Foi outro dia. A campanha do impeachment em pleno vapor e jornais e jornalistas jogando pesado, criminalizando qualquer ato, por mais banal e corriqueiro que fosse.
Dois casos se destacaram. Um deles, a história dos pedalinhos do sitio de Atibaia, tratado como um grande furo jornalístico. O outro, a instalação de uma torre da OI, perto do sítio de Atibaia, visando entregar banda larga nas imediações.
O tratamento dado pela mídia foi escandalosamente manipulador:
Na mesma época, a Oi-Telemar atendeu a demandas de jornalistas conhecidos e de um condomínio em Troncoso, frequentado por João Dória Jr, Nizan Guanaes e Ivan Zurita. Em todos esses casos, o movimento normal de uma empresa em atender às demandas de sua clientela VIP. E o episódio era conhecido, mas foi varrido para baixo do tapete, para realçar a ideia de concessão espúria a Lula, e tentar ligar com as decisões que permitiram a criação fracassada da tal supertele brasileira.
Foi essa manipulação reiterada que abriu espaço para toda sorte de fake news, levando não apenas à destruição da economia, como da política, abrindo espaço para o advento das milícias.
Aqui, os pedidos de Joao Doria para Troncoso.







Mark
18 de dezembro de 2019 6:01 amSempre a Veja, esta boca de esgoto aberta e vazando, seguida pelas congêneres Globosta, Estadão e Folha… É impossível ter democracia num país com esse tipo de imprensa.
altamiro souza
18 de dezembro de 2019 9:10 ama cara de pau dessa gente da grande imprensa golpista é impressionante.
essa gente parece cadela adestrada – na verdade esses jornalistas são office-boys sofisticados dos patrões – que atende a todos os interesses do mercado, isto é,no caso brasileiro, da financeirização da economia, pois quem banca essa grande mídia é o banco e o banco quer o quê senão a financeirizção?