4 de junho de 2026

O trio do Supremo que deve desacelerar Moro

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Jornal GGN – A edição do jornal Valor desta quinta-feira (30) aposta na contenção do juiz federal Sergio Moro, que atua na Operação Lava Jato, pelo trio de ministros que formam a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal com Carmén Lúcia e Celso de Mello. São eles: Gilmar Mendes, Teori Zavascki (relator da Lava Jato no STF) e Dias Toffoli.

Segundo o Valor, foi Gilmar quem abriu espaço para a formação do trio ao sugerir que um ministro da 1ª Turma fosse enviado para 2ª Turma. Dessa maneira, Dias Toffoli, que vem votando junto com Gilmar em vários temas, acabou ocupando a vaga no grupo que vai julgar a Lava Jato. Era isso ou aguardar que a presidente Dilma Rousseff (PT) indicasse o substituto de Joaquim Barbosa.

O Valor destacou que o quadro é desfavorável para os atos de Moro. Isso porque o juiz federal tende a agir considerando que “a proteção da sociedade contra os criminosos” deve falar mais alto, enquanto o Supremo entende que “deve ser observado as garantias e os direitos indiviuais dos acusados”. Essa semana, o STF concedeu habeas corpus aos executivos que estavam presos em Curitiba, por determinação de Moro.

Por Juliano Basile

No Valor

Teori, Toffoli e Gilmar vão conter Moro

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de libertar da prisão nove executivos que foram presos pela Operação Lava-Jato começou a ser configurada há 50 dias com a ida do ministro José Antonio Dias Toffoli para a 2ª Turma da Corte – justamente a responsável por julgar os recursos contra a operação. Um dos mais calados durante o julgamento, Toffoli ajudou a consolidar a maioria de três votos a dois que libertou o líder do suposto cartel das empreiteiras, o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, e mais oito executivos.

O tom jurídico do julgamento foi dado pelo relator, ministro Teori Zavascki, para quem as prisões não podem ser alongadas se a maioria dos procedimentos de apuração de crimes – coleta de documentos e oitiva de testemunhas de acusação – já foi realizada. E o tom político foi dado pelo ministro Gilmar Mendes, que comparou o escândalo da Petrobras com os desvios ocorridos no mensalão. Foi Mendes quem propôs, em 10 de março passado, que um integrante da 1ª Turma do STF fosse enviado à 2ª Turma para completar o quórum antes da indicação de um novo ministro pela presidente Dilma Rousseff e, com isso, evitasse que a nomeação viesse aliada ao fato de que o escolhido iria julgar a Lava-Jato. Uma semana depois, Toffoli, que, nos últimos meses, votou junto com Mendes em diversas questões importantes tanto no STF como no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estava na 2ª Turma.

Esse trio de ministros – Zavascki, Toffoli e Mendes – formou a maioria de votos que vai conduzir os caminhos da Operação Lava-Jato na 2ª Turma. Trata-se de uma maioria não eventual que vai conter os atos do juiz Sérgio Moro. Responsável pelos autos da Lava-jato, em Curitiba, Moro terá os seus atos reapreciados pelo STF, onde esse trio de ministros poderá corrigir os seus rumos. A expectativa é a de que essa correção não se restrinja aos nove habeas corpus concedidos na última terça-feira, pois há uma diferença entre as concepções de Justiça de Moro e dos ministros que formaram a nova maioria nos autos da Lava-Jato e ela certamente terá repercussões em novos julgamentos.

Enquanto o juiz de Curitiba acredita que o bem maior, numa decisão, é a proteção da sociedade contra os criminosos, a maioria que foi formada na 2ª Turma do STF entende que o que deve ser observado são as garantias e os direitos individuais dos acusados. Foi nesse sentido que Zavascki, Toffoli e Mendes concederam os habeas corpus, deixando vencidos os ministros Celso de Mello e Cármen Lúcia Antunes Rocha, que concluíram que deixar Pessoa solto poderia abrir espaço para que o executivo atuasse de modo a comprometer o andamento das investigações.

O impacto da concessão dos nove habeas corpus será imenso na Lava-Jato. A decisão reduziu muito as chances de a Operação ter novas delações premiadas de executivos que detêm informações sobre os desvios de bilhões de reais ocorridos na Petrobras. Uma vez soltos, os incentivos para que eles colaborem se tornaram bem menores. Em consequência, o trabalho do Ministério Público e da Polícia Federal será maior. As autoridades terão que continuar seguindo o caminho do dinheiro, examinando provas, ouvindo depoimentos e redigindo as peças capazes de levar a condenações, sem um delator-chave capaz de revelá-lo de imediato.

Caso Pessoa contasse às autoridades o que sabe, a expectativa é a de que a Lava-Jato teria uma enorme avanço em termos de provas e de tempo. Se com base em duas delações – do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef – o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, indiciou mais de 50 políticos ao STF, a tendência é a de que a colaboração de um dos líderes do cartel não apenas reforçasse ainda mais as provas já colhidas como abrisse espaço para novos indiciamentos.

Outra consequência da decisão é que aumentam as chances de prescrição, já que o tempo para as autoridades apurarem os crimes será mais extenso.

Por fim, sem a assinatura de novas delações, o Ministério Público e a Polícia Federal continuarão com os advogados dos executivos que foram soltos como fortes adversários. Eles devem permanecer contestando cada ato da acusação e o farão de maneira exaustiva.

Segundo um levantamento apresentado, em 20 de março, pelo procurador Deltan Dallagnol, que coordena a força-tarefa da Lava-Jato, em Curitiba, a defesa dos acusados apresentou mais de 165 pedidos de habeas corpus e para cada um deles há seis chances de julgamento em vários tribunais. Uma vez soltos e sem a assinatura de novos acordos de delação, os acusados terão todas as condições para aumentar ainda mais esse número. E, agora, contam com maioria eventual no STF para corrigir os rumos a serem tomados pelo juiz que conduz os autos da Operação. A decisão foi a maior vitória dos acusados desde o início da Lava-Jato.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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23 Comentários
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  1. carlos afonso quintela da silvacar

    30 de abril de 2015 3:45 pm

    Acho que estão superestimando

    Acho que estão superestimando as conivcçoes garantistas do Ministro Gilmar. Assim que os interesses de indiciados do PT forem colocados na mesa ele muda de time. Quer apostar?

  2. Fermentador de Fermento

    30 de abril de 2015 4:04 pm

    Relator Gilmar dobra a multa ao PT por “ilegalidades” em 2009

    Como multiplicar penalidades ao PT?

    1) Condena-se o partido na AP470 por “empréstimo fraudulento”, embora registrado e liquidado.

    2) Como o dinheiro para pagar saiu do fundo do partido (de onde mais sairia legalmente?), penaliza-se novamente o partido por ter usado dinheiro para pagar um “empréstimo fraudulento”.

    Não é uma marrravilha?!

     

    PS: considerado fraudulento basicamente porque o partido estava no negativo e o banco emprestou “assim mesmo”. Eu e os bancos que opero já cometemos esta “fraude” algumas vezes, para que eu saísse do buraco. Que o STF não descubra!

  3. O Mar da Silva

    30 de abril de 2015 4:09 pm

    Gilmar e Toffoli?!
    Faça-me

    Gilmar e Toffoli?!

    Faça-me uma garapa! k k k k k

    Não têm credenciais para julgar com isenção. Haja vista a Acção Penal nº 470, vulgo ‘mentirão’ do domínio de fato (sem provas).

    Depositar esperanças em Gilmar Dantas é como tentar ressucitar alguém. Algo jamais visto.

    1. Lionel Rupaud

      30 de abril de 2015 6:10 pm

      Como não, recebi vários whatsapp’s 2 dias antes do 2º

      turno da eleição presidencial brasileira 2014, me informando que um tal de Youssef no Paraná tinha sido assassinado á mando do PT. Quem mandou a informação foram membros da família da minha cara metade (coitada a gente não escolha a família!), portanto gente conhecidas e bem preparadas.

      Aí eu soube no dia depois do tal 2º turno da eleição presidencial brasileira 2014, portanto no 3º dia, que o tal tinha ressuscitado, inclusive que ele dedo durava um monte de mercadores do templo.

      Não há prova mais firme que no Brasil há ressurreição.

      P.S. inclusive o fato do tal ressuscitado ter um nome lembrando o Oriente Médio deveria ter criado um pouco mais de atenção por parte dos inúmeros evangélicos brasileiros…

  4. Maria Luisa

    30 de abril de 2015 4:15 pm

    Eu quero ver as reboladas que o Janot vai dar em nome do MP

    Como diria a baiana do acarajé “demorô” STF!

  5. Ricardo Pereira

    30 de abril de 2015 4:32 pm

    o tom deste reportagem é de lamento..

    A questao é clara pra mim: desde o mensalao,  a uniao entre juiz-mpf-pf criou uma especie de euforia da parte dos indignados mal informados que se animaram acreditando no fim da impunibilidade.  Mas a justiça brasileira tem um modelo tipicamente garantista, com a aplicaçao do principio da inocencia e a obrigatoriedade da promotoria provar a culpa do acusado atraves do uso de recursos investigativos. Aparentemente, a libertaçao destes acusados que nao se dispuseram a se autoincriminar constitui uma derrota para aqueles que acreditam que a obediencia às leis pode ser ignorada em casos assim. No caso Lavajato, a atuaçao do Moro e dos “intocaveis” foi absurdamente alem dos limites legais como o voto do Zavascki escancarou. Longe de mim querer desculpar os empreiteiros e os outros acusados, mas obedecer aos tramites legais confere idoneidade ao processo. Antes de ser crucificado, gostaria de estabelecer um parametro para a discussao:  como se pode falar em estado de direito se existem prisoes no arrepio da lei? Por outro lado, no caso de Paulo Roberto, Barusco e Youssef, as delaçoes premiadas precisariam ser comprovadas antes que houvesse os acordos celebrados pelo MP e pelo Moro. E a libertaçao suspeita do unico acusador do ex-gov Anastasia, que tb estava ligado com acusaçoes ao Eduardo Cunha, desmoralizou completamente a atuaçao deste grupo. Este papo de “aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei” já deu, né nao?

  6. JB Costa

    30 de abril de 2015 4:35 pm

    Caso Pessoa contasse às

    Caso Pessoa contasse às autoridades o que sabe, a expectativa é a de que a Lava-Jato teria uma enorme avanço em termos de provas e de tempo.

    Como o Juliano Basile, o jornal Valor, e de resto toda a imprensa engajada e ansiosa para que essa operação lance seus tentáculos sobre Dilma e Lula, em especial este, sabe que o Pessoa sabe? Foi o próprio que lhes disse? Ou foram mensagens psicografadas do além  que receberam? Ou o Dr. Moro criou uma nova espécie de cabuetagem, a “advinhação premiada”? 

    O que mais odeio nesse tipo de jornalismo é fazer de seus usuários supimpas otários. Projetar e contrabandear seus desejos, suas aspirações, no bojo do que  deveria ser uma matéria jornalística.

    Ora, prezados e prezadas, vão plantar coquinhos, vão.  

  7. Álvaro Noites

    30 de abril de 2015 4:43 pm

    Não entendo …

    O que não fecha, por enquanto, é o papel do empresário e ministro do STF Gilmar Mendes.

    Zavascki é Zavascki, já Toffoli está claramente indo à reboque de Mendes.

    1. Luís Henrique Donadio

      30 de abril de 2015 7:42 pm

      O que não fecha, mesmo, é o

      O que não fecha, mesmo, é o tom de evidente alívio da reportagem.

      Será que o clima de linchamento era só de mentirinha, e no fundo tudo isso não vale o couro do Ricardo Pessoa e dos outros colegas de classe? Ou será que a imprensa está aliviada por que o STF agora a desobriga de levar até a conclusão lógica a loucura em que vinha embarcando (tipo o brigão de bar que no fundo torce para que o segurem para evitar a briga e suas consequências)?

      Ou, talvez, como no julgamento das bruxas de Salem, a histeria coletiva se acaba quando alguém mais sensato manda a brincadeira parar?

      Vamos ver nos próximos capítulos…

  8. Hcc

    30 de abril de 2015 4:46 pm

    Voltamos à barbárie

    “Isso porque o juiz federal tende a agir considerando que “a proteção da sociedade contra os criminosos” deve falar mais alto, enquanto o Supremo entende que “deve ser observado as garantias e os direitos indiviuais dos acusados””

    Esta frase só existe porque voltamos à barbarie. A verdade é que: “não existe proteção à sociedade se não forem observados as garantias e os direitos a QUALQUER acusado”. Modestia à parte, citação minha; só quem não merece estar no serviço público e desconhece a nossa constituição, e os há, tem dúvida disso. Sem discussão.

    Artigo descompassado.

  9. Ivan Arruda

    30 de abril de 2015 4:54 pm

    Sei não, mas tem um aí que,

    Sei não, mas tem um aí que, se jeito regula, induziu o justiceiro a essa calamidade. Inclusive da premiação na globo onde os vestígios de isenção desapareceram completamente. O outro indutor, tem ap em Miami e gostaria de curar suas frustrações na ap 470.

  10. Adma Andrade Viegas

    30 de abril de 2015 4:58 pm

    Ainda é cedo para comemorar.

    Só vou acreditar nessa inflexão do STF se as mesmas garantias forem concedidas ao Vaccari.

  11. Jorge Luis

    30 de abril de 2015 5:18 pm

    Com empresários, Gilmar é

    Com empresários, Gilmar é “garantista”. Com alguém do PT? Eu, o coelhinho da páscoa, o Papai Noel e a Fada Azul ainda esperamos para ver.

  12. Assim Falou Golbery

    30 de abril de 2015 5:31 pm

    de tato, não existe sociedade

    de tato, não existe sociedade pura, sem corruptp,  pois pelo menos colões nas escolas e quem roube bolo da mãe, nunca há de faltar. 

  13. adolpho

    30 de abril de 2015 6:16 pm

    Só queria entender:o que

    Só queria entender:o que diabos o STF fez, hein? Foi trocada a prisão preventiva pela prisão domiciliar, sendo que premissas para a prisão domicialr não têm nada a ver com a realidade dos encarcerados, se não, vejamos:

    “Artigo 318 – Poderá o juiz substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando o agente for:
    I – maior de 80 (oitenta) anos;
    II – extremamente debilitado por motivo de doença grave;
    III – imprescindível aos cuidados especiais de pessoa menor de 6 (seis) anos de idade ou com deficiência;
    IV – gestante a partir do 7º mês de gravidez ou sendo esta de alto risco.
    Parágrafo Único – para a substituição, o juiz exigirá prova idônea dos requisitos estabelecidos neste artigo”.

     

    faz-me rir… esse STF é um espanto, mesmo… ah, sim: e aqui, o pessoal tá comeorando essa troca, como se o s impolutos senhores tivessem conseguido a liberdade… sem direito de ir e vir, com tornozeleira eletronica, tendo que comparecer a cada 15 dias à presença de um juiz, sem passaporte… essa esquerda é um espanto…

    1. Álvaro Noites

      30 de abril de 2015 6:47 pm

      Enquanto isso …

      Aonde está o tal “Careca”?

  14. maria rodrigues

    30 de abril de 2015 7:13 pm

    Se já existia a tornozeleira

    Se já existia a tornozeleira eletrônica para evitar a prisão de pessoas que prosseguiriam investigadas, por que foi necessária essa audiência em instância superior para que Moro entendesse que estaria sendo arbitrário? 

    Com relação a Gilmar Mendes, o que vem dele é sempre discutível, porque ele é do tipo que come pelas beiras, o do tipo que morde e assopra. Será que Gilmar quis beneficiar os empresários por algum interesse próprio? quem sabe!

    O fato é que um ato tão importante fica menor na medida em que não atinge os não-empresários, também presos. Quem deveria estar preso mesmo, como criminoso contumaz, deveria ser P.R. Costa e Youssef, em primeiro plano. Mas, ao que parece, esses dois terão o mesmo destino de todos os grandes ladrões. Estêves, por exemplo, não para de ser visto na mídia por seus feitos empresariais. Está mais rico do que nunca. A última é que ele pretende comprar o Correio Brasiliense, já falido – meio caminho para voltar à política, como Collor de Mello.

  15. Luís Henrique Donadio

    30 de abril de 2015 7:24 pm

    Depois quando eu digo que

    Depois quando eu digo que toda a análise (melhor dizendo: especulação) sobre as ações (e omissões – não é, meritíssimo Gilmar?) do STF aqui é completamente falha e desembasada, eu é que sou maluco…

    Não há a menor capacidade de entender as atitudes dos ministros, de encontrar a coerência nem os móveis por trás de cada um. Os retratos psicologistas se sucedem, e se contradizem uns aos outros, ao sabor das decisões do momento, sem que haja nenhum esforço para caracterizar o pensamento jurídico dos ministros. O herói de hoje é o bandido de amanhã, e vice-versa, numa análise rasa, tosca.

    Que tal conseguir posts de juristas, de gente que realmente entenda de direito, para explicar o que de fato está ocorrendo, em vez de nos manter nesse nível de desinformação?

  16. janes salete

    30 de abril de 2015 8:57 pm

    Pergunta: qual é o “menos

    Pergunta: qual é o “menos pior”? Myjseus, o que é nossa justiciaria!!!!!!! Vergonhosa! Quando vão dignificar esse poder?

  17. Frederico69

    30 de abril de 2015 11:37 pm

    pois eu acho que:

    tendo que esperar que ele tramitasse em todas as instancias antes de chegar em suas mãos e com a sanha que gilmar dantas tem para soltar um habeas corpus, ele devia estar em crise de ansiedade neste caso.

     

  18. wendel

    1 de maio de 2015 12:35 am

    E ………………….

    Como disseram – ” demorÔ STF” – a botar ordem no galinheiro !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  19. wendel

    1 de maio de 2015 12:48 am

    Republica(?) do Moro !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

     

    FOTO DOS SUBTERRÂNEOS DA REPUBLICA (?) DO MORO 

    FONTE; Site Tijolaço.

     

     

     

     

     

     

     

  20. Neideg

    1 de maio de 2015 2:52 am

    Gilmar é só mais um Tucano

    Gilmar é só mais um Tucano enamorado dos endinheirados. Juiz, ele nunca foi, nem aqui e nem na Cochichina. Por favor, me poupem de absurdos como ler algum artigo sobre juridiquices do nosso “Jurista”.

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