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Do Blog do Professor Hariovaldo de Almeida Prado

 

Os comunistas da Barão de Limeira atacam outra vez !!! 12/06/2012By

New clothes on the rocks

Mais uma vez a imprensa neocomunista brasileira, formadora do que se convencionou chamar de PIG – sigla de “pobre, indigente e glamorizada” – ataca os homens bons e probos da nação com matérias inverídicas e  com claro viés bolchevista.

Agora foi a Falha do Barão de Limeira que dar a seguinte notícia:

“Há cerca de um mês e meio, o pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, decidiu ir às compras. Desembarcou nas lojas do bairro dos Jardins e voltou para casa com quatro calças novas, algumas camisas e a ideia de modernizar o visual.

Aos 70 anos, Serra é o mais velho dos candidatos a prefeito da capital. Seu principal adversário, o petista Fernando Haddad, tem 49 anos de idade e procura realçar a diferença ao se apresentar aos eleitores. “Um homem novo para um tempo novo”, diz o slogan de sua campanha.

Para combater a ideia de que seria o representante da velha política na campanha deste ano, Serra introduziu em seus discursos a palavra inovação”.

Debochado e irreverente, o jornal do Grupo Gelos, mostrando todo seu preconceito, diz que agora, Serra decidiu levar a inovação também para o guarda-roupas” e que nosso tão admirado Rei do Alagão e Barão da Mooca “abandonou a combinação usual de calça caqui com camisa azul e tem aparecido em público vestindo jeans, camisa branca e sapatênis” para “atrair um público majoritariamente jovem”.

Um absurdo! Um abuso! Um total desrespeito!

Desde quando o nosso jovem homem mais preparado e pai de obras inesquecíveis como o Rouboanel que desabou e os alagamentos das margens do Ya-ietê precisou usar roupa de pobre como calça de brim e, pasme-se, sapatênis??????  E para conquistar o que: jovens que não votam???

E, para completar, a jornalista paga pelos cofres comunistas da Bulgária e do Kremlim ainda agride nossa inteligência afirmando que “só faltou ao pré-candidato vestir peças diferentes das que usou na eleição presidencial de 2010”.New clothes on the rock

Esquece-se a avermelhada repórter da Falha que Dom José Xirico, I e Único usou na campanha de 2010 o manto da humildade em toda sua majestade e opulência, com golas de penas de tucanos, fios de algodão egípcio tingidos de azul-rey e ouro das Minas Gerais doados pelo bom Aécim. E, graças a isso, foi eleito pela São Paulo Fashion Week o homem mais bem vestido da década na Paulicéia Desvairada. Por isso, nada mais natural repetir agora o guarda-roupas de dois anos…

Confrades e colegas de infortúnio: que alguém aja urgentemente contra esse despautério do jornal do Barão Otavinho e ponha fim a essa campanha evolulochavista para denegrir nosso candidato que jurou pelas barbas da Marta Suplicy assinar 16 papeluchos daqueles de fazer bolinhas prometendo que não vai deixar a Prefeitura em 2014. Isso, se o povo não o nomear para o trono na condição de Imperador do Brazil e Defensor Perpétuo da Casa dos Xiricos da Serra.

Por Serapião, ajudem a acabar com essa corja de jornalistas lulistas!!!!

http://www.hariovaldo.com.br/site/

 

Demarchi

do último segundo

 

Desembargador considera ilegais grampos da Operação Monte CarloResultado imediato seria a libertação do contraventor Carlinhos Cachoeira, o que só não aconteceu ainda porque um dos ministros pediu vista do processo

Agência Estado | 12/06/2012 17:47:45

  •  

Texto:

O desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1), do Distrito Federal, reconheceu como ilegais as interceptações telefônicas da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que desmontou o grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, investigado por CPI no Congresso Nacional. Com isso, o desembargador considera nulas as provas decorrentes desses grampos.

Leia mais: 'Não há contradição', diz Perillo sobre venda de casa onde Cachoeira foi preso

Leia também: Na CPI, governador de Goiás nega relação com Cachoeira

O resultado imediato desse voto do relator sobre o habeas corpus movido pela defesa de Cachoeira seria a imediata libertação do contraventor. Isso só não aconteceu porque um dos ministros pediu vista do processo. O julgamento será retomado somente na próxima semana.

Saiba mais

Segundo Tourinho Neto, o delegado encarregado da investigação, Matheus Mella Rodrigues, cometeu um erro ao fundamentar o pedido de interceptações ao basear-se apenas em denúncias anônimas e em uma notícia de jornal. Segundo o desembargador, o juiz federal que autorizou os grampos tomou essa decisão sem a devida fundamentação. "Não se pode haver a banalização das interceptações, que não podem ser o ponto de partida de uma investigação, sob o risco de grave violação ao Estado de Direito", afirmou.

O GloboAlvo de CPI no Congresso Nacional, Carlinhos Cachoeira pode até ser libertado

O julgamento do habeas corpus está a cargo da terceira turma do TRF1, que tem três membros. Ou seja, se apenas mais um juiz acompanhar o relator, os grampos da operação Monte Carlo estarão anulados, quebrando, com isso, toda a espinha dorsal da investigação e facilitando a defesa dos 81 denunciados pelo Ministério Público.

A Operação Monte Carlo investiga uma rede de corrupção, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais em Goiás e no Distrito Federal. O esquema seria comando por Cachoeira, com a participação de policiais, inclusive delegados das polícias federal e civil, além de empresários, autoridades e políticos.

 

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-06-12/desembargador-considera-ilegais-grampos-da-operacao-monte-carlo.html

 

Zanuja, recebo mensagem dizendoque Eduardo Campos  lança candidato próprio do PSB à prefeitura de Recife.

Você já  pegou algo sobre isso? Coloca aqui.

 

Toni

De Outras Palavras
Superbactérias, novo produto da pecuária intensiva 

Para ampliar lucros e antecipar abate, animais são “alimentados” com antibióticos. Alguns micro-organismos resistem e podem se tornar indestrutíveis

Por Daniela Frabasile

O surgimento, entre humanos, de bactérias que se tornam imunes aos antibióticos mais potentes é um fenômeno conhecido há tempo. Acabam de surgir sinais de que algo mais grave pode estar ocorrendo entre os animais domesticados. O uso abusivo de medicamentos – em especial antibióticos – está causando o aparecimento de micro-organismos resistentes em larga escala, segundo estudo feito por Ray Kaplan, parasitologista da Universidade da Georgia, nos EUA, publicado recentemente na revista Veterinary Parasitology.

A pesquisa, realizada na Austrália, Brasil e Estados Unidos, revela que ovelhas e cabras são os animais mais afetados – mas há indícios de que também bovinos e equinos foram afetados. Em alguns casos, as bactérias são resistentes a todas as drogas disponíveis. A resistência é consequência direta de um dos processos da pecuária intensiva mais criticados pelos ambientalistas e defensores dos direitos dos animais. Em muitos casos, estes recebem antibióticos na própria alimentação, sem sequer terem desenvolvido doença alguma. O cálculo econômico indica que é mais lucrativo agir assim: os bichos serão abatidos antes que a medicação ultra-intensiva deteriore sua saúde; e o método permite ampliar o índice de animais “aproveitados”… para corte.

Kaplan refere-se ao problema como “global worming” (“vermifugação global”, em analogia ao aquecimento global, global warming, em inglês). Para o parasitologista, a solução seria ministrar as drogas apenas aos animais doentes, a fim de reduzir as chances de aparecimento de linhagens resistentes. Além disso, segundo Kaplan, não juntar tantos animais em espaços exíguos (os locais de criação ultra-intensiva) reduziria as chances de contágio.

http://rede.outraspalavras.net/pontodecultura/2012/06/11/superbacterias-...

 

Demarchi

Site Oficial da Rio +20


http://www.rio20.gov.br/?utm_campaign=Rio.20.Revista.Brasilis&utm_medium...

 

 

 

Demarchi

Sônia Braga, sobre a Globo e o remake de Gabriela: "Fiquei estarrecida ao assistir ao 'Fantástico' de hoje [10]. Estarrecida e chocada com o exemplo de mau jornalismo", escreveu Sônia no Facebook e no Twitter.

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1103468-globo-pede-desculpas-a-so...

 

The Guardian :

http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/jun/10/brazil-bric-build-with-editorial?INTCMP=SRCH

do Opera Mundi :

Jornal britânico diz que Brasil é modelo de diplomacia e compara Lula a Franklin Roosevelt

 

Para The Guardian, “já é tempo de o ocidente incorporar o crescimento do Brasil de forma mais ativa e iniciar um comprometimento mais profundo” 

O Brasil “não apenas deve ter um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, como também é a melhor razão para uma reforma do órgão e para uma tentativa de tornar o sistema internacional mais representativo”. É o que diz um elogioso editorial publicado nesta segunda-feira (11/06), no qual o jornal britânico The Guardian sugere uma maior valorização da diplomacia de Brasília e destaca a ascensão econômica vivenciada pelo país ao longo dos últimos anos.

De acordo com a publicação, “já é tempo de o Ocidente incorporar o crescimento do Brasil de forma mais ativa e iniciar um comprometimento mais profundo” com o país. Isso porque, “embora seja líder da desigualdade social no mundo”, ele “também lidera a resolução desse problema” por meio de “famosos programas sociais que auxiliaram 20 milhões a deixar a pobreza e criar um novo mercado interno”.

Traçando uma linha cronológica para o processo de estabilização da economia brasileira, o artigo parte do governo de Fernando Henrique Cardoso e se estende até a atual gestão de Dilma Rousseff, que é classificada como uma “reformista pragmática”. De acordo com o The Guardian, em meio a esse fenômeno de aquecimento do mercado doméstico e elevação da renda per capita, houve ainda a importância do ex-presidente Lula, “a melhor reencarnação já vista de Franklin Roosevelt”, o líder norte-americano que superou o crash de 1929 graças à elevação de investimentos públicos e consequente fomento à atividade econômica.

Em meio aos preparativos para eventos de relevância global como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ainda restaria para a presidente Dilma Rousseff “a transferência de sua popularidade e competência administrativa para o congresso”, de tal forma que o legislativo acompanhe o andar de seu governo. O principal desafio da atual presidente, segundo o The Guardian, ainda é “destravar a produtividade e estabelecer uma economia mais avançada”.

No campo das relações internacionais, “Brasília não apenas dobrou o número de seus diplomatas na última década como também redobrou sua ênfase na diplomacia como a única forma de "multipolaridade benigna”. Fenômeno esse que reflete “o luxo de uma região pacífica” e uma “longa tradição e experiência sobre as naturezas da soberania e da democratização”.

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/22379/jornal+britanico+diz+que+brasil+e+modelo+de+diplomacia+e+compara+lula+a+franklin+roosevelt.shtml

 

Demarchi

Da Folha - UOL
Para Banco Central, Cruzeiro do Sul era 'lavanderia'

DE BRASÍLIA

Dois anos antes de decretar intervenção no Cruzeiro do Sul, o Banco Central informou à Justiça que a instituição havia se tornado "grande 'lavanderia' de dinheiro das mais diversas origens e de forma premeditada", informa reportagem de Andreza Matais publicada na Folha desta terça-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Fundo de pensão pode perder R$ 1,5 bilhão no Cruzeiro do Sul
Após caso Cruzeiro do Sul, bancos médios começam a mudar de foco

As movimentações atípicas se deram por meio do Clube Alta Liquidez, fundo de investimento criado em 2001 --o Cruzeiro do Sul mantinha suas quatro contas.

Para o Banco Central, o fundo foi constituído "com o objetivo claro de acobertar movimentação financeira de interesse de terceiros, visando lavagem/branqueamento de dinheiro".

O Cruzeiro do Sul --que está sob intervenção do BC por problemas na contabilidade e no descumprimento de normas do sistema financeiro, com rombo detectado de R$ 1,3 bilhão-- alega que seguiu a política do "conheça seus clientes" e que não tinha por que desconfiar deles.

O banco não quis se manifestar sobre o Alta Liquidez. Na Justiça, tenta anular uma multa de R$ 200 mil aplicada na esfera administrativa pelo BC.

Para o Banco Central, o banco foi "complacente com operações que podem estar relacionadas a atividades criminosas".

Leia mais sobre o caso e entenda como era o esquema na Folha desta terça-feira.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1103301-para-banco-central-cruzeiro...

 

Demarchi

BC investiga dividendos do Cruzeiro do Sul


Maior parte dos R$ 232 milhões distribuídos de 2009 a 2011 teria ficado com controladores

LEANDRO MODÉ, DAVID FRIEDLANDER - O Estado de S.Paulo

 O Cruzeiro do Sul distribuiu R$ 232 milhões em dividendos entre 2009 e 2011 com base em resultados hoje sob suspeita de fraude. Cerca de 80% desse valor teria sido entregue para os controladores do banco, a família Índio da Costa. A história está sendo investigada pelo Banco Central (BC) e pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assumiu a administração do banco na semana passada.

O Cruzeiro do Sul sofreu intervenção do BC na segunda-feira passada, após a descoberta de um rombo inicialmente avaliado em R$ 1,3 bilhão - que pode ser ainda maior. O banco usava vários artifícios para maquiar os balanços e esconder problemas, segundo o BC. Entre eles, cerca de 300 mil empréstimos consignados suspeitos de serem falsos.

 Chamou a atenção de pessoas envolvidas nas investigações a proporção entre os dividendos distribuídos e os lucros registrados em balanço. Em 2010, por exemplo, R$ 64,4 milhões foram distribuídos de um lucro de R$ 81,9 milhões obtido no exercício anterior (2009). Ou seja, 78,6%.

 Em 2011, 69% dos ganhos viraram dividendos. Os dados foram compilados pela empresa de informações financeiras Economática. Mesmo para os padrões do setor bancário, tradicionalmente bom pagador de dividendos, a proporção parece elevada. Na média, os dividendos correspondem a entre 25% e 35% do lucro obtido. Procurados, os controladores do banco preferiram não se manifestar. A pessoas próximas, porém, disseram que os dividendos foram retirados para pagar um empréstimo pessoal de R$ 250 milhões, feito como banco BTG Pactual quando preparavam o Cruzeiro do Sul para abrir o capital na bolsa.

 Os números refletem apenas o que acontecia no banco. Levando-se em conta o balanço consolidado do grupo Cruzeiro do Sul (que incluía a corretora de valores, a seguradora e a promotora de vendas Proveban, entre outras empresas), o cenário fica ainda mais nebuloso.

 O grupo como um todo deu prejuízo em três dos últimos quatro anos. Em 2008, as perdas foram de R$ 130,6 milhões. Em 2010, de R$ 68,9 milhões. No ano passado, o prejuízo alcançou R$ 98,9 milhões. Mesmo assim, o banco nunca deixou de pagar dividendos aos seus acionistas.

O Estado fez à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um questionamento hipotético, sem citar o nome do banco. "Em princípio", não haveria problema. Uma das hipóteses investigadas, que pode servir como atenuante para os antigos controladores, é que eles tenham revertido os dividendos recebidos (ou parte desses recursos) para capitalizar o próprio banco.

Em nota ao Estado, o BC afirmou que as inconsistências encontradas na contabilidade do Cruzeiro do Sul estão sendo apuradas pelo FGC e pela comissão de inquérito administrativo da própria autoridade monetária.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,bc-investiga-dividendos-do-c...

 

Demarchi

Parace mais outdoor do Malafaia do que propaganda.


Fonte: http://sul21.com.br/jornal/2012/06/propaganda-em-outdoor-discrimina-travestis-de-forma-cruel/


Propaganda em outdoor discrimina travestis de forma cruel


Outdoor discrimina travestis em São Paulo | Foto: Reprodução | Clique para ampliar.


Uma propaganda da empresa INSPEC Vistorias para Transferência de Veículos, no interior de São Paulo, causou um efeito revés. Se a intenção era fazer alguma espécie de sensibilização para os consumidores por meio do humor, o outdoor passou longe de ser engraçado. Na imagem, uma bela figura feminina chamada de ‘Carlão’sugere que, às vezes, “a lataria é ótima, mas o chassi pode estar adulterado”. Não bastasse a população de travestis já ser a mais vulnerável à discriminação, a propaganda vem reforçar o preconceito aos olhos de quem passar pelas ruas de São Paulo. Indignada com a publicidade, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) enviou ofício a Zumba Propaganda, agência que criou a peça, pedindo a retirada do outdoor e uma mediação no devido caso de constrangimento público.


“Para entender nosso posicionamento, bastaria ridicularizar a personagem do outdoor por causa da cor de sua pele ou por causa de sua raça, para perceber que o conteúdo é discriminatório. (…) não se deve utilizar-se da fragilidade de uma população para vender um produto. Isto não é condizente com o preceito constitucional da dignidade humana”, diz o documento enviado pela entidade.

 

Motion Picture Association quer remoção conteudos da rede sem ordem judicial

 

A remoção obrigatória de conteúdos na internet apenas por ordem judicial divide opiniões no seminário sobre o projeto de lei do marco civil da internet (PL 2126/11), promovido pela comissão especial que analisa a proposta.

 

O vice-presidente do Facebook para América Latina, Alexandre Hohagen, defende a medida. Já o diretor-executivo da Motion Picture Association, Marcos Oliveira, critica o projeto justamente por prever que o detentor de direitos autorais deva recorrer a medidas judiciais para remover conteúdos que considere impróprios. Para Oliveira, esse ponto do texto pode ser prejudicial à defesa dos direitos autorais no Brasil.

 

O diretor-executivo da Motion Picture também defendeu exceções ao princípio da neutralidade de rede. “Na forma atual, o texto pode impedir que os provedores adotem medidas tecnológicas para impedir o envio de spams, por exemplo”. Oliveira afirmou ainda que, além de estabelecer os direitos do usuário, o projeto deve estabelecer responsabilidades daqueles que atuam na internet. A despeito das críticas a alguns pontos, ele considera o projeto “um avanço na regulação da internet”. “Apoiamos a iniciativa”, disse.

 

Segundo o vice-presidente do Facebook, o projeto é uma legislação baseada em princípios, o que é positivo na sua visão, pois a legislação não deve engessar as mudanças tecnológicas. “A mínima regulação permite agilidade e inovação”, destacou. “Acreditamos na internet livre e aberta”, complementou. Hohagen apoia dispositivo do projeto que prevê a não responsabilidade civil dos provedores por conteúdos divulgados por terceiros.

 

Participe

Quem quiser poderá assistir ao debate ao vivo e ainda participar de bate-papo on-line promovido pelo portal e-Democracia. A sociedade também poderá dar sugestões ao projeto, artigo por artigo, no Wikilegis da comunidade do marco civil da internet.

 

A reunião está sendo realizada no Plenário 13.

 

http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/CIENCIA-E-TECNOLOGIA/419651-P...

 

 

Sobrinhas de Noel Rosa perdem ação sobre direitos autorais de compositor

Justiça define que contratos assinados pelo cantor com editora ainda valem

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio negou recurso às sobrinhas de Noel Rosa, que pediam a anulação de contratos de venda e de cessão de direitos autorais do cantor, que atualmente são da Editora Mangione Filho e Cia.

As atuais herdeiras de Noel Rosa também querem a rescisão dos contratos assinados pela esposa do cantor, Lindaura Medeiros Rosa. Segundo elas, o contrato firmado pela viúva com a editora é nulo, pois na época da assinatura Lindaura não possuía os direitos autorais do cantor, e sim a mãe do compositor.

De acordo com o desembargador Jessé Torres, os contratos foram celebrados por Noel Rosa no direito de propriedade do cantor.  Em relação aos contratos estabelecidos pela viúva Lindaura, não há que se falar em ilegitimidade, visto que ela e o compositor eram casados em comunhão total de bens.

As herdeiras também alegaram inadimplência da editora. Entretanto, Torres afirmou que, se houve pagamento houve, não se há de cogitar de inadimplemento, mas saldo devedor, se for o caso.

http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/sobrinhas-de-noel-rosa-pe...

 

Protocolado pedido de impeachment de Perillo

publicado em 12 de junho de 2012 às 9:00

por Lenia Soares, no Diário de Goiás, via Fora Marconi, dica pelo twitter de @NMachiavecci


Eram poucos em quantidade, mas seus gritos de “Fora Marconi” ecoaram por toda Assembleia Legislativa de Goiás, na tarde desta segunda-feira, 11. Uma minoria que se fez majoritária e lotou a Casa com o entusiasmo da juventude. O que não é comum por ali. Atingiram seus objetivos: mobilizaram, fizeram barulho. Concederam ao legislativo goiano um dia peculiar. Não foi preciso olhos atentos para flagrar cenas de assessores parlamentares saindo, discretamente, para fotografar os jovens que empunhavam cartazes contra o moço sorridente cuja foto tem destaque na maioria dos gabinetes. As palavras de ordem traziam, desta vez, um tom engajado, de quem sentiu na pele o peso da mão desta administração. Se a surra tinha o objetivo de intimidação, falhou. Eles protocolaram o pedido de impeachment contra o governador do Estado, Marconi Ferreira Perillo Júnior (PSDB).


A petição foi repassada ao presidente da Casa, Jardel Sebba (PSDB), e seguirá para as votações em Plenário após aval do presidente. “É uma batalha praticamente inglória, mas a guerra não estará perdida. Faremos o possível e lutaremos para que o impossível seja viabilizado”, declarou Ayme Sousa, 22, ressaltando a dificuldade de aprovação do pedido de afastamento do governador que têm maioria dos deputados estaduais em sua base.


A carta destinada ao deputado Jardel, justifica o pedido de impeachment por crimes de responsabilidade dentre outros fatos jurídicos descritos pelos jovens. Uma ação, já representada no Ministério Público responsabilizando o governador por lesão corporal, foi anexada ao documento assinado na Alego. Os estudantes prometem acompanhar, de perto, o decorrer deste processo. “Vamos participar das sessões, gritar, escancarar a blindagem dos deputados até que eles se rendam à justiça e à vontade do povo. Queremos fazer cumprir o Fora Marconi, já”, disse Alexandre Seltz.


A iniciativa dos manifestantes surpreendeu os servidores da Assembleia. Muitos vibraram com os gritos e apresentaram sorrisos velados ao ver “o circo pegar fogo”, como denominou uma funcionária da limpeza que passava no local.


A reação de um procurador da Casa motivou gargalhadas nos jovens que descreveram a seguinte situação:


O Alexandre foi até a procuradoria para se informar sobre os trâmites do processo.


- Olá, meu nome é Alexandre e eu gostaria de protocolar um pedido de processo legislativo de impeachment contra o governador do Estado.


- O quê?


Perguntou o procurador.


- Um pedido de impeachment. Queremos tirar Marconi Perillo do cargo.


- Nós não sabemos como fazer isso, rapaz. Vou te passar o regulamento interno da Assembleia e você procura as informações que precisa.


Concluiu o procurador que se retirou rapidamente da sala com ar apreensivo.


- Deve ter ido ligar para o Collor, para solicitar informações sobre o trâmite. Esta deveria entrar no Poder sem Pudor, do Conversa Afiada!


Encerra Alexandre com sorriso no rosto estampado de audácia e ingenuidade, próprios da juventude.


Confira abaixo a íntegra da petição protocolada:


Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.


Aymê Virgínia Cardoso de Sousa, brasileira, solteira, inscrita no CPF/MF sob nº 032.165.201-02, RG nº  4609916, residente e domimiciliado à Rua Alameda Santa RitaQd 86 A Lote 33, St Novo Horizonte, Goiânia/GO, Alexandre AngeloSeltz, brasileiro, solteiro,  inscrito no CPF/MF sob nº 024.846.861-88 residente e domiciliada à Rua da esponja Quadra 109 lote 05, st.JdAtlantico, Goiânia/GO e Manuel Victor HipolitoCoelho , brasileiro, solteiro, inscrito no CPF/MF sob nº 017.901.951-10, RG nº  5038152, residente e domiciliado à Rua 05 Nº 712 Apt 404, St Central, Goiânia/GO, vem a presença de Vossa Excelência para, considerando as diversas irregularidades e denúncias, cotidianamente noticiadas pela imprensa de nosso estado e nacional, requerer que à Assembléia Legislativa do Estado de Goiás que, no uso de suas atribuições constitucionais prevista no Art. 11, inciso XII da Carta Magna Goiana e no exercício da legitimidade conferida pelo povo goiano nas últimas eleições, abra processo legislativo de impeachment contra o Governador de Goiás, Marconi Ferreira Perillo Júnior, por crime de responsabilidade, pelos fatos e fundamentos jurídicos a seguir delineados:


DOS FUNDAMENTOS JURÍDICOS


Constituição do Estado de Goiás


CAPÍTULO II
DO PODER LEGISLATIVO


SEÇÃO I
DA Assembleia LEGISLATIVA


Art. 8º O Poder Legislativo é exercido pela Assembléia Legislativa, constituída de Deputados Estaduais, representantes do povo, eleitos pelo sistema proporcional e pelo voto direto e secreto.


SEÇÃO II
DAS ATRIBUIÇÕES DO PODER LEGISLATIVO


Art. 11. Compete exclusivamente à Assembleia Legislativa:
- Redação dada pela Emenda Constitucional nº 46, de 09-09-2010, D.A. de 09-09-2010.


XIII – processar e julgar o Governador e o Vice-Governador por crime de responsabilidade e os Secretários de Estado por crime da mesma natureza, conexo com aquele;


DOS FATOS


Em 29 de fevereiro de 2012 o Estado de Goiás amanheceu sobressaltado com as notícias de que a Polícia Federal atuava em nosso território, através da Operação Monte Carlo. Aos poucos fomos tomando conhecimento de que a PF havia durante os anos de 2010  e 2011 investigado a contravenção no estado, desvendando uma das maiores redes de crime organizado na história da República brasileira. Autoridades e servidores públicos estaduais mantinham estreitos laços com o contraventor Carlos Cachoeira e com a empresa DELTA Construções, sangrando os cofres públicos em benefício próprio.


Foram realizadas apreensões de computadores, documentos, CDs e efetuadas  prisões de envolvidos, inclusive daquele que viria a ser apontado como o líder do esquema, Carlos Cachoeira.


Entre os presos estão:


- contraventor Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira – considerado um dos maiores operadores de bingo de Goiás; o contraventor e ex-presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Wladmir Garcez; seis delegados da Polícia Civil de Goiás (Aredes Correia Pires – corregedor-geral da Secretaria de Segurança Pública e Justiça -, Juracy José Pereira – delegado regional da PC em Luziânia -, Niteu Chaves Júnior – titular do 2° DP de Luziânia – , Marcelo Mauad – titular do 2° DP de Valparaíso -, José Luis Martins de Araújo – titular do 1° DP de Águas Linda s de Goiás -, e Hylo Marques Pereira – titular da Delegacia de Alexânia); dois delegados da PF lotados em Goiânia (Deuselino Valadares e Fernando Bayron); um capitão; um major; dois sargentos; três tenentes-coronéis (entre eles Sérgio Katayama, comandante do Comando do Policiamento da Capital); 18 soldados da PM goiana e quatro cabos……..


Com o passar das horas, o noticiário foi nos revelando espantosos fatos que desconhecíamos, como a utilização do aparelho de segurança pública do estado para proteger a rede de jogos clandestinos  do contraventor e a existência de pagamentos mensais a servidores para facilitar a atuação do grupo criminoso.


Porém, a série de surpresas estava longe de ser conhecida, muito mais, ainda viria a público. Ficamos sabendo que o contraventor formou um verdadeiro exercito do crime, composto por pessoas muito bem posicionadas na pirâmide social do estado e até mesmo da Nação.


O poder de penetração da organização criminosa surpreendeu não só o Estado de Goiás, mas também ao País, pois logo nos primeiros dias veio a público o envolvimento com o crime organizado do Senador Demóstenes Torres, hoje respondendo processo por quebra de decoro parlamentar no Senado Federal, que poderás resultar em sua cassação.


Mais a frente ficamos sabendo também que os deputados federais, Sandes Júnior (PP) e Carlos Leréia (PSDB),ligados à base do governo de Goiás foram flagrados em escutas telefônicas (grampos), pedindo dinheiro ao contraventor.


As notícias não paravam, a cada dia uma nova surpresa se transformava em manchete nos jornais locais e nacionais, compondo uma lista interminável de pessoas envolvidas no esquema.


Figuras destacadas como a ex-Chefe de Gabinete do Governador, Eliane Pinheiro, foi flagrada repassando informações da operação ABATE da PF que visava apreensão de máquinas caça-níqueis. A informação era para que os contraventores de Água Lindas/Goiás ligados a Cachoeira pudessem fugir,  retirando pessoas, bens e dinheiro dos locais onde a polícia iria agir. (reportagem anexa. Anexo 1).


Com a entrada de uma servidora tão próxima ao gabinete do governador, como era Eliane, não poderia deixar de acontecer especulações sobre a participação do próprio Governador Marconi Perillo no esquema criminoso. Esse fato forçou o governador Marconi a vir a público desmentir as especulações, afirmando que conhecia o contraventor de eventos sociais e que uma vez Cachoeira teria pedido uma audiência para discutir problemas do ramo farmacêutico, um dos braços legais em que operava. Marconi negou veementemente ser amigo dele, ou de ter relações com o “empresário”, tratamento que dispensou ao contraventor nas entrevistas, tendo dito que uma única vez, teria recebido o “empresário” no palácio e também por uma única vez, por ocasião do aniversário de Cachoeira, havia telefonado-lhe para cumprimentá-lo e nada mais.


Mas o destino é cruel, pois, os fatos posteriores mostraram que a administração do estado de Goiás havia sido em toda parte contaminada pelo crime. A associação Cachoeira/DELTA havia se enraizado de forma perene e diária nos assuntos do estado tirando proveito de servidores, informações e contratos de  prestação de serviços para a organização. Por toda a administração as pegadas do grupo criminoso se mostraram. Podemos, apenas ilustrativamente, citar os seguintes órgãos:


Secretaria de Segurança Pública: alugando carros para o policiamento do estado, fornecendo combustíveis, através de um contrato dado como suspeito pelo TCE e o mais grave, realizando pagamento de R$ 15.000,00(quinze mil Reais) mensais ao presidente do DETRAN, Edivaldo Cardoso e R$10.000,00(Dez Mil Reais) mensais ao Secretário de Segurança,  João Furtado Neto.(Anexo 2).


AGETOP – Agência Goiana de Transportes e Obras: flagradas pela PF conversas de acertos para que a DELTA fosse privilegiada na licitação para recuperação de estradas; empréstimo financeiro do grupo para o Presidente da Agência, senhor Jayme Rincón, um dos principais aliados de Perillo, ex-tesoureiro de sua campanha em 2010 e conforme relata o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda comprova que houve repasses de dinheiro e serviços para empresa de fachada do grupo no período de 1999/2002; (Anexo 3)


Procuradoria Geral do Estado: O ex-Procurador Geral do Estado de Goiás teria tido aluguel de seu apartamento pago pelo grupo Cachoeira/DELTA e beneficiado o grupo com pareceres jurídicos favoráveis aos criminosos e seus interesses; (Anexo 4)


Secretaria da Educação: Informação privilegiada permitiria que o grupo construísse escolas e depois as alugasse ao estado, além de indicações para cargos relevantes na estrutura administrativa da Secretaria. (Anexo 5)


A extensa lista de benefícios diretos e indiretos propiciadas à organização não se daria sem o conhecimento e autorização da “maior” autoridade do estado, no caso o governador Marconi Ferreira PerilloJúnior, pois não seria possível manter tal rede, sem que fosse avalizada, facilitada e acobertada pelo mandatário chefe do Poder Executivo, que inclusive teria, em troca dos favores e financiamento de campanha, nomeado diversos servidores ligados à organização para cargos chaves da administração, como a ex-chefe do gabinete do governo, do titular do DETRAN, do ex-comandante geral da polícia militar de Goiânia etc.


Segue abaixo, relatos, apenas exemplificadamente, de algumas das infrações noticiadas que sustentam o pedido de abertura de processo de impeachment do Excelentíssimo Senhor Governador do Estado:


- Enriquecimento ilícito – Marconi Perillo quintuplicou seu patrimônio e sonegou informações à Receita Federal;(Anexos 6,7,8)


- Marconi recebeu doações de campanha para sua eleição, através de operações ilegais, envolvendo empresas legais e empresas de fachadas. Delta>>empresas de fachadas>>empresas regulares>>>campanha. Operação que exssurge dos documentos e grampos da Polícia Federal e do caso do jornalista Bordoni que veio a público denunciar o pagamento de serviços prestados à campanha de Marconi, via empresa de fachada do grupo Cachoeira/DELTA.(Anexo 9)


Marconi ao nomear pessoas ligadas ao grupo Cachoeira/DELTA para postos vitais na Secretaria de Segurança Pública, colocou a segurança do estado em risco e favoreceu ações criminosas lesivas à ordem social, com acobertamento de criminosos. Não é a toa que o crime amedronta a população do estado que se vê sitiada pela marginalidade, como mostra a reportagem veiculada no jornal O Popular de 10.06.2012;


-Marconi ao vender sua casa para Cachoeira, recebeu dinheiro de operações sabidamente criminosas, além de ter declarado à Receita Federal valor inferior para a transação, caracterizando os crimes de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal;(Anexo 10)


Pelo narrado aqui, Senhor Presidente, a Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, não pode se furtar ao dever de investigar o Governador do Estado de Goiás com a abertura do processo de impeachment, pois estaria traindo o povo goiano e colocando o Estado de Goiás sob sério risco de ver suas estruturas administrativas, não em defesa do cidadão, fim último do Estado de Direito, mas defendendo uma corja de bandidos que se assenhoraram, como se donos fossem, da administração estadual e se enriquece com os frutos de operações criminosas, enquanto nosso povo vê com espanto e assombro o sucateamento da segurança pública, da saúde, da malha viária, da educação e dos serviços públicos que deveriam atender ao anseio de desenvolvimento de Goiás.


DO PEDIDO


Nesses termos, com base na extensa documentação acostadas, esperamos que a Assembléia acate nosso pedido e cumpra com o seu papel de representante do povo, pois é, o poder legislativo, por delegação constitucional,  o fiscalizador das ações do poder executivo, cabendo-lhe a defesa do estado de direito e normalidade administrativa do Poder Executivo.


Goiânia, aos onze dias do mês de junho do ano de dois mil e doze.

 

Uma bela matéria do jornalista André Vargas na revista Aero Magazine sobre os pilotos negros que, mesmo enfrentando preconceitos dentro da USAAF (Força Aérea do Exército dos Estados Unidos), combateram com valor e coragem na Segunda Guerra Mundial.

http://aeromagazine.uol.com.br/voo-seguranca/215/artigo257302-1.asp

Na época, os negros lutavam somente em unidades segregadas do exército norte-americano. No caso das unidades aéreas, o problema era ainda mais grave: como todos os pilotos tinham patente de oficiais no exército, eles eram superiores hierarquicamente aos praças (soldados, cabos e sargentos). A simples idéia de que um oficial negro pudesse dar ordens a soldados brancos era algo que provocava calafrios na sociedade profundamente racista dos EUA nos anos 1940. Por isso, os pilotos negros só atuavam em grupamentos compostos exclusivamente por praças afro-descendentes.

O grupo de caça de Tuskegee deu origem ao filme "Red Tails" – dirigido por Anthony Hemingway – que estreou nos EUA no início desse ano, com produção de George Lucas, que também assina a co-autoria do roteiro. O filme conta a história do grupo de pilotos e das enormes dificuldades que tiveram que superar até conseguirem entrar em combate na África do Norte e na Europa para mostrar seu valor. Por outro lado – como é usual nesses "patriotic movies" norte-americanos – reforça diversos mitos e lendas sobre os "Red Tails", muitos dos quais não correspondem à verdade histórica. Essa matéria da Aero Magazine tenta colocar alguns pingos nos Is.

Re: Clipping do dia
 

André Borges Lopes www.bytestypes.com.br


Homofobia: 3 mil mortos no Brasil, sob silêncio ou pregação de igrejas

Bob Fernandes

Toda manifestação, desde sempre, tem uma guerra de números. É óbvio que não cabem 4 milhões de pessoas na Avenida Paulista, até porque isso significaria um terço da população da cidade de São Paulo. Segundo engenheiros, não cabem nem mesmo 400 mil pessoas nos 2.7 km da avenida. Seria preciso esvaziar e encher a Paulista umas dez vezes para se chegar aos 4 milhões anunciados pelos organizadores da Parada Gay do domingo (10).  Já é muita gente os 270 mil estimados pelo Datafolha. E esses não são nem os números nem os fatos que importam e pedem reflexão. O que importa, o que tem que ser dito, é que o Brasil é o país que mais mata homossexuais e transexuais no mundo.  Com o desinteresse ante o tema, as estatísticas são coletadas não por governos, mas pelo Grupo Gay da Bahia, o GGB. Só nessa primeira metade de 2012, cento e quarenta e oito homossexuais e transexuais foram assassinados no Brasil. Mortos por diferença de opção sexual, nada mais do que isso. No ano passado, por conta de amarem a quem querem, 266 seres humanos foram mortos no Brasil. Em 2010, os assassinados por homofobia foram 260. Nos últimos exatos 20 anos o Brasil assistiu, quase em silêncio, a 3.072 homossexuais e transexuais serem assassinados, informa o GGB. Isso sem contar a subnotificação; aquelas mortes que não são comunicadas ou não têm expostos os motivos. Isso tem um nome: barbárie.  O segundo colocado nesse ranking grotesco é o México, com 35 mortos a cada ano. Os Estados Unidos, com 25 assassinatos anuais, é o terceiro na tabela. No Brasil, salta aos olhos uma contradição: o país tem a cada ano uma média de 150 paradas gay espalhadas pelos seus 5 mil 600 e tantos municípios; o país que se orgulha da sua fama de alegre e libertário, que gosta de cultuar a fama de povo feliz, deveria se envergonhar diante destes números e dessa história de tempos medievais.  Há mais de dez leis sobre a cidadania homossexual no Congresso, mas é fortíssima a pressão contrária; em especial da CNBB e da chamada bancada evangélica. Esses milhares de mortos parecem não importar nem comover quem diz pregar em nome da vida e do divino.  É assim, tem sido assim em meio à hipocrisia e ao silêncio, quando não também em meio à pregação homofófica.  Menos, claro, silêncio e pregação, se e quando um bárbaro desses mata alguém que é nosso irmão, que é nossa filha ou filho, é nosso pai ou nossa mãe. Milhares de mortos porque amavam a quem queriam amar, direito elementar de qualquer humano. Somente nos últimos três anos e meio, 872 mortos vítimas da homofobia no Brasil. O que será que o deputado Jair Bolsonaro, por exemplo, pensa sobre esses mortos quando vai dormir?  Aliás, por que será que é tão intensa, tão fervorosa, a pregação homofóbica dos Bolsonaros da vida?

 

"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

Eu já gostei mais de box e lutas em geral, mas essa notícia chateou, morreu aquele que para mim e para muitos, foi um ícone olimpico, jamais quis se profissionalizar, Teófilo Stevenson.

 

Aos 60 anos, morre ex-boxeador cubano Teófilo Stevenson

 Getty Images

Campeão olímpico em 1972, 1976 e 1980, cubano foi vítima de ataque cardíaco
Foto: Getty Images

  

 

"O ex-boxeador cubano Teófilo Stevenson, tricampeão olímpico e mundial, morreu hoje em Havana vítima de um enfarto", anunciou ainda a agência cubana Prensa Latina.

Stevenson é considerado por muitos o maior boxeador olímpico de todos os tempos. Ele foi medalhista de ouro nas Olimpíadas de Munique (1972), Montreal (1976) e Moscou (1980), todas elas entre os pesos pesados. Além de Stevenson, apenas o seu compatriota Felix Savón e o húngaro Lászlo Papp conseguiram três títulos olímpicos.

Por conta do boicote da União Soviética e de Cuba aos Jogos de Los Angeles, em 1984, ele não pôde tentar sua quarta conquista consecutiva. Além das medalhas olímpicas, Stevenson também conquistou três títulos mundiais amadores: um em casa, em Havana, em 1974; o segundo em Belgrado (então Iugoslávia), em 1978; e, por fim, o último, em Reno (Estados Unidos), em 1986.

Stevenson chegou a recusar 5 milhões de dólares (R$ 9 milhões), que lhe foram oferecidos por promotores americanos de boxe para que se tornasse profissional. À ocasião, ele disse uma frase que se tornaria célebre entre os seus compatriotas: "o que é um milhão de dólares em comparação ao amor de oito milhões de cubanos?".

Nascido no povoado de Puerto Padre, na província oriental de Las Tunas, Teófilo Stevenson venceu em 20 anos de carreira (1966 a 1986) 301 das 321 lutas que disputou. Stevenson trabalhava na Federação Cubana de Boxe e na Comissão Nacional de Atenção aos Atletas do Instituto Cubano de Esportes.

Começou a carreira seguindo os passos de ídolos do pugilismo como Muhammad Ali, George Foreman, Ken Norton e Laszlo Papp. Foi campeão mundial dos pesos meio-pesados em 1969 e passou à categoria máxima um ano depois, para se proclamar campeão do Caribe.

Os primeiros Jogos Pan-americanos dos quais participou foram os de Cali, em 1971, mas conseguiu seu primeiro ouro no evento continental na categoria peso pesado, nos Jogos do México de 1975.

Tinha 25 anos quando se coroou pela primeira vez campeão olímpico em Munique 1972, assim como campeão mundial. Desde então, não parou de acumular títulos que o transformaram no melhor pugilista da história: venceu as Olimpíadas de Montreal 1976 e Moscou 1980 e o Pan de San Juan 1979.

Também foi tricampeão mundial ao faturar os títulos de Havana 1974, Belgrado 1978 e Reno 1986. Em sua brilhante trajetória, somam-se os títulos de bicampeão centro-americano e do Caribe em 1974 e 1982. Foi também seis vezes campeão dos centro-americanos de boxe entre 1970 e 1977.

Destacou-se pelos fortes golpes de direita que, segundo analistas, foram os responsáveis pela maioria de suas vitórias.

Depois da gloriosa conquista do mundial da cidade americana de Reno, em 1986, o grande campeão cubano decidiu pendurar as luvas. Despediu-se em julho de 1988 durante o torneio internacional de boxe Giraldo Córdova Cardín.

Ao todo, registrou 301 vitórias nos 321 combates que lutou ao longo de 20 anos. Sofreu apenas 20 derrotas, duas deles para o pugilista soviético Igor Vysotsky.

do Terra

 

"[...]Devia era, logo de manhã, passar um sonho pelo rosto. É isso que impede o tempo e atrasa a ruga.[...]" - Mia Couto

 

 El problema no son los mercados financieros11 jun 2012  Vicenç Navarro - blogspublico.es 

Una de las conceptualizaciones de la realidad económica que está más generalizada en la cultura mediática y política del país, incluyendo en amplios sectores de las izquierdas, es la de dividir el panorama político existente hoy en el mundo entre las derechas, a las cuales se les asume estar a favor de los mercados y en contra de las intervenciones de los Estados, y las izquierdas, que están más a favor del Estado y de su intervencionismo que a favor de los mercados. Según tal interpretación, el punto divisorio del espectro político es cómo las fuerzas políticas perciben al Estado. Las derechas ven al Estado, como decía el presidente Reagan, el gurú político de los neoliberales, como “el problema”, mientras que las izquierdas lo ven como “la solución”.

Este análisis de la realidad aparece ahora en la versión de la crisis percibida por amplios sectores de las izquierdas, que la ven causada por los mercados financieros. Así, autor tras autor subrayan la centralidad de los mercados financieros como los responsables de la situación actual. En realidad, existe casi un consenso entre autores de derecha y autores de izquierda, que tales mercados financieros son los que configuran el orden internacional. La única diferencia entre ellos es que mientras los primeros, las derechas, lo celebran (atribuyéndoles haber traído un gran progreso al mundo en los últimos quince años), los segundos, las izquierdas, lo lamentan (considerándoles responsables de la crisis). Pero por lo demás, los dos espectros políticos –derechas e izquierdas- parecen coincidir: los nuevos amos del mundo son los mercados financieros. En esta interpretación, los Estados casi han desaparecido. Y el intento de las izquierdas es ahora recuperarlo.

El problema con tal consenso es que es profundamente erróneo. Y es fácil de demostrarlo. Comencemos por lo que pasó durante el gobierno Reagan de EEUU, supuestamente el gobierno más neoliberal que aquel Estado haya tenido, aunque los datos muestran una situación muy diferente. En realidad, la Administración Reagan fue una de las más intervencionistas que EEUU haya tenido. El gasto público del gobierno federal aumentó considerablemente (a través, predominantemente, del gasto militar) y los impuestos (aunque bajaron para el 10% de renta superior del país) subieron para la gran mayoría de la población, siendo tal gobierno el que subió los impuestos de manera más acentuada en tiempos de paz en aquel país. Tales datos hablan por sí mismos. La Administración Reagan fue claramente intervencionista, aumentando considerablemente su sector público. Disminuyó el gasto público social, pero aumentó muy espectacularmente el gasto militar (como bien dijo el Secretario de Defensa, Caspar W. Weinberger, EEUU desarrolló la política industrial más avanzada de los países de la OCDE, a través de la inversión militar). Además bajó los impuestos de los ricos y de los súper ricos, pero los subió a todos los demás.

Las instituciones públicas del establishment europeo

Otro ejemplo es la crisis actual. Los Estados han gastado como nunca antes lo habían hecho a fin de salvar a la banca, tanto en EEUU como en la UE. Desde diciembre, el Banco Central Europeo, el BCE, se ha gastado la friolera cantidad de un billón de euros públicos ayudando a la banca (la mitad de ello a los bancos españoles e italianos). El BCE es Estado, es decir, es una autoridad pública, que es a la vez la que determina los intereses de la deuda pública. Estos intereses no los determinan los mercados financieros (repito, no los determinan los mercados financieros), sino el BCE. Cuando no compra la deuda pública, los intereses suben y cuando la compra, bajan. El BCE tiene el poder de controlar los intereses de la deuda pública. El hecho de que los intereses de tal deuda se hayan disparado no tiene nada que ver (repito, nada que ver) ni con el tamaño del déficit ni con el de la deuda pública, sino con el hecho de que el BCE no ha comprado desde hace ya tres meses deuda pública, y no la ha comprado a fin de forzar al gobierno español a “hacer los deberes” que son, según el BCE, la reducción de la protección social y de los salarios, siguiendo el proceso que mi amigo Noam Chomsky ha definido correctamente como la guerra de clases unidireccional del capital (hegemonizado por el capital financiero) contra el mundo del trabajo.

Hoy, el sistema financiero europeo está centrado en el capital financiero alemán, que se está beneficiando enormemente de la situación actual. Estamos viendo un flujo de capitales de la periferia (de los países llamados en los círculos anglosajones como GIPSI -Grecia, Irlanda, Portugal, España e Italia-) hacia el centro, que está descapitalizando la economía de estos últimos. Sólo en los últimos tres meses, 98.000 millones de euros han dejado España (equivalente a un 9% del PIB español), buscando lugares mas seguros (Financial Times – 06.01.12). Entre ellos está Alemania, cuyos bonos públicos del Estado se consideran segurísimos (con lo cual los bonos a diez años pagan unos intereses bajísimos de 1,56%). Existe una acumulación de capital en Alemania a costa de la descapitalización de los países GIPSI. Y todo ello se realiza a través de las políticas que la troika (Banco Central Europeo, Comisión Europea y Fondo Monetario Internacional) está imponiendo a los Estados, sin que haya existido ningún mandato popular para ello. (No es sorprendente, pues, que en la última encuesta Pew Global Attitudes sobre como la población de varios países de la UE valora la creación de la Eurozona, sólo en Alemania la mayoría de la población aprueba tal integración económica. En los países GIPSI la desaprobación es generalizada. Financial Times. 06.01.12).

 Las políticas públicas del establishment europeo

Esta situación está contribuyendo también a una grave crisis del sistema bancario periférico (estimulado en España por el colapso de Bankia). De ahí que la troika esté ahora presionando para que se transfieran fondos del European Stability Mechanism –ESM- (que, por cierto, no ha sido todavía aprobado por los 17 países de la Eurozona, destinados en principio a apoyar a los Estados en situación difícil) a fin de ayudar a la banca, añadiéndose así más fondos de ayuda pública a estas instituciones bancarias. (En España, hasta este momento, la ayuda pública a la banca alcanza una cantidad equivalente al 10% del PIB español, ayuda que no ha significado el mejoramiento en la disponibilidad del crédito, una de las razones sociales de su existencia). Y aunque las izquierdas gobernantes en la UE han contribuido a esta situación (los gobiernos del canciller Schröder y el Primer Ministro Blair jugaron un papel clave en desarrollar este sistema de intervención pública para ayudar a la banca), han sido las derechas (Merkel-Sarkozy-Rajoy) las que han acentuado todavía más el intervencionismo público para favorecer intereses financieros particulares.

Todos estos datos muestran que el debate no debería ser sobre si Estado o no Estado, sino sobre el tipo de intervención del Estado y para el beneficio de quienes son estas intervenciones del Estado.

Hay que entender que hoy los Estados continúan jugando el papel clave en la configuración de la crisis. El Estado alemán, instrumento del capital financiero, está configurando, con la ayuda de los Estados periféricos (instrumentalizados por intereses financieros locales) cambios orientados hacia transformar la Europa Social en la Europa Neoliberal. Hablar de los mercados es un escapismo que pone el centro de la atención en los síntomas en lugar de las causas de la crisis actual, la guerra de clases unilateral. No es sólo la burguesía en contra de la clases trabajadora (aunque este conflicto continúa existiendo) sino el dominio por parte de una minoría (el capital, centrado en el capital financiero, en contra de la gran mayoría de la población). Y las minorías están entrelazadas en lo que Jeff Faux, el fundador del Economic Policy Institute de Washington, llamó en su día la alianza de las clases dominantes a nivel internacional. El problema es que tal alianza existe entre las élites gobernantes, pero no entre las clases populares.

 

 

http://blogs.publico.es/vicenc-navarro/2012/06/11/el-problema-no-son-los-mercados-financieros/ 

 

Boa análise de Jânio de Freitas sobre o mensalão e STF, na FSP de hoje

 

Janio de Freitas

O Supremo e o mensalão

A pressão para que o julgamento ocorra antes das eleições desenvolveu-se dentro do próprio STF

AINDA NÃO chegamos às vésperas do julgamento do mensalão, mas o já escrito e dito a respeito não deixa dúvida de que o Supremo Tribunal Federal produziu o clima menos conveniente a uma decisão judicial: a polêmica que ultrapassa os aspectos do caso e lança os seus questionamentos sobre o próprio tribunal.

A pressão pelo julgamento antes das eleições desenvolveu-se dentro do Supremo. No Congresso e fora dele, a oposição mal disse uma ou outra palavra.

Primeiro foram referências um tanto insistentes, que não deveriam ser públicas, feitas por ministros à espera do relatório de Joaquim Barbosa, ministro-relator. Não era necessária muito atenção para perceber-se um fio de cobrança mal encapado, naquelas referências.

Depois, e com maior constância, as citações voltaram-se para o ministro Ricardo Lewandowski, incumbido do relatório de revisão. "Marcaremos quando o ministro Lewandowski entregar o seu relatório" -frases assim repetiram-se à vontade, por alguns ministros. A cobrança subjacente estava sempre lá.

Não há razão alguma para supor-se objetivo político, seja por parte dos ministros que falaram publicamente sobre o julgamento e sua ocasião, seja dos que silenciaram.

Influência, a meu ver, para possíveis ansiedades e para marcar o início do julgamento tão perto das eleições teve a chamada "expulsória" de dois ministros.

Um deles, Cezar Peluso, completa em setembro os 70 anos para a aposentadoria obrigatória. Presidia o Supremo até este ano. O seguinte será Ayres Britto, atual presidente.

O desejo de que ambos estejam no julgamento histórico, até como um grande final em homenagem às respectivas carreiras, teve o seu papel nas pressões e na data de início.

E encontrou uma razão técnica para apresentar-se: os dois conhecem o processo. Ao passo que iniciar o julgamento mais tarde seria fazê-lo com dois novatos, provavelmente demandando tempo para estudar o processo de 50 mil páginas.

Mas nenhuma explicação detém a polêmica e as suspeitas. Situação que se reforça com o lamento petista e a euforia oposicionista, por contar com o julgamento em plena campanha eleitoral. E a essas fontes de enfraquecimento do Supremo sobrepôs-se a contribuição do ministro Gilmar Mendes.

Os insultos violentíssimos que Gilmar Mendes tem dirigido aos petistas deveriam, a rigor, afastá-lo do julgamento. Mesmo porque, se os seus votos forem de absolvição dos réus do partido, a hipótese que lhe atribuem apenas terá mudado de sinal: será dito que foram votos para mostrar que não os contaminou com seus conceitos insultuosos.

O mensalão é um julgamento tão extraordinário por seus aspectos judiciais quanto por outros e variados aspectos.

 

"Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e plantas roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir". Cora Coralina

Clipping do Dia

10. Gravação da PF revela participação de Cachoeira na venda da casa de Marconi Perillo

Bicheiro chega a ordenar que dinheiro da venda seja levado para o governador no Palácio das Esmeraldas, sede do governo de Goiás

9. Mercado baixa previsão para inflação e PIB em 2012 - VNews

Os economistas dos bancos baixaram, na última semana, sua estimativa para a inflação e para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste ano, informou nesta segunda-feira (11) o Banco Central, por meio do relatório de mercado, ...

8. Canon anuncia que produzirá câmeras digitais no Brasil - Midiamax

A Canon Inc., líder mundial em soluções de imagem, anunciou hoje seus planos para iniciar a produção de câmeras digitais no Brasil por meio da Canon Indústria Manaus Ltda., sediada em Manaus, Amazonas. O mercado de câmeras digitais tem mostrado um .....

7. Apple apresenta novos produtos - Galileu

O CEO da Apple, Tim Cook, subiu ao placo da mega conferência anual da Apple, a WWDC, para divulgar os grandes lançamentos da empresa. Este ano a plateia foi saudada pelo Siri, o sistema de reconhecimento de voz do iPhone. A voz do software deu as boa...

6. Android chega a 900 mil ativações de novos aparelhos por dia - Globo.com

Mais de 900 mil novos dispositivos com o sistema operacional Android são ativados diariamente no mundo. A informação foi divulgada no último domingo (10) por Andy Rubin, vice-presidente sênior para aparelhos móveis no Google, após desmentir rumores d...

5. CPI do Cachoeira trava embate pela convocação de Pagot e Cavendisch

Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram contatos entre Cachoeira eo senador democrata Demóstenes Torres (GO). Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais.

4. Inflação perde força em seis das sete capitais pesquisadas, mostra FGV - O Regional online

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,43% na primeira semana de junho, encerrada no último dia 7. A taxa mostra uma queda de 0,09 ponto percentual sobre a apuração anterior, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de...

3. Mais de 80 milhões de brasileiros estão online

Levantamento feito pelo Ibope aponta que o número de acessos à internet no Brasil cresceu 5% ante 2011

2. Sócios de Perillo tinham contratos milionários com o governo de GO

A Fuad Rassi Engenharia, a CCB Construtora Central do Brasil e a José Augusto D’Alcântara Costa são acionistas do terreno de um milhão de metros quadrados adquirido pelo governador em 2008

1. Grupo de Cachoeira pagou R$ 600 mil a empresa de braço direito de ...

O grupo comandado pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, repassou R$ 600 mil a uma empresa de Jayme Rincón, homem forte do governo goiano e tesoureiro da campanha do governador Marconi Perillo (PSDB) em 2010.

http://www.cloudnews.com.br


 

Classe D consumiu “um Chile” em 2011

Da Carta Capital

A classe D consumiu em 2011 o equivalente ao PIB (Produto Interno Bruto) do Chile em produtos e serviços, segundo estudo da DataPopular divulgado nesta segunda-feira 11. Segundo a pesquisa, as famílias com renda per capita de 79 a 327 reais mensais gastaram 363,3 bilhões de reais durante todo o ano passado.

O consumo da classe D é menor do que os da classe B (488,9 bilhões) e da classe C (1,03 trillhões). A maior parte do consumo da classe D está concentrado na região sudeste (151,7 bilhões), seguido do nordeste (106,7 bilhões) e do sul (51,2 bilhões).

Segundo a pesquisa, o consumo da classe D supera o da classe B em algumas categorias. Na aquisição de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, o consumo da classe D é 25% maior do que a B. A classe D também gasta mais com transportes urbanos, alimentação dentro de casa, artigos de limpeza, medicamentos, bebidas, produtos de higiene e móveis.

Os dados foram obtidos a partir do cruzamento da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) com a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), ambas realizadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Idosos vão movimentar 402,3 bilhões de reais

Outro estudo divulgado pelo instituto mostra que o total de rendimentos dos idosos neste ano deve atingir 402,3 bilhões de reais. O valor é maior do que o PIB do Peru. Segundo as estimativas atuais, o Brasil tem 22,3 milhões de idosos.

“Com os avanços da medicina e a melhoria das condições de vida dos brasileiros, a cada ano que passa verificamos um maior número de idosos. Se por um lado isso demonstra avanços importantes, por outro exige políticas públicas que atendam a uma realidade que se aproxima: menor população economicamente ativa. Identificamos 15,8 milhões de pessoas idosas consideradas chefes de famílias pelo país. O rendimento proveniente da aposentadoria é o principal para esse grupo econômico”, diz Renato Meirelles, diretor do Data Popular.

Segundo o instituto 2,7 milhões de idosos vivem sozinhos no país. Entre os idosos, 3,3 milhões já aposentados ainda exercem algum tipo de trabalho.

http://www.cartacapital.com.br/economia/classe-d-consumiu-um-chile-em-2011/

 

Ministros do STF brigam por regras do mensalão

A guerra intestina na corte suprema criou mais um impasse para a definição das regras do julgamento do mensalão. A briga agora envolve os ministros Joaquim Barbosa, relator da ação penal, e Ricardo Lewandowiski, revisor do processo. Os dois divergem sobre o formato para o julgamento. Joaquim Barbosa quer seguir a ordem indicada na denúncia do procurador-geral da República. Lewandowiski acha um absurdo e diz que a regra beneficiária a acusação.

No caso do impasse entre os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowiski, o presidente da Corte, ministro Carlos Ayres Britto foi chamado para atuar como bombeiro, debelar o incêndio que promete se propagar e encontrar uma solução de consenso que desarme os litigantes. O formato de entendimento deverá ser levado aos dois e depois ao plenário ainda esta semana.

O ministro Joaquim Barbosa quer montar o roteiro da sua apresentação como fez no julgamento que recebeu a denúncia do mensalão e instaurou a Ação Penal 470. Se não houver acordo, a vontade do relator deve prevalecer. O STF tem como regra que o colegiado não pode impor ao relator como ele deve fazer seu trabalho. Uma forma alternativa poderia ser o relator manifestar sua decisão a respeito de cada imputabilidade e cada ministro, em seguida, dizer se adere ou não ao entendimento.

No meio do caminho surgiu a proposta do ministro Cezar Peluso. Ele quer que cada ministro dê seu voto por inteiro, lendo-o do início ao fim. Assim, cada votante já definia o mérito e o tamanho da pena. Escaldado, Peluso quer marcar posição antes de sua aposentadoria prevista para setembro. Com isso impediria o sucessor da sua cadeira de votar no caso do maior julgamento da história do supremo Tribunal Federal.

Tanto Peluso como o presidente Ayres Britto temem que o julgamento da Ação Penal 470 extrapole o calendário de julgamento e impeçam os dois de votarem. Ayres Britto é o último a votar e sua aposentadoria ocorre em novembro. No caso de prevalecer a proposta de Peluso, os dois garantiriam seus votos e as penas impostas a cada um dos réus.

Na corte é dado como certo que a ministra Rosa Maria Weber, a terceira a votar, depois do relator e do revisor, peça vista para analisar o caso, principalmente depois de eventual divergência entre Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowiski. Por ser a mais nova integrantes do STF, Weber é a primeira a votar depois do relator e revisor. O seguinte, na ordem, o ministro Dias Toffolli. Este ainda não se pronunciou se vai se dar como impedido. Essa seria a sua vontade, mas a pressão contrária para que vote é muito grande.

O Supremo Tribunal Federal decidiu que começará a julgar o processo do mensalão em 1º de agosto. O cronograma foi definido na semana passada, durante sessão administrativa. A decisão de julgar o processo logo depois do recesso de julho foi tomada por unanimidade.

Os ministros ressaltaram, no entanto, que o cronograma depende da liberação do processo pelo revisor, Ricardo Lewandowski. O revisor não estava presente à sessão, mas já confirmou que liberará a ação penal ainda este mês, o que permitirá ao tribunal começar, de fato, o julgamento em agosto.

De acordo com o cronograma, o julgamento começa no dia 1º de agosto, quarta-feira, com a leitura do relatório pelo ministro Joaquim Barbosa e a sustentação oral do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que levará cinco horas. Gurgel pode dividir a acusação com a vice-procuradora Deborah Duprat.

No dia seguinte começam as sustentações orais da defesa. O primeiro a se defender é o ex-ministro José Dirceu. Seu advogado, José Luís de Oliveira Lima, como os demais defensores terá uma hora para sustentar suas teses.

Os trabalhos têm uma folga entre a sexta-feira 3 e o final de semana e voltam a partir da segunda-feira 6, quando as sessões ocorrerão todos os dias da semana. Os ministros definiram que serão feitas cinco sustentações orais por dia. Ou seja, falarão os advogados de cinco acusados, já que cada um tem direito a uma hora para a defesa.

As sessões serão feitas das 14h às 19h, com um breve intervalo de 20 minutos. Com isso, as sessões do Tribunal Superior Eleitoral às terças e quintas-feiras começarão às 20h — ou seja, uma hora mais tarde do que o horário regimental.

http://www.bahia247.com.br/pt/bahia247/poder/8770/Ministros-do-STF-briga...

 

"Criamos uma Europa dos bancos"

Da Carta Maior

A solução histórica para a Europa seria uma melhor integração numa união política e orçamentária, de acordo com modalidades capazes de pôr termo ao “déficit democrático” e de tornar as instituições europeias mais responsáveis perante os cidadãos. Mas, antes que a Europa esteja em condições de dar esse passo histórico, ela deve mostrar que aprendeu com as lições do passado. A União Europeia foi criada para evitar a repetição dos desastres dos anos 1930. O artigo é de Nouriel Roubini (foto) e Niall Ferguson.

Qual é a situação hoje? Diferentes países da zona do euro estão em depressão. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto sofrerá uma contração de 4,7% na Grécia e de 3,3% em Portugal. A taxa de desemprego atinge 24,3% na Espanha, 21,7% na Grécia, 15,2% em Portugal e 14,2% na Irlanda. A dívida pública já ultrapassa em 110% do PIB da Grécia, da Irlanda e de Portugal. Esses países, com a Espanha, estão de fato excluídos do mercado obrigatório em Euros.

É nesse contexto que se perfila a crise bancária. Faz mais de três anos que repetimos que a Europa continental deve apurar os balanços deploráveis de seus bancos. E nada foi feito. Ao mesmo tempo, persegue-se há dois anos uma discreta fuga de liquidez nesses países da zona do euro: o financiamento transfronteiriço e interbancário pouco a pouco se esgotou, em troca de financiamento pelo Banco Central Europeu (BCE); e o “smart money” - depósitos de altas quantias não garantidas efetuados por fortunas privadas – abandonou os rios da Grécia e os bancos dos países do Sul da Europa.

Mas o público perdeu a confiança e o movimento de desengajamento bancário poderá estender-se aos depósitos garantidos de menor volume. Na verdade, se a Grécia vier a sair da zona do euro, assistiremos a um congelamento dos depósitos e os depósitos em euro seriam convertidos em novos dracmas: também, um euro num banco grego não é equivalente a um euro depositado num banco alemão. No mês de abril os gregos sacaram mais de 700 milhões de euros de seus bancos.

Mais inquietante ainda: assistimos em abril a um nítido aumento das retiradas em alguns bancos espanhóis. O lamentável resgate do Bankia pelo governo só fez agravar a ansiedade do público. Quando de uma passada recente por Barcelona, um de nós foi diversas vezes questionado se arriscaria confiar seu dinheiro a um banco espanhol. Esse tipo de processo é explosivo. O que é apenas um “jogging bancário” poderá se transformar numa rápida fuga de capitais. E assistiríamos a um pânico bancário generalizado no seio dos PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia, Espanha), caso uma saída da Grécia gere um congelamento nos depósitos em euro e uma mudança na moeda do país. "Quem é o próximo? - se perguntará então.

Ao mesmo tempo, a restrição do crédito pelos bancos da zona do euro presentes nos países ditos periféricos permanece severa, apesar das denegações dos bancos – incapazes de elevar o nível de seus próprios fundos a 9%, segundo as exigências da autoridade bancária europeia pela elevação dos capitais privados – vendem ativos e contraem o crédito, agravando de uma só vez a recessão na zona do euro. Fragmentação e balcanização bancárias, mas também “nacionalização’ das dívidas públicas não cessam de ganhar terreno, o que poderá conduzir à desintegração do sistema bancário da zona do euro.

O processo de fragmentação política se acentua igualmente na Europa. Quando das eleições gregas, sete em cada dez eleitores deram voz a pequenos partidos opostos ao programa de austeridade imposto a Grécia, em troca de dois planos de resgate capitaneados pela União Europeia (EU).

Os partidos tradicionais também perderam terreno para formações dissidentes na Itália, onde a “geração 5 estrelas” do artista Beppe Grillo acaba de obter o controle da cidade de Parma, e na Alemanha, onde o partido franco atirador Pirata está fazendo um estrago.

O caminho que permitirá a saída da crise parece no entanto claro. Primeiramente, como os Estados Unidos fizeram com o Plano Paulson, é preciso que o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FESF) e o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MES) ponham em marcha – pelo viés das ações preferenciais de dividendos prioritários sem direito de voto – um programa de recapitalização direta dos bancos da zona do euro, tanto na periferia como no centro.

Uma abordagem consistente na recapitalização dos bancos pelos empréstimos subscritos pelos Estados sob os mercados nacionais obrigatórios – e ou a cargo do FESF – produziu efeitos desastrosos na Irlanda e na Grécia: levou a um forte aumento da dívida pública e a um aumento ainda maior da insolvência dos Estados, tornando os bancos mais arriscados, à medida em que, quanto mais a dívida pública for “nacionalizada”, mais uma parte crescente da dita dívida repousa entre as suas mãos.

As injeções diretas de capital contornariam os Estados e permitiram que se evitasse o aumento da dívida pública. Na prática, o contribuinte da zona do euro tornar-se-ia acionista dos bancos da zona e a balcanização bancária em curso – assim como a resistência política às fusões-aquisições transnacionais que os sistemas bancários nacionais, mimados por demais, oferecem - seria refreada.

Claro, com o tempo, os bancos saudáveis que constituiriam seu capital graças aos seus lucros poderiam recomprar as ações preferenciais públicas. Assim, essa nacionalização parcial seria provisória, levaria o tempo de resgate e de re-privatizações.

Em segundo lugar, a fim de evitar um pânico bancário no seio da zona do euro – coisa certa no caso da saída da Grécia da zona, e provável em todo caso – é preciso instaurar, na escala da União Europeia, um sistema de garantia de depósitos bancários. A fim de reduzir o risco moral (assim como o risco das ações e do crédito endossado pelos contribuintes da zona do euro na fase de recapitalização e de instauração do mecanismo de garantia dos depósitos), várias outras medidas deveriam ser tomadas

De início, o sistema de garantia de depósitos deve ser financiado pelas contribuições bancárias apropriadas: isso poderia tomar a forma de uma taxa sobre as transações financeiras ou, melhor ainda, de retenções sobre todos os passivos dos bancos – tanto dos depósitos como dos títulos da dívida.

Segundo, para limitar as perdas potenciais para os contribuintes da zona do euro, é preciso pôr em cena um sistema de resolução de problemas de falência bancária pelos quais os credores sem garantias – tanto subordinadas como principais – dos bancos arcariam com uma parte das perdas antes que o dinheiro dos contribuintes fosse utilizado para cobrir as perdas dos bancos.

Em terceiro lugar, é preciso adotar medidas para limitar o tamanho dos bancos, para evitar o problema dos “grandes demais para quebrar”: no caso do Bankia, é a fusão de sete estabelecimentos de tamanho modesto que deu nascimento a esse banco grande demais para se tornar sombra.

Em quarto, é preciso adotar na escala da União Europeia, um sistema de supervisão e de regulação: se o dinheiro do contribuinte da zona do euro serve de rede de segurança para os capitais e depósitos bancários da zona, então supervisão e regulação não podem permanecer em nível nacional, onde considerações políticas estreitas impedem uma vigilância exemplar.

Outros problemas devem ser resolvidos. Se um dos membros da zona do euro vier a operar sua saída – em razão de uma dívida insustentável e de uma falta de competitividade – os depósitos garantidos em euros seriam muito custosos, pois os países antes de optarem pela saída deverão ter de converter na nova divisa nacional os créditos até então liberados em euros.

De outra parte, se a garantia dos depósitos não for validada senão à condição de o país não sair da zona, então esse país ficaria incapacitado de evitar uma fuga de liquidez. Também é preciso adotar políticas que permitam minimizar os riscos de saída da zona. Três medidas, em particular, são necessárias:

1. As políticas de austeridade orçamentária não devem ser estritas demais em sua fase inicial (pois assim corre-se o risco de se ter um efeito recessivo), ao passo que as reformas estruturais que melhorem a produtividade devem ser aceleradas.

2. O crescimento econômico na zona do euro deve ser retomado. Sem crescimento, a reação política e social diante da austeridade corre o risco de ser devastadora. Reembolsar suas dívidas não é sustentável sem crescimento.

3. As políticas para alcançar esse objetivo poderiam implicar uma flexibilização monetária da parte do Banco Central Europeu, um euro menos forte, um pouco de estímulo orçamentário no coração da zona do euro, mais despesas com infraestrutura, redução de bloqueios e estímulos de ofertas à periferia (com uma “regra de ouro” para os investimentos públicos), e a vinculação dos altos salários à produtividade nos países de centro, a fim de se incrementar a renda e o consumo.

É preciso, enfim, um processo que permita se chegar à mutualização das dívidas. Existe um certo número de propostas de obrigações europeias e, cada uma delas, tem vantagens e inconvenientes. Dentre elas, é preciso apoiar a proposição, feita pelo Conselho alemão de experts para a apreciação da evolução econômica geral, de um Fundo de Amortização Europeu (FAE) – não porque seja a solução ideal, mas porque é a única capaz de dar segurança aos alemães.

Um programa de empregos temporários que não implique a emissão de obrigações europeias permanentes; o FAE se apoia numa garantia e estabelece prioridades para o seu financiamento, e se oferece uma forte condicionalidade. O risco principal é que toda proposta aceitável pela Alemanha implique uma perda tal de soberania nacional em matéria de política orçamentária que ela seria inaceitável para os países da periferia.

Renunciar a uma parte de sua soberania é inevitável. No entanto, que a política orçamentária de um país se torne objeto de uma submissão “neocolonial” à Alemanha – como o formulou para nós um alto responsável de um país periférico, quando da reunião do Instituto Nicolas Berggruen, em Roma – não é aceitável. Até aqui, a posição alemã tem sido negativa, a respeito de propostas desse gênero. A proposta nuançada que fazemos aqui poderia apaziguar as inquietações alemãs. Mesmo que eles não estejam convencidos, eles devem compreender que o custo de uma quebra da zona do euro seria astronômico – tanto para a Alemanha, como para os outros países.

No fim das contas, a solução histórica para a Europa seria uma melhor integração numa união política e orçamentária, de acordo com modalidades capazes de pôr termo ao “déficit democrático” e de tornar as instituições europeias mais responsáveis perante os cidadãos. Isso sempre esteve implícito no projeto da união monetária.

Mas, antes que a Europa esteja em condições de dar esse passo histórico, ela deve mostrar que aprendeu com as lições do passado. A União Europeia foi criada para evitar a repetição dos desastres dos anos 1930. Chegou o tempo de os responsáveis europeus – e sobretudo os dirigentes alemães – de compreenderem que eles estão perto de provocarem um retorno aqueles anos.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20318

 

Nassif, essa é uma denúncia grave, veiculada por uma mídia independente de notícias (Voltaire Network, por Thierry Meissan) e vários colaboradores pela web. Por ser um "leak" tão marginal mas de consequências extremamente nefastas (se provar-se acurado), já valeria repercuti-lo. Mas ainda mais significativa é a forma de construção de uma falsa realidade pela Grande Mídia Mundial e seu monopólio, num processo de divulgação e repercussão entre si, para dar uma imagem decredibilidade inexistente aos noticiários (falsos e tendenciosos) divulgados. Nós aqui (No Brasil) já detectamos tal método como prática de larga utilização, portanto a denúncia não parece (de forma alguma) ou "teoria conspiratória":
NATO prepara a maior operação de intoxicação (manipulação) da História Pelo Voltaire Network, via J.M. Alvarez Blog (http://jmalvarezblog.blogspot.com/2012/06/la-otan-prepara-la-mayor-opera...) e Contexto Livre (http://contextolivre.blogspot.com.br/2012/06/otan-prepara-golpe-midiatic...)   Os países-membros da OTAN e Conselho de Segurança (GCC) estão preparando um Golpe de Estado seguido de genocídio sectário na Síria. Dentro de alguns dias, talvez a partir de meio-dia da sexta-feira, 15 de junho, os sírios irão tentar ver os canais nacionais na TV local, mas apenas conseguirão captar canais gerados pela CIA. As imagens filmadas em estúdio mostrarão massacres atribuídos às manifestações do governo, ministros e generais se demitindo, uma falsa fuga do presidente Al-Assad, rebeldes presentes no centro das grandes cidades e o consequente advento de um novo governo no palácio presidencial.   Esta operação virá diretamente de Washington organizada por Ben Rhodes, vice-conselheiro de segurança nacional para os EUA e será devastadora para os sírios, que serão conduzidos a pedir pelo golpe (e aceitá-lo como fato consumado). A OTAN, depois do choque com o veto duplo da Rússia e China no Conselho de Segurança da ONU, espera assim alcançar a vitória na Síria sem a necessidade de atacar ilegalmente. Seja qual for a opinião de cada indivíduo sobre o que está acontecendo na Síria, a verdade é que um golpe significaria acabar com todas as esperanças de democratização.  De forma aberta e oficial, a Liga Árabe já pediu aos operadores de satélites Nilesat e Arabsat para derrubar com os meios de transmissão sírios, tanto públicos como privados (Síria TV, Al-Ekbariya, Ad-Dounia, Cham TV, etc.). Já existe precedente disso - quando a Liga Árabe anteriormente impôs a censura à televisão líbia, para impedir os líderes governamentais de se comunicar com seu próprio povo. Não existe uma rede na Síria de canais de TV a cabo (terrestre) - eles são capturados exclusivamente via satélite. Mas este "tribunal" não vai simplesmente deixar a tela em branco.  Com efeito, esta decisão é apenas a ponta do iceberg. De acordo com nossas informações, diversas reuniões internacionais foram realizadas esta semana para coordenar a operação de "intoxicação" (manipulação). As duas primeiras reuniões, técnicas, tiveram lugar em Doha (Qatar). A terceira, política, foi realizada em Riad (Arábia Saudita).  A primeira reunião contou com a participação de funcionários especializados em "guerra psicológica embutida" na televisão por satélite de vários canais - como Al-Arabiya, Al-Jazeera, BBC, CNN, Fox, France24, Future TV e MTV. Sabe-se que, desde 1998, há uma semi-oficial unidade do Exército dos EUA para operações psicológicas (PSYOPs) incorporada ao staff da CNN, sendo que tal prática depois se espalhou para outras estações de televisão de importância estratégica via OTAN. Estes oficiais (previamente) redigiram uma série de falsas notícias, baseadas em uma história inverídica concebida pela equipe de Ben Rhodes, na Casa Branca. E será estabelecido um procedimento de validação recíproca desse noticiário, com cada mídia devendo citar e repercutir as versões (mentiras) dos outros para lhes dar credibilidade aos olhos dos espectadores. Os participantes da reunião também decidiram não requisitar apenas canais limitados da CIA para a Síria e Líbano (Barada, TV Futura, MTV, Notícias do Oriente, Chaab Síria, Síria Alghad), mas também cerca de 40 canais que transmitiriam um incitamento à violência a partir dos religiosos extremistas Wahhabi (n.do tradutor: movimento extremista sunita adotado pela Casa de Saoud, anti-xiita, anti-alauíta e anti-cristão), estimulando assassinatos em massa sob o lema "Os cristãos em Beirute, os alauítas para o túmulo!"  Na segunda reunião, foram engenheiros e produtores que planejaram a produção de imagens ficcionais, que serão sequências mistas - produto híbrido de filmagens de rua e edição em estudio de CGI (Computer Graphics Imaging). Nas últimas semanas teriam sido montados na Arábia Saudita vários estudios cenográficos que imitariam os dois palácios presidenciais sírios e os principais centros de Damasco, Aleppo e Homs. Esses estudios cenográficos já existem (comprovadamente) em Doha, mas seriam insuficientes para a escala da nova operação proposta.  A terceira reunião contou com a presença do general James B. Smith, embaixador dos EUA, um representante do Reino Unido eo príncipe saudita Bandar bin Sultan, o mesmo que o presidente George Bush nomeou como seu filho adotivo, na medida em que a imprensa americana começou a chamá-lo de "Bandar Bush". O objetivo deste encontro foi coordenar as ações de mídia com a ação de "Exército sírio Livre", feita predominantemente com os mercenários do príncipe Bandar.  A operação já havia sido ensaiada durante meses, mas a Agência de Segurança Nacional dos EUA decidiu acelerar depois de o presidente russo, Vladimir Putin, ter informado à Casa Branca que a Rússia iria se opor "pela força" a qualquer tentativa de intervenção ilegal da NATO contra a Siria. Por isso, esta operação simultânea compreende duas etapas: primeiro, inundar os meios de comunicação mundiais com informação falsa e, segundo, limitar e garantir a censura ou bloqueio de quaisquer tentativas de resposta, denúncia ou divulgação dos fatos reais.  Proibir a televisão por satélite para desencadear uma guerra não é nada novo. Sob a pressão de Israel, EUA e União Europeia já proíbem nas suas redes de TV emissoras árabes, bem como personagens libaneses, palestinos, iraquianos, e iranianos. Nenhuma censura foi imposta pelos mesmos canais por satélite a outros povos, culturas ou regiões do  mundo. Tal falsidade não é nada nova: quatro ocorrências significativas nessa arte da propaganda geopolítica-ideológica foram dadas durante as última décadas:  1. Em 1994, uma estação de música pop, Rádio Mille Collines Livre (RTML) deu o sinal que desencadeou o genocídio de Ruanda, ao divulgar a exortação "Mate as baratas!".  2. Em 2001, a OTAN teria usado a mídia para impor SUA interpretação dos ataques de 11 de setembro e justificar os ataques contra o Afeganistão e o Iraque. Mesmo naquela época foi Ben Rhodes o elaborador, no fim da administração Bush, d o relatório da Comissão Kean sobre os ataques de 11 de setembro.  3. Em 2002, a CIA usou 5 canais (Televen, Globovision, Meridiano, ValeTV e CMT) para fazer críveis as falsas notícias de que manifestações em massa contrárias forçaram o presidente democraticamente eleito da Venezuela, Hugo Chávez, a demitir-se - quando, na verdade, ele fora vítima de um golpe militar.  4. Em 2011, a France24 desempenhou o "papel" de ministério da informação para os rebeldes do Conselho Nacional da Líbia, chegando mesmo a consolidar a relação de serviços prestados em contrato firmado. Durante a batalha de Trípoli, a OTAN foi filmar em estúdio uma transmissão (divulgada pela Al-Jazeera e Al-Arabiya) que mostrou imagens dos rebeldes líbios entrando na praça principal da capital, quando na verdade eles ainda estavam longe da cidade - isso para que as pessoas se convencessem de que a luta em favor do governo líbio estaria perdida e, assim, toda a resistência a ela se transformase em resignação e conformismo.  Os meios de comunicação não se contentam mais com o apoio à guerra - agora, ajudam ativamente a fazê-la. Este dispositivo viola os princípios básicos do direito internacional, começando com o artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (que estabelece o direito de "receber informações e idéias livres por quaisquer meios e independentemente de fronteiras, por qualquer modo de expressão"). O mais importante é que ele viola as resoluções da Assembléia Geral da ONU, adotadas no final da Segunda Guerra Mundial para evitar a guerra, especialmente as Resoluções 110, 381 e 819 que proíbem "os obstáculos à livre troca de informações e idéias" (neste caso, o bloqueio do canal sírio) e "propaganda tendenciosa para provocar ou encorajar qualquer ameaça à paz, violações da paz ou atos de agressão ". À luz da lei, a propaganda para a guerra é um crime contra a paz. É crime ainda mais grave porque torna possíveis crimes de guerra e genocídio. (Se você deseja se opor a tais crimes, aja imediatamente. Passe este artigo sobre a Internet eo contacto com os seus representantes democraticamente eleitos.)

 

segunda-feira, 11 de junho de 2012Brasil: Porque Somos Emoção à Flor da Pele! 

  Maravilhoso! De Recife. Postado porGiovani de Morais e Silvaàs10:190 ComentáriosLinks para esta postagemMarcadores:,  Do Blog O Cachete - O Remédio para a Crise de Coluna.  Postado por

 

CIRO GOMES: “Serra mandou algemar jornalista do Estadão num poste”

11 de junho de 2012 - 22:01 -

Veja a entrevista:
http://www.youtube.com/watch?v=oBjwNOYX19Q&feature=player_embedded


O vídeo acima foi reprisado ontem à noite na Record News. Trata-se de uma entrevista do ex-ministro da Fazenda Ciro Gomes no programa “Brasil em Discussão”, de Heródoto barbeiro, no último dia 25 de maio.

Na parte final, Ciro revela que José Serra (PSDB) mandou algemar um jornalista num poste porque o profissional fez uma pergunta que não lhe agradou. (Blog do Esmael Morais)

 

Da Folha.com

 

Depoimento será 'pedreira' para Perillo, diz vice-presidente de CPI


CATIA SEABRA
DE BRASÍLIA

Vice-presidente da CPI do caso Cachoeira, o petista Paulo Teixeira (SP) afirmou nesta segunda-feira (11) que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), deverá enfrentar um depoimento "pedreira" nesta terça-feira (12) na comissão.

Embora o PSDB tenha proposto um pacto de não agressão aos petistas e peemedebistas em troca da blindagem de Perillo, Teixeira duvidou que a ideia seja aprovada na reunião que o PT realiza hoje para traçar a estratégia do partido.

Interferência de Lula em CPI seria 'muito mesquinha', diz Perillo

Pesou contra Perillo a declaração de que espera uma atitude de estadista do ex-presidente Luiz Inácio da Silva. Perillo disse à Folha ter a expectativa de que Lula não guarde contra ele ressentimentos da época do escândalo do mensalão.

A estratégia de se apresentar como vítima de revanchismo contrariou o PT.

"Esse discurso não dura meia hora na CPI", afirmou Teixeira.

Perillo irá prestar depoimento amanhã na comissão sobre sua relação com o empresário Carlinhos Cachoeira e se diz alvo de "perseguição política" por "episódios do passado".

Em 2005, no auge do mensalão, Perillo revelou que havia avisado Lula sobre a existência do esquema.

O governador disse que vai entregar e mostrar no Congresso os cheques de R$ 1,4 milhão que recebeu na venda de uma casa onde foi preso Cachoeira, em fevereiro. "Fiz um negócio legítimo", afirmou o tucano.

 

zanuja

Do Estadão

 

Lalau pôs câmera para vigiar seus vigiasEx-juiz espiava agentes em sala na casa onde cumpre pena; ele pode perder prisão domiciliar11 de junho de 2012 | 22h 30

 Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - A Justiça Federal terminou nova perícia médica no ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (TRT2), em São Paulo, que cumpre pena em regime domiciliar há dez anos. A medida foi tomada porque Nicolau, segundo a Polícia Federal, inverteu os papéis: de condenado sob vigilância, ele teria espionado sua escolta por meio de uma câmera de circuito fechado que mandou instalar clandestinamente no cômodo da casa onde ficam alojados os federais.

O equipamento foi descoberto por um agente da equipe da PF que se reveza dia e noite na guarda de Nicolau, a quem a Justiça impôs 26 anos de prisão pelo suposto desvio de verbas da obra do Fórum Trabalhista da capital.

"O dr. Nicolau não estava monitorando os federais", reage o advogado Celmo de Assis Pereira. "A câmara estava lá há anos, mas exclusivamente por uma questão de segurança da casa. Ele (Nicolau) não pode ser exceção, só porque foi juiz."

A ação penal ainda não chegou ao término porque o Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprecia recurso especial da defesa. Desde que se entregou, após oito meses foragido, Nicolau, hoje com 84 anos, alega estado de saúde precário e por isso permanece no casarão do Morumbi.

Em março, o Ministério Público Federal requereu que "seja declarada a melhora do estado de saúde de Nicolau, não havendo justificativa, por motivo de doença, da permanência em regime de prisão domiciliar". Em 25 de abril, a Justiça mandou a Coordenadoria de Saúde do Sistema Penitenciário agendar o exame do ex-magistrado.

Na rua. De início, os policiais ficavam de plantão na rua, em uma viatura. Depois, a Justiça mandou que fosse providenciado um cômodo da casa para alojar a equipe. Segundo a PF, a câmera foi localizada em meados de 2011 atrás da grade de uma janela que separa o quarto de acomodação dos agentes da garagem da residência. O aparelho estava embutido em uma caixa de papelão de cor laranja com os dizeres Black & Decker, com pequenos furos em suas laterais, que permitiam filmagens.

Peritos constataram que as imagens captadas pelo mecanismo eram exibidas "em tempo real" para um monitor de TV na sala principal da casa. Laudo da PF, com 17 fotografias, indica existência de outro dispositivo eletrônico supostamente para captação de áudio.

Relatório da PF narra que o próprio magistrado "exigiu a recolocação da câmera no seu exato local de origem, para que as gravações do interior do quarto dos plantonistas continuassem sendo realizadas". A PF destacou que a "conduta acintosa do custodiado ofende a toda esta instituição, que mantém a vigilância (de Nicolau) há longos anos, com um custo para a União de mais de R$ 500 mil por ano, somente considerados os salários dos policiais diretamente encarregados da missão".

Transferência. A PF representou "pela transferência (de Nicolau) para o regime disciplinar diferenciado, a ser cumprido em um estabelecimento prisional federal" e requisitou "a destruição de quaisquer mídias ou do conteúdo de qualquer dispositivo de armazenamento de imagens que contenham gravações dos policiais federais no cômodo destinado à equipe de plantão, vez que ilegais".

"A própria PF fez um procedimento administrativo concluindo que não há fato típico penalmente punível", assinala o advogado Celmo Assis Pereira. "Estão ressuscitando uma coisa que já acabou. A câmara fazia o monitoramento da garagem." A Procuradoria da República atribui a Nicolau prática de "falta grave".

"Os documentos, com o laudo pericial, confirmam que Nicolau monitorou clandestinamente e com finalidade injustificada, por período de tempo desconhecido, a atividade dos agentes, inclusive com possibilidade de gravação das conversas por eles tidas", adverte a Procuradoria. "Este tipo de conduta simplesmente subverteu o objetivo e as finalidades da execução penal ou mesmo do cumprimento da prisão preventiva domiciliar, transformando o executando em vigilante daqueles que deveriam vigiá-lo."

  

 

zanuja

"ele pode perder prisão domiciliar":

Mentira deslavada do judiciario brasileiro.  Uma das coisas que nao "pode" jamais acontecer eh alguem do sistema de sustentacao da corrupcao brasileira perder um privilegio.

Eh teatro.

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

Do Estadão

 

Para ministra, incentivo ao consumo não contradiz discussões da Rio+20Izabella Teixeira criticou discussões sobre indicadores socioambientais que não levam em conta questões de gestão e defendeu medidas para estimular o consumo11 de junho de 2012 | 22h 30

 Luciana Nunes Leal, do Rio de Janeiro

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, criticou nesta segunda-feira, 11, as discussões sobre indicadores socioambientais que não levam em conta questões de governança e gestão, ao defender as medidas do governo para estimular o consumo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de carros. “Tem limite para a miopia ambiental”, disse Izabella a uma plateia formada principalmente por ambientalistas.

Ministra Izabella Teixeira participa de fórum no  Salão Tom Jobim no Jardim Botânico - Fábio Motta/AEFábio Motta/AEMinistra Izabella Teixeira participa de fórum no Salão Tom Jobim no Jardim Botânico

 

 

Segundo ela, as medidas de estímulo ao consumo não são incompatíveis com o debate da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que começa amanhã, no Rio, e reunirá mais de cem chefes de Estado.

“Temos de debater como gente grande. Está na hora de debatermos as unidades de conservação, a regularização fundiária, o acesso à informação com conhecimento técnico e científico. Vamos acabar com o achismo ambiental”, disse a ministra durante o seminário Brasil Sustentável – O Caminho para Todos. Izabella repetiu a expressão que usa com frequência para designar as teses radicais de defesa do meio ambiente que não consideram aspectos de governo, administrativos, econômicos e políticos.

 

Sobre as medidas para estimular que a população consuma, a ministra afirmou, em entrevista, que “medidas de curto prazo não podem ser confundidas com a discussão de médio e longo prazo da Rio+20, em que será feito um debate para os próximos 20 anos sobre o futuro do planeta sem falar em crise, em guerra”.

Izabella justificou: “A questão do IPI é para solução de crise de curtíssimo prazo, temos empregos, a indústria que está em jogo”. Para a ministra, essas medidas emergenciais não impedirão um esforço dos países para “pactuar um novo padrão de consumo, já que é insustentável repetir os modelos atuais”.

 

Há dois meses, a presidente Dilma Rousseff também foi enfática ao advertir ambientalistas de que o governo não mudaria seu projeto de aumento da oferta de energia e de desenvolvimento, ao defender a construção de hidrelétricas na Amazônia. “Pessoas contrárias (às hidrelétricas) vivem num estado de fantasia”, disse ela em maio, durante reunião com os integrantes do Fórum do Clima.

 

A posição do governo vai na contramão do que o Brasil precisa fazer para atingir as metas de redução das emissões de gases de efeito estufa – é justamente o crescimento do consumo de gasolina que deverá fazer o governo rever esses números.

 

Izabella defendeu que após a conferência o País se volte para seus próprios problemas e discuta, por exemplo, o uso dos recursos de fundos de meio ambiente e o papel das instituições. Ela criticou o fato de o Serviço Florestal Brasileiro estar voltado apenas para florestas da Amazônia. “É um equívoco”, declarou.

 

A ministra minimizou a ausência na Rio+20 de importantes chefes de Estado, como o presidente americano Barack Obama, a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro britânico David Cameron. “A presença dos líderes é importante, mas veja que os Estados Unidos (que foram representados na Rio 92 pelo então presidente George Bush) até hoje não ratificaram a conversão da biodiversidade. Os países mandarão pessoas de alto nível, com poder de decisão. Entendemos o momento que os países estão vivendo, a crise.” / COLABOROU HELOISA ARUTH STURM

 

zanuja

Do Estadão

 

Grupo de Cachoeira pagou R$ 600 mil a empresa de braço direito de PerilloRepasses à Rental Frota Distribuição e Logística foram feitos em parcelas; empresa diz que verba foi dada por ex-vereador tucano para a compra de carros11 de junho de 2012 | 22h 30

 Fernando Gallo, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O grupo comandado pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, repassou R$ 600 mil a uma empresa de Jayme Rincón, homem forte do governo goiano e tesoureiro da campanha do governador Marconi Perillo (PSDB) em 2010. Os pagamentos à Rental Frota Distribuição e Logística foram divididos em três parcelas de R$ 200 mil e depositados em 29 de julho, 1.º e 2 de agosto de 2011.

A CPI do Cachoeira ouve nesta terça-feira, 12, Perillo, cujo nome aparece em várias escutas telefônicas da Operação Monte Carlo da Polícia Federal, que investiga os negócios do contraventor e suas ligações com agentes públicos.

Embora esteja formalmente afastado da empresa desde janeiro de 2011, Rincón detém 33% de suas cotas. Ele diz desconhecer o repasse. Já a Rental os confirma. Sustenta, porém, que os pagamentos se referiam à venda de 28 veículos usados, no valor de R$ 600 mil, ao braço direito de Cachoeira, o ex-vereador tucano Wladimir Garcez. Ela nega que o valor tenha sido repassado diretamente a Rincón.

A Rental declarou ainda que, em função de "normas internas", não pôde fornecer à reportagem cópia do contrato, mas que ele foi "devidamente contabilizado e arquivado na empresa".

O valor e as datas dos depósitos coincidem com um empréstimo que Cachoeira afirmou ter feito a Rincón, hoje presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), em conversa gravada pela PF. Em 1.º de agosto, a PF resumiu um diálogo entre o contraventor e o ex-diretor da Delta no Centro-Oeste Cláudio Abreu: "Carlinhos diz que emprestou R$ 600 mil para Rincón. Diz que vai pagar 100 por mês". A conversa foi revelada pelo Estado em 27 de abril.

Naquele mesmo dia, Rincón emitiu nota na qual negava ter recebido de Garcez ou Cachoeira. "Nunca recebi um centavo do sr. Wladimir Garcez e muito menos do sr. Cachoeira, pessoa que vi apenas duas vezes na vida."

Escutas da Monte Carlo sugerem que a operação foi coordenada por Garcez e Cachoeira e executada por Geovani Pereira da Silva, apontado pela PF como contador do grupo do contraventor.

Em 27 de julho, dois dias antes do primeiro depósito, a PF resumiu um diálogo entre Garcez e Geovani referente a uma conta bancária, o CNPJ da empresa e o valor dos repasses: "BB; AG 3388-X; C/C 6751-2; nome: Rental Frotas Distribuição Logística Ltda. CNPJ 97.45.68110001-90. Valor: 200, 200 e 200, para não dar aquela complicação. Geovani fala que sim, que não tem nota".

Em 1.º de agosto, dia do segundo depósito, Cachoeira fala com Geovani. "Aquele que você fez o depósito, quanto ele depositou sexta? Aquele rapaz, e hoje? E amanhã, fica faltando quanto?", pergunta o contraventor. "200, 200, e amanhã finaliza", responde o contador. Cachoeira, então, pergunta: "Você depositou em nome de quem?". Geovani responde: "Rental Frota Ltda.".

A empresa diz que firmou contrato com Garcez em 7 de junho, e que o prazo para a quitação era de 45 dias.

Casa. À CPI Garcez disse que comprou a casa de Perillo onde o contraventor foi preso, mas disse que a vendeu em seguida por não ter dinheiro para pagá-la. A venda foi registrada em 13 de julho de 2011, período em que a Rental diz que ele comprou os carros. O advogado de Garcez, Ney Teles, disse que já "ouviu falar" da operação, mas não teria condições de confirmar dados antes de conversar com o ex-vereador, que está preso. Teles deve se encontrar hoje com Garcez.

 

zanuja

"O grupo comandado pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, repassou R$ 600 mil a uma empresa de Jayme Rincón, homem forte do governo goiano e tesoureiro da campanha do governador Marconi Perillo (PSDB) em 2010. Os pagamentos à Rental Frota Distribuição e Logística foram divididos em três parcelas de R$ 200 mil e depositados em 29 de julho, 1.º e 2 de agosto de 2011. "


olha aí o mensalão tucano novamente. Agora o mensalão vem do crime organizado que tomou conta de Goiás.


Mensalão para cometerem os mais diversos crimes como o jogo do bicho, da loteria clandestina, dos cassinos. 


E o governador tucano não sabia de nada, não viu nada, não ouviu nada?????????


 


 

 

De R7 Folha Vitória

Juristas excluem corrupção do rol dos crimes hediondos 

Folha Vitória

Agência EstadoRedação Folha Vitória

Brasília - A comissão de juristas do Senado que discute mudanças ao Código Penal decidiu nesta segunda-feira não incluir a corrupção praticada contra a administração pública na lista de crimes considerados hediondos. A sugestão havia sido feita pelo relator, o procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves, mas não foi acolhida pela maioria dos integrantes da comissão.

O colegiado, contudo, aprovou o acréscimo de sete delitos ao atual rol de crimes hediondos: redução análoga à escravidão, tortura, terrorismo, financiamento ao tráfico de drogas, tráfico de pessoas, crimes contra a humanidade e racismo.

Atualmente, são considerados hediondos os crimes de homicídio qualificado, latrocínio, tortura, terrorismo, extorsão qualificada pela morte, extorsão mediante sequestro, estupro e estupro de vulnerável, epidemia com resultado de morte, falsificação de medicamentos e tráfico de drogas.

A Lei dos Crimes Hediondos foi editada em 1990, no governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, como resposta a uma onda de violência em resposta à violência no estado do Rio de Janeiro. Na prática, os juristas propuseram incorporar ao Código Penal as mudanças da lei.

Os crimes hediondos são considerados inafiançáveis e não suscetíveis de serem perdoados pela Justiça. Eles têm regimes de cumprimento de pena mais rigoroso que os demais crimes, como um tempo maior para os condenados terem direito a passarem do regime fechado para o semiaberto, por exemplo. Atualmente é de dois quintos da pena para não reincidente e, com a proposta aprovada, seria de metade - para os reincidentes, o prazo seria o mesmo, de três quintos. A prisão temporária é de 30 dias, prorrogáveis por igual período, prazo maior do que nos demais crimes.

Durante os debates da comissão, o relator chegou a sugerir que a sociedade "clama" por essa mudança. Mas, numa votação rápida, apenas o desembargador José Muiñoz Piñeiro Filho e o promotor de Justiça Marcelo André de Azevedo votaram a favor.

"Na minha visão, a corrupção deveria fazer parte desse rol, mas a maioria entendeu que não", afirmou Luiz Carlos Gonçalves, lembrando que "em um colegiado não é correto falar em derrotas ou vitórias". "Um Código Penal deve atender à sociedade e posso afirmar que uma das sugestões que a sociedade mais reivindica é que os crimes contra a administração pública, notadamente o peculato (desvio de dinheiro público) e a corrupção, deveriam fazer parte do rol", disse Piñeiro Filho.

"Nós entendemos que a Lei de Crimes Hediondos ao longo dos seus anos de vigência não contribuiu para reduzir a criminalidade em nenhuma medida e trouxe problemas para o sistema prisional e penitenciário", disse o advogado Marcelo Leonardo, que foi contrário a todas as inclusões.

O colegiado tem até o final do mês de junho para apresentar uma proposta de reforma do Código Penal ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Caberá à Casa decidir se transforma as sugestões dos juristas em um único projeto ou as incorpora em propostas que já tramitam no Congresso.

 

zanuja

A corrupção mata pessoas:

 - nas filas dos hospitais

 - nas estradas

 - de fome

 - pela ignorância para conseguir trabalho

 - por aí vai...

Isso não será crime hediondo?

Quem será que paga as viagens estadias e salários desses doutos juristas?

 

Do R7

 

De R7

 

Chegou a vez dos governadores de GO e 
do DF se explicarem na CPI do Cachoeira

Perillo precisa esclarecer venda de casa a bicheiro e Agnelo possível favorecimento

Do R7 com agências

 

 

Agnelo e PerilloReprodução

Agnelo se explica nesta quarta e Perillo na terça


Chegou a vez dos governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Disrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) se explicarem na CPI do Cachoeira. O depoimento de Perillo está marcado para esta terça-feira (12) e o petisa vai falar na quarta (13).

Os parlamentares esperam que eles esclareçam possíveis ligações com o bicheiro e suposto favorecimento do grupo do contraventor nos governos.

O tucano tem que explicar as contradições sobre a venda de uma mansão em 2011 no valor de R$ 1,4 milhão para Carlinhos Cachoeira, além de oito nomeações para administração de Goiás sob suposta influência do contraventor.

As inconsistências entre a versão de Perillo e a do empresário Walter Paulo Santiago, interrogado pelos membros da CPI sobre a origem do dinheiro para a compra do imóvel, levantou hipóteses de que o governador goiano teria recebido duas vezes pela transação.

Há também especulações sobre o valor de fato pago pela mansão. O pagamento declarado foi de R$ 1,4 milhão, porém haveria outra parte paga "por fora" - em diálogo obtido pela PF (Polícia Federal), Cachoeira faz menção ao valor real do imóvel, que seria de R$ 2 milhões.

As suspeitas sobre Perillo pesaram depois que Santiago deu seu depoimento na última terça-feira (5), no qual afirmou pagar R$ 1,4 milhão pela casa do governador à vista e em dinheiro - em vez de cheques, conforme sustentava o governador. O imóvel, localizado no condomínio de luxo Alphaville, em Goiânia, era utilizado por Cachoeira.


Previsões

O palpite de membros da CPI, no entanto, é de que Perillo mantenha não mude sua versão. Ao comentar a situação do governador, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) foi categórico.

— Seguramente, Perillo vai chegar aqui e manter a mesma versão dos três cheques.

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), no entanto, defende o governador e colega de partido, ao dizer que Marconi vai “virar o jogo” ao depor na CPMI.

— Ele vai ser convincente e vai virar o jogo. Ele vem reafirmando a mesma sequência de acontecimentos, não há contradição alguma.

A apuração das circunstâncias em que a mansão foi vendida pode ajudar a estimar a proximidade do governador goiano com Carlinhos Cachoeira, acusado de envolvimento com jogos ilegais e de comandar uma rede criminosa envolvendo políticos e empresários.

DF

Agnelo, por sua vez, é citado em gravações da Polícia Federal e suspeito de envolvimento com o contraventor. Segundo as investigações, Cachoeira teria operado para dirigir uma licitação milionária durante seu governo no DF.

Para ajudar na defesa do petista, dois deputados federais que ocupavam secretarias no governo do DF, Paulo Tadeu e Geraldo Magela, já voltaram para a Câmara dos Deputados.

Segundo o porta-voz, Ugo Braga, os deputados voltaram para a Câmara para "mostrar à CPI" questões que já foram esclarecidas sobre o possível envolvimento da Delta com o governo do DF.

— Os secretários voltaram para levar ao Congresso informações importantes que não estavam circulando por lá. Por exemplo que a Delta só tem um contrato com o DF que é o de lixo e esse contrato foi auditado em 2011, que essa auditoria foi mandada para o Ministério Público e para o Tribunal de Contas, ou seja, que o governo do Distrito Federal em vez do favorecimento, teve o contrário, fiscalização pesada e até confronto com o grupo investigado pela Operação Monte Carlo.

 

zanuja

De Opera Mundi

 

Jornal britânico diz que Brasil é modelo de diplomacia e compara Lula a Franklin RooseveltPara The Guardian, “já é tempo de o ocidente incorporar o crescimento do Brasil de forma mais ativa e iniciar um comprometimento mais profundo”    

 

 

O Brasil “não apenas deve ter um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, como também é a melhor razão para uma reforma do órgão e para uma tentativa de tornar o sistema internacional mais representativo”. É o que diz um elogioso editorial publicado nesta segunda-feira (11/06), no qual o jornal britânico The Guardian sugere uma maior valorização da diplomacia de Brasília e destaca a ascensão econômica vivenciada pelo país ao longo dos últimos anos.

 

 

De acordo com a publicação, “já é tempo de o Ocidente incorporar o crescimento do Brasil de forma mais ativa e iniciar um comprometimento mais profundo” com o país. Isso porque, “embora seja líder da desigualdade social no mundo”, ele “também lidera a resolução desse problema” por meio de “famosos programas sociais que auxiliaram 20 milhões a deixar a pobreza e criar um novo mercado interno”.

Traçando uma linha cronológica para o processo de estabilização da economia brasileira, o artigo parte do governo de Fernando Henrique Cardoso e se estende até a atual gestão de Dilma Rousseff, que é classificada como uma “reformista pragmática”. De acordo com o The Guardian, em meio a esse fenômeno de aquecimento do mercado doméstico e elevação da renda per capita, houve ainda a importância do ex-presidente Lula, “a melhor reencarnação já vista de Franklin Roosevelt”, o líder norte-americano que superou o crash de 1929 graças à elevação de investimentos públicos e consequente fomento à atividade econômica.

Em meio aos preparativos para eventos de relevância global como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ainda restaria para a presidente Dilma Rousseff “a transferência de sua popularidade e competência administrativa para o congresso”, de tal forma que o legislativo acompanhe o andar de seu governo. O principal desafio da atual presidente, segundo o The Guardian, ainda é “destravar a produtividade e estabelecer uma economia mais avançada”.

No campo das relações internacionais, “Brasília não apenas dobrou o número de seus diplomatas na última década como também redobrou sua ênfase na diplomacia como a única forma de "multipolaridade benigna”. Fenômeno esse que reflete “o luxo de uma região pacífica” e uma “longa tradição e experiência sobre as naturezas da soberania e da democratização”.

 

zanuja

De Opera Mundi

 

Justiça dos EUA rejeita processo que acusava cúpula do Pentágono de práticas de torturaEntre acusados estava o ex-secretário de Defesa Donald Rumsfeld    

 

A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira (11/06) um processo que acusava diversos membros da cúpula do Pentágono por práticas de tortura. A ação era movida por um norte-americano condenado por terrorismo e incluía nomes como os do ex-secretário de Defesa Donald Rumsfeld.

José Padilla foi detido em maio de 2002 em Chicago, Estado de Illinois, como testemunha material de supostas atividades terroristas. Ele permaneceu recluso em uma prisão civil de Nova York. Em junho desse ano, dois dias antes de um tribunal escutar sua apelação, o então presidente George W. Bush o declarou "combatente inimigo" e o jovem foi levado à prisão militar naval em Charleston, Carolina do Sul.

 

 

Segundo os documentos apresentados à justiça, durante toda o período de reclusão,  o acusado permaneceu em confinamento solitário sem contato com advogados ou familiares. Os advogados de Padilla e sua mãe, Estela Lebrón, que levou adiante o processo, sustentam que José foi submetido a maus tratos como exposição a temperaturas extremas, privação de sono e ameaças de mudanças a outros países onde poderia ser torturado ou assassinado.

Entre os processados estavam o então secretário de Defesa, Donald Rumsfeld; o ex-advogado do Pentágono William Haynes, o ex-subsecretário de Defesa Paul Wolfowitz e o ex-diretor da Agência de Inteligência de Defesa vice-almirante Lowel Jacoby.

O processo sustentava que a detenção e tratamento de Padilla violaram partes de emendas da Constituição americana que estipulam que "nenhuma pessoa será privada de sua vida, liberdade ou propriedade sem o devido processo legal" e acrescenta que "não se infligirão castigos cruéis ou extraordinários".

A decisão não afeta sua sentença de 17 anos e quatro meses de prisão, à qual foi condenado em 2007 como conspirador ligado à Al Qaeda.

 

zanuja

"Justiça dos EUA rejeita processo que acusava cúpula do Pentágono de práticas de tortura":

E era pra menos?

http://en.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Padilla_%28prisoner%29

Nao que NAO tenha havido tortura, claro.  Houve sim.  So que o item da wikipedia menciona logo no comeco que ele tava "tentando" detonar/fabricar uma bomba radioativa.  Voce tem que procurar mais ainda:

http://www.foxnews.com/story/0,2933,293493,00.html

Pra saber que isso nem era parte do processo contra ele.  Ora, se o caso era tao claro assim contra ele, porque nao foi parte do processo o que era a parte mais chocante ? ? ? ? ?

 

ECHELON saiu da internet. ECHELON agora esta no seu proprio computador.

De Opera Mundi

 

Jornal britânico diz que Brasil é modelo de diplomacia e compara Lula a Franklin RooseveltPara The Guardian, “já é tempo de o ocidente incorporar o crescimento do Brasil de forma mais ativa e iniciar um comprometimento mais profundo”    

 

 

O Brasil “não apenas deve ter um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, como também é a melhor razão para uma reforma do órgão e para uma tentativa de tornar o sistema internacional mais representativo”. É o que diz um elogioso editorial publicado nesta segunda-feira (11/06), no qual o jornal britânico The Guardian sugere uma maior valorização da diplomacia de Brasília e destaca a ascensão econômica vivenciada pelo país ao longo dos últimos anos.

 

 

De acordo com a publicação, “já é tempo de o Ocidente incorporar o crescimento do Brasil de forma mais ativa e iniciar um comprometimento mais profundo” com o país. Isso porque, “embora seja líder da desigualdade social no mundo”, ele “também lidera a resolução desse problema” por meio de “famosos programas sociais que auxiliaram 20 milhões a deixar a pobreza e criar um novo mercado interno”.

Traçando uma linha cronológica para o processo de estabilização da economia brasileira, o artigo parte do governo de Fernando Henrique Cardoso e se estende até a atual gestão de Dilma Rousseff, que é classificada como uma “reformista pragmática”. De acordo com o The Guardian, em meio a esse fenômeno de aquecimento do mercado doméstico e elevação da renda per capita, houve ainda a importância do ex-presidente Lula, “a melhor reencarnação já vista de Franklin Roosevelt”, o líder norte-americano que superou o crash de 1929 graças à elevação de investimentos públicos e consequente fomento à atividade econômica.

Em meio aos preparativos para eventos de relevância global como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, ainda restaria para a presidente Dilma Rousseff “a transferência de sua popularidade e competência administrativa para o congresso”, de tal forma que o legislativo acompanhe o andar de seu governo. O principal desafio da atual presidente, segundo o The Guardian, ainda é “destravar a produtividade e estabelecer uma economia mais avançada”.

No campo das relações internacionais, “Brasília não apenas dobrou o número de seus diplomatas na última década como também redobrou sua ênfase na diplomacia como a única forma de "multipolaridade benigna”. Fenômeno esse que reflete “o luxo de uma região pacífica” e uma “longa tradição e experiência sobre as naturezas da soberania e da democratização”.

 

zanuja

Corram pra higianopolis hoje vai ter tentativa de suicidio de alto tucano privateiro...

 

alexandre toledo

De Opera Mundi

 

Bem disposto, Chávez oficializa candidatura à reeleição com megacomício em CaracasO atual presidente venezuelano se comprometeu a respeitar os resultados das eleições presidenciais de outubro    

 

Efe


Cercado por milhares de apoiadores, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, oficializou sua candidatura para a reeleição à Presidência da Venezuela nesta segunda-feira (11/06) no CNE (Conselho Nacional Eleitoral), em Caracas. No poder desde 1999, Chávez enfrentará o candidato de direita Henrique Capriles em outubro.

Com os cabelos recuperados e bem disposto, o presidente chegou a cantar durante comício realizado logo após a oficialização da candidatura. Chávez se recupera de um câncer na pélvis, diagnosticado em 2011. “Como jogador venho para cumprir a lei, e me comprometo, e comprometo meus seguidores, que como vocês sabem são milhões, a apoiar as decisões do Poder Eleitoral e de reconhecer os resultados emitidos pelo CNE nas eleições presidenciais".

Representante da coalizão de oposição MUD (Mesa de la Unidad Democrática), Capriles registrou sua candidatura neste domingo (10/06) em Caracas, após uma caminhada pelas ruas da capital venezuelana. O ex-governador do estado Miranda foi escolhido em fevereiro nas eleições primárias da MUD, da qual participaram mais de três milhões de eleitores, com mais de 60% votos.

Efe

Concentração massiva de apoiadores do presidente Hugo Chávez na Plaza Caracas, onde está localizado o CNE

"Temos um governo que nos dividiu. Capriles vai unir a Venezuela e os venezuelanos. Também serei presidente dos vermelhos (cor que identifica o chavismo)", reiterou Capriles durante caminhada até o CNE. Outro lema de sua campanha faz referência ao câncer de Chávez: "Se ele tem que ocupar de sua saúde, que se ocupe, mas o país continua”, disse Capriles em maio, “Necessitamos de um presidente que se ponha à frente porque falamos da vida de 28 milhões de pessoas e todas as vidas valem o mesmo”.

A saúde de seu opositor tem sido um dos principais argumentos da campanha de Caprile. No domingo (10/06), o candidato da MUD caminhou cerca de 10 quilômetros com milhares de eleitores até o CNE, em uma demonstração de juventude e saúde. “Aquele cavalo (Chavez) está cansado. Este aqui está cheio de energia”, afirmou ele.

O atual presidente anunciou que sofria de um câncer em discurso em junho do ano passado, em Cuba, onde fez o tratamento. Desde então, Chávez já passou por três cirurgias – a ultima realizada em fevereiro deste ano – e pelo tratamento de quimioterapia e radioterapia, se ausentando constantemente da Venezuela.



Pesquisas eleitorais

Chávez continua liderando na maioria das pesquisas eleitorais: as diferenças percentuais entre o atual presidente e Caprile vão de 13 a 30 pontos. No entanto, outros institutos apontam que a disputa está acirrada, com pequena diferença entre os candidatos.

Em resposta aos resultados negativos, Caprile chamou os institutos de pesquisa de “mafiosos imorais” que manipulam os resultados em favor de Chávez. Por outro lado, apoiadores de Chávez também afirmam que as pesquisas são fraudulentas.

A “guerra de pesquisas”, como a mídia denominou o episódio, está repleta de acusações de ambas as partes que afirmam existir favorecimentos e pagamento de propinas às instituições de pesquisa que negaram seu envolvimento com os candidatos. “A quem convém que a oposição se preocupe com as pesquisas e não dos temas-chave da campanha?”, perguntou Oscar Schémel, diretor do Instituto de Pesquisa Hinterlaces.

O vencedor das eleições de outubro ficará no poder até o fim de 2019. 

 

zanuja

De Opera Mundi

 

Constituição chilena foi aprovada após fraude eleitoral, diz ex-agente da ditaduraJorgelino Vergara, membro de um dos principais órgãos da repressão, disse que milhares votaram mais de uma vez    

 

A atual Constituição chilena, elaborada durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) e promulgada em 1980, teria sido respaldada pelo plebiscito mais fraudulento da história do país. Quem garante isto é Jorgelino Vergara, ex-agente da CNI (Central Nacional de Inteligência), um dos principais órgãos da repressão chilena. As declarações de Vergara constam no livro A Dança dos Corvos, do jornalista Javier Rebolido e que será lançado oficialmente em 25 de junho.

Reprodução/El Mocito

Jorgelino Vergara foi ajudante de torturadores que trabalhavam para a DINA e a CNI, órgãos repressores da ditadura Pinochet

Em 1980, a ditadura de Pinochet apresentou sua carta constitucional ao país e anunciou um plebiscito sobre a implantação. O texto foi redigido exclusivamente pelo advogado Jaime Guzmán, o principal ideólogo do regime militar.

Segundo Vergara, "todos os agentes da inteligência e também alguns funcionários públicos de confiança dos militares votaram várias vezes, em diferentes zonas eleitorais, não sei dizer ao certo quantos, mas éramos milhares". Vergara diz que só entre os agentes da CNI eram mais de três mil os que saíram para votar reiteradas vezes em favor da opção "SIM", que significava aprovar a nova carta.

O ex-agente também relatou que "os mesários e fiscais eleitorais nem nos obrigavam a fazer a fila, como os demais eleitores, embora eu não tenha certeza de que eles também faziam parte da manobra, mas, em todos os locais que fui, me deixaram entrar, votar e sair em poucos minutos". Segundo Vergara, ele votou quatro vezes naquele dia. "Foi uma fraude do tamanho de um navio", classificou.

O plebiscito constitucional aconteceu em 11 de setembro de 1980, quando a ditadura celebrou os sete anos do golpe de Estado que levou os militares ao poder e terminou com a vida e o governo do ex-presidente Salvador Allende. Até hoje, as suspeitas sobre o processo eleitoral se resumiam a contestações à desigualdade imposta pelos repressores durante a campanha, quando proibiram todos os vídeos promocionais dos opositores nos canais do país e também negaram autorização para boa parte dos comícios, sobretudo em bairros mais humildes da capital.

 


 

 

Os dados oficiais do CNE (Comitê Nacional Eleitoral) da época registram que a opção “SIM” obteve 4,2 milhões de votos, o que significou 67% dos votos, enquanto o “NÃO” reuniu 1,9 milhão de votos, equivalentes a 30%. Estes resultados respaldaram a promulgação da Constituição chilena em 24 outubro de 1980 e que se mantém vigente até hoje.

As revelações de Vergara surgem poucos dias antes do primeiro aniversário das manifestações do movimento estudantil chileno, que tem na criação de uma nova assembleia legislativa no país uma das principais demandas. Os estudantes consideram a atual carta magna ilegítima por ter sido criada por uma ditadura - bandeira que compartilham com muitos outros movimentos sociais.

O camareiro da repressão

Apesar de não ter sido militar e nem figura emblemática na hierarquia da CNI, Jorgelino Vergara chegou a ser assessor pessoal do comandante-chefe do órgão, o general Manuel “El Mamo” Contreras, que hoje cumpre cadeia perpétua por sua responsabilidade nas violações aos direitos humanos cometidas durante a ditadura.



O trabalho de Vergara constava, basicamente, em levar água e comida para os agentes da CNI, e limpar os porões usados para tortura - o agente foi recrutado em 1974, aos 15 anos, quando foi pedir emprego numa casa suburbana que na verdade funcionava como quartel da organização. Sua figura ganhou notoriedade no Chile em 2011, quando foi lançado o documentário O Camareiro (cujo título original é El Mocito), que mostra sua visão particular da repressão no país.

Apesar de ter recebido treinamento militar nos anos 1980 após ganhar a simpatia dos chefes da CNI, Vergara afirma nunca ter participado pessoalmente de sessões de tortura. Por outro lado, reconhece que chegou a trabalhar, desde 1982, no chamado Quartel Simón Bolívar, a principal sede operativa da inteligência chilena durante a ditadura, “de onde nenhum prisioneiro saiu vivo”, assegurou. A localização exata do Quartel Simón Bolívar era desconhecida até 2007, quando o próprio Vergara, em testemunho entregue voluntariamente à Justiça chilena, desvendou o segredo.

 

zanuja

Da Agência Senado

Juristas propõem aumento na lista de crimes hediondos incluindo trabalho escravo

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Da Redação

Em reunião nesta segunda-feira (11), a comissão de juristas que elabora o anteprojeto do novo Código Penal incluiu na lista de crimes hediondos a redução à condição análoga à de escravo, o tráfico de pessoas, o financiamento ao tráfico de entorpecentes, o racismo e todos os crimes contra a Humanidade. No entanto, a proposta que incluía a corrupção como crime hediondo foi rejeitada pelos membros da comissão.

Tendo como relator o procurador-regional da República Luiz Carlos Gonçalves, a comissão decidiu, por 6 votos a 4, definir como crime hediondo a redução de trabalhador à condição análoga à de escravo. O projeto estabelece uma pena de 4 a 8 anos para este crime.

O advogado Antonio Nabor Bulhões divergiu do relator, considerando que esse tipo penal não cabe na definição de crime hediondo. Nabor ainda citou problemas causados pelo combate a esse crime, especialmente na zona rural. Luiz Carlos Gonçalves explicou sua posição sobre o tema ao lembrar de sua participação em ações do Ministério Público contra o trabalho análogo à escravidão.

- ‘Estourei’ dois ou três cativeiros. O que eu vi ali era um navio negreiro. Esse crime reúne as condições para aí constar [no rol dos crimes hediondos] - argumentou.

Na mesma reunião, os juristas aprovaram a condição de crime hediondo para o tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, trabalhos forçados ou redução à condição análoga à de escravo, e também para “remoção de órgão, tecido ou parte do corpo da pessoa”.

Também foram incluídos na lista de crimes hediondos o racismo e o financiamento do tráfico de entorpecentes, além dos crimes contra a Humanidade definidos como “praticados no contexto de ataque sistemático dirigido contra a população civil no ambiente de hostilidade ou de ataque generalizado, que corresponda a uma política de Estado ou de uma organização tipificada”.

A proposta que definia a corrupção como crime hediondo foi rejeitada pelos juristas.

Organização do trabalho

Foi aprovada a proposta que revoga todo o Título 4 do Código Penal, que trata de crimes contra a organização do trabalho. O advogado Técio Lins e Silva definiu esse título como “herança do fascismo que está emprenhada no Código Penal”.

Contágio e maus tratos

O relator se manifestou pela revogação do artigo 130 do Código Penal, que trata do perigo de contágio venéreo, mantendo, no entanto, o artigo 131 (perigo de contágio) com a previsão de pena de um a quatro anos se a exposição for a risco de doença grave. O artigo 136, sobre os maus tratos, gerou controvérsia entre os juristas. O texto apresentado por Luiz Carlos Gonçalves estabelece pena de um a cinco anos para o crime, aplicando-se também as penas previstas para lesão corporal e morte que resultarem dos maus tratos. A defensora pública Juliana Garcia Belloque assinalou que o texto pode dar margem a confusão.

Rixa

O relator sugeriu atualizar a definição de “rixa”, que, segundo ele, “não é mais a que acontecia em 1940”, salientando que hoje o tipo penal costuma ser aplicado a brigas de torcidas organizadas. Segundo sua proposta, o Código Penal deveria prever pena de seis meses a três anos a quem “promover ou participar de confronto entre grupos”, agravando-se a pena para um a quatro anos em caso de “confronto entre grupos ou facções organizadas”.

Agência Senado

 

zanuja

Agência Senado

Especialistas sugerem ‘regime duro’ para acabar com a guerra fiscal

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Augusto Castro



 

Em reunião que ocupou parte da manhã e parte da tarde desta segunda-feira (11), a comissão de especialistas que analisa questões federativas pré-finalizou o texto do anteprojeto de lei complementar que tem por objetivo acabar com a guerra fiscal do ICMS.

Segundo o relator da comissão, o ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel, a busca é por um texto que institua um “regime extremamente duro” que impeça os 26 estados e o Distrito Federal de concederem benefícios fiscais ilegais no âmbito do ICMS.

O imposto que incide sobre “operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação” é mais conhecido como Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e é um dos principais instrumentos usados na chamada guerra fiscal entre estados.

Na parte da manhã, os especialistas avançaram no debate sobre as Dívidas dos Estados. A tarde ficou dedicada à Guerra Fiscal, o que deixou pendentes dois assuntos espinhosos: os royalties do Petróleo e a partilha dos Recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE), que devem ser analisados em reunião em 25 de junho. Esses foram os quatro temas escolhidos como prioridade pela comissão que vai apresentar propostas para um novo equilíbrio entre as unidades da Federação brasileira.

O texto que deverá ser apresentado pelos especialistas aos senadores especifica as diferenças entre isenções, incentivos e benefícios fiscais. Nesse anteprojeto, a concessão de isenções, incentivos ou benefícios fiscais fica sujeita à concordância de “todas as unidades da Federação, sob a presidência do ministro de Estado da Fazenda”. Em casos especiais, a aprovação poderá se dar por maioria de 2/3 das unidades da Federação. A concessão também ficará sujeita à ratificação do Legislativo estadual respectivo, algo que atualmente só ocorre no Rio Grande do Sul e na Bahia.

A proposta também trata das sanções para quem descumprir as normas. A inobservância de seus dispositivos acarretará a “nulidade do ato e a exigibilidade do imposto não pago ou devolvido” sem prejuízo de outras sanções administrativas e civis.

Os membros da comissão demonstraram estar atentos para que a futura lei, ao tentar pôr fim à guerra fiscal, não acabe criando novos impasses entre as unidades federativas. Eles concordaram que um dos objetivos das mudanças a serem propostas é incentivar a industrialização de estados com setor secundário pequeno, servindo como um “instrumento de desconcentração industrial”.

Assim, de acordo com o texto ainda em discussão, estados com “renda per capta inferior à nacional” poderiam conceder um incentivo, benefício ou isenção com a concordância de apenas 2/3 das unidades federativas, carecendo ainda de outros requisitos. Mas esse foi um dos pontos que ficaram pendentes de decisão final do colegiado.

A comissão de especialista é presidida pelo ex-ministro do STF e ex-ministro da Defesa Nelson Jobim e conta também com as contribuições do procurador da Fazenda Nacional Manoel Felipe do Rêgo Brandão; do médico Adib Jatene; dos economistas João Paulo dos Reis Velloso, Michal Gartenkraut, Fernando Rezende e Sérgio Prado; e dos juristas Ives Gandra da Silva Martins; Luís Roberto Barroso, Paulo de Barros Carvalho e Marco Aurélio Marrafon.

A Comissão Especial do Pacto Federativo foi criada em 15 de março pelo presidente do Senado, José Sarney, depois de apresentado requerimento de autoria do senador Pedro Taques (PDT-MT) e reclamações frequentes de outros senadores sobre o desequilíbrio federativo no Brasil. A previsão é que os trabalhos dos especialistas sejam concluídos no final de setembro deste ano.

Agência Senado

 

zanuja

SNOOKER DE BICO - Procurador de 1ª Instância quer ouvir Gilmar e encaçapa Gurgel:

Caso Gilmar-Lula volta às mãos de Gurgel: gaveta? gaveta?Foto: Edição/247PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA ENVIA REPRESENTAÇÃO DO PSDB PARA A PRIMEIRA INSTÂNCIA DA JUSTIÇA; PROCURADOR QUE RECEBEU RECLAMAÇÃO SOBRE POSSÍVEL ASSÉDIO DE EX-PRESIDENTE AO MINISTRO DO SUPREMO, PORÉM, DEVOLVEU PROCESSO PARA ROBERTO GURGEL; O QUE O PROCURADOR VAI FAZER AGORA?

11 de Junho de 2012 às 18:47

247 – A representação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, protocolado pelo PSDB devido à suposta pressão que Lula teria feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, a fim de adiar o julgamento do mensalão, deu uma pequena reviravolta na Justiça. O primeiro a receber o processo foi o procurador-geral da república, Roberto Gurgel, que logo enviou a papelada para a primeira instância, alegando que o ex-presidente não possui mais foro privilegiado.

Segundo nota publicada pelo colunista da Veja Lauro Jardim, o receptor do processo, na Procuradoria da República no Distrito Federal, foi Valtan Fernandes, que afirmou querer ouvir Gilmar Mendes para compreender o caso. No entanto, como ele não tem poder para tal, já que Mendes é ministro do STF, o caso voltou para as mãos de Gurgel, visto que apenas a PGR pode fazer a convocação.

Agora, de volta nas mãos do procurador-geral, a dúvida é se o caso será engavetado ou encaminhado, para que seja dada continuidade. Gurgel ainda não afirmou, segundo a coluna de Veja, se irá convidar Gilmar para esclarecer o episódio.

Segundo Gilmar Mendes declarou à reportagem da revista Veja, Lula o teria pressionado, durante uma conversa na casa do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, no fim de fevereiro, a adiar o julgamento do mensalão no STF. Em troca, o ex-presidente teria oferecido ao ministro blindagem na CPI do Cachoeira. A proposta teria sido baseada, segundo Mendes, em denúncias que davam conta que o ministro do Supremo teria viajado no mesmo avião do bicheiro Carlinhos Cachoeira.

 

golpe bocó esse do gurgel,  ao fazer isso, ele quer mostrar que a demora no processo do Demostenes foi um procedimento igual aos demais!

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

Da BBC Brasil

Crise faz britânicos diminuírem atenção com validade de alimentosAtualizado em  11 de junho, 2012 - 18:36 (Brasília) 21:36 GMT

 BBC

Diminuição de padrões de segurança pode aumentar risco de intoxicações alimentares, alerta pesquisa

Em meio ao cenário de crise, que força as pessoas a enxugarem seus orçamentos, muitos britânicos passaram a prestar menos atenção ao prazo de validade dos alimentos, correndo mais riscos de intoxicações, alerta um estudo da agência que regula padrões alimentares na Grã-Bretanha.

De acordo com a pesquisa, muitas pessoas estão tentando aproveitar ao máximo os produtos e os restos de pratos preparados em casa.


A agência diz que, na prática, isso significa ignorar os prazos de validade e manter produtos e restos de comida na geladeira por mais tempo do que o normal.Mais de 2 mil britânicos foram ouvidos em diversas partes do país, e os resultados mostram que mais da metade está tentando economizar ao tentar fazer com que a comida dure mais tempo.

Calor

A chegada do verão no hemisfério norte aumenta a preocupação com esses novos hábitos, já que o calor representa um risco maior de proliferação de germes e bactérias na comida.

Bob Martin, um dos especialistas da agência do governo, diz que o reaproveitamento das sobras de comida é, de fato, uma forma de economizar, mas que os riscos não podem ser ignorados.

"A maior parte das pessoas está tentando encontrar novas formas de maximizar o orçamento, com o aumento progressivo dos gastos semanais com alimentos nos últimos anos. Usar sobras de comida é uma boa maneira (...) mas, a não ser que tenhamos muito cuidado, há o risco de intoxicação alimentar por não mantermos ou lidarmos com elas de forma apropriada", diz.

A agência britânica diz que um terço das pessoas passou a somente analisar visualmente e cheirar os restos de comida ao invés de observar a data de validade.

"É tentador somente cheirar a comida para saber se ela estragou, mas germes alimentares como a E.coli e a Salmonella não causam mau cheiro, mesmo que estejam em estágio avançado de proliferação. Por isso, sua comida pode estar com aparência e odor bons, embora esteja deteriorada", alerta Martin.

De acordo com o estudo, as sobras de comida devem ser guardadas na geladeira e consumidas em até dois dias após serem bem cozidas.

 

zanuja

Da Agência Brasil

Exportações do agronegócio brasileiro batem recorde em maio; soja foi destaque11/06/2012 - 16h21

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O agronegócio brasileiro conseguiu, em maio, seu melhor resultado em exportações, com vendas de US$ 10,26 bilhões. O valor é 21,2% maior que o resultado de maio ano passado e supera o recorde anterior, que tinha sido conquistado em agosto de 2011, de US$ 9,84 bilhões. Com a redução de 14,1% nas importações, que ficaram em US$ 1,34 bilhão, o saldo comercial do setor fechou maio em US$ 8,92 bilhões.

No acumulado dos últimos 12 meses, as exportações brasileiras do agronegócio cresceram 17,9%, chegando a US$ 97,4 bilhões. As importações aumentaram 13,9% e fecharam em US$ 17,4 bilhões, resultando em saldo comercial, entre junho de 2011 e maio de 2012, de US$ 80 bilhões, de acordo com Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura.

Segundo relatório produzido pela secretaria, “o recorde das exportações do agronegócio em maio foi obtido, principalmente, em função da ampliação das exportações do complexo soja”, que aumentou suas vendas em US$ 1,52 bilhão e respondeu por cerca de 90% do incremento total das exportações do agronegócio, que foi US$ 1,79 bilhões. Sozinho, o complexo soja exportou US$ 4,9 bilhões, equivalente a 47,7% dos embarques feitos em maio.

O segundo setor que mais vendeu para o exterior foi o de carnes, com US$ 1,45 bilhão; seguido pelo complexo sucroalcooleiro (açúcar e etanol), com US$ 1,08 bilhão; produtos florestais, com US$ 771 milhões; e café, com US$ 495 milhões. Juntos, os cinco produtos mais vendidos tiveram participação de 84,7% no valor total das vendas do agronegócio. Os dois últimos apresentaram redução nas vendas em relação a maio de 2011, de 8,6% e 30,6%, respectivamente.

A China, maior comprador dos produtos do agronegócio brasileiro, aumentou suas compras em 57,8% na comparação de maio de 2011 com o mesmo mês deste ano, com US$ 3,4 bilhões em compras. Em seguida, mas com valores bem menores, aparecem os Países Baixos (US$ 537,6 milhões), Estados Unidos (US$ 530,8 milhões) e a Rússia (US$ 419,9 milhões).

Além da China, os países que mais se destacaram pelo aumento das importações de produtos do agronegócio brasileiro, no mês de maio, foram o Egito (189%), Vietnã (96,7%), a Venezuela (62,4%), Coreia do Sul (53,5%) e Argélia (53%).

Edição: Lana Cristina
 

 

zanuja

sabe porque?  por que a soja esta barata, nos somente vendemos produtos baratos, sem valor agregado!

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." MAX FRICH

Enquanto isso no Planalto...

Num mês que tivemos déficit comercial nas primeiras semanas, de Junho, nosso governo estuda medidas para incentivar a indústria (deficitária na balança) com medidas que vem a jato.

 Isenções de IPI, renúncias fiscais vultosas, por decreto a partir de hoje.

Já para o agronegócio (superavitário na balança), sanções. Multas, criminalização dos produtores rurais, por conta de menos de dois por cento de ruralistas, tais quais bandidos encontrados nas igrejas, nas corporações militares, principalmente na classe política, brasileiras.

Basta dizer que faz mais de um ano que o governo federal estuda medidas de incentivo à agricultura orgânica que é um negócio que, apesar da ausência do governo, cresce com índices de mais de 20% ao ano. Ainda não chegaram a nada palpável. Nem um simples rascunho.  

Quem vive no campo, tem vida simples, humilde. Trabalhadores que não tem tempo para fazer política.

Pobrema deles. Os votos estão nas cidades e nóis precisa dos voto.

Para o campo (superavitário na balança), a ajuda vem a pé, passo cansado. Isso quando o governo não atrapalha.

 

As eternas vitimas do agronegocio tem a cara de pau de dizer que são humildes e perseguidos: Não pagam impostos varios. Não pagam INSS. tem privilegios seculares de tomar terras publicas e sempre fizeram o que quiseram e nunca foram controlados por ninguem.