Jornal GGN – O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) considerou a entrevista de seu suplente, o empresário Paulo Marinho, uma “invenção de alguém desesperado e sem votos”.
Na manhã deste domingo, o jornal Folha de São Paulo publicou a entrevista de Marinho à jornalista Monica Bergamo. Na ocasião, o empresário – que rompeu com o clã Bolsonaro após as eleições – afirmou que o filho do presidente lhe procurou em busca da indicação de um advogado criminal.
A busca era decorrente das sucessivas manchetes envolvendo Fabrício Queiroz, que era funcionário de Flávio no gabinete do então deputado na Assembleia Legislativa do Rio, devido ao esquema de “rachadinhas” e desvio de dinheiro público. Temendo o impacto para o governo do pai, Flávio buscava se defender.
A operação em questão mostrou um suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e atingiu Queiroz, ex-assessor de Flávio e amigo do presidente Jair Bolsonaro.
Em nota publicada em seu Facebook, Flávio Bolsonaro disse que Marinho “trocou a família Bolsonaro por Dória e Witzel, parece ter sido tomado pela ambição”, referindo-se aos governadores de São Paulo, João Doria (PSDB) e Wilson Witzel (PSC-RJ), antigos aliados do pai e hoje alguns dos principais opositores à atual política do presidente, principalmente no que se refere ao combate ao coronavírus.
“É fácil entender esse tipo de ataque ao lembrar que ele, Paulo Marinho, tem interesse em me prejudicar, já que seria meu substituto no Senado. Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão”, disse Flávio Bolsonaro. A íntegra da nota pode ser lida abaixo:
https://www.facebook.com/flaviobolsonaro/posts/1972770256191785?comment_id=240001164091389¬if_id=1589736719507292&
(com informações do jornal Folha de São Paulo)
Não é titular da conta da rachadinha
17 de maio de 2020 4:08 pmFlávio, procurou uma indicação de um advogado criminalista ou não?
O desespero não é de quem se diz…
Lúcio Vieira
17 de maio de 2020 5:17 pmPaulo Marinho foi colocado na campanha bolsonarista pelo seu amigo Bebiano. Os dois se afastaram da família no começo do governo mas devem ter conversado muito. Será que o Marinho é a “carta” que se esperava de mistérios do Bebiano? Agora, se preparando para campanha à prefeitura do RJ e não sendo pelo lado dos Bolsonaros, ataques mais virão, mostrando que Bolsonaros, suspeitas e crises, são uma estrada sem fim.
Rui Ribeiro
17 de maio de 2020 6:10 pmOs Cientistas que vierem a inventar a vacina anti-covid-19 serão pessoas desesperadas e que nunca tiveram votos
peregrino
18 de maio de 2020 12:57 amPaulo Marinho tem mais é que pedir proteção, de preferência particular…
já rola por aí que é bem capaz de fazer de tudo para passar a ser uma pessoa jurada de morte,
mais uma