O presidente Jair Bolsonaro (PL) esteve em Santa Catarina neste domingo (26/06), onde discursou em evento evangélico, mas não comentou sobre possível interferência na Operação Acesso Pago, que apura corrupção no Ministério da Educação.
Em discurso, Bolsonaro se esquivou do assunto e priorizou o ataque a gestões passadas e a narrativa do bem contra o mal, em ataque ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição de outubro.
“Nessa briga do bem contra o mal, sabemos o que está na mesa. Um lado defende o aborto, o outro é contra. Um lado defende a família, o outro quer cada vez mais desgastar seus valores. Um lado é contra a ideologia de gênero, o outro é favorável”, ressaltou.
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Além de fazer referência à agenda de costumes, afirmando que “tirou da zona de conforto quem queria o mal do país”, Bolsonaro defendeu o armamento da população em nove da “liberdade”.
Enquanto isso, o delegado federal Bruno Calandrini, responsável por investigar o gabinete de pastores no MEC, disse em comunicado enviado à Justiça Federal que acreditava no vazamento do inquérito.
“Os indícios de vazamento são verossímeis e necessitam de aprofundamento diante da gravidade do fato aqui investigado”, escreveu, chegando a citar ligações do ex-ministro Milton Ribeiro que deixavam claro que ele “estava ciente” que ele seria alvo de buscas.
Com informações do jornal Correio Braziliense
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