Cresce pressão em torno de futura indicação para STF

Enquanto Bolsonaro se comprometeu a indicar alguém ‘terrivelmente evangélico’, senadores querem um representante da região Norte na Corte

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Jornal GGN – A indicação para a vaga que será aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) em 2021 já começa a movimentar os bastidores em Brasília: embora o presidente Jair Bolsonaro tenha se comprometido em indicar alguém “terrivelmente evangélico” para a vaga, uma ala de parlamentares começou a trabalhar em torno de um nome da região Norte.

A segunda vaga será aberta em julho do próximo ano, por conta da saída de Marco Aurélio de Mello, que completará 75 anos – a idade máxima para seguir na Corte.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, um dos principais partidários da ideia de colocar um representante da região Norte no cargo é o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Um nome que tem circulado – e é preferido de Alcolumbre – é o do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Mauro Campbell, nascido em Manaus.

Aos 57 anos, Campbell chegou ao STJ em 2008, depois de ter atuado como procurador-geral de Justiça do Amazonas. Ele também foi cotado para todas as vagas abertas no STF desde 2015.

Contudo, Bolsonaro já se comprometeu em indicar um ministro terrivelmente evangélico junto à bancada evangélica da Câmara e com pastores. Dentre os que se enquadram em tal perfil, estão o ministro da Justiça André Mendonça (que é pastor presbiteriano), e o juiz federal carioca William Douglas, que tem o apoio de Silas Malafaia, pastor da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, e do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

A segunda vaga será aberta em julho do próximo ano, por conta da saída de Marco Aurélio de Mello, que completará 75 anos – a idade máxima para seguir na Corte.

 

 

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