Para Tombini, inflação começa 2016 em queda

Da Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse hoje (15), em audiência no Senado, que a inflação em 12 meses iniciará 2016 em forte queda. Tombini disse que a inflação neste ano foi influenciada pelo realinhamento de preços internos em relação aos externos, e dos administrados em relação aos livres. Ele citou, como exemplo de alinhamento de preços administrados, o aumento de quase 50% dos preços da energia elétrica no primeiro semestre.

Tombini disse ainda que o processo de ajuste da economia, com corte de gastos, proposta de aumento de tributos e a elevação já feita na taxa básica de juros, a Selic, “contribuirá para uma dinâmica mais favorável da inflação”. “Nesse contexto, a manutenção do atual patamar da taxa básica de juros, por período suficiente mente prolongado, é condição necessária para a convergência da inflação para a meta no final de 2016”, acrescentou.

Para tentar trazer a inflação para a meta, o BC elevou a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes seguidas. Depois desse ciclo de alta, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), no ínicio do mês, a Selic foi mantida em 14,25% ao ano. Ao reajustar a Selic para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao manter a Selic, o BC indica que ajustes anteriores foram suficiente para produzir os efeitos esperados na economia. O BC costuma dizer que os efeitos de elevação da Selic se acumulam e levam tempo para aparecer.

A meta de inflação é 4,5%, com limite superior em 6,5%. O BC já admitiu que a inflação vai estourar a meta este ano, ficando em torno de 9%, e promete atingir a meta (4,5%) em 2016.

“Na fase em que estamos atravessando, quando ocorrem simultaneamente queda da atividade econômica e aumento da inflação, a percepção imediata dos agentes econômicos é naturalmente afetada pelos custos inerentes ao processo de ajustamento, por serem correntes e mais palpáveis”, disse Tombini. O presidente do BC acrescentou, entretanto, que à medida que a inflação arrefecer e o ambiente de estabilidade econômica se consolidar, “a percepção tenderá a mudar, melhorando o estado de confiança dos agentes econômicos”.

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12 comentários

  1. A inflação já está muito mais baixa, a SELIC muito mais alta

    Basta sair nas ruas para ver o desânimo no comércio e a guerra de preços nas lojas para vender. Como que os preços estão aumentando nas planilhas do Banco Central se nas ruas estão abaixando?

    A inflação alta é o álibi para manter a taxa de juros crescente no Brasil, pois como é a diferença entre a inflação e a Selic, com a inflação caindo a Selic está subindo, use-se a retórica que quizer.

    O que o Brasil está pagando de TAXA DE JUROS REAL PORNOGRÁFICA não está no gibi.

    Como o movimento está as escancaras é de se imaginar que a Banca já chutou o balde e vai mesmo para o golpe em 2015.75.

    Apertem os cintos, pois a turbulência vai ser brava.

    Comprem ouro.

    • Gráficos ouro e prata

      Gold Daily and Silver Weekly Charts – Desperation, Deception, and the Elusive Denouement

       
      “The real problem isn’t what the Fed may do, but the ultimately unavoidable consequences of what the Fed has already done. The cost of reckless Fed-induced yield seeking will likely be felt first in the financial markets as previous paper gains evaporate, while defaults on excessive low-quality covenant-lite credit will emerge over the course of the economic cycle, and the impact of malinvestment will be to limit productivity and economic growth over the longer run. This is all rather inevitable except in the eyes of those who haven’t watched and memorized a dozen adaptations of the same movie.”

      John Hussman, The Beauty of Truth and the Beast of Dogma
      There was little to no delivery action at The Bucket Shop yesterday in both gold and silver.  Delivery and withdrawal of gold in New York seems to have become unfashionable since 2013.

      As for the warehouses, they apparently continue to slowly bleed out bullion, as you can see from the reports attached.

      We are all informed by very serious people that all of this means nothing.  Nothing means nothing, except whatever it is that they say that day.  Sounds like politics as usual.

      There was intraday commentary about the latest public relations campaign against thinking seriously about the precious metals market at Bullion Bank Apologists and Precious Metals.

      All is well.

      There are a number of odd things happening in the markets.   I do not know exactly why they are happening, or what it all means.   But I do know that many of the ‘explanations’ for them which we hear are directed at things that are not under contention, as a dodge, and are often heavily layered with hair-splitting jargon that hits everywhere except the target.

      And quite a few times they obviously and clumsily make stuff up, and then attack that to prove their points, when fear and intimidation fail.

      I think we will cut this Gordian knot with a call to deliver that fails.   I think it will precipitate in the London market, maybe in Switzerland.   And other markets, like The Bucket Shop, will more likely be downstream collateral after the fact.  We might see some indications there, but not the reckoning if we arrive at the resolution that I anticipate..

      I know that the wiseguys are quite confident, in thinking that no one will ever catch up to them.  They tell us so in words and actions.  But it is this very lack of reasoned judgment and moral sense that is likely to trip them up.

      Maybe these jokers and their enablers are right.   But I certainly have not heard anything that would persuade me, particularly if you watch the tape during the day and see their clumsy antics close up.  No, there is no ring of truth in their words, just a slightly better form of childish rationalizations when caught in the act of doing something that they ought not to have done.

      The big tickle this week is the FOMC meeting.   They would dearly love to raise rates, but are afraid of the reaction of the global equity and bond markets.

      I have included the lease rates for silver and gold in two charts below, because someone asked to see them.  They are slightly elevated.   But should we even trust these figures?  When have the financial firms released numbers that were not to their short term advantage?   Libor and CDS much?   This is one of the challenges that makes such a liar out of the ‘efficient markets hypothesis.’

      There was some additional intraday commentary about The Corruption of the Institutions by the Powerful.   Moral behaviour is as out of fashion among the ruling elite as spats and garters, I know, except for some self-righteous Puritanism.   And there are consequences to this disordered outlook, large and in charge.

      Let’s see how the week unfolds, especially around the end with the mighty FOMC meeting.

      Will they or won’t they?  And is there any reason for a system to operate in such an obtuse manner?

      Have a pleasant evening.





       

       

       

  2. Por que será que o Tombini insiste tanto

    em enriquecer especuladores com uma taxa selic que não faz nem cócegas na inflação causada pelo próprio governo e não por demanda? É fácil gerar dívida para pagar juros cada vez mais alto se o dinheiro para a farra sai do bolso dos outros.

  3. Qual a vantagem da inflação

    Qual a vantagem da inflação cair com a economia em brutal recessão? A inflação cai pelo desemprego, não havendo salarios o pobre não compra e ai a inflação cai. E dai? Caem os preços mas o comprador desempregado não tem dinheiro para aproveitar os baixos preços, qual a vantagem?

  4. Sempre o mesmo…………………….

    Com adesculpa e manipulação inflacionária, toma-se elevação dos juros e impostos.

    A Banca sensibilizada agradece. E os apátridas, ganfanhotos, sugassugas  e traidores idem !!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. Claro que a inflação cai.

    Claro que a inflação cai. Gerando recessão, fica fácil. A queda da inflação não é resultado direto do aumento dos juros. É resultado direto da recessão, que por sua vez, é causada, dentre outras coisas, pelas altas taxas de juros.

    É como usar a amputação em vez dos antibióticos para combater uma infecção no pé. O fim da infecção é o resultado indireto da amputação. O resultado direto é que o paciente fica sem pé.

    A inflação no Brasil, tem várias causas, dentre elas, a indexação que é uma herança da época de hiperinflação. O contrato de aluguel venceu? Então colocamos automaticamente a inflação passada no reajuste do contrato. Ou seja, jogamos para o ano atual pelo menos o mesmo percentual de inflação que tivemos no ano passado. E assim acontece em inúmeros casos. Ninguém quer “perder” e daí, todos perdem.

  6. Nossa , que maravilha!

    Vai cair a inflação às custas de recessão , desemprego , juros bancários de mais de 250% ao ano e de cartão de mais de 400% ao ano.

    Brasil , melhor país do mundo para os banqueiros agiotas e rentistas viverem. Além desses que ganham uma fortuna de salário para promover essa maravilha.

  7. Caros debatedores, muito bom

    Caros debatedores, muito bom tarde.

    Bom tarde Nassif e equipe. 

     

    Eu prefiro substituir o vocábulo “inflação” pela expressão:  CONFLITO DE DISTRIBUIÇÃO.

    Essa expressão mostra melhor a questão. A inflação é  uma DISPUTA pelo PRODUTO entre TRABALHADORES versus EMPRESÁRIOS, por exemplo. Em suma, é uma disputa, um conflito.

    Para tentar elucidar este conflito de interesses ( ou interest!) vou contar uma “historinha”:

    Elenco: (Empregado, Patrão, Dono do imóvel, Banco, Banco central, inflação, agência de risco, familia entre outros)

     

    Certo dia, um empregado “pediu ” um aumento para o patrão:

    -Chefe  “democrático” bom dia. Com licença, é que, sabe como é, tô precisando de um aumento de salário – vou falar – me dê um aumento de salário. Pronto. É isso.  É que  preciso comprar comida para poder trabalhar.

    E o patrão responde com aquele “ar” amistoso:

    – Bom diaaa , “colaborador”! Com vai? E a família? Passado aquele momento “verdadeiro”, diz o patrão:

    Bom, vamos lá. Por que você quer um aumento de salário? Não seria melhor um aumento de “benefícios”? por exemplo, um vale transporte “por fora”?

    Você sabe, “querido empregado”, aqui na nossa “empresa” somos uma “família”. E vocês, empregados, são o meu “maior patrimônio” ( líquido). Você é o meu “capital humano”. Invisto em você, não é à toa!. Você traz  retornos para mim, ops, para a empresa, ou melhor, para a “nossa família”. E também  para todos os outros primos, os “stakeholdiers”, inclusive, para nossos “irmãos” no estrangeiro! Um aumento de salário  muda toda essa “relação familiar”, paternal,  que temos  e eu não acho justo com os outros “irmaõs”. E a conversa continua…

    Todavia, após certo tempo, conversa pra lá e pra cá, sai um  “ajuste “familiar”. O  patrão dá ( de bom coração) o aumento para o seu “colaborador” e pede para o “gerente democrático” ( lider nato!) repassar o valor para  o preço da mercadoria.

    Dias passam.

    Aí, o empregado vai comprar sua comida(arrroz, feijão, farinha, macarrão, enfim, muito carboidtrado para ter “energia para o trabalho)  e paga o preço mais alto. Como se não bastasse,  o dono do imóvel, ainda de pijama lá pelas 11 da manhã,   que aluga várias casas , inclusive, a dele ( deste empregado)  , resolve aumentar preço  do aluguel  para pagar aquele aumento de preço do “patrão”. ( e o patrão de sunga, nadando num mar paradisíaco e sem tributação) Então, ele , o empregado, percebe ( não percebe) que o aumento não serviu pra nada ou melhor, serviu para aumentar a base de cálculo do imposto que paga, cuja principal parte vai para o seu outro patrão oculto( o stakeholder alienígena que empresta money, com a ajuda o BACEN e da AGÊNCIA DE RISCO) .

    No fundo, aquele aumento pode  até ter reduzido  o  PODER DE COMPRA do empregado( obs: compra de comida e de papel higiênico para retirar restos de comida do seu próprio corpo, isto é, para limpar a sua propriedade privada).

    Ai, ele, o empregado em processo de reflexão ( um  boboca  pensando)  liga a televisão, num domingo e com a família “feliz” para assistir aos  jogos de futebol nacional e internacional( cujas fraudes encontram-se  em lento processo  de apuração)  e   vê um economista de escol e de meia tigela dizer que para ter “aumento de salário” é preciso  uma certa “melhoria na produtividade do empregado” .

    E para isso é preciso mais “educação”( treinamento ” on the job” –  fazer mais com menos, “eficiênia”, melhoria continua para todo o sempre).

    Então, ele, o otário mais conhecido como subordinado empregado ou “carinhosamente chamado de “colaborador”,   muda de canal e percebe que este aumento de “produtividade” precisa ser acompanhado de  mais “flexibilidade” para poder ser “mais competitivo”.

    Aí então, o otário de sempre com sua família,   muda de canal, passa por um canal onde muitas panelas estão se batendo, e chega noutro canal em meio àquelas panelas raivosas que cozinham umbigo de porco,  e percebe que no “congresso”, onde se encontram os “representantes” do povo( dele e do patrão dele; porém,  mais o patrão do que dele, vez que o patrão pagou a campanha do “representante do povo”) que  a flexibilização pretende acabar com a “cópia da carta del lavoro” facista, retrógrada, burocrática e abominável, enfim, aquele atraso para o pais do “futuro”( sempre do futuro e somente do  futuro)

    Aliás, bota futuro nisso! É futuro do pretérito e do presente, bem como futuro do futuro, no longo e distante prazo. Certamente, “cristo” chegará junto com esse “futuro” no apocalípse final)

    Então, muda de canal e assisti o  banco central e “ao” banco central, dizendo que um aumento dos “juros” é importante para conter todos aqueles “aumentos” de preços do “mercado”, para que tudo volte ao normal, ( tudo, como sempre, permanecendo constante, para todo o sempre, coeteris paribus, amém). Afinal, nossos stakeholders mui friends, do estrangeiro e até os daqui também, precisam ganhar uns trocados para comprar o “pão nosso de cada dia, do dia e do futuro.A opção de compra e venda desse pão no futuro pode ser , por exemplo, via swap e com hedge.

    Trata-se de uma relação “ganha-ganha”. Eu perco, tú perdes, ele ganha, nós perdemos, vós perdeis, eles ganham.

    À noite, ao deitar-se para durmir após ouvir as ‘notícias” mais importantemente escolhidas do dia, ele , com sua família, ainda assisti a uma novela , meio sonolento, no seu momento de lazer, ainda sob  efeito da aguardente que o acompalhou durante o  “mexidão” da “janta”.

    E pensa:

    Amanhã preciso acordar cedo , lá pelas 3 da manhã, para chegar no horário pontualmente, mesmo que o “balaio”,  o ônbius, a jaula, o caixote, esteja super, mega, hiper lotado e atrasado além de engarrafado, como de   praxe. 

    Sua esposa lhe “dá um beijo com gosto de feijão” e lhe diz: se espirrar, saúde! Nem tente procurar um médico ou levar um “atestado médico” para o “ambiente familiar” onde se encontra o seu patrão amigo.

    Fim da historinha.

    Voltando ao vocábulo INFLAÇÃO:

    Esta palavra, INFLAÇÃO,  não esgota o próprio assunto. Isto porque, a “inflação” pode ser de DEMANDA, CUSTOS, INERCIAL, inventanda  e também de FRAUDE.

    A inflação inventada, bem como de FRAUDE é um termo que estou criando agora. Pretendo com isso ganhar o “nobel da economia” e  partir daí, ditar os rumos da humanidade.

     O termo, portanto, foi “cunhado” por mim. (e  sabemos que cunhado não é coisa boa).

     Trata-se de uma espécie de oportunismo no qual se aproveita  o “oba oba” , com a ajuda dos meios de  “comunicação social  e lucrativa ” para aumentar de qualquer jeito ou de jeito que bem entender o preço de uma mercadoria qualquer ou abaixa o preço de outro mercadoria, o trabalho. Uma espécie de “dane-se” todos, vou tirar o meu. E não quero saber, e tenho raiva de quem sabe.

    Dito isso, vamos ao que diz o presidente do BACEN brasileiro:

    Tombini disse que a inflação neste ano foi influenciada pelo realinhamento de preços internos em relação aos externos, e dos administrados em relação aos livres.

    Comentário: estranho! O preço estava com cumprindo pena de “restrição de liberdade”. Após o cumprimento, tornou-se “livre” e se juntou aos “livres”, bem como à inflação. Pergunta-se: qual a modalidade de inflação? Seria a de Fraude inventada?

    Ao reajustar a Selic para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. (grifo meu)

    Comentário: Heureca! Podemos concluir que se trata da  INFLAÇÃO  DE DEMANDA? 

    Ou seja, mesmo em crise com bilhões de desempregados a cada instante, todos juntos, em forte demanda para comprar aqueles produtos. 

    Só tem uma saída para os ofertantes de fatores de produção transformados com a mais valia: aumentar o preço para “ajustar” as curvas de indiferença e  realizar distratos com os “colaboradores familiares” – sim, aqueles que fazem parte da família e formam o patrimônimo mais importante da “grande família”.

    E as outras modalidades de conflito? 

    Bom, aí já é outra estória…

    Manda vê BACEN! Controle nossas “preferências”, nossa demanda agregada reprimida!

  8. Tombini afirma que taxa atual da Selic é “de passagem”

    —–Para Tombini, a inflação em 12 meses inciará o próximo ano em forte queda.—–
    Tombini afirma que taxa atual da Selic é “de passagem”

    15/09/2015 14p9—Brasília—Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

    O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse hoje (15) em audiência pública no Senado, que a taxa básica de juros, a Selic, em 14,25% ao ano, é “de passagem” e será reduzida quando as expectativas de inflação cederem.

    Para tentar trazer a inflação para a meta, o BC elevou a Selic por sete vezes seguidas. Depois do ciclo de alta, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), no ínicio do mês, a Selic foi mantida em 14,25% ao ano. Ao reajustar a taxa para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao manter a Selic, o BC indica que ajustes anteriores foram suficientes para produzir os efeitos esperados na economia. O BC diz que os efeitos de elevação da Selic se acumulam e levam tempo para aparecer.

    A meta de inflação é 4,5%, com limite superior em 6,5%. O Banco Central já admitiu que a inflação vai estourar a meta este ano, ficando em torno de 9%, e promete atingir a meta (4,5%) em 2016. Para Tombini, a inflação em 12 meses inciará o próximo ano em forte queda.

    De acordo com Tombini, o objetivo do BC é evitar uma segunda rodada de aumento de preços, atingindo 2016. Segundo ele, se o ponto de convergência da inflação fosse este ano, a política de elevação da Selic seria “extremamente agressiva”.

    Sobre o câmbio, Tombini disse que a atuação do BC é para assegurar a estabilidade financeira e reduzir as fortes oscilações no mercado. “Não temos qualquer objetivo em relação à taxa em si”, acrescentou.

    O BC tem feito leilões de swap cambial, operação equivalente à venda de dólares no mercado futuro e, recentemente com a forte alta da moeda americana, vendeu dólares com compromisso de recompra.

    Durante a audiência, cerca de 20 servidores do BC fizeram uma manifestação, levantando cartazes. Eles querem a contratação de concursados aprovados, alinhamento dos salários de procuradores (carreira jurídica) com de analistas (nível superior) e que os técnicos voltem a receber 50% do salário de analistas.

    Tombini disse que é fundamental a harmonia entre as carreiras na instituição. Ele também disse que o banco é “uma instituição enxuta”. “Está sempre na minha preocupação termos funcionários à disposição do banco”. Ele acrescentou que está trabalhando para o suprimento de pessoal.

    O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, diz que banco trabalha para assegurar estabilidade financeira e reduzir oscilações no mercado—Wilson Dias/Agência Brasil

    Edição: Carolina Pimentel
    URL:
    http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-09/tombini-diz-que

     

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