7 de julho de 2026

Alerj decide abrir processo de impeachment contra Wilson Witzel

Votação na Assembleia Legislativa é o primeiro passo na análise; Flávio Bolsonaro já disse ser favorável ao vice-governador assumir o mandato
Foto: Reprodução/PSC

Jornal GGN – A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) votou favoravelmente pela abertura de um processo de impeachment contra o governador Wilson Witzel (PSC).

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De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a decisão foi tomada duas semanas depois da abertura de operação pela Polícia Federal que chegou ao Palácio das Laranjeiras.

A abertura normalmente fica a cargo do presidente da Casa – que, atualmente, é o deputado estadual André Ceciliano (PT). Apesar disso, Ceciliano realizou uma votação simbólica para determinar a continuidade do procedimento. Até esta quarta-feira (10/06), 14 pedidos de impeachment de Witzel estavam na mesa diretora da Alerj.

Os partidos terão 48 horas para indicar representantes de uma comissão que será responsável por avaliar a admissibilidade da denúncia. O governador Witzel será notificado para apresentar sua defesa no prazo de 10 sessões.

Depois que a comissão apresentar seu parecer, uma votação nominal será aberta para que os deputados decidam se são favoráveis ou não ao recebimento da denúncia. Witzel será afastado de maneira temporária caso a maioria seja favorável ao processo.

O afastamento definitivo será decidido por um tribunal misto de julgamento, composto por parlamentares da Alerj e desembargadores do Tribunal de Justiça. Eles serão responsáveis por votar a favor ou contra o afastamento definitivo do governador.

A pressão sobre Witzel aumentou após as acusações de corrupção envolvendo contratos da saúde – segundo o Ministério Público Federal, existem indícios de que o governador exerceu participação ativa quanto ao conhecimento e comando de contratações suspeitas.

Ao mesmo tempo em que a abertura do processo foi anunciada, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) veio a público dizer que poderia ajudar mais o Estado caso o vice-governador do Rio, Cláudio Castro (PSC), assuma a vaga de Witzel.

Afirmando ter destinado R$ 1,2 bilhão para o estado, o filho do presidente Jair Bolsonaro disse que poderia atuar melhor se tivesse melhor interlocução com o chefe do Executivo fluminense.

 

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2 Comentários
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  1. Cristiana Castro

    10 de junho de 2020 8:35 pm

    Agora vão tirar o nazista que a milícia emplacou pra colocar o crente que tb é da tchurma. Vamos ver até onde vamos pra servir aos EEUU. Que tristeza! Só o PT, mesmo pra tirar a gente desse limbo. Aliás, por isso foi eleito o inimigo nº1 da corja nazi-fascista.

  2. AMORAIZA

    10 de junho de 2020 9:13 pm

    Puxa, miraram bem na cabecinha!
    Ele diz que está tranquilo.
    Estou comprando pipoca para assistir de camarote.

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