21 de maio de 2026

Deputados votam projeto antifacções na terça-feira: “Resposta à sociedade”

Enquanto governistas tentam resgatar projeto do Ministério da Justiça, oposição almeja equiparação do crime organizado a organizações terroristas
Congresso por Antônio Cruz - Agência Brasil

1- Projeto de lei contra crime organizado será votado na Câmara nesta terça-feira, prioridade única do Plenário, após megaoperação no RJ.

2- Presidente da Câmara destaca aumento de penas para facções e criação de bancos de dados sobre organizações criminosas no projeto.

3- Projeto de lei de combate ao crime organizado gera divergências na Câmara, com discussões sobre fragilidades e impactos na Polícia Federal.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), adiantou que a Casa vai votar o projeto de lei que combate o crime organizado nesta terça-feira (18), a fim de dar uma resposta à sociedade, tanto que será a única pauta do Plenário. 

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Motta justificou a urgência tendo em vista os desdobramentos da megaoperação no Rio de Janeiro no fim de outubro, que deixou 121 mortos, mais de 100 presos, mas nenhum deles que estavam nos mandados de ação policial. 

Assim, segundo o presidente da Câmara, a segurança pública exige firmeza, garantias e eficiência institucional.

“O projeto aumenta as penas para integrantes de facções e dificulta o retorno às ruas, também cria e integra os Bancos Nacional e Estaduais de Dados sobre as Organizações Criminosas. Vamos em frente com responsabilidade e a urgência que o tema requer”, destacou o presidente, por meio de suas redes sociais.

Apesar da urgência, o projeto do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) deve causar uma longa discussão na Câmara, tendo em vista as divergências e fragilidades anteriormente apresentadas, tanto que o relator já elaborou quatro versões do texto. 

Enquanto os governistas tentam resgatar a proposta original enviada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, enquanto a oposição pressiona por um texto mais abrangente, que altere de forma estrutural o combate ao crime organizado e restabeleça a equiparação entre facções criminosas e organizações terroristas.

Uma das principais críticas à versão de Derrite é o enfraquecimento da Polícia Federal, que além de precisar de autorização de governadores para investigar facções (hipótese já descartada diante das excessivas críticas), o projeto poderia enfraquecer inclusive o combate a crimes ambientais. 

*Com informações da Agência Câmara de Notícias.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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3 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    18 de novembro de 2025 7:44 am

    Muitos lacaios de potências estrangeiras são bem tratados pelas tais potências até que terminem o serviço sujo. Feito o serviço sujo por esses lacaios, as potências estrangeiras chutam-lhes a bunda. Estados Unidos fizeram isso, por exemplo, com o Presidente do Egito e com o Saddam Hussein. Usam-nos e depois os descartam como papel higiênico usado.

    Os lacaios do Brasil querem equiparar as facções do tráfico à categoria de terroristas, abrindo brechas para que os imperialistas possam intervir no Brasil, como estão fazendo agora com a Venezuela e com a Colômbia. Mas tão logo, as facções criminosas brasileiras sejam consideradas terroristas, isto é, quando o serviço sujo prestado pelos lacaios brasileiros estiver terminado, eles serão descartados, tal qual o foram Hosni Mubarak e Saddam Hussein, após fazerem o serviço sujo.

  2. Rui Ribeiro

    18 de novembro de 2025 2:29 pm

    Querem abrir brecha para intervenções imperialistas no Brasil, assim como fizeram Saddam Hussein e Hosni Mubarak. Quando não forem mais úteis, esses traíras serão descartados pelos EUA como se descarta papel higiênico usado.

  3. Rui Ribeiro

    19 de novembro de 2025 6:45 am

    Evitou-se duas derrotas para a humanidade: a continuidade da sigilo dos arquivos do pedófilo ex-@migo do Trump, apesar da possibilidade de continuidade de sigilo dos documentos que comprometam os privilégios dos poderosos, e a não equiparação de facções criminosas a grupos terroristas

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