newsletter

Pular para o conteúdo principal

Usinas eólicas podem causar aquecimento regional

Da BBC Brasil

Fazendas eólicas 'aquecem' temperatura local, diz estudo

Richard Black

Fazenda eólica no Texas (USDA)

Áreas perto de fazendas éolicas tendem a esquentar mais, segundo pesquisa

Fazendas eólicas podem afetar as condições meteorológicas das regiões em que se situam, provocando a elevação de temperaturas durante a noite.

Essa foi a conclusão de um estudo realizado no Estado americano do Texas. Os pesquisadores usaram informações de satélites e observaram que áreas situadas perto de turbinas eólicas tendem a esquentar mais do que as que não contam com fazendas eólicas nas imediações.

A pesquisa, publicada na revista especializadaNature Climate Change, confirmou as conclusões de um estudo anterior, datado de 2010, também realizado em uma região específica dos Estados Unidos e que utilizou modelos criados por computador para mostrar que fazendas eólicas podem provocar aquecimento regional.

Os cientistas acreditam que o aquecimento é provocado pelas turbinas das usinas, que liberam ar quente ao nível do solo.

A área em que foi feita o estudo, localizada no centro-oeste do Texas, registrou um crescimento no número de programas de construção de turbinas, em meados da década passada, passando de 111 em 2003 para 2325 apenas seis anos depois.

Sensores de incêndios

Pesquisadores utilizaram informações geradas pelos sensores Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (Modis), contidos nos satélites Aqua e Terra, da Nasa, que são capazes de medir radiações infravermelhas emitidas por incêndios na superfície do planeta.

As informações geradas pelos Modis podem ser transformadas rapidamente em ''mapas ativos de incêndios'', que permitem localizar focos de incêndios florestais e avaliar para onde eles estão se movendo. Essas informações costumam ser usadas por corpos de bombeiros.

As informações dos sensores Modis foram usadas para medir as temperaturas na região estudada no começo e ao final do boom de construção de usinas - respectivamente os períodos que vão de 2003 a 2005 e de 2009 a 2011.

Ao longo desse período, a região centro-oeste do Texas como um todo observou um aumento de temperatura - e de forma mais acentuada nas áreas próximas a fazendas eólicas.

Mas os pesquisadores avaliaram que outros fatores podem ter influído nos resultados, como mudanças de vegetação, mas afirmaram que tais fatores ocorreram em escala muito pequena.

As mudanças não ocorreram de forma idêntica em todas as áreas próximas a fazendas eólicas. De acordo com os cientistas, o aquecimento observado foi de cerca de 0.72ºC por década.

O pesquisador-sênior Liming Zhou advertiu que a experiência não representa um sinal de que as temperaturas seguem aumentando. ''A tendência de aquecimento se aplica apenas à região e ao período estudados e não deve ser estendida de forma linear para outras regiões por períodos mais longos''.

'Resultados consistentes'

O especialista diz que à noite o ar acima do nível do solo costuma ser mais quente do que o ar no nível do solo. Mas Zhou e seus colegas acreditam que as lâminas das turbinas eólicas estão simplesmente agitando o ar, misturando ar quente e ar frio e fazendo com que parte do calor chegue ao nível do solo.

''Os resultados dessa pesquisa me parecem bem consistentes'', diz Steven Sherwood, do Centro de Pesquisas de Mudanças Climáticas, da University of New South Wales, da Austrália.

De acordo com Sherwood, a estratégia de provocar um aquecimento artificial costuma ser usada por produtores de frutas que sobrevoam seus pomares de helicóptero para combater geadas matinais".

"Essa pequisa é o primeiro passo na potencial exploração de informações satelitais para quantificar os possíveis impactos de grandes fazendas eólicas sobre o clima e as condições meteorológicas'', afirmou Zhou, da Universidade Estadual de Nova York em Albany, à BBC.

Ele conta que ele e sua equipe de pesquisadores estão agora ampliando seu estudo para outras fazendas eólicas e construindo novos modelos para melhor entender os processos físicos do aquecimento que estaria sendo provocado pelas usinas eólicas.

Sem votos
18 comentário(s)

Comentários

Comentar

O conteúdo deste campo é privado e não será exibido ao público.
+18 comentários

Podemos instalar em grandes torres bombas d'agua, em locais secos que teem rios, lagos, muitas

agua, ai sim irrigacao com energia a custo zero,( custo do equipamente) esse negocio so tem

vantagem, o desgaste e compativel com uma roda de tem. Os aerogeradores podem produzir

aquecimento no ar, o meu projeto aquece zero e gera energia,produz forca motriz, os aero gera-

doreos que vi tem 3 pas.

 O meu invento pode ter de 7 a 20 e custa 20% desses que estamos falando, poderemos ate resfriar

grandes galpoes, supermercadods, e o ar condicionado mais barato que humanamente podemos ter

grato Simael 

 

Aumento de quantos graus ? Estudo no Texas...sei ! 

 

A pesquisa em si não me parece absurda, mas porque diabos virou notícia de jornal?

Ao que me parece o tal do Modis mede a temperatura do solo, não do ar, e o cientista diz claramente que provavelmente é só uma transferencia de calor do ar no alto para o solo(onde foi medido).

Interessante para um acadêmico, mas não tem CONSEQUENCIA NENHUMA para o leitor de jornal, nem para o debate público sobre matriz de energia.

O pesquisador dá uns 3 poréns diferentes na materia.

Mesmo ignorando os avisos do cientista, as consequências continuam sendo infimas, não justificam matérias jornalisticas de alcance mundial.

 

Direitista SEMPRE se entrega nos detalhes.

Pensei nuito como fazer, que modelo sairia com um custo barato, e la vou eu associando ideias para construir  uma hidroeletrica que foosse realmente fenomenal,


Cheguei a conclusao que nao e oproblema paara:indioos, ribeirinhos peixes na piracema, se a cjuva elevar o nivel do ri em niveis elevados e minha hidroeletrica com isso ela funciona de qualquer jeito, e melhor nao aquece nada coomo o estudo que fizeram as eolicas aquece o ambiente a noie especialmente 

 

O problema das eólicas não é esse. O problema é sua baixa eficiência e o custo da energia por elas gerado é alto. Acredito que esta forma de se obter energia não deve ser descartada. Compensa, pelo fato de ser renovável, pela economia razoável, de combustíveis fósseis. Acredito que a mesma tecnologia (ou próximo) dos geradores eólicos possam ser utilizados na dessalinizaçao da água dos poços salobres do nordeste.

 

GeopolíticaUm Novo Pré-Sal - Um Brasil cheio de gásANP descobre grandes reservas em terra que devem quadruplicar oferta. Preço cairá mais de 50%Ramona Ordoñez


Visto como a nova fronteira energética do país, o gás natural pode colocar o Brasil em um novo patamar no cenário internacional. Até então associado à exploração de petróleo no mar, o gás virou tema de estudos profundos, feitos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e por empresas, que indicam enorme potencial em bacias terrestres. Para especialistas, o país tem reservas gigantescas de gás natural do porte das de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos. Com isso, a oferta ao mercado deve aumentar 360%, passando dos atuais 65 milhões para 300 milhões de metros cúbicos por dia entre 2025 e 2027. Para 2020, a Petrobras, principal produtor, trabalha com um cenário de 200 milhões de metros cúbicos por dia. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, vai mais longe. Em entrevista ao GLOBO, prevê a autossuficiência do país no setor em cinco anos. Depois, pode até se tornar exportador:

- O país vai viver a era de ouro para o gás.

É tanto gás que em áreas como nas bacias dos Parecis, em Mato Grosso, e do São Francisco, em Minas Gerais, o gás chega a borbulhar, num fenômeno denominado exsudações. Em certos pontos, como na pequena Buritizeiro, em Minas Gerais, na água que jorra do solo, com apenas um fósforo, se acende uma chama intermitente.

- Na Bacia dos Parecis, em Mato Grosso, no Rio Teles Pires, há 800 metros de rio borbulhando gás e, em certos pontos, se pode até gravar o som. Podemos deixar um Brasil desses para trás? - pergunta Magda Chambriard, diretora-geral da ANP.

Mas, para aproveitar todo esse potencial, é preciso que o governo defina uma nova política para o uso do gás e que a ANP, que já investe R$ 120 milhões por ano no estudo das bacias sedimentares, volte a fazer as rodadas de licitações, paradas desde 2008, com a descoberta do pré-sal.

Especialistas acreditam que, com mais matéria-prima e as novas técnicas de exploração, a indústria nacional pode ganhar competitividade. E, hoje, o preço do gás, acima da média mundial, pode convergir para patamares internacionais nos próximos oito anos, reduzindo em 53% o valor cobrado do setor, estima a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN).

O potencial é enorme. Hoje, 96% das bacias ainda não foram exploradas. Estudos geológicos da ANP indicam grandes reservatórios em seis bacias, do Norte ao Sul. O diretor do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP e ex-diretor da Petrobras Ildo Sauer vai mais longe: para ele, o Brasil está à beira de uma revolução energética. Segundo o especialista, estimativas do Departamento de Energia dos EUA dão conta de que o Brasil pode ter reservas de 7 trilhões de metros cúbicos, contra os 395 bilhões de metros cúbicos atuais. O volume é equivalente a quatro milhões de barris de petróleo por dia.

- É uma verdadeira revolução. Com o desenvolvimento de tecnologia na produção, haverá redução dos custos e menores impactos ambientais. Mas o governo tem que traçar uma política para isso - destaca Sauer.

Transição para uma matriz limpa

Marco Tavares, da consultoria Gas Energy, diz que a exploração de gás em parte das bacias ganhou nova dimensão com a descoberta de uma nova técnica, pelos americanos, que torna os campos economicamente viáveis:

- Assim, os EUA, que importavam 20% do seu consumo de gás, produzem hoje 100% da sua demanda. Lá, o mercado é 30 vezes maior que o do Brasil. O gás é mais limpo que outros combustíveis e pode alavancar o desenvolvimento industrial do país.

Entre os ambientalistas, o gás não associado ao petróleo também é visto como uma opção a carvão, diesel e óleo combustível, por ter menos impactos ambientais. Segundo Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energias Renováveis do Greenpeace, o gás é o elo entre as energias de baixa emissão, como a eólica e renovável, e os mais poluentes:

- O gás tem um papel importante, que é servir de transição do atual cenário para uma matriz energética limpa. Por isso, é fundamental essa transição, que vai durar até 2050. Se comparar as emissões do gás com o óleo combustíveis, a emissão cai até pela metade.

Rodolfo Landim, presidente da petroleira YXC e da Mare Investimentos, lembra que o gás aparece como a melhor opção frente a outras fontes de energia envoltas em polêmica. Por outro lado, Landim destaca a importância de o Brasil voltar a fazer os leilões:

- O mercado reage às decisões do governo. Vemos tantos problemas para a aprovação das hidrelétricas, a usina nuclear é um tabu, o carvão tem uma série de problemas (ambientais) e as energias solar e eólica não geram energia suficiente. E o Brasil vai continuar crescendo. Por que não se usa o gás para produzir diesel, o derivado mais consumido no país? Em todas essas bacias, o potencial precisa ser avaliado. Não adianta deixar lá embaixo.

Além dos leilões, é preciso pesquisa. Sauer lembra que o gás em São Francisco e Solimões está em um reservatório diferente (chamado folhelho) dos até então conhecidos:

- Estamos estudando a tecnologia, os custos e o impacto ambiental para a produção desse tipo de gás. Os EUA têm um gás semelhante, o chamado gás de xisto, para o qual foi desenvolvida uma tecnologia que reduziu os custos, para cerca de US$ 2 por milhão de BTUs (unidade internacional do gás), contra os mais de US$ 8 do gás produzido pela Petrobras e o que vem da Bolívia.

Magda brinca com o tamanho das reservas:

- Existe uma profecia de um colega nosso petroleiro que diz que o Brasil ainda vai achar gás natural embaixo do gasoduto Brasil-Bolívia.

É por esse gasoduto que vêm os 30 milhões de metros cúbicos que o país importa por dia do vizinho.

Os recursos da ANP para os estudos das bacias vêm do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), para evitar que esse dinheiro seja contingenciado pelo governo. Nos últimos quatro anos, foram destinados R$ 500 milhões. A agência diz que já está com todos os estudos prontos para realizar a 11 rodada de licitações, em áreas acima do Rio Grande do Norte. Só falta a presidente Dilma Rousseff autorizar.

Cristiano Prado, da FIRJAN, acredita que o aumento da oferta de gás vai elevar a competitividade das empresas brasileiras. Hoje, o preço do gás está 17,3% acima da média mundial, com valor de US$ 16,84 por milhão de BTUs:

- Com mais gás, e uma política de governo, o preço pode convergir para o padrão internacional, fazendo com que o preço final à indústria caia 53%.

A abundância de gás já foi até mencionada, em 1956, por Guimarães Rosa em suas caminhadas pelo sertão. Em "Grande Sertão Veredas", fica clara a referência na região de Minas. "Em um lugar, na encosta, brota do chão um vapor de enxofre, com estúrdio barulhão, o gado foge de lá, por pavor."

 

 

Que grande besteira, que pataquada essa matéria.

Qualquer primeiro-anista de climatologia sabe que o vento contém a queda das temperaturas, principalmente das mínimas, é por isso que as temperaturas média aumentam, é bom prestar muito bem a antenção, aumentam no entorno de parques eólicos.

Isso, o fato existe mas é local, não provoca qualquer impacto na temperatura média regional ou global.

Ó vida...

 

Gostaria que os ambientalistas de plantão deixassem de usar somente o ar condicionado para fazer um pouco do que pregam, o resto pode ficar. É lindo o Andre Trigueiro ir de carro para os estudios da Globo todos os dias e pregar o não uso do carro nas cidades. É a classe media em seu pensamento: eu posso mas os pobres que estão ascendendo socialmente deixam tudo saturado!   Para se dar denvolvimento e conforto as pessoas é necessario energia. Não é correto privarmos parte da população deste desenvolvimento e conforto.

    É claro que o uso indiscriminado dos recursos não é justificavel mas esta onda verde está " maluco beleza ". É tão irresponsavel quanto o uso irresponsavel. As pessoas citam premissas ambientais que carecem de comprovação como esta de que energia eolica só tinha vantagens e não existiam desvantagens.  Mudança é um "iceberg" , a gente só vê a ponta. O mundo conhece as vantagens e desvantagens do carvão, petroleo, hidroheletricas e nuclear hoje depois de decadas de uso intenso, das outras fontes só são propagadas as vantagens, e todos repetem como papagaios.

A verdade é que todos nós temos direito a alimentação, habitação, transporte, diversão e conforto, não apenas alguns de nós e ninguem quer cortar na carne.  É balela falar que o governo deveria dar transporte publico de qualidade para todos quando se sabe que o tempo e o dinheiro para isto é muito grande e compete com as demais demandas da sociedade como saúde e educação ( mesmo sem desvio de verbas). Cabe a critica com responsabilidade e  não a do(a) "jovem" ( mesmo que de cabeça) que anda de carro, pega avião , fica no ar condicionado mas é verde, e não faz nada para as pessoas sairem da favela, estudarem, comerem a não ser criticar e cobrar do governo como se já fizesse muito.

 

  

Ok, pobre é ignorante, que só pensa em carro, farra e bens materiais, e não se importa com ecologia...

Ceerrrrrto...

Só os ricos (os que são, como é? malucos beleza?) podem se dar ao luxo de se preocupar com essas coisas, digamos, fúteis...

ahã...

"Os pobres que estão ascendendo socialmente" torram com "alimentação, habitação, transporte, diversão e conforto", mas você, nobremente, os desculpa, os perdoa, por não quererem "cortar na carne".

Uau, e quanta generosidade sua de "dar denvolvimento e conforto as pessoas"...

 

Aff, com AMIGOS DA ONÇA como você, fica fácil para a oposição pintar o governo (e o desenvolvimentismo) de "anti-ecológico" e vilanizar a nova-classe média e o bolsa-família como "naturalmente poluidores".

 

Direitista SEMPRE se entrega nos detalhes.

Modéstia a parte eu já vinha citando o estudo anterior há tempos aqui. Não adianta brigar com fatos apurados por estudos científicos, essa é uma realidade inquestionável que os românticos não conseguem aceitar.

E não é só isso: Já existem estudos comprovando que a frequência de som emitida pelas hélices afetam a saúde das populações que residem próximo a essas fazendas eólicas.

Outra: o abate de pássaros e morcegos, principalmente os últimos, provocando um desiquilibrio no ecossistema desses locais.

Não existem formas de obtenção de energia que não causem impactos ambientais. Todas causam. O problema da eólica é eficiência baixa e impactos ambientais que ainda não podem ser reduzidos. Pode ser que no futuro, possa ser aperfeiçoada, mas por enquanto não é opção viável.

 

Visitem o Blog Ponto & Contraponto. Twitter: @len_brasil Robozinho do blog: @pontoXponto

Então os países EUA, China e Alemanha estão "fritos".

 

Pelo que sei o único problema das usinas eólicas é a morte de aves, mas isso não é algo que aparentemente preocupa os defensores das energias limpas.

 

Essa é uma bobagem tão grande que só merece um comentário sobre a coragem que certas pessoas tem de publicar as coisas mais absurdas para defender a Indústria do Petróleo.

Quer dizer que a produção de energia eólica aquece as regiões onde os aerogeradores estão? Então as usinas termelétricas que são substituídas pelos aerogeradores aquecem menos? Os rotores dos aerogeradores conseguem barrar os ventos emm uma proporção tal que altera o regime climático de uma região? Olha, o absurdo é tamanho que dá até vergonha de contra-argumentar, dada a obviedade daquilo que somos obrigados a argüir.

Pior que essa somente a sandice de dizer que a exploração da energia geotérmica provoca terremotos.

 

memento vivat

Vc tem razão Rui. É falta de assunto escolher um tema bobo e sem sentido - talvez seja melhor  acabar com estas usinas por conta do calor gerado........

 

MRE

"Os cientistas acreditam que o aquecimento é provocado pelas turbinas das usinas, que liberam ar quente ao nível do solo".

Ué, é só colocar um "resfriador" na saída da turbina, usando a própria energia da torre... e estamos conversados...


 

Autoridades em geral, instituicoes, ONG's, medicos e a propria ONU deveriam levar mais a serio o perigo representado pela energia eolica para a populacao em geral e para o mundo como um todo.

Posso corroborar minha colocacao atraves de experiencia propria. Estava em visita a um parque eolico e, acompanhando o girar constante das helices, perdi completamente a nocao de espaco e tempo. Se meu  amigos nao tivessem percebido que algo incomum estava acontecendo, talvez nao pudesse estar aqui testemunhando.

PS: meus amigos estavam distraidos por isso nao fixaram o olhar na(s) helice(s).

 

É o famoso efeito borboleta. Se uma borboleta pode gerar um tufão do outro lado do mundo, o que milhares de hélices gigantes não podem fazer? Toda ação tem uma consequência. Cabe a nós analisá-las pra ver se vale a pena o risco.

 

é só tais "fazendas eólicas" comprarem no Mercado Global de Ventos & Nuvens & Crédito Carbono, assim como também, tais fazendas eólicas nas nuvens somente produzirem a energia eólica com ventos selecionados tipo 4 - vento glacial ameno que é bem fresquinho e geladinho...

outra questão de insalubridade e poluição é que tais usinas eólicas, dependendo da engenharia aeroespacial e tecnologia de fabricação, podem apresentar alto nível de poluição sonora "zumbido no ouvido" pela incessante fortuita cadeia produtiva das imensas hélices de captação de ventos girando e girando e girando diuturnamente.

 

"Ganhe as profundezas, a ironia não desce até lá" Rilke. "A ironia é o pudor da humanidade" Renard. "A ironia é a mais alta forma de sinceridade" Vila-Matas.