4 de junho de 2026

Senado aprova projeto de Serra que muda regras do pré-sal

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Da Agência Brasil

O Plenário do Senado aprovou hoje (24) o projeto de lei que acaba com a participação obrigatória da Petrobras na exploração dos campos do pré-sal. O texto, que agora será votado na Câmara,  estabelece que a estatal terá a prerrogativa de escolher se quer ser operadora do campo ou se prefere se abster da exploração mínima de 30% a que a lei a obriga atualmente.
 
“Hoje, a lei obriga a Petrobras a participar de algo que ela não quer e isso puxa o processo para baixo”, explicou o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que foi escolhido relator ad hoc (substituto) do projeto porque o relator titular, senador Ricardo Ferraço (Sem Partido – ES), está em viagem oficial.
 
O parecer aprovado é um substitutivo ao projeto original do senador José Serra (PSDB-SP) que propunha o fim da participação obrigatória da Petrobras na exploração do pré-sal, mas não dava a ela a prioridade sobre os campos. Pelo substitutivo, caberá ao Conselho Nacional de Política Energética oferecer à Petrobras a exploração mínima de 30% em cada campo e a empresa se manifestará se aceita ou não a responsabilidade.

 
O texto provocou longo debate, que se iniciou na sessão de ontem e foi retomado hoje no início da tarde. Vários senadores se manifestaram contrários à matéria, especialmente os do PT, que consideram que o projeto entrega o petróleo brasileiro para empresas estrangeiras a preço baixo, uma vez que o barril do óleo está com a cotação muito barata.
 
“Eu resumo este projeto num ponto central. Nós estamos querendo entregar o pré-sal a preço de banana para as multinacionais do petróleo, por US$ 30 o barril. A Petrobras descobriu, fez todo o investimento e agora, a US$ 30, querer tirar a Petrobras, não tem outro nome. Nós estamos entregando na bacia das almas o nosso futuro, o pré-sal”, argumentou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).
 
Para o autor do projeto, no entanto, o objetivo é o oposto. Serra lembrou que a Petrobras vem enfrentando forte crise econômica e não tem condição de fazer os investimentos necessários para a exploração do petróleo do pré-sal. Na opinião dele, é prejudicial para a empresa ter a obrigatoriedade da exploração.
 
“A Petrobras é uma empresa que tem tradição de eficiência, de pioneirismo, tem tradição de uma empresa com bons quadros, muita gente boa, apesar de toda a degradação da gestão feita nos últimos anos. O problema é financeiro. A Petrobras está quebrada financeiramente”, afirmou Serra. “Não se está tocando em nenhuma prerrogativa da Petrobras, apenas tirando alguns grilhões que ficam amarrando e confundindo a vida da empresa”, completou o senador de São Paulo.

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45 Comentários
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  1. CB

    25 de fevereiro de 2016 10:42 am

    24 de fevereiro entra para a

    24 de fevereiro entra para a história como mais uma de suas datas infames.

  2. Aracy_

    25 de fevereiro de 2016 10:43 am

    Omissão

    Primeiro levaram as teles estatais, e o povo brasileiro não reagiu. Depois levaram a estatal Cia. Vale do Rio Doce, e o povo  brasileiro também permaneceu inerte. Agora estão levando o pré-sal, e o povo continua iludido. Até o dia em que os brasileiros desinformados se derem conta de que não poderão sobreviver da lama da Samarco.

    1. wendel

      25 de fevereiro de 2016 1:24 pm

      Então…………

      Aracy, não foram somente etas que vc citou, foram várias outras vendidas na bacia das almas pelo governo fhc com àquela privataria!

      Eu mesmo trabalhei no LLoyd Brasileiro, e foi um dos que foram extintos para que se entregasse o comercio marítimo internacional às companhias estrangeiras que hj detêem seu total controle. Outra foi a Central do Brasil, que sucateada, foi doada a sanha dos estrangeiros, CSN, Açominas e várias utra que declino em comentar por ser de domínio público.

      Assim minha cara amiga, os traidores, entreguistas além de outros nomes que prefiro omitir, traíram vergonhosamente nossa Nação, e o que é pior, com o aval da Dilma!!!!

      Vergonha, é o que sinto no momento !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      PS.: Emobra alguns ainda acreditem que possamos reverter este estupro, tenho minhas dúvidas, e só havendo sucesso, voltarei a acreditar nos destinos desta nação. Do contrário…………….., e infelizmente todos nós, não inseridos nas decisões deste mesmo destino, continuaremos apenas escravos, nada mais !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

      Outro fato que me revolta, é que ficamos sem lideranças, e a ralé que está acéfala, bem instruida poderia ser instada a irem às ruas para protestar, mas a mídia pmrostituta, faz bem seu papel!!!!!!!!!!!!!!!!!

      Bando de traidores !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  3. Ritinha

    25 de fevereiro de 2016 10:48 am

    O Serra não é o único culpado

    O Serra não é o único culpado pela entrega pelo pré-sal. Sim ele foi o articulador, mas sozinho não teria sucesso. Precisou de uma galera para que o projeto fosse em frente. Estou aqui pensando quantas pilas cada um deve ter levado…

    Anotem os nomes dos senadores que ajudaram. Mas não fiquem apenas neles; também leiam os nomes dos ausentes. Dois senadores do PT e uma do PSB simplesmente faltaram. Caso estivessem presentes a entrega do pré-sal não teria vencido.

    Apesar de toda antipatia que tenho pelo Serra, na verdade ele se elegeu com proposta entreguista, traidores foram os senadores de esquerda que entregaram o pré-sal, uma porque mudou de partido e revelou o caráter (Marta Suplicy) e outros porque resolveram não ir (Lídice da Mata-PSB, Jorge Viana e Walter Pinheiro – PT)  Pra mim são estes os verdadeiros traidores!

     

  4. Ninguém

    25 de fevereiro de 2016 10:57 am

    O governo Dilma acabou.

    Para mim, acabou. Vou defender a manutenção da PR, vou defender a democracia, vou defender a luta contra o golpe, mas o governo Dilma, não defendo mais.

     

    1. Edson J

      25 de fevereiro de 2016 11:42 am

      Dois

      Dois. O governo Dilma é indefensável. Em praticamente tudo.  O ex-presidente Lula (e futuro, se Deus quiser) deve estar arrependidíssimo de mais essa sua infeliz (a maior) indicação. 

      1. Doug_SP

        25 de fevereiro de 2016 12:42 pm

        Três. Dilma perdeu o rumo,

        Três. Dilma perdeu o rumo, deu um ‘bye bye” para o que acha(va)(mos) mais importante para o país.

        1. Álvaro Noites

          25 de fevereiro de 2016 1:50 pm

          Quatro.
          Não sigo covardes.

          Quatro.

          Não sigo covardes.

          1. André élebê

            25 de fevereiro de 2016 4:02 pm

            Cinco.
            Vou além. Dilma
            Cinco.

            Vou além. Dilma banca a “neutra” nessas horas, eu serei daqui por diante “neutro” em relação às manobras pró golpe. Será tudo feito dentro da “lei”, mesmo – e não adianta defender o regime quando o governo de plantão o sabota. Ela que caia, e se for presa por um motivo qualquer não derrubarei uma única lágrima.

          2. Ninguém

            25 de fevereiro de 2016 10:41 pm

            Discordo.

            São duas coisas distintas. Uma é ser crítico ao governo dentro do espírito democrático. A outra, que você parece estar defendendo, é a completa indiferença em relação a uma mudança de governo por via não democrática. Você deveria, como todo cidadão com um mínimo de senso cívico, defender a democracia e o voto. Defender isso não é a mesma coisa que defender o governo. Se ela cair e for presa “por um motivo qualquer”, quem perde não é só ela e/ou o governo, mas a democracia e todos nós. Quem é capaz de dar um golpe é capaz de qualquer coisa. Já vimos esse filme antes. E o final não é nada feliz.

  5. Sérgio T.

    25 de fevereiro de 2016 11:19 am

    Qual é a verdade?

     

    Essa notícia omite a informação dada no Viomundo, onde ele confirma que aquele “rumor” da semana passada era verdadeiro… Faz tempo que eu sei que esse governo é de direita, quem sabe alguns agora acreditem…

    Aqui:

    Senador do PT se diz traído por Dilma: Governo fecha acordo com Serra e concede cabeça-de-ponte a petrolíferas estrangeiras no pré-sal

    publicado em 24 de fevereiro de 2016 às 22:54

    Captura de Tela 2016-02-24 às 22.53.17

    por Luiz Carlos Azenha

    Até a metade da tarde desta histórica quarta-feira um grupo de senadores do PT estava certo de que o governo Dilma iria se opor firmemente à aprovação, no Senado, do projeto do tucano José Serra que acaba com a obrigatoriedade legal de a Petrobrás ter participação mínima de 30% em todos as áreas do pré-sal.

    Eles tinham se encontrado com os ministros da Casa Civil Jacques Wagner e da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, auxiliares próximos da presidente Dilma. Deles, ouviram que o governo se opunha ao projeto de Serra. Com a mesma impressão ficou o presidente da Federação Única dos Trabalhadores (FUP), José Maria Rangel, que acompanhou os petistas.

    Durante todo o dia, ativistas do PT usaram as redes sociais para denunciar o projeto entreguista de Serra.

    No entanto, quando o debate acalorado chegava ao ápice no Senado, os senadores José Serra e Romero Jucá se retiraram do plenário para negociar. Jucá apresentou um substitutivo que manteve a essência do projeto de Serra e recebeu apoio do governo Dilma. Depois que Jucá anunciou o acordo no plenário, ele foi aprovado por 40 votos a 26, com oposição dos senadores do PT menos Humberto Costa, que se absteve.

    Minutos antes, assessores do senador petista Lindbergh Farias calculavam um placar de 36 a 34 para derrotar o projeto de Serra. Um deles resumiu: “O Senado tem gente bem definida, de direita e de esquerda. Mas tem um miolo que navega de acordo com a conveniência. Com o acordo, mudaram de lado. Agora, estes senadores ideologicamente indefinidos vão cobrar alguma emenda do governo e fica tudo por isso mesmo”.

    Para Lindbergh, a presidente Dilma traiu os senadores petistas. No Facebook, ele desabafou:

    VERGONHA!

    Lutamos por dias em defesa da soberania nacional e do nosso patrimônio. Fizemos o debate no plenário, dialogamos com os movimentos e com os senadores e senadoras. A mudança de orientação do governo, durante a tarde de hoje, nos deixou perplexos e desarmou nossa luta, abrindo mão do enfrentamento em prol de um péssimo acordo com o PSDB que causa um prejuízo enorme ao Brasil.

    Mas essa foi apenas a primeira batalha. Vamos continuar a debater com a sociedade, fortalecendo um grande movimento em defesa do pré-sal, influenciando o processo na Câmara e dizendo claramente: a presidenta Dilma precisa voltar para a posição original do governo e VETAR o PLS 131!

    PETROBRAS NÃO PEDIU PARA SER DESOBRIGADA

    A Petrobras não pediu ao senador José Serra, autor do projeto, para ser desobrigada da participação legal mínima de 30%. Apesar de seu perfil de homem do mercado, o presidente da estatal, Ademir Bendine, se disse contrário ao projeto.

    A quem interessa a mudança? Às petrolíferas estrangeiras, obviamente. Em recente visita ao Brasil, o presidente da Shell, Ben van Beurden, disse claramente: “Isso (a abertura) disseminaria o risco, traria mais capacidade e mais investimento”.

    Porém, como lembrou o ex-ministro das Minas e Energia Edison Lobão durante o debate no Senado, praticamente não há risco no pré-sal. A Petrobras não depende da capacidade tecnológica externa para explorar em águas profundas ou super-profundas. Lobão também argumentou que os investimentos da Petrobras serão pagos pelos próprios resultados da exploração.

    A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) informou que a Petrobras tem reservas já garantidas de 14,5 bilhões de barris. Ou seja, não há pressa para fazer novos leilões. Por que o açodamento para votar o projeto de Serra em regime de urgência, sem passar pelas comissões do Senado? Por causa da fragilidade do governo. Com o acordo, é certo que o projeto passará pela Câmara e não será vetado pela presidente Dilma — a não ser que ela traia o acordo que fez com PMDB/PSDB.

    AS CONSEQUÊNCIAS

    Pelo acordo, a Petrobras terá preferência na exploração do pré-sal, mas a preferência terá de passar pelo crivo do Conselho Nacional de Política Energética, onde a Presidência da República tem grande peso.

    O tuiteiro Claudio Calente foi preciso: “Quando um PSDB da vida assumir, já sabemos que a Petrobras não vai querer explorar mais nada do pré-sal”.

    Ele resumiu as consequências do acordo Dilma-Jucá-Serra: o papel da Petrobras no pré-sal deixa de ser institucionalizado e passa a depender do governo de turno.

    Também fica muito mais sujeito às pressões do lobby das petrolíferas, que é imenso.

    Ao discursar hoje no Senado, o tucano Aécio Neves mencionou Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura. O economista é frequentemente citado nos jornais e faz aparições na TV Globo. Os artigos deles são reproduzidos no site do Instituto Millenium. Antes de discursar, Aécio conversou com Alexandre. Os argumentos do economista salpicaram os discursos de senadores favoráveis ao projeto de Serra.

    O lobby das petrolíferas conquistou hoje uma cabeça-de-ponte no pré-sal: eliminou os 30% obrigatórios da Petrobras. Também fazem parte de seus objetivos acabar com as exigências de conteúdo nacional e trocar o regime de partilha pelo de concessão, da era FHC. Nele, as petrolíferas adiantam um dinheiro ao Tesouro mas embolsam todos os lucros do petróleo posteriormente extraído.

    No caso do pré-sal, isso é mamão com açúcar, dado o baixo risco de não encontrar petróleo e a possibilidade de ganhar dinheiro mesmo com o preço deprimido do produto (a Petrobras retira petróleo do pré-sal a U$ 8 ou U$ 9 o barril).

    POSIÇÃO DÚBIA

    Em janeiro deste ano, o Viomundo reproduziu com baixíssima repercussão notícia sobre uma visita do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) ao ministro das Minas e Energia Eduardo Braga e à presidente Dilma Rousseff.

    Ele saiu otimista de que a Petrobras perderia seu papel no pré-sal. Foi o que, para todos os efeitos, aconteceu nesta quarta-feira.

    Uma imagem singela, de antes do debate desta tarde no Senado, assume significado em retrospectiva: ao lado de Renan Calheiros, que empurrou o projeto de Serra às pressas no Senado, aparecem o tucano e a senadora Sandra Braga, esposa de Eduardo Braga, o ministro de Dilma.

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    “Não tenho dúvida de que se o governo jogar com decisão e firmeza enterra o projeto entreguista de Serra”, escreveu o senador Roberto Requião no twitter antes da votação.

    Depois, resumiu: “Deixamos de derrotar a proposta do Serra porque o governo se aliou a ele. Fique o registro para a história”.

    E, em seguida, reproduziu o tweet da Carta Maior: “Serra, o vitorioso da noite: quebrou o regime da partilha como prometera à Chevron; ganhou respeitabilidade que nunca teve. Graças ao governo”.

    Serra, num aparte durante o debate no Senado, incluiu o WikiLeaks entre os “blogs sujos”. Mas o telegrama vazado sobre ele não deixa dúvidas.

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    Conforme noticiou a Folha em 2010:

    “Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama.

    O despacho relata a frustração das petrolíferas com a falta de empenho da oposição em tentar derrubar a proposta do governo brasileiro.

    O texto diz que Serra se opõe ao projeto, mas não tem “senso de urgência”. Questionado sobre o que as petroleiras fariam nesse meio tempo, Serra respondeu, sempre segundo o relato: “Vocês vão e voltam”.

    A executiva da Chevron relatou a conversa com Serra ao representante de economia do consulado dos EUA no Rio. O cônsul Dennis Hearne repassou as informações no despacho “A indústria do petróleo conseguirá derrubar a lei do pré-sal?”.

    A derrubada, diz o Viomundo, começou!

    Abaixo, como votaram os senadores:

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    1. Adma Andrade Viegas

      25 de fevereiro de 2016 1:05 pm

      Muitos não quiseram ver

      Os indícios sempre foram muito fortes.

      Primeiro, a atitude thatcheriana na relação com os servidores federais;

      Segundo, a submissão à mídia hegemônica (Lula podia ter medo mas não era submisso);

      Terceiro, a omissão  indiferente em relação às inujustiças contra companheiros de partido, como no julgamento da AP  470 e agora na Lava Jato;

      Quarto, a insistência em manter um tucano como ministro da Justiça;

      Quinto, a recondução de Janot na PGR;

      Sexto, a reforma da Previdência e inúmeras medidas contra aposentados, pensionistas e trabalhadores;

      Sétimo, cortes brutais na educação, atingindo a pesquisa e a verba  das universidades federais;

      Mas  esse “acordo” com a oposição envolvendo a entrega do pré-sal realmente eu não esperava.  Me surpreendeu. Foi a pá de cal.

       

      1. Sérgio T.

        25 de fevereiro de 2016 2:50 pm

        Mínimo necessário

        Adma, fico com o dito por alguns colegas de blog comentando aqui. Vou lutar pela legalidade e legitimidade de um governo eleito segundo a legislação vigente… Ponto!

        De resto, fico com meu pensamento econômico e social, minha ideologia e meu trabalho. Isso significa combater politicamente governos e políticos com os quais eu não concordo. O governo Dilma está nesse meio. Não vou deixar de combate-lo porque existe um partido pior assombrando o poder (PSDB), dando mote para este governo incompetente se auto desculpar… Chega de engolir desculpas “pragmatistas”…

        Um abraço.

         

  6. gabi_lisboa

    25 de fevereiro de 2016 11:25 am

    Faltou mencionar com letras garrafais: O GOVERNO DEU

    SUPORTE AO PROJETO VOTADO. DILMA TRAIDORA VENDIDA.

  7. peregrino

    25 de fevereiro de 2016 11:31 am

    e assim caminha o Brasil…

    com o governo tendo que se sujeitar às chantagens do legislativo e do judiciário para não ser derrubado

  8. peregrino

    25 de fevereiro de 2016 11:34 am

    não foi o governo que acabou…

    foi o Brasil dos pobres, dos nossos filhos e dos nossos netos

  9. Maria Rita

    25 de fevereiro de 2016 11:38 am

    Estão aperfeiçoando o golpe

    Estão aperfeiçoando o golpe jurídico-midiático. Nem precisa mais de impeachment. Troca-se pescoços políticos por acordos entreguistas ao preço de uma verdadeira república das bananas. Foi mera coincidência a ação de arquivar denúncias contra Jacques Wagner e os dois Aloysios paulistas ,um do PT e outro do PSDB? Logo ontem, no meio de comentários de um Romero Jucá asqueroso afirmando que a casa civil estava de acordo com o projeto de abertura do pré-sal da nossa ex-Petrobrás? Tem o governo agora várias casas civis, vários primeiros ministros de vários partidos. O sistema político é um verdadeiro fracasso, graças a despreparados como os concurseiros do MPF, da PGR e Supremos tão ínfimos como a medicrodade do momento exige. Nunca vi tanta liderança decadente, só elas são capazes de irresponsávelmente entregar os meios de sobrevivência de um país inteiro. Lula começa sua trajetória com um governo paralelo que deu certo até algum tempo atrás. Foi nosso melhor presidente. A oposição, por razões diferentes, chega ao paroxismo de imitar Lula no governo paralelo. Aparentemente deu certo. A direção é que é lastimável, com o Brasil e toda sua fauna política rolando ladeira abaixo. Se desenhasse bem, desenharia o Congresso com homens e mulheres muiito bem vestidos, de costas para o povo eleitor, com suas bundas totalmente expostas. Infelizmente, Dilma, até segunda ordem, é uma sombra. Como diria Cazuza, Brasil, mostra a tua cara! Porque eles mostraram a outra.

  10. Ivan de Union

    25 de fevereiro de 2016 12:00 pm

    Comecou.
    Num dia o senado

    Comecou.

    Num dia o senado aprova lei de pre sal que entrega as petroleiras brasileiras pros Estados Unidos.  No proximo, aprovam lei que “tipificam” terrorismo.

    Nao podia dar outra…

  11. Renato Miranda

    25 de fevereiro de 2016 12:01 pm

    Governo entreguista

    Primeiro, assistimos um governo assistencialista que atende a bancos e ao sistema financeiro (vide taxas de juros, bom prá quem?)

    Agora vemos um governo traidor do povo brasileiro, entregando a PETROBRAS e o petróleo brasileiro.

    Francamente, estamos mal na foto.
    Estou convicto que estamos sem liderança e sem rumo. E o pior de tudo, não vejo nenhum político do partido que for, disposto a lutar por mudanças e melhorias.

    Tudo que leio, vejo e observo, são políticos defendendo projetos de poder e interesses pessoais. Sem execção.

    Estamos nos tornando um país triste.

    De quantos anos ou gerações precisaremos para voltar a crescer e ter esperanças?
     

  12. Wilton Santos

    25 de fevereiro de 2016 12:34 pm

    Se a Dilma ainda tiver o mínimo de dignidade ela deverá vetar…

    Se a Dilma ainda tiver o mínimo de dignidade ela deverá vetar esse projeto de Lei

    1. Sergio SS

      25 de fevereiro de 2016 1:03 pm

      Ela não pode…

      PLS – Projeto de Lei do Senado, vai para a Camara e depois é automaticamente converido em lei. Não passa pelo Executivo. Pode-se arguir sua inconstitucionalidade, por alguma brecha jurídica.

      José “Chevron” Serra sabe o que faz e Dilma (e o país) está sitiada por hienas do naipe de Renans, Jucás, Moros e Gilmaus…

      Países de forte tradição nacionalista, como Inglaterra, EUA, França, China e Rússia devem estar estupefados com o entreguismo do Congresso de uma nação gigante (como diz o AA, isto nunca aconteceria naquelas praças), mas ao mesmo tempo estão com sorrisos de tubarão. 

      1. Edson J

        25 de fevereiro de 2016 1:51 pm

        Poder

        Ela não pode mas não precisava aderir. Ou seja, trair mais uma vez a quem a elegeu. E, agora, ao país. 

      2. Wilton Santos

        25 de fevereiro de 2016 1:52 pm

        Obrigado pela correção!

        Obrigado pela correção!

        1. Sergio SS

          25 de fevereiro de 2016 2:38 pm

          Correção minha…

          Você está certo, Wilton, o PLS segue para a Camara e, se não houver alteração, vai sim para sanção ou veto da Presidência.

          Somente projetos de leis complementares, se não me engano, não vão à sanção presidencial.

      3. sergior

        25 de fevereiro de 2016 1:56 pm

        Acho que você fugiu das aulas

        Acho que você fugiu das aulas de Constitucional. 

      4. bfcosta

        25 de fevereiro de 2016 2:35 pm

        Pode vetar sim

        Lógico que a presidente pode vetar o projeto, alegando que o mesmo é contrário ao interesse público. Mas aí duas coisas tem que ser vistas. Uma é que o veto presidencial é analisado pelo congresso nacional e pode ser derrubado. Outra é que, segundo consta, houve um acordo entre governo, PMDB e PSDB para a aprovação do projeto de lei, o que sugere que Dilma vá sancionar o projeto de lei sem vetos.

         http://gabrielmarques.jusbrasil.com.br/artigos/232646018/como-funciona-o-veto-do-presidente-da-republica

  13. emerson57

    25 de fevereiro de 2016 12:55 pm

    Acorda

    O Brasil acorda a cada dia pior que no dia anterior.

    O capital internacional e os paises que são dirigidos por gente que pensa, com a ajuda dos paneleiros nativos, vão conseguindo reduzir nosso pais a um imenso bananal.

    A economia murcha e a inflação preventiva sobe.

    Os filhos dos paneleiros começam a perder os seus bons empregos, porém. Sem chance de recolocação.

    Chorem que a mamãe compra outro!

    1. Álvaro Noites

      25 de fevereiro de 2016 1:47 pm

      Se ao menos temos um consolo

      Se ao menos temos um consolo é ver os paneleiros amargando o que sempre pregaram ao pobres.

      Estão agora conhecendo a face sombria do desemprego.

      Quiseram brincar de revolucionários e revoltados desde 2013, hoje a conta chegou.

      PS: Por incrível que pareça ainda vejo alguns coxinhas insistindo em denegrir a imagem do Rio e das Olímpiadas para os estrangeiros no faceburro (postando inclusive em inglês). Não adianta, eles não saem da midiatrix, se recusam a tomar a pílula vermelha mesmo sofrendo as consequências da coxinhice.

  14. vera lucia venturini

    25 de fevereiro de 2016 1:05 pm

    Estou de luto. Na conta do

    Estou de luto. Na conta do Lindenberg Farias a medida de roubo da Petrobrás não passava. Dilma sacaneou o PT e os brasilerios. Se é para acabar com o país porque ela não entra no Psdb de uma vez?

    Ninguém vai bater panela e ela poderá acabar com o projeto de educação, com a  bolsa família  e com a aposentadoria dos trabalhadores. Terá como vantagem não ser caçada e poderá frequentar os rapapés do Gilmar Mendes. E poderá ser amiga da Miram Leitão, da Cristiana Lobo e caterva.

    Ah! Esqueci da cereja do bolo: poderá também mandar a PF do Zé Cardoso produzir documentos para prender o Lula. Já imaginou a Dilma e o Zé Cardoso dando um comando para a Polícia Federal?

    E falta um recado para o canalha juiz Moro: o Zé Dirceu está preso pro lobby, não é seu lesa  patria? Nesses dias o congresso estava cheio de lobistas das petroleiras estrangeiras comprando voto de senador. Vai encarar? Ou já tinha recebido visita dos lobistas anteriormente?

    1. wendel

      25 de fevereiro de 2016 1:28 pm

      E……………

      Vera, o juizeco da 1ª instância de Curitiba não recebe visitas de llobyes, ela viaja constantemente para Nova York,  tal qual a maioria dos membros da fôrça tarefa da Vaza Jato e o Janot!!!

      Só não vê quem não quer !!!!@

      Para nós, todos infelizmente estão vendidos !!!!!!!!!!!!!!!!!!

       

      PARA DESGRAÇA DA NAÇÃO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

  15. Cintra Beutler

    25 de fevereiro de 2016 1:41 pm

    Em outras épocas

    2013 – SERRA PROMETEU À CHEVRON MUDAR REGRAS DO PRÉ-SAL:

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/93008/Serra-prometeu-%C3%A0-Chevron-mudar-regras-do-pr%C3%A9-sal.htm

    Brazil – Nos bastidores, o lobby pelo pré-sal:

    https://wikileaks.org/Nos-bastidores-o-lobby-pelo-pre.html

  16. Álvaro Noites

    25 de fevereiro de 2016 1:43 pm

    Dilma acaba de bater o último

    Dilma acaba de bater o último prego do próprio caixão.

    Os poucos apoiadores que ainda restavam irão embora.

    Me pergunto se compensou dar a cara a tapa defendendo o Governo, tendo como consequências amizades desfeitas, reputação profissional abalada e expectativas integralmente frustradas.

    Esse Governo não defendo mais, não há mais credibilidade.

    A liderança se dá sobre pessoas que seguem coragem, quando a covardia se sobrepôes a coragem, acabou-se a liderança.

    1. wendel

      25 de fevereiro de 2016 4:46 pm

      Então…………

      Álvaro, faço minha suas palavras. Tudo que vc diz que passou eu minha familia e amigos tb passamos.

      Daí a pergunta – Valeu a pena ? Daqui por diante, se ela não vetar esta traição, faço que nem muitos – Renuncio a ela, ao PT, e a todos os politicos desta nação escravizada!!!! Resistirei até a última gota a ser colonizado, pois o Pré-Sal, tal como era, com o modelo de partilha, possivelmente seria nossa libertação nos campos da educação e saúde.

      Agora, o que resta ???????????????

      Vergonha !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    2. Carlos P.

      26 de fevereiro de 2016 12:22 am

      estou contigo

      concordo contigo. PT Dilma e Lula nao contem mais comigo. Meu lugar é mais à esquerda…bem mais

  17. Ozzy

    25 de fevereiro de 2016 1:47 pm

    Isso é patético. Ninguém cai

    Isso é patético. Ninguém cai nesse papo de que a mudança da lei é entreguismo. A mudança permite apenas que a Petrobras possa não participar de alguns campos. E, bem, pra quem acha que os gringos estão loucos pra tomar nosso pré-sal, sempre vale a pena lembrar que eles não deram as caras nos últimos leilões, quem levou tudo foram os chineses.

  18. Pereira LF

    25 de fevereiro de 2016 1:54 pm

    O debate rendeu um bom resultado

    Não há motivo para histeria. A imposição de participação compulsória em todos os projetos era um ônus insensato diante dos problemas financeiros atuais da Petrobras. A exploração de poços seria muito prejudicada se dependente do caixa da estatal. Não há inoportunidade em razão dos preços baixos atuais; o ganho/partilha é proporcional hoje ou amanhã se o preço se recuperar. O Governo foi inteligente, pragmatico ao negociar o substitutivo. O poder decisório ficou com a Presidência, o direito preferencial ficou garantido à Petrobras, foi mantido o sistema de partilha, etc. O Governo usou de racionalidade e Gleysi Hoffmann, Humberto Costa, Lindenberg (entre outros) fizeram papel de bobos ignorando acordo costurado pelo Planalto. Exploração de petroleo gera empregos. Isso é o que importa. 

    1. SERGIO GOVEA

      25 de fevereiro de 2016 2:18 pm

      Exatamente. Foi mais vitória que derrota. Concordo.

      Prezado  Pereira,

      Você pode ter certeza de quem está apenas criticando não leu o substitutivo e não entende de manobras.

      Acho que essa costura tem a mão  do ex-governador Jaques Wagner.

      A trama foi muito bem engendrada.

      O mico acabou ficando com o próprio PSDB.

      O  resto é discurso…

      Deixem-nos discursar… é emblemático, mas não é pragmático.

      ———–

      As pessoas não  percebem que a decisão de ontem alivia a pressão pela venda de ativos fixos.

      Aí , sim… sou contra.

      Valeu.

      —————————–

    2. Gilson AS

      25 de fevereiro de 2016 2:31 pm

      “O poder decisório ficou com

      “O poder decisório ficou com a Presidência, o direito preferencial ficou garantido à Petrobras, foi mantido o sistema de partilha, etc.”

      Mas aqui que está o x da questão.

      O pré- sal deixou de ser programa de estado para ser programa de governo. Enquanto o atual governo estiver no poder, tudo bem, não muda quase nada.

      Quem garante que o PSDB no poder, não abrirá mão desse direito. Perceberam o detalhe ?

      A oposição está jogando com o futuro.

      Se em 2018 eles ganharem as eleições, o pré-sal já era, eles abrirão mão desse direito entregando tudo para empresas gringas.

      A sutileza da entrega do patrimônio está no pequeno detalhe.

      O Serra já provou que é bom nisso !

      1. peregrino

        25 de fevereiro de 2016 2:33 pm

        perfeito…

        é exatamente isso aí, governos mudam

        a entrega foi para o mercado futuro

        e de melhorias imediatas não teremos nada, eles não se interessam, pelo menos enquanto o barril não chegar aos 50

      2. Sérgio T.

        25 de fevereiro de 2016 3:26 pm

        Certeiro!

        Certeiro Gilson!

        A configuração idealizada para o pré sal era ser política de Estado, agora não é mais.

        Aqui tem gente que justifica tudo, problema deles, mas alegar que a gente está “se enganando”, que “não leu direito”, ou pior, que não sabe “interpretar” o que está acontecendo é de uma pobreza de dar dó… A novidade trazida pelos idólatras agora é que nem os senadores petistas sabem a real situação. Risível se não fosse trágico.

        Tudo em nome ou intuito de diminuir uma pressão política que simplesmente não vai diminuir. A grande mídia, MPF/PF e a oposição não vão parar. A ação política deles é de terra arrasada, de matar ou morrer!

        Um abraço.

  19. era republicana

    25 de fevereiro de 2016 3:04 pm

    omo disse ontem, a jogada do

    omo disse ontem, a jogada do serra era abrir uma brecha para que,

    quando os tucanos assumssem em 20118, pudessem então fazer o

    que quisessem na presidencia tucana da petrobrás…

    cabe aos que não admitem isso, lutar para que não ocorra a profecia serrista…

     

  20. Jair Oliveira

    25 de fevereiro de 2016 3:12 pm

    Lembre-se ROUBAR PETRÓLEO EM ALTO-MAR no pré-sal é muito fácil.

    É em alto-mar. Encheu o navio de petróleo e SUMIU vão para onde quiser.

    Quem vai fiscalizar a produção desse Petróleo? 

    Se tiverem tirando 1.000.000 hum milhão de barris e informarem que estão tirando

    100.000 cem mil, quem vai fiscalizar?

    VÃO ROUBAR TODO NOSSO PETRÓLEO EM ALTO-MAR. MUITO MAIS FÁCIL

    QUE INVADIR IRAQUE, IRÃ, ARABIA SAUDITA.

  21. Luiza

    25 de fevereiro de 2016 3:30 pm

    Fase em curso: acertos/rendição.Resta pouco tempo,,

    Num outro comentário eu havia mencionado que, pelo estado de coisas, os instantes eram finais e que parecia ter chegado a hora da tão esperada “conversa às portas fechadas” para se negociar rendição. É nessa oportunidade que muitas questões iam ser decidicas, e sem volta… Em questao de nao muito tempo os brasileiros tomarão ciencia de cada uma dessas decisões. Para aqueles que ainda nada entenderam do acordo da Dilma com o Serra/renan/psdb em relação a Petrobras, vai ser difícil é aceitar as outras decisões que estão por vir.. Será o avesso do avesso. Nehuma decisão será em benefício do país ou do trabalhador. 

    A resistencia foi desperdiçada lá trás, e inúmeras vezes. Não há fôlego prá mais nada. Dilma vem contemporizando* faz tempo..O retrocesso será imenso mas com pequenas, muito pequenas vitórias aqui e ali sobre algumas poucas pautas, porém quase nada diante do que já se perdeu e ainda se perderá ao longo do tempo…

    (*) Antonimo de contemporizar

    1. oporsenegar. 2. refutarcontestarcontraditarcontradizerdesmentirdiscutir,impugnarneutralizarresponder, retratar-se, vetarimpedir,frustrarfalharrepelircontrariarrenegarrenunciarabdicar,declinardesaceitarrecusarrejeitarrenuirdesaprovarrepudiarhttp://www.antonimos.com.br/contemporizar/

    (*) Significado de contemporizar – v.t.i e v.int. Estar de maneira flexível diante de alguma situação; ser condescendente ou tolerante com alguém; tentar estabelecer um acordo: o prefeito se recusou a contemporizar com os manifestantes. 

    v.t.d. Providenciar uma saída ou solução; pacificar: contemporizar os ânimos. [http://www.dicio.com.br/contemporizar/]

     

     

     

     

     

     

       

     

    1. Carlos P.

      26 de fevereiro de 2016 12:03 am

      Entreguem o poder executivo

      Sou politicamente à esquerda do PT. Fundei o PT e me decepcionai com o PT, mas continuo social democrata e, imploro a todos que entendam, que os acontecimentos não podem ser ainda mais trágicos para o povo e país. A elite está governando. Dilma está morta.Peço, com uma dor no coração maior do mundo: Presidenta Dilma, entregue o Poder Executivo ao TSE antes que mais desgraças ocorram. Vamos parar de perder pedaços importantes que estamos perdendo dia a dia, a próxima perda serão os direitos trabalhistas. Entregue Presidenta Dilma, faça um bom discurso e entregue e avise que vamos recomeçar juntos e de novo com o povo. 

  22. Gustavo Garcia

    25 de fevereiro de 2016 5:31 pm

    A Petrobrás permanece operadora obrigatória?

    Uma questão muito importante que não ficou respondida é se a Petrobras permanece operadora obrigatória do pré-sal. Acho essa questão mais relevante que os 30% que ela pode ou deve contratar, uma vez que a União remunera a operadora do campo em óleo baseado no custo da operação que ela informa, custo que é uma incógnita para nós já que as filiais brasileiras das petroleiras são todas de capital fechado e poderiam declaram o custo que desejar.

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