27 de julho de 2026

Os EUA não retaliaram o Irã? E você acreditou?

Um clássico americano. Para assistir, clique aqui.

Dois fatos causaram muita estranheza para quem acompanhou passo a passo o desenrolar da resposta do Irã aos EUA. Ontem, por motivos claramente intencionais, a suposta queda (primeira versão) do avião ucraniano, passou para a primeira página dos noticiários.

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No dia dos ataques, anotei um tuíte de Daniel Estulin sobre o assunto, quando a versão da “falha mecânica” era confirmada pelos dois lados em disputa, i. e., iranianos e americanos, e ninguém falava dos canadenses no voo. Em resumo, Estulin disse o seguinte: Tinham 74 canadenses a bordo; o avião BTW era de propriedade do oligarca Kolomoisky. Podem falar sobre tudo, mas não quem eram esses canadenses. Eles eram doutores que participaram do programa nuclear paquistanês. “Again, what did these PhDs do in Iran?”.

O segundo fato que causou estranheza foram os dois terremotos próximos a instalações nucleares iranianas. Qual a hipótese que se levanta? O avião foi abatido pelos EUA como resposta aos planos nucleares do Irã e, em conjunto, deixaram bem claro quais áreas sensíveis um ataque americano poderia destruir em caso de retaliação explícita.

Não só: atacar instalações nucleares pode causar na região um dano igual ao do lançamento de uma bomba nuclear. Aos hábeis mísseis iranianos, os EUA responderam que poderiam contra-atacar, no limite, com bombas nucleares.

Derrubada do avião ucraniano: ato de guerra encoberto + guerra climática (HAARP) com os dois terremotos que surgiram tão “por acaso” próximos a pontos-chave. Foi uma resposta total aos iranianos. Não se precisava de mais nada.

Ontem, usando as táticas da CIA que Pompeo aprendeu também, usa-se o assassinato de mais de 200 pessoas como pretexto para colocar a culpa nos iranianos. A narrativa é cristalina: se os EUA agiram brutalmente ao assassinar Sulemani, os iranianos foram ainda mais “malvados” ao matarem os pobres canadenses inocentes daquele voo que resolveu decolar numa hora tão estranha. Tenta-se com isso jogar novamente o Irã contra a parede, com ampla repulsa da “comunidade internacional” (o que não ocorreu com Sulemani).

Segue um vídeo que mostra a destruição causado pelos mísseis iranianos, contrariando toda narrativa da mídia ocidental.

https://youtu.be/uQ4N_lneqJk
“Esta é toda a filmagem que seu governo não quer que você veja.
Várias fontes do Irã, iraquianos, soldados americanos/peurtoricanos, imagens de satélite da destruição. Analistas militares dizem que o Irã alvejou as bases das capacidades militares e não do pessoal que estava correndo de hangar em hangar”.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

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