O senador Omar Aziz (PSD-AM), recém-eleito como presidente da Comissão de Transparência e Fiscalização, anunciou nesta quinta-feira (9) que o grupo irá investigar o caso das joias avaliadas em R$16,5 milhões, suposto presente do governo da Arabia Saudita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).
A investigação irá mirar os negócios fechados pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) com os países árabe, especialmente sobre a venda da refinaria da Petrobras Landulpho Alves, na Bahia, para o fundo árabe Mubadala Capital, ligado ao governo saudito.
Em 2021, a refinaria foi negociada pela metade do preço avaliado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep). O processo de venda durou meses e foi concluído com o valor de US$ 1,8 bilhão, enquanto a estimativa era de US$ 3 bilhões.
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“Qualquer violação ao interesse da União, relação com a tentativa de descaminho de joias, ou qualquer ato que tenha gerado vantagens a autoridades nessa venda, será levado à Justiça para punição dos envolvidos”, escreveu Aziz, em seu perfil do Twitter.
Ainda, de acordo com o senador, o primeiro passa do colegiado será a solicitação de documentos da Petrobras sobre a avaliação de preço abaixo do valor de mercado do ativo brasileiro para os estrangeiros.
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Evandro Condé
10 de março de 2023 7:57 amO melhor é assistir o Alexandre Garcia defendendo o Jair (sim eu vejo e não vomito).
Não sei se é cômico ou trágico.
Rui
10 de março de 2023 8:12 amQual a média de valores dos presentes ganhos por Bolsonaro em visita a outros países? Esses presentes $auditas estão fora da curva em termos de valor? Os $auditas presenteiam todos os governos que os visitam com presentes de igual valor ou de valor próximo? Senão… na surdina, o Bolsonaro tava raspando o tacho. Só não raspou mais por circunstâncias alheias à sua vontade, mas tentar, ele tentou…