CCJ do Senado aprova texto-base e PEC da Previdência segue para votação no Plenário

Alcolumbre afirma que o Senado tem folga “razoável” para aprovação do texto, entre 60 a 63 senadores, quando o necessário é o apoio de 2/3, ou 49 parlamentares

CCJ do Senado. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Jornal GGN – Seguindo a agenda prevista pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa aprovou, nesta terça-feira (1º), o texto principal do relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sobre a reforma da Previdência.

O relatório foi aprovado por 17 votos a 9 dos integrantes da CCJ. O senador Paulo Paim (PT-RS), um dos que votaram contra, apresentou um relatório alternativo com alterações mais significativas na PEC da reforma da Previdência. Desde o início da tramitação do pacote, o parlamentar vem se manifestando no sentido de evitar a redução de direitos dos aposentados. No entanto, o relatório de Paim nem chegou a ser avaliado pelos parlamentares.

Os líderes partidários fecharam um acordo para aprovar o texto base sem nenhuma alteração, para evitar que a PEC retorne à Câmara dos Deputados, onde a PEC já foi aprovada em dois turnos no Plenário.

A previsão agora é que a votação em primeiro turno, dessa vez no Plenário do Senado, aconteça ainda na tarde desta terça-feira.

Ontem, Alcolumbre disse à jornalistas no Rio de Janeiro que a Casa tem folga “razoável” para aprovação do texto, entre 60 a 63 senadores, quando o necessário é o apoio de 2/3, ou 49 parlamentares. Ele estimou ainda que o segundo turno de votação no Plenário irá ocorrer entre terça e quarta-feira da semana que vem.

Confirmada a aprovação da PEC da Reforma da Previdência em dois turnos no Senado, faltará apenas a sanção do presidente Jair Bolsonaro para começar a valer.

*Com informações da Agência Senado

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