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O caso Frias Filho x Lula

E até o Lula resolveu dar os nomes aos bois ( e para o Terra quem atacou foi o Lula):

Em comício no MS, Lula ataca diretor da 'Folha de S. Paulo'

O presidente Lula esteve ao lado da candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, durante comício em Campo Grande (MS)

No comício em Campo Grande (MS), na noite desta terça-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacou o publisher da Folha de S. Paulo, Otávio Frias Filho, por um episódio ocorrido em 2002, quando foi cobrado, em almoço no jornal paulista, por não falar inglês. Em elevados decibéis, ao lado dos candidatos Dilma Rousseff e Zeca do PT, Lula criticou os que o viam como "cidadão de segunda classe ou verdadeiro vira-lata".

"Me lembro como se fosse hoje, quando eu estava almoçando com a Folha de São Paulo. O diretor da Folha de São Paulo perguntou pra mim: "O senhor fala em inglês? Como é que o senhor vai governar o Brasil se o senhor não fala inglês?"... E eu falei pra ele: alguém já perguntou se Bill Clinton fala português? Eles achavam que o Bill Clinton não tinha obrigação de falar português!", alvejou. A plateia o interrompeu, com gritos e aplausos. "Era eu, o subalterno, o colonizado, que tinha que falar inglês, e não Bill Clinton o português!".

"Houve uma hora em que eu fiquei chateado e me levantei da mesa e falei: eu não vim aqui pra dar entrevista, eu vim aqui pra almoçar... Levantei, parei o almoço... E fui embora", prosseguiu. "Quando terminou o meu mandato, Zeca... terminei sem precisar ter almoçado com nenhum jornal! Nunca faltei com o respeito com a imprensa... E vocês sabem o que já fizeram comigo...", encerrou o presidente. 

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Aqui vai algumas sugestões, para o autor do livro, e o autor do filme do Lula, fazer sucesso no Brasil!

Na capa do Livro, para dar mais autenticidade a sua biografia, e ao seu governo, deveriam colocar a foto do pinóquio, pois nunca vi alguém mentir tanto!

Se Lula assumisse a sina do pinóquio, não conseguiria andar, pois tropeçaria no nariz!

E sua condução, só poderia ser; o avião ou caminhão, só assim conseguiria, carregar o narigão!

E para este livro fazer sucesso, Lula deve incluir na bolsa familia o vale livro do Lula!

E quem sabe ele não resolva incluir também, o vale DVD pirata do seu filme!

Pois só desta maneira, boa parte dos brasileiros, ou de seus eleitores que estão presos em currais eleitorais vão conseguir ler, ou assistir seu filme!

Pega na mentira!!!! pega pisa em cima bate nela!

O cara mentiroso sô!

 

 

Otavinho.......Otavinho.................P. quem é esse tal de Otavinho?

Tal qual Roberto Freire, não sei quem é tal ser.

Pelo sufixo "inho!" ele deve ser algo minúsculo, não é mesmo? Será uma formiginha? Uma baratinha? Um ratinho? 

Puxa, vou ter que tomar "memoriol". Não consigo mais fixar nada, a não ser coisas, ou seres significantes, tal como o Lula.

Otavinho...........Otavinho.............Otavinho.............

 

Nassif e comunidade,

O vídeo do discurso do Lula em Campo Grande, editado pelo Brizola Neto, merece figurar em destaque aqui no blog como uma láurea à vitória sobre o preconceito, sobre  nossa tradicional submissão colonialista, sobre à dependência de um governo à mídia, sobre um tempo que já não nos incomoda!

Um vídeo para ser uma láurea à genialidade política de um lider simples e popular.

O maior que o Brasil já teve em sua História!

Parabéns, comunidade! 

 

<p>Bom, nao custa nada postar o próprio trecho do discurso do Lula, até porque é muito comovente. E eu, particularmente, adorei a bronca nos vira-latas colonizados que acham lindo falar e escrever em Inglês no Brasil... (rs, rs: e que a carapuça caia nas cabeças em que ela cabe...&nbsp;)</p>

 

Bom, nao custa nada postar o próprio trecho do discurso do Lula, até porque é muito comovente. E eu, particularmente, adorei a bronca nos vira-latas colonizados que acham lindo falar e escrever em Inglês no Brasil... (rs, rs: e que a carapuça caia nas cabeças em que ela cabe... )

 

Vamos lá, vamos lá...

Os EUA tem suas coisas legais,tipo...bom,tem aquele...bom,deixa pra lá.Talvez a única passagem digna deste país maldito tenha sido quando tiveram um presidente assassinado por anarquistas.O que os neocons da marginal Pinheiros,represa Billings e adjacências tem é saudade de uma época que não viveram,eles queriam,globalizados que são,que o Brasil estivesse na mesma draga que  Europa,EUA e Japão(porque não China,com sua mão de obra farta e semiescrava?).O que surpreende(???)é a visão rala da nossa elite "intelectual".Recentemente folheei um exemplar da bíblia cristã-ocidental brasileira(revista V...,me recuso a falar o nome,este é um blog de nível)com "experts" apontando soluções para a educação.Dentre outras pérolas,sabatinavam: PRECISAMOS DE MAIS MATEMÁTICA E MENOS FILOSOFIA .Eu,como mero petralha,não sei disso,mas ouvi dizer que os maiores filósofos da cultura greco-judaico-cristã-ocidental ou qualquer m...que o valha que esses entendidos tanto dizem pregar eram matemáticos e vice-versa.Segunda pérola: O RESPONSÁVEL PELA DESIGUALDADE SOCIAL É O EXCEDENTE DE PRODUÇÃO ACUMULADO NO INÍCIO DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL.Ainda sentenciavam: TODOS SABEM DISSO.Desnecessário comentar.

 

Isso mostra como o  ser humano Otavinho é pequeno. Um Mauricinho que ganhou de presente um  jornal do papai, não sabe reconhecer o valor de um retirante que chega a uma posição que o Lula chegou. Fica com essas mediocridades de se sabe falar inglês. Não é de se adimirar que esteja afundando o jornal do pai

 

Juliano Santos

Nassif, sera que o #blogprog ja surtiu efeito?Obsessão

De Merval Pereira

Os últimos dias foram plenos de informações sobre o que o governo brasileiro pensa sobre os meios de comunicação e seus projetos para implementar o que chama de "controle social" da mídia. Tudo o que se disse sobre o assunto indica uma comunhão de intenções entre o que já acontece em outros países da América do Sul, como a Argentina e a Venezuela, e o projeto de um futuro governo petista.

Na recente reunião do Foro de São Paulo realizada na Argentina, o grupo criado por Lula e Fidel Castro que reúne a esquerda da América Latina regozijou-se porque "setores sociais do Brasil, da Argentina e do Paraguai" conseguiram colocar em questão a credibilidade dos grandes meios de comunicação, provocando redução nos níveis de venda e audiência dos jornais impressos e da TV.

Mesmo que se trate de uma bravata juvenil, a comemoração evidencia o real objetivo desses esquerdistas regionais, entre eles o dirigente petista Valter Pomar: tentar desmoralizar os meios de comunicação independentes, para controlar a opinião pública...

...

Já o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, repetiu sua obsessiva cantilena contra os órgãos de comunicação independentes, afirmando que a televisão dos metalúrgicos e a internet farão com que os jornais e as emissoras de TV percam o controle do noticiário levado à opinião pública.

Tirar o poder dos "aquários", um jargão jornalístico para as salas das chefias das redações dos jornais, parece ser a fixação de Franklin, um movimento, segundo ele, "irreversível, e que está apenas começando"...

Tem mais... Segue o link.

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/08/25/obsessao-318851.asp

 

 

              Em uma entrevista com o Keneddy Alencar Lula havia dito que depois que terminasse o mandato ele ia colocar muita coisa em pratos limpos, com a certeza da vitória de Dilma, parece que a metralhadora já começou a disparar, e certamente o desabafo será grande.

 

Nassif, essa história precisa ser divulgada, ela mostra de forma inequívoca o que esse grandes grupos são: Porta-vozes da direita mais preconceituosa e colonizada desse país.   

 

Não é a língua que faz o homem, mas o que dela o homem faz. E Lula soube usá-la com perfeição quando, ao dirigir-se ao povo, mostrou que veio lutar por justiça social e, quando falou aos abastados (empresários, banqueiros, sociólogos, socialites...) disse que o povo é que faz essa Nação. A língua de Lula nos deu voz, nos deu esperança, nos deu mudança e gratidão. A língua da mídia (daquela que faz diferença de cor, raça, credo, educação...) nos segrega, nos diferencia, nos submete. A língua de Lula é verde e amarela, cor dos que são apaixonados por esse Brasil. A língua da mídia é azul e vermelha, tom dos que vendem o país sem parcimônia por controle e audiência.

 

Esta Folha não é muito diferente do nosso Estasdo de Minas.

 

É muito temerário alguém cuja única qualidade foi a de ser herdeiro dos Frias questionar a competência de alguém.

 

Mas se o Ricardo Kotscho escreveu; isto é verdade o que Lula disse ontem sem citar o Nome de Otávio Frias Filho.

 

 

O Lula devia dizer tudo que sabe.....conta gotas

 

Agora volto aqui. Tudo que está escrito é verdade que Lula falou ontem a noite, mas não citou o nome de Otavinho.

 

A verdade é que eles tentam o golpe até hoje, e teremos a paciência até o dia 03 de outubro, o dia da vitória da Dilma.

 

A verdade é que eles tentam o golpe até hoje, e teremos a paciência até o dia 03 de outubro, o dia da vitória da Dilma.

 

Otavinho regurgita o almoço!

E a vida colocou cada um no seu devido lugar.

Um na glória.

Outro na inveja.

 

 

E lá vai mais um caminhão de votos a mais para a Dilma.

 

Eles estão com medo porque sabem que a Dilma não vai aceitar metade das coisas que eles fizeram com o Lula. É puro desespero.

E dá-lhe, Lula. E dá-lhe, Dilma.

 

Ta explicado ódio mortal do OFF.....pelo LULA.

 

Impressionante, o Blog do Josias já está contando outra historia, negando a versão do Luila.

São unidos e rapidos no gatilho.

 

Impressionante, o Blog do Josias já está contando outra historia, negando a versão do Luila.

São unidos e rapidos no gatilho.

 

É... Seu Frias que emprestava carros da Folha para o DOPS deve ter entendido que o país mudava... Ou ele mudava tb ou ia acabar como o filho está hoje... Uma trsiteza só...

Um pequeno periodo de dificuldade deve ter feito a diferença na vida do pai em relação ao filho que acha que presidente é obrigado a falar inglês, pq ter tradutores e diplomatas trabalhando não é "good" rsrsrsr

"Descendente de uma tradicional família, ao chegar à adolescência sua família encontrava-se em dificuldades financeiras. Em consequência, logo teve de trabalhar."

 

Denilson J. da Silva
[email protected]
Agente de Pesquisa e Mapeamento IBGE
 

Não sei quando vai cair a ficha dos jornalões, mas o Merval Pereira como um dos pistoleiros de elite da turma do Cosme velho, mais uma vez se supera nas defecções de pérolas. Hoje em O Globo saiu com essa:

"Mesmo que se trate de uma bravata juvenil, a comemoração evidencia o real objetivo desses esquerdistas regionais, entre eles o dirigente petista Valter Pomar: tentar desmoralizar os meios de comunicação independentes, para controlar a opinião pública."

A grande mídia está sofrendo de crise de abstinência, pois já não consegue controlar a opinião pública e tentam confundir os poucos incautos leitores com afirmações fora do contexto como fica evidenciado quando se refere a quebra do monopólio do Grupo Clarin na Argentina:

"A "Lei da Mídia" divide as concessões igualmente entre o Estado, movimentos sociais e o setor privado, levando em consequência o Grupo Clarín a ter que se desfazer de concessões de TV e rádio."

Mas tudo isso é compreensível. A velha mídia está perdendo poder, já não controla ou dita a pauta do dia e isso os está consumindo e como situações extremas levam a medidas extrema, nem sempre racionais, colocarão todos os seus melhores cangueiros para ataques cada vez mais suicidas.

 

O Merval, pelo jeito, pensa que o Claudio Lembo é um radical petista que foi para o PSol depois de relutar entre o PCO e o PSTU.

 

Faz tempo que não coloco as mãos num jornal, nem nesses distribuídos de graça em cruzamentos, juro que não sinto falta.

 

 Os fatos históricos recentes começam a saltar como pecinhas, parte de um quebra-cabeças: este almoço ocorreu em 2002. Provavelmente após sua eleição. Fico imaginando o Lula levantando da mesa e deixando os "nobres" de boca aberta. Quando fala sobre o final do mandato: terminei sem precisar ter almoçado com nenhum jornal! Lembra Nassa!Ele não dava entrevista nos jornais, os jornais arrebentavam com ele e a gente aqui agoniado. Ele só falava em cadeia nacional.Foi quando ele começou com o Café com o Presidente na Rádio. Ele falava com o povo.

Como canta a torcida tricolor: "O show vai começar!"

 

Região Serrana Fluminense:Vergonha!Vergonha!Vergonha!

Do blog de Josias de Souza

 

Lula critica o diretor da Folha de S.Paulo em comício

Divulgação

 

Lula participou, na noite passada, de seu nono comício na campanha de Dilma Rousseff. Deu-se em Campo Grande (MS).

 

Na pele de cabo eleitoral, o presidente declarou, pela enésima vez, ter sido vítima de preconceito por não dispor de formação universitária.

 

Mencionou como exemplo uma passagem da campanha de 2002, ano em que prevaleceu sobre o mesmo José Serra que agora mede forças com sua pupila.

 

Conforme relato do repórter Claudio Leal, Lula resumiu assim o episódio: "Me lembro como se fosse hoje, quando eu estava almoçando com a Folha de S.Paulo...”

 

“...O diretor da Folha de S.Paulo perguntou pra mim: ‘O senhor fala em inglês? Como é que o senhor vai governar o Brasil se o senhor não fala inglês?’...”

 

“...E eu falei pra ele: alguém já perguntou se Bill Clinton fala português? Eles achavam que o Bill Clinton não tinha obrigação de falar português!"

 

Ouviram-se gritos e aplausos da audiência. E Lula: "Era eu o subalterno, o colonizado, que tinha que falar inglês, e não Bill Clinton o português!".

 

Ainda se referindo ao almoço na Folha, o presidente arrematou: "Houve uma hora em que eu fiquei chateado e me levantei da mesa e falei:...”

 

“Eu não vim aqui pra dar entrevista, eu vim aqui pra almoçar. Levantei, parei o almoçoe e fui embora".

 

O relato despejado por Lula sobre o palanque de Campo Grande não condiz com os fatos. O almoço a que fez referência ocorreu em 19 de julho de 2002.

 

Lula foi à mesa com diretores e editores do jornal, numa sala de refeições que funciona no 9º andar do edifício sede da Folha.

 

Irritou-se não com uma, mas com duas perguntas formuladas por Otavio Frias Filho, diretor de Redação.

 

Na primeira, Frias Filho perguntou a Lula se ele tinha se preparado intelectualmente nos últimos 20 anos para credenciar-se ao exercício do cargo de presidente.

 

Não houve menção à língua inglesa. Lula negou-se a responder. Alegou que a pergunta seria preconceituosa. Nem sinal de Bill Clinton.

 

Ante a recusa do então candidato, Frias Filho registrou sua estranheza. Embora abespinhado, Lula manteve-se à mesa.

 

Depois, na segunda pergunta, Frias Filho inquiriu o convidado sobre a aliança que o PT firmara com o PL. Tachou a legenda de linha auxiliar do malufismo.

 

Lula esboçava uma resposta quando o interlocutor interveio para dizer que suas explicações lhe soavam evasivas.

 

Foi nesse ponto que Lula se levantou e abandonou a sala de almoço. Antes de sair, acusou Frias Filho de estar a serviço de outra candidato. Uma alusão a Serra.

O "publisher" da Folha, Octavio Frias de Oliveira, vivo à época, acompanhou Lula até a saída.

 

A cena foi testemunhada por José Alencar, então candidato a vice presidente, e por assessores petistas que acompanhavam Lula.

 

No comício de Campo Grande, ou Lula foi traído pela memória ou adicionou deliberadamente pimenta ao que já era picante.

 

Disse que muitos o viam em 2002 como “cidadão de segunda classe”. Pior: enxergavam-no como um “verdadeiro vira-lata”.

 

Voltando-se para Zeca do PT, seu candidato ao governo do Mato Grosso do Sul, Lula concluiu:

 

"Quando terminou o meu mandato, Zeca, terminei sem precisar ter almoçado com nenhum jornal!...”

 

“...Nunca faltei com o respeito com a imprensa. E vocês sabem o que já fizeram comigo".

 

O lero-lero do preconceito não foi recitado ao microfone a esmo. Serviu de preâmbulo para o que foi dito a seguir.

 

Lula insinuou que, a exemplo do que julga ter ocorrido com ele, também as mulheres são vistas no Brasil sob uma ótica preconceituosa.

 

“É verdade que já perdi três eleições. Mas também é verdade que já ganhei duas e vamos ganhar a terceira, elegendo a Dilma”, ele afirmou.

 

“As mulheres não são maiores só na sociedade. Elas são maioria no doutorado e no mestrado também...”

 

“...Isso significa que as mulheres não querem mais ser tratadas como cidadãos de segunda categoria. Eu quero que a Dilma cuide do nosso povo com carinho e amor”.

 

A presidenciável petista discursara antes de seu patrono. Dedicara-se a elogiar o “nosso governo” e a fustigar Serra, seu principal antagonista.

 

“Tem aqueles que falam e aqueles que fazem. Nós somos do grupo dos que fazem. Eles são do grupo dos que falam e dizem só nas eleições...”

 

“...Nós fizemos o Bolsa Família no momento mais difícil. E jamais deixamos faltar dinheiro para o Bolsa Família. Eles [...] chamavam de bolsa esmola”.

 

Dilma recordou à platéia que ainda faltam 40 dias para o exercício do voto. Repetiu que pesquisa não ganha eleição. E instou os que a ouviam a buscar votos.

 

Escrito por Josias de Souza às 03h22

 

Walter,o Josias de Souza está tentando misturar as coisas !

Conforme contou-me o Ricardo Kotscho(presente ao almoço,ao contrário do Josias)naquele indigesto almoço,aconteceu exatamente o que o Presidente narrou,e até o  Sr.Frias,ficou aborrecido com a petulancia e os arroubos do filho,e ao final,pediu desculpas ao candidato, afinal o encontro fôra pedido por ele(Frias pai)e que este tipo de confronto não fôra imaginado.

Tempos depois,antes de falecer o Sr.Frias mandou um e-mail para o Palácio do Planalto,cumprimentando a boa administração do Presidente,e desculpando-se pela grosseria do filho.

 

 

O preço da liberdade, é a eterna vigilancia.

Raí,

Está claro que este post não é do Josias. Ele é somente a pena de aluguel de sempre. Isto foi escrito pelo patrão (que não queria responder diretamente ao Lula).

 

Este cidadão (otávio Frias) é o tipico brasileiro que abaixa a cabeça para os americanos, ele sim que tem complexo de vira lata, assim como tantos outros com tenho ouvido ultimamente alguns pseudo ex embaixadores ligados ao PSDB e inclusive o FHC.

É isso aí Lula , vc foi o unico dirigente brasileiro que falou que peitou e falou de igual  com estes babacas destes americanos que agora estão tendo que abaixar  a crista.

 

 

 

 

 

Mais uma cacetada na Folha, agora do Marcos Coimbra no CB:

http://miti.com.br/ce2//?a=colunista&nv=nyceg7Wjy8hYSG971mx3BA

Pesquisas polêmicas
Marcos Coimbra - Marcos Coimbra
Correio Braziliense - 25/08/2010
 

Boas pesquisas são um insumo para a definição de linhas de comunicação que aumentam a percepção dos pontos fortes de uma candidatura e que explicam suas deficiências. As incertas podem fazer que um bom candidato se torne um perdedor.

 
 

Pesquisas nas quais não se pode confiar são um problema. Elas atrapalham o raciocínio. É melhor não ter pesquisa nenhuma que tê-las.

Ao contrário de elucidar e ajudar a tomada de decisões, confundem. Quem se baseia nelas, embora ache que faz a coisa certa, costuma meter os pés pelas mãos.

Isso acontece em todas as áreas em que são usadas. Nos estudos de mercado, dá para imaginar o prejuízo que causam? Se uma empresa se baseia em uma pesquisa discutível na hora de fazer um investimento, o custo em que incorre?

Na aplicação das pesquisas na política, temos o mesmo. Ainda mais nas eleições, onde o tempo corre depressa. Não dá para reparar os erros a que elas conduzem.

Pense-se o que seria a formulação de uma estratégia de campanha baseada em pesquisas de qualidade duvidosa. Por mais competente que fosse o candidato, por melhores que fossem suas propostas, uma candidatura mal posicionada não iria a lugar nenhum. Com a comunicação é igual. Boas pesquisas são um insumo para a definição de linhas de comunicação que aumentam a percepção dos pontos fortes de uma candidatura e que explicam suas deficiências. As incertas podem fazer que um bom candidato se torne um perdedor.

E na imprensa? Nela, talvez mais que em qualquer outra área, essas pesquisas são danosas. Ao endossá-las, os veículos ficam em posição delicada.

Neste fim de semana, a Folha de São Paulo divulgou a pesquisa mais recente do Datafolha. Os problemas começaram na manchete, que se utilizava de uma expressão que os bons jornais aposentaram faz tempo: “Dilma dispara...”. “Dispara..”, “afunda...” são exemplos do que não se deve dizer na publicação de pesquisas. São expressões antigas, sensacionalistas.

Compreende-se, no entanto, a dificuldade do responsável pela primeira página. O que dizer de um resultado como aquele, senão que mostraria uma “disparada”? Como explicar que Dilma tivesse crescido 18 pontos em 27 dias, saindo de uma desvantagem para Serra de um ponto, em 23 de julho, para 17 pontos de frente, em 20 de agosto? Que ganhasse 24 milhões de eleitores no período, à taxa de quase um milhão ao dia? Que crescesse nove pontos em uma semana, entre 12 e 20 de agosto, apenas nela conquistando 12,5 milhões de novos eleitores?

O jornal explicou a “disparada” com uma hipótese fantasiosa: Dilma cresceu esses nove pontos pelo “efeito televisão”. Três dias de propaganda eleitoral (nos quais a campanha Dilma teve dois programas e cinco inserções de 30 segundos em horário nobre), nunca teriam esse impacto, por tudo que conhecemos da história política brasileira. Aliás, a própria pesquisa mostrou que Dilma tem mais potencial de crescimento entre quem não vê a propaganda eleitoral. Ou seja: a explicação fornecida pelo jornal não explica a “disparada” e ele não sabe a que atribuí-la. Usou a palavra preparando uma saída honrosa para o instituto, absolvendo-o com ela: foi tudo uma “disparada”.

É impossível explicar a “disparada” pela simples razão que ela não aconteceu. Dilma só deu saltos espetaculares para quem não tinha conseguido perceber que sua candidatura já havia crescido. Ela já estava bem na frente antes de começar a televisão.

Mas as pesquisas problemáticas não são danosas apenas por que ensejam explicações inverossímeis. O pior é que elas podem ajudar a cristalizar preconceitos e estereótipos sobre o país que somos e o eleitorado que temos.

Ao afirmar que houve uma “disparada”, a pesquisa sugere uma volubilidade dos eleitores que só existe para quem acha que 12,5 milhões de pessoas decidiram votar em Dilma de supetão, ao vê-la alguns minutos na televisão. Que não acredita que elas chegaram a essa opção depois de um raciocínio adulto, do qual se pode discordar, mas que se deve respeitar. Que supõe que elas não sabiam o que fazer até aqueles dias e foram tocadas por uma varinha de condão.

Pesquisas controversas são inconvenientes até por isso: ao procurar legitimá-las, a emenda fica pior que o soneto. Mais fácil é admitir que fossem apenas ruins.

 

Valeu Lula!

Agora te respeito mais ainda, tá começando a dar nome aos bois (não posso ter outra nomenclatura pra esta gente).

Acabou o tempo deles, graças aos blogs, (que pra mim é a grande revolução cultural) ficamos sabendo de coisas que jamais sairiam na grande mídia.

Leio diariamente a você Nassif, ao Conversa Afiada, ao Viomundo e ao Tijolaço......acha que é pouco, pois agradeço a vocês por ter me feito arrepender em votar no Serra em 2002.

Há! só mais uma coisa, sou engenheiro e revirando algumas notas fiscais, notei que no último mês de FHC (dez/02) paguei R$ 22,00 por um saco de cimento de 50KG, e agora nesta semana paguei R$ 19,00 pelo mesmo material..........tens algum,a dúvida porque é que a economia tá bombando?

Um abraço.

 

 

Cacau!

Um outro exemplo, saindo da construção e indo para a alimentação:

5 quilos de arroz no final do mandato FHC eu pagava  por volta de 12 reais, hoje, vou no supermercado DIA, em bairro nobre, Vila Mariana e por menos de 8 reais levo para casa o mesmo pacote.

 

Talvez algo esteja sendo esquecido: a capacidade de ouvir. Essa imprensa, que gosta de pautar cabeças, criar opinião etc, gosta muito de falar o que acha e de quem fala sua língua, mas não dá nenhuma atenção ao que pode ser ouvido e a quem sabe ouvir direito diferentes pontos de vista. E neste quesito Lula é historicamente imbatível. Além do que considero que para uma democracia digna desse nome se fortaleça, é muito mais importante que o líder político saiba ouvir. Tancredo sabia ouvir. Lula é um mestre na capacidade de saber ouvir (e entender) os outros. FHC era? Serra é? seria cômico, se não fosse trágico... mas essa imprensa recusa-se a ouvir também... personagens tonitruantes casam mais com absolutismos, totalitarismos, fascismos,  e toda essa sorte de preconceitos que o povo já cansou de sofrer. Agora os que sabem bem falar terão de passar por um longo e sofrido aprendizado para aprender a bem ouvir. Com a palavra o mestre Lula... rs.

 

Até quando a mídia corporativa vai ficar encarando questões políticas como uma disputa. O Lula ataca a mídia. Isto é uma brincadeiras com os brasileiros !

 

João, jornal é uma atividade empresarial, não é uma concessão. Mas, nao há dúvida, este Otavinho é, humm, nem te digo.

 

A propósito desse tipo de grosseria imbecil praticada pelo Octavinho: ontem, no debate do UOL com os vices, quem me surpreendeu foi o deputado Michel Temer. Diante de um deboche compartilhado pelo Índio da Merenda e o dono da Natura - ambos disseram que não contratariam uma pessoa como Dilma para suas empresas - o Temer respondeu: "mas parece que o povo brasileiro quer contratá-la para Presidente da República". Eu pensei que o Temer ia responder no mesmo tom, avisando ao Guilherme Leal que provavelmente a Dilma não aceitaria emprego em uma empresa que vem encolhendo ano a ano e vendo seus lucros minguarem. Quanto ao Índio e sua empresa desconhecida, pensei que o Temer iria perguntar se atuava no segmento da merenda escolar. Quem estava ali era o constitucionalista Temer, não o polêmico político do PMDB.

 

E quem é o Otavinho? Filho de uma pessoa que foi conivente com a tortura, diretor de um jornal desacreditado, aristocrata decadente, mentiroso e, que tudo indica, derrotado numa eleição em que ele empenhou o seu último fiapo de credibilidade.

 

Lula nunca faltou com o respeito a toda a mídia, já a mídia sempre o tratou como como gentalha, são eles, a mídia, que se acham senhores do que importa ou não nas questões nacionais e no que concerne ao povo.

O que ainda me causa estranheza é a magnamidade de alguns comentaristas políticos que acham que suas opiniões são o supra sumo do conhecimento político.

O medíocre jornalista, Josias de Souza, hoje em artigo publicado com o título: Seja quem ganhar a eleição, partidos aliados farão a festa - mostra todo sua inexperiência, pra mim burrice, do quadro partidário brasileiro. Num artigo, que tenta ser isento no título, na verdade serve de pano para um ataque ao governo Lula e ao provável futuro governo Dilma, fazendo do fisiologismo seré um dos novos motes da campanha oposicionista à presidência.

Esquece-se ou não sabe, por ser um analfabeto em política, que a estrutura política brasileira, isso implantado antes da ditadura, mas por ela assentuada, é feita de alianças para se governar e muitos dos beneficiários da alainça tem na verdade interesses fisiologicos porque são oriundos ou herdeiros do jeito ditatorial de governar que se estabeleceu em 64.

A diferença, para mim, entre o fisiologismo de FHC e Lula, foi de que na era FHC, suas alianças acabarão por devorá-lo e ao PSDB, sua união íntima com o atual DEM, retirou todo o dna social democrata dos tucanos, FHC deu os anéis e as mãos. Enquanto, Lula nas suas alianças sabia da fome do outro lado e soube, dentro do possível contê-la.

O jornalista, por ignorância ou por má fé, quer mostrar que Dilma será o mais do mesmo, essa tática tenta convencer o eleitor menos informado de que com Serra será igual, então vamos de Serra mesmo.

Essa eleições depurarão, um pouco, o cenário político caso se confirme a vitória de Dilma, mas não totalmente. Para essa depuração ser total é urgente que todos nós nos empenhemos em uma reforma política para que a "água" política se torne mais límpida, clara e transparente.

Segue o texto do jornalista:

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ANÁLISE

Seja quem ganhar a eleição, partidos aliados farão a festa

 

ESCORADOS EM ALIANÇAS EXTRAVAGANTES, DILMA E SERRA COMPROMETEM, JÁ NA CAMPANHA, A CAPACIDADE DE SE FIRMAREM COMO LIDERANÇAS ÉTICAS

JOSIAS DE SOUZA
DE BRASÍLIA

O fisiologismo deixou de ser percebido como parte do sistema político brasileiro. Passou a ser entendido como o próprio sistema.
A reiteração do fenômeno conferiu ao anormal ares de normalidade. Em nome da pretensa "governabilidade", o absurdo passa por natural.
A campanha atual, marcada pela ausência de oposição a Lula, vai ao verbete da enciclopédia como marco estético na história das eleições.
O Brasil, que nunca tivera políticos de direita, perdeu também os que ainda se diziam de esquerda. Restou um imenso centrão.
Dilma Rousseff e José Serra são prisioneiros de um paradoxo. Prometem a continuidade do "avanço" atrelados ao atraso.
Mantém-se agora agora o ciclo que FHC batizara de "realismo". Em meio ao surto de amnésia, ninguém se lembra mais do que escreveu, disse ou fez no passado.
A Brasília dos últimos anos firmou-se como templo de um sistema administrativo que gira em torno de privilégios, verbas e empregos.
Tancredo Neves teve a sorte de morrer antes de por em prática a armadilha que engendrara. Herdeiro dos acordos, José Sarney honrou-os.
Acossado pelo impeachment, Fernando Collor renovou-os. Itamar Franco preservou-os. E Fernando Henrique Cardoso vestiu-os com traje intelectual.
Situou o anômalo num ponto qualquer entre as duas éticas de Max Weber, a da convicção e a da responsabilidade. Ao chegar ao Planalto, em 2002, Lula trazia na face a ilusão da novidade.
Dizia-se que, menos inepto que Sarney, mais honesto que Collor, menos transitório que Itamar e mais firme que FHC, teria autoridade para deter a sanha fisiológica.
Deu-se o oposto. O calor de urnas logo se esvaiu no chão frio e escorregadio do dia-a-dia administrativo. A aparência de super-homem derreteu no mensalão.
Vencido o ritual da eleição, os partidos consideram-se credenciados a avançar pelas estruturas do Estado. Em troca do apoio, pedem, exigem, chantageiam.
De um líder se espera que fixe padrões morais. Escorados em alianças extravagantes, Dilma e Serra comprometem, já na campanha, a capacidade de se firmarem como lideranças éticas.
No Brasil, aliança política tornou-se sinônimo de coligação partidária com fins lucrativos. Os partidos são movidos à base de certeza.
Sabem que, seja quem for o eleito, voltarão a entoar Ivete Sangalo, em 2011: Vai rolar a festa. Ou, por outra: a festa continuará rolando.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po2508201006.htm - para assinantes

 

"Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e plantas roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir". Cora Coralina

MUITO BEM!!! nota 100.

 

O que o Ricardinho não escreveu no livro,foi uma frase dita de prontidão pelo então candidato Lula,ao Frias Filho,bem ao estilo Zagalo:Vocês da elite e desta imprensa rançosa,que não admitem que um trabalhador chegue ao cargo de Presidente da República,ainda vão ter que admitir que estavam errados a meu respeito,e vão ter tambem que reescrever a história.

Em tempo: Para quem tiver interesse em ler esta obra-prima do Ricardo Kotscho(que está fora de catálogo)podem conseguir empresta-lo,nas bibliotecas do Metrô de São Paulo. O livro é imperdível. 

 

O preço da liberdade, é a eterna vigilancia.

Eu também li o livro do Kotscho, obrigado pro lembrar e postar!

 

Pelo jeito o almoço ficou atravessado na garganta do Frias até hoje. 

 

Impressionante a mentalidade colonizada dos nossos donos de jornais, que são uma concessão pública. Esse episódio do Lula com o Otavinho da Folha de São Paulo mostra muito claramente isso. E dá pra gente entender o comportamento subalterno que prolifera na nossa chamada grande mídia e partidos coligados. Não é só comportamento subalterno não, tem mais coisas envolvidas nisso. Felizmente apareceu alguém que não comunga nessa cartilha, para dar o grito de independência. Temos que reconhecer o mérito de Lula.

 

Impressionante como o espírito do Juracy Magalhães (aquele do o que é bom para os  EUA, é bom para o Brasil) insiste em nos atormentar em versões cada vez mais toscas.

 

Vc confundiu. Só TVs (abertas) e rádios são concessões públicas.

 

Êba! Ta começando a ficar bom...