FENAJ e SJSP destacam “passo do autoritarismo” em censura ao GGN

"Essa postura arbitrária é mais um passo do autoritarismo que se instala no país, a partir de um governo com vocação fascista, inimigo declarado da liberdade de imprensa e dos jornalistas"

Jornal GGN – A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e o Sindicado dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo emitiram nota de repúdio à censura da Justiça do Rio de Janeiro aos jornalistas Luis Nassif e Patricia Faermann, sobre as reportagens relacionadas ao banco BTG Pactual.

“Essa postura arbitrária é mais um passo do autoritarismo que se instala no país, a partir de um governo com vocação fascista, inimigo declarado da liberdade de imprensa e dos jornalistas, aos quais agride seguidamente, por todos os meios. Mesmo assim, não conseguirá calar a imprensa”, escreveram as entidades.

Destacaram, na nota, a infração ao artigo 5 da Constituição brasileira, que determina a “livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

As instituições repudiaram e condenaram “a decisão do juiz Leonando Grandmasson Ferreira Chaves, da 32ª Vara Cível do Rio de Janeiro, de retirar do ar reportagens sobre o banco BTG Pactual produzidas pelo portal GGN, assinadas por Luis Nassif e a repórter Patrícia Faermann”.

“O Sindicato e a FENAJ conclamam a sociedade a repudiar todas as tentativas de censura e exigem que essa decisão judicial seja imediatamente revogada”, completaram.

Leia a nota de repúdio:

 

nota SP e FENAJ

 

 

 

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