Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro deu mais um sinal de apoio ao agronegócio nesta sexta-feira (16/10) ao afirmar que os produtores não serão mais afetados pelo chamado “pacote de maldades”, referindo-se medidas ligadas à preservação do meio ambiente incentivadas por outros países.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, Bolsonaro citou em seu discurso um encontro que teve com um chefe de Estado europeu (que não citou), onde teria dito que o Brasil “havia mudado” e não mais aceitaria imposições que afetassem o homem do campo.
Além disso, o presidente ressaltou que sua gestão “não cria dificuldades” para o agronegócio e ele e os ministros são “um parceiro de peso” para o setor. “O nosso Ministério do Meio Ambiente, do Ricardo Salles, é um ministério que realmente não atrapalha a vida de vocês. Pelo contrário, ajuda e muito. Relembrem, há algum tempo, como Ibama e ICMBio tratavam vocês e como esse tratamento hoje em dia é dispensado. Nós não criamos dificuldade”, declarou.
Contudo, Bolsonaro não comentou sobre a prorrogação da cota de importação de 187,5 milhões de litros de etanol produzido nos Estados Unidos sem imposto por mais 90 dias – manobra criticada pelo setor brasileiro e comemorada pelo governo de Donald Trump, que tenta se reeleger presidente.
Renato Lazzari
16 de outubro de 2020 10:04 pm“O agro é pop”…
Gastão Hartmann
16 de outubro de 2020 10:36 pmPacote de maldades é só contra trabalhadores.
Carlos Elisio
17 de outubro de 2020 1:15 pmPois é, pessoas más impediam os fazendeiros de destruir florestas, biomas, de invadir terras indigenas, de usar agrotoxicos proibidos.
Pura maldade contra estes bons brasileiros.