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democracia

Lula: "Nós nos precipitamos ao achar que 2013 foi uma coisa democrática"

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse, na noite de sexta (11), que a Rede Globo ajudou a inflar os protestos de rua que marcaram junho de 2013 com o objetivo de forjar pressão popular sobre o governo Dilma Rousseff. Na visão do petista, foi "precipitado" considerar que aquelas manifestações foram essencialmente democráticas, já que parte das massas teria sido manipulada pela grande mídia."

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Ex-ministra da Justiça alemã critica Temer: "Brasil é outro mundo"


Foto: DW Brasil
 
Jornal GGN - Ex-ministra da Justiça da Alemanha entre os anos de 1998 e 2002, Herta Däubler-Gmelin criticou o presidente Michel Temer e afirmou que o Brasil "é outro mundo". Disse, ainda, que a "intromissão" de magistrados em conflitos políticos cotidianos "compromete a neutralidade e a independência do juiz". 
 
Sobre Temer, foi direta: "nunca aconteceria na Alemanha de um presidente sob suspeita de corrupção, com denúncia apresentada pela própria Procuradoria-Geral da República, não renunciar imediatamente ao cargo".
 
A afirmação da advogada, ex-deputada federal e professora na Universidade Livre de Berlim foi dada em entrevista à Deutsche Welle Brasil, que esteve no Brasil para participar de um debate público sobre democracia.
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Elis e o último show Saudade do Brasil, no TUCA, por Fernando J.

Elis e o ultimo show Saudade do Brasil, no TUCA

por Fernando J.

Comentário ao post Xadrez de como os músicos vieram salvar a utopia Brasil, por Luis Nassif

Revirando o HD da memória, só pode ter sido no segundo semestre de 1980, visto que no primeiro semestre morei no interior da Bahia e o LP e o show são desse ano. O show Saudade do Brasil estava já no último dia, no TUCA, um domingo, após algumas semanas em cartaz.

O táxi me deixou na esquina da Monte Alegre, quando desci reparei em uma menina negra, muito magra, gorro na cabeça (estava frio) que mascaravam suas feições, vendendo flores no cruzamento. Idade indefinida, não era nova, talvez entre 30 e 40 anos. Ou talvez fosse nova e a vida difícil lhe desse feições de mais velha. 

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FHC e Serra são golpistas, e Moro e o STF são cúmplices, diz ex-premiê de Portugal

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - O ex-primeiro ministro de Portugal José Sócrates (2005-2011) soltou o verbo contra a oposição ao PT e a Lava Jato, durante uma entrevista que concedeu à imprensa estrangeira em Lisboa, na quarta (26). 
 
A Folha, que estava presente, relatou que FHC e Serra foram chamados de golpistas sem nenhuma cerimônia, e Sergio Moro, de "cúmplice do golpe". 
 
"Os golpistas Fernando Henrique Cardoso e José Serra vieram a uma conferência aqui em Portugal para falar para os professores de direito portugueses e explicar o golpe. Como se nós não estivéssemos a ver o que se estava a passar", afirmou.
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Juristas denunciam ataques sofridos por editor do Justificando após crítica a evento do MP-RJ

do Justificando

Juristas denunciam ataques sofridos por editor do Justificando após crítica a evento do MP-RJ

O evento organizado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) com a presença do Procurador Geral do Estado e painéis sobre “desencarceramento mata”, “bandidolatria”, além das reflexões de Kim Kataguiri, um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), acerca da segurança pública no país repercutiu amplamente no meio jurídico. 

Brenno Tardelli, diretor de redação no Justificando, publicou um artigo na oportunidade com o título: “Finalmente, um evento que honra o Ministério Público”, onde tecia duras críticas ao pensamento autoritário que, na sua visão, está vigente na instituição:

“Fico muito feliz em saber que finalmente o Ministério Público organizou um evento à altura de seu trabalho em desfavor da população. Quem conseguiu a proeza do sincericídio foi a sucursal do Rio de Janeiro que chamou seus melhores think tanks para brindar-nos todos com brilhantismo de suas análises sobre a bandidolatria, o democídio e com reflexões de Kim Kataguiri sobre segurança pública. Para quem não conhece muito a instituição, trata-se de uma excelente oportunidade de entender bem de perto o chorume generalizado que escorre da boca de promotores e promotoras de justiça todos os dias”, afirmou na publicação. 

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Sala de visitas: aprofundar democracia é única saída contra crise

Nesta edição, Luis Nassif recebe Deputado Paulo Teixeira, historiador Daniel Afonso da Silva e o violão de Daniel Murray

Nesta edição: Paulo Teixeira, Daniel Afonso da Silva e Daniel Murray

Jornal GGN - Nesta edição, o Sala de visitas com Luis Nassif abre com a entrevista do deputado federal pelo PT-SP, Paulo Teixeira otimista em relação ao futuro do partido ao avaliar que o momento é de refluxo do antilulismo.

"O antilulismo se diluiu e hoje há na sociedade uma compreensão de que o problema não está conosco, mas está do lado deles [oposição], tanto que a popularidade do Temer é baixíssima, a popularidade do PSDB, a expectativa de votos em candidatos do PSDB, é baixa, ao mesmo tempo cresce a expectativa de voto no Lula, a simpatia do PT. Portanto, mudou muito a conjuntura do golpe até hoje, em um ano", ponderou.

Em seguida, Nassif recebe o colunista do GGN, doutor em História Social pela USP e professor-pesquisador convidado do “Centre de Recherches Internationales da Sciences Po” de Paris, Daniel Afonso da Silva que faz uma avaliação do impacto da gestão Trump na geopolítica mundial, fala do futuro político da França na gestão Macron e a baixa credibilidade da classe política no mundo.
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Destino: Moçambique, por Andreia Prestes

Destino: Moçambique

por Andreia Prestes

Depois de 30 anos, estou voltando a Moçambique, país africano que acolheu meus pais e toda a família durante o exílio, no período da Ditadura Civil Militar no Brasil. Esse retorno, emocionante para todos nós, tem trazido à memória nossa história familiar e uma reflexão sobre as permanências e continuidades na história política brasileira.

Nasci em Moscou, na antiga URSS, no ano de 1978. Minha mãe, Rosa, brasileira, saiu do país acompanhando os meus avós que se exilaram diante do recrudescimento da ditadura civil militar no Brasil. Meu pai, João Massena Melo Filho, também brasileiro, saiu do Brasil para estudar, após a prisão do meu avô paterno, João Massena Melo, militante do Comitê Central do Partido Comunista.

No mesmo ano do meu nascimento, meu pai terminou o Mestrado na Universidade dos Povos Patrice Lumumba, em Moscou, e foi informado por intermédio do seu sogro, Luiz Carlos Prestes, que se retornasse ao Brasil corria o risco de ser preso no aeroporto em função das atividades culturais de mobilização que realizava junto a outros estudantes brasileiros no leste europeu.

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O Brasil que emerge do governo Temer, por Marcio Pochmann

"Somente o abandono da política kamikaze de Temer poderia recompor o Brasil no seu conjunto e em torno de um novo caminho sustentável"
 
Marcio Pochmann
 
 
 
 
Consequência do improdutivo rentismo tupiniquim, o grau de investimento na economia nacional derrete para próximo de um décimo do PIB, sem paralelo nas estatísticas oficiais
 
“... o sentido da colonização brasileira ... é o de uma colônia destinada a fornecer ao comércio europeu alguns gêneros tropicais ou minerais de grande importância ...” (Prado Jr., 2000)
 
"A nossa economia se subordina inteiramente a este fim, isto é, se organizará e funcionará para produzir e exportar aqueles gêneros. Tudo mais que nela existe ... será subsidiário e destinado unicamente a amparar e tornar possível a realização daquele fim essencial.” (Furtado, 1977).
 
A recente expansão dos setores agrários e de exportação aponta o sentido de Brasil que emerge da mais grave recessão econômica de todo o período republicano. Sem poder contar com as forças do seu mercado interno, mutiladas pela condução da política econômica do governo Temer, sobressaem os múltiplos e individualizados interesses regionais em conexão cada vez maior com o exterior, o que termina por reconstituir a velha figura do arquipélago de regiões sem a existência de um centro dinâmico e integrador do nacional.
 
Nesse sentido vem a retomada da trajetória que vigorou por quatro séculos (1530 a 1930), quando a evolução regional expressava simplesmente a forma com que o Brasil encontrava-se inserido na economia mundial.
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Nilson Lage: ou uma "força oculta" se levanta contra o golpe, ou o Brasil vai ser dividido

Por Nilson Lage*

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O Brasil se encaminha para a etapa final de um processo que acompanho e prevejo há anos.
Só a idade provecta, a desimportância pessoal e a mídia restrita que uso permitiram que expusesse minha certeza que, por certa, se confirma – assim mesmo porque me recuso a discutir com os apaixonados, os crentes e os convictos, que fazem dos desejos esperança e contam que alguém os realize.

Só um tarado formalista ou um bacharel brasileiro poderiam aceitar que o que ocorre tem algo remotamente parecido com democracia.

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Consolidando falta de pacto da esquerda, eleições no Chile erguem Piñera

De Santiago, Chile
 
Pleito para decidir o novo presidente do país deve fechar a criticada dobradinha do poder nos últimos 16 anos: centro-esquerda (Bachelet) e direita (Piñera)
 

Atual presidente do Chile, Michelle Bachellet, e Sebastián Piñera, seu antecessor e candidato a La Moneda. Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - O Chile se prepara para as eleições presidenciais, com a realização das primárias, no próximo 2 de julho, para decidir os candidatos de cada aliança que irão disputar em novembro a sucessão ao governo de Michelle Bachelet. 
 
Até agora, o ex-presidente de direita Sebastián Piñera (2010-2014) lidera as já baixas intenções de votos, com 25% dos votos. Piñera já é dado como vitorioso pela própria centro-esquerda e conta com apoio de seu bloco, ainda que com outros nomes nas prévias da disputa, que será definida em duas semanas.
 
Do bloco Chile Vamos, Piñera traz a maioria das intenções até mesmo frente a postulantes dos outros partidos. Ainda assim, precisará enfrentar os aliados no que é quase considerado o primeiro turno, no domingo 2 de julho, e um dos primeiros sinais mais claros do que está por vir no pleito eleitoral deste ano.
 
Na aliança, o ex-presidente que tenta o segundo mandato disputa as primárias com o deputado e economista Felipe Kast e o senador Manuel José Ossandón. O tom da disputa se viu acirrado nos últimos dias, quando as chances de Kast e de Ossandón tentaram ser esvaziadas com embates de acusações entre os pró Piñera e os dois candidatos.
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Eleição direta 'é única forma da democracia ser praticada', defende Requião

Senador, que iniciou movimento no Congresso ainda em 2016, pontua que as Diretas dão o aval popular

Senador Roberto Requião (PMDB-PR). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Jornal GGN - Crítico ao governo do seu colega de partido, Michel Temer, que considera publicamente golpista, o senador Roberto Requião se tornou um dos primeiros parlamentares a defender no Congresso a realização de eleições direitas, ainda em 2016, lembrando, em entrevista que concedeu ao Diarinho, que a ex-presidente Dilma havia firmando um acorde de convocar eleições gerais no Brasil, caso o impeachment não passasse.

"Quem tem medo de eleição direta é quem está ligado aos dominadores econômicos da sociedade. A eleição direta deixa o povo se manifestar. Pode ser uma escolha boa, pode ser uma escolha ruim. Será corrigida por outra eleição. Mas é a única forma da democracia ser praticada", pontuou ao jornal do litoral norte de Santa Catarina. Nesta entrevista, o paranaense também fez críticas aos rumos da Lava Jato, operação que até entende ser necessária, mas que estaria sendo manipulada "pelos Estados Unidos e pela mídia".

Requião chamou a operação de "maravilhosa", por estancar a corrupção no país e até elogiou o juiz que coordena as investigações, Sérgio Moro, mas completou que o problema da Lava Jato é ter sido manejada "por interesses que pretendem acabar com a soberania nacional". Acompanhe a entrevista na íntegra:
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Sala de visitas: as ruas e a democracia

Nesta edição, Nassif entrevista cientista social Luis Felipe Miguel, o desembargador Rogério Favreto, com reprise da participação de Ione Papas

Nesta edição, Nassif entrevista cientista social Luis Felipe Miguel, o desembargador Rogério Favreto, com reprise da participação de Ione Papas

Jornal GGN - O programa Na Sala de Visitas com Luis Nassif abre hoje com uma entrevista do articulista do GGN, doutor em ciências sociais pela Unicamp e professor de Ciência Política da Universidade de Brasília, Luis Felipe Miguel, fazendo uma análise do conceito de democracia e o desafio de consolidar o modelo político na atual conjuntura do Estado Brasileiro.

"Se a gente for olhar hoje as democracias, por exemplo, na Europa elas partem de um acordo. As classes populares conquistaram vários direitos políticos, com base no acordo de que alguns espaços de produção igualdade, de condições de aumento do nível de vida seria concedido para o sistema conseguir ser estável. No Brasil, as nossas classes dominantes são tão intolerantes à igualdade, que não aceitam esse acordo, que foi o que esses últimos governos tentaram construir", avalia Miguel que coordena na UnB o Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdades. Segundo o professor, uma forma de combater essa visão é com um aumento de pressão da sociedade pelos seus direitos:

"Acho que nesse momento a gente tem uma situação nas instituições muito grave, porque nenhum dos poderes constitucionais está cumprindo o que deveria ser o seu papel, muito pelo contrário. Então, as ruas têm que mostrar pressão, que não vão aceitar esse retrocesso e essa volta à uma situação de profunda desigualdade ", completa. Luis Felipe Miguel também avalia o papel do Ministério Público Federal na crise da democracia brasileira, a necessidade dos centros políticos organizarem um novo pacto para restabelecer a ordem proposta na Constituição Federal de 1988 e, ainda, o papel da figura de Lula no jogo político.
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Opinião do Nassif: a guerra entre os poderes

Única saída contra o caos institucional brasileiro é um novo pacto para recompor o centro político; lideranças de todos os matizes abrir diálogo  

Até antes de se consolidar o golpe parlamentar que derrubou a presidente Dilma Rousseff se pensava que a Constituição Federal de 1988 com seu conjunto de regras, estabelecimento de pontos para o equilíbrio entre os poderes e formas de autorregulação, estava segura. Mas os últimos tempos subverteram essa tese e hoje o país vive um completo caos institucional.

Talvez exista um lado bom de tudo isso, que é conseguir, a partir da análise da crise brasileira, entender o real impacto dos desmontes institucionais em um país. Pouco antes do golpe, já era visível que faltava no Executivo - então ocupado por Dilma - um estadista forte. No decorrer do processo, verificamos que o Legislativo e o próprio Judiciário sofriam também com a ausência de Estadistas. 

Veja agora, por exemplo, a recente denúncia publicada pela revista Veja afirmando que o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, estaria sendo grampeado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Em um país de estadistas o presidente do STF convidaria o presidente da República para uma reunião em particular, para colocar tudo em pratos limpos. Entretanto, sem dar tempo para apurar a denúncia, a atual presidente do Supremo, Carmen Lucia, soltou uma nota declarando guerra entre os poderes. E, pouco tempo depois, nessa segunda (12), soltou uma nova nota afirmando que não se deve duvidar da palavra de um Presidente, se esquecendo que Temer omitiu da agência oficial, portanto mentiu, uma viagem que fez com o jato da JBS. 
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Sala de visitas: como a Lava Jato desnudou fragilidades da democracia brasileira

Luis Nassif entrevista o colunista do Jornal GGN e pesquisador da UnB Fernando Horta e pianista e cantor Breno Ruiz

Nassif entrevista o colunista do Jornal GGN e pesquisador da UnB Fernando Horta e pianista e cantor Breno Ruiz
 
Jornal GGN - Nesta edição do programa Na sala de visitas com Luis Nassif você acompanha a entrevista completa do colunista do GGN, historiador e relações internacionais Fernando Horta fazendo uma análise do impacto da operação Lava Jato na crise política do país, e como todos os processos políticos que se desenrolaram em torno dela, incluindo o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, desnudam as fragilidades da democracia brasileira.  
 
Para o pesquisador da UnB, a Lava Jato é mais do que uma operação para desvendar um esquema de corrupção revelando, desde seu início, um viés de cunho ideológico para conseguir destituir do governo central do país um partido mais correspondente aos anseios das classes populares.
 
 
Em seguida, Nassif recebe o pianista, cantor e compositor paulista Breno Ruiz, que apresenta músicas do repertório do seu primeiro CD - Cantilenas Brasileiras, trabalho composto em parceria com o poeta Paulo Cesar Pinheiro. Breno é considerado hoje um dos melhores compositores jovens da atualidade no Brasil se tornando, nos últimos anos, referência entre os músicos do Rio Janeiro e de São Paulo.
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Um apelo pela democracia, por Jeferson Miola

Um apelo pela democracia

por Jeferson Miola

Paulo Sérgio Pinheiro, que foi Secretário Nacional de Direitos Humanos no governo FHC e membro da Comissão Nacional da Verdade no governo Dilma, verbaliza o sentimento que inquieta a sociedade brasileira: "Estamos vivendo no Brasil uma escalada autoritária".

Na opinião dele, "Depois do fechamento do Instituto Lula não há absolutamente nenhuma dúvida. A decisão é um atentado contra o direito de associação, o direito de reunião, o direito de opinião, ao pluralismo e com um conteúdo nitidamente persecutório ao ex-presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva".

Ele afirma que "A sucessão de eventos confirma essa escalada", e ilustra a afirmação com episódios como a violência contra os trabalhadores rurais no Mato Grosso, a repressão brutal na greve geral, a selvageria contra os índios Gamelas no Maranhão, a proibição de manifestações em Curitiba e a tramitação, no Congresso, de projetos que restauram a escravidão no meio rural brasileiro.

Na vida real, as regras do Estado de Direito estão suspensas. O devido processo legal e o princípio da presunção da inocência tornaram-se letra morta para determinados operadores da justiça.

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