Diante das ameaças bolsonaristas contra o resultado das urnas, entidades e governos estrangeiros têm manifestado preocupação com a cerimônia de posse do presidente eleito Lula (PT), que acontece no próximo domingo (1) e contará com mais de 50 delegações do exterior.
De acordo com o colunista Jamil Chade, no Uol, o principal motivo de alerta é o silêncio de Jair Bolsonaro (PL) em meio às ameaças contra a cerimônia. Para diplomatas europeus, “a opção de um líder por não se pronunciar é uma característica da extrema direita”.
Também preocupa os governos estrangeiros a existência de grupos da extrema direita e indivíduos aguardando sinais por parte das lideranças para agir, além do aumento da circulação de mensagens em redes bolsonaristas sobre eventuais “acontecimentos” que poderiam marcar a posse.
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Em meio ao cenário, algumas delegações ainda sob a condição de anonimato, pretendem emitir alertas internacionais às autoridades nacionais para cobrar garantias de que golpistas sejam processados e que a cerimônia de posse possa ocorrer.
Ainda, vale ressaltar, que nas embaixadas estrangeiras em Brasília, o feriado do Natal foi interrompido pela tentativa de atentado terrorista na capital federal. Com a ação, os postos enviaram às capitais pelo mundo alertas sobre a prisão de George Washington Souza, 54, bolsonarista que protagonizou os atos terroristas.
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