A Câmara dos Deputados oficializou a cassação dos mandatos do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e de Alexandre Ramagem (PL-RJ) por meio de decisão da Mesa Diretora da Casa presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB).
As perdas de mandato respondem a motivos distintos: Eduardo foi declarado em falta por acúmulo de ausências injustificadas, e Ramagem teve sua perda formalizada após condenação judicial com trânsito em julgado. Ambos estão foragidos nos Estados Unidos.
Com as vacâncias, o Missionário José Olímpio (PL-SP), ligado à Igreja Mundial do Poder de Deus e o segundo mais votado entre os suplentes do PL no estado, assume a cadeira então ocupada por Eduardo Bolsonaro.
Ao que tudo indica, o suplente Dr. Flávio (PL), atual secretário do governo do Rio de Janeiro, irá assumir a cadeira de Alexandre Ramagem.
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro estava nos Estados Unidos e viu seu mandato ser declarado perdido pela Câmara após ultrapassar o limite de faltas permitido pelo regimento interno, que considera a ausência continuada às sessões sem justificativa como motivo para perda do cargo.
Ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante o governo Bolsonaro, Alexandre Ramagem foi condenado a mais de 16 anos de prisão por envolvimento em uma trama golpista contra instituições democráticas e, em razão da sentença com trânsito em julgado, teve a perda do mandato oficializada pela Mesa Diretora, em cumprimento a normas regimentais e decisões judiciais.
Anônimo
18 de dezembro de 2025 7:12 pmEstou preocupado. Como conviver com as denúncias do toffoli e do morais em conjunto com as esposas?
Fábio de Oliveira Ribeiro
18 de dezembro de 2025 7:40 pmDudu Bananinha começou a cair. Ele ainda será condenado, extraditado e obrigado a cumprir pena por ter ameaçado ministros do STF e conspirado contra o Brasil e contra o regime democrático. Ao invés de educar os filhos, seu Jair transformou a família numa organização criminosa hierarquizada e centralizada. De certa maneira, os filhos são vítimas do pai assim como ele mesmo foi manufaturado pela indústria pedagógica desumanizadora e monstruosa que era e ainda é o Exército brasileiro. A tragédia dos Bolsonaro e do país nas mãos deles não começou em 2018. O início de tudo retroage ao golpe de 1964, ao predomínio da doutrina da segurança nacional, os crime incentivados e não punidos pela Ditadura que criaram o ambiente em que seu Jair foi educado pelo Exército nos anos 1970.
Rui Ribeiro
19 de dezembro de 2025 1:38 pmEnquanto isso acontece, o $ilas Malacheia está preocupado com o poder político, não com o poder de Deus, pois seu Deu$ é o dinheiro
Vladimir
19 de dezembro de 2025 4:43 pmA pergunta que não quer calar: quem sustenta essa gente com suas mordomias nos EUA sem trabalhar?
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
24 de dezembro de 2025 8:09 amHà algum tempo atrás, se costumava classificar os diversos tipos de malandros. Se utilizarmos a classificação para os dias atuais, caberia ao bananinha a de MALANDRO AGULHA, que aquele que leva no buraco mas não perde a linha!