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Sergio Moro

Moro será julgado por vazamentos contra Lula nesta terça, com transmissão online

Foto: Lula Marques/PT

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro será julgado pelo plenário do Conselho Nacional de Justiça na manhã desta terça (29), por vazamentos praticados contra o ex-presidente Lula no âmbito da Lava Jato. Moro é responsável por entregar à imprensa um grampo em que Lula conversa com Dilma Rousseff sobre termo de posse na Casa Civil.

O episódio aconteceu às vésperas da votação do impeachment na Câmara, criando o clima ideal para o início da queda da petista. Segundo informações do UOL, a sessão do CNJ será transmitida ao vivo, a partir das 9h, através desse link aqui.

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Manifesto de procuradores municipais contra Sérgio Moro

Procuradores membros da ANPM fazem manifestou contra participação de Moro em congresso anual da entidade

Procuradores membros da ANPM fazem manifestou contra participação de Moro em congresso anual da entidade
José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A diretoria da Associação Nacional de Procuradores Municipais (ANPM) convidou o juiz federal Sérgio Moro para a conferência de abertura do XIV Congresso Brasileiro de Procuradores Municipais, que será realizado entre os dias 21 e 24 de novembro em Curitiba. 
 
A decisão dividiu os membros da entidade, que representa os procuradores municipais de todo o país, levando a criação de um manifesto onde alertam que Moro, "constantemente, constrange o exercício da advocacia e impõe arbitrariamente obstáculos ao direito de defesa".
 
Na declaração, reproduzida em primeira mão pelo GGN, o grupo aponta que o convite causa preocupação entre procuradores de norte a sul do país porque inúmeras condutas do juiz curitibano "desprezam garantias constitucionais e prerrogativas de advogados", acrescentando que a escolha da ANPM "demonstraria grave insensibilidade com seus afiliados, já que a abertura de um congresso de advogados deve ser conduzida por quem demonstre apreço pela profissão".
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Dona Marisa, Cláudia Cruz e a justiça de classe de Moro, por Jeferson Miola

Por Jeferson Miola 

Sérgio Moro foi um caçador implacável da Dona Marisa. O juiz-acusador perseguiu a ex-primeira dama com uma tal e eficiente obsessão que conseguiu, finalmente, condená-la à morte com um AVC.
À continuação, um odioso Moro, ser possuído por sentimentos que são estranhos a pessoas justas e de bem, quis decretar a condenação eterna da Dona Marisa.

Ele descumpriu o Código de Processo Penal e relutou, por mais de 30 dias depois do óbito, a declarar a inocência da Dona Marisa.

O grande crime cometido por Marisa Letícia, na convicção do Moro e dos seus colegas justiceiros de Curitiba, foi ter sido a companheira de vida e de sonhos do ex-presidente Lula; a parceira do sonho de um Brasil digno, justo e democrático.

Neste 25 de maio de 2017, Moro trocou a toga daquele juiz-acusador que persegue obsessivamente Lula, pelo traje de advogado de defesa dos integrantes da sua classe – no caso, a família Cunha/Temer/Aécio.
Moro inocentou Cláudia Cruz, a “senhora” do presidiário Eduardo Cunha [como a burguesia patriarcal se referes às esposas dos “chefes de família”], o integrante da camarilha e sócio de Michel Temer na conspiração que golpeou a Presidente Dilma.

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Contradição e previsibilidade na sentença de Moro sobre Cláudia Cruz

Se a Lava Jato não conseguiu provas de que os recursos depositados na conta de Cláudia Cruz eram mesmo fruto de esquemas na Petrobras, por que Sergio Moro absolveu a jornalista mas determinou o confisco do dinheiro?

Jornal GGN - Dois pontos chamam atenção na absolvição de Cláudia Cruz, esposa de Eduardo Cunha, pelo juiz Sergio Moro: a previsibilidade da sentença, que duvida de conhecimento e participação nos esquemas do ex-deputado; e a contradição em determinar o confisco de valores remanescentes na conta usada pela jornalista no exterior, taxando-os como "produto do crime".

Segundo Moro, Cláudia, que teve em seu poder mais de 1 milhão de dólares entre 2008 e 2015, não pôde ser condenada pelos crimes de lavagem de dinheiro (parte dos recursos sairam do esquema de corrupção na Petrobras) e evasão de divisas (a conta em seu nome não foi declarada à Receita) porque não havia provas suficientes e tampouco atestado de dolo.

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"Coração generoso" de Moro foi o que salvou Cláudia Cruz, diz procurador

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, membro da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, disse nesta sexta (26) que a única coisa que pode explicar a decisão de Sergio Moro em relação à Claudia Cruz é o "coração generoso" do juiz.

Na noite de quinta, a decisão de Moro sobre a ação penal em que Claudia era acusada de lavagem de dinheiro e evasão de dividas veio a público: o magistrado absolveu a esposa de Eduardo Cunha por falta de provas e não comprovação de dolo. Ele ainda escreveu, no despacho, que a jornalista foi imprudente por nunca se perguntar de onde vinham os recursos que ela despendia com exagero no exterior, já que o marido era apenas um agente público com remuneração limitada.

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Defesa de Lula questiona validade de prova da OAS no caso triplex

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O advogado Cristiano Zanin, que defende Lula de Sergio Moro no caso triplex, protocolou na quinta (25) duas manifestações que questionam a validade de provas juntas pela OAS, Renato Duque e força-tarefa da Lava Jato no processo em que o ex-presidente é acusado de receber a propriedade oculta de um apartamento no Guarujá e propina para manutenção do acervo presidencial.

Na primeira manifestação, o defensor de Lula indica que parte do documento entregue pela OAS pode ter sido falsificado. Isso porque os advogados de Leo Pinheiro anexaram alguns e-mails trocados entre executivos da empresa sobre o mesmo assunto (qual apartamento da obra no Guarujá merecia "atenção especial") e, na página anterior a cada comunicação, fez um "comentário de revisão". Leia mais »

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Moro será julgado no CNJ por vazar conversas da família de Lula

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro será julgado pelo Conselho Nacional de Justiça na próxima terça (30), por dois procedimentos supostamente abusivos contra o ex-presidente Lula. Um deles está relacionado ao vazamento de grampo de conversas de familiares do petista.
 
O Painel da Folha desta quinta (25) destacou que o "timing" do CNJ não poderia ser mais curioso. Isso porque, essa semana, houve uma crise entre Lava Jato e grande mídia por conta do vazamento de conversa do jornalista Reinaldo Azevedo com a irmã de Aécio Neves, Andrea Neves.
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Delator corrige cobertura da imprensa sobre as reuniões de Lula na Petrobras

Foto: Instituto Lula

Jornal GGN - O delator Paulo Roberto Costa corrigiu "espontaneamente" as informações divulgadas pela grande mídia, em parceria com a Lava Jato, sobre as reuniões de Lula na Petrobras durante seus dois mandatos. A agenda do ex-presidente na estatal foi usada pela força-tarefa para insinuar que Lula mentiu diante de Sergio Moro, quando afirmou que não teve encontros específicos com ex-diretores, com poucas exceções.

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Porque a Lava Jato não poderia ser monopólio de Moro ou Fachin, por Ademar Rigueira

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - O juiz Sergio Moro não deveria herdar a maioria esmagadora dos processos da Lava Jato em primeira instância com a desculpa de que tudo faz parte de um grande enredo de corrupção envolvendo a Petrobras. A figura do juiz natural da causa, uma reclamação constante entre advogados que defendem réus nas mãos de Moro, não tem sido respeitada. É o que analisa o criminalista Ademar Rigueira Neto, em artigo no Conjur, nesta quarta (26).
 
Na visão de Neto, Moro, como juiz que instruiu vários processos da Lava Jato, foi adotando a prática de quebrar sigilos em busca de uma informação x e acabou descobrindo y. E em vez de permitir que essa descoberta fosse transformada em uma investigação sob o Juízo competente, ele acabou monopolizando vários casos.
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Aos EUA, Lava Jato escancara polêmicas e antecipa Lula como responsável


Moro no Wilson Center em Washington, EUA, em julho de 2016 - Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - "A Operação Lava Jato é maior do que WaterGate?", perguntou o âncora norte-americano do programa "60 minutes", Anderson Cooper. "Muito, muito maior", respondeu o procurador da força-tarefa de Curitiba, Deltan Dallagnol. Assim começa a reportagem no canal de notícias CBS News, que foi ao ar neste domingo (21).
 
Na polêmica entrevista dos procuradores e do juiz Sergio Moro ao noticiário estadonidense, o magistrado do Paraná admitiu que usou a "style-plea bargaining" dos EUA (negociação de apelo pela barganha) para conseguir que alguns réus cooperem". "O juiz Moro e os promotores também estão dispostos a usar táticas controversas para combater o crime financeiro", completou o jornal.
 
Para que os norte-americanos compreendessem a Operação realizada no Brasil, o noticiário comparou ao famoso caso WaterGate, escândalo político dos anos 70 nos Estados Unidos que provocou a renúncia do presidente Richard Nixon.
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STJ mantém ação penal contra Claudia Cruz na Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O Superior Tribunal de Justiça manteve, nesta terça (16), ação penal contra Claudia Cruz, esposa de Eduardo Cunha, acusada pela Lava Jato de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Segundo informações da assessoria do STJ, os ministros consideraram lícita a prova encaminhada ao Brasil a partir de investigação aberta na Suíça, com concordância das autoridades. A jornalista teria recebido depósitos na Suíça de conta oculta de seu marido, "para distanciar o dinheiro sujo de sua origem".

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E-mails da OAS usados como prova não tratam Lula como dono do triplex

Jornal GGN - Os e-mails da OAS que Léo Pinheiro entregou à Lava Jato para atestar seu depoimento contra Lula ao juiz Sergio Moro não tratam o ex-presidente como dono do apartamento 164 do Condomínio Solaris, que ficou conhecido como "triplex" no Guarujá (SP).

Pinheiro anexou à ação penal duas mensagens trocadas entre funcionários da OAS Empreendimentos, sobre a mesma conversa. Eles queriam saber qual era a unidade da obra no Guarujá que merecia "atenção especial". Em nenhum momento, trataram Lula como destinatário final.

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A falsa narrativa de que Lula culpou dona Marisa, por Milly Lacombe

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Foto: Ricardo Stuckert

Enviado por nilo filho

Do blog da Milly
 
 
por Milly Lacombe

Eu poderia ter aproveitado meu sábado para ler Irmãos Karamazov de cabo a rabo, assistir O Leopardo e Doutor Jivago na sequência, ou quem sabe ficar vendo vídeos das vitórias e dos gols do Corinthians ao longo dos anos, mas o que fiz foi rever o depoimento de Lula a Sergio Moro.

O que me moveu a executar tarefa tão estúpida não foi apenas a falta do que fazer em um sábado, mas o tsunami de emoções que me invadiu depois que vi a capa da Veja e a propaganda de dia das mães das lojas Marisa, que cruzam fronteiras morais que jamais deveriam ser cruzadas em um mundo minimamente decente e humanizado.

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Moro vai esperar até 20 de junho para dar a sentença de Lula no caso triplex

Foto: Divulgação

Jornal GGN - Em despacho assinado na manhã desta segunda (15), o juiz Sergio Moro apontou que vai decidir o futuro de Lula no caso triplex a partir de 20 de junho, último dia para que a defesa do ex-presidente apresente as alegações finais.

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Delações valem mais que prova de que triplex é da OAS, aponta Moro

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - Nesta segunda-feira (15), o juiz Sergio Moro negou uma série de pedidos da defesa de Lula para juntar aos autos da ação penal do caso triplex novas provas que ajudariam a negar a suposta participação do ex-presidente em esquema de corrupção na Petrobras.

Nesse processo, Lula é acusado de ter recebido da OAS um apartamento triplex, no Guarujá, e repasses para custear o armazenamento do acervo presidencial. Em troca, a empreiteira ganhou três contratos com a Petrobras.

Após a audiência de Lula, no último dia 10, a defesa solicitou a Moro uma "perícia financeira" no triplex, para juntar mais provas de que o imóvel não só está em nome da OAS, já que nunca foi vendido, como ainda foi dado como garantia pela empresa em operações financeiras. Leia mais »

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