21 de maio de 2026

Filho do desembargador do caso Duran também trabalha para irmão de suplente de Moro

João Eduardo Barreto Malucelli é assessor do deputado do Paraná Luiz Fernando Guerra (União), irmão do suplente de Moro

Além de genro e sócio do escritório advocacia de Sergio Moro, João Eduardo Barreto Malucelli, o filho do desembargador Marcelo Malucelli – que restabeleceu a prisão de Tacla Duran – é também lotado no gabinete do deputado estadual do Paraná, Luiz Fernando Guerra (União), que por sua vez é irmão de um dos suplentes de Sergio Moro no Senado, Ricardo Guerra.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

O filho do desembargador do Tribunal Regionarl Federal da 4ª Região (TRF-4) também atua para o irmão do suplente de Moro. No cargo comissionado, o advogado recebe uma remuneração mensal que superam R$ 13 mil brutos e R$ 10 mil líquidos.

Conforme o GGN divulgou aqui, o filho do desembargador do TRF-4 é também sócio de Sergio Moro e de Rosângela Moro no escritório de advogavocia Wolff & Moro Sociedade de Advogados, que permanece ativo.

Ainda, João Eduardo Barreto Malucelli tem um relacionamento com a filha do casal, a advogada Júlia Wolff, ou seja, é genro do ex-juiz da Lava Jato e atual senador.

No Senado, um dos suplentes comissionados de Moro é Ricardo Augusto Guerra, irmão de Luiz Fernando Guerra Filho, deputado estadual reeleito pelo União Brasil, o mesmo partido de Moro.

Agora, sabe-se que o deputado do Paraná também contratou o genro de Moro e filho do desembargador Marcelo Malucelli para o seu gabinete.

Leia mais:

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Sergio Navas

    14 de abril de 2023 7:04 pm

    Isso está parecendo uma quadrilha de togados

  2. Edivaldo Dias de Oliveira

    14 de abril de 2023 7:12 pm

    Tudo em famiglia. Vindo da República de Curitiba nada mais me surpreende, mas me deixa enojado.

  3. Anônimo

    15 de abril de 2023 8:39 am

    Sujo Moro tem um verdadeiro “family office” para cuidar dos interesses dele no TRF-4. Isso explica porque certa feita aquela cloaca judicial disse que ele não precisava respeitar os limites da Lei durante a operaçao Lava Jato.

  4. Vladimir

    15 de abril de 2023 10:12 am

    Essa família paranaense é muito extensa a atinge todas as áreas do estado.
    O camisa preta do Paraná e sua gangue podem dizer que atingiram com sua famigerada operação um dos ramos da família, não por acaso,um suplente daquele senador peruqueiro que,após lamber os sapatos do camisa preta,teve a merecida traição dele.
    Enfim,as convicções se formaram e,ao camisa preta e sua gangue não restará outra moradia que não a cadeia e,a pedidos, sem privilégios.

  5. Rabuja

    15 de abril de 2023 1:55 pm

    Alguém acha que a expressão República de Curitiba era inocente?
    Sempre se acharam acima das leis brasileiras.
    Parece uma máfia.

  6. Eduardo Pereira

    15 de abril de 2023 3:55 pm

    Li no BR 247 que um desembargador do PR disse que o Paraná e muito superior culturalmente falando que os estados das regiões Norte e Nordeste. Ele ve estar usando esse caso para basear sua opinião. Realmente muito cultos. E espertos. Malandragem de colarinho branco mesmo e isso ai. O culpado e o inocente e o inocente e que e o culpado.

  7. Rui

    15 de abril de 2023 7:13 pm

    O $érgio Fedorento Moro afirmou que o “Lewandowski contraria precedentes do próprio STF relativos ao foro privilegiado”, afirmando, ainda, que abre mão do foro privilegiado e luta no Senado para o fim dessa excrescência jurídica, verdadeira causa de impunidade, e que recorrerá tão logo tenha acesso aos autos”. Ora, em primeiro lugar, o Lewandowski não contrariou precedente do próprio STF relativo ao foro privilegiado, foi o STF que superou seu próprio precedente, cessando a limitação de um direito legalmente previsto no art. 102, inciso I, alínea ‘b’, da CF/88. Tal precedente já tinha sido superado anteriormente, quando o STF manteve o foro privilegiado do Flávio Bolsonaro por supostos crimes praticados antes do mandato de $enador. O $érgio Moro acha que os precedentes e a jurisprudência são insuperáveis?

Recomendados para você

Recomendados