessita urgentemente, porque ele é o “problema”, no sentido de ter se tornado mais do que nunca o alvo prioritário da maior luta de ódio em que o Brasil já esteve inserido.  Torna-se uma figura emblemática, complexa, porque dele se esperam ações e reações à altura das transformações sociais que implementou o que talvez esteja além de seu poder humano e político, e pelo fato já exposto: como alvo de todo esse ódio e repulsa que lhe devotam elite, classe média (grande parte), grande mída, oposição e parte do judiciário e ministério público, todas as ações e falas de Lula entram como uma espécie de lenha na fogueira, criando quase que uma impossibilidade de que se torne, ele, Lula, um catalisador da pacificação, do diálogo minimamente conciliador, civilizatório.

    Da mesma forma, Dilma encerra em si um paradoxo triste: mulher de coragem, seriedade e dignidade, num país avançado socialmente, de pessoas educadas e informadas, uma elite menos tosca, uma classe média menos medíocre, seria endeusada como uma grande presidente, por sua capacidade gerencial, de tocar grandes obras, seu horror à corrupção. No país dos nonsenses, dos absurdos, no país mergulhado no nojo ao seu partido, vira objeto de agressões, deboches, achincalhes, ofensas inomináveis, e aí entra sua maior fraqueza: a incapacidade que tem de navegar nesse lodo, nessa lama, Dilma é pessoa direta, objetiva, provou ser capaz de colocar a própria vida em risco por um ideal, é perfeita para os embates claros, não para os campos minados, sujos, torpes, do atual jogo, guerra na verdade, em que atuam de modo tão covarde as forças que lhe são antagônicas.  Sua personalidade devi ficar atônita com o nível rasteiro de um Aécio, um Gilmar Mendes, a podridão da grande mídia. Falta-lhe malícia, onde sobra coragem.  Mas em guerras complexas onde muitos personagens articulam diuturnamente armadilhas torpes, a maior coragem perde na ausência da malícia.

    Apenas por esse aspecto, a falta de previsão específica dessa lacuna, penso, ter errado Lula ao pensar apenas nas virtudes de Dilma. Sua perplexidade e indignação imensas diante da sordidez dos adversários, provavelmente a deprimiu, a exauriu, toda sua vida foi erguida em embates francos, de regras mais ou menos claras. 

    Mas não são apenas por lacunas, contradições e paradoxos de Lula e Dilma que o Brasil encontra-se hoje nesse impasse, fraturado, à deriva, o desespero sentido por todo brasileiro consciente, a sensação de medo, pela impossibilidade quase absoluta de se prever o que virá: Lula será preso a mando de Moro? Algum ministro do Supremo, e/ou o CNJ intervirão nos desmandos desse insano psicótico que destroi a economia de um país impunemente, destroi todas as bases da Justiça ao usar prisões como pressões intoleráveis aos investigados, visando seus objetivos pessoais, aquilo que ele, Moro, considera justo ou injusto? O TCU abrirá o caminho para o impeachment de Dilma? O Banco Central continuará nessa escalada de juros altos jogando o país no abismo de vez? Dilma teria a sensatez e a coragem de interromper essa loucura? Alguém colocará freios em Eduardo Cunha? Quantas perguntas sérias, graves, nos fazemos nesse momento…?

    Quando o Nassif nos diz que falta governo e oposição, na verdade o que quer nos dizer é que faltam homens de grandeza pública, coragem, inteligência, lucidez, tanto no governo quanto na oposição, para agirem em momento tão urgente. Como faltam, mais do que nunca, no Ministério Público Federal e no nosso Judiciário, homens desse quilate.

    Ao se renderem à “faca no pescoço” imposta pela mídia, os ministros do Supremo à época do julgamento do mensalão abriram um precedente deplorável e perigoso.  Ao se omitirem dos desmandos e falcatruas de ministros como Gilmar Mendes, outro. Há hoje uma sensação cristalina, que as pessoas de personalidade forte, arrogante, psicótica, como Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Sérgio Moro e outros, podem fazer literalmente o que quiserem, que por “pudor”, timidez, medo, seja lá o que for, seus pares se calarão. A omissão, nesses casos, torna-se criminosa, porque cúmplice das ações e destemperos, e até ilegalidades, comoetidos por juízes, ministros, promotores, procuradores e agora, diante da fraqueza absoluta do ministro da Justiça, até por delegados da polícia federal.  Temos a impressão que se um delegado qualquer entrar no planalto e der voz de prisão a alguém do alto escalão do governo, ninguém questionará ou impedirá. Um vácuo de poder, de vozes, de sensatez, de coragem, de deixar a todos, estupefatos.

    Como pode um juiz de primeira instância causar tamanho desassossego em todo um país, e botar na cadeia quem quiser a hora que quiser, sem que um ministro do Supremo conceda habeas corpus, quando nítido o abuso de poder?  Em que país civilizado se vê coisa semelhante?

    Como pode um procurador que achincalha a presidente nas redes sociais e participa de passeatas pelo impeachment criar um fato novo, jamais visto na história do Brasil, pedindo a reprovação das contas do tesouro e a responsabilização da presidente e ninguém falar nada?

    Como pode uma revista como Veja se associar a um bandido como o Cachoeira e a um senador, Demóstones Torres, e criarem por anos, factóides com o intuito de desestabilizar toda a nação, derrubar o governo através de denúncias falsas, e nada ser investigado? Que país subsiste a um fato desses impunemente?

    Estamos em guerra! Uma guerra suja, sórdida, que precisa ter ao lado da justiça, da dignidade, da civilização, do que é correto, homens de grandeza pública. Jornalistas, magistrados, ministros, delegados da polícia federal, deputados, senadores, governadores, onde estiverem os homens públicos desse país, os que têm algum poder ou alguma influência, não podem mais se omitir, omitir-se, é crime contra o Brasil e o seu povo.

    Não cabe  mais tolerância com o ilegal, o imoral, o ilegítimo, o sujo, o velhaco, o torpe.

    Vivemos de indignações isoladas, das vozes dos “blogueiros sujos”, um Jânio de Freitas, um discurso de um Lindberg Farias, um Requião, uma Jandira Feghalli, vozes e discursos soltos, o Brasil precisa de mais, e com urgência, principalmente vozes que façam a diferença nas coisas e fatos relativos à Lei, à Justiça.

    A Veja não pode mais lançar capas como a que lançou às vésperas da eleição, e que quase mudou o resultado. Isso é crime!

    Um juiz que odeia o PT, um psicótico claro como Sérgio Moro, não pode destruir algumas das maiores empreiteiras do país, isso é inadmissível, um crime social, um absurdo, jamais permitido em país algum do mundo.

    Um país não pode estar a mercê de Eduardos Cunhas, Aécios Neves, e demais golpistas oportunistas.

    Um país não pode mais conviver com um Judiciário e um Ministério Público que jamais investigam a fundo ou punem corruptos e criminosos que forem da oposição.

    Um país não pode ter uma polícia federal que odeia o governo, agindo livremente, sem a ação e o controle mínimos do ministério da Justiça.

    Onde estão os homens públicos de todos os setores, de grandeza cívica, nesse país?

    Precisamos deles, mais do nunca.

     

     

     

     

     

     

  43. Segundo Noblat, Moro chama Lula debochando de “Nine”

    Segundo o jornalista Ricardo Noblat, o juiz Sergio Moro se refere ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ‘Nine’, numa alusão a seus ‘nove dedos’; qualificar alguém em razão de uma deficiência física, como fez Ronaldo Caiado, com a camisa ‘Basta’, nas manifestações de março e abril deste ano, é uma atitude fascista; segundo Noblat, Moro ‘tem a esperanca’ de pegar o ex-presidente Lula; delatado por Alberto Youssef como dono de uma diretoria em Furnas que pagava mensalão de US$ 100 mil/mês a parlamentares no governo FHC, o senador Aécio Neves não foi atingido pela Lava Jato; Lula está na mira
    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/185709/Noblat-Moro-debocha-da-defici%C3%AAncia-de-Lula.htm
     

    • Sendo verdade…

      Denota a pequenez de caráter desse juiz!   Inacreditável!  Não adianta ser “TEN”, quando a honradez não alcança “ONE”. O que dizer?  DEPLORÁVEL !!!!!!!!!!!!!!

  44. Falta Democracia

    Alguém avisou ao Lewandovsky que é ele o presidente do STF e não mais o Gilmar Mendes?

    Lembram do Juiz De Sanctis e o caso Dantas?

    Que aconteceu desde então?

  45. Parece-me que todas as

    Parece-me que todas as condições estão postas para que finalmente atinjamos a culminância de uma crise merecedora desse nome tendo em vista principalmente as projeções das suas consequências para a vida nacional. . Pela primeira vez nesses últimos anos dão-se as mãos nesse desiderato as duas dimensões básicas sobre as quais se assentam as demais: a política e a econômica. 

    Será exagerada tal avaliação se considerarmos que nos últimos tempos o que não faltaram foram previsões funestas para o país? O tal “ovo da serpente” foi, talvez, a metáfora mais citada nas crônicas ou discursos dos analistas políticos e palpiteiros em geral. Isso na seara politica. Irmã siamesa desta em termos de alvo para previsões furadas, apenas com a diferença que adornadas por um linguajar técnico. hermético e secundado por belas equações diferenciais, a Economia também não chegou ao fundo do poço. Mas os impertinentes acham que isso é só uma questão de tempo.

    Certamente que os percalços atuais nessas esferas não seriam no momento presente vetores capazes de desencadear uma situação de caos. Dito de outro modo: a conjuntura atual, merce de problemática, pode, sim, muito bem inflexionar para melhor. Por que, então, a referência a uma paradoxal suposta culminância? Ora, porque há forças subjacentes a ambas que adquiriram e assomaram um poder máximo que provavelmente jamais se repetirá na nossa história. 

    E que forças são essas? Da espécie “ocultas” denunciadas por Jânio Quadros? Nada disso. São imperativos mais que claros, concretos, visíveis, que hoje protagonizam e galvanizam a vida nacional. Forças com gêneses, formação e atuação diversas, mas que nos propósitos são aliadas incidentalmente dado possuírem alvos em comum.

    Alguém pode citar uma só legislatura das Casas do Congresso presididas por personagens do naipe de Renan Calheiros e Eduardo Cunha, políticos que se igualam em termos de ambição e falta de escrúpulos e que se  irmanam e se irmanarão quando a ocasião for propícia para o que der e vier? Há termos de comparação com relação ao protagonismo de um Ministério Público que não responde a nada e a ninguém e ainda mais composto por um séquito de vaidosos que se auto referenciam como “intocáveis”? Quando o Poder Judiciário adquiriu tanto protagonismo ao ponto até das suas instâncias inferiores serem capazes de extrapolarem jurisdições e incorporarem os papéis de corregedores da moral e da ética, afrontando muitas vezes o Estado de Direito? Até a Suprema Corte se eclipsou frente a esse hiperbólico estrelismo. 

    Não é culminante nos tempos atuais a ousadia, a perfídia e a descarada atuação das megas corporações midiáticas com o intuito de antagonizar, solapar para finalmente derrubar fora ou dentro  do escopo legal o esquema político que atualmente ocupa o Poder? 

    E a culminância da culminância seria tanto o perfeito alinhamento quase improvável dessas forças com a principal, qual seja, uma parcela significativa da população que os apoia, incentiva, nutre e que certamente servem como álibi para justificar o que por enquanto é um hipótese que faz delirar alguns e parecer um pesadelo para outros. 

     

     

  46. Filho de peixe, peixinho é.

    Se não mudou de lado, somente por covardia um Presidente insistiria em nos erros de nomeações. 

    “O governo Dilma acabou. Pode ser que renasça mais à frente. Mas, no momento atual, não há comprovação de que os sinais vitais estejam preservados.”

    Começa o segundo tempo do segundo governo Dilma Nassif  Junho 9: Isolada em seu castelo, a presidente Dilma surpreendeu. Não consta que seja politicamente ladina. Mas ao se retirar do campo de batalha, deixou os adversários esmurrando o vento.Teria se inspirado na famosa luta de Cassius Clay contra George Foreman, na qual o campeão esperou o adversário gastar as energias durante sete rounds, para então nocauteá-lo. Mesmo porque politicamente a presidente não exibe a mesma musculatura do grande Cassius Clay na luta mencionada.

    Meu sentimento está mais afinado com texto de June 20. Prazo de validade de Dilma, Ministra de Lula, a trabalhista, a brizolista,  a guerreira, a economista, a  desenvolvimentista expirou. Como observamos, tal como Marina Silva ela  foi convertida, infelizmente,  se rendeu aos banqueiros e rentistas.

    Ìra, abandono dos banqueiros, Bradesco, Santander, Itáu, com PT, foi a progressiva queda da SELIC, com os 7.2%, recorde inferior.  Querem a continuidade de divida publica sustentar os negocios deles, sem risco. Brasil o paraiso do ganho fácil financeiro do mundo ocidental.

    Embora ainda alto para padrão republicano e da boa e honesta administração dos recursos do Estado. A cobrança da cabeça de Guido e mudança radical, apesar do Brasil sucesso mundial foi liderada pelos donos do Itau Unibanco. Refresh Unibanco ia para a falência, mas escapou com a incorporação pelo Itau.

    Essa turma dos banqeiros fez canto da sereia para a turma formadora de opinião da FIESP coma as promessas de mais dinheiro, e privatização, negócios sem risco,  de colocar no bolso o petróleo do pré-sal etc. No lugar de atender ao pedido de maior produtividade e ameaça do fim das bolsas-empresas.  

    Veio então o bombardeio orquestrado via Veja / Globo e outros periódicos de posse de da oposição. Mais os patrocinados fajutos movimentos de rua. A merda tá feita. Não conseguiram tirar Dilma do poder pelo voto. Dilma amarelou e o governo PT acabou!

    Lula foi infantil no lugar de olhar com lupa as nomeações que fez do STF e PGR deixar para outros.  Prevalecem no governo PT ,  prioridades, interesses e associações poderes paralelo alinhados com os antigos de  FHC, que jamais deixaria que turma do governo anterior escolhesse os futuros PGR

    Filho de peixe, peixinho é!.  Assim não é pra ter tucano preso. Nem para investigar malfeitos de governo federal antes de 2003.

    E antes de Tucano ser preso tem a opção de virar presunto, digo, volume morto. 

    Os algozes de Lula e Dilma foram nomeados por eles próprios. Barbeiragem politico. Não á a toa que que foi determinado ao Presidente fazer essas nomeação.  Regra que Presidente americano não abre mão.

    Caíram no conto do vigário, digo dos Tucanos ?

    Omissão custa caro, ao pais e ao eleitores e ao eleito.Além de romper com boa obra que a levou sucesso da releição, Dilma mantem o ridicularizado Mercadante e Cardozo. Pior,  ainda trouxe e é omissa aos danos causados por  Tombini,  Levy e cia , afinados com Fraga e seguidores das orientações do FMI o representante dos interesses financeiros americanos, que sabe mui to de tudo que o governo PT faz e pensa via invasão dos sites do Governo, Petrobras etc.PMDB, sim pacientemente espera para assumir o Governo no fundo do poço ” com campo aparentemente livre para a divisão do butim. “

    Rodrigo Janot foi indicado para o cargo pela presidente da República, Dilma Roussef, em 17/8/2013. O procurador-geral da República é também o presidente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

     

  47. Este tipo de post não ajuda

    Este tipo de post não ajuda nada,pelo contrário,reforça a visão golpista de governo,de Estado e,sobretudo de democracia.

    O segundo governo da presidenta Dilma encontra-se emse início,não havendo motivos para desqualificá-lo ou dizer que acabou.Esta é a visão da direita e dos golpistas. O governo não resume-se a factóides ou notícias da mídia porca deste país ,rsume-se em ações concretas durante oseu mandato de quatro anos. querer resumir o futuro em cinco meses de início de governo é querer corroborar os discurso infême da oposição sem propostas e de seus coligados miiáticos.

    O governo da prsidenta Dilma vem seguindo os passos dde seu antecessor na busca pela melhoria das condições de vida da grande maioria da população brasileira com crescimento e distribuição de renda. Se,neste momento,necessitamos de fazer concessões aos detentoresa do capital,foi porque ainda não solidificamos nossa democracia suficientemente,além do que,nosso crscimento,como tantas vezes tivemos oportunidade de discutir aqui,realizava-se sem as devidas condições de propsperar,sobretudo na qualificação de mão de obra,ainda que os esforços do governo tenham dde ser destacados,tanto no ensino técnico como no nível superior.

    Também,temos de admitir,e sempre dissemos isto aqui,que os governos do PT foram eleitos,não fizeram a rvolução e,portanto,estão sujeitos as regras e costumes da cultura democrática ainda incipiente em nosso país,onde elege-se para o governo central uma representante progrssista e um congresso majoritariamente conservador.

    Mas,nada disso é impedimento paraavançarmos. A presidenta Dilma,bombardeada como tem sido,tem demonstrado uma serenidade acima do normal e,mesmo com derrotas pontuais,tem conseguido avnçar na agenda proposta e manter ativos os principais pontos do programa de governo.

    A oposição e a mídia porca deste país, cada qual a sua maneira,cumprem o papel que lhes cabe de dar  voz as minorias e fazer parecer que são maioria. Nada de novo até aqui.De novo,somente compactuar com este raciocínio,como este post.

    O governo não somente sairá fortalecido destes episódios como,para o bem da democracia,fará surgir uma nova oposição. Uma opopsição que fará com que o governo avance mais ou que venha a ser substituído por um com estas condições.

    Não podemos,jamais,compactuar com o discurso derrotista,entreguista e antidemocrático daqueles que não tem partido,tem interesses. Temos de defender o país,a democracia e o povo brasileiro. O resto,bem,como sempre,continuarão,feito urubus,a espera de uma carniça.

    • CONCORDO: O POST NÃO AGREGA VALOR

      O post apenas ajuda a enfraquecer mais ainda o governo, ajudando a estabelecer um estado mental de desânimo  (e não propositalmente, é óbvio, pois Nassif é do bem). E principalmente, a mim parece que o post traz uma leitura errada do que está havendo. Em minha modesta opinião, há, sem dúvida, uma tentativa brutal de cerco midiático-jurídico (de uma parte de profissionais do Poder Judiciário) ao governo de centro-esquerda que vem promovendo mais inclusão social e, principalmente, um pavor, uma paúra terrível de que o ex-presidente Lula vença as próximas eleições. Talvez existam até grupos econômicos querendo que o governo caia já, em função de seus interesses imediatos (inclusive de grupos estrangeiros). Mas daí a dizer que o governo está morto …. a meu ver, é exagero. Ele está quieto, low profile e isso é completamente diferente. O momento é delicadom, afinal. A economia está se desaquecendo, pessoas estão ficando sem empregos. Se antes o governo Dilma não se comunicou bem, agora não é o momento de fazê-lo, a não ser esclarecimentos à população os quais ajudem a tranquilizar a população (por exemplo, até hoje não se está entendendo a regra do seguro-desemprego e as mudanças na previdência em discussão). A caixa de pandora está aberta. É preciso ter prudência e tranquilidade.  Sobre o Congresso, infelizmente, muitos de seus representantes estão tomados pelo fisiologismo em estado puro. Mas muita calma nessa hora, pois isso não será para sempre (inclusive seu presidente Eduardo Cunha também tem suas fragilidades, sob ameaça de vários processos). Sobre o STF, não sou pessimista, a correlação de posições ali melhorou bastante, apesar de Gilmar Mendes (ou Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat assim o chamou) achar que pode ser empresário e juiz. Sobre a oposição, realmente esta é uma LÁSTIMA. Quando deveria se recriar para oferecer alternativas válidas para o Brasil, vemoss essa palhaçada da Venezuela. Merece perder mais uma décadas, desse jeito.

       

      • COMPLEMENTANDO

        Qualquer movimento que a presidente fizer, reverberará fortemente. A posição dela é delicada. Mesmo assim, o PT e mesmo ela em determinados momentos,  precisa se reaproximar dos movimentos sociais. Ter se apartado deles está sendo seu principal problema.

        Mudando de assunot, e a crise da água? O estado de SP poderá aprofundar sua crise da água e o PT não pode permitir, de maneira nenhuma, que isso caia em suas costas. Está na conta do PSDB. Ponto. Em algum momento, a Cantareira vai secar ou próximo, segundo dizem. Infelizmente, a população de SP poderá sofrer demais, se isso acontecer.

    • Concordo, O post não ajuda e

      Concordo, O post não ajuda e Nassif parece que esta chutando o balde….putz não exsite ningue´m para defender essa mulher de combate e valente e super inteligente?Estamos indo pela estratégia da grande mídia, é isso que a oposição quer, deixarmos como se não tivesse uma saída…Precisamos nos unir, vejam exemplo da Grécia, vejam a situação lá e se uniram e reagiram….situação bem diferente da nossa. O caos quem provocou foi a globo como sempre já que não exsite um líder de oposição, não aceitaram perder novamente e como estão desesperados na possibilidade de não voltarem ao poder estão minando por baixo. Temos que reagir, caso contrário o sonho de um BRasil grande e desenvolvido acabará…Pois o retorno será fascista e fundamentalista e talvez precirá mais um século para retornarmos ao ponto de partida.

    • Que patrimônio?

      O moral da dieita que nunca teve? Por que patrimônio o governo Lula e PT deixou demais. De 40 milhões fora da linha de pobresa a 400 bi de reservas cambiais, a mais de 20 milhões de empregos, 16 universidades, 250 escolas técnicas, estaleiro reativado com mais de 120 mil empregos, mais de 3 milhões de casa do programa federal, eletricação rural, interligação entre as geradoras de energia (lembra que não houve apagão, terror gerado pela deploravel imprensa e o PAC. Pela sua fotinha, você devia ser muito novinho para lembrar o patrimônio do FHC de 40 bi de dívida de FMI, 12% de juros e desemprego, apaão eletrico e total falência brasileira. Mas para isto tem solução. Procure estas informações na internet. Quem sabe esclareça sua opinião?

  48. ZUMBA neles!

    O antipetismo doentio forjado pela velha mídia e sem contraponto nestes anos todos de PT no Governo Federal fabricou esta impossibilidade de diálogo entre os três poderes, entre a sociedade e o Governo legitimamente eleito, entre o Governo e a Oposição.

    Não se pode querer uma sociedade civilizada sem uma mídia que siga um manual de conduta Ética e jornalística (aqui se fala em dizer os fatos reais e deixar para os editoriais o posicionamento ideológico dos seus donos). Ela deveria ser um intermediário nas relações entre os Poderes e a Sociedade. Todavia, a velha mídia, a única com abrangência nacional, age como um Partido Político e suas bases são a distorção da realidade do País em 2015 em relação à 2002, a busca da destruição dos legados sociais e desenvolvimentistas dos governos Lula e Dilma e não mais que isto, tudo em busca de colocar no Governo Federal um “correligionário”. PSDB e Velha Mídia são a mesma coisa, bem sabemos. PSDB existe porque a velha mídia não pode se candidatar no lugar dele, afinal, ela não é um partido político legalizado para concorrer em eleições.

    No Brasil foi se deflagrando um processo de divisionismo crescente, onde, só havia duas possibilidades: estar do lado do PT ou estar contra o PT. 12 anos de divisionismo na veia da população. Ou se está certo ou se está errado. Nenhuma análise sensata foi possível ver deflagrada nos meios de comunicação hegemônicos, repito: nenhuma!

    Hoje, todos nós somos reféns deste processo e mais grave, nós das esquerdas, viramos experts no entendimento da realidade brasileira, segundo as nossas convicções, porém, nenhum ponto fora da reta que traçamos anda sendo aceito. Tudo me parece muito unidirecional e fechado, traição ou não traição do Governo Dilma, se me entendem. Cada um constrói a sua análise e é particular e pouco conjuntural. E por mais absurdo que pareça o pensamento coletivo, uma bandeira que penso ser das esquerdas, afinal pensamos a intervenção na sociedade a partir do bem comum e não na meritocracia do indivíduo, o pensamento coletivo, pasmem!, acaba sendo o pensamento da velha mídia que defende os interesses da Direita.

    Não é verdade que num País majoritariamente cristão se deveria ter uma posição (ampla maioria de pessoas) contrária à diminuição da maioridade penal? Contra a mudança do estatuto do desarmamento? Daqui a pouco a Direita vinga até a ideia da Pena de Morte. Este parágrafo é o exemplo da hegemonia de um discurso coletivo de Direita.

    Não há pensamento coletivo nas esquerdas? Interdisciplinaridade?

    A velha mídia detém + ou – 80% das possibilidades de informação que podem ter os brasileiros. É a fonte primária da informação, pois, o Governo não se deu ao papel de ser propagandista dele mesmo.

    Nela, velha mídia, a população vai buscar se informar, e se formam milhões e milhões de sujeitos com a mesma unidirecional conduta e na mesma direção acabam por chegar: o PT acabou/ está acabando com o Brasil!

    Só nos foi dado o hábito de todo dia aceitar o discurso da velha mídia e de seu noticiário, de suas análises: – o Brasil não tem mais futuro com o PT à frente dele. Somente no dia seguinte da saída do PT do Governo Federal! Ai, bem sabemos, a sociedade brasileira será informada de que agora o Brasil vai para frente! Que todos os males seculares deste País serão resolvidos num passe de mágica, heroicamente, e com este Congresso que está ai!

    Nós todos adentramos nesse mundo midiático e como uma doença vamos permitindo condicionar em nós o pensamento pessimista e vamos aceitando, se não tudo, mas boa parte do que nos dizem sem nem perceber. Passamos a crer que tem um erro aqui, outro acolá, mais outro ali e vai se juntando os errinhos e termina tudo como os pessimistas querem: quase todos nós cremos que está tudo errado! Afinal, não há um acerto sequer para ser compartilhado, para ser comentado, para ser festejado e para ser motivo de alegria. A sensatez da balança com pesos equilibrados tomba para o lado direito, sem a gente perceber e, acabamos por não mais aceitar a analisar a conjuntura com todas as variáveis em pleno funcionamento. Ficamos mancos.

    E aparece, então, a grande questão:

    Qual a possibilidade de diálogo do Governo Federal existente na sociedade de hoje? Dialogar com quem e como para mostrar outra realidade para além do noticiário de mão-única?

    Pouco há no meio das esquerdas espaços para a análise aprofundada do Brasil de 2015 respeitando toda a conjuntura brasileira e mundial, infelizmente. Engessou-se o Brasil no pacote Levy. E o acidentado não encontra alta do Médico para tirar o gesso e andar com as próprias pernas. Ninguém chamou a ambulância para levar o doente que não está podendo caminhar sem a ajuda de enfermeiros zelosos e competentes.

    Nenhum zelo para com o modo de descrever a realidade para não dar ouro ao bandido? Precisamos, penso eu, de equilíbrio. Uma única palavra pode render milhões de pessimistas, pode levantar a moral de milhões, também. O equilíbrio do discurso evitaria da balança pender totalmente para o lado direito, talvez, estaria um pouquinho mais para a esquerda, hoje! Mesmo com os erros que existam por parte do Governo Federal.

    Bem sabemos, não houve o cuidado antes, quando era novidade o PT no Poder, de criar mecanismos eficazes de comunicação de seus feitos a frente do Governo Federal com a população e, hoje se paga caro o desleixo para com a informação governamental.

    Era festejado o tempo dos trackins até o fatídico junho de 2013 – 2 anos atrás. Popularidade alta não necessitava de informar a população, crendo esta ser sábia. Acreditava o Governo que derrotaria a velha mídia no voto e as pesquisas de aprovação do Governo Federal e de popularidade da Presidenta Dilma apontavam que sim! Vencemos três vezes sem precisar de mídia favorável (mídia de tamanho grande).

    E, assim, o tempo foi correndo e o Governo Federal chegou aos 10 anos no Poder sem mexer um dedo sequer na questão da mídia com popularidade em alta, não nos esqueçamos. Jornadas de Junho surgiram e a curva ascendente de popularidade e aprovação virou. Velha mídia se fez mais forte que o PT com o passar do tempo e foi alimentando, a cada dia mais, a população com notícias negativas e acusações infindas sem nenhum espaço para qualquer contraponto. E os trackins acabaram. Só o povo humilde, ainda, se fez estar do lado do Governo Dilma. Quase todos os outros brasileiros críticos em graus moderados ou elevados, alguns poucos ainda se dão ao papel de fiéis ao Governo que elegeram em 2014. Boa parte das esquerdas que estava com Dilma na Eleição passada se foram para o lado que está a velha mídia e, agora, discursam com mais porcentagem de argumentos e palavras contra o Governo Federal.

    Onde ouvir uma análise favorável ao Governo Dilma? Ou ao menos equilibrada? Estará tudo sendo conduzido de modo errado? Nada de novo e/ou positivo está acontecendo? A culpa está só dentro do próprio Governo Federal pelo clima de pessimismo sobre o Brasil e sua Economia?

    O PT e o Governo Federal não lograram produzir meios de comunicação com a população, ponto concordante de todos nós. Hoje a realidade do País fica sendo a que os meios de comunicação teimam em distorcer 24 horas por dia. E, nós que vivemos de informação somos levados a crer nela, também, porque só há o noticiário negativo sobre o Brasil, cremos, que é verdadeiro o caos, que não tem mais solução o Brasil governado pelo PT.

    Eu não vejo como solucionar sem uma reflexão coletiva das esquerdas e sua intelectualidade, atualmente, este processo que foi sendo alimentado com o tempo e que a balança hoje pendeu para ser contra o Governo Dilma. E, não contra os que buscam sabotar o Governo Dilma e o Brasil 24 horas por dia. As esquerdas adentraram no processo unidirecional, também.

    Faça o que fizer o Governo Dilma de positivo não se dará voz nem se terá a informação de tão viciada que se tornou a coisa. E, mesmo sendo positivo qualquer ato do Governo Federal se colocará uma ressalva, até dos progressistas e dos que votaram em Dilma. Tudo gera desconfiança. Tudo se torna uma corrente de adversativas, mas, todavia, entretanto… – Esses ministros fracos… Incompetentes… Que nada fazem…

    E o Brasil estaciona. As esquerdas aceitam jogar o jogo da velha mídia e de sua Direita e fica tudo combinado: – O PT é a Gení e o Governo Dilma não sabe nada do que faz, está mais perdido do que cego em tiroteio. E se perde a chance de entender o Brasil de 2015 para além da radicalização das oposições, seu Judiciário aliado e velha mídia. A maioria entra na dança e segue os mesmos passos da moda: ZUMBA neles, digo no Governo Dilma e no PT.

      • Lenita!

        Não será a Esquerda por demais exigente?

        Parece que a gente não se contenta com nada. 

        Eu mando o pessimismo para bem longe, porque o que temos ai do outro lado é melhor nem imaginar o que faria no Poder. 

        Valeu por gostar!

        Um abraço,

        Alexandre!

        • Alexandre

          Mais uma vez, concordo com vc. A esquerda brasileira quer ser republicana demais ; e até orgulhosa , no sentido de não responder às críticas da imprensa e não processar quem a calunia diuturnamente. Não entendo a razão de termos o atual ministro da Justiça, que não “ministra” nada, num momento como o atual. Enfim …..

          Um bom domingo para vc e família.

        • Alexandre, você escreve muito

          Alexandre, você escreve muito bem e, parece-me, sempre guiado pela razão e por uma visão abrangente dos fatos.

          Mas não compreendo como você dá a impressão de não ver os erros gritantes que Dilma (ela, pricipalmente), sua equipe (que, afinal, foi ela quem escolheu), o PT de um modo geral e até mesmo Lula (este, em grau muiito menor) fizeram e continuam fazendo no comando do poder executivo.

          A comunicação precária do governo é irritante. A passividade diante das agressões constantes da oposição e da grande mídia serviu principalmente para enfraquecer a visão que o povo faz do governo (“se falam tão mal do PT e a turma do PT não reage vai ver que tudo que falam de mal é verdade”) e para fortalecer o impeto agressivo da oposição, que a cada dia torna-se mais violenta..

          Nassif talvez tenha exagerado um pouco em sua avaliação. Mas só um pouco. A verdade é que o governo Dilma só não caiu porque a oposição e a grande mídia, apesar de todo seu esforço, são incompetentes demais. 

          • Jairo!

            Eu não creio que esteja fazendo análises para dirimir Dilma, PT e Governo Federal de responsabilidades diante do quadro Político e Econômico e de instabilidade social que há no Brasil.

            Apenas creio que não se pode crer na Teoria do Caos formulada pela Mídia Hegemônica e a Direita por ela protegida. 

            Toda a análise do Brasil anda truncada, porque não há contraponto e só pessimismo. 

            As esquerdas não lograram criar mídias de longo alcance no Poder e a narrativa do Brasil só existe uma: a da velha mídia e sua oposição aliada. 

            Eu não vou sair criticando tudo o que faz o Governo Dilma influenciado pelo que dizem telejornais, rádios, jornais e revistas hegemônicos. Os blogs me orientam, claro, mas eu tenho o cuidado de não me levar pelo pessimismo reinante. 

            Sou de esquerda e penso que nós deveríamos estar mais unidos e sendo mais comedidos nas análises e olhar a realidade no seu todo para haver uma imagem real do Brasil de 2015, que não está sendo contemplada, penso eu. 

            Senão a gente só favorece a direita.

            Direita que não faz o que a gente faz, sair atacando com força o Governo Federal sempre que há um fato que desagrade. 

            Tantas coisas acontecem e só o que se considera negativo anda sendo destacado. É uma impressão minha.

            Falar da questão da Mídia foi uma crítica ao Governo petista. Hoje, a Lei de Médios, possível no tempo da alta popularidade de LULA, se tornou impossível.

            Ou a gente busca ser mais comedido, equilibrado e analisa a conjuntura de forma ampla ou daqui a pouco estaremos reclamando: – como era bom os tempos de PT no Poder.

            A direita que está ai acaba com o Brasil em 3 tempos. Se a gente for no caminho dela, também, estaremos ajudando-a. E nada de positivo vai acontecer. 

            Os erros não se consertam com descrença total, com pessimismo. É a esquerda que está no Poder. Outra alternativa não há. Temos que segurar a peteca e dar energia positiva, boas vibrações para o Governo prosseguir e entrar nos eixos. 

            Tem muita coisa boa sendo feita e sendo negligenciada 24 horas por dia. A turma do atraso está soltando rojões por nós nos juntarmos a eles nas críticas. É tudo o que querem. 

            Se a gente só olhar para o negativo o Brasil vai parar nas mãos da direita e nós vamos assistir o tempo segundo das privatizações e não mais do que isto. A turbulência de agora é mil vezes melhor do que o retorno da turma de FHC. 

            Eu votei e acredito em Dilma e estou do seu lado. 24 horas por dia tentam derrubá-la, por que será?

            Os BRICS e o Pré-Sal é que estão em jogo. A Geopolítica do novo mundo passa por ai. Querem derrubar o PT para derrubar o Brasil dos BRICS e colocá-lo como quintal dos EUA via ALCA.

            Não podemos perder a noção do contexto mundial para entender o Brasil de hoje. A mídia oligopólica patrocinada pelo Imperialismo e o Mercado Financeiro Internacional jogam suas cartas finais para derrubar o Brasil de sua independência. Dilma está do lado da nossa soberania e é patriótica. PSDB ao contrário é antinacionalista e privatista, este está a serviço dos USA. 

            Ou a gente se cuida em perceber o que está sendo armado pela Direita brasileira e sua Mídia Hegemônica e suas pernas no Judiciário ou nos ferraremos todos. Precisamos combatê-los. 

            Temos que atacar/denunciar 24 horas por dia nossos verdadeiros inimigos, inimigos do Brasil desenvolvido: velha mídia, Direita política liderada por PSDB, Judiciário aliado do PSDB, Imperialismo Norte-Americano e o Capitalismo Financeiro e assim, ajudar o Governo Dilma decolar.

            A verdade precisa ser dita e martelada 24 horas por dia. Mostrar as suas intenções de destruir a possibilidade de um futuro desenvolvido para o Brasil. Essa gente que quer ver o Brasil adentrando em pleno Século XXI, quase 200 anos depois de nossa Independência novamente colonizado.

            São opiniões para o debate.

            Um abraço,

            Alexandre!

             

    • Alexandre! Alexandre!

      Que comentário!  Ultimamente vibro com seus comentários, mas esse, sinceramente me emocionou muito! Sinto tudo isso que você colocou em palavras. Uma tristeza imensa me acomete e, uma sensação melancólica de perda de algo bom que está sendo maquiavelicamente destruido. Mas não posso desanimar. Continuo acreditando muito em nossa Presidenta e, na certeza que foi a melhor escolha. Ela deve ser muito forte. Muitos já teriam sucumbido a todas essas criminosas maldades que há anos fazem contra ela. Não podemos esmorecer. Não a deixemos sozinha! Parabéns!

      • Marly!

        Valeu! Não deixemos Dilma sozinha, não!

        É a esquerda no Poder que ela representa e a população mais humilde do Brasil.

        A pergunta que deixo:

        Alguém vê os eleitores, os articulistas de jornal, tv, rádio e revista da Direita que votam em Alckmin falando mal do seu Governo?

        Eu não vejo. No máximo se silenciam quando é uma situação sem condição de defender como é o caso do Beto Richa e o massacre contra os professores. 

        As esquerdas que votaram em Dilma não dão um minuto de trégua. E, acabam, no fundo fazendo o papel da Direita. 

        Sem equilíbrio entre análise dos atos de forma positiva e propositiva e críticas construtivas damos apenas força para os oposicionistas e dividimos as esquerdas.

        Por isto defendo a análise interdisciplinar e conjuntural. O Social, o Econômico, a Agricultura, o Comércio, a Indústria, a Educação, a Saúde, os Brics, a velha mídia e a oposição e o Judiciário aliado, etc. Vamos fazer uma análise de conjuntura e interdisciplinar: a galera da Medicina Social + os Geógrafos + os Sociólogos + os historiadores, etc. devem se juntar para entender o Brasil de 2015.

        A Direita não dá este tiro no seu próprio pé. E, nós?

        Um abraço, 

        Alexandre!

         

  49. Um pesadelo

    Quando terminaram as eleições pensei “o pior passou, agara é tocar o barco”. Mas que nada! De la pra ca, o governo Dilma virou um pesadelo. Todo dia quando levanto e vou dar uma olhada nas noticias, tenho medo de dar de cara com a queda da presidente. Como chegamos a esse ponto de desestabilização polticia, refletido em todos os outros setores ?

    A imprensa e o Judicario, são, ao meu ver, sobretudo a partir do julgamento do mensalão, os elementos que melhor explicam o momento que vivemos hoje, cujo alguns pegaram carona, como Eduardo Cunha, Renan Canheiros e no qual o PSDB sempre viveu. 

    No mais, acho que a presidente escolheu os piores ministros possiveis. Nos avisamos muitas vezes que ela precisa de nomes fortes ao lado dela e partir dai, renovar as bases!!

  50. A autocrítica petista a lá carte.

    Os debates sobre os diversos temas nacionais estão sempre a reboque do que é escandalizado pela mídia nacional. Como o próprio Nassif diz, as críticas válidas em relação aos Governos do PT se perdem na sopa mais engrossada por factóides e distorções. Isso sem dúvida leva ao desmerecimento das críticas justas, colocando-as no mesmo balaio do intencional político e não do intencional construtivo.

    Mas, partimos para a fraqueza humana e a velha guerra dos debates, onde a principal arma, acreditva eu, fosse a detecção, no oponente, das contradições argumentativas. Eu disse acreditava porque é patente que um dos símbolos da vitória argumentativa é a chamada “autocrítica”. Funciona assim: caso o oponente político faça o mínimo de mea-culpa há estouro de champanhes do lado contrário, o famoso e irritante “eu não falei?”

    É entendível. Quando um adversário busca a autocrítica do oponente argumentativo, e muitas vezes ideológico, isso serve como forma de legitimar posições, além de gerar dividendos por meio do fortalecimento dos vencedores como gurus em diversas artes: desde economia e política até direitos humanos.

    É nesse enredo que a blogosfera e os articulistas de opinião na rede jornalística mais tradicional vão construindo suas armadilhas e coexistindo. Todos com suas opiniões sem deixar espaço para a estocacidade. Todos à espera da fraqueza do divergente ao cobrarem de forma ininterrupta a autocrítica adversária.

    Cobra-se autocrítica do PT sobre seus erros. Parece e é justo cobrar? Sim e Não. Não por quê? O problema que até mesmo essa cobrança de autocrítica passa pela falha da auto-autocrítica. Como definir essa autocrítica do partido que governa ha doze anos a sétima maior economia do globo?

    Cada um dos críticos, mesmo aqueles que se exibem da forma mais imbecil possível, pensa em uma forma diferente de o PT fazer sua autocrítica. Mais especificamente, a autocrítica deve necessariamente casar com aquilo que um crítico particular do partido pregava, do contrário, não haverá sensação de vitória plena, ou seja, não haverá o “eu não falei?”

    É mais ou menos assim. Reinaldo Azevedo quer que Lula e Dilma ajoelhem na sua frente pedindo perdão por ter, como ele propaga, er levado à corrupção à enésima potência. Arnaldo Jabor, por sua vez, deseja uma autocritica petista nos moldes do perdão pelo “bolivarianismo” que estamos tentamos implementar no Brasil”. Defensores dos direitos dos gays querem que Dilma retrate-se a altura pelo que eles acreditam ter sido a era de trevas dos Direitos Humanos no Brasil: o primeiro governo Dilma. Há as viúvas mais violentas que desejam desde a volta das doenças que acometeram Dilma e Lula, até o próprio enforcamento dos dois por toda a corrupção que o PT “criou” no Brasil, como forma de autocrítica petista. O Aldo Fornazieri, antigo missivista do Blog deve estar esperando que o PT mande uma carta para ele dizendo que sim, ele estava certo sobre o fim do PT e que o partido não conseguiu dar coesão as diversas vertentes existentes dentro dele: perdão por não ouvi-lo.

    Mas não poderiam faltar os divergentes em teoria econômica. Mirian Leitão espera calorosamente, depois de doze anos repetindo que “agora vai!”, que ela estava certa sobre a crise que abateria o Brasil. O Nassif, por exemplo, está querendo que o governo faça a autocritica sobre a combinação mortal de juros e aumento da Selic, mas também há outros desejos, como a vinda formal do ministro Cardozo ao GGN e o devido pedido de desculpas pela omissão em diversos casos, desde aqueles envolvendo os direitos humanos até questões do partidarismo desenfreado da polícia federal.

    A Globo quer pronunciamento em rede nacional dizendo que as regras de concessão do pré-sal, com a BR com 30% e operadora única, não estavam certas. Além disso, se sobrar um tempinho, que a política de valorização do salário mínimo estava errada e que será paralisada para não comprometer ainda mais o custo Brasil e pressões inflacionárias.

    Em suma, há pedidos de autocrítica referentes a diversos pontos. De fato muitos válidos. Caso não sofressem o risco de cair na vala da homogeneização do discurso. Pois no final, ao que parecesse, é que cada crítica requer uma específica autocrítica para satisfazer de fato a argumentação contrária, uma espécie de autocrítica a lá carte. Tal como um prato de retratação feito sob encomenda para satisfazer uma das sensações mais vaidosas que existem: a de que fato estávamos certos. O velho “eu não falei?”

  51. Renúncia: por um governo de salvação nacional?

    À exceção da questão da Venezuela (Nassif evitou o ponto fundamental: a Venezuela ainda pode ser considerada uma democracia?) concordo com o artigo como um todo. E se tiver ao menos 50% de verdade na matéria do Globo com a avaliação de Lula num encontro com líderes religiosos de SP, então não há solução à vista. Ou há: renúncia de Dilma, com o Temer e o que resta do PT, talvez mesmo o PSB, garantindo a governabilidade. O PT se assumiria como o que já é de fato: minoria. Mas preservaria algum espaço político, pois do jeito que está não ganha eleições nem pra síndico. O principal seria evitar uma desagregação ainda maior da situação política, essa anomia generalizada que parece tomar conta do país. Infelizmente, não acredito que a presidenta seria capaz de um tal ato de grandeza. Preparemo-nos, isso sim, para o cada vez pior.

    • O analfabeto político

      O cidadão lê um artigo formidável como este e consegue formular uma platitude como esta.

      Taí, Nassif, acrescente ao seu artigo o analfabetismo político vigente e os graves problemas de entendimento de texto. Talvez isso possa ser colocado também na conta da contaminação diária promovida pela grande e “gloriosa” imprensa emburrecedora do Brasil. A solução para esse impasse de dimensões inéditas que ele apresenta é a renúncia…francamente.

  52. O governo Dilma só tem uma

    O governo Dilma só tem uma saída: reduzir a selic na próxima semana para 10%a.a: esse é o VERDADEIRO AJUSTE FISCAL que o governo precisa fazer sem precisar negociar com o Congresso Nacional; a economia será de R$ 60 bilhões! Só este fato vai criar uma boa expectativa junto ao setor produtivo do país e as contratações voltarão, diminuindo o desemprego no país.

  53. Há e não ha…

    Nlao há ao menos um governo democrático  – na acepção hegeliana do termo  – que sintetize  o bem comum porque não há unidade entre os três poderes. Há contradição entre o executivo – elevado ao poder para realizar um projeto socia para o povo brasileiro – e um legislativo e é um judiciário, pautado por interesses que não primam  pelo bem comum. O que não significa que não há governo. Existe, sim, na medida em que a ações de um governo beneficiam um grupo estrito, constituído pelo poder econômico, que dá as cartas do jogo através de seus representantes, com uma lógica que se organiza desordenando. 

    • Nunca se roubou tão POUCO

      Quem disse isto foi uma estrela do PSDB. Cadê os 120 bilhões da PRIVATARIA TUCANA?

      http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/11/empresario-tucano-nunca-se-roubou-tao-pouco.html

       

      Nossa empresa deixou de vender equipamentos para a Petrobras nos anos 70. Era impossível vender diretamente sem propina. Tentamos de novo nos anos 80, 90 e até recentemente. Em 40 anos de persistentes tentativas, nada feito.

      Não há no mundo dos negócios quem não saiba disso. Nem qualquer um dos 86 mil honrados funcionários que nada ganham com a bandalheira da cúpula.

      Os porcentuais caíram, foi só isso que mudou. Até em Paris sabia-se dos “cochons des dix pour cent“, os porquinhos que cobravam 10% por fora sobre a totalidade de importação de barris de petróleo em décadas passadas.

      Agora tem gente fazendo passeata pela volta dos militares ao poder e uma elite escandalizada com os desvios na Petrobras. Santa hipocrisia. Onde estavam os envergonhados do país nas décadas em que houve evasão de R$ 1 trilhão – cem vezes mais do que o caso Petrobras – pelos empresários?

      Virou moda fugir disso tudo para Miami, mas é justamente a turma de Miami que compra lá com dinheiro sonegado daqui. Que fingimento é esse?

      Vejo as pessoas vociferarem contra os nordestinos que garantiram a vitória da presidente Dilma Rousseff. Garantir renda para quem sempre foi preterido no desenvolvimento deveria ser motivo de princípio e de orgulho para um bom brasileiro. Tanto faz o partido.

      Não sendo petista, e sim tucano, com ficha orgulhosamente assinada por Franco Montoro, Mário Covas, José Serra e FHC, sinto-me à vontade para constatar que essa onda de prisões de executivos é um passo histórico para este país.

      É ingênuo quem acha que poderia ter acontecido com qualquer presidente. Com bandalheiras vastamente maiores, nunca a Polícia Federal teria tido autonomia para prender corruptos cujos tentáculos levam ao próprio governo.

      Votei pelo fim de um longo ciclo do PT, porque Dilma e o partido dela enfiaram os pés pelas mãos em termos de postura, aceite do sistema corrupto e políticas econômicas.

      Mas Dilma agora lidera a todos nós, e preside o país num momento de muito orgulho e esperança. Deixemos de ser hipócritas e reconheçamos que estamos a andar à frente, e velozmente, neste quesito.

      A coisa não para na Petrobras. Há dezenas de outras estatais com esqueletos parecidos no armário. É raro ganhar uma concessão ou construir uma estrada sem os tentáculos sórdidos das empresas bandidas.

      O que muitos não sabem é que é igualmente difícil vender para muitas montadoras e incontáveis multinacionais sem antes dar propina para o diretor de compras.

      É lógico que a defesa desses executivos presos vão entrar novamente com habeas corpus, vários deles serão soltos, mas o susto e o passo à frente está dado. Daqui não se volta atrás como país.

      A turma global que monitora a corrupção estima que 0,8% do PIB brasileiro é roubado. Esse número já foi de 3,1%, e estimam ter sido na casa de 5% há poucas décadas. O roubo está caindo, mas como a represa da Cantareira, em São Paulo, está a desnudar o volume barrento.

      Boa parte sempre foi gasta com os partidos que se alugam por dinheiro vivo, e votos que são comprados no Congresso há décadas. E são os grandes partidos que os brasileiros reconduzem desde sempre.

      Cada um de nós tem um dedão na lama. Afinal, quem de nós não aceitou um pagamento sem recibo para médico, deu uma cervejinha para um guarda ou passou escritura de casa por um valor menor?

      Deixemos de cinismo. O antídoto contra esse veneno sistêmico é homeopático. Deixemos instalar o processo de cura, que é do país, e não de um partido.

      O lodo desse veneno pode ser diluído, sim, com muita determinação e serenidade, e sem arroubos de vergonha ou repugnância cínicas. Não sejamos o volume morto, não permitamos que o barro triunfe novamente. Ninguém precisa ser alertado, cada de nós sabe o que precisa fazer em vez de resmungar.

       

  54. raízes da fundação

    nos momentos de crise, quando tudo parece perdido, é nas raízes da fundação que se encontram o rumo e força:

    a tortura de estarmos aprisionados entre o tormento de dois mundos. a maldição de um definitivamente morto, mas que não somos capazes de enterrar. e as dores abençoadas do parto daquele que luta por nascer, sem ainda o conseguirmos trazer à luz.

    Sérgio Buarque de Holanda, fundador do PT

    homens e as nações quando ainda imaturos aceitam apenas pela metade a responsabilidade de construir-se. a outra metade dorme na expectativa do milagre que há de vir. se num momento determinado homens e nações assumem seu tempo humano e histórico, seus limites e grandezas, a partir daí, todos os milagres são possíveis.

    Hélio Pellegrino, fundador do PT

    vale a pena sonhar.

    Apolônio de Carvalho, ficha no. 1 de filiação ao PT

    queremos dizer claramente, vai acabar a moleza de banqueiro ganhar dinheiro às custas da miséria do nosso povo

    Lula, campanha de 1989

    .

    .

  55. Hoje o Brasil tem um

    Hoje o Brasil tem um presidente chamado Eduardo Cunha e uma lider do governo no Congresso chamada Dilma Rousseff que  negocia a governabilidade de Cunha.

  56. Só esqueceu de ….

    Só esqueceu de mencionar que só tem “esperto” , tenho 52 , não vi o golpe de 64 mas o entendo em parte , hoje não lamentaria o fechamento deste Congresso , nem a deposição da presidente , nem a cassação de mandatos da situação e oposição e ficaria feliz com algumas prisões.

    E isto me assusta !!

  57. Apoiado, Vera Venturine! O

    Apoiado, Vera Venturine! O brandes é apenas o que é e nada mais. Quem gosta de ser colonizado, não perdoa países que lutam pela independência.  Devem admirar muito o méxico, o quintal  do USA. Ou, quem sabe,  a ìndia, aquela “beleza” de democracia? Países que matam de fome seus cidadãos, são exemplos a serem seguidos pelos vira-latas babões das ditaduras travestidas de democracia.

  58. MUDAR COMO DESSE JEITO?

    Estamos lutando para criar uma nova forma de fazer política no Brasil, onde o partido funcione pela internet, sem ser preciso eleger delegados, para que seus filiados possam debater oficialmente e deliberar on line sobre as convenções partidárias e votações de seus políticos no congresso, impedindo que vendam o voto; mas apenas meia dúzia de pessoas participa das reuniões pela internet:

    https://www.facebook.com/democracia.direta.brasileira/photos/a.300951956707140.1073741826.300330306769305/576815335787466/?type=3&theater

    É complicado, mas existe um exército de milhões de pessoas, formado pelos políticos, seus assessores, cabos eleitorais, parentes, cabideiros de empregos, etc, que frequentam o conteúdo político da internet. Nossas mensagens não chegam ao povão. Os veículos de comunicação de massa estão de portas fechadas, e o desafio continua…

  59. Nassif,
    Acredito q vc ta

    Nassif,

    Acredito q vc ta muito pessimista.

    O caos, o vácuo, a falta de alternativa e uma presidente eleita por pequena margem de votos…vão garantir o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva.

  60. Quem diria?

    Marta Suplicy então estava corretíssima. Ela a favor da candidatura de Lula em 2014, e contra a candidatura de Dilma. Por fim, o próprio Lula errou ao se por contra Marta e a favor de Dilma, na questão de ter se candidatado.

    O problema, é que o PT é um partido de utopia, puramente utopico, levemente sonhático. E na guerra, principalmente uma guerra não declarada e sub reptícia, não há lugar em absoluto para utopias, e menos ainda para sonhatismos.

    O “republicanismo”, foi uma das utopias onde tudo isto começou; Lula nomeou JB para o Supremo, e este deu o pontapé inicial, para que o Judiciário começasse a procurar incessantemente erros na administração petista. Aí o PT perdeu a autoridade, e a voz ativa. Não passou pela cabeça de Lula nem por um instante, que o STJ era nomeado, pelo presidente, para proteger e blindar  o governo do presidente. Se assim não fosse, o STJ poderia ser “concursado”, mas a Constituição de 88 sabiamente resolveu que seriam nomeados.

    Logicamente, que depois de JB, vieram as Lava Jatos, etc.

    Pois bem, que os utopicos continuem defendendo o republicanismo, no STJ, nas nomeações, no MP, etc. Na hora em que o desemprego e a crise causadas por tal pensamento se aproximar destes utopistas, irão repensar suas decisões.

    • tb concordo Guimarães. O

      tb concordo Guimarães. O republicanismo infantil está por tras de todas as crises dos governos do PT. E vai leva-los ao fim. Ou seja, foi o proprio governo, desde JB até o fux, quem criou a sua propria crise. A oposição somente faz o seu papel, obviamente.

      Em governo nenhuma do mundo, se deixam policia federal e MP atuarem como bem entendem. Vide São Paulo. Lá é tudo controlado, desde a policia civil até o PGE. Alias, o procurador estadual é um verdadeiro aliado do governador Alkmim.

      Num adm psdbista, um mensalão contras eles jamais aconteceria, o PGR, escolhido a dedo e não nessa buuuuuuuuurrra listra triplica, já o teria arquivado desde os inicio.

      Aliás, para mim, a lista triplice para a escolha do PGR é motivo de impeachment da presidente, por descumprir e abdicar dos poderes constitucionais. Ela está desobedecendo a CF. A Constituição não diz isso, mas ela a descumpre. Mas como isso tem beneficado a direita, ninguem se importa.

      O que mais me intriga nesse governo petista é que nem mesmo a prisão, em processo kafkaniano,  dos principais lideres do partido, fez que eles aprendecem. Sinceramente, fico abismado com tanta cegueira.

      Alguem pode explicar isso?

  61. Ontológico como bem

    Ontológico como bem classificou Paulo Henrique Amorim essa sua outra brilhante análise Sr. Nassif. Parabéns!

    Continuo insistindo que não é o PT que tem ganhado eleições, seus partidos oponentes é que as perdem. E perdem por motivos éticos e programáticos. A novidade agora é que a ala peemedebista que perdeu eleições resolveu assumir o comando das ações juntamente com as forças reacionárias dos três poderes que tentam, com apoio da grande mídia, massacrar um partido que sabemos não ser o mais corrupto como irradiam. A ira maior, penso ser pelo desmoronamento de esquemas que funcionavam e ainda funcionam, como no Paraná e São Paulo mas também são descobertos. E dessas descobertas, os flagrados, não podem patrocinar a “revolução francesa brasileira” devido ao alto nível de suspeição e comprometimento. Como é que esquemas que funcionaram durante todos os outros presidentes, derrubando-os quando queriam ou, prorrogando mandatos comprados às suas conveniências, a partir de 2003, ficou mais difícil. É lógico que a contrariedade e a raiva transformaram-se em rancor. Até para atender anseios e determinações dos bandidos unidos. Mas, no fundo, o que está pegando mesmo é um outro seu dianóstico em que você bem diz que o velho envelheceu e o novo está por constuir-se. E nessa construção homens de valor e patriotas como você e tantos outros que temos são constantemente atacados por quem não deseja um estado laico e mais justo.

  62. Como faltando oposição,

    Como faltando oposição, Nassif?!

    A oposição está aí onde sempre esteve. Só que agora abraçou o golpismo abertamente, depois de passar os últimos 12 anos perdendo eleições mesmo fazendo tudo para desestabilizar o governo. Com a prolongada crise internacional não estão desperdiçando a oportunidade de retomar o poder.

    Ela está no legislativo, no judiciário e sobretudo na imprensa onde sempre foi largamente majoritária.

    Ah, a culpa é do governo… Sei..

    O que está faltando é Jornalismo que não seja a baixaria golpista que se vê há mais de década, e uma vida acadêmica que não seja tão alienada como a que se vê atualmente (ficam desejando um convite para “aparecer na imprensa”).

    Todos, todos os agentes políticos agem e reagem ao que a imprensa publica. Negaram a centralidade dos meios de comunicação na formação da vontade política por décadas, culminando com o deslumbramento sobre as “redes sociais”.

    E vão continuar negando por pura teimosia (e alienação). O máximo que fizeram foi mandar uma “cartinha” pro eduardo Cunha falando mal do “distritão”… Devem ter ficado jubilosos com a derrota da proposta (que foi ao plenário mesmo assim).

    Quem está fora dos ambientes refrigerados e conversa com as pessoas no dia a dia viu esse “mato crescer” por longos anos.

    Muita gente que está acordando agora logo logo virá com teses e mais teses de engenheiros de obras prontas. Vão tentar entender e “explicar” o que foi o “antipetismo”

    Ah, sei: a culpa é do governo mudo… Sei…

    … Quero ver é quem vai botar o gênio na garrafa de volta.

    A oposição mais estúpida já perdeu a modéstia. Já sentiram o gosto de exercer a boçalidade….

    … O “bode expiatório” já foi escolhido há muito. Já passaram do ponto de retorno.

    … E o Nassif clamando por “bom senso”… Sobretudo de uma oposição mais suja do que pau de galinheiro; que nunca moveu uma palha contra a corrupção; e que só quer o poder pra voltar tudo ao que era antes do “lulo petismo”…

    … Sei… Do tipo: “suguem, sugem o que puderem depois venham para o nosso lado!”

    Chique. Muito Chique!

  63. Encontramo-nos diante de um

    Encontramo-nos diante de um modo específico voltado para as diferenças que estão governando a técnica monetária. Mas esta capacidade não pertence ao governo eleito, ao passo que está entre as virtudes da parte calculadora da sociedade, e não tem nenhum objetivo produtivo além do que pressupõe para si mesma.

    Esta característica, de passagem para medir meios dirigíveis, produziu verdadeiras campanhas na mídia para destruir atividades fundamentais da sociedade. Não é a toa que o governo do mercado financeiro agora coincide com o governo dos títulos públicos. Instituições saudáveis foram conduzidas para cenários desastrosos.

    A lógica de perverter juízos, mesclados de ocupações nocivas, possui outros domínios do que é feito além da realidade; ser prescritiva de falsidades para o povo, mais ambição sobre a usura, e egoísmos financeiros.

  64. Lava Jato foi barriga de

    Lava Jato foi barriga de aluguel para o golpe contra a Petrobras e o Brasil

     

    O ex-espião americano Snowden denunciou que a inteligência estadunidense estava espionando a Petrobras. Isto é um fato. E este fato nos autoriza a desenvolver o raciocínio que se segue.

    Não é necessário dizer que depois de assumir uma posição de independência comercial e geopolítica em relação aos Estados Unidos, e já lá vão doze anos dessa postura, o Brasil tem sido uma pedra no sapato americano, inclusive com sua associação com a Rússia e a China, nos BRICS, que são mais um peadelo para os estadunidenses. Quando o Brasil avança mais do que seria desejável para eles, está contrariando o interesse de dominação americano, que o desejaria eternamente não-forte e submisso. Os americanos bem que gostariam que no Brasil fosse restaurado um governo tipo tucano, com submissão total a eles.

    Na época da divulgação da espionagem por Snowden, o que se imaginou, inclusive o governo, foi que a espionagem sobre a Petrobras dizia respeito exclusivamente ao Pré-sal e a seus leilões de exploração dos quais naquele sobre o megacampo de Libra as grandes petroleiras americanas ficaram de fora, depois de grande polêmica.

    Hoje se percebe que não era esse o alvo da espionagem. O alvo eram os próprios negócios da empresa, em seu funcionamento normal, à procura de indícios de corrupção. Não é difícil achar pistas de corrupção em qualquer grande empresa ou instituição do mundo, quando se usa a mais avançada das tecnologias de inteligência. Os dados levantados na operação de espionagem, dependendo do potencial explosivo de seus conteúdos, seriam usados não apenas para tentar sufocar e quem sabe até destruir a Petrobras, mas também para pressionar ou até mesmo desestabilizar o próprio governo do Brasil. Portanto, não era pouca coisa o que estava em jogo por trás da espionagem à Petrobras.

    Os dados da espionagem, pelos canais apropriados, certamente foram levados a uma parte seleta da oposição brasileira. Houve o debate de como poderiam ser encaminhados de forma legal para a guerra política, já que tinham natureza ilegal e externa. Providencialmente, ou não, estava em curso a tal operação Lava Jato, que originalmente investigava lavagem de dinheiro em postos de gasolina e onde um réu prisioneiro, o doleiro Youssef, conhecedor de todos os caminhos da corrupção brasileira, tinha as condições perfeitas para reencaminhar a operação de uma maneira tal que ela pudesse envolver a Petrobras e a ela se dedicar inteiramente. O círculo havia se fechado. Tinham encontrado uma barriga de aluguel para gerar um sério golpe político de proporções inimagináveis. Tinham encontrado a forma jurídica de viabilizar uma “lavagem” daqueles dados ilegais da espionagem americana, tornando-os legais através de investigações oficiais complementares e através das famosas delações premiadas. Por estas razões a Lava Jato se tornou tão poderosa. Por trás dela há uma gigantesca máquina política, que envolve diversas forças nacionais e estrangeiras.  

    Sabemos que o êxito estimula o aprofundamento dos métodos usados. Quem garante que a Odebrecht não tenha sido também alvo de intensa espionagem? Afinal, tudo o que tem desempenho global parece ser alvo daquela fonte de  espionagem. Sabemos que Lula é muito ligado a esta empresa. As denúncias estúpidas sobre lobbies que Lula fez na África a favor da empresa, dizem muito: Não tiveram origem em investigações de nossa imprensa medíocre. Foram muito provavelmente levantados pela espionagem americana. Que mais teria ela levantado? O ambicioso objetivo seria atacar o maior líder mundial que o Brasil já teve, esteio e garantidor do atual governo brasileiro,  inspiração de diversas nações pelo caminho do desenvolvimento independente, o que o tornou uma ameaça viva à tendência e tentativa imperialista de subjugar e dominar o mundo inteiro. Como se vê, os inimigos do Brasil não são apenas nossos políticos postos na conta dos equivocados e moralmente deficientes ou nossos juízes, procuradores e bandidos delatores cobertos de sede de fama e concupiscência. Por trás deles há um bicho poderoso. Mas não é um bicho invencível. Ele tem também suas enormes fraquezas. Neste jogo todo, estamos vendo o papel triste de nossa oposição política, coberta não apenas de sérios indícios de traição nacional, mas também de uma sucessão de ridículos tão profundos que a nossa mídia de direita não tem mais como tentar convertê-los em coisa séria sem risco de que também mergulhe no ridículo. O Brasil vai encontrar uma forma de desarmar essas armadilhas todas e seguir em frente, mas vai custar muita luta e empenho por parte dos verdadeiros interessados no país e em seu progresso material e social.

  65. Não concordo em responsabilizar Dilma

    Dilma recebeu do PT (e dos eleitores) a missão de “gerenciar” o desenvolvimento traçado pelo PT (PAC e outros programas) nos primeiros mandatos mais “políticos” do Lula. O povo votou nesse sentido.

    É verdade que houve descuido do lado “político” do Governo Dilma, mas, a verdade é que a crise atual não se deve em nada a problemas gerados por este, mas sim a equívocos políticos anteriores, que permitiram que o PT entrasse no mesmo jogo de Caixa 2 que tradicionalmente impera no Brasil há séculos.

    Dilma herdou telhado de vidro e rabos presos vindos de gestões anteriores. Isso foi o que recebeu. Lembrando que foi ela quem demitiu Diretor da Petrobrás, quase dois anos antes de estourar a lava jato. A sua queda de popularidade não é por responsabilidade dela, mas sim por causa da fragilidade em que o Governo ficou por conta de desvios de maus políticos ou, no mínimo, por ações equivocadas de “fim justifica os meios”.

    Hoje Dilma está sendo acuada por conta de erros anteriores, do próprio Governo Lula, de políticos que conviveram com atos ilegais, inclusive do PT. Alguns deles, de punho em alto, mostraram que as ações foram políticas e não por enriquecimento pessoal, colocando o viés político pertinente a ações que a rigor foram partidárias. Isso foi recebido com alivio e solidariedade partidária por muitos militantes. Mas, houve muitos com cara de culpado, que misturados dentro dos “punho em alto” quiseram esconder desvios pessoais de conduta; oportunistas que, em nome do PT, aproveitaram para encher as suas próprias burras e que hoje não há como defender, pois deixam o Governo vulnerável e envergonham o partido dos trabalhadores.

    Dilma hoje navega em tempestades geradas tempos atrás e lhe é oferecida como receita de saída (até pelo próprio Lula) a volta a um passado teórico que, na época pertinente, não foi sequer seguida pelos mesmos que hoje a condenam. Ou seja, gente que errou em assuntos anteriores, propõe saída que nem eles mesmos souberam lidar quando estiveram dirigindo o país e o PT.

    Querem que Dilma ocupe o seu tempo em defender ou discutir situações passadas, em circunstancia que o PT, que segue hoje uma linha de defesa relativa ou comparativa em relação a malfeitos de maior gravidade dos opositores, teve oito anos para perseguir e condenar malfeitos tucanos da era FHC, e não o fez, demonstrando incompetência ou rabo preso.

    A crise econômica e política provêm de erros éticos pontuais que foram deixados no Governo anterior (e olha que não estou discutindo aqui de que estes erros não representam nem 1% em relação ás mesmas ações cometidas pelos tucanos), mas, acontece que o PT não tinha o direito de errar, pois é ingenuidade imaginar que os poderes coloniais que mandam no Brasil não aproveitariam esta situação.

    A saída do problema deve vir do próprio PT e não do Governo. O PT deve expurgar; limpar; e se reinventar para voltar novamente através das ruas, junto com outros grupos de esquerda, a recuperar o sonho inicialmente traçado. Este Governo não pode continuar sendo desgastado por erros que foram cometidos no passado. Se alguém tem que sair pelo país afora defendendo o PT é o Lula e outros líderes, reconhecendo erros, pedindo desculpas e preparando o povo para as próximas eleições.

    Dilma deve agora apenas governar, seriamente, como sempre o fez. O debate atual é de malfeitos antigos, não dela nem do Governo, mas sim dos equívocos de governos anteriores, tucanos e petistas, que hoje se digladiam na justiça.

    O PT e o PSDB erraram muito anos atrás, e hoje lutam com base nesses equívocos utilizando para isso uma arena que não lhes pertence mais: o atual Governo, pois com isso estão arrastando o próprio país para o lodo.

    Discordo com Lula e esta oferta de abraço de afogado. Dilma deve manter o timão da nação, com isenção, enquanto os partidos que erraram devem lutar na justiça e reestruturar os seus quadros.

    • A tarefa do campo progressista…

      A tarefa do campo progressista é desconstruir a imagem do PSDB. Caso Aécio chegue à presidência, nomeará cinco ministros do supremo. Ou seja, será uma catástrofe, imaginem mais cinco Gilmar Dantas.

      • Para mim essa foi a maior
        Para mim essa foi a maior derrota do governo Dilma: a perda da nomeação de mais cinco ministros do stf. Se o proximo presidente for da direita, como parace vir a ser, haverá mais cinco gilmares no stf. Diga-se mais que essa foi uma vitoria do proprio gilmar. Vai ser o fim e o enjaulamento de todos do petistas, inclusive lula. Não vai sobrar pedra sobre pedra. A direita quando faz, faz bem feito e de forma bem cruel.

        A PEC da bengala foi a maior derrota de um presidente da republica em seculos de politica no Brasil. O governo vai se arrepender amargamente por não ter tentando barrar essa aberração. E o engraçado é que essa pec, em tese, só prejudica a atual presidente.

  66. Concordo com absolutamente

    Concordo com absolutamente tudo. Chega de tapar o sol com a peneira. Governo, oposição, mídia e principalmente nós, cidadãos: somos todos um bando de…A única esperança é que consigamos amadurecer diante de tantas trapalhadas e fazer melhor nos próximos anos. 

  67. Lava Jato foi usada para

    Lava Jato foi usada para golpe contra a Petrobras e o Brasil

     

    O ex-espião americano Snowden denunciou que a inteligência estadunidense estava espionando a Petrobras. Isto é um fato. E este fato nos autoriza a desenvolver o raciocínio que se segue.

    Não é necessário dizer que depois de assumir uma posição de independência comercial e geopolítica em relação aos Estados Unidos, e já lá vão doze anos dessa postura, o Brasil tem sido uma pedra no sapato americano, inclusive com sua associação com a Rússia e a China, nos BRICS, que são mais um peadelo para os estadunidenses. Quando o Brasil avança mais do que seria desejável para eles, está contrariando o interesse de dominação americano, que o desejaria eternamente não-forte e submisso. Os americanos bem que gostariam que no Brasil fosse restaurado um governo tipo tucano, com submissão total a eles.

    Na época da divulgação da espionagem por Snowden, o que se imaginou, inclusive o governo, foi que a espionagem sobre a Petrobras dizia respeito exclusivamente ao Pré-sal e a seus leilões de exploração dos quais naquele sobre o megacampo de Libra as grandes petroleiras americanas ficaram de fora, depois de grande polêmica.

    Hoje se percebe que não era esse o alvo da espionagem. O alvo eram os próprios negócios da empresa, em seu funcionamento normal, à procura de indícios de corrupção. Não é difícil achar pistas de corrupção em qualquer grande empresa ou instituição do mundo, quando se usa a mais avançada das tecnologias de inteligência. Os dados levantados na operação de espionagem, dependendo do potencial explosivo de seus conteúdos, seriam usados não apenas para tentar sufocar e quem sabe até destruir a Petrobras, mas também para pressionar ou até mesmo desestabilizar o próprio governo do Brasil. Portanto, não era pouca coisa o que estava em jogo por trás da espionagem à Petrobras.

    Os dados da espionagem, pelos canais apropriados, certamente foram levados a uma parte seleta da oposição brasileira. Houve o debate de como poderiam ser encaminhados de forma legal para a guerra política, já que tinham natureza ilegal e externa. Providencialmente, ou não, estava em curso a tal operação Lava Jato, que originalmente investigava lavagem de dinheiro em postos de gasolina e onde um réu prisioneiro, o doleiro Youssef, conhecedor de todos os caminhos da corrupção brasileira, tinha as condições perfeitas para reencaminhar a operação de uma maneira tal que ela pudesse envolver a Petrobras e a ela se dedicar inteiramente. O círculo havia se fechado. Tinham encontrado o veículo ideal para gerar um sério golpe político de proporções inimagináveis. Tinham encontrado a forma jurídica de viabilizar uma “lavagem” daqueles dados ilegais da espionagem americana, tornando-os legais através de investigações oficiais complementares e através das famosas delações premiadas. Por estas razões a Lava Jato se tornou tão poderosa. Por trás dela há uma gigantesca máquina política, que envolve diversas forças nacionais e estrangeiras.  

    Sabemos que o êxito estimula o aprofundamento dos métodos usados. Quem garante que a Odebrecht não tenha sido também alvo de intensa espionagem? Afinal, tudo o que tem desempenho global parece ser alvo daquela fonte de  espionagem. Sabemos que Lula é muito ligado a esta empresa. As denúncias estúpidas sobre lobbies que Lula fez na África a favor da empresa, dizem muito: Não tiveram origem em investigações de nossa imprensa medíocre. Foram muito provavelmente levantados pela espionagem americana. Que mais teria ela levantado? O ambicioso objetivo seria atacar o maior líder mundial que o Brasil já teve, esteio e garantidor do atual governo brasileiro,  inspiração de diversas nações pelo caminho do desenvolvimento independente, o que o tornou uma ameaça viva à tendência e tentativa imperialista de subjugar e dominar o mundo inteiro. Como se vê, os inimigos do Brasil não são apenas nossos políticos postos na conta dos equivocados e moralmente deficientes ou nossos juízes, procuradores e bandidos delatores cobertos de sede de fama e concupiscência. Por trás deles há um bicho poderoso. Mas não é um bicho invencível. Ele tem também suas enormes fraquezas. Neste jogo todo, estamos vendo o papel triste de nossa oposição política, coberta não apenas de sérios indícios de traição nacional, mas também de uma sucessão de ridículos tão profundos que a nossa mídia de direita não tem mais como tentar convertê-los em coisa séria sem risco de que também mergulhe no ridículo. O Brasil vai encontrar uma forma de desarmar essas armadilhas todas e seguir em frente, mas vai custar muita luta e empenho por parte dos verdadeiros interessados no país e em seu progresso material e social.

  68. Olha, o governo é sim ruim de

    Olha, o governo é sim ruim de taco aliás, pior ainda do que nos meus maiores pesadelos. Mas não podemos esquecer do tanto que já andamos para frente. Esse período democrático que vivemos desde 1985 tem sido negligenciado como produtor de práticas, de automatismos de pensamento. Há uma certa institucionalidade enraizada, que reside bem guardada na cabeça do povo brasileiro em geral. Ela está muito pressionada, mas acaba reagindo. Os movimentos oportunistas dos despachantes da política e da economia parecem sem controle, mas acho muito provável que serão contidos num futuro não tão distante. Se estou certo, os Cunhas da vida estão simplesmente tecendo o fio de lã no qual irão se enrolar e sufocar.

  69. Falta Governo…

    As frases feitas, os quase lugares comuns quanto à nossa política foram listados magistralmente. Agora, dizer que não há Governo nem oposição? Faça-me o favor! A oposição é tanta que o Governo tem dificuldades em gfovernar. Quanto à oposição não ter rumo, assim está desde que foram defenestrados do poder pelo povo que massacrava , em 2002. Há tanto Governo, que nem essa oposição, amplificada pela mídia consegue impedir ,que medidas sejam tomadas , muitas pela cartilha da direita, é verdade, já que conseguiram infliltrar o Levy, para regar os rentistas e tentar desempregar e garantir recursos para esses pilantras, como faziam nos idos dos anos 1990/2000 Até Ministro das Minas e Energia entreguista temos, mas o rumo segue contra a vontade deste. É assim. 2018 não tarda. O povo, povo mesmo, esta calado. Não adiantam essas pesquisas que já começaram a pipocar para tentar fazzer a cabeça. O real suplantará o desejo virtual de quem mais deseja do que tem a ofercer.

  70. Este post está sendo

    Este post está sendo reproduzido em pelo menos 3 blogs.

                 O que tem menos comentários são mais de 70–quando a média é 15.

               Realmente é un artigo que reflete a atualidade política do país—MUITO bem escrito.

                   Pra os dizem : ”Isso não ajuda”, lembro que o dever de um jornalista político  é retratar o país, e não conserta-lo.

                      Pra isso tem ministros.

  71. Finalmente

    Finalmente o governo Jânio vai deixar de ser piada em sala de aula, pois no quesito mediocridade, será substituído pelo governo Dilma.

      • Pô, é sempre o mesmo

        Pô, é sempre o mesmo discurso… ninguém mais tem argumentos para defender a Presidenta, só o que sabem é vociferar contra o governo fhc. Estamos em 2015, a situação econômica do país é trágica, esqueçam fhc, esqueçam comparações, precisamos de um líder para colocar o país nos eixos.

  72. Tambem concordo com o

    Tambem concordo com o Guimarães. O republicanismo infantil está por tras de todas as crises dos governos do PT. E vai leva-lo ao fim. Ou seja, foi o proprio governo, desde JB até o fux, quem criou a sua propria crise. A oposição somente faz o seu papel, obviamente. Claro que turbinado pela midia sempre golpista.

    Em governo nenhuma do mundo, se deixam policia federal e MP atuarem como bem entendem. Vide São Paulo. Lá é tudo controlado, desde a policia civil até o PGE. Alias, o procurador estadual é um verdadeiro aliado do governador Alkmim.

    Num adm psdbista, um mensalão contras eles jamais aconteceria, o PGR, escolhido a dedo e não nessa buuuuuuuuurrra listra triplica, já o teria arquivado desde o inicio.

    Aliás, para mim, a lista triplice para a escolha do PGR é motivo de impeachment da presidente, por descumprir e abdicar dos poderes constitucionais. Ela está desobedecendo a CF. A Constituição não diz isso, mas ela a descumpre. Mas como isso tem beneficado a direita, ninguem se importa.

    O que mais me intriga nesse governo petista é que nem mesmo a prisão, em processo kafkaniano,  dos principais lideres do partido, fez com que eles aprendecem. Sinceramente, fico abismado com tanta cegueira.

    Alguem pode explicar isso?

  73. Falta a síntese de uma nação

    Sem entrar em pormenores teóricos, a síntese de uma nação pode ser traduzida a partir de quatro variáveis.

    Capital X Trabalho

    República X Democracia

    Lendo a coluna do Nassif, chega-se ao seguinte diagnóstico.

    Os capitalistas, não querem saber do trabalho. Mas quem vai produzir o capital?

    Os trabalhadores, não querem saber dos capitalistas. Mas quem vai estruturar o capital numa democracia?

    Os republicanos, não querem saber do capital e do trabalho. Mas quem vai sustentar a República?

    O que falta é o líder político para fazer a síntese. Ele até existe, mas não está no poder.

  74. O Brasil é o país do mínimo

    O Brasil é o país do mínimo das forças conservadoras, e dentro deste país do mínimo, acho o Nassif e muitos blogues de esquerdas cruelíssimos com  presidenta Dilma. A partir do mínimo e do impedimento que a mídia/oposição/TCU/STF/MP/juiz federais… colocam é que têm que ser analisado o Brasil. O minha Casa minha vida, é um feito histórico, o fome zero, o aumento do salário mínimo e não adianta remar ou favorecer a maré, o Brasil dá passos larguíssimos na infra estrutura, não é o que os progressistas desejam, mas… é o que a riqueza/pobreza do país comporta. Um presidente pouco pode influenciar na asneira coletiva da mídia/oposição, não h[á meios sem ser carimbado de autoritário, coisa que certamente da oposição neste país terá pois há a “conivência” integral da mídia. O que há na realidade é que se as esquerdas, ou simpatizantes de um governo progressistas, nãos modificarem seus comportamentos adesistas, dificilmente o governo/PT sairá desta situação. Perece “estar toda as esquerdas em cima do muro”, até mesmo numa expectativa de vitória da direitona para “aí sim firmarem seus posicionamentos contraditórios” – seria como afirmar ((raras exceções) estou grande, mas.. vou ficar maior com a vitória e fracasso da direita no poder. VOCÊS (todos os blogues progressistas, têm que partir doa realização na prática de todos os governos) A PARTIR DO PONTO MÍNIMO. Se bem que houve muitos governos para fazer (sem oposição do ponto mínimo) para fazer e não fizeram. Por isto, acho vocês cruéis com a Dilma. Ela faz, pelo ponto mínimo não faria, estaria inerte, esta é a intenção da política brasileira atualmente, ao ponto mínimo para atingir a economia e tomar o poder. Matemático e simples assim, os progresitas são “levados ao matadouro por este raciocínio crítico à Dilma”. Não FALTA GOVERNO, governo é isto aí mesmo, Dilma têm contribuído até mesmo para a independência dos poderes. O Congresso têm quer ser responsabilizado pelas “más leis, ou conduções de fazer lei erradas”, não é o gooverno que perde e sim um país com um parlamento precário, financiados por empresas que não “expressam vontades políticas a não ser a de corromper – investem par ter de volta”. Esta oposição, sim, nos dá saudades do tempo em que o PT era oposição, é muito sem noção.

  75. Capitalismo e…?

    O choro-ro não resolve nem esclarece nada por mais longo seja o discurso.

    A coisa é simples, em briga de cachorro grande ganha o mais forte. Seria muita ingenuidade esperar que aquele que detenha o poder vai nadar de braçada indefinidamnete. É lógico que os adversarios estão alertas e de olho na primeira escorregada para tirarem vantagem.

    É a história que acontece. Se foi espionagem, ou não, se é culpa do judiciario ou dos politicos oportunistas, não interessa, a realidade do Brasil é surreal, desde os primordios da colonização, o sistema politico, economico e social que vige no presente é fantasticamente assustador para quem espera uma civilização, educada, equilibrada e harmoniosa. Isto nunca existiu no Brasil. O povo serve unicamente para servir de pasto para as elites, acontece que a tempestade perfeita aconteceu, para o azar de quem se encontra no poder atualmente. 

    A sorte do povo brasileiro é que os oportunistas que turbinam toda forma de oposição, tambem não levarão vantagem qdo conseguirem toma-lo do atual governo. Uma geração de jovens academicos formaram-se e são eles, os novos delegados da policia federal os novos juizes não cooptados pela sistema, motivados determinados a mostrar trabalho que estão colocando o estabilshment do poder no Brasil em cheque, a mesma coisa aconteceu nos EUA ha umas decadas passadas. A corrupção tão enrraizada na sociedade brasileira foi de alguma forma exposta, a pustula tão bem cuidada pelos enfermeiros do sitema implodiu mostrando toda infecção acumulada. 

    A historia ensina que a luta pelo poder não tem comiseração, a situação toda é extremamente desfavoravel em favor da estabilidade que poderia favorecer na busca de um equacionamento dos graves problemas por que passa a Nação. A opinião publica esta igualmente arregimentada, alimentando a fogueira do revanchismo, do preconceito e do ódio. A polarização se estabeleceu de forma irreversivel, ninguem pondera na possibilidade de um abrandamento na punição dos infratores, alardeia-se a extinção o banimento a morte do bode expiatorio, como se fosse a solução dos problemas seculares do Brasil.
     

    É de se lamentar, o governo do PT, com o Lula, foi o que mais proximo chegou de  resolver  , ou pelo menos atenuar de forma mais prolongada com a enorme diferença da condição socio-cultural-financeira que caracteriza o Brasil. Infelizmente repetiu os planos neo liberal dos outros governos, priorizando somente parcelas especificas do espectro da vida economica em detrimento do conjunto. E deu no que deu, criou-se bolhas com a construção civil e a industria automobilistca, que nos finalmente foram os causadores da atual onda inflacionaria.

    A coisa estorou e fedeu. Aconteceria mais cedo ou mais tarde. O que se estabelece com mais enfase na possivel tentativa de explicar a situação é a condição precaria do capitalismo. Tudo leva a crer que a crise economica mundial e agora a do Brasil tem a ver com a crise do capitalismo.

     

     

    • Então você acha que este

      Então você acha que este momento não muito bom do pais, onde se sofre as dores de um severo ajuste, foi o cenário normal em todos estes doze últimos anos? Você acha que nada foi feito no Brasil que tivesse importância, que fizesse o país subir como o desenho da revista inglesa, e melhorando de modo radicalmente visível a vida de todos os brasileiros? Então você acha qiue a indústria da construção civil não bombou e não construiu uma nova e mais bela cidade sobre a outra cidade que já existia, em todas elas que fossem pequenas ou grandes? Acha que a construção civil não continua a trabalhar em ritmo forte mesmo cruzando este momento de crise? Tudo na economia do país foi uma sucessão de erros e bolhas e mentiras? Nada existe de real na paisagem brasileira que ateste a fantástica evolução por você negada? Realmente, viver numa casca de hermitão e só ter uma pequena janela de onde o exterior se apresenta em intervalos que fazem “plim, plim”, é fogo.

      • Destino…

        É a historia que acontece amigão.

        Os avanços sociais, mesmo que insuficientes e parciais, aconteceram sob a batuta do PT, e poderiamos afirmar que não aconteceriam de qualquer outro jeito?

        A caca foi lançada no ventilador e o PT deu azar de estar no poder.

        Aconteceria de qualquer maneira.

        O negocio é se solidarizar com a imensa massa de brasileiros que estão pagando com mais uma crise financeira que influencia a vida das pessoas e das familias de forma dramatica. E esperar que a bonança, mesmo que parcial, volte o mais breve possivel.

         

      • Não adianta discutir com a direita

        FHC levou o país ao fundo do poço. Compare a situação agora com 2002. Por que então Dilma está com índices piores que FHC? Imprensa! Apenas ela! É o cancro deste país! Sem imprensa, não haveria a porra do Moro para destruir este país! Não estamos mal economicamente, principalmente comparado ao resto do mundo. Estamos mal psicologicamente. E quem destruiu a moral do povo Brasileiro foi a Imprensa. Infelizmente o povo é despolitizado, incapaz de auto analisar-se. Acredita piamente então na velha mídia. E a velha mídia leva este povo ao fundo deste buraco. Cansei de discutir com canalhas. Estes mesmos canalhas levaram a miseria de 2002. Vi isto na universidade publica. Vi isto na sociedade brasileira. Vi isto na economia, onde a mesma imprensa que prega hoje economia de água como se este desastre não fosse culpa de governos fascista de direita brasileira, pediam em 2001 e 2002 que era cívico economizar energia eletrica por incompetencia desta mesma direita fascista. Para a imprensa, que nunca engordou tanto que nos governos canalhas do PSDB, nunca foi culpa da direita os saques de supermercado no nordeste, crianças morrendo de fome e sobrevivendo de farinha milagrosa de casca de ovo e sementes e lagartixa. Mas o povo brasileiro é tolo. Mesmo os mesmos que aqui vem denegrir a imagem deste governo. Se fossem honestos lembrariam como era sua situação social em 2002 e hoje em 2015. Preferem ver sua situação social piorar apenas para tirar o PT do governo. Se é assim que gostam, que engulam depois a biles da direita. Vai sobrar muita quando voltarmos aos velhos tempos de FHC. Mas será didatico ao povo brasileiro. Eu, em 2002 achava que o Brasil iria entrar em guerra civil pela desastrosa distribuição de renda de 2002. Quem sabe agora esta guerra civil venha. Uma Bastilha brasileira. É o que falta, talvez,  para curar o Brasil de tanta ignorância. 

        • Ótimas observações, meu caro.

          Ótimas observações, meu caro. Mas quanto à guerra civil, temos que ver que a destruição da unidade nacinal, o desastre economico e a desintegração do nosso país interessa e muito a outro grande país que vive de promover a guerra e a ruína por toda parte.

  76. O Brasil é o país do mínimo

    O Brasil é o país do mínimo das forças conservadoras, e dentro deste país do mínimo, acho o Nassif e muitos blogues de esquerdas cruelíssimos com  presidenta Dilma. A partir do mínimo e do impedimento que a mídia/oposição/TCU/STF/MP/juiz federais… colocam é que têm que ser analisado o Brasil. O minha Casa minha vida, é um feito histórico, o fome zero, o aumento do salário mínimo e não adianta remar ou favorecer a maré, o Brasil dá passos larguíssimos na infra estrutura, não é o que os progressistas desejam, mas… é o que a riqueza/pobreza do país comporta. Um presidente pouco pode influenciar na asneira coletiva da mídia/oposição, não h[á meios sem ser carimbado de autoritário, coisa que certamente da oposição neste país terá pois há a “conivência” integral da mídia. O que há na realidade é que se as esquerdas, ou simpatizantes de um governo progressistas, nãos modificarem seus comportamentos adesistas, dificilmente o governo/PT sairá desta situação. Perece “estar toda as esquerdas em cima do muro”, até mesmo numa expectativa de vitória da direitona para “aí sim firmarem seus posicionamentos contraditórios” – seria como afirmar ((raras exceções) estou grande, mas.. vou ficar maior com a vitória e fracasso da direita no poder. VOCÊS (todos os blogues progressistas, têm que partir doa realização na prática de todos os governos) A PARTIR DO PONTO MÍNIMO. Se bem que houve muitos governos para fazer (sem oposição do ponto mínimo) para fazer e não fizeram. Por isto, acho vocês cruéis com a Dilma. Ela faz, pelo ponto mínimo não faria, estaria inerte, esta é a intenção da política brasileira atualmente, ao ponto mínimo para atingir a economia e tomar o poder. Matemático e simples assim, os progressistas são “levados ao matadouro por este raciocínio crítico à Dilma”. Não FALTA GOVERNO, governo é isto aí mesmo, Dilma têm contribuído até mesmo para a independência dos poderes. O Congresso têm quer ser responsabilizado pelas “más leis, ou conduções de fazer lei erradas”, não é o governo que perde e sim um país com um parlamento precário, financiados por empresas que não “expressam vontades políticas a não ser a de corromper – investem par ter de volta”. Esta oposição, sim, nos dá saudades do tempo em que o PT era oposição, é muito sem noção. Por este raciocínio, os sites progressistas deveriam, pesquisar o “Minha Casa Minha Vida”, os “Aeroportos”, os “Portos”, as “Rodovias”, o “Fome Zero”, a “Redistribuição de Renda”, o “Salário Mínimo”, as “Ferrovias”, a “Transposição do São Francisco”, a “Revitalização da Praça XV”, os “Estádios de Futebol”, o “Superávit na Agricultura”, o “Superávit nas Exportações – vide a quanto pegou do FHC”, enfim…  Compare com Sarney, FH, Collor, Governo Militar, JK, Getúlio, enfim… os progressistas não ressaltam benefícios bem como a mídia e oposição.

    • Lembra-se da daquela história de trair por três vezes?

       Lembra-se da daquela história de trair por três vezes?

      Faltou ele dizer que nos falta jornalistas também.

  77. Mais de 120 comentários no

    Mais de 120 comentários no Fora de Pauta?

       Até aonde minha lembrança alcança, é recorde.

                 E a imensa maioria com assuntos interessantes.

                    Que legal !

  78. Nada disto seria possível

    enquanto o Primeiro Poder, o da #MidiaBandida podre, mentirosa, universal e do discurso único, permanecer incólume…

    chance houve, a CPI do Cachoeira, quando a camarilha da Veja/Abril poderia ser PRESA – lugar de Bandidos que são. Mas não… amarelaram, perdoaram… 

    agora NÓS é que estaos nos ferrando.

    Tá muito, muito difícil!

     

    :/

  79. Pessimista não, apenas realista

     O governo Dilma 2 não acabou, aliás nem começou, se existe algum tipo de algo semelhante a  “governo”, no Brasil de hj., ele está centrado na dupla do barulho congressual ( Cunha e Calheiros ) e na Republica de Curitiba, o executivo central, atualmente com Levy + burocracia do BC é apenas um departamento de contabilidade & custos, e demais ministros: administradores de massa falida tentando sobreviver, quanto as ministros “politicos”, estes tipo Mercadante/Cardozo, procuram de qualquer forma tentar “preservar suas biografias”.

       Desemprego:  As futuras semanas vão mostrar o que é realidade, não pessimismo, hj. domingo 19:00 hs., é quando consegui tempo para entrar neste blog, pois desde 5a feira a noite, os temas presentes há algum tempo se intensificaram, tais como: 1. Projeção de demissões, 2. Repactuação de contratos bancarios, e sua influência no sistema financeiro, 3. Como vender ativos com um mercado refratário a riscos e investimentos, 4.Transferencia de projetos e obras para o exterior, sem custos de contrato, permanecendo como sub-contratada, 5. Como financiar o fechamento ou alienação de divisões/unidades de negócio independentes, visando a preservação das unidades mais viaveis, deixar de lado a produção ( monetizar o maximo possivel dos ativos ) e centrar esforços em operações no mercado financeiro de dividas, não apenas com o objetivo de lucro, mas primordialmente para securitizar as operações restantes, garantindo fluxo de caixa futuro e “clearance” para a repactuação de dividas anteriores.

        Não é pessimismo, uma manifestação psicológica e social simplória, trata-se de analise fria, não conceitual de aulinha de faculdade,discursos de politicos, ou hemorróidicas explanações de histéricos procuradores, juizes e/ou jornalistas, são FATOS REAIS , que a cada dia que passa, se confirmam.

        Parafrasenado Lula, “nuca na história deste País “, substituindo o País por Mundo, já se viu um governo de 150 dias, transformar-se em um “pato manco” , ou na expressão de Ulisses Guimarães ou Sarney ( não recordo que disse ), ” o cafézinho do Palacio do Planalto já está sendo servido frio “.

  80. Black blocs também seriam trogloditas?

    Ou só quem é contra o governo? Foram incensados inclusive aqui, e a balbúrdia começou lá, misturando liberdade de expressão com vandalismo.

    O governo acabou por incompetência do próprio, não por culpa de Serra, Cunha ou Gilmar. Sem enxergar o problema, não há como fazer diagnóstico.

  81. Desfaçatez?

    As estatais são caixas-pretas, refratárias à fiscalização, arredias ao controle público e avessas à publicidade. Isso não é mais admissível

    Renan Calheiros

  82. Dilma perdeu a

    Dilma perdeu a governabilidade para a trama estrutural (serie de deformações na economia) a qual, antes mesmo da posse, era pretendida pelo programa do candidato Aécio.

    Dentro do governo, o presidente do Banco Central confere a trama propósitos técnicos, no sentido de teorizar pesquisas de inflação (comunicadas pela mídia e agências de consultoria) como argumentos para aumentar  as taxas de juros; e este parâmetro mensal mede a viabilidade de recursos, restringe o crédito em toda cadeia produtiva, cria obstáculos à compra de produtos e, no pior dos casos, o desemprego e recessão serão atitudes próprias do exame crítico das pessoas.

    Segue-se compartilhar a necessidades da  trama estrutural ao Ministro da Fazenda. As consequências mais nefastas requer o ajuste fiscal, também dito anteriormente por ele na posse da presidente para sanar deformações na economia; mas, segundo se acrescenta “a falta de governabilidade” se deve a um cálculo lógico das generalizações do Banco Central.

    O candidato Aécio, na presente ocasião das pesquisas do mercado financeiro, serve-se ainda da pesquisa de baixa na popularidade de Dilma, que o Fantástico acaba de divulgar.

    A sociedade paga o preço de Dilma ter feito tudo certo no primeiro mandato. Quanto melhor alguém escolha um político para 2018, fará, sem que se aperceba disso. 

  83. Estranho esse jogo de xadrez,

    Estranho esse jogo de xadrez, onde um simples peão (juiz de primeiro grau) consegue ameaçar outras peças mais importantes do jogo.

    Acho que estamos vivendo na geração dos juízes divinos. 

     

  84. Nassif, você está vendo uma

    Nassif, você está vendo uma churrasqueira soltando fumaça e dizendo que é o maior incêndio desse pais. Todos os presidentes democráticos sempre viveram na corda-bamba fingindo que estava tudo bem e que todo mundo os  obedecia. Ainda acho que a caneta da Dilma pode ser bem usada, se ela se acertar com  uns três ou quatro de confiança e competentes para ajudar, e der uma dura nos escalões inferiores para uniformizar os discursos e atitudes.

    O momento das maldades é no início de governo, então é perfeitamente aceitável que as políticas de austeridade apareçam agora. No mais, precisa por em ordem a base política, pois os descalabros e os loucos mais tempo menos tempo serão desmascarados ou neutralizados.

  85. Moro e sua equipe vão aos

    Moro e sua equipe vão aos Estados Unidos pedir que os órgãos de espionagem americanos façam (ou continuem a fazer) uma espionagem em regra na Odebrecht, já que ele não consegue com seus procuradores e policiais encontrar nenhuma prova para condenar aquela que é a maior de todas as empresas brasileiras, orgulho da engenharia nacional. Para a causa política de Moro, para sua ideologia, a soberania nacional fica sendo coisinha de somenos importância. Ou então isto está a  acontecer porque ele já considera o Brasil como uma colônia oficial dos EUA e apenas está apelando para a ajuda de instituições de grau hierárquico maior, já que na província ele se declara, com seu gesto, ser incapaz de investigar o que ele tem certeza de que existe e está oculto. Como ele tem tanta certeza? Será que  não foram os próprios americanos que antes, lá nos inícios deste pesadelo jurídico-ditatorial já lhe haviam dado certas pistas que construiram sua inabalável certeza? E agora ele vai apenas pedir que os americanos aprofundem mais aquelas pistas já dadas? Evidente que esta situação inédita na História do Brasil transfere subitamente a Lava Jato para a esfera da Defesa, já que se torna assim assunto de segurança nacional e diz respeito à guarda da nossa soberania. Será que um aval da justiça brasileira será dado também para a invasão de nossos segredos militares mais bem guardados? A Odebrecht, como se sabe, está construindo com a Marinha nosso primeiro submarino atômico. Que mais fará o senhor Moro? Vai pedir aos americanos que investiguem a própria Marinha de Guerra do Brasil?

  86. A atmosfera parece que esta envenenada.

     A atmosfera parece que esta envenenada. Pessoas  antes pacatas e equilibradas  destilam odio e perdem a compostura  nas redes sociais. É um vale-tudo. Uma coisa terrivel. Quando voce tenta puxar uma reflexão, trazer um contraponto, logo é engolida, estraçalhada… Mesmo reconhecendo a fraqueza e a apatia desse governo, temos que dar um desconto.   A coisa toda começou lá atras, quando o veneno  foi lançado e não fez nada. Substimaram as forças de direita e o poder da mentira nas redes sociais. Por causa daquela ideia estranha de que o povo (que povo?) é puro e racional. Não é.  Agora é tarde. Tá tudo dominado. Em tempo: quando o Nassif, um otimista de carteirinha, pinta esse quadro tão medonho, é por que a coisa esta muito pior do que se imagina.

  87. Idealizar pode ser acadêmico, mas se não for, é ingenuidade

     

    Luis Nassif,

    Hoje eu dediquei a fechar um comentário que acabou sendo enviado hoje, segunda-feira, 22/06/2015 às 14:26 e que era para ter sido enviado ontem para o Arkx lá no post “O desenvolvimento comandado pelo capital financeiro” de sexta-feira, 19/06/2015 às 09:41, aqui no seu blog e originado de comentário de Arkx enviado sexta-feira, 19/06/2015 às 08:23, lá para o post “Fazenda ensaia uma autocrítica” de sexta-feira, 19/06/2015 às 06:00, aqui no seu blog e de sua autoria.

    O endereço do post “O desenvolvimento comandado pelo capital financeiro” é:

    http://jornalggn.com.br/noticia/o-desenvolvimento-comandado-pelo-capital-financeiro

    E o endereço do post “Fazenda ensaia uma autocrítica” é:

    http://jornalggn.com.br/noticia/fazenda-ensaia-uma-autocritica

    No post “O desenvolvimento comandado pelo capital financeiro” há um comentário meu enviado sexta-feira, 19/06/2015 às 14:30, para Arkx e junto a ele há um contraponto de Arkx, enviado sábado, 20/06/2015 às 09:25, relacionando seis itens que explicitavam e resumiam as considerações deles sobre o meu comentário.

    O que interessa aqui é mencionar um trecho do meu comentário enviado hoje para Arkx em que eu abordo a sua forma de criar no blog uma espécie de arena para as disputas como um mecanismo de manter a audiência elevada. No trecho, eu afirmei o seguinte:

    – – – – – – – – – – – – – – – – – –

    “Outro ponto que gostaria de manifestar diz respeito a uma resistência que eu tenho em considerar os textos de Luis Nassif como referência de entendimento de uma época. São textos para atrair atenção então o que os textos dele dizem não leva ao esclarecimento lógico e racional de uma dada situação. Eu chamei atenção de modo bem superficial para este aspecto em comentário que eu enviei quarta-feira, 17/06/2015 às 14:29, para Luis Nassif lá no post “Barbeiragens do BC começam a assustar o mercado” de quarta-feira, 17/06/2015 às 06:00, de autoria dele, quando eu disse que, em razão do esforço que ele fazia para manter o blog eclético e não um mero nicho de uma meia dúzia de cabeças duras, o blog dele apresentava um espectro muito amplo de opiniões desencontradas. Li depois um comentário de Edna Baker enviado quinta-feira, 18/06/2015 às 23:00 para mim junto a outro comentário meu enviado quarta-feira, 17/06/2015 às 14:29, em que ela dizia:

    “Clever, gostei do seu “fruto do seu esforço para manter o blog eclético”. Tá vendo como a turma da direita tá toda vindo para o blog do Nassif? E a turma da esquerda tá desaparecendo?”.

    Não sei se há o risco de que ela afirma. Eu creio que não se perde comentaristas de esquerda no blog. Há os atritos costumeiros, mas a maioria se mantém frequentando o blog. Há é verdade o aparecimento de novos com formação mais de direita que sentem certo espaço favorável à manifestação mais crítica aos governos do PT. O crescimento desse grupo guarda mais relação com o próprio crescimento da direita, no país e no mundo.

    De todo modo o que eu queria até comentar para a Edna Baker, e talvez aproveito algum momento mais à frente para dizer isso para ela, era que eu não fizera a observação sobre Luis Nassif como uma afirmação que surgira de repente. É uma avaliação que eu desenvolvo há muito tempo. Chamo a esse respeito atenção para o post “A solidão disfarçada das redes sociais” de quarta-feira, 07/01/2015 às 14:35, aqui no blog de Luis Nassif e originado de sugestão de Nickname para entrevista publicada na Folha de S. Paulo com o título de “Solidão no Facebook” que o repórter Marcos Flamínio Peres faz como sociólogo de comunicação e diretor do Centro Nacional de Pesquisa Científica (Paris) Dominique Wolton. O endereço do post “A solidão disfarçada das redes sociais” é:

    http://jornalggn.com.br/noticia/a-solidao-disfarcada-das-redes-sociais

    No post eu fiz um comentário mais extenso enviado quarta-feira, 07/01/2015 20:00 para Nickname, onde eu abordo este problema dos blogs e sites se fecharem para um grupo cada vez mais restrito de participantes e indico posts antigos onde este problema já vinha sendo abordado.

    Então, Luis Nassif, precisando de audiência para manter o blog dele ativo e comercial, procura desempenhar um papel que evita que o post dele fique restrito àqueles pequenos grupos com a cabeça feita e que não mudam de opinião sob hipótese nenhuma. Ele parte para o ecletismo. Infelizmente o ecletismo é apenas uma colcha de retalho. É uma colcha de retalho de idéias. Não só as ideias estão retalhadas como elas não formam uma nova idéia. Assim o ecletismo pouco serve ao esclarecimento.

    São textos úteis para serem criticados e assim eles podem até servir para a construção de idéias distintas daquelas que aparecem retalhadas [e são unidas] querendo expressar uma só ideia.

    Aliás, ele desenvolve bastante essa mania de criar polêmica e para isso faz uso de certo ecletismo na própria exposição das idéias em que ele acredita. Assim para obter a polêmica ele se centra em bater nos dois lados quando só há dois lados na disputa. Bateria em mais se houvesse outros lados. É o que mostra o post dele “Falta governo e falta oposição no país” de domingo, 21/06/2015 às 07:31, e que pode ser visto no seguinte endereço [Aqui dá para tirar o endereço]:

    Não há como no futuro tirar uma análise ali dele que sirva de orientação para enfrentar uma situação complicada pela qual o país esteja atravessando. Essa era de certo modo uma crítica a que eu fazia no comentário seu junto ao post “O BC e a Fazenda ignoraram o óbvio”.

    Aliás ele chegou a detalhar como ele procede como se pode ver no post “Pequeno manual de como discutir política nas redes sociais” de quinta-feira, 26/06/2014 às 11:51, e que pode ser visto no seguinte endereço:

    http://jornalggn.com.br/noticia/pequeno-manual-de-como-discutir-politica-nas-redes-sociais

    Você ao contrário, neste post “O desenvolvimento comandado pelo capital financeiro”, não cometeu este tipo de análise, martelando a mesma ladainha do que Luis Nassif expôs lá no post “Fazenda ensaia uma autocrítica”, reproduzindo alguma fala de Luis Nassif, embora você trata de um assunto que insistentemente é mencionado por Luis Nassif e que é o juro elevado criar um mercado autônomo e auto suficiente e fora do mercado de produção. Creio que uma afirmação assim tem mais um conteúdo de polêmica que abre a discussão, mas não é uma análise racional da situação porque não há como o mercado financeiro se desacoplar do mercado de produção”.

    – – – – – – – – – – – – – – – – – –

    Mencionei no trecho que transcrevi o post “Barbeiragens do BC começam a assustar o mercado”, mas não deixei o endereço que apresento a seguir:

    http://jornalggn.com.br/noticia/barbeiragens-do-bc-comecam-a-assustar-o-mercado

     

    E como o post “Barbeiragens do BC começam a assustar o mercado” em que a crítica é dedicada ao Banco Central do Brasil veio em uma sequência que iniciava com o post “O BC e a Fazenda ignoraram o óbvio” de terça-feira, 16/06/2015 às 00:00, que incluia na crítica tanto o Banco Central do Brasil como o Ministéro da Fazenda, vale bem deixar a seguir o link para esse post. Assim, o endereço do post “O BC e a Fazenda ignoraram o óbvio” é:

    http://jornalggn.com.br/noticia/o-bc-e-a-fazenda-ignoraram-o-obvio

    E observando a sequência em que primeiro se critica o Ministério da Fazenda e o Banco Central e depois se critica só o Banco Central vale indicar também um terceiro post em que se passa a elogiar o Ministério da Fazenda por fazer uma mea culpa da proposta original. Trata-se do post “Fazenda ensaia uma autocrítica” de sexta-feira, 19/06/2015 às 06:00, e que pode ser visto no seguinte endereço:

    http://jornalggn.com.br/noticia/fazenda-ensaia-uma-autocritica

    Todas as ideias dos três posts deveriam ser voz corrente entre os jornalistas, pois foi matéria com o mesmo sentido no jornal Valor Econômico e que de certo modo você reproduzia ou divulgava ou dava repercussão. Por coerência deveria ter um post parecido agora na segunda-feira tendo em vista matéria do ótimo jornalista Alex Ribeiro que saiu no Valor Econômico, de hoje segunda-feira, 22/06/2015, com chamada na primeira página com o título “Impacto fiscal não restringe ação do BC” e que pode ser visto no seguinte endereço:

    http://www.valor.com.br/financas/4102702/impacto-fiscal-nao-restringe-acao-do-bc

    Logo na primeira página há a seguinte informação na matéria “Impacto fiscal não restringe ação do BC”:

    “Juros altos agravam a recessão, derrubam a arrecadação e aumentam os encargos da dívida. Mas o BC entende que esse é o quadro temporário e a melhor contribuição que pode dar é levar a inflação à meta para cortar os juros de forma sustentada, diminuindo os custos para o Tesouro se financiar”.

    Enfim tudo que você andou abordando nos posts anteriores com críticas ao governo e, mesmo quando parecia elogio, era para poder direcionar a crítica para o lado mais fraco sem muitos oponentes, tratava de assunto que era de conhecimento do governo que apenas precisa de administrar o tempo para que tudo possa caminhar na boa direção. Analisar tudo com racionalidade, entretanto, não parece ser chamativo.

    Então quando eu vou a um post seu em que há tantos comentários como os 144 que já apareciam hoje aqui neste seu post “Falta governo e falta oposição no país” de domingo, 21/06/2015 às 07:31, eu bem que me preparo para o que eu poderia chamar sua arte de polemizar. No caso, no entanto, nem precisava atentar para o número de comentários. O próprio título do post era uma farpa afiada lançada em todas as direções, pois a oposição não é uma só e há dela também o interior do governo.

    Há que se ter cuidado porque o exagero infantiliza um texto. O post “Falta governo e falta oposição no país” é encabeçado por frase que aparece também no meio do post. Diz lá você:

    “O que garante a governabilidade não são apenas as prerrogativas institucionais da presidência, mas a existência de um conjunto coerente de ideias”

    Não se trata de uma frase infantil, afinal que criança poderia fazer uma assertiva assim tão densa: “a existência de um conjunto coerente de ideias” “garante a governabilidade”. Dizer a criança pode dizer, mas será que ela saberia o que significa “garantir a governabilidade”? E o que é “a existência de um conjunto coerente de ideias”? Todo governo tem “um conjunto coerente de ideias”? O governo de Obama tem “um conjunto coerente de ideias”? O governo de Cristina Kirchner tem “um conjunto coerente de ideias”?

    Só que a frase inicial do seu texto é mais prosaica. Você afirma logo de início:

    “Tem-se uma quadra complicada na vida do país”

    Quando não foi? Sim sempre foi, você pode dar como resposta, mas não desse jeito, você diria para justificar sua afirmação, alegando que a sua frase se desligou do complemento ou melhor da explicação, justificativa ou causa da quadra complicada. O que você quis dizer é que a quadra é complicada porque o governo da presidente Dilma Rousseff acabou.

    Não vou prolongar muito na discussão deste post “Falta governo e falta oposição no país”. Lembro aqui apenas a manifestação de um ministro mineiro, João Camilo Penna que foi ministro da Indústria e Comércio no governo de Figueiredo e que ainda que não fosse médico fez um diagnóstico preciso ao dizer que “a alma do brasileiro balança entre a terça-feira gorda e a quarta feira de cinzas”. É uma frase de conteúdo mais católico. Já o que você propõe aqui neste post “Falta governo e falta oposição no país” em que um governo que acabou poder ainda renascer transborda um pouco de espiritismo ou de existência de outras vidas.

    Então não me debruçarei mais sobre o texto do post “Falta governo e falta oposição no país”, lanço apenas um olhar de esguelha sobre o título. Dizer que falta governo é um exemplo inconteste de exagero. Agora dar os exemplos de comportamentos rasteiros da oposição como justificativa para afirmar que não há oposição é realmente não entender o que é ser oposição aqui e alhures. Para saber qual é o papel que a oposição desempenha no mundo basta dá uma olhada no texto clássico de um prócer do PSDB, o filósofo José Arthur Giannotti, de quem por sinal eu não gosto e que me parece que você tem especial predileção.

    Aliás para saber o papel da oposição não precisa ler o texto de José Arthur Giannotti bastando ler o título do artigo que se chamava “Acusar o inimigo de imoral é arma política, instrumento para anular o ser político do adversário” que saiu publicado no jornal Folha de São Paulo de quinta-feira, 17/05/2001 e que pode ser encontrado no seguinte endereço:

    http://www.cefetsp.br/edu/eso/filosofia/artigogiannottigerapolemica.html

    É assim no mundo todo. Na academia pode-se idealizar um modelo de política como fizera Platão ou um modelo de burocracia como fizera Max Weber. A não ser com a intenção de polemizar não há razão para idealizar o papel da oposição. Em lugar nenhum do mundo a oposição atua de modo diferente do modelo que José Arthur Giannotti apresentou.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 22/06/2015

  88. Os economistas predizem que a

    Os economistas predizem que a crise só passa em 2017.  

    São bem inteligentes, mas não têm coerência para precisão.

    – Eles têm muitos conhecimentos, mas sabedoria é saber juntá-los.

    Quem explora investimentos não se formou para dar outros resultados 

    Interessam utilizar as condições em que dívida referente a privação se adia.

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