Jornal GGN – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou regular ou fechar as redes sociais um dia depois que o Twitter indicou que seus usuários “chequem os fatos” em dois posts publicados por ele.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o Twitter marcou pela primeira vez duas postagens efetuadas por Trump, pedindo que seus usuários checassem as publicações. As mensagens estavam relacionadas com a votação nas eleições presidenciais programadas para novembro.
O presidente sugere a existência de fraude, e que “caixas de correio serão roubadas, as cédulas serão falsificadas e até impressas ilegalmente e assinadas de forma fraudulenta”.
Citado pelo jornal The New York Times, um porta-voz do Twitter afirmou que as marcas foram incluídas porque as mensagens “contêm informações potencialmente enganosas sobre os processos de votação, e foram rotulados para fornecer um contexto adicional”.
Trump acredita que as plataformas de mídia social “silenciam totalmente as vozes conservadoras”, e afirmou que haverá uma regulação forte – ou mesmo o fechamento delas – antes que eles permitam que isso venha a acontecer.
….happen again. Just like we can’t let large scale Mail-In Ballots take root in our Country. It would be a free for all on cheating, forgery and the theft of Ballots. Whoever cheated the most would win. Likewise, Social Media. Clean up your act, NOW!!!!
— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) May 27, 2020
Rui Ribeiro
28 de maio de 2020 1:35 amGostaria de ver a humanidade off LINE de novo. Portanto, fecha, Trump as redes sociais. Eu quero ver do que a população, fora do ar, é capaz de fazer
Ia bater uma síndrome de abstinência tão grande na Zayda que ela iria largar o álcool… ou o céu da boca… de tanto beber
O povo vai zumbizar as urbes e o orbe, mesmo que a Uber derreta, tal qual manteiga na Frigidaire
O Trump não correria o risco de ser eleito novamente nem para ser síndico de galinheiro, ainda que concorresse com um rato
É vero esse bilete
Carlos Elisio
28 de maio de 2020 4:41 amLá como cá, o sujeito que ocupa a presidência taxa de “liberdade de expressão ” a veiculação de mentiras e destruição de reputações lelas redes sociais. Para estes pseudogovernantes, a imprensa tradicional é inservível pois suas fraudes não seriam replicadas (ao menos não deveriam ser).
Mas o que espanta é que o inútil daqui reproduz tudo o que não presta do inútil de lá. Como exemplo a apologia ao placebo da morte, a cloquina, e as orientações insanas que vão contra a lógica e as recomendações médicas internacionais que nos colocaram em segundo no mundo em contagio e breve em mortes por COVID, atrás apenas dos EUA.
Rui Ribeiro
28 de maio de 2020 3:40 pmEis um exemplo de casuismo