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Fernando Horta

231 Posts 3 comentários
Somos pela educação. Somos pela democracia e mais importante Somos e sempre seremos Lula.

Muito pouco, muito tarde, por Fernando Horta

Com cara de paisagem e repetindo que “as instituições estavam funcionando” o STF, de novo, nada fez. E vejam que nem a ameaça do “cabo e do soldado” acenderam qualquer luz na cabeça iluminada dos iluministas ministros e das hígidas ministras.

Bolsonaro se sente traído, e ele tem razão, por Fernando Horta

As elites rompem unilateralmente o pacto com Bolsonaro. A lógica do fascismo se sustenta dentro da ideia de sacrifício e da realidade da traição. Bolsonaro foi traído e vai querer vingança

O coronel fantasma, por Fernando Horta

Do ponto de vista das responsabilizações internas, criam-se as desculpas que os senadores do governo a todo momento usam: “o coronel Blanco já não era mais servidor”, e, com isso, estabelece-se um problema para a punição e responsabilização

Para que serve uma estátua?, por Fernando Horta

Ao queimar a estátua está se fazendo a disputa política pela memória. Está se criando um discurso político exigindo a tutela do Estado para a negação dos valores (monumento) que a estátua simboliza.

Sobre alienação e naturalização, por Fernando Horta

Convido o leitor e a leitora a responderem o que há de comum entre o Brasil do segundo semestre de 2013 e o Brasil de hoje?

O contexto e a chantagem, por Fernando Horta

O que significa o “aumento de popularidade” de Bolsonaro? Nada. Absolutamente nada para nós. Está em curso a maior ferramenta de chantagem das elites brasileiras.

O grito que não cabe mais no peito, por Fernando Horta

Chegamos a mais de 100 mil mortos e o governo comandado por militares argentários e um fascista insano diz: “vida que segue”.

Bolsonaro perde sua guerra, por Fernando Horta

Bolsonaro não tem a percepção política de um Mussolini ou a oratória inflamada de Hitler. E isso o fez perder a sua guerra.

O fim de um casamento de dois anos, por Fernando Horta

As cartas estão na mesa e os lances são claros. Bolsonaro somente se salva e salva os filhos se assumir-se ditador, colocar as tropas na rua, e emudecer o farrapo de instituições que nos restam.

#Tentamos, por Fernando Horta

Não foram os “70%” que #tentamos. Foram poucos os que, efetivamente, cederam espaço na esperança de que as instituições funcionassem.

Porque não sou “70%”, “juntos” ou qualquer coisa parecida, por Fernando Horta

Em vez de falarmos em “frente ampla”, precisamos discutir a “agenda mínima” político-econômica para o Brasil.

O consenso dos coveiros, por Fernando Horta

O fortalecimento de Bolsonaro na demissão de Mandetta tem um tom ainda mais preocupante e até cadavérico para o Brasil.

O que o vírus nos está ensinando?, por Fernando Horta

E o vírus, numa destas imponderabilidades da História passou a nos dar aula sobre coletividade, segurança, distribuição de bens materiais, ajuda ao próximo e reconhecimento dos trabalhos socialmente relevantes.

A democracia brasileira está morta, por Fernando Horta

O exército não é uma instituição que cultive qualquer traço de democracia. Pelo contrário, é uma instituição autoritária, brutal, elitista e – agora sabemos – totalmente mal formada em termos cognitivos.

Entre a vida e a economia, há mais escolhas que não estão lhe contando,...

O “social distancing” tenta salvar APENAS a classe média urbana, capitalista e rica do país. Basta ver a campanha nas televisões.

Um barril de pólvora chamado Brasil, por Fernando Horta

Todo este cenário interno é fruto da esculhambação institucional iniciada em 2014 por Aécio Neves e José Serra com auxílio de Marina Silva e Michel Temer.

Da revolta ao ódio, por Fernando Horta

O ódio social que alimenta o fascismo vai surgir pela percepção da ruptura dos locais sócio-econômicos que historicamente sempre existiram entre os "pobres" e "ricos", entre brancos e negros, entre homens e mulheres, entre héteros e homossexuais e etc. 

Da revolta ao ódio

Muita gente têm mencionado que no Brasil de hoje vemos "revoltados", "recalcados", "indignados" e etc. numa percepção generalizada de que existiu no nosso passado...

A estrada que nos trouxe ao precipício, por Fernando Horta

Bolsonaro, como uma doença aproveitadora, tomou o poder quando os liberais usaram todos os seus recursos para desmantelar a ideia de “Estado” e mesmo de “democracia”.

A estrada que nos trouxe ao precipício

Desde que Max Weber descreveu as modificações na racionalidade do mundo moderno ocidental como em consonância com o capitalismo que vivemos às voltas com...

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