Relator no STJ decidirá se Queiroz volta a para prisão

Ministro Félix Fischer estava de licença médica até esta sexta-feira devido a uma cirurgia e já teve alta do hospital

Félix Fischer. | Foto: STJ/Divulgação

Jornal GGN – O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Félix Fischer deve retomar seus trabalhos na próxima semana e decidir sobre prisão domiciliar do ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Fabrício Queiroz. Fischer estava de licença médica até esta sexta-feira, 7 de agosto. As informações são de Bela Megale, no O Globo. 

Relator da Lava-Jato e do caso Queiroz, Fischer pode rever a prisão domiciliar cedida ao ex-assessor e sua esposa, Marcia Aguiar, que recebeu o benefício mesmo foragida. 

A prisão domiciliar foi cedida a Queiroz pelo presidente da Corte, João Otávio Noronha, durante o plantão do judiciário. Na ocasião, Noronha cedeu benefício pelo quadro clínico de Queiroz em meio a pandemia do novo coronavírus e argumentou que Márcia deveria acompanhar o militar aposentado no tratamento de um câncer.

Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Queiroz é investigado por suposto esquema de ‘rachadinha’ no gabinete do político na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro(Alerj), quando era deputado estadual. 

Fischer agora deve decidir sobre o pedido da Procuradoria-Geral da República (PRG) para Queiroz voltar para a prisão. Segundo a coluna, o ministro “deu sinais a colegas que, ao retomar os trabalhos, deve rever a decisão de Noronha e prender o ex-assessor de Flávio novamente”. 

Leia mais:
Além de R$ 72 mil, Michelle recebeu mais R$ 17 mil da esposa de Queiroz
Queiroz e esposa foragida conseguem prisão domiciliar no STJ

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  A estratégia de Bolsonaro para 2022

3 comentários

  1. Depois dessa sinalização nada proposital que vai rever a decisão de Noronha, Queiróz já deve tá de malas prontas para voltar para Atibaia, que tal o suposto sítio do Lula?

  2. A CPI que impediu o governo de Fernando Collor em 1992, teve como prova cabal, um cheque de seu ex-tesoureiro de campanha, PC Farias, usado para pagar a perua Fiat Elba 1990. Em valores corrigidos, a perua que já saiu de linha há muitos anos, custaria hoje, por volta dos R$ 20.000. Os R$ 89.000 já encontrados na conta da primeira-dama, depositados por Fabrício Queiroz, amigo de confiança do presidente Bolsonaro e até vésperas da campanha presidencial, assessor de gabinete de seu filho Flávio, o 01 são mais de 4 vezes o valor do cheque de PC Farias encontrado no pagamento do carro adquirido por Collor de Mello. No valor atual, os depósitos na conta de Michele Bolsonaro, dão cobertura na compra de veículos de bom padrão no mercado brasileiro, como: Kia Ceratto, VW Virtus, Chevrolet Cruze, Citroen Cactus, Hyundai Creta.
    E daí? Dai que hoje, uma Fiat Elba 1990 pode ser encontrada por 3 a 4 mil reais. Para Queiroz que já se gabou de ser um bom vendedor de carros, até por 2 mil reais encontra, mas como não é trouxa, não deposita dinheiro na conta de qualquer um.

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome