Além de genro e sócio do escritório advocacia de Sergio Moro, João Eduardo Barreto Malucelli, o filho do desembargador Marcelo Malucelli – que restabeleceu a prisão de Tacla Duran – é também lotado no gabinete do deputado estadual do Paraná, Luiz Fernando Guerra (União), que por sua vez é irmão de um dos suplentes de Sergio Moro no Senado, Ricardo Guerra.
O filho do desembargador do Tribunal Regionarl Federal da 4ª Região (TRF-4) também atua para o irmão do suplente de Moro. No cargo comissionado, o advogado recebe uma remuneração mensal que superam R$ 13 mil brutos e R$ 10 mil líquidos.

Conforme o GGN divulgou aqui, o filho do desembargador do TRF-4 é também sócio de Sergio Moro e de Rosângela Moro no escritório de advogavocia Wolff & Moro Sociedade de Advogados, que permanece ativo.
Ainda, João Eduardo Barreto Malucelli tem um relacionamento com a filha do casal, a advogada Júlia Wolff, ou seja, é genro do ex-juiz da Lava Jato e atual senador.

No Senado, um dos suplentes comissionados de Moro é Ricardo Augusto Guerra, irmão de Luiz Fernando Guerra Filho, deputado estadual reeleito pelo União Brasil, o mesmo partido de Moro.
Agora, sabe-se que o deputado do Paraná também contratou o genro de Moro e filho do desembargador Marcelo Malucelli para o seu gabinete.
Sergio Navas
14 de abril de 2023 7:04 pmIsso está parecendo uma quadrilha de togados
Edivaldo Dias de Oliveira
14 de abril de 2023 7:12 pmTudo em famiglia. Vindo da República de Curitiba nada mais me surpreende, mas me deixa enojado.
Anônimo
15 de abril de 2023 8:39 amSujo Moro tem um verdadeiro “family office” para cuidar dos interesses dele no TRF-4. Isso explica porque certa feita aquela cloaca judicial disse que ele não precisava respeitar os limites da Lei durante a operaçao Lava Jato.
Vladimir
15 de abril de 2023 10:12 amEssa família paranaense é muito extensa a atinge todas as áreas do estado.
O camisa preta do Paraná e sua gangue podem dizer que atingiram com sua famigerada operação um dos ramos da família, não por acaso,um suplente daquele senador peruqueiro que,após lamber os sapatos do camisa preta,teve a merecida traição dele.
Enfim,as convicções se formaram e,ao camisa preta e sua gangue não restará outra moradia que não a cadeia e,a pedidos, sem privilégios.
Rabuja
15 de abril de 2023 1:55 pmAlguém acha que a expressão República de Curitiba era inocente?
Sempre se acharam acima das leis brasileiras.
Parece uma máfia.
Eduardo Pereira
15 de abril de 2023 3:55 pmLi no BR 247 que um desembargador do PR disse que o Paraná e muito superior culturalmente falando que os estados das regiões Norte e Nordeste. Ele ve estar usando esse caso para basear sua opinião. Realmente muito cultos. E espertos. Malandragem de colarinho branco mesmo e isso ai. O culpado e o inocente e o inocente e que e o culpado.
Rui
15 de abril de 2023 7:13 pmO $érgio Fedorento Moro afirmou que o “Lewandowski contraria precedentes do próprio STF relativos ao foro privilegiado”, afirmando, ainda, que abre mão do foro privilegiado e luta no Senado para o fim dessa excrescência jurídica, verdadeira causa de impunidade, e que recorrerá tão logo tenha acesso aos autos”. Ora, em primeiro lugar, o Lewandowski não contrariou precedente do próprio STF relativo ao foro privilegiado, foi o STF que superou seu próprio precedente, cessando a limitação de um direito legalmente previsto no art. 102, inciso I, alínea ‘b’, da CF/88. Tal precedente já tinha sido superado anteriormente, quando o STF manteve o foro privilegiado do Flávio Bolsonaro por supostos crimes praticados antes do mandato de $enador. O $érgio Moro acha que os precedentes e a jurisprudência são insuperáveis?