21 de maio de 2026

Trump apresenta proposta para fim da Guerra em Gaza; Israel aceita condições

Proposta envolve a troca de reféns, ajuda humanitária, nova governança em Gaza e desmilitarização e anistia ao Hamas
Crédito: Alex Wong/ Getty Images

O encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, nesta segunda (29) na Casa Branca, resultou em uma proposta de paz que pode ter fim ao genocídio na Faixa de Gaza nas próximas 72 horas.

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De acordo com o presidente norte-americano, Netanyahu concordou com a proposta, que envolve a soltura de todos os reféns e restos mortais ainda em poder do grupo militar palestino Hamas, nas próximas 72 horas.

O acordo prevê ainda a entrada de ampla ajuda humanitária no território palestino, onde serão entregues alimentos, medicamentos e materiais para reconstrução de hospitais e da infraestrutura de hospitais, estradas e dos serviços de água e energia.

Para tanto, Gaza teria uma nova governança, composta por um comitê palestino supervisionado por conselho presidido por Trump até o retorno da Autoridade Palestina ao poder após reformas.

O plano inclui ainda a desmilitarização e anistia ao Hamas, desde que toda a infraestrutura militar seja destruída, entre elas os túneis.

Os integrantes do grupo ainda receberiam passagens para outros países, uma vez que Gaza será transformada em um território livre de grupos armados.

“Eu apoio o seu plano para acabar com a guerra em Gaza, que acaba atingindo o nosso objetivo de trazer os reféns de volta e desmantelar o Hamas”, afirmou o premiê de Israel.

Mas caso o Hamas recuse a proposta, Netanyahu prometeu seguir com as ofensivas para “terminar o serviço sozinho”.

Trump ainda influenciou Netanyahu a pedir desculpas ao primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman bin Jassim Al Thani, pelos ataques de mísseis no começo de setembro. O premiê israelense lamentou o incidente e justificou que os alvos do ataque eram os terroristas.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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4 Comentários
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  1. Carlos

    29 de setembro de 2025 6:58 pm

    Alguma coisa diferente do que se vem propondo desde que israel iniciou o genocídio?
    Agora que o mundo resolveu sair da letargia e assumir que ficou olhando o massacre em gaza aparece o super-herói?
    Claro, agora o lesado do trump pretende entrar como o pacificador fazendo juz ao Nobel da paz. Já israel, nada mais que um fantoche, viu que estava indo para a merda e resolveu “aceitar”.
    Mas fico na dúvida se, aproveitando que já demoliram tudo o tal resort não sai e mais é mais colonos judeus ocuparão a área.
    Claro que tudo integra um jogo de homicidas, de canalhas, de genocidas. Mas haverá algum alento se os sobreviventes puderem usufruir de alguma paz, que lhes permita velar seus mortos e alimentar seus filhos e velhos.
    Quanto a Trump, Netanyahu,hamas e todos os que se alimentaram com o sangue dos inocentes, estes irão para o lixo da história após viver o inferno na terra.

  2. AMBAR

    29 de setembro de 2025 8:36 pm

    Daí o trump ganha um prêmio ignobel.Beleza, se o netariarru aceita o trato está feito.O Hamas é só uma Geni entre israel e estados unidos. Uma bandeira esfarrapada a quem pode se atribuir qualquer culpa.

  3. Bruno Leonelo Payolla

    1 de outubro de 2025 9:52 am

    O genocida participou da elaboração da proposta promovida por seu mantenedor.

  4. Rui Ribeiro

    3 de outubro de 2025 8:10 am

    Se U$rael aceita as condições para estancar a carnificina, então eles estão em vantagem.

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