22 de maio de 2026

Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem

Mesa Diretora declara perda de mandatos por faltas do filho do ex-presidente e por condenação do ex-diretor da Abin pelo STF
Foto: Agência Câmara de Notícias

Câmara cassou mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem por faltas e condenação judicial, respectivamente.
Eduardo Bolsonaro perdeu mandato por ausências injustificadas e está foragido nos EUA.
Missionário José Olímpio e Dr. Flávio devem assumir as vagas deixadas por Eduardo e Ramagem.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A Câmara dos Deputados oficializou a cassação dos mandatos do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e de Alexandre Ramagem (PL-RJ) por meio de decisão da Mesa Diretora da Casa presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB).

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As perdas de mandato respondem a motivos distintos: Eduardo foi declarado em falta por acúmulo de ausências injustificadas, e Ramagem teve sua perda formalizada após condenação judicial com trânsito em julgado. Ambos estão foragidos nos Estados Unidos.

Com as vacâncias, o Missionário José Olímpio (PL-SP), ligado à Igreja Mundial do Poder de Deus e o segundo mais votado entre os suplentes do PL no estado, assume a cadeira então ocupada por Eduardo Bolsonaro.

Ao que tudo indica, o suplente Dr. Flávio (PL), atual secretário do governo do Rio de Janeiro, irá assumir a cadeira de Alexandre Ramagem.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro estava nos Estados Unidos e viu seu mandato ser declarado perdido pela Câmara após ultrapassar o limite de faltas permitido pelo regimento interno, que considera a ausência continuada às sessões sem justificativa como motivo para perda do cargo.

Ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante o governo Bolsonaro, Alexandre Ramagem foi condenado a mais de 16 anos de prisão por envolvimento em uma trama golpista contra instituições democráticas e, em razão da sentença com trânsito em julgado, teve a perda do mandato oficializada pela Mesa Diretora, em cumprimento a normas regimentais e decisões judiciais.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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5 Comentários
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  1. Anônimo

    18 de dezembro de 2025 7:12 pm

    Estou preocupado. Como conviver com as denúncias do toffoli e do morais em conjunto com as esposas?

  2. Fábio de Oliveira Ribeiro

    18 de dezembro de 2025 7:40 pm

    Dudu Bananinha começou a cair. Ele ainda será condenado, extraditado e obrigado a cumprir pena por ter ameaçado ministros do STF e conspirado contra o Brasil e contra o regime democrático. Ao invés de educar os filhos, seu Jair transformou a família numa organização criminosa hierarquizada e centralizada. De certa maneira, os filhos são vítimas do pai assim como ele mesmo foi manufaturado pela indústria pedagógica desumanizadora e monstruosa que era e ainda é o Exército brasileiro. A tragédia dos Bolsonaro e do país nas mãos deles não começou em 2018. O início de tudo retroage ao golpe de 1964, ao predomínio da doutrina da segurança nacional, os crime incentivados e não punidos pela Ditadura que criaram o ambiente em que seu Jair foi educado pelo Exército nos anos 1970.

  3. Rui Ribeiro

    19 de dezembro de 2025 1:38 pm

    Enquanto isso acontece, o $ilas Malacheia está preocupado com o poder político, não com o poder de Deus, pois seu Deu$ é o dinheiro

  4. Vladimir

    19 de dezembro de 2025 4:43 pm

    A pergunta que não quer calar: quem sustenta essa gente com suas mordomias nos EUA sem trabalhar?

  5. JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO

    24 de dezembro de 2025 8:09 am

    Hà algum tempo atrás, se costumava classificar os diversos tipos de malandros. Se utilizarmos a classificação para os dias atuais, caberia ao bananinha a de MALANDRO AGULHA, que aquele que leva no buraco mas não perde a linha!

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